Política
Marcelo a segurar ministra? "Estou a tratar do que é mais importante"
Questionado sobre se estará "a segurar" a ministra da Administração Interna, o presidente da República colocou a ênfase na necessidade de dar respostas às regiões mais atingidas pelas intempéries.
Foto: Marcelo Rebelo de Sousa - Lusa
"Eu estou a tratar do que é mais importante para o país neste momento. O que é mais importante neste momento é, primeiro, dar a resposta imediata, espero por dias, daquilo que foi o compromisso do Estado em termos de financiamento direto aos particulares e às empresas", afirmou esta quarta-feira Marcelo Rebelo de Sousa, questionado pelos jornalistas durante uma deslocação a Pedrógão Grande.
"Segundo, é muito importante que, em relação às outras medidas, haja um levantamento da extensão dos prejuízos. Porquê? Porque isso tem que chegar às freguesias, aos municípios, à coordenação, ao Governo", acrescentou.Ainda segundo o presidente da República, "os cidadãos, as entidades empresariais e outras instituições têm que ter uma maneira eficar de fazer chegar isso às freguesias, aos municípios, para chegar à coordenação e ao Governo".
"O principal é que aquilo que está no papel, no Diário da República, das medidas, passe ao terreno", enfatizou.
O presidente havia considerado, horas antes, que, por vezes, “há tiradas ou afirmações que são mais felizes e outras menos felizes”, o que “irrita as pessoas”. Jornal da Tarde | 4 de fevereiro de 2026
Estas declarações surgiram depois de a ministra da Administração Interna ter dito desconhecer o que falhou no atraso da disponibilização de meios aos territórios mais afetados pelo mau tempo.
“Quando há um momento de aperto, de aflição, de não saber bem qual é a situação no terreno, as pessoas de repente são apanhadas em perguntas, em questões que não é fácil responder”, declarou o chefe de Estado.
“Portanto, de vez em quando, há umas tiradas ou afirmações que são mais felizes e outras menos felizes”.
"O principal é que aquilo que está no papel, no Diário da República, das medidas, passe ao terreno", enfatizou.
O presidente havia considerado, horas antes, que, por vezes, “há tiradas ou afirmações que são mais felizes e outras menos felizes”, o que “irrita as pessoas”. Jornal da Tarde | 4 de fevereiro de 2026
Estas declarações surgiram depois de a ministra da Administração Interna ter dito desconhecer o que falhou no atraso da disponibilização de meios aos territórios mais afetados pelo mau tempo.
“Quando há um momento de aperto, de aflição, de não saber bem qual é a situação no terreno, as pessoas de repente são apanhadas em perguntas, em questões que não é fácil responder”, declarou o chefe de Estado.
“Portanto, de vez em quando, há umas tiradas ou afirmações que são mais felizes e outras menos felizes”.