País
Incêndio de Góis dado como dominado
O incêndio no concelho de Góis foi dado como dominado ao início da manhã desta quinta-feira, confirmou o comando operacional. O dispositivo vai agora “consolidar o rescaldo” num “perímetro muito grande” que abrange outros dois concelhos: Arganil e Pampilhosa da Serra.
“O incêndio foi dado como dominado às 7h41 e portanto, para grande satisfação de todos aqueles que desempenharam neste teatro de operações, conseguimos atingir o nosso objetivo”, adiantou esta manhã aos jornalistas no local o comandante operacional da Proteção Civil, Carlos Luís Tavares.Os bombeiros a operar em Góis, Arganil e Pampilhosa da Serra vão ser apoiados por meios aéreos pesados.
O responsável ressalvou, todavia, que uma previsível subida de temperaturas pode provocar “algumas reativações”.
“Vamos passar a consolidar o rescaldo. O perímetro é muito grande. Estamos a falar de um perímetro que atingiu três concelhos: Góis, Arganil e Pampilhosa da Serra”, prosseguiu o comandante operacional.
“É uma extensão grande. Ainda não medimos a área, mas garantidamente rondará os 20 mil hectares, sendo que será aferido este número”, indicou.
O dispositivo
No terreno permanecem 1010 operacionais, apoiados por 284 veículos. As operações, adiantou ainda Carlos Luís Tavares, serão reforçadas nas próximas horas com “quatro meios aéreos pesados, aviões Canadair, e dois helicópteros pesados para consolidar e arrefecer todo este perímetro”.“O dia de hoje vai ser de muito trabalho, garantidamente, para todos os operacionais”, vincou o comandante.
Questionado sobre a possibilidade de o nevoeiro que ao amanhecer se instalou sobre aquela zona vir a dificultar a missão dos aviões, o comandante operacional explicou que “há determinados sítios em que já há teto, o que permite a atuação dos meios aéreos”.
Nos últimos dias foram evacuadas dezenas de povoações do concelho de Góis. O objetivo das autoridades, frisou Carlos Luís Tavares, é continuar a garantir a segurança dos habitantes e levá-los de forma gradual a regressar às respetivas casas.
O comandante operacional da Proteção Civil destacou, como principais obstáculos ao trabalho desenvolvido nos últimos dias pelo dispositivo de Góis, a velocidade do vento, condições atmosféricas adversas, com trovoada, e uma orografia “difícil” para a deslocação de meios até às frentes de fogo.
O responsável ressalvou, todavia, que uma previsível subida de temperaturas pode provocar “algumas reativações”.
“Vamos passar a consolidar o rescaldo. O perímetro é muito grande. Estamos a falar de um perímetro que atingiu três concelhos: Góis, Arganil e Pampilhosa da Serra”, prosseguiu o comandante operacional.
“É uma extensão grande. Ainda não medimos a área, mas garantidamente rondará os 20 mil hectares, sendo que será aferido este número”, indicou.
O dispositivo
No terreno permanecem 1010 operacionais, apoiados por 284 veículos. As operações, adiantou ainda Carlos Luís Tavares, serão reforçadas nas próximas horas com “quatro meios aéreos pesados, aviões Canadair, e dois helicópteros pesados para consolidar e arrefecer todo este perímetro”.“O dia de hoje vai ser de muito trabalho, garantidamente, para todos os operacionais”, vincou o comandante.
Questionado sobre a possibilidade de o nevoeiro que ao amanhecer se instalou sobre aquela zona vir a dificultar a missão dos aviões, o comandante operacional explicou que “há determinados sítios em que já há teto, o que permite a atuação dos meios aéreos”.
Nos últimos dias foram evacuadas dezenas de povoações do concelho de Góis. O objetivo das autoridades, frisou Carlos Luís Tavares, é continuar a garantir a segurança dos habitantes e levá-los de forma gradual a regressar às respetivas casas.
O comandante operacional da Proteção Civil destacou, como principais obstáculos ao trabalho desenvolvido nos últimos dias pelo dispositivo de Góis, a velocidade do vento, condições atmosféricas adversas, com trovoada, e uma orografia “difícil” para a deslocação de meios até às frentes de fogo.