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Reportagem

CDS em congresso para reeleger Nuno Melo como presidente do partido

por Graça Andrade Ramos, Andreia Martins, Mariana Ribeiro Soares - RTP

Arrancou este sábado o congresso do CDS, onde Nuno Melo, enquanto candidato único, será reeleito presidente. Vão também ser escolhidos os novos órgãos. Os centristas comemoram ainda os 50 anos da fundação do partido, fruto da Revolução do 25 de Abril.





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Foto: Paulo Novais - Lusa

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Nuno Melo considera que "se o CDS tivesse ido a votos sozinho", os resultados do partido seriam melhores do que em 2022

“Se o CDS tivesse decidido ir a votos sozinho, não tenho dúvidas de que seria muito melhor do que em 2022”, disse Nuno Melo em entrevista à RTP, considerando que o partido “aprendeu com os erros” e está agora mais unido.

O presidente do CDS destaca a coligação da AD como um acordo “quase patriótico” que fez com que “o PS e PS e as esquerdas fossem derrotados”.

“O CDS acrescentou muito a esta coligação”, afirmou.

Sobre as declarações de Pedro Passos Coelho, que revelou que a Troika considerava que Paulo Portas não era de confiança, Nuno Melo disse não estar interessado “em discutir questões de 2014”.

“Aquilo que se conseguiu nesse governo foi patriótico e Portugal deve ao PSD e ao CDS o fim de um ciclo de intervenção externa da Troika e a devolução da sanidade às contas públicas”, destacou.
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Nuno Melo promete manter partido no Parlamento

Nuno Melo garante que "o CDS não foi muleta nem o PSD foi barriga de aluguer nas últimas legislativas. Na abertura do 31º congresso do partido, o líder dos centristas afirmou que o CDS foi determinante para a vitória da AD nas últimas eleições.

Garante que o partido não depende de "fogachos parlamentares" e que os atuais dois deputados vão fazer o trabalho de 50. Nuno Melo garante que, no que dele depender, o CDS não vai voltar a sair do Parlamento.
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Cecília Meireles elogia trabalho "notável" de Nuno Melo

Cecília Meireles, ex-deputada, atualmente afastada da política ativa, deixa elogios ao atual líder do CDS por ter conseguido que o partido regressasse ao Parlamento.

Afirma estar numa ala "mais liberal" do CDS e considera que a lei do aborto "está bem como está".

Para Cecília Meireles, a "grande mais valia" do partido é a sua capacidade de juntar pessoas que pensam algumas questões de forma diferente.

A ex-deputada aproveitou ainda para lembrar outras causas que considera prioritárias, como o acesso aos cuidados de saúde.
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Manuel Monteiro alerta para a necessidade de uma "voz própria" do CDS

Em entrevista à RTP, o ex-presidente do CDS-PP considera que o Governo não se pode esquecer que tem dois partidos. Um receio perante os anos em que os centristas tiveram uma força política mais "débil".

Manuel Monteiro alerta para a necessidade do CDS ter "uma voz própria" e lembra o papel decisivo do partido na vitória da Aliança Democrática nas últimas eleições.

Sobre as palavras de Paulo Núncio sobre o aborto durante a campanha, Manuel Monteiro considera que o CDS deve poder ter as suas próprias iniciativas sem colocar em causa a colaboração com o PSD.

Para o ex-presidente do CDS, é "desejável" que os valores da direita sejam defendidos "por quem acredita na democracia". Questionado sobre a nova declaração de princípios que prevê "respeitar as orientações pessoais de cada um", Manuel Monteiro diz ter "o maior respeito pelas orientações sexuais de cada um".

"Um homem que entende ser, na sua liberdade, homossexual, continua a ser um homem. Uma mulher que, na sua liberdade, entende ser homossexual, continua a ser uma mulher", afirmou.

E acrescentou: "Todas as pessoas, homossexuais, heterossexuais, têm que ter a mesma dignidade perante a lei, mas não podemos considerar que é tudo igual. A diferença das pessoas também tem de ser respeitada".

Ainda dentro do mesmo tema, admite não concordar com o uso da expressão "casamento" nas uniões entre casais do mesmo sexo e refere que "a legislação portuguesa não permite a poligamia".

"Há limites à liberdade individual e ainda bem", acrescenta.

Questionado sobre as palavras de Pedro Passos Coelho e uma aproximação ao Chega, Manuel Monteiro afirma que André Ventura não é de direita. Apesar de ser um "excelente comunicador", o líder do Chega "dirá em cada momento aquilo que é agradável às pessoas".

No entanto, defende Manuel Monteiro, os eleitores do partido que André Ventura representa "não podem ser ignorados".

Em concreto sobre o CDS, o ex-presidente do CDS reconhece que o partido já estava em declínio eleitoral antes da liderança de Francisco Rodrigues dos Santos.
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Pedro Mota Soares: "A notícia da morte do CDS foi manifestamente uma mentira"

O antigo ministro destaca que o CDS é um partido "aberto" a todos, conservadores ou mais liberais. Pedro Mota Soares considera que o partido foi fundamental na construção da democracia portuguesa.

Salienta que "a notícia da morte do CDS foi manifestamente uma mentira" e que a aliança com o PSD foi "positiva para Portugal".
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Paulo Núncio: "A defesa da vida continua a ser uma causa do CDS"

Em entrevista à RTP, o líder parlamentar do CDS comentou as palavras de Manuel Monteiro, que afirmou no seu discurso perante o Congresso que o CDS "não tem de pedir desculpas" por ser contra o aborto. Paulo Núncio assinala que "a defesa da vida, desde o início da conceção até à fase final, continua a ser uma causa do CDS".

O centrista lembra também que o partido aguarda a decisão do Tribunal Constitucional sobre a lei da Eutanásia após o requerimento que foi apresentado pela provedora da Justiça. Para Paulo Núncio, a lei da Eutanásia "inconstitucional".

Sobre o acordo de coligação com o PSD, Paulo Núncio recusa que haja "linhas vermelhas" em determinados valores. "São matérias de consciência, não fazem parte do programa de Governo", salienta.

O centrista ressalva que cada partido mantém a sua independência e os seus valores.

Destacando que PSD e CDS são "partidos diferentes", Paulo Núncio assinala que o CDS "sempre foi um partido aberto a conservadores e liberais.
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Telmo Correia destaca que CDS foi partido "decisivo" nas eleições

Em entrevista à RTP, o histórico centrista considera que o CDS foi decisivo nas eleições legislativas para a mudança de ciclo político em Portugal, com o Governo de Luís Montenegro.

Telmo Correia reconhece que foi "traumático" para o partido ter ficado de fora do Parlamento durante dois anos.

Enquanto secretário de Estado da Administração Interna, refere que preencheu o questionário entregue a todos os membros do Governo.
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CDS não foi "muleta do PSD nem PSD barriga de aluguer"

Durante a manhã e antes do início dos trabalhos do congresso do CDS, vários notáveis do partido sublinharam a especificidade do partido.

Do presidente Nuno Melo, aos deputados que marcaram o regresso dos centristas ao Parlamento, Paulo Núncio e João Almeida, a garantia foi a de o CDS é autónomo e tem identidade própria.
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Nuno Melo: "Nestas eleições, o CDS não foi muleta e o PSD não foi barriga de aluguer"

O presidente do CDS considera que, nestas eleições de 2024 os votos do CDS foram "realmente determinantes para a vitória da AD".

"Nestas eleições, o CDS não foi muleta e o PSD não foi barriga de aluguer", vinca o líder dos centristas. Nuno Melo considera que ambos os partidos foram essenciais para "a derrota das esquerdas" e o fim de um ciclo político.

Neste novo contexto, o CDS irá contribuir com a sua "singularidade", um partido que "não é o PSD".
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Ideia do IVA Zero foi "copiada" pelo PS, acusa Nuno Melo

Sobre o regresso ao Parlamento, Nuno Melo lembrou o gesto simbólico de aparafusar de novo a placa do parido no Parlamento ao fim de dois anos.

O líder do partido agradeceu ainda aos que suportaram o tempo de ausência da Assembleia da República e não desistiram do partido.

Numa crítica direta ao último governo, Nuno Melo acusa o PS de ter roubado a ideia do IVA Zero ao CDS. "Não nos importamos nada que as ideias, quando boas, sejam copiadas por quem seja", acrescentou.
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Nuno Melo: "A democracia também deve muito ao CDS"

O líder do CDS considera que o partido tem razões para estar feliz como "fundador do regime democrático". Nuno Melo lembra que foi muitas vezes um partido "sob ameaça".

"Cercados em reuniões, em congressos, por forças extremistas" e correndo muitas vezes "risco de vida", assinala. "A democracia também deve muito ao CDS", vinca o presidente do partido.

Numa homenagem aos líderes do partido e ao trabalho autárquico, Nuno Melo reconhece que a ausência do Parlamento durante dois anos foi um ciclo "obviamente difícil". No entanto, salienta que o CDS não vive de "fogachos parlamentares" e que resistiu sempre.

"O CDS voltou a ser determinante oito anos depois de maus governos de esquerdas", vinca Nuno Melo.
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Nuno Melo começa a discursar

O presidente do CDS, candidato à reeleição, toma a palavra para apresentar a sua moção, "Tempo de Crescer"
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11h30
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Nuno Melo chega ao congresso. CDS tem de "atualizar a mensagem" e "chamar pessoas"

Na chegada à reunião, o presidente do partido sublinhou que o regresso do partido ao Parlamento é fruto do trabalho próprio dos seus militantes sem favores eleitorais dos aliados social-democratas.

O "CDS não foi muleta do PSD nem PSD foi barriga de alugeuer do CDS", defendeu.

Nuno Melo reconheceu contudo que há muito a fazer, tendo por isso dado o título "Tempo de Crescer" à sua moção, a única apresentada a votos.

O CDS tem de "atualizar a mensagem" e "chamar pessoas", afirmou.
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Paulo Núncio. "Já não estamos em 2013, estamos em 2024"

Instado a comentar as palavras recentes do ex-primeiro Pedro Passos Coelho sobre o seu então vice-presidente, o então líder centrista Paulo Portas, o depuatdo Paulo Núncio recusou entrar em polémicas e desvalorizou a polémica.
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Trabalhos atrasados

Os congressistas estão a chegar ao Pavilhão Cidade de Viseu para esbarrarem em portas fechadas.

Helder Amaral sublinha que o congresso marca o "reencontro do CDS com a sua história"
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João Almeida recusa que CDS seja um partido "fantasma"

João Almeida sublinha na chegada ao congresso que, apesar de ausente do Parlamento por dois anos, o CDS não deixou de trabalhar pelos portugueses.
O centrista considerou ainda que, a AD tem a oportunidade de governar "sem restrição financeira".
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09h00
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31.º Congresso Nacional arranca em Viseu

Mais de mil delegados do CDS vão participar durante o fim-de-semana no 31.º Congresso Nacional do partido, considerado como muitos um ponto de viragem, após dois anos de ausência do Parlamento.

O congresso irá eleger os novos orgãos do partido e reeleger Nuno Melo enquanto presidente. O ministro da Defesa do atual governo da AD, é o único candidato e irá apresentar uma moção intitulada "tempo de crescer".

Os militantes deverão igualmente sublinhar a especificidade partidária do CDS e rejeitar que o seu regresso ao Parlamento com a recente eleição de dois deputados, após dois anos de ausência, se deva ao auxílio da aliança formada como o Partido Social Democrata.

O início dos trabalhos, que irão decorrer no Pavilhão Cidade de Viseu, está marcado para sábado às 10h00.
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