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Os danos e a evolução do estado do tempo

Incêndios em Portugal. A situação ao minuto

Reportagem

Incêndios em Portugal. A situação ao minuto

Portugal viveu um dia complicado de combate às chamas. São agora nove os incêndios de maior dimensão ativos esta noite, sendo os de Penamacor, Arouca e Santarém os que suscitam maior preocupação, com populações em risco, de acordo com a Proteção Civil. No terreno estão mais de 2.500 operacionais, apoiados por 881 veículos terrestres. Esta terça-feira foi considerado, até ao momento, o pior dia do ano.

Cristina Sambado, Inês Geraldo - RTP /

Foto: Cristiano Costa - RTP

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RTP /

Incêndio em Nisa. Moradores da aldeia já regressaram a casa

Neste momento não há povoações na linha de fogo e os habitantes da aldeia já regressaram a casa, de acordo com as autoridades. Ao início da madrugada 60 por cento do perímetro do incêndio encontrava-se em fase de resolução e 40 por cento ainda estava ativo, em zonas de difícil acesso.

Em declarações à RTP, o comandante Rui Conchinha explicou que a urografia é o grande inimigo no combate a este incêndio, e que a janela de oportunidade para controlar o fogo será durante a noite.


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RTP /

Incêndio em Arouca é o que inspira maior preocupação

O incêndio em Arouca é o que inspira maior preocupação esta terça-feira à noite com três frentes ativas.No terreno estão quase 800 operacionais. Apesar de não haver habitações em risco, as chamas não estão longe.

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RTP /

Autarca de Ponte da Barca espera "meios aéreos pesados" na quarta-feira para controlar fogo

O presidente da Câmara de Ponte da Barca espera que ao início da manhã de quarta-feira sejam mobilizados "meios aéreos pesados" para controlar o incêndio que lavra desde sábado no Parque Nacional da Peneda-Gerês.

"Espero que depois do apelo que fiz hoje, os meios aéreos pesados sejam intensificados amanhã (na quarta-feira) de manhã. Ainda não tenho indicação quando estarão empenhados, mas espero que seja logo pela manhã", afirmou Augusto Marinho, citado pela Lusa. 

O autarca de Ponte da Barca sublinhou que o incêndio "é muito difícil, com uma grande extensão e, com uma área ardida muito grande".

"O controlo das chamas depende de muitos fatores, desde logo as condições climatéricas e, o envolvimento dos meios aéreos que é essencial",
alertou.

De acordo com o site da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), consultado pelas 23h34, o fogo mobilizava cerca de 391 operacionais, apoiados por 134 viaturas.
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RTP /

Mais de 2700 operacionais combatem nove fogos de grande dimensão de norte a sul do país

São nove os incêndios de maior dimensão ativos em Portugal na noite desta terça-feira, sendo os de Penamacor, Arouca e Santarém os que suscitam maior preocupação, com populações em risco, de acordo com a Proteção Civil. No terreno estão 2.731 operacionais, apoiados por 881 veículos terrestres.

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RTP /

Arouca. Chamas continuam a não dar tréguas na aldeia do Ribeiro Grande

A aldeia do Ribeiro Grande continua a ser assolada pela ameaça das chamas. Depois de um período da tarde em que houve um esforço maior para proteger casas, os bombeiros tentam controlar a chegada do fogo à aldeia.

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RTP /

José Ribeiro acredita que meios aéreos disponíveis foram suficientes

O Segundo Comandante da Proteção Civil respondeu aos autarcas, que reivindicam mais meios aéreos no combate aos incêndios. José Ribeiro defendeu que os meios têm sido suficientes e que, só esta terça-feira, foram feitas 218 missões, o equivalente a 272 horas de voo.

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Lusa /

Fogo em Alcanede continua ativo e já causou danos em anexo de habitação e área pecuária

O incêndio florestal que deflagrou hoje na freguesia de Alcanede, em Santarém, mantém-se ativo e já provocou danos num anexo de habitação e numa área pecuária, informou à Lusa o Comando Sub-Regional da Lezíria do Tejo.

De acordo com a mesma fonte, o fogo continua em curso e mobiliza 342 operacionais, apoiados por 175 veículos, referindo ainda que não há populações em risco, nem foram ordenadas evacuações ou confinamentos.

O Comando Sub-Regional adianta ainda que o incêndio provocou danos numa área pecuária, onde morreram cerca de 350 leitões. 

O incêndio causou ainda quatro feridos ligeiros -- três agentes de proteção civil e um civil --, todos assistidos no hospital de Santarém.

De acordo com a informação disponível no `site` da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, o alerta para o fogo foi dado às 13:12, em Vale de Caldas.

Pelas 17:40, o incêndio estava a ser combatido por 227 operacionais, apoiados por 72 veículos e um meio aéreo.

 

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RTP /

Governo questionado sobre meios aéreos disponíveis para os incêndios

A ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, desvaloriza a questão. O primeiro-ministro, Luís Montenegro, garantiu entretanto o dispositivo de combate em prontidão.

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RTP /

Ponte da Barca. Germil é uma das freguesias que começa a ser ameaçada pelas chamas

A situação em Ponte da Barca continua descontrolada. A freguesia de Ermida está em perigo e a única estrada que dá acesso ao local está cortada. As chamas vão avançando, já chegaram a Terras de Bouro, e estão perto de chegar à freguesia de Germil.

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RTP /

Nisa. Moradores de aldeia evacuada esperam voltar a casa esta noite

Em Nisa, apesar de ainda dar trabalho a mais de 300 operacionais as frentes do incêndio estão a ceder aos meios no terreno pelo que há expectativa de ter o incêndio controlado ainda na noite desta terça-feira.

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RTP /

Incêndio em Gondomar com chamas a ameaçar as habitações

Com as chamas a ameaçar as habitações, as autoridades pediram à população para abandonar as casas por precaução.

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RTP /

Penamacor enfrenta vários reacendimentos

Trinta idosos foram retirados de Bemposta, Quase quatro centenas de bombeiros combatem a frente de fogo com a ajuda de dois meios aéreos.

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RTP /

Incêndio em Nisa obriga a combate com centenas de operacionais

Uma pessoa ficou desalojada e três localidades tiveram de ser evacuadas. O fogo na serra mobiliza centenas de operacionais.

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RTP /

Chamas não dão tréguas em Ponte da Barca

Os habitantes procuram por todos os meios salvaguardar os bens e os animais. Dois bombeiros e dois sapadores florestais sofreram ferimentos.

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RTP /

Cinfães. Moradores impedidos de irem para casa

Os habitantes de São Pedro, no concelho de Cinfães, vivem momentos de sobressalto com as chamas do incêndio de Arouca a chegar perto das suas casas.

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RTP /

Arouca. Aldeia do Ribeiro Grande lutou contra as chamas

A aldeia de apenas 15 habitantes viveu momentos de sobressalto com as chamas a ameaçarem casas. Viveram-se momentos de aflição e os bombeiros alertam que a noite pode trazer mais problemas.

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RTP /

Incêndio em Arouca mobiliza mais de 700 operacionais

O incêndio de Arouca é o que mais preocupa a Proteção Civil. O fogo é o que mais meios mobiliza no país, estando a ser combatido por mais de 700 bombeiros, quase 250 viaturas e seis meios aéreos.

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RTP /

Ponte da Barca. Presidente da Junta de Freguesia de Ermida lamenta falta de meios

Francisco Lopes, presidente da Junta de Freguesia de Ermida, falou com a RTP e explicou que a situação é crítica e que o fogo está "descontrolado" e lamentou a falta de meios para combater um incêndio que teima em não ceder.

Não existem casas em perigo mas Francisco Lopes revelou que uma frente de fogo se dirige para a Ermida e outra frente está a caminho de outras aldeias.

"Está muito complicado, os meios são insuficientes. O fogo está completamente descontrolado".

O presidente da Junta de Freguesia de Ermida confirmou também que as chamas já passaram para o concelho de Terras de Bouro e diz querer evitar que o fogo chegue à Ermida.

"Vai ser uma noite de combate. Espero que corra pelo melhor, é isso que desejo, porque a frustração é muita. São três dias de luta contra algo que não cede, não para", concluiu Francisco Lopes.
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RTP /

Arouca. Chamas chegaram à aldeia de Ribeiro Grande

Em Arouca, a aldeia de Ribeiro Grande foi surpreendida pela chamas e agora os habitantes tentam lutar contra o incêndio que rapidamente desceu para o local, que tem algumas casas.

A situação é cada vez mais preocupante e os habitantes tentam salvar os seus pertences.

O incêndio de Arouca, que passou para Castelo de Paiva, é aquele que mais preocupa as autoridades e conta com mais de 700 operacionais no terreno.
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Lusa /

Complementaridade entre meios aéreos e terrestres é a chave - Proteção Civil

O comandante nacional de Proteção Civil explicou hoje que o êxito do combate aos incêndios depende da complementaridade entre meios aéreos e terrestres e admitiu que nenhum comandante está satisfeito com os meios que tem à disposição.

"Os meios aéreos, em complemento com os meios terrestres, é que são, no fundo, a chave para conseguir e para ter sucesso no combate ao incêndio", disse Mário Silvestre no final do ponto de situação sobre os incêndios hoje à tarde na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

O responsável respondia a uma pergunta dos jornalistas sobre as declarações da ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, que hoje ao início da tarde considerou irrelevante o número de meios aéreos de combate a incêndios, uma vez que o que está a causar "dificuldade aos operacionais" nos fogos em curso são as características do terreno.

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RTP /

ANEPC fez o resumo do combate aos incêndios

A Proteção Civil fez um 'briefing' sobre a situação a decorrer em Portugal e revelou que esta terça-feira, 29 de julho, é o dia com mais ocorrências em Portugal, cerca de 132, com 43 delas a estarem em resolução.

Mário Silvestre explicou que o incêndio no Lindoso, Ponte da Barca, preocupa e que uma das frentes está a ser levada pelo vento em direção à Serra Amarela.

Em Penamacor, a situação esteve controlada mas a mudança de intensidade no vento levou a um incremento da velocidade das chamas. No entanto, o Comandante Nacional de Emergência e Proteção Civil acredita que as próximas horas podem ser cruciais para circunscrever o incêndio.

Arouca é o incêndio que a esta altura mais preocupa as autoridades com mais de 700 operacionais no terreno. O vento não está a ajudar e leva as chamas na direção de Arouca, depois de Castelo de Paiva ter estado em perigo.

Em Nisa, o combate às chamas mantém-se mas há esperança de que a noite traga humidade suficiente para terminar com o incêndio que levou à evacuação da aldeia da Vinagra.

Em Alcanede, Santarém, contam-se vários animais mortos.

Mário Silvestre alertou a população para ter cuidado com as práticas agrícolas em dias de muito calor e revelou que até agora 20 pessoas foram assistidas, entre elas 14 bombeiros e três civis. Todos são feridos ligeiros.
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RTP /

Ponte da Barca. Frente que avança para a Serra Amarela preocupa

Depois do reacendimento de uma segunda frente ativa, os bombeiros no Lindoso, em Ponte da Barca, mostram preocupação pela que avança em direção à Serra Amarela.

São mais de 300 os operacionais com o apoio de 121 meios terrestres e quatro meios aéreos.
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RTP /

GNR atualiza estradas cortadas

A Guarda Nacional Republicana regista, pelas 19h00, devido à ocorrência e incêndios rurais, os seguintes condicionamentos à circulação rodoviária, nomeadamente:

Distrito de Aveiro – EN224 (nos dois sentidos), corte entre Arouca e Real; 
Distrito de Aveiro – EN326-1 (nos dois sentidos), corte entre Arouca e Areinho; 

Distrito de Castelo Branco – EN233 (nos dois sentidos), corte entre Pedrogão e Águas; 

Distrito de Santarém – EN362 (nos dois sentidos), corte entre Alcanede e Aldeia da Ribeira; 

Distrito de Portalegre – EN18 (nos dois sentidos) corte entre Vila Velha Rodão (Rio Tejo) e Nisa;
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RTP /

Nisa. Autoridades otimistas na luta contra duas frentes ativas

Em Nisa, no distrito de Portalegre, as autoridades revelaram não haver necessidade de retirar mais pessoas das suas casas. O incêndio ainda conta com duas frentes ativas mas os bombeiros mostram-se otimistas.

Rui Conchinha, do Comando Sub-Regional do Alto Alentejo, explicou que uma das frentes está a ceder aos meios e que espera que nas próximas horas o incêndio possa ficar circunscrito.

Ainda se encontram no terreno mais de 300 operacionais, apoiados por 104 meios terrestres e quatro meios aéreos.
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RTP /

Em Vilarinho, Gondomar, bombeiros lutam contra quatro frentes ativas

Na localidade de Vilarinho, em Melres, os bombeiros lutam contra as chamas sem apoio os meios aéreos. O Comandante dos Bombeiros Voluntários de Gondomar explicou à RTP que tal se deve à situação crítica em Portugal, onde lavram inúmeros incêndios.

Fernando Tavares garantiu que as casas estão protegidas e que as pessoas começaram a regressar.

Este incêndio chegou a Gondomar vindo de Penafiel e ainda conta com quatro frentes ativas. Um civil ficou ferido após inalação de fumos.

Os bombeiros esperam que a humidade da noite possa ajudar a lutar e terminar o incêndio que ainda lavra com muita intensidade.
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RTP /

Vale do Soupo, em Alcanede, está a ser evacuado

O incêndio que lavra em Santarém, em Alcanede, está a levar à evacuação da aldeia do Vale do Soupo.
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RTP /

Castelo de Paiva. Populações receiam a noite e a intensidade do vento

Em Castelo de Paiva, os bombeiros lutam contra várias frente de fogo, num incêndio que progrediu de Arouca para Castelo de Paiva. Na localidade de Carreiros existem casas em risco.

As chamas lavram com intensidade e aumentam os receios para a noite e para a intensidade do vento.
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RTP /

Situação em Ponte da Barca continua difícil

Em Ponte da Barca, na localidade de Ermida, a situação mantém-se difícil. O fogo continua a lavrar com duas frentes ativas. No entanto, não existem populações em risco.

Entretanto, o número de meios aéreos aumentou: são agora cinco.
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RTP /

GNR anuncia detenção de jovem de 16 anos por crime de incêndio florestal

A Guarda Nacional Republicana anunciou esta terça-feira que o Comando Territorial de Aveiro deteve em flagrante uma jovem de 16 anos por crime de incêndio florestal, no concelho de Ílhavo. 

"No decorrer de um alerta sobre um foco de incêndio, os militares da Guarda deslocaram-se de imediato para o local, onde conseguiram localizar e identificar a suspeita a queimar artigos de vestuário nas imediações. Na seguimento da ação, a suspeita foi detida em flagrante", pode ler-se na nota das autoridades. 

Foi revelado ainda que a detida foi constituída arguida, e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Ílhavo.
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RTP /

Cruz Vermelha vai reforçar resposta nacional

Face às previsões do IPMA para os próximos dias, a Cruz Vermelha Portuguesa anunciou um reforço da resposta de emergência a nível nacional, garantindo apoio a pessoas e famílias afetadas pelos incêndios. 

"Face ao estado de prontidão especial, a CVP tem equipas de emergência pré-hospitalar, logística e alojamento de emergência mobilizadas para apoio contínuo nos incêndios em Ponte da Barca, Penamacor, Alcanede, Melres e Alvarenga", anunciou a CVP.
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RTP /

Incêndio em Arouca mobiliza mais de 700 operacionais

Na aldeia de Ribeiro Grande, os bombeiros lutam contra as chamas. O chefe dos Bombeiros Sapadores de Coimbra fala numa situação complicada com várias projeções a serem motivo de preocupação.

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RTP /

Nisa. Uma habitação ardeu na aldeia de Vinagra

Em Nisa, a aldeia de Vinagra já foi evacuada devido ao perigo que as chamas colocam. Também a aldeia do Pé da Serra está a ser evacuada devido ao avanço do incêndio.

Mais de 300 operacionais estão no terreno e são apoiados por 103 meios terrestres e seis meios aéreos.
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RTP /

Incêndio que teve início em Penafiel passou para Gondomar

Na zona de Vilarinho, em Melres, as chamas estão a ameaçar casas. População já foi retirada com mais de 180 operacionais no terreno que contam com a ajuda de 51 meios terrestres.

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Antena 1 /

Temperaturas elevadas vão manter-se nos próximos dias

Quem combate os incêndios no interior do país pode ter ao final da tarde mais uma preocupação extra, pois o vento, que por agora se sente junto ao litoral vai deslocar-se para as terras altas.

Foto: Andreia Custódio - RTP

Um fator meteorológico a que se junta o calor e que não ajuda a quem está no terreno, como explica a meteorologista do IPMA, Alexandra Fonseca.

E os próximos dias não vão ser muito diferentes, avisa. Porque as temperaturas vão continuar semelhantes às de hoje.

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RTP /

Penamacor. Chamas na Bemposta

As chamas estão a afetar a localidade da Bemposta, em Penamacor. Todas as estradas estão cortadas. A jornalista da RTP no local falou em rebentamentos e lembrou as altas temperaturas e o vento começou a soprar com mais força.

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RTP /

Aldeia de Pé de Serra está a ser evacuada

A Aldeia de Pé da Serra, em Nisa, está a ser evacuada.
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Antena 1 /

Incêndios. GNR alerta para várias estradas cortadas

Os vários incêndios que estão a lavrar em Portugal estão a provocar constrangimentos em algumas vias de acesso nas regiões afectadas.

Hugo Delgado – Lusa

A GNR aconselha prudência e viagens desnecessárias nas áreas junto a incêndios.

A major Lígia dos Santos, relações públicas da Guarda Nacional Republicana, diz que não é possível avançar alternativas devido à imprevisibilidade da chamas.
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RTP /

Ponte de Lima. "Perspetivas positivas" no combate às chamas

Um incêndio que começou em Rebordões ontem à noite rapidamente passou para outras quatro freguesias. O comandante dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima fez declarações à RTP e falou de uma suspeita de fogo posto.

"Só se vê essa justificação para um incêndio que teve início às 23h30", declarou Carlos Lima.

Uma creche e um lar foram evacuados. O vereador da Proteção Civil explicou que as perspetivas de luta contra o incêndio "são positivas" já que o vento está a ajudar.
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RTP /

ANEPC vai realizar conferência de imprensa às 19h00

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) realiza esta terça-feira, dia 29 de julho, às 19 horas, um novo ponto de situação dos incêndios rurais que estão a decorrer no país.
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RTP /

Incêndio perto de Alcanede, em Santarém, lavra com duas frentes ativas

Na zona da Lezíria do Tejo, em Alcanede, um incêndio lavra com duas frentes ativas. Há estradas cortadas e perto de 200 operacionais tentam lutar contra as chamas.

Contam a ajuda de 62 meios terrestres.
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Ponte da Barca. Duas frentes ativas complicam combate ao incêndio

Nos últimos minutos, a situação complicou-se na Ermida. Os difíceis acessos e o vento levaram ao evoluir de uma segunda frente ativa. Os meios aéreos acabaram por ser reforçados.

O autarca de Ponte da Barca falou com a RTP e explicou que mais meios estão a caminho do local, especialmente pela tipologia do terreno.
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RTP /

GNR atualiza estradas cortadas devido a incêndios

A GNR, no dia 29 de julho, pelas 16h20, devido à ocorrência de incêndios rurais, tem registo dos seguintes condicionamentos à circulação rodoviária, nomeadamente: 

Distrito de Aveiro - EN224 (nos dois sentidos), corte entre Arouca e Real. 

Distrito de Castelo Branco - EN233 (nos dois sentidos), corte entre Pedrogão e Águas; 

Distrito de Santarém - EN362 (nos dois sentidos), corte entre Alcanede e Aldeia da Ribeira; 

Distrito de Portalegre - EN18 (nos dois sentidos) corte entre Vila Velha Rodão (Rio Tejo) e Nisa;
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RTP /

Ponte da Barca. Aumentam os meios aéreos no combate às chamas

Em Ponte da Barca houve reforço de meios aéreos, com o incêndio a complicar-se. A freguesia de Lourido é agora a mais ameaçada pela situação. Quatro meios aéreos estão na luta contra as chamas.

A situação piorou na última hora: incêndio evoluiu de uma frente ativa para duas frentes. Uma frente mantém-se junto à Ermida e perto de Lourido.

⁠Outra frente num outro ponto a subir uma encosta da Serra Amarela. Neste momento, não há povoações em risco.
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Lusa /

Fogo em Ponte de Lima sem meios aéreos por "falta de disponibilidade" - Bombeiros

O comandante dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima afirmou que o combate às chamas, na tarde de hoje, não está a contar com meios aéreos "por falta de disponibilidade" o que está a dificultar as operações nas quatro frentes ativas.

"Infelizmente não há disponibilidade de meios aéreos para aqui", disse Carlos Lima, acrescentando que essa informação lhe foi transmitida pela proteção civil.

Durante a manhã o combate contou com o apoio de dois meios aéreos.

Segundo o comandante responsável pelo teatro de operações, com o apoio de meios aéreos o "combate seria muito mais fácil, seguro e os bombeiros não estariam expostos a tantos perigos", afirmou.

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RTP /

Arouca. Seis bombeiros sofreram ferimentos ligeiros

Depois das freguesias de Canelas e Espiunca, o incêndio de Arouca chegou também à freguesia de Santa Eulália. As chamas não têm dado tréguas e são mais de 600 os operacionais na luta contra o incêndio.

No terreno estão também mais de 200 meios terrestres e oito meios aéreos. A mudança de direção do vento tem levado a uma trajetória inconsistente das chamas o que dificulta a luta dos operacionais.

Seis bombeiros sofreram ferimentos ligeiros.
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Estradas cortadas devido a incêndios

A Guarda Nacional Republicana (GNR), no dia desta terça-feira, e devido à ocorrência e incêndios rurais, tem registo dos seguintes condicionamentos à circulação rodoviária, nomeadamente: 

- Distrito de Portalegre - EN18 (nos dois sentidos) corte entre Vila Velha de Ródão (Rio Tejo) e Entroncamento M526-1; 

- Distrito de Santarém - EN362 (nos dois sentidos), corte entre Alcanede e Aldeia da Ribeira; 

- Distrito de Castelo Branco - EN233 (nos dois sentidos), corte entre Pedrogão e Águas; 

- Distrito de Aveiro - EN224 (nos dois sentidos), corte entre Arouca e Real;
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Presidente da República atento à luta contra os incêndios

O Presidente da República reconhece a luta difícil dos bombeiros contra as chamas e, em declarações à RTP, realça que se tem feito o mais correto: proteger as povoações.

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Incêndio de Arouca passou para Castelo de Paiva

Depois de Arouca, o incêndio que começou na segunda-feira passou para Castelo de Paiva. A localidade de Ladroeira tem as chamas por perto. O vento não tem dado tréguas.

O autarca de Castelo de Paiva falou com a RTP e explicou que existem vários focos por todo o concelho mas que a luta por parte da Proteção Civil tem sido "incansável".

Este incêndio conta com mais de 600 operacionais e mais de 200 meios terrestres.

Por perto, está um outro incêndio, em Penafiel.
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Nisa. Aldeia da Velada evacuada por precaução

Existe um outro grande incêndio no Alentejo. O fogo em Nisa já mobiliza mais de 240 operacionais, apoiados por 79 meios terrestres e cinco meios aéreos. Por precaução já foi evacuada a aldeia de Velada.
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Ponte da Barca. Mais de 300 operacionais no terreno

Em Ponte da Barca, as chamas continuam sem dar tréguas. Existem duas frentes ativas com uma delas a começar a ceder aos meios. A população tenta salvar habitações e animais.

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Inês Moreira Santos - RTP /

Incêndios. Governo assegura que há meios aéreos e dispositivos em prontidão

O primeiro-ministro e a ministra da Administração Interna estiveram na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) para acompanharem a "situação crítica" dos incêndios. O Governo admite que a situação é complexa, mas garante que há meios aéreos disponíveis, embora o problema seja a dificuldade de acesso dos operacionais.

Filipe Amorim - Lusa

O primeiro-ministro admitiu que a situação dos incêndios é complexa e apelou aos portugueses para que sigam as instruções das autoridades.

Depois da visita à Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Luís Montenegro garantiu que todo o dispositivo está em prontidão e avisa que este é um combate de todos.

"Temos um dispositivo neste momento em prontidão para poder responder da forma mais célere e eficiente possível a todas as ocorrências, sabendo que estamos a passar por um período complexo".

Luís Montenegro dirigiu-se aos portugueses lembrando que este "é um combate de todos, que precisa da colaboração de todos e que para esse efeito todos devemos seguir as orientações que as autoridades vão emitindo".

"Só assim podemos adotar os comportamentos que evitam a ocorrência ou a propagação de eventos que depois ganham uma dimensão que põe em perigo a nossa segurança e do nosso território".


E repetiu: "este é um combate de todos".
Meios em prontidão

O Governo garantiu que não faltam meios aéreos para combater os incêndios. A ministra da Administração Interna chegou mesmo a afirmar que o número de meios é irrelevante, já que a principal dificuldade está nos acessos aos locais afetados.

Questionada sobre os meios aéreos, a ministra da Administração Interna esclareceu que o "causa dificuldade aos operacionais é o caráter extremamente acidental da orografia, a dificuldade de acesso" e das operações de combate aos incêndios e não o número de meios.

Maria Lúcia Amaral garantiu que "não faltam" meios aéreos e que há mais de 70 disponíveis. O que é necessário "compreender", segundo a governante, "é a raiz destes incêndios".


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Lusa /

Uma mulher ficou desalojada na sequência do fogo em Nisa

Uma mulher ficou hoje desalojada na sequência do incêndio que está a lavrar numa área florestal do concelho de Nisa, distrito de Portalegre, e já levou à evacuação parcial de uma aldeia, segundo fontes da Proteção Civil.

Fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo disse à agência Lusa disse que a habitação estava situada na aldeia de Vinagra, desconhecendo se ardeu totalmente ou parcialmente.

A mesma fonte acrescentou que o vento forte, a dispersão de meios e a orografia do terreno estão a dificultar o combate Às chamas.

Outra fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo indicou à Lusa que o fogo, para o qual foi dado o alerta às 12h32, consome uma área florestal com pinheiro e eucalipto, junto à aldeia de Vinagra.

Segundo esta fonte, a aldeia foi parcialmente evacuada, por precaução, pouco depois das 13:00, devido à proximidade das chamas.

Às 15h10, de acordo com a página de Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, combatiam o incêndio 202 operacionais, apoiados por 63 veículos e dois meios aéreos.

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Mais de 100 operacionais e dois meios aéreos combatem fogo em Penafiel

Mais de cem operacionais, apoiados por dois meios aéreos, estavam às 14:45 a combater um incêndio que deflagrou hoje de manhã na freguesia de Capela, em Penafiel, mas que não coloca população em risco, disse fonte da autarquia.

De acordo com a mesma fonte da autarquia do distrito do Porto, as chamas, que deflagraram às 09:26 numa zona de mato, dirigem-se para zonas florestais sem casas.

É esperado um reforço de meios durante a tarde, acrescentou.

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Encaminhados para o hospital de Santa Luzia
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Quatro bombeiros feridos no combate ao fogo em Ponte da Barca

Dois bombeiros e dois sapadores florestais sofreram hoje ferimentos ligeiros no combate ao incêndio que deflagrou na noite de sábado em Ponte da Barca, disse fonte da proteção Civil.

Em declarações à agência Lusa, o comandante sub-regional do Vale do Ave da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), Rui Costa, adiantou que, "por precaução", os quatro operacionais foram encaminhados para o hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo.

"São ferimentos ligeiros como entorse, uma pequena queimadura num braço e numa perna. Situações muito ligeiras", especificou.
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Lusa /

Fogo em Nisa obriga a evacuação parcial de aldeia

Um incêndio que deflagrou hoje numa área florestal do concelho de Nisa, no distrito de Portalegre, já obrigou à evacuação parcial de uma aldeia, revelou à agência Lusa fonte da Proteção Civil.

A fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo indicou que o fogo, para o qual foi dado o alerta às 12h32, consome uma área florestal com pinheiro e eucalipto, junto à aldeia de Vinagra.

Segundo a mesma fonte, a aldeia foi parcialmente evacuada, por precaução, há cerca de uma hora, devido à proximidade das chamas.

Às 14h15, de acordo com a página de Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, combatiam o incêndio 165 operacionais, apoiados por 44 veículos e seis meios aéreos.

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Fogo em Pombal obriga ao corte da A1 no sentido sul-norte

Um incêndio que deflagrou ao início da tarde de hoje obrigou ao corte da autoestrada 1 (A1), no sentido sul-norte, entre Leiria e Pombal, disse à agência Lusa fonte da Guarda Nacional Republicana.

Segundo a mesma fonte, o corte ocorreu cerca das 13h45 e a alternativa à circulação na A1 entre Leiria e Pombal é o itinerário complementar 2 (IC2).
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Liga dos Bombeiros apela a mudanças estruturais no combate às chamas

O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses diz que, no caso de Ponte da Barca, o reforço de meios deveria ter sido feito mais cedo.

António Nunes apela ainda a mudanças estruturais no combate às chamas, como a criação do Comando Nacional de Bombeiros para um controlo mais eficaz dos fogos em Portugal.
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Incêndio em Penamacor está em fase de rescaldo

Está em fase de rescaldo e vigilância o incêndio que ontem deflagrou no concelho de Penamacor. No terreno mantêm-se meios aéreos e centenas de operacionais, depois de horas complicadas ao fim da tarde e durante a noite.

As chamas avançaram de forma muito rápida junto à aldeia de João Pires. Além de floresta, arderam barracões e perderam-se animais.
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Incêndio em Ponte da Barca com uma frente ativa

Em Ponte da Barca, duas das três frentes de fogo foram dominadas durante a noite, mas o incêndio continua a mobilizar, a esta hora, quase 400 bombeiros.

Depois da freguesia de Ermida, é agora a aldeia de Lourido que mais preocupa os operacionais.
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Incêndio de Arouca continua com três frentes ativas

A grande preocupação está na aldeia de Vila Viçosa que chegou a estar cercada pelas chamas. Não há habitações afetadas.

As autoridades temem o agravamento das condições ao final da tarde.

Quase 600 operacionais e seis meios aéreos tentam travar o fogo.
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Incêndios. Metade das ocorrências registadas durante a noite

Metade dos 175 incêndios registados em todo o país entre o início de segunda-feira e as 11h00 desta terça-feira foram ocorrências noturnas, informou a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC). Quase 60 por cento das ocorrências dos últimos dias são "noturnas".

Foto: Jorge Esteves - RTP

Em conferência de imprensa na sede do organismo, em Oeiras, distrito de Lisboa, o comandante Mário Silvestre precisou que, na segunda-feira, foram registadas 124 ocorrências e, entre as 00h00 e as 11h00 de hoje mais 51.

Segundo o responsável, "50,8% das ocorrências nestes dois dias e até ao momento são ocorrências noturnas".

"Temos a registar 39 ocorrências no período noturno e tudo isto contribui para um esforço significativo do dispositivo".

Neste momento, as principais ocorrências são do Lindoso, Arouca e de Penamacor. O incêndio de Arouca é o que ainda preocupa mais as autoridades, principalmente devido à velocidade de propagação elevada e o próprio terreno que dificulta o combate do fogo.

Mário Silvestre acrescentou que, neste momento, o fogo que causa mais preocupação é o de Arouca, estando a situação dos de Lindoso/Ponte da Barca e de Penamacor controlados.


C/Lusa
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