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Guerra no Médio Oriente. Acompanhe aqui, ao minuto, a evolução do conflito

"Se o conflito dura mais duas ou três semanas, a economia mundial não aguenta", afirma António Costa Silva

"Se o conflito dura mais duas ou três semanas, a economia mundial não aguenta", afirma António Costa Silva

"Se o conflito dura mais duas ou três semanas, a economia mundial não aguenta", afirma António Costa Silva.

Sara Araújo de Almeida - Antena 1 /
Mohamed Azakir - Reuters

A paralisação da produção de petróleo em países do Médio Oriente e a disrupção do abastecimento provocada pelas perturbações no Estreito de Ormuz estão a conduzir o mundo para aquela que pode ser a maior crise de sempre da economia global.

Ouvido na rubrica Ponto Central, da Antena 1, António Costa Silva diz que o fôlego é curto, de duas a três semanas no máximo, e se a guerra não acabar o mundo está em apuros.
O antigo ministro da Economia e do Mar desenhou o plano de recuperação e resiliência à saída da pandemia e da crise económica de 2022. Agora, António Costa Silva avisa que Portugal está particularmente vulnerável, porque há crises em cima de crises. E para vigiar a situação de perto, acredita que a solução é abrir um gabinete de crise, que dê respostas imediatas aos sobressaltos de economia.

O antigo ministro da Economia enumera uma série de medidas que devem ser ponderadas de imediato pelo governo para criar uma almofada às empresas e à economia nacionais. Neste momento há setores que estão mais expostos, como o setor do vidro, da cerâmica ou da produção de componentes.
Estas são medidas apontadas por António Costa Silva para ajudar a mitigar os efeitos da Guerra no Médio Oriente.
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