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"Vemo-nos gregos", lê-se num pequeno cartaz perdido entre os largos milhares de manifestantes que aderiram ao protesto dos "indignados" no Porto (fotografia: José Coelho, Lusa)
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Milhares percorreram o coração do Porto no sábado. Em Portugal, a jornada global de protestos do “movimento dos indignados” estendeu-se a Angra do Heroísmo, Funchal, Barcelos, Braga, Coimbra, Santarém, Lisboa, Évora e Faro (fotografia: José Coelho, Lusa)
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Num dos cartazes exibidos durante as manifestações no Porto, surge desenhado um cravo (fotografia: José Coelho, Lusa)
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Uma faixa encabeça a marcha no Porto: "Taxar as grandes fortunas" (José Coelho, Lusa)
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O "Movimento dos Indignados" fez-se ouvir também em Braga (fotografia: Hugo Delgado, Lusa)
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São Bento é o local escolhido para uma Assembleia Popular
(fotografia: António Cotrim, Lusa)
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Foi diante da Assembleia da República, em São Bento, que os protestos ganharam força (fotografia: João Relvas, Lusa)
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Elementos do Corpo de Intervenção seguem os movimentos dos manifestantes concentrados diante do Parlamento, em Lisboa. A polícia acabaria por recorrer à força (fotografia: João Relvas, Lusa)
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Apelos à calma misturam-se com palavras de ordem contra a austeridade frente ao Parlamento, em Lisboa (fotografia: António Cotrim, Lusa)
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Cartazes e manifestantes perduram em São Bento. A polícia também (fotografia: António Cotrim, Lusa)
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Mais um punhado de cartazes levados até à escadaria do Parlamento. Uma nova concentração naquele local, uma "flash mob" e a participação no próximo protesto mundial de "indignados" são ações aprovadas na noite de domingo em Assembleia Popular (fotografia: António Cotrim, Lusa)
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Quase 48 horas após as primeiras movimentações da iniciativa do "Movimento dos Indignados", perto de duas dezenas de manifestantes permaneciam nas imediações do Parlamento (fotografia: Miguel A. Lopes, Lusa)
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