País
Polícia Judiciária descarta “vaga de actos violentos de organizações criminosas”
Os responsáveis pela PJ consideram que os crimes ocorridos na última semana na Grande Lisboa foram “acontecimentos pontuais e não uma vaga de actos violentos de organizações criminosas”. Esta é uma das conclusões da reunião de emergência desta segunda-feira.
A reunião entre os vários departamentos da Judiciária, realizada em Lisboa, teve como objectivo analisar os crimes de assassínio e tentativas de assassínio ocorridos na semana passada na área da Grande Lisboa. Neste encontro ficou decidido estabelecer uma melhor coordenação entre as brigadas de roubo e homicídios e a direcção central de combate ao banditismo.
“Desta análise resultou, face aos dados recolhidos, uma primeira conclusão, no sentido de se ter tratado de um conjunto de infelizes acontecimentos, afastando-se a hipótese de estarmos perante manifestações de criminalidade organizada”, lê-se no comunicado da PJ enviado à RTP.
Em virtude do segredo de justiça, a PJ salienta que “não é possível pormenorizar publicamente os elementos objecto de análise” e reafirma que “procurará, com as autoridades judiciárias e outros órgãos de polícia criminal, alcançar o esclarecimento destes casos com a maior brevidade possível”.
Nova tipologia de crimes
Leonel Carvalho, director do Gabinete Coordenador de Segurança, afirmou em declarações à RTPN que esta onda de violência “é uma preocupação de todos os portugueses, até porque se assiste a uma tipologia de crime que não é habitual em Portugal”.
“Há muitas armas em mãos que não deveriam estar”, declarou Leonel Carvalho quando confrontado com uma estimativa que indica que em todo o território nacional existem cerca de 770 mil armas ilegais.
“Muitas dessas armas estão na posse de pessoas que apenas as têm para defesa pessoal, por motivos não criminosos, mas há também muitas armas que foram adquiridas com objectivos criminosos. E essas armas podem disparar em mãos criminosas como aconteceu na passada semana”, acrescentou.
Para amanhã está marcada uma reunião do Gabinete Coordenador de Segurança que vai avaliar as medidas a desencadear no terreno.
PSP considera que são “actos isolados”
A PSP considera que os crimes ocorridos recentemente na Área Metropolitana de Lisboa como “actos isolados”, afirmando estar “atenta” e a “estudar” casos, afirmou a subcomissária Paula Monteiro.
A “criminalidade violenta tem diminuído, de acordo com os dados da PSP em termos comparativos”, afirmou a responsável que remeteu para breve a divulgação de dados mais concretos para o Relatório Anual de Segurança Interna, a ser apresentado brevemente pelo Gabinete Coordenador de Segurança.
“Desta análise resultou, face aos dados recolhidos, uma primeira conclusão, no sentido de se ter tratado de um conjunto de infelizes acontecimentos, afastando-se a hipótese de estarmos perante manifestações de criminalidade organizada”, lê-se no comunicado da PJ enviado à RTP.
Em virtude do segredo de justiça, a PJ salienta que “não é possível pormenorizar publicamente os elementos objecto de análise” e reafirma que “procurará, com as autoridades judiciárias e outros órgãos de polícia criminal, alcançar o esclarecimento destes casos com a maior brevidade possível”.
Nova tipologia de crimes
Leonel Carvalho, director do Gabinete Coordenador de Segurança, afirmou em declarações à RTPN que esta onda de violência “é uma preocupação de todos os portugueses, até porque se assiste a uma tipologia de crime que não é habitual em Portugal”.
“Há muitas armas em mãos que não deveriam estar”, declarou Leonel Carvalho quando confrontado com uma estimativa que indica que em todo o território nacional existem cerca de 770 mil armas ilegais.
“Muitas dessas armas estão na posse de pessoas que apenas as têm para defesa pessoal, por motivos não criminosos, mas há também muitas armas que foram adquiridas com objectivos criminosos. E essas armas podem disparar em mãos criminosas como aconteceu na passada semana”, acrescentou.
Para amanhã está marcada uma reunião do Gabinete Coordenador de Segurança que vai avaliar as medidas a desencadear no terreno.
PSP considera que são “actos isolados”
A PSP considera que os crimes ocorridos recentemente na Área Metropolitana de Lisboa como “actos isolados”, afirmando estar “atenta” e a “estudar” casos, afirmou a subcomissária Paula Monteiro.
A “criminalidade violenta tem diminuído, de acordo com os dados da PSP em termos comparativos”, afirmou a responsável que remeteu para breve a divulgação de dados mais concretos para o Relatório Anual de Segurança Interna, a ser apresentado brevemente pelo Gabinete Coordenador de Segurança.