Política
Passos "muito tranquilo" com entrada de antigo gestor da SLN no Governo
O primeiro-ministro quebrou esta segunda-feira o silêncio e reagiu à controvérsia política suscitada pela escolha de Franquelim Alves para a Secretaria de Estado do Empreendedorismo, escusando-se a “polemizar à volta disso”. Pedro Passos Coelho disse estar “muito tranquilo com a nomeação” do antigo administrador da Sociedade Lusa de Negócios e sustentou mesmo que se trata de “um reforço muito importante” para o Ministério da Economia.
O chefe do Executivo rejeitou que “qualquer pessoa que tenha no seu currículo ter estado algum dia no BPN” não possa “fazer mais nada na vida”. E sublinhou desconhecer qualquer posição oficial de “desconforto” do CDS-PP.
“Houve muita gente que trabalhou no BPN que não tem nenhuma responsabilidade em todo o processo que acabou na justiça. Portanto, não vamos agora simplesmente dizer que qualquer pessoa que tenha no seu currículo o ter estado algum dia no BPN ou na Sociedade Lusa de Negócios não pode fazer mais nada na vida", enfatizou Passos Coelho, que falava aos jornalistas à margem de uma visita às instalações do Sistema de Segurança Interna, em Lisboa.
Passos afirmou ainda que "não houve nenhuma omissão" no currículo do novo governante. E assumiu a responsabilidade pela indigitação de Franquelim Alves. A par de Álvaro Santos Pereira: “Quem escolheu foi o senhor ministro da Economia e fui eu”.
“Houve muita gente que trabalhou no BPN que não tem nenhuma responsabilidade em todo o processo que acabou na justiça. Portanto, não vamos agora simplesmente dizer que qualquer pessoa que tenha no seu currículo o ter estado algum dia no BPN ou na Sociedade Lusa de Negócios não pode fazer mais nada na vida", enfatizou Passos Coelho, que falava aos jornalistas à margem de uma visita às instalações do Sistema de Segurança Interna, em Lisboa.
Passos afirmou ainda que "não houve nenhuma omissão" no currículo do novo governante. E assumiu a responsabilidade pela indigitação de Franquelim Alves. A par de Álvaro Santos Pereira: “Quem escolheu foi o senhor ministro da Economia e fui eu”.