Mais atualizações
O governo dinamarquês decidiu alargar a todo o país o confinamento decretado na semana passada apenas para regiões específicas.
As medidas incluem o encerramento de bares, restaurantes e museus, uma decisão que se deveu a um pico de infeções.
"Serviços excecionais" prestados na resposta à pandemia da Covid-19. É o que a Federação Internacional dos Hospitais assinala esta terça-feira, dia escolhido pela estrutura tendo em vista a consciencialização para o trabalho das unidades de saúde em contexto pandémico. Há 13 entidades do Serviço Nacional de Saúde entre 103 instituições de 28 países distinguidas pela estrutura.
A Federação Internacional de Hospitais enfatiza que as entidades distinguidas implementaram alterações na prestação de cuidados, nomeadamente inovações tecnológicas no diagnóstico e tratamento, ou a reestruturação dos sistemas de fluxo de trabalho e interação entre médico e doente. A distinção, que decorre da avaliação de um júri internacional de 16 especialistas do sector da saúde, recai sobre mais de uma centena de instituições de 28 países que "proativamente colocaram em prática respostas ou ações organizacionais de excelência e com caráter inovador no combate à pandemia Covid-19, a nível regional ou nacional".
Em Portugal, são distinguidos o Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho, o Hospital de Cascais, o Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte, IPO de Coimbra Francisco Gentil, a Unidade Local de Saúde da Guarda e o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
Da lista fazem ainda parte o Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, o Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga, o Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, o Centro Hospitalar Universitário de São João, o Hospital Arcebispo João Crisóstomo, em Cantanhede, e os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SMPS) em parceria com a Direção-Geral da Saúde (DGS).
Em comunicado, o Ministério da Saúde sinaliza que os projetos foram apresentados a concurso no "Programa de Reconhecimento da Resposta à Covid-19", que reconheceu ações e respostas de prestadores de cuidados de saúde em todo o mundo e que foram "para além do exigível".
O quadro em Portugal
Morreram mais 90 pessoas com Covid-19 em Portugal, segundo o boletim epidemiológico de segunda-feira. No total, desde o inicio da pandemia, foram registados 5649 óbitos.
Há ainda a registar 2194 novos casos de infeção, para um total de quase 360 mil desde março.
Os internamentos subiram pelo segundo dia consecutivo. Há mais 97 pessoas hospitalizadas. Nos cuidados intensivos estao 513 doentes.
Os casos recuperados utrapassaram os 274 mil. Há mais de 71 mil casos ativos. A ministra da Saúde, Marta Temido, apelou ontem a que o Natal seja passado de forma cuidadosa e refletida.
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22h43 - Surtos no Hospital das Caldas da Rainha totalizam 47 infetados e cinco mortos
O número de infetados pelo novo coronavírus no Hospital das Caldas da Rainha aumentou hoje de 36 para 47, havendo a registar mais duas mortes associadas aos dois surtos ativos, informou o Centro Hospitalar do Oeste (CHO).
“Estão infetados 32 doentes e 15 profissionais”, confirmou hoje o CHO, acrescentando que no âmbito dos dois surtos ativos, desde o início da semana passada, se registam “um total de cinco óbitos, em doentes com pluripatologias”.
Os dados representam uma subida de 11 pessoas em relação ao número de infetados divulgado na segunda-feira pela administração do CHO, que nessa data registava 22 doentes e quatro profissionais infetados. O mesmo em relação aos óbitos, com uma subida de três para cinco mortes associadas aos dois surtos que afetam os serviços de Medicina Interna e de Cirurgia.
O número de infetados pelo novo coronavírus no Hospital das Caldas da Rainha aumentou hoje de 36 para 47, havendo a registar mais duas mortes associadas aos dois surtos ativos, informou o Centro Hospitalar do Oeste (CHO).
“Estão infetados 32 doentes e 15 profissionais”, confirmou hoje o CHO, acrescentando que no âmbito dos dois surtos ativos, desde o início da semana passada, se registam “um total de cinco óbitos, em doentes com pluripatologias”.
Os dados representam uma subida de 11 pessoas em relação ao número de infetados divulgado na segunda-feira pela administração do CHO, que nessa data registava 22 doentes e quatro profissionais infetados. O mesmo em relação aos óbitos, com uma subida de três para cinco mortes associadas aos dois surtos que afetam os serviços de Medicina Interna e de Cirurgia.
22h28 - Brasil regista 964 mortes e mais de 42 mil infeções em 24 horas
O Brasil registou 964 mortes e 42.889 novas notificações de infeções por covid-19 nas últimas 24 horas, informou o Ministério da Saúde do país na noite desta terça-feira.
O país registou 182.799 vítimas mortais e 6.970.034 infeções por covid-19 desde fevereiro, quando o primeiro caso da doença foi confirmado no país.
O Governo brasileiro também destacou que 6.067.862 pessoas infetadas já recuperaram da doença, enquanto que 719.373 pacientes contaminados estão sob acompanhamento médico.
Os Estados de São Paulo (44.282), Rio de Janeiro (23.887), Minas Gerais (10.719) e Ceará (9.802) têm o maior número de óbitos provocados pela pandemia no Brasil.
Considerando o número de casos, São Paulo (1.341.428), Minas Gerais (473.225), Bahia (451.240) e Rio de Janeiro (391.350) são, respetivamente, os que somam mais infeções até agora.
Nesta terça-feira, o Governo brasileiro enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um documento em que prevê iniciar a vacinação contra a covid-19 até cinco dias após o registo ou autorização de um medicamento deste tipo pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O Brasil registou 964 mortes e 42.889 novas notificações de infeções por covid-19 nas últimas 24 horas, informou o Ministério da Saúde do país na noite desta terça-feira.
O país registou 182.799 vítimas mortais e 6.970.034 infeções por covid-19 desde fevereiro, quando o primeiro caso da doença foi confirmado no país.
O Governo brasileiro também destacou que 6.067.862 pessoas infetadas já recuperaram da doença, enquanto que 719.373 pacientes contaminados estão sob acompanhamento médico.
Os Estados de São Paulo (44.282), Rio de Janeiro (23.887), Minas Gerais (10.719) e Ceará (9.802) têm o maior número de óbitos provocados pela pandemia no Brasil.
Considerando o número de casos, São Paulo (1.341.428), Minas Gerais (473.225), Bahia (451.240) e Rio de Janeiro (391.350) são, respetivamente, os que somam mais infeções até agora.
Nesta terça-feira, o Governo brasileiro enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um documento em que prevê iniciar a vacinação contra a covid-19 até cinco dias após o registo ou autorização de um medicamento deste tipo pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
22h08 - Madeira assinala 29 novos casos e 93 situações suspeitas
A Madeira registou hoje 29 casos de covid-19, dos quais 26 de transmissão local, totalizando agora 315 infeções ativas, indicou a Direção Regional de Saúde, referindo que há também 93 situações suspeitas em estudo.
Entre os novos casos, conta-se um doente hospitalizado, que foi sinalizado no âmbito do rastreio intra-hospitalar, dois profissionais do serviço público de saúde e um utente proveniente de uma residencial para pessoas idosas do setor privado.
Por outro lado, foram registados três casos positivos importados: um do Reino Unido e dois da Polónia.
A Direção Regional de Saúde informa que hoje há mais sete recuperações, sendo que o arquipélago totaliza agora 767 casos recuperados.
A covid-19 já provocou a morte de seis pessoas na Madeira, com idades entre os 80 e os 97 anos.
A Madeira registou hoje 29 casos de covid-19, dos quais 26 de transmissão local, totalizando agora 315 infeções ativas, indicou a Direção Regional de Saúde, referindo que há também 93 situações suspeitas em estudo.
Entre os novos casos, conta-se um doente hospitalizado, que foi sinalizado no âmbito do rastreio intra-hospitalar, dois profissionais do serviço público de saúde e um utente proveniente de uma residencial para pessoas idosas do setor privado.
Por outro lado, foram registados três casos positivos importados: um do Reino Unido e dois da Polónia.
A Direção Regional de Saúde informa que hoje há mais sete recuperações, sendo que o arquipélago totaliza agora 767 casos recuperados.
A covid-19 já provocou a morte de seis pessoas na Madeira, com idades entre os 80 e os 97 anos.
21h55 - Bombeiros incluídos na primeira fase de vacinação
Os bombeiros também vão ser vacinados contra a covid-19 durante a primeira fase de vacinação, de acordo com o presidente Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), que questionou hoje a secretária de Estado da Administração Interna sobre o tema.
No final da reunião, em que a inclusão dos bombeiros nos grupos prioritários no programa de vacinação contra a covid-19 foi um dos temas em cima da mesa, Jaime Marta Soares disse à agência Lusa que a questão ficou esclarecida.
"Penso que no primeiro período possam ser vacinados cerca de 12.500 bombeiros. Essa é uma perspetiva que está devidamente esclarecida, mas que passará também pela quantidade de vacinas que o país possa importar", referiu.
Os bombeiros também vão ser vacinados contra a covid-19 durante a primeira fase de vacinação, de acordo com o presidente Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), que questionou hoje a secretária de Estado da Administração Interna sobre o tema.
No final da reunião, em que a inclusão dos bombeiros nos grupos prioritários no programa de vacinação contra a covid-19 foi um dos temas em cima da mesa, Jaime Marta Soares disse à agência Lusa que a questão ficou esclarecida.
"Penso que no primeiro período possam ser vacinados cerca de 12.500 bombeiros. Essa é uma perspetiva que está devidamente esclarecida, mas que passará também pela quantidade de vacinas que o país possa importar", referiu.
21h42 - Governo são-tomense prorroga estado de calamidade por mais 30 dias
O Governo são-tomense prorrogou hoje por mais 30 dias o estado de calamidade no país devido à evolução da doença na Europa, particularmente em Portugal, anunciou o primeiro-ministro são-tomense, Jorge Bom Jesus.
"Nós decidimos que até ao dia 15 de janeiro ainda vamos manter o estado de calamidade, tendo em conta a evolução da doença tanto ao nível da nossa sub-região como, sobretudo, relativamente ao território português e mesmo ao nível do espaço europeu", explicou o primeiro-ministro são-tomense, no final de um Conselho de Ministros que decorreu no Palácio Presidencial.
[A Europa] é a nossa porta de entrada, temos duas ligações semanais com Portugal e por isso vamos manter ainda o estado de calamidade, tendo em conta o nível de relaxamento da nossa população", acrescentou.
O estado de calamidade atualmente em vigor terminava hoje.
O Governo são-tomense prorrogou hoje por mais 30 dias o estado de calamidade no país devido à evolução da doença na Europa, particularmente em Portugal, anunciou o primeiro-ministro são-tomense, Jorge Bom Jesus.
"Nós decidimos que até ao dia 15 de janeiro ainda vamos manter o estado de calamidade, tendo em conta a evolução da doença tanto ao nível da nossa sub-região como, sobretudo, relativamente ao território português e mesmo ao nível do espaço europeu", explicou o primeiro-ministro são-tomense, no final de um Conselho de Ministros que decorreu no Palácio Presidencial.
[A Europa] é a nossa porta de entrada, temos duas ligações semanais com Portugal e por isso vamos manter ainda o estado de calamidade, tendo em conta o nível de relaxamento da nossa população", acrescentou.
O estado de calamidade atualmente em vigor terminava hoje.
21h30 - DGS pede aos portugueses que passem o Natal apenas com o agregado familiar
21h17 - Europa a dias do Natal. Holanda decreta confinamento total
Pela segunda vez este ano, o Governo holandês decretou o confinamento total do país. Escolas, creches e todos os serviços considerados não essenciais vão ficar encerrados até pelo menos 19 de Janeiro.
Mais países europeus aumentaram as restrições para o período do Natal. Alguns até decretaram confinamento total.
Na Alemanha, os contágios e as mortes por covid-19 também estão em níveis elevados e o confinamento está de volta. A partir desta quarta-feira e até 10 de Janeiro escolas e comércio não essencial estão fechados.
Em França, restaurantes e bares vão continuar encerrados até 20 de janeiro. O Governo decidiu novo recolher obrigatório entre as 8 da noite e as 6 da manhã e pediu aos franceses para fazerem autoconfinamento de 8 dias antes do Natal.
Pela segunda vez este ano, o Governo holandês decretou o confinamento total do país. Escolas, creches e todos os serviços considerados não essenciais vão ficar encerrados até pelo menos 19 de Janeiro.
Mais países europeus aumentaram as restrições para o período do Natal. Alguns até decretaram confinamento total.
Na Alemanha, os contágios e as mortes por covid-19 também estão em níveis elevados e o confinamento está de volta. A partir desta quarta-feira e até 10 de Janeiro escolas e comércio não essencial estão fechados.
Em França, restaurantes e bares vão continuar encerrados até 20 de janeiro. O Governo decidiu novo recolher obrigatório entre as 8 da noite e as 6 da manhã e pediu aos franceses para fazerem autoconfinamento de 8 dias antes do Natal.
20h58 - Iminente a autorização da vacina da Moderna nos EUA
A Agência de Medicamentos dos Estados Unidos certificou que a vacina contra a covid-19 produzida pela Moderna não apresenta "nenhum problema específico de segurança". A certificação foi emitida 72 horas antes de a Agência decidir sobre a autorização urgente dessa vacina.
A FDA validou ainda os dados apresentados pela farmacêutica americana segundo a qual a nova vacina apresenta uma eficácia de 94% na prevenção da covid-19 e de 100% na prevenção de casos graves.
Caso seja aprovada na quinta-feira, a vacina da Moderna será a segunda a receber luz verde nos Estados Unidos, após a produzida pela Pfizer, que começou a ser administrada ontem nos hospitais americanos.
A Agência de Medicamentos dos Estados Unidos certificou que a vacina contra a covid-19 produzida pela Moderna não apresenta "nenhum problema específico de segurança". A certificação foi emitida 72 horas antes de a Agência decidir sobre a autorização urgente dessa vacina.
A FDA validou ainda os dados apresentados pela farmacêutica americana segundo a qual a nova vacina apresenta uma eficácia de 94% na prevenção da covid-19 e de 100% na prevenção de casos graves.
Caso seja aprovada na quinta-feira, a vacina da Moderna será a segunda a receber luz verde nos Estados Unidos, após a produzida pela Pfizer, que começou a ser administrada ontem nos hospitais americanos.
20h43 - Vacina da Pfizer poderá chegar a Portugal ainda este ano
A Agência Europeia de Medicamentos vai decidir na próxima segunda-feira se aprova ou não essa vacina. A ser aprovada, as vacinas da Pfizer deverão chegar aos países da União Europeia antes do final do ano.
A Agência Europeia de Medicamentos vai decidir na próxima segunda-feira se aprova ou não essa vacina. A ser aprovada, as vacinas da Pfizer deverão chegar aos países da União Europeia antes do final do ano.
20h07 - Descoberta da vacina em tempo recorde tem "lógica científica, não é milagre"
O virologista Pedro Simas defendeu hoje a necessidade de transmitir que a descoberta de vacinas para a covid-19 em tempo recorde não é algo precipitado para que as pessoas percebam a lógica científica e não as temam.
"Não foi um milagre e é tudo lógico. É importante transmitir isso às pessoas para lhes dar segurança para que adiram à vacina e não achem que foi uma coisa precipitada e que a vacina não é segura", disse o virologista enquanto participava esta tarde na conferência "Como vamos viver depois da pandemia?", organizada pelo Jornal de Notícias em parceria com a câmara de Vila Nova de Gaia.
Na sessão, que decorreu via `online`, Pedro Simas explicou "a combinação de três coisas" que permitiu chegar a vacinas contra o novo coronavírus, começando pelo atual "avanço tecnológico que permite fazer tudo muito mais rapidamente" e lembrando que "a comunidade científica e a industrial se reuniram e concentraram esforços para cortar todas as burocracias".
"A terceira razão -- e a mais importante de todas porque é essa que faz com que isto não seja um milagre -- é que com base do conhecimento que tínhamos dos coronavírus, sabíamos que conseguíamos produzir uma vacina que ia produzir uma boa resposta", referiu.
Pedro Simas explicou que "esse conhecimento já existe há pelo menos 50 anos para estes vírus", fazendo um contraponto com outros como o para o HIV [Vírus da Imunodeficiência Humana] causador da SIDA para explicar que "esse sim continua a ser atualmente um grande desafio".
"Na ciência não há milagres. Foi o conhecimento que permitiu que conseguíssemos desenvolver uma vacina em tão pouco tempo. Para nós cientistas não foi assim tão pouco tempo porque sabíamos o que tínhamos de desenvolver", referiu o virologista.
O especialista defendeu ainda que "o medo não é solução", embora seja "uma reação muito importante em evolução": "[O medo] não pode ser perpetuado no tempo", concluiu Pedro Simas apontando que "vão existir mais pandemias", mas a ciência existe "para lidar com elas e para tentar que sejam menos frequentes".
O virologista Pedro Simas defendeu hoje a necessidade de transmitir que a descoberta de vacinas para a covid-19 em tempo recorde não é algo precipitado para que as pessoas percebam a lógica científica e não as temam.
"Não foi um milagre e é tudo lógico. É importante transmitir isso às pessoas para lhes dar segurança para que adiram à vacina e não achem que foi uma coisa precipitada e que a vacina não é segura", disse o virologista enquanto participava esta tarde na conferência "Como vamos viver depois da pandemia?", organizada pelo Jornal de Notícias em parceria com a câmara de Vila Nova de Gaia.
Na sessão, que decorreu via `online`, Pedro Simas explicou "a combinação de três coisas" que permitiu chegar a vacinas contra o novo coronavírus, começando pelo atual "avanço tecnológico que permite fazer tudo muito mais rapidamente" e lembrando que "a comunidade científica e a industrial se reuniram e concentraram esforços para cortar todas as burocracias".
"A terceira razão -- e a mais importante de todas porque é essa que faz com que isto não seja um milagre -- é que com base do conhecimento que tínhamos dos coronavírus, sabíamos que conseguíamos produzir uma vacina que ia produzir uma boa resposta", referiu.
Pedro Simas explicou que "esse conhecimento já existe há pelo menos 50 anos para estes vírus", fazendo um contraponto com outros como o para o HIV [Vírus da Imunodeficiência Humana] causador da SIDA para explicar que "esse sim continua a ser atualmente um grande desafio".
"Na ciência não há milagres. Foi o conhecimento que permitiu que conseguíssemos desenvolver uma vacina em tão pouco tempo. Para nós cientistas não foi assim tão pouco tempo porque sabíamos o que tínhamos de desenvolver", referiu o virologista.
O especialista defendeu ainda que "o medo não é solução", embora seja "uma reação muito importante em evolução": "[O medo] não pode ser perpetuado no tempo", concluiu Pedro Simas apontando que "vão existir mais pandemias", mas a ciência existe "para lidar com elas e para tentar que sejam menos frequentes".
19h45 - Uma morte entre 19 utentes infetados no Lar ‘O Recanto’ no Porto
A Segurança Social indicou hoje que foram diagnosticados 19 casos de covid-19 entre os 20 utentes da Residência Geriátrica ‘O Recanto', em Contumil, no Porto, tendo um dos idosos acabado por morrer.
"Foram diagnosticados 19 utentes com Covid 19, sendo que um deles acabou por falecer. O utente negativo foi evacuado para a resposta distrital para negativos, situada na Pousada da Juventude", refere, em resposta à Lusa.
Esta manhã, fonte da Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-Norte) confirmou à Lusa que equipas de saúde pública e da proteção civil encontram-se no lar "O Recanto", depois de alegadamente funcionários se recusarem a entrar por falta de equipamento de proteção individual.
Na altura, a mesma fonte não confirmou, contudo, a existência de um surto de covid-19 naquela residência geriátrica.
A Segurança Social indicou hoje que foram diagnosticados 19 casos de covid-19 entre os 20 utentes da Residência Geriátrica ‘O Recanto', em Contumil, no Porto, tendo um dos idosos acabado por morrer.
"Foram diagnosticados 19 utentes com Covid 19, sendo que um deles acabou por falecer. O utente negativo foi evacuado para a resposta distrital para negativos, situada na Pousada da Juventude", refere, em resposta à Lusa.
Esta manhã, fonte da Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-Norte) confirmou à Lusa que equipas de saúde pública e da proteção civil encontram-se no lar "O Recanto", depois de alegadamente funcionários se recusarem a entrar por falta de equipamento de proteção individual.
Na altura, a mesma fonte não confirmou, contudo, a existência de um surto de covid-19 naquela residência geriátrica.
19h30 - Madeira encerra centros de dia e proíbe circulação de profissionais entre lares
Os centros de dia na Madeira vão encerrar a partir de sexta-feira e será proibida a circulação de profissionais entre os lares de terceira idade, indicou hoje o presidente do Governo Regional.
"Vamos tomar amanhã uma medida no sentido de voltarmos ao que no início da pandemia estava estabelecido, que é a não circulação do pessoal profissional entre os lares e vamos encerrar na sexta-feira os centros de dia", afirmou Miguel Albuquerque.
O governante, que falava à margem de uma visita ao Mercado de Natal na Placa Central, no centro do Funchal, disse que as cadeias de transmissão local continuam sob controlo, mas sublinhou ser expectável o aumento do número de infetados durante o período festivo.
Albuquerque indicou também que era "previsível" o aparecimento de casos positivos em hospitais e lares de terceira idade e, por isso, o executivo avançou com restrições, como a que entra em vigor na sexta-feira.
"Não podemos correr riscos", disse, reforçando que "a população mais idosa é a mais vulnerável".
Apesar do encerramento dos centros de dia e da não circulação de pessoal profissional entre os lares, as visitas de familiares vão manter-se "com todas as precauções".
De acordo com os dados mais recentes da Direção Regional de Saúde, o arquipélago da Madeira regista 293 casos ativos de covid-19 e contabiliza seis óbitos associados à doença, com idades entre os 80 e os 97 anos.
Os centros de dia na Madeira vão encerrar a partir de sexta-feira e será proibida a circulação de profissionais entre os lares de terceira idade, indicou hoje o presidente do Governo Regional.
"Vamos tomar amanhã uma medida no sentido de voltarmos ao que no início da pandemia estava estabelecido, que é a não circulação do pessoal profissional entre os lares e vamos encerrar na sexta-feira os centros de dia", afirmou Miguel Albuquerque.
O governante, que falava à margem de uma visita ao Mercado de Natal na Placa Central, no centro do Funchal, disse que as cadeias de transmissão local continuam sob controlo, mas sublinhou ser expectável o aumento do número de infetados durante o período festivo.
Albuquerque indicou também que era "previsível" o aparecimento de casos positivos em hospitais e lares de terceira idade e, por isso, o executivo avançou com restrições, como a que entra em vigor na sexta-feira.
"Não podemos correr riscos", disse, reforçando que "a população mais idosa é a mais vulnerável".
Apesar do encerramento dos centros de dia e da não circulação de pessoal profissional entre os lares, as visitas de familiares vão manter-se "com todas as precauções".
De acordo com os dados mais recentes da Direção Regional de Saúde, o arquipélago da Madeira regista 293 casos ativos de covid-19 e contabiliza seis óbitos associados à doença, com idades entre os 80 e os 97 anos.
19h24 - Angola não registou mortes nas últimas 24 horas
Angola registou hoje 85 novos casos positivos de infeção pelo novo coronavírus, sem óbitos, e 66 doentes foram considerados recuperados, nas últimas 24 horas, informaram as autoridades de saúde.
Segundo o secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda, as infeções notificadas nas últimas 24 horas estão distribuídas pelas províncias de Luanda (43), Zaire (24), Cuanza Sul (7), Huíla (3), Moxico, Benguela, Cabinda e Malanje (cada uma com dois casos).
Angola registou hoje 85 novos casos positivos de infeção pelo novo coronavírus, sem óbitos, e 66 doentes foram considerados recuperados, nas últimas 24 horas, informaram as autoridades de saúde.
Segundo o secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda, as infeções notificadas nas últimas 24 horas estão distribuídas pelas províncias de Luanda (43), Zaire (24), Cuanza Sul (7), Huíla (3), Moxico, Benguela, Cabinda e Malanje (cada uma com dois casos).
19h11 - Turquia regista novo máximo de óbitos
Esta terça-feira, a Turquia registou 235 mortes por Covid-19 – o pior dia desde o início da pandemia – aumentando o total de mortes para 16.881.
De acordo com o Ministério da Saúde, a Turquia registou ainda 32.102 novos casos de infeção nas últimas 24 horas, para um total de 1.898.477.
O Governo turco impôs um recolher obrigatório durante a semana e um confinamento aos fins-de-semana de forma a conter o aumento de casos.
Esta terça-feira, a Turquia registou 235 mortes por Covid-19 – o pior dia desde o início da pandemia – aumentando o total de mortes para 16.881.
De acordo com o Ministério da Saúde, a Turquia registou ainda 32.102 novos casos de infeção nas últimas 24 horas, para um total de 1.898.477.
O Governo turco impôs um recolher obrigatório durante a semana e um confinamento aos fins-de-semana de forma a conter o aumento de casos.
18h42 - Sobe para oito o total de mortes no surto no lar da Misericórdia de Serpa
O total de mortes provocadas pelo surto de covid-19 no lar da Santa Casa da Misericórdia de Serpa, distrito de Beja, subiu para oito, com a morte de mais um idoso, disse hoje à agência Lusa o provedor.
O idoso, utente do Lar de S. Francisco, morreu no hospital de Beja, onde estava internado, precisou o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Serpa (SCMS), António Sargento.
O surto de covid-19 identificado no lar, propriedade da SCMS, infetou 89 pessoas, nomeadamente 75 utentes - oito dos quais morreram - e 14 funcionários.
Segundo o provedor, atualmente, há 67 utentes infetados com o vírus que provoca a doença covid-19, sendo que seis estão internados no hospital de Beja e os restantes no lar.
O total de mortes provocadas pelo surto de covid-19 no lar da Santa Casa da Misericórdia de Serpa, distrito de Beja, subiu para oito, com a morte de mais um idoso, disse hoje à agência Lusa o provedor.
O idoso, utente do Lar de S. Francisco, morreu no hospital de Beja, onde estava internado, precisou o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Serpa (SCMS), António Sargento.
O surto de covid-19 identificado no lar, propriedade da SCMS, infetou 89 pessoas, nomeadamente 75 utentes - oito dos quais morreram - e 14 funcionários.
Segundo o provedor, atualmente, há 67 utentes infetados com o vírus que provoca a doença covid-19, sendo que seis estão internados no hospital de Beja e os restantes no lar.
18h33 - França regista 11.532 novos casos e 790 mortes
Nas últimas 24 horas, França contabilizou 11.532 novas infeções por Covid-19 – um aumento face às 3.063 registadas na segunda-feira.
O país registou ainda 790 vítimas mortais e uma descida de doentes internados.
No total, França regista 2.391.447 casos de Covid-19 desde o início da pandemia e 59.072 óbitos.
Nas últimas 24 horas, França contabilizou 11.532 novas infeções por Covid-19 – um aumento face às 3.063 registadas na segunda-feira.
O país registou ainda 790 vítimas mortais e uma descida de doentes internados.
No total, França regista 2.391.447 casos de Covid-19 desde o início da pandemia e 59.072 óbitos.
18h20 - Espanha regista mais de 10.000 novas infeções e 388 mortes
Espanha registou nas últimas 24 horas 10.328 novos casos de covid-19, elevando para 1.762.212 o total de infetados até agora no país, segundo números divulgados pelo Ministério da Saúde espanhol.
As autoridades sanitárias também contabilizaram mais 388 mortes desde segunda-feira atribuídas à covid-19, passando o total de óbitos para 48.401.
O nível de incidência acumulada (pessoas contagiadas) em Espanha está a aumentar desde sexta-feira passada, havendo hoje 199 casos diagnosticados por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias (mais cinco do que na segunda-feira), sendo as regiões com os níveis mais elevados a de Baleares (292), País Basco (267), Castela-Mancha (240) e Cantábria (236).
Nas últimas 24 horas, deram entrada nos hospitais 1.210 pessoas com a doença, das quais 224 na Catalunha, 197 em Madrid e 172 na Comunidade Valenciana.
Em todo o país há 11.736 pessoas hospitalizadas com a covid-19, o que corresponde a 9,60% das camas, das quais 2.027 pacientes em unidades de cuidados intensivos, o que corresponde a 21,15% das camas desse serviço.
Espanha registou nas últimas 24 horas 10.328 novos casos de covid-19, elevando para 1.762.212 o total de infetados até agora no país, segundo números divulgados pelo Ministério da Saúde espanhol.
As autoridades sanitárias também contabilizaram mais 388 mortes desde segunda-feira atribuídas à covid-19, passando o total de óbitos para 48.401.
O nível de incidência acumulada (pessoas contagiadas) em Espanha está a aumentar desde sexta-feira passada, havendo hoje 199 casos diagnosticados por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias (mais cinco do que na segunda-feira), sendo as regiões com os níveis mais elevados a de Baleares (292), País Basco (267), Castela-Mancha (240) e Cantábria (236).
Nas últimas 24 horas, deram entrada nos hospitais 1.210 pessoas com a doença, das quais 224 na Catalunha, 197 em Madrid e 172 na Comunidade Valenciana.
Em todo o país há 11.736 pessoas hospitalizadas com a covid-19, o que corresponde a 9,60% das camas, das quais 2.027 pacientes em unidades de cuidados intensivos, o que corresponde a 21,15% das camas desse serviço.
17h39 - Pressão de internamentos maior em hospitais mais pequenos
A pandemia de Covid-19 tem exigido mais em internamentos aos hospitais mais pequenos, que apresentam uma média diária/mês de doentes internados proporcionalmente maior em relação a unidades de grande dimensão, segundo um estudo hoje divulgado.
Os dados, a que a Lusa teve acesso, indicam que o número médio de doentes Covid-19 internados entre abril e outubro em hospitais com capacidade para 300 camas é de 42 doentes/dia/mês, enquanto o dos hospitais com 800 ou mais camas é de 45.
O estudo foi realizado pela multinacional espanhola IASIST para analisar o impacto da Covid-19 nas principais linhas de atividade hospitalar e recorreu a dados disponibilizados pela ACSS através do Portal da Transparência, assim como a um inquérito aos hospitais do Serviço Nacional de Saúde.
Os números indicam que ronda os 85% a taxa de ocupação diária destes doentes nas unidades de cuidados intensivos (UCI) e que 17% dos doentes Covid-19 internados nas unidades hospitalares precisam destes cuidados especializados.
Mostram ainda que 65% dos doentes admitidos em UCI são ventilados e lembram que alguns hospitais, como aconteceu no Norte do país, nalguns períodos de tempo, tiveram lotação de internamento esgotada.
A pandemia de Covid-19 tem exigido mais em internamentos aos hospitais mais pequenos, que apresentam uma média diária/mês de doentes internados proporcionalmente maior em relação a unidades de grande dimensão, segundo um estudo hoje divulgado.
Os dados, a que a Lusa teve acesso, indicam que o número médio de doentes Covid-19 internados entre abril e outubro em hospitais com capacidade para 300 camas é de 42 doentes/dia/mês, enquanto o dos hospitais com 800 ou mais camas é de 45.
O estudo foi realizado pela multinacional espanhola IASIST para analisar o impacto da Covid-19 nas principais linhas de atividade hospitalar e recorreu a dados disponibilizados pela ACSS através do Portal da Transparência, assim como a um inquérito aos hospitais do Serviço Nacional de Saúde.
Os números indicam que ronda os 85% a taxa de ocupação diária destes doentes nas unidades de cuidados intensivos (UCI) e que 17% dos doentes Covid-19 internados nas unidades hospitalares precisam destes cuidados especializados.
Mostram ainda que 65% dos doentes admitidos em UCI são ventilados e lembram que alguns hospitais, como aconteceu no Norte do país, nalguns períodos de tempo, tiveram lotação de internamento esgotada.
17h31 - Reino Unido regista 505 mortes e sobre pressão para rever tolerância no Natal
O Reino Unido registou 505 mortes, mais do dobro da véspera, e 18.450 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o Ministério britânico da Saúde, que está sob pressão para rever a tolerância das restrições durante o Natal.
Na segunda-feira tinham sido notificadas 232 mortes e 20.263 novos casos, mas nos últimos dias tem sido observado um aumento de infeções e também do número de pacientes hospitalizados, 17.329, de acordo com dados de domingo.
A média diária dos últimos sete dias é de 411 mortes e 19.697 infeções, neste último caso 30% mais do que nos sete dias anteriores.
Sinais de um agravamento da situação epidémica, sobretudo no sudeste de Inglaterra e País de Gales, levaram a uma série de apelos ao governo britânico para rever as regras definidas para o período do Natal.
O Reino Unido registou 505 mortes, mais do dobro da véspera, e 18.450 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o Ministério britânico da Saúde, que está sob pressão para rever a tolerância das restrições durante o Natal.
Na segunda-feira tinham sido notificadas 232 mortes e 20.263 novos casos, mas nos últimos dias tem sido observado um aumento de infeções e também do número de pacientes hospitalizados, 17.329, de acordo com dados de domingo.
A média diária dos últimos sete dias é de 411 mortes e 19.697 infeções, neste último caso 30% mais do que nos sete dias anteriores.
Sinais de um agravamento da situação epidémica, sobretudo no sudeste de Inglaterra e País de Gales, levaram a uma série de apelos ao governo britânico para rever as regras definidas para o período do Natal.
17h26 - DGS recomenda Natal só com agregado familiar
A Direção-Geral da Saúde recomendou hoje que as reuniões familiares sejam reduzidas durante as celebrações do Natal e que se limitem, preferencialmente, ao agregado, diminuindo o risco de contágio pelo novo coronavírus.
Durante a conferência de imprensa de atualização dos números da pandemia de Covid-19, o subdiretor-geral da DGS, Rui Portugal, aproveitou para deixar uma mensagem aos portugueses com recomendações para o Natal.
"Preferencialmente, devemos limitar todas as celebrações e os contactos nesta quadra festiva ao agregado familiar com quem se habita", disse Rui Portugal.
Reconhecendo que as celebrações terão de ser contrárias ao habitual nesta quadra, o subdiretor-geral acrescentou que o contacto com os restantes membros da família deve ser reduzido e diferente.
E exemplificou: "Por meios digitais, computador ou telemóvel, por visitas rápidas no quintal de uns e de outros, no patamar das escadas do prédio, com uma troca simbólica de uma compota que um fez".
Limitar os encontros ao agregado familiar é, no entanto, apenas uma recomendação da DGS e, por isso, Rui Portugal deixou também conselhos para minimizar o risco de contágio nas reuniões com outros membros da família.
Nestes casos, não só o número de contactos deve ser reduzido, como o tempo em que a família está reunida deve ser mais limitado do que o habitual. Por outro lado, o distanciamento deve ser assegurado em todas as ocasiões e, sempre que possível, as famílias devem privilegiar os espaços exteriores.
A Direção-Geral da Saúde recomendou hoje que as reuniões familiares sejam reduzidas durante as celebrações do Natal e que se limitem, preferencialmente, ao agregado, diminuindo o risco de contágio pelo novo coronavírus.
Durante a conferência de imprensa de atualização dos números da pandemia de Covid-19, o subdiretor-geral da DGS, Rui Portugal, aproveitou para deixar uma mensagem aos portugueses com recomendações para o Natal.
"Preferencialmente, devemos limitar todas as celebrações e os contactos nesta quadra festiva ao agregado familiar com quem se habita", disse Rui Portugal.
Reconhecendo que as celebrações terão de ser contrárias ao habitual nesta quadra, o subdiretor-geral acrescentou que o contacto com os restantes membros da família deve ser reduzido e diferente.
E exemplificou: "Por meios digitais, computador ou telemóvel, por visitas rápidas no quintal de uns e de outros, no patamar das escadas do prédio, com uma troca simbólica de uma compota que um fez".
Limitar os encontros ao agregado familiar é, no entanto, apenas uma recomendação da DGS e, por isso, Rui Portugal deixou também conselhos para minimizar o risco de contágio nas reuniões com outros membros da família.
Nestes casos, não só o número de contactos deve ser reduzido, como o tempo em que a família está reunida deve ser mais limitado do que o habitual. Por outro lado, o distanciamento deve ser assegurado em todas as ocasiões e, sempre que possível, as famílias devem privilegiar os espaços exteriores.
17h10 - Plano de vacinação é “adaptável” a antecipação de autorização da vacina
O plano de vacinação contra a Covid-19 “é adaptável às circunstâncias”, assegurou hoje o subdiretor-geral da Saúde a propósito da antecipação da decisão da Agência Europeia do Medicamento sobre a vacina da Pfizer-BioNTech para 21 de dezembro.
“Se esse facto acontecer, estaremos a pensar numa antecipação de oito dias em relação à vacinação e todo o esforço deve ser feito para que todas as questões logísticas sejam antecipadas em oito dias”, disse Rui Portugal na conferência de imprensa da Direção-Geral da Saúde sobre a evolução da pandemia.
O subdiretor-geral da Saúde considerou ainda ser “muito bom” o cenário de uma “antecipação que não traga maior risco em termos de segurança dessa mesma vacina”, sob a garantia do cumprimento “escrupuloso” das normas europeias.
Rui Portugal alertou que a vacina não vai ditar o levantamento imediato das regras de prevenção contra a propagação do SARS-CoV-2 e que as pessoas devem ter consciência de que terão de manter comportamentos mais cuidadosos.
“A vacinação não vai substituir as medidas de controlo não farmacológicas. Vamos ter de continuar durante um determinado tempo, que pode ser mais ou menos longo, a ter as atitudes corretas relativamente às proteções individuais e coletivas. E não vamos ter vacinações com eficácia de 100%”, afirmou, admitindo que a imunização em relação à doença pode não significar o mesmo efeito sobre a transmissibilidade do vírus.
O plano de vacinação contra a Covid-19 “é adaptável às circunstâncias”, assegurou hoje o subdiretor-geral da Saúde a propósito da antecipação da decisão da Agência Europeia do Medicamento sobre a vacina da Pfizer-BioNTech para 21 de dezembro.
“Se esse facto acontecer, estaremos a pensar numa antecipação de oito dias em relação à vacinação e todo o esforço deve ser feito para que todas as questões logísticas sejam antecipadas em oito dias”, disse Rui Portugal na conferência de imprensa da Direção-Geral da Saúde sobre a evolução da pandemia.
O subdiretor-geral da Saúde considerou ainda ser “muito bom” o cenário de uma “antecipação que não traga maior risco em termos de segurança dessa mesma vacina”, sob a garantia do cumprimento “escrupuloso” das normas europeias.
Rui Portugal alertou que a vacina não vai ditar o levantamento imediato das regras de prevenção contra a propagação do SARS-CoV-2 e que as pessoas devem ter consciência de que terão de manter comportamentos mais cuidadosos.
“A vacinação não vai substituir as medidas de controlo não farmacológicas. Vamos ter de continuar durante um determinado tempo, que pode ser mais ou menos longo, a ter as atitudes corretas relativamente às proteções individuais e coletivas. E não vamos ter vacinações com eficácia de 100%”, afirmou, admitindo que a imunização em relação à doença pode não significar o mesmo efeito sobre a transmissibilidade do vírus.
17h03 - Itália registou 846 mortes nas últimas 24 horas
Itália registou 846 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, um dos piores dados da pandemia e quase o dobro do dia anterior, e confirmou cerca de 14.000 novas infeções, segundo o Ministério da Saúde italiano.
O número de mortes, muito superior às 491 registadas na segunda-feira, deveu-se em grande parte à região de Véneto, que assinalou 165 novos óbitos nas últimas 24 horas.
Itália subiu o saldo total de mortes com o novo coronavírus para 65.857, desde o início da pandemia no país, em meados de fevereiro.
O Governo italiano está a estudar medidas mais restritivas para as datas festivas do Natal e do Fim de Ano, embora o primeiro-ministro, Giuseppe Conte, tenha descartado um confinamento total como acontece na Alemanha.
Itália registou 846 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, um dos piores dados da pandemia e quase o dobro do dia anterior, e confirmou cerca de 14.000 novas infeções, segundo o Ministério da Saúde italiano.
O número de mortes, muito superior às 491 registadas na segunda-feira, deveu-se em grande parte à região de Véneto, que assinalou 165 novos óbitos nas últimas 24 horas.
Itália subiu o saldo total de mortes com o novo coronavírus para 65.857, desde o início da pandemia no país, em meados de fevereiro.
O Governo italiano está a estudar medidas mais restritivas para as datas festivas do Natal e do Fim de Ano, embora o primeiro-ministro, Giuseppe Conte, tenha descartado um confinamento total como acontece na Alemanha.
16h03 - Governo dos Açores prepara visitas de familiares a lares de idosos no Natal
O Governo Regional dos Açores está a preparar medidas para permitir a visita de familiares a utentes de lares de idosos, anunciou hoje o vice-presidente, Artur Lima, numa visita ao lar da Santa Casa da Misericórdia do Nordeste.
O vice-presidente do Governo Regional adiantou que dará “indicações nesse sentido para que (…), com toda a segurança, os familiares possam visitar os seus idosos”.
Artur Lima acha “importante que os afetos e o calor humano sejam mantidos, sobretudo nesta época do Natal”, por isso vai permitir visitas a lares de idosos, “a título extraordinário”.
O governante lembra, no entanto, que “nunca podemos baixar os braços na luta conta esta pandemia, que ainda aí está, e vai estar”.
Adiantou algumas medidas, como a criação de “um circuito onde não haja cruzamento dos idosos com os familiares, onde possam ser vistos num quarto mantendo as distâncias sociais, que haja as devidas medidas de higienização dos espaços, eventualmente com barreiras de acrílico”, mas remeteu a questão para a Comissão criada para o efeito.
O Governo Regional dos Açores está a preparar medidas para permitir a visita de familiares a utentes de lares de idosos, anunciou hoje o vice-presidente, Artur Lima, numa visita ao lar da Santa Casa da Misericórdia do Nordeste.
O vice-presidente do Governo Regional adiantou que dará “indicações nesse sentido para que (…), com toda a segurança, os familiares possam visitar os seus idosos”.
Artur Lima acha “importante que os afetos e o calor humano sejam mantidos, sobretudo nesta época do Natal”, por isso vai permitir visitas a lares de idosos, “a título extraordinário”.
O governante lembra, no entanto, que “nunca podemos baixar os braços na luta conta esta pandemia, que ainda aí está, e vai estar”.
Adiantou algumas medidas, como a criação de “um circuito onde não haja cruzamento dos idosos com os familiares, onde possam ser vistos num quarto mantendo as distâncias sociais, que haja as devidas medidas de higienização dos espaços, eventualmente com barreiras de acrílico”, mas remeteu a questão para a Comissão criada para o efeito.
16h00 - Maioria das empresas quer adotar sistema misto de trabalho, diz estudo
Um estudo realizado pelo Kaizen Insitutute concluiu que 70% das 150 empresas inquiridas “pretende adotar um sistema misto”, entre teletrabalho e presencial, depois da pandemia, segundo um comunicado.
Assim, 68% dos “responsáveis de recursos humanos inquiridos” para este barómetro “afirmaram que as suas empresas pretendem adotar o trabalho remoto de forma estrutural, numa lógica de complementaridade em relação ao trabalho presencial” sendo que “86% dos inquiridos ponderam manter dois ou mais dias de trabalho remoto por semana”.
Ainda assim, “85% não paga ajudas de custo aos colaboradores em teletrabalho e somente 8% pensa vir a fazê-lo”, lê-se na mesma nota.
Além disso, “70% dos inquiridos consideram que a eficiência dos colaboradores em regime de teletrabalho será equivalente ou superior à registada num cenário pré-Covid”, com 30% a referirem que “a eficiência será menor”.
Entre os maiores desafios à implementação do teletrabalho identificados pelas empresas estão a “falta de garantia de comunicação eficiente e clara (71%) e a dificuldade de adaptação dos ‘standards’ e protocolos de trabalho aos novos padrões"(47%), indicou a Kaizen.
Um estudo realizado pelo Kaizen Insitutute concluiu que 70% das 150 empresas inquiridas “pretende adotar um sistema misto”, entre teletrabalho e presencial, depois da pandemia, segundo um comunicado.
Assim, 68% dos “responsáveis de recursos humanos inquiridos” para este barómetro “afirmaram que as suas empresas pretendem adotar o trabalho remoto de forma estrutural, numa lógica de complementaridade em relação ao trabalho presencial” sendo que “86% dos inquiridos ponderam manter dois ou mais dias de trabalho remoto por semana”.
Ainda assim, “85% não paga ajudas de custo aos colaboradores em teletrabalho e somente 8% pensa vir a fazê-lo”, lê-se na mesma nota.
Além disso, “70% dos inquiridos consideram que a eficiência dos colaboradores em regime de teletrabalho será equivalente ou superior à registada num cenário pré-Covid”, com 30% a referirem que “a eficiência será menor”.
Entre os maiores desafios à implementação do teletrabalho identificados pelas empresas estão a “falta de garantia de comunicação eficiente e clara (71%) e a dificuldade de adaptação dos ‘standards’ e protocolos de trabalho aos novos padrões"(47%), indicou a Kaizen.
15h44 - Associação SOS Arte PT quer criar fundo de emergência para artistas
A Associação Arte PT anunciou hoje que pretende criar um fundo de emergência para apoiar artistas das artes visuais em dificuldades e uma plataforma de informação, apelando à "união forte" de esforços no setor.
Em comunicado, a comissão instaladora do SOS Arte PT apela à "união de todos os artistas e de todas as plataformas neste tempo extremamente difícil" de crise na cultura, provocada pela pandemia de Covid-19.
Adianta ainda que pretende realizar a primeira Assembleia Geral em janeiro de 2021, "após longos meses de preparação", depois de ter sido lançada, como movimento, em março deste ano.
A Associação Arte PT anunciou hoje que pretende criar um fundo de emergência para apoiar artistas das artes visuais em dificuldades e uma plataforma de informação, apelando à "união forte" de esforços no setor.
Em comunicado, a comissão instaladora do SOS Arte PT apela à "união de todos os artistas e de todas as plataformas neste tempo extremamente difícil" de crise na cultura, provocada pela pandemia de Covid-19.
Adianta ainda que pretende realizar a primeira Assembleia Geral em janeiro de 2021, "após longos meses de preparação", depois de ter sido lançada, como movimento, em março deste ano.
15h31 - FNAJ sensibiliza jovens para comportamentos seguros durante férias do Natal
A Federação Nacional das Associações Juvenis (FNAJ) vai promover na quinta-feira uma iniciativa em mais de 18 escolas portuguesas que visa “sensibilizar” os jovens para a adoção de comportamentos seguros durante as férias de Natal, foi hoje revelado.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da FNAJ, Tiago Rego, explicou que a iniciativa “Vamos salvar o futuro – Sê o herói desta causa” pretende consciencializar os jovens a “agirem com maior contenção e segurança” neste período de férias para que no futuro possam voltar a ter “uma vida plena”.
“Temos de dizer aos jovens que se, em 2021, querem ir de férias com amigos, ir aos festivais de verão, fazer piqueniques então esta é a altura de serem cautelosos para poderem ter no futuro a dita normalidade e tranquilidade”, afirmou.
A Federação Nacional das Associações Juvenis (FNAJ) vai promover na quinta-feira uma iniciativa em mais de 18 escolas portuguesas que visa “sensibilizar” os jovens para a adoção de comportamentos seguros durante as férias de Natal, foi hoje revelado.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da FNAJ, Tiago Rego, explicou que a iniciativa “Vamos salvar o futuro – Sê o herói desta causa” pretende consciencializar os jovens a “agirem com maior contenção e segurança” neste período de férias para que no futuro possam voltar a ter “uma vida plena”.
“Temos de dizer aos jovens que se, em 2021, querem ir de férias com amigos, ir aos festivais de verão, fazer piqueniques então esta é a altura de serem cautelosos para poderem ter no futuro a dita normalidade e tranquilidade”, afirmou.
15h24 - Mais um óbito e 40 novos infetados em Moçambique
15h14 - Rali da Suécia de 2021 cancelado devido à pandemia
O Rali da Suécia, que seria a segunda ronda do Campeonato do Mundo de 2021, foi cancelado devido à pandemia de Covid-19, anunciou hoje a organização da prova.
"A competição iria decorrer na zona de Varmland, entre 11 e 14 de fevereiro, mas o condado de Varmland, em Karlstad, decidiu hoje que terá de cancelar o evento por motivos de segurança sanitária. Não há outra escolha possível", lê-se num comunicado da organização.
Na mesma nota, os responsáveis pelo Rali da Suécia acrescentaram que a Federação Internacional do Automóvel e os organizadores do Mundial "estão em negociações para arranjar uma solução para essa data".
O Rali da Suécia, que seria a segunda ronda do Campeonato do Mundo de 2021, foi cancelado devido à pandemia de Covid-19, anunciou hoje a organização da prova.
"A competição iria decorrer na zona de Varmland, entre 11 e 14 de fevereiro, mas o condado de Varmland, em Karlstad, decidiu hoje que terá de cancelar o evento por motivos de segurança sanitária. Não há outra escolha possível", lê-se num comunicado da organização.
Na mesma nota, os responsáveis pelo Rali da Suécia acrescentaram que a Federação Internacional do Automóvel e os organizadores do Mundial "estão em negociações para arranjar uma solução para essa data".
15h03 - Açores com 40 novos casos e total de 459 positivos
Os Açores registaram nas últimas 24 horas 40 novos casos positivos de Covid-19, a sua maioria na ilha de São Miguel, elevando para 459 o número de positivos ativos na região, anunciou hoje a Autoridade de Saúde Regional.
Do total de novos casos nas últimas 24 horas, 33 foram detetados em São Miguel e sete na ilha Terceira.
A Autoridade de Saúde dos Açores informa ainda que ocorreram, nas últimas 24 horas, 66 recuperações: sete na Terceira e 59 na ilha de São Miguel.
Estão ativas na região 67 cadeias de transmissão, das quais 49 em São Miguel, ilha onde foram "identificadas quatro novas cadeias nas últimas 24 horas, sendo duas em Vila Franca do Campo e duas na Ribeira Grande".
Os Açores registaram nas últimas 24 horas 40 novos casos positivos de Covid-19, a sua maioria na ilha de São Miguel, elevando para 459 o número de positivos ativos na região, anunciou hoje a Autoridade de Saúde Regional.
Do total de novos casos nas últimas 24 horas, 33 foram detetados em São Miguel e sete na ilha Terceira.
A Autoridade de Saúde dos Açores informa ainda que ocorreram, nas últimas 24 horas, 66 recuperações: sete na Terceira e 59 na ilha de São Miguel.
Estão ativas na região 67 cadeias de transmissão, das quais 49 em São Miguel, ilha onde foram "identificadas quatro novas cadeias nas últimas 24 horas, sendo duas em Vila Franca do Campo e duas na Ribeira Grande".
14h44 - Vacinas e fundos europeus serão os dois motores da recuperação, diz Costa
O primeiro-ministro considerou hoje que as vacinas anti-Covid-19 e os fundos europeus serão os motores da recuperação do país e adiantou que o Plano de Recuperação deverá ficar fechado com a Comissão Europeia em janeiro.
Esta posição foi transmitida por António Costa em conferência de imprensa, em São Bento, no final de uma reunião da equipa coordenadora do Plano de Recuperação e Resiliência - um documento do Governo português que está em apreciação em Bruxelas.
"O Plano de Recuperação e Resiliência e a vacina, que será disponibilizada ao longo do próximo ano, serão os dois motores que nos permitirão virar a página deste ano muito difícil, travando a pandemia e procedendo à recuperação das empresas, do emprego e do país", tendo em vista que seja "retomada uma trajetória de crescimento sustentável", declarou o líder do executivo.
António Costa referiu que Portugal foi dos primeiros países a apresentar o seu Plano de Recuperação e Resiliência e, ao longo das últimas semanas, "tem havido semanalmente reuniões com a Comissão Europeia para se avançar trabalho".
"As questões que têm sido identificadas [por Bruxelas] têm condições para ser superadas. Estamos a trabalhar para que, até ao final de janeiro, seja possível concluir o trabalho com a Comissão Europeia, de forma a que o plano siga para o Conselho, sendo aí definitivamente aprovado para se iniciar a sua execução", declarou.
O primeiro-ministro considerou hoje que as vacinas anti-Covid-19 e os fundos europeus serão os motores da recuperação do país e adiantou que o Plano de Recuperação deverá ficar fechado com a Comissão Europeia em janeiro.
Esta posição foi transmitida por António Costa em conferência de imprensa, em São Bento, no final de uma reunião da equipa coordenadora do Plano de Recuperação e Resiliência - um documento do Governo português que está em apreciação em Bruxelas.
"O Plano de Recuperação e Resiliência e a vacina, que será disponibilizada ao longo do próximo ano, serão os dois motores que nos permitirão virar a página deste ano muito difícil, travando a pandemia e procedendo à recuperação das empresas, do emprego e do país", tendo em vista que seja "retomada uma trajetória de crescimento sustentável", declarou o líder do executivo.
António Costa referiu que Portugal foi dos primeiros países a apresentar o seu Plano de Recuperação e Resiliência e, ao longo das últimas semanas, "tem havido semanalmente reuniões com a Comissão Europeia para se avançar trabalho".
"As questões que têm sido identificadas [por Bruxelas] têm condições para ser superadas. Estamos a trabalhar para que, até ao final de janeiro, seja possível concluir o trabalho com a Comissão Europeia, de forma a que o plano siga para o Conselho, sendo aí definitivamente aprovado para se iniciar a sua execução", declarou.
14h40 - Regulador dos EUA diz que vacina da Moderna não apresenta problemas
A vacina contra a Covid-19 produzida pela Moderna não apresenta “nenhum problema específico de segurança”, disse hoje a agência de medicamentos do Estados Unidos (FDA), que reúne quinta-feira para decidir sobre a sua autorização urgente.
A vacina desenvolvida pela farmacêutica norte-americana de biotecnologia deve ser a segunda vacina a receber luz verde nos EUA, após a produzida pela Pfizer/BioNTech, que começou a ser administrada em hospitais dos Estados Unidos na segunda-feira.
A Moderna indicou que, em ensaios clínicos, a sua vacina demonstrou eficácia de 94,1% na prevenção da doença e de 100% na prevenção de casos graves.
“A FDA determinou que o fabricante forneceu informações adequadas para garantir a qualidade e consistência da vacina para autorização do produto”, disse a agência, num comunicado hoje divulgado.
Na quinta-feira, uma comissão consultiva independente vai reunir para avaliar a nova vacina, num encontro em que se aguarda a sua aprovação e que dará luz verde para iniciar o seu fornecimento nos Estados Unidos, nos próximos dias.
A vacina contra a Covid-19 produzida pela Moderna não apresenta “nenhum problema específico de segurança”, disse hoje a agência de medicamentos do Estados Unidos (FDA), que reúne quinta-feira para decidir sobre a sua autorização urgente.
A vacina desenvolvida pela farmacêutica norte-americana de biotecnologia deve ser a segunda vacina a receber luz verde nos EUA, após a produzida pela Pfizer/BioNTech, que começou a ser administrada em hospitais dos Estados Unidos na segunda-feira.
A Moderna indicou que, em ensaios clínicos, a sua vacina demonstrou eficácia de 94,1% na prevenção da doença e de 100% na prevenção de casos graves.
“A FDA determinou que o fabricante forneceu informações adequadas para garantir a qualidade e consistência da vacina para autorização do produto”, disse a agência, num comunicado hoje divulgado.
Na quinta-feira, uma comissão consultiva independente vai reunir para avaliar a nova vacina, num encontro em que se aguarda a sua aprovação e que dará luz verde para iniciar o seu fornecimento nos Estados Unidos, nos próximos dias.
14h14 - Portugal regista hoje mais 84 mortes e 2638 novas infeções por Covid-19
Portugal contabiliza hoje mais 84 mortes relacionadas com a Covid-19 e 2.638 novos casos de infeção com o novo coronavírus, segundo a Direção-Geral da Saúde.
O boletim epidemiológico da DGS revela que estão internadas 3.206 pessoas, menos 48 do que na segunda-feira, das quais 506 em cuidados intensivos, menos sete.
Desde o início da pandemia, Portugal já registou 5.733 mortes e 353.576 casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, estando hoje ativos 67.805, menos 3.207 casos em relação a segunda-feira.
O boletim epidemiológico da DGS revela que estão internadas 3.206 pessoas, menos 48 do que na segunda-feira, das quais 506 em cuidados intensivos, menos sete.
Desde o início da pandemia, Portugal já registou 5.733 mortes e 353.576 casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, estando hoje ativos 67.805, menos 3.207 casos em relação a segunda-feira.
13h59 - Governo prolonga restrições nos voos fora da UE
13h57 - Regulador europeu antecipa para 21 de dezembro reunião para aprovar vacina
A Agência Europeia de Medicamentos anunciou hoje que antecipou a reunião de revisão da vacina Pfizer-BioNTech contra a covid-19 para 21 de dezembro, o que significa que deverá aprovar nesse dia o uso da vacina na União Europeia.
A entidade, que regula a aprovação de medicamentos na União Europeia, tinha agendado a reunião para 29 de dezembro, mas decidiu antecipar justificando que o fez depois de ter recebido dos laboratórios que a produzem informação adicional sobre a vacina.
A antecipação da data da reunião surge, contudo, depois de o ministro da Saúde da Alemanha, Jens Spahn, ter pressionado o regulador europeu a acelerar a aprovação da vacina.
O ministro considerou a situação "especialmente irritante" porque o uso da vacina desenvolvida pela BioNTech, da Alemanha, e pela farmacêutica norte-americana Pfizer foi autorizada em países como o Reino Unido, Estados Unidos ou Canadá, mas ainda está à espera de aprovação da Agência Europeia de Medicamentos, não podendo, por isso, ser usada na Alemanha ou em qualquer um dos 27 países da UE.
Hoje, Jens Spahn aumentou a pressão, juntando-se a uma importante associação de hospitais e legisladores para exigir que a agência aprove uma vacina contra o coronavírus antes do Natal.
"O nosso objetivo é que haja uma aprovação antes do Natal para que ainda possamos começar a vacinar este ano", disse hoje o ministro.
A Agência Europeia de Medicamentos anunciou hoje que antecipou a reunião de revisão da vacina Pfizer-BioNTech contra a covid-19 para 21 de dezembro, o que significa que deverá aprovar nesse dia o uso da vacina na União Europeia.
A entidade, que regula a aprovação de medicamentos na União Europeia, tinha agendado a reunião para 29 de dezembro, mas decidiu antecipar justificando que o fez depois de ter recebido dos laboratórios que a produzem informação adicional sobre a vacina.
A antecipação da data da reunião surge, contudo, depois de o ministro da Saúde da Alemanha, Jens Spahn, ter pressionado o regulador europeu a acelerar a aprovação da vacina.
O ministro considerou a situação "especialmente irritante" porque o uso da vacina desenvolvida pela BioNTech, da Alemanha, e pela farmacêutica norte-americana Pfizer foi autorizada em países como o Reino Unido, Estados Unidos ou Canadá, mas ainda está à espera de aprovação da Agência Europeia de Medicamentos, não podendo, por isso, ser usada na Alemanha ou em qualquer um dos 27 países da UE.
Hoje, Jens Spahn aumentou a pressão, juntando-se a uma importante associação de hospitais e legisladores para exigir que a agência aprove uma vacina contra o coronavírus antes do Natal.
"O nosso objetivo é que haja uma aprovação antes do Natal para que ainda possamos começar a vacinar este ano", disse hoje o ministro.
13h54 - Empresários pedem continuação das medidas de apoio
13h46 - Europa deve aprovar vacina antes do Natal
13h35 - Enfermeiros precários contestam admissão nos quadros dos colegas com contratos Covid
13h23 - Os municípios com maior incidência de casos
12h49 - Comércio entre países africanos caiu para 14,4% em 2019
O comércio internacional dentro do continente africano representou, no ano passado, apenas 14,4% do total, de acordo com o relatório sobre o Comércio Africano, lançado hoje pela Comissão Económica das Nações Unidas para África.
"O comércio intrarregional caiu de 15% em 2018 para 14,4% no ano passado, e deverá ser atingido este ano devido à pandemia, que criou uma situação mais gravosa do que a crise financeira de 2008", disse a vice-coordenadora do Centro Africano de Políticas Comerciais na Comissão Económica da ONU para África, Nadia Hasham.
Na apresentação do relatório, que decorre hoje em formato virtual, a responsável, que é uma das autoras do relatório, vincou que "o comércio informal transfronteiriço é crucial para as regiões e chega a representar 75% do total, sendo a principal fonte de rendimento para quase metade das pessoas" que habitam nas regiões fronteiriças africanas.
"A falta de financiamento dos bancos comerciais, a falta de acesso a entidades financeiras e a falta de cobertura em termos de balcões são alguns dos problemas que os comerciantes informais transfronteiriços enfrentam", acrescentou Nadia Hasham, defendendo que a digitalização das transferências bancárias e dos pagamentos é essencial para potenciar este tipo de comércio.
Entre os países que mais contribuem para o comércio no continente africano, a responsável elencou a África do Sul, a economia mais industrializada da África subsaariana, seguida da República Democrática do Congo, Egito, Namíbia, Zimbabué, Costa do Marfim e Zâmbia.
O comércio internacional dentro do continente africano representou, no ano passado, apenas 14,4% do total, de acordo com o relatório sobre o Comércio Africano, lançado hoje pela Comissão Económica das Nações Unidas para África.
"O comércio intrarregional caiu de 15% em 2018 para 14,4% no ano passado, e deverá ser atingido este ano devido à pandemia, que criou uma situação mais gravosa do que a crise financeira de 2008", disse a vice-coordenadora do Centro Africano de Políticas Comerciais na Comissão Económica da ONU para África, Nadia Hasham.
Na apresentação do relatório, que decorre hoje em formato virtual, a responsável, que é uma das autoras do relatório, vincou que "o comércio informal transfronteiriço é crucial para as regiões e chega a representar 75% do total, sendo a principal fonte de rendimento para quase metade das pessoas" que habitam nas regiões fronteiriças africanas.
"A falta de financiamento dos bancos comerciais, a falta de acesso a entidades financeiras e a falta de cobertura em termos de balcões são alguns dos problemas que os comerciantes informais transfronteiriços enfrentam", acrescentou Nadia Hasham, defendendo que a digitalização das transferências bancárias e dos pagamentos é essencial para potenciar este tipo de comércio.
Entre os países que mais contribuem para o comércio no continente africano, a responsável elencou a África do Sul, a economia mais industrializada da África subsaariana, seguida da República Democrática do Congo, Egito, Namíbia, Zimbabué, Costa do Marfim e Zâmbia.
12h41 - Cabo Verde inicia vacinação no primeiro trimestre
Cabo Verde vai iniciar a vacinação contra a covid-19 no primeiro trimestre de 2021, anunciou o primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, numa mensagem ao país.
"Estamos a envidar todos os esforços para que a vacinação contra a covid-19 inicie durante o primeiro trimestre do próximo ano. O Plano Nacional de Vacinação já foi aprovado pelo Governo e será apresentado publicamente brevemente", anunciou o chefe do Governo.
Cabo Verde conta atualmente com 211 casos ativos de covid-19, dos quais 29 na Praia, que deixou hoje de estar em estado de calamidade. Nos últimos 14 dias, os laboratórios de virologia do país analisaram 5.056 amostras, que resultaram em 611 casos positivos de covid-19, chegando a uma taxa de incidência acumulada, provisória, de 110 casos por 100.000 habitantes.
Este registo, sublinhou na mensagem Ulisses Correia e Silva, é inferior a vários países europeus, representando uma progressiva melhoria, com a descida de novos casos sobretudo desde outubro.
"A vacinação é uma porta de esperança que se abre para a retoma progressiva da vida normal e para o relançamento da economia. E vai acontecer em Cabo Verde", enfatizou Ulisses Correia e Silva.
"Estamos a envidar todos os esforços para que a vacinação contra a covid-19 inicie durante o primeiro trimestre do próximo ano. O Plano Nacional de Vacinação já foi aprovado pelo Governo e será apresentado publicamente brevemente", anunciou o chefe do Governo.
Cabo Verde conta atualmente com 211 casos ativos de covid-19, dos quais 29 na Praia, que deixou hoje de estar em estado de calamidade. Nos últimos 14 dias, os laboratórios de virologia do país analisaram 5.056 amostras, que resultaram em 611 casos positivos de covid-19, chegando a uma taxa de incidência acumulada, provisória, de 110 casos por 100.000 habitantes.
Este registo, sublinhou na mensagem Ulisses Correia e Silva, é inferior a vários países europeus, representando uma progressiva melhoria, com a descida de novos casos sobretudo desde outubro.
"A vacinação é uma porta de esperança que se abre para a retoma progressiva da vida normal e para o relançamento da economia. E vai acontecer em Cabo Verde", enfatizou Ulisses Correia e Silva.
12h26 - Publicado prolongamento até março de apoios 'Adaptar'
O prolongamento até março do programa Adaptar, de apoio à reconversão dos estabelecimentos e métodos de trabalhos das micro, pequenas e médias empresas, para cumprirem distanciamento devido à pandemia, foi hoje publicado e entra em vigor quarta-feira.
O conselho de ministros aprovou, há quase três semanas, o prolongamento dos apoios ao abrigo do programa Adaptar, de seis para nove meses, até 31 de março de 2021, para adaptarem os estabelecimentos, métodos de organização do trabalho e de relacionamento com clientes e fornecedores, às novas condições de distanciamento físico impostas pela doença da covid-19.
"Este sistema veio permitir minorar os custos acrescidos para o restabelecimento rápido das condições de funcionamento das empresas, sendo apoiados, nomeadamente, os custos de aquisição de equipamentos de proteção individual para trabalhadores e utentes, equipamentos de higienização, contratos de desinfeção e os custos com a reorganização dos locais de trabalho e alterações de 'layout' dos estabelecimentos", destaca o executivo no diploma.
Este sistema estabelecia como critério de elegibilidade dos projetos a apoiar a duração máxima de execução de seis meses, a contar da data de notificação da decisão favorável, tendo como data limite 31 de dezembro de 2020.
O prolongamento até março do programa Adaptar, de apoio à reconversão dos estabelecimentos e métodos de trabalhos das micro, pequenas e médias empresas, para cumprirem distanciamento devido à pandemia, foi hoje publicado e entra em vigor quarta-feira.
O conselho de ministros aprovou, há quase três semanas, o prolongamento dos apoios ao abrigo do programa Adaptar, de seis para nove meses, até 31 de março de 2021, para adaptarem os estabelecimentos, métodos de organização do trabalho e de relacionamento com clientes e fornecedores, às novas condições de distanciamento físico impostas pela doença da covid-19.
"Este sistema veio permitir minorar os custos acrescidos para o restabelecimento rápido das condições de funcionamento das empresas, sendo apoiados, nomeadamente, os custos de aquisição de equipamentos de proteção individual para trabalhadores e utentes, equipamentos de higienização, contratos de desinfeção e os custos com a reorganização dos locais de trabalho e alterações de 'layout' dos estabelecimentos", destaca o executivo no diploma.
Este sistema estabelecia como critério de elegibilidade dos projetos a apoiar a duração máxima de execução de seis meses, a contar da data de notificação da decisão favorável, tendo como data limite 31 de dezembro de 2020.
12h23 - Lar em Salir de Matos com 22 infetados
Vinte e duas pessoas estão infetadas no Lar Vista da Aldeia Residence, em Salir de Matos, no concelho das Caldas da Rainha, informou o delegado de saúde coordenador para a região do Oeste.
O surto "foi detetado na quinta-feira e até hoje foram confirmados 22 casos positivos, entre residentes e trabalhadores do lar", afirmou à Lusa o delegado de saúde, Jorge Nunes.
De acordo com o mesmo responsável, trata-se de "uma das situações preocupantes, dado o número elevado de infetados" no lar, com cerca 28 residentes, e onde "cerca de 50% dos trabalhadores e equipa técnica tiveram resultado positivo".
Os que tiveram resultado negativo "estão em isolamento por serem considerados contacto de risco".
Vinte e duas pessoas estão infetadas no Lar Vista da Aldeia Residence, em Salir de Matos, no concelho das Caldas da Rainha, informou o delegado de saúde coordenador para a região do Oeste.
O surto "foi detetado na quinta-feira e até hoje foram confirmados 22 casos positivos, entre residentes e trabalhadores do lar", afirmou à Lusa o delegado de saúde, Jorge Nunes.
De acordo com o mesmo responsável, trata-se de "uma das situações preocupantes, dado o número elevado de infetados" no lar, com cerca 28 residentes, e onde "cerca de 50% dos trabalhadores e equipa técnica tiveram resultado positivo".
Os que tiveram resultado negativo "estão em isolamento por serem considerados contacto de risco".
12h20 - Surto com 25 infetados em lar da Lourinhã
Vinte e cinco pessoas estão infetadas com covid-19 no lar da Associação para o Desenvolvimento da Cabeça Gorda, na Lourinhã, disse fonte oficial do município à agência Lusa.
Segundo a mesma fonte, dos 25 infetados, 20 são utentes e cinco são funcionários do Lar de Nossa Senhora da Piedade da Associação para o Desenvolvimento da Cabeça Gorda.
Os utentes encontram-se a recuperar na instituição, apresentando sintomas ligeiros. No domingo, foram todos - juntamente com os funcionários - testados à covid-19.
Vinte e cinco pessoas estão infetadas com covid-19 no lar da Associação para o Desenvolvimento da Cabeça Gorda, na Lourinhã, disse fonte oficial do município à agência Lusa.
Segundo a mesma fonte, dos 25 infetados, 20 são utentes e cinco são funcionários do Lar de Nossa Senhora da Piedade da Associação para o Desenvolvimento da Cabeça Gorda.
Os utentes encontram-se a recuperar na instituição, apresentando sintomas ligeiros. No domingo, foram todos - juntamente com os funcionários - testados à covid-19.
12h18 - Mudança de planos. Países europeus aumentam restrições no Natal e Ano Novo
Vários países europeus estão a voltar atrás com a palavra e a aplicar restrições à população para a quadra festiva que se aproxima. Enquanto meia Europa receia a chegada de uma terceira vaga de Covid-19, causada pelos contactos entre familiares e amigos no Natal e no Ano Novo, outra metade continua sem conseguir sequer dobrar a curva epidemiológica para sair da segunda onda em que ainda se encontra, pelo que a adoção de novas medidas aparenta ser o único caminho possível.
Vários países europeus estão a voltar atrás com a palavra e a aplicar restrições à população para a quadra festiva que se aproxima. Enquanto meia Europa receia a chegada de uma terceira vaga de Covid-19, causada pelos contactos entre familiares e amigos no Natal e no Ano Novo, outra metade continua sem conseguir sequer dobrar a curva epidemiológica para sair da segunda onda em que ainda se encontra, pelo que a adoção de novas medidas aparenta ser o único caminho possível.
11h58 - Dinamarca alarga confinamento a todo o país
As medidas incluem o encerramento de bares, restaurantes e museus, uma decisão que se deveu a um pico de infeções.
11h47 - Guiné-Bissau com mais dois casos
A Guiné-Bissau registou na última semana mais dois casos de covid-19, segundo dados divulgados hoje pelo Alto-Comissariado para a Covid-19.
Os dados, referentes à semana entre 7 e 13 de dezembro, indicam que naquele período foram testadas 1.303 pessoas.
"Dos novos casos testados, 1.301 revelaram-se negativos e dois casos revelaram-se positivos para covid-19", refere o Alto-Comissariado para a Covid-19, salientando que um caso é proveniente da região de Bafatá e outro da região de Cacheu.
Atualmente, a Guiné-Bissau conta com um número acumulado de 2.446 casos positivos, 2.375 recuperados, 22 casos ativos e 44 vítimas mortais por covid-19.
O Setor Autónomo de Bissau, Biombo e Bafatá são as regiões com maior registo de casos. O arquipélago dos Bijagós permanece sem qualquer registo de casos para covid-19.
A Guiné-Bissau registou na última semana mais dois casos de covid-19, segundo dados divulgados hoje pelo Alto-Comissariado para a Covid-19.
Os dados, referentes à semana entre 7 e 13 de dezembro, indicam que naquele período foram testadas 1.303 pessoas.
"Dos novos casos testados, 1.301 revelaram-se negativos e dois casos revelaram-se positivos para covid-19", refere o Alto-Comissariado para a Covid-19, salientando que um caso é proveniente da região de Bafatá e outro da região de Cacheu.
Atualmente, a Guiné-Bissau conta com um número acumulado de 2.446 casos positivos, 2.375 recuperados, 22 casos ativos e 44 vítimas mortais por covid-19.
O Setor Autónomo de Bissau, Biombo e Bafatá são as regiões com maior registo de casos. O arquipélago dos Bijagós permanece sem qualquer registo de casos para covid-19.
11h35 - OMS sublinha “forte compromisso” da Pfizer para tornar vacina acessível
A Organização Mundial da Saúde acredita que a farmacêutica está fortemente empenhada em acertar um preço para a sua vacina que a torne acessível a nível global, mormente aos países mais pobres.
11h27 - Restrições nos voos de fora da UE prolongadas até final do ano
O Governo prolongou até ao final do ano as medidas restritivas em vigor ao tráfego aéreo de fora da União Europeia e do Espaço Schengen, que continua limitado a "viagens essenciais" e sujeito a teste prévio negativo à covid-19.
O despacho n.º 12202-A/2020, hoje publicado em Diário da República, prorroga a partir das 00:00 de quarta-feira até às 23:59 do dia 31 de dezembro o regime restritivo previsto no despacho n.º 3427-A/2020, de 18 de março, que tem desde então vindo a ser sucessivamente prorrogado "atendendo à avaliação da situação epidemiológica em Portugal e na União Europeia e às orientações da Comissão Europeia".
Segundo o Governo, "tendo em consideração a tendência de crescimento do número de casos de contágio da doença covid-19 nas últimas semanas em Portugal e a evolução epidemiológica verificada no presente", "mantém-se a necessidade de prorrogação das medidas restritivas do tráfego aéreo, devidamente alinhadas com as preocupações de saúde pública do momento atual".
Estas medidas podem ser revistas "em qualquer altura, em função da evolução da situação epidemiológica" e "os ministros da Administração Interna e da Saúde podem adotar, através de despacho conjunto, medidas específicas de controlo sanitário que se mostrem necessárias em função da origem dos voos (...) e a avaliação da situação epidemiológica pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças".
O tráfego aéreo com destino e a partir de Portugal de todos os voos de e para os países que integram a União Europeia vai continuar autorizado, assim como dos países associados ao Espaço Schengen (Liechtenstein, Noruega, Islândia e Suíça) e do Reino Unido, voos de apoio ao regresso dos cidadãos nacionais ou com autorização de residência, bem como voos de e para países que não integram a União Europeia ou que não sejam países associados ao Espaço Schengen, exclusivamente para "viagens essenciais".
Mas os passageiros destes voos essenciais, à exceção dos passageiros em trânsito que não obrigue a abandonar as instalações aeroportuárias, têm de apresentar, antes do embarque, comprovativo de realização de teste laboratorial (RT-PCR) para rastreio da infeção por SARS-CoV-2, com resultado negativo, realizado nas 72 horas anteriores ao momento do embarque, "sem o qual não poderão embarcar".
Como viagens essenciais são consideradas as destinadas a permitir a entrada ou saída de Portugal de cidadãos nacionais da União Europeia, nacionais de Estados associados ao Espaço Schengen e membros das respetivas famílias e nacionais de países terceiros com residência legal num Estado-Membro da União Europeia.
Dentro desta categoria estão também as deslocações de "nacionais de países terceiros em viagem por motivos profissionais, de estudo, de reunião familiar, por razões de saúde ou por razões humanitárias".
O diploma continua também a autorizar os voos de apoio ao regresso dos cidadãos nacionais ou titulares de autorização de residência em Portugal, os voos de natureza humanitária que tenham sido reconhecidos pelos serviços competentes da área governativa dos negócios estrangeiros e pelas autoridades competentes em matéria de aviação civil e os voos destinados a permitir o regresso aos respetivos países de cidadãos estrangeiros que se encontrem em Portugal, "desde que tais voos sejam promovidos pelas autoridades competentes de tais países, sujeitos a pedido e acordo prévio, e no respeito pelo princípio da reciprocidade".
O Governo prolongou até ao final do ano as medidas restritivas em vigor ao tráfego aéreo de fora da União Europeia e do Espaço Schengen, que continua limitado a "viagens essenciais" e sujeito a teste prévio negativo à covid-19.
O despacho n.º 12202-A/2020, hoje publicado em Diário da República, prorroga a partir das 00:00 de quarta-feira até às 23:59 do dia 31 de dezembro o regime restritivo previsto no despacho n.º 3427-A/2020, de 18 de março, que tem desde então vindo a ser sucessivamente prorrogado "atendendo à avaliação da situação epidemiológica em Portugal e na União Europeia e às orientações da Comissão Europeia".
Segundo o Governo, "tendo em consideração a tendência de crescimento do número de casos de contágio da doença covid-19 nas últimas semanas em Portugal e a evolução epidemiológica verificada no presente", "mantém-se a necessidade de prorrogação das medidas restritivas do tráfego aéreo, devidamente alinhadas com as preocupações de saúde pública do momento atual".
Estas medidas podem ser revistas "em qualquer altura, em função da evolução da situação epidemiológica" e "os ministros da Administração Interna e da Saúde podem adotar, através de despacho conjunto, medidas específicas de controlo sanitário que se mostrem necessárias em função da origem dos voos (...) e a avaliação da situação epidemiológica pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças".
O tráfego aéreo com destino e a partir de Portugal de todos os voos de e para os países que integram a União Europeia vai continuar autorizado, assim como dos países associados ao Espaço Schengen (Liechtenstein, Noruega, Islândia e Suíça) e do Reino Unido, voos de apoio ao regresso dos cidadãos nacionais ou com autorização de residência, bem como voos de e para países que não integram a União Europeia ou que não sejam países associados ao Espaço Schengen, exclusivamente para "viagens essenciais".
Mas os passageiros destes voos essenciais, à exceção dos passageiros em trânsito que não obrigue a abandonar as instalações aeroportuárias, têm de apresentar, antes do embarque, comprovativo de realização de teste laboratorial (RT-PCR) para rastreio da infeção por SARS-CoV-2, com resultado negativo, realizado nas 72 horas anteriores ao momento do embarque, "sem o qual não poderão embarcar".
Como viagens essenciais são consideradas as destinadas a permitir a entrada ou saída de Portugal de cidadãos nacionais da União Europeia, nacionais de Estados associados ao Espaço Schengen e membros das respetivas famílias e nacionais de países terceiros com residência legal num Estado-Membro da União Europeia.
Dentro desta categoria estão também as deslocações de "nacionais de países terceiros em viagem por motivos profissionais, de estudo, de reunião familiar, por razões de saúde ou por razões humanitárias".
O diploma continua também a autorizar os voos de apoio ao regresso dos cidadãos nacionais ou titulares de autorização de residência em Portugal, os voos de natureza humanitária que tenham sido reconhecidos pelos serviços competentes da área governativa dos negócios estrangeiros e pelas autoridades competentes em matéria de aviação civil e os voos destinados a permitir o regresso aos respetivos países de cidadãos estrangeiros que se encontrem em Portugal, "desde que tais voos sejam promovidos pelas autoridades competentes de tais países, sujeitos a pedido e acordo prévio, e no respeito pelo princípio da reciprocidade".
10h58 - Cientistas criam solução para auscultação convencional em infetados
Uma equipa de investigadores desenvolveu uma solução para possibilitar a auscultação convencional em pacientes covid-19, anunciou a Universidade de Coimbra (UC), referindo a impossibilidade de utilização do estetoscópio na prática médica por risco de contágio.
A solução agora criada permite a ligação entre um estetoscópio colocado no doente infetado pelo novo coronavírus e o médico, através de um telemóvel android, um estetoscópio eletrónico comercial e uns auriculares, refere a UC, numa nota hoje divulgada.
"O estetoscópio é um instrumento essencial na prática da medicina", mas, face à pandemia de covid-19, "os médicos, especialmente os pneumologistas e internistas, foram obrigados a abandonar este meio de diagnóstico, devido às medidas de proteção individual exigidas aos profissionais de saúde e à imposição de uma distância segura dos pacientes infetados, para evitar o risco de contágio", explica a UC.
A impossibilidade do uso do estetoscópio, destaca a nota, gera "dificuldades no diagnóstico e na avaliação adequada dos pacientes com covid-19 e obriga a recorrer a outros meios de diagnóstico mais dispendiosos, como o raio X ou ecografia".
Este "grande obstáculo" acaba de ser ultrapassado, "graças a uma solução tecnológica" desenvolvida por uma equipa de cientistas da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC, em parceria com os médicos Carlos Robalo Cordeiro e Tiago Alfaro, do Serviço de Pneumologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC).
"Basicamente, os cientistas desenvolveram um 'software' que permite a ligação remota entre o estetoscópio colocado no doente e o médico, através de um telemóvel 'android', um estetoscópio eletrónico comercial e uns auriculares", sintetiza a UC, referindo que "a ligação pode ser efetuada por cabo ou por sistema Bluetooth".
Uma equipa de investigadores desenvolveu uma solução para possibilitar a auscultação convencional em pacientes covid-19, anunciou a Universidade de Coimbra (UC), referindo a impossibilidade de utilização do estetoscópio na prática médica por risco de contágio.
A solução agora criada permite a ligação entre um estetoscópio colocado no doente infetado pelo novo coronavírus e o médico, através de um telemóvel android, um estetoscópio eletrónico comercial e uns auriculares, refere a UC, numa nota hoje divulgada.
"O estetoscópio é um instrumento essencial na prática da medicina", mas, face à pandemia de covid-19, "os médicos, especialmente os pneumologistas e internistas, foram obrigados a abandonar este meio de diagnóstico, devido às medidas de proteção individual exigidas aos profissionais de saúde e à imposição de uma distância segura dos pacientes infetados, para evitar o risco de contágio", explica a UC.
A impossibilidade do uso do estetoscópio, destaca a nota, gera "dificuldades no diagnóstico e na avaliação adequada dos pacientes com covid-19 e obriga a recorrer a outros meios de diagnóstico mais dispendiosos, como o raio X ou ecografia".
Este "grande obstáculo" acaba de ser ultrapassado, "graças a uma solução tecnológica" desenvolvida por uma equipa de cientistas da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC, em parceria com os médicos Carlos Robalo Cordeiro e Tiago Alfaro, do Serviço de Pneumologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC).
"Basicamente, os cientistas desenvolveram um 'software' que permite a ligação remota entre o estetoscópio colocado no doente e o médico, através de um telemóvel 'android', um estetoscópio eletrónico comercial e uns auriculares", sintetiza a UC, referindo que "a ligação pode ser efetuada por cabo ou por sistema Bluetooth".
10h51 - Alemanha espera iniciar vacinação ainda este ano
O ministro alemão da Saúde, Jens Spahn, manifestou o desejo de dar início ao programa de vacinação na Alemanha ainda antes do final do ano, assim seja dada a autorização à vacina pelo regulador europeu um par de dias antes do Natal.
10h38 - Pandemia pode levar 25 milhões de pessoas para a pobreza na Ásia-Pacífico
Os efeitos económicos da pandemia da covid-19 podem atirar até 25 milhões de pessoas para a pobreza na região Ásia-Pacífico, segundo um relatório hoje publicado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Com este aumento, o organismo internacional coloca entre 94 e 98 milhões o número total de pessoas da região que podem viver com menos de 1,9 dólares (1,57 euros) por dia.
O relatório destaca a redução de 15% nas horas de trabalho durante o segundo trimestre do ano, quando os países encerraram as suas fronteiras e vários obrigaram os seus cidadãos a permanecerem confinados em casa, o que resultou num efeito "devastador" na queda do rendimento.
A crise económica devido à covid-19 provocou o fim de 81 milhões de empregos e todas as economias da Ásia-Pacífico, sem exceção, foram afetadas e registaram uma maior taxa de desemprego.
Entre as pessoas que perderam o emprego destacam-se as mulheres e os jovens.
Os efeitos económicos da pandemia da covid-19 podem atirar até 25 milhões de pessoas para a pobreza na região Ásia-Pacífico, segundo um relatório hoje publicado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Com este aumento, o organismo internacional coloca entre 94 e 98 milhões o número total de pessoas da região que podem viver com menos de 1,9 dólares (1,57 euros) por dia.
O relatório destaca a redução de 15% nas horas de trabalho durante o segundo trimestre do ano, quando os países encerraram as suas fronteiras e vários obrigaram os seus cidadãos a permanecerem confinados em casa, o que resultou num efeito "devastador" na queda do rendimento.
A crise económica devido à covid-19 provocou o fim de 81 milhões de empregos e todas as economias da Ásia-Pacífico, sem exceção, foram afetadas e registaram uma maior taxa de desemprego.
Entre as pessoas que perderam o emprego destacam-se as mulheres e os jovens.
10h36 - Procura mundial de petróleo cai 8,8%
A procura mundial de petróleo vai cair 8,8% este ano face a 2019, para 91,2 milhões de barris por dia, e só recuperará parte desta perda em 2021, avançou hoje a Agência Internacional de Energia (AIE).
Apesar do recente aumento dos preços devido ao anúncio de várias vacinas contra o novo coronavírus, "a curto prazo, a procura continua fraca" e a sua recuperação será mais lenta do que o esperado, sublinha a AIE no seu relatório mensal sobre o mercado petrolífero.
A previsão de uma recuperação da procura até 2021 foi ligeiramente reduzida em 170.000 barris por dia, para um aumento de 5,7 milhões de barris em 2020, principalmente devido às perspetivas negativas para o combustível da aviação.
Apesar da recuperação a partir deste ano, a AIE espera que o consumo em 2021 seja de menos 3,1 milhões de barris por dia do que em 2019 - o último ano sem as distorções da pandemia - e atribui 80% deste declínio ao setor da aviação.
"Não se espera que a procura de combustível para a aviação recupere rapidamente, uma vez que os Governos planeiam manter o encerramento das fronteiras e as restrições de viagens até que as vacinas estejam amplamente disponíveis", sublinha o relatório.
Em vez disso, a procura de gasolina e gasóleo durante 2021 atingirá 97% e 99% dos níveis de 2019.
Apesar do recente aumento dos preços devido ao anúncio de várias vacinas contra o novo coronavírus, "a curto prazo, a procura continua fraca" e a sua recuperação será mais lenta do que o esperado, sublinha a AIE no seu relatório mensal sobre o mercado petrolífero.
A previsão de uma recuperação da procura até 2021 foi ligeiramente reduzida em 170.000 barris por dia, para um aumento de 5,7 milhões de barris em 2020, principalmente devido às perspetivas negativas para o combustível da aviação.
Apesar da recuperação a partir deste ano, a AIE espera que o consumo em 2021 seja de menos 3,1 milhões de barris por dia do que em 2019 - o último ano sem as distorções da pandemia - e atribui 80% deste declínio ao setor da aviação.
"Não se espera que a procura de combustível para a aviação recupere rapidamente, uma vez que os Governos planeiam manter o encerramento das fronteiras e as restrições de viagens até que as vacinas estejam amplamente disponíveis", sublinha o relatório.
Em vez disso, a procura de gasolina e gasóleo durante 2021 atingirá 97% e 99% dos níveis de 2019.
10h28 - Regulador europeu deve aprovar vacina a 23 de dezembro
A EMA (European Medicines Agency) espera dar luz verde à vacina Pfizer/BioNTech no próximo dia 23, de acordo com o alemão Bild, que cita fonte da Comissão Europeia.
10h18 - Covid-19 continuará a ter impacto negativo nos transportes públicos e viagens internacionais
Um estudo europeu sobre mobilidade realizado pela DECO PROTESTE e outras 10 organizações europeias, em outubro de 2020, revela que no contexto de pandemia os consumidores vão continuar a preferir formas individuais de transporte e mais viagens locais.
10h14 - Cabo Verde passa a permitir entrada com testes de antigénio negativos
As autoridades cabo-verdianas vão passar a aceitar resultados de testes rápidos de antigénio negativos à covid-19 para quem pretende entrar no país, e não apenas testes PCR, conforme resolução governamental que entra hoje em vigor.
Em causa está uma resolução do conselho de ministros de Cabo Verde, publicada ao final do dia de segunda-feira, 14 de dezembro, para entrar hoje em vigor, que, lê-se, segue a "recomendação emitida pela Comissão Europeia sobre o uso de testes de antigénio e do seu reconhecimento, enquanto meio de diagnóstico válido e célere" da covid-19.
Esta resolução vem alterar a anterior, de 12 de outubro, data em que Cabo Verde voltou a autorizar os voos comerciais internacionais, suspensos desde 19 de março para o arquipélago para conter a pandemia, que desde então obrigava todos os passageiros (aplicando-se igualmente a ligações marítimas) à apresentação de testes PCR negativos para covid-19 realizados com pelo menos 72 horas de antecedência.
"Os tripulantes e passageiros que se desloquem por meios aéreo ou marítimo e pretendam desembarcar em Cabo Verde estão obrigados a apresentar o resultado negativo de teste RT-PCR (Real Time Polimerase Chain Reaction by Rever-se Transcription) ou o resultado negativo de um teste de antigénio (antigen test) ou, ainda, qualquer outro teste molecular validado pelas autoridades da saúde, realizado num período máximo de 72 horas, antes do embarque, sob pena de lhes ser recusada a entrada no país", lê-se na resolução.
Entre outras alterações, esta resolução estabelece que estão excluídas da apresentação de testes moleculares (PCR ou outro) ou de antigénio as crianças menores de sete anos.
As autoridades cabo-verdianas vão passar a aceitar resultados de testes rápidos de antigénio negativos à covid-19 para quem pretende entrar no país, e não apenas testes PCR, conforme resolução governamental que entra hoje em vigor.
Em causa está uma resolução do conselho de ministros de Cabo Verde, publicada ao final do dia de segunda-feira, 14 de dezembro, para entrar hoje em vigor, que, lê-se, segue a "recomendação emitida pela Comissão Europeia sobre o uso de testes de antigénio e do seu reconhecimento, enquanto meio de diagnóstico válido e célere" da covid-19.
Esta resolução vem alterar a anterior, de 12 de outubro, data em que Cabo Verde voltou a autorizar os voos comerciais internacionais, suspensos desde 19 de março para o arquipélago para conter a pandemia, que desde então obrigava todos os passageiros (aplicando-se igualmente a ligações marítimas) à apresentação de testes PCR negativos para covid-19 realizados com pelo menos 72 horas de antecedência.
"Os tripulantes e passageiros que se desloquem por meios aéreo ou marítimo e pretendam desembarcar em Cabo Verde estão obrigados a apresentar o resultado negativo de teste RT-PCR (Real Time Polimerase Chain Reaction by Rever-se Transcription) ou o resultado negativo de um teste de antigénio (antigen test) ou, ainda, qualquer outro teste molecular validado pelas autoridades da saúde, realizado num período máximo de 72 horas, antes do embarque, sob pena de lhes ser recusada a entrada no país", lê-se na resolução.
Entre outras alterações, esta resolução estabelece que estão excluídas da apresentação de testes moleculares (PCR ou outro) ou de antigénio as crianças menores de sete anos.
9h40 - Angola regista 16,277 casos
Entre os países de língua oficial portuguesa, Angola é aquele que tem o registo mais alto de casos de covid-19. O país tem 372 óbitos e 16.277 casos, seguindo-se Moçambique (143 mortos e 17.002 casos), Cabo Verde (110 mortos e 11.361 casos), Guiné Equatorial (85 mortos e 5.195 casos), Guiné-Bissau (44 mortos e 2.444 casos) e São Tomé e Príncipe (17 mortos e 1.009 casos).
9h39 - África com mais 310 mortes e 10.881 infetados em 24 horas
África registou mais 310 mortes devido à covid-19 e somou mais 10.881 novos casos nas últimas 24 horas, atingindo um total 56.647 óbitos desde o início da pandemia, segundo dados oficiais.
De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o continente africano regista agora um total de 2.389.975 pessoas infetadas desde o início da pandemia nos 55 estados-membros da União Africana.
O número de recuperados nas últimas 24 horas foi de 10.021, para um total de 2.024.010.
A África Austral é a região mais afetada, com 973.493 casos de infeção e 25.204 mortes registadas. Nesta região, a África do Sul, o país mais atingido pela covid-19 no continente, contabiliza um total de 866.127 infeções confirmadas e de 23.451 casos de mortes devidas à doença.
O Norte de África é a segunda zona mais afetada pela pandemia, com 829.390 casos de infeção e 21.649 vítimas mortais.
A África Oriental contabiliza 299.056 casos e 5.578 mortos, na África Ocidental o número de infeções é de 219.127, com 2.986 mortos, enquanto a África Central regista 68.909 casos e 1.230 óbitos, os mesmos registados no sábado.
O Egito, que é o segundo país africano com mais vítimas mortais, a seguir à África do Sul, regista 6.943 mortos e 122.086 infetados, seguindo-se Marrocos, que contabiliza 6.659 vítimas mortais, tendo ultrapassado hoje os 400 mil infetados (400.826).
Entre os seis países mais afetados estão também a Tunísia, com 3.894 mortos e 111.361 infetados, a Argélia, com 2.609 óbitos e 92.597 casos, a Etiópia, com 1.809 vítimas mortais e 117.242 casos, e o Quénia, com 1.593 óbitos e 92.055 infetados.
África registou mais 310 mortes devido à covid-19 e somou mais 10.881 novos casos nas últimas 24 horas, atingindo um total 56.647 óbitos desde o início da pandemia, segundo dados oficiais.
De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o continente africano regista agora um total de 2.389.975 pessoas infetadas desde o início da pandemia nos 55 estados-membros da União Africana.
O número de recuperados nas últimas 24 horas foi de 10.021, para um total de 2.024.010.
A África Austral é a região mais afetada, com 973.493 casos de infeção e 25.204 mortes registadas. Nesta região, a África do Sul, o país mais atingido pela covid-19 no continente, contabiliza um total de 866.127 infeções confirmadas e de 23.451 casos de mortes devidas à doença.
O Norte de África é a segunda zona mais afetada pela pandemia, com 829.390 casos de infeção e 21.649 vítimas mortais.
A África Oriental contabiliza 299.056 casos e 5.578 mortos, na África Ocidental o número de infeções é de 219.127, com 2.986 mortos, enquanto a África Central regista 68.909 casos e 1.230 óbitos, os mesmos registados no sábado.
O Egito, que é o segundo país africano com mais vítimas mortais, a seguir à África do Sul, regista 6.943 mortos e 122.086 infetados, seguindo-se Marrocos, que contabiliza 6.659 vítimas mortais, tendo ultrapassado hoje os 400 mil infetados (400.826).
Entre os seis países mais afetados estão também a Tunísia, com 3.894 mortos e 111.361 infetados, a Argélia, com 2.609 óbitos e 92.597 casos, a Etiópia, com 1.809 vítimas mortais e 117.242 casos, e o Quénia, com 1.593 óbitos e 92.055 infetados.
9h31 - Hospital de Cantanhede premiado por resposta inovadora
O programa de gestão de visitas a doentes, desenvolvido pelo Hospital de Cantanhede no início da pandemia da covid-19, foi reconhecido a nível mundial pela forma inovadora como preservou a dignidade do doente e da sua família.
Contrariando as indicações iniciais, o Hospital de Cantanhede, no distrito de Coimbra, não privou os seus doentes de contactos e de visitas das suas famílias, desenvolvendo um plano de ação que colocou o doente no centro das atenções.
Em declarações à agência Lusa, a presidente do conselho diretivo, Diana Vilela Breda, explicou que no início da pandemia aquela unidade hospitalar "percebeu que tinha de manter as visitas dos familiares e, ao mesmo tempo, garantir as condições de segurança, salvaguardando direitos essenciais e a qualidade de vida dos doentes".
"Nesta fase, os doentes estavam ainda mais fragilizados e confusos e a família estava angustiada com o afastamento físico forçado, pelo que era mesmo muito importante manter o contacto", salientou a administradora, referindo que o "princípio essencial foi precisamente a preservação da dignidade da pessoa doente e da sua família".
Segundo Diana Breda, as visitas nas unidades de cuidados continuados e de paliativos "são essenciais para a própria melhoria da condição clínica do doente ou para dar bem-estar ao doente numa fase crítica da sua vida", pelo que o Hospital de Cantanhede criou a figura do gestor do doente.
"Significa que o médico, assistente social, psicólogo ou enfermeiro desta equipa multidisciplinar manteve sempre a comunicação entre o doente e a sua rede social de apoio", frisou a responsável.
O sistema informático criado para gerir os contactos e as visitas evita que existam visitas sobrepostas, com mais do que uma pessoa no hospital à mesma hora, e permite a "rastreabilidade dos contactos, se for necessário".
Numa primeira fase, o Hospital de Cantanhede incentivou os familiares a visitas remotas, através de telemóveis e `tablets`, seguindo-se visitas com separação física, através das janelas ou com uma separação de vidro ou, já nesta fase, através de uma mesa, garantindo o afastamento social.
Os doentes em fase terminal puderam também receber junto a si a presença física de familiares, nos casos em que se "percebeu que não ia haver uma segunda hipótese de se despedirem", enfatizou Diana Breda.
O programa de gestão de visitas a doentes, desenvolvido pelo Hospital de Cantanhede no início da pandemia da covid-19, foi reconhecido a nível mundial pela forma inovadora como preservou a dignidade do doente e da sua família.
Contrariando as indicações iniciais, o Hospital de Cantanhede, no distrito de Coimbra, não privou os seus doentes de contactos e de visitas das suas famílias, desenvolvendo um plano de ação que colocou o doente no centro das atenções.
Em declarações à agência Lusa, a presidente do conselho diretivo, Diana Vilela Breda, explicou que no início da pandemia aquela unidade hospitalar "percebeu que tinha de manter as visitas dos familiares e, ao mesmo tempo, garantir as condições de segurança, salvaguardando direitos essenciais e a qualidade de vida dos doentes".
"Nesta fase, os doentes estavam ainda mais fragilizados e confusos e a família estava angustiada com o afastamento físico forçado, pelo que era mesmo muito importante manter o contacto", salientou a administradora, referindo que o "princípio essencial foi precisamente a preservação da dignidade da pessoa doente e da sua família".
Segundo Diana Breda, as visitas nas unidades de cuidados continuados e de paliativos "são essenciais para a própria melhoria da condição clínica do doente ou para dar bem-estar ao doente numa fase crítica da sua vida", pelo que o Hospital de Cantanhede criou a figura do gestor do doente.
"Significa que o médico, assistente social, psicólogo ou enfermeiro desta equipa multidisciplinar manteve sempre a comunicação entre o doente e a sua rede social de apoio", frisou a responsável.
O sistema informático criado para gerir os contactos e as visitas evita que existam visitas sobrepostas, com mais do que uma pessoa no hospital à mesma hora, e permite a "rastreabilidade dos contactos, se for necessário".
Numa primeira fase, o Hospital de Cantanhede incentivou os familiares a visitas remotas, através de telemóveis e `tablets`, seguindo-se visitas com separação física, através das janelas ou com uma separação de vidro ou, já nesta fase, através de uma mesa, garantindo o afastamento social.
Os doentes em fase terminal puderam também receber junto a si a presença física de familiares, nos casos em que se "percebeu que não ia haver uma segunda hipótese de se despedirem", enfatizou Diana Breda.
9h27 - Estratégia sueca volta a ser revista após agravamento do número de casos
Perante a aproximação das festas natalícias, o governo sueco tem enviado mensagens escritas para os telemóveis da população com recomendações a seguir nas próximas semanas.
Perante a aproximação das festas natalícias, o governo sueco tem enviado mensagens escritas para os telemóveis da população com recomendações a seguir nas próximas semanas.
9h25 - "No Kachi: vencer o cancro em tempo de pandemia"
Numa altura em que praticamente só se fala de uma única doença a pandemia da Covid, outras doenças igualmente duras existem e dificultam a vida de quem por elas passam.
Numa altura em que praticamente só se fala de uma única doença a pandemia da Covid, outras doenças igualmente duras existem e dificultam a vida de quem por elas passam.
9h23 - Alemanha regista mais 500 mortes e 14.432 novas infeções
A Alemanha registou 14.432 novas infeções pelo SARS-CoV-2 e 500 mortes nas últimas 24 horas, disseram hoje as autoridades alemãs, referindo que este número de óbitos é o terceiro maior durante toda a pandemia no país.
Segundo dados do Instituto Robert Koch (RKI), atualizados na última meia-noite, o número total de casos positivos desde o anúncio do primeiro contágio no país, no final de janeiro, é de 1.351.510, contabilizando ainda 22.475 mortes.
Cerca de 1.003.300 pessoas já recuperaram da doença, enquanto o número de casos ativos é agora de 325.700, de acordo os dados do RKI.
O máximo de novas infeções e mortes diárias foi atingido na sexta-feira, com 29.875 positivos e 598 mortes.
Em toda a Alemanha, a incidência acumulada nos últimos sete dias é de 173,7 casos por 100.000 habitantes e as novas infeções subiram para 144.485 na última semana.
Na segunda-feira, o número de pacientes com covid-19 em unidades de cuidados intensivos subiu para 4.670, dos quais 2.668 (57%) estão a receber respiração assistida, segundo dados da Associação Interdisciplinar Alemã de Cuidados Intensivos e Medicina de Emergência (DIVI).
A Alemanha registou 14.432 novas infeções pelo SARS-CoV-2 e 500 mortes nas últimas 24 horas, disseram hoje as autoridades alemãs, referindo que este número de óbitos é o terceiro maior durante toda a pandemia no país.
Segundo dados do Instituto Robert Koch (RKI), atualizados na última meia-noite, o número total de casos positivos desde o anúncio do primeiro contágio no país, no final de janeiro, é de 1.351.510, contabilizando ainda 22.475 mortes.
Cerca de 1.003.300 pessoas já recuperaram da doença, enquanto o número de casos ativos é agora de 325.700, de acordo os dados do RKI.
O máximo de novas infeções e mortes diárias foi atingido na sexta-feira, com 29.875 positivos e 598 mortes.
Em toda a Alemanha, a incidência acumulada nos últimos sete dias é de 173,7 casos por 100.000 habitantes e as novas infeções subiram para 144.485 na última semana.
Na segunda-feira, o número de pacientes com covid-19 em unidades de cuidados intensivos subiu para 4.670, dos quais 2.668 (57%) estão a receber respiração assistida, segundo dados da Associação Interdisciplinar Alemã de Cuidados Intensivos e Medicina de Emergência (DIVI).
9h17 - Associação de Lares desaconselha saída de idosos no Natal
A Associação de Lares e Casas de Repouso de Idoso recomenda que os lares não permitam a saída de utentes durante as festas de Natal e Ano Novo, por poderem "comprometer o trabalho feito nos últimos meses".
A Associação de Lares e Casas de Repouso de Idoso recomenda que os lares não permitam a saída de utentes durante as festas de Natal e Ano Novo, por poderem "comprometer o trabalho feito nos últimos meses".
8h58 - Nações Unidas alargam permanência na Guiné-Bissau
A ONU e o governo guineense continuarão cooperação em 2021. Quadro de Cooperação deveria terminar este ano, mas o prazo foi ampliado até dezembro de 2021.
Missão do Escritório da #ONU na Guiné-Bissau @SRSG_UNIOGBIS chegou ao fim mas Nações Unidas e o governo do país continuarão cooperação em 2021. Quadro de Cooperação deveria terminar esse ano mas prazo foi ampliado até dezembro de 2021 por causa da #COVID19 https://t.co/0ERnCtrhvP pic.twitter.com/5KzjHY2czr
— Nações Unidas (@NacoesUnidas) December 15, 2020
8h29 - Governadora de Tóquio exclui anulação dos Jogos Olímpicos
A governadora de Tóquio não vê "qualquer cenário" suscetível de levar à anulação dos Jogos Olímpicos, adiados para o verão de 2021 devido à pandemia da covid-19.
Yuriko Koike reconheceu que uma maioria do público japonês continua a opor-se à realização em 2021 dos Jogos Olímpicos de Tóquio, devido a um aumento dos casos de covid-19, mas disse estar convencida que estas preocupações podem ser ultrapassadas.
"O público japonês e os residentes de Tóquio estão focados na situação atual", declarou Koike. "Nós estamos voltados para o futuro", acrescentou.
A responsável advertiu que o futuro de Tóquio2020, inicialmente marcado para o verão deste ano, terá um impacto nos futuros eventos olímpicos, como os Jogos de inverno de 2022 em Pequim e os Jogos de verão de 2024 em Paris.
Os Jogos Olímpicos de Tóquio foram os primeiros da história a serem adiados em tempo de paz e um novo adiamento foi já excluído pelos organizadores e responsáveis japoneses.
7h54 - Ponto de situaçãoA governadora de Tóquio não vê "qualquer cenário" suscetível de levar à anulação dos Jogos Olímpicos, adiados para o verão de 2021 devido à pandemia da covid-19.
Yuriko Koike reconheceu que uma maioria do público japonês continua a opor-se à realização em 2021 dos Jogos Olímpicos de Tóquio, devido a um aumento dos casos de covid-19, mas disse estar convencida que estas preocupações podem ser ultrapassadas.
"O público japonês e os residentes de Tóquio estão focados na situação atual", declarou Koike. "Nós estamos voltados para o futuro", acrescentou.
A responsável advertiu que o futuro de Tóquio2020, inicialmente marcado para o verão deste ano, terá um impacto nos futuros eventos olímpicos, como os Jogos de inverno de 2022 em Pequim e os Jogos de verão de 2024 em Paris.
Os Jogos Olímpicos de Tóquio foram os primeiros da história a serem adiados em tempo de paz e um novo adiamento foi já excluído pelos organizadores e responsáveis japoneses.
"Serviços excecionais" prestados na resposta à pandemia da Covid-19. É o que a Federação Internacional dos Hospitais assinala esta terça-feira, dia escolhido pela estrutura tendo em vista a consciencialização para o trabalho das unidades de saúde em contexto pandémico. Há 13 entidades do Serviço Nacional de Saúde entre 103 instituições de 28 países distinguidas pela estrutura.
A Federação Internacional de Hospitais enfatiza que as entidades distinguidas implementaram alterações na prestação de cuidados, nomeadamente inovações tecnológicas no diagnóstico e tratamento, ou a reestruturação dos sistemas de fluxo de trabalho e interação entre médico e doente. A distinção, que decorre da avaliação de um júri internacional de 16 especialistas do sector da saúde, recai sobre mais de uma centena de instituições de 28 países que "proativamente colocaram em prática respostas ou ações organizacionais de excelência e com caráter inovador no combate à pandemia Covid-19, a nível regional ou nacional".
Em Portugal, são distinguidos o Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho, o Hospital de Cascais, o Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte, IPO de Coimbra Francisco Gentil, a Unidade Local de Saúde da Guarda e o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
Da lista fazem ainda parte o Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, o Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga, o Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, o Centro Hospitalar Universitário de São João, o Hospital Arcebispo João Crisóstomo, em Cantanhede, e os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SMPS) em parceria com a Direção-Geral da Saúde (DGS).
Em comunicado, o Ministério da Saúde sinaliza que os projetos foram apresentados a concurso no "Programa de Reconhecimento da Resposta à Covid-19", que reconheceu ações e respostas de prestadores de cuidados de saúde em todo o mundo e que foram "para além do exigível".
O quadro em Portugal
Morreram mais 90 pessoas com Covid-19 em Portugal, segundo o boletim epidemiológico de segunda-feira. No total, desde o inicio da pandemia, foram registados 5649 óbitos.
Há ainda a registar 2194 novos casos de infeção, para um total de quase 360 mil desde março.
Os internamentos subiram pelo segundo dia consecutivo. Há mais 97 pessoas hospitalizadas. Nos cuidados intensivos estao 513 doentes.
Os casos recuperados utrapassaram os 274 mil. Há mais de 71 mil casos ativos. A ministra da Saúde, Marta Temido, apelou ontem a que o Natal seja passado de forma cuidadosa e refletida.
Ventiladores
Centenas de ventiladores que o Estado comprou desde o início da pandemia acabaram por não chegar aos hospitais. Alguns contratos tiveram de ser cancelados e está também em falta um adaptador de oxigénio. Mesmo assim, o Serviço Nacional de Saúde tem disponiveis nesta altura quase o dobro dos ventiladores.
O quadro internacional
A pandemia da Covid-19 provocou pelo menos 1.612.297 mortos resultantes de mais de 72,1 milhões de casos de infeção, de acordo com o balanço em permanente atualização por parte da agência France Presse.
O Brasil aproxima-se da marca de sete milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia. Nas últimas 24 horas, o país sul-americano somou 181.835 óbitos e 6.927.145 casos de infeção.
O Governo brasileiro confirmou a notificação de 433 mortes e 25.193 novos casos de Covid-19 em 24 horas.
Recuperaram 6.016.085 pessoas, ao passo que 729.225 permanecem sob acompanhamento médico.
A Covid-19 é a doença é causada por um novo coronavírus, o SARS-CoV-2, identificado no final de dezembro de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.
Centenas de ventiladores que o Estado comprou desde o início da pandemia acabaram por não chegar aos hospitais. Alguns contratos tiveram de ser cancelados e está também em falta um adaptador de oxigénio. Mesmo assim, o Serviço Nacional de Saúde tem disponiveis nesta altura quase o dobro dos ventiladores.
O quadro internacional
A pandemia da Covid-19 provocou pelo menos 1.612.297 mortos resultantes de mais de 72,1 milhões de casos de infeção, de acordo com o balanço em permanente atualização por parte da agência France Presse.
O Brasil aproxima-se da marca de sete milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia. Nas últimas 24 horas, o país sul-americano somou 181.835 óbitos e 6.927.145 casos de infeção.
O Governo brasileiro confirmou a notificação de 433 mortes e 25.193 novos casos de Covid-19 em 24 horas.
Recuperaram 6.016.085 pessoas, ao passo que 729.225 permanecem sob acompanhamento médico.
A Covid-19 é a doença é causada por um novo coronavírus, o SARS-CoV-2, identificado no final de dezembro de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.