Política
Eleições Legislativas 2015
Passos insiste que cabe à coligação formar governo
Depois da audiência desta terça-feira em Belém, o líder do PSD confirmou ter defendido junto de Cavaco Silva que deve ser a coligação entre PSD e CDS a formar o novo executivo. Sobre a tentativa de entendimento com António Costa, Pedro Passos Coelho diz agora esperar que, em sede parlamentar, o PS clarifique a sua posição, deixando assim entender que estarão terminadas as negociações com os socialistas.
O líder dos social-democratas foi o primeiro a ser recebido pelo Presidente da República, na ronda de audiências de Cavaco Silva tendo em vista a indigitação de um primeiro-ministro.
Pedro Passos Coelho defendeu que deverá ser a coligação Portugal à Frente a formar governo, por ser “inequívoco de que foi a coligação que venceu as eleições e inequívoco que o PS perdeu”. Passos defendeu ainda que esta é a “prática constitucional em Portugal” e lembrando que, no passado, houve casos de forças políticas sem maioria absoluta que formaram um executivo.
O líder do PSD considera, no entanto, ser “indispensável celeridade no processo” de indigitação, defendendo ainda que um governo que possa gozar de “previsibilidade e estabilidade não é um requisito do governo em si”, mas é um requisito para a recuperação económica e financeira do país.
O presidente dos social-democratas afirmou estar confiante de que “existem condições, em sede parlamentar, para que os resultados eleitorais possam ser respeitados”, dizendo, apesar disso, que o PS não deu “uma garantia de viabilização do governo”, nem tornou claras as condições em que viabilizaria um governo PSD-CDS. Passos critica ainda os socialistas por não terem apresentado apresentou uma contra proposta àquela proposta de compromisso que foi apresentada pela coligação PàF.
Pedro Passos Coelho considera que o PS terá, em sede parlamentar, capacidade de apresentar essas condições. No entanto, o presidente do PSD volta a afirmar-se disponível para dialogar em qualquer momento, avisando que, para isso, o PS também tem de estar disposto a dialogar.
O Presidente da República vai continuar esta tarde a receber os partidos políticos com representação parlamentar, na sequência das eleições legislativas de 4 de outubro.
A ronda termina na quarta-feira com os encontros com as delegações do PCP (10h30), Partido Ecologista "Os Verdes" (11h30) e PAN - Pessoas-Animais-Natureza (12h30).
Nas eleições de 4 de outubro, a coligação Portugal à Frente (PSD/CDS-PP) perdeu a maioria absoluta e obteve 107 mandatos (89 do PSD e 18 do CDS-PP). O PS elegeu 86 deputados, o BE 19, a CDU 17 (dois do PEV e 15 do PCP) e o PAN elegeu um deputado.
Pedro Passos Coelho defendeu que deverá ser a coligação Portugal à Frente a formar governo, por ser “inequívoco de que foi a coligação que venceu as eleições e inequívoco que o PS perdeu”. Passos defendeu ainda que esta é a “prática constitucional em Portugal” e lembrando que, no passado, houve casos de forças políticas sem maioria absoluta que formaram um executivo.
O líder do PSD considera, no entanto, ser “indispensável celeridade no processo” de indigitação, defendendo ainda que um governo que possa gozar de “previsibilidade e estabilidade não é um requisito do governo em si”, mas é um requisito para a recuperação económica e financeira do país.
O presidente dos social-democratas afirmou estar confiante de que “existem condições, em sede parlamentar, para que os resultados eleitorais possam ser respeitados”, dizendo, apesar disso, que o PS não deu “uma garantia de viabilização do governo”, nem tornou claras as condições em que viabilizaria um governo PSD-CDS. Passos critica ainda os socialistas por não terem apresentado apresentou uma contra proposta àquela proposta de compromisso que foi apresentada pela coligação PàF.
Pedro Passos Coelho considera que o PS terá, em sede parlamentar, capacidade de apresentar essas condições. No entanto, o presidente do PSD volta a afirmar-se disponível para dialogar em qualquer momento, avisando que, para isso, o PS também tem de estar disposto a dialogar.
O Presidente da República vai continuar esta tarde a receber os partidos políticos com representação parlamentar, na sequência das eleições legislativas de 4 de outubro.
A ronda termina na quarta-feira com os encontros com as delegações do PCP (10h30), Partido Ecologista "Os Verdes" (11h30) e PAN - Pessoas-Animais-Natureza (12h30).
Nas eleições de 4 de outubro, a coligação Portugal à Frente (PSD/CDS-PP) perdeu a maioria absoluta e obteve 107 mandatos (89 do PSD e 18 do CDS-PP). O PS elegeu 86 deputados, o BE 19, a CDU 17 (dois do PEV e 15 do PCP) e o PAN elegeu um deputado.