Último Conselho de Ministros. Governo demissionário aprova vários diplomas

por Rachel Mestre Mesquita - RTP
Mariana Vieira da Silva e Frederico Francisco à chegada para o briefing no fim da última reunião de Conselho de Ministros, na Câmara Municipal do Porto, a 7 de dezembro Estela Silva - Lusa

No final da última reunião de Conselho de Ministros, que decorreu esta quinta-feira no Porto, antes de o Governo demissionário entrar em gestão até às eleições antecipadas de 10 de março, a ministra da Presidência e o secretário de Estado das Infraestruturas anunciaram a aprovação de vários diplomas e resoluções relativamente à linha de alta velocidade ferroviária e ao novo aeroporto de Lisboa.


Investimento no aeroporto de Lisboa aprovado

O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira uma resolução que determina que a ANA – Aeroportos de Portugal que execute investimentos no aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, com vista a mitigar os constrangimentos operacionais e de conforto dos passageiros. O secretário de Estado Adjunto e das Infraestruturas avançou que o investimento da ANA “tem sido inferior ao que estava previsto” no entendimento do regulador da aviação civil e do Estado.

"O Aeroporto Humberto Delgado tem fortes constrangimentos operacionais, constrangimentos ao conforto dos passageiros que por lá têm que passar todos os dias, também é sabido que, desde que o contrato de concessão começou a ser executado, tem tido um crescimento de tráfego e procura bastante superior ao que era inicialmente previsto", afirmou Frederico Francisco.
“Medidas preventivas” no troço de Alta Velocidade

O secretário de Estado das Infraestruturas anunciou que o Governo aprovou também “medidas preventivas” para que não decorram operações urbanísticas sem o parecer prévio da Infraestruturas de Portugal (IP) no troço da linha de Alta Velocidade que considerou “o investimento público mais importante da primeira metade do século XXI em Portugal”.

"Conseguimos aprovar estas medidas que determinam que naquele corredor não se podem fazer operações urbanísticas sem o parecer prévio da Infraestruturas de Portugal (IP)", disse Frederico Francisco.





c/agências  

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