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11h39 - Moderna corta na entrega de vacinas a Itália
"Há minutos, a Moderna falou-nos do corte na distribuição das vacinas. Na semana que começa a 7 de fevereiro, apenas 132.000 doses chegarão, menos 20% do que o acordado", disse Domenico Arcuri, o comissário especial para a covid-19.
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23h09 - Assembleia da República indica 49 deputados para o processo de vacinação
O parlamento indicou 49 deputados para o processo de vacinação contra a Covid-19, comunicou hoje o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, numa carta enviada ao primeiro-ministro, António Costa.
Para além dos 49 deputados, num total de 230, está ainda incluído o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues. Os deputados em questão são do PS, PSD, PCP, PEV e uma das duas deputadas não inscritas.
Neste grupo de deputados estão quase todos os vice-presidentes da Assembleia da República, apenas não constando José Manuel Pureza, do Bloco de Esquerda, que prescindiu de ser vacinado já nesta fase.
O parlamento indicou 49 deputados para o processo de vacinação contra a Covid-19, comunicou hoje o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, numa carta enviada ao primeiro-ministro, António Costa.
Para além dos 49 deputados, num total de 230, está ainda incluído o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues. Os deputados em questão são do PS, PSD, PCP, PEV e uma das duas deputadas não inscritas.
Neste grupo de deputados estão quase todos os vice-presidentes da Assembleia da República, apenas não constando José Manuel Pureza, do Bloco de Esquerda, que prescindiu de ser vacinado já nesta fase.
22h28 - Portugal está a realizar uma média de 52 mil testes à covid-19
Portugal está a realizar uma média de 52 mil testes ao novo coronavírus por dia em janeiro, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA).
Os dados foram avançados pela vogal do conselho diretivo do INSA Cristina Abreu Santos numa audição conjunta com outros especialistas em saúde pública na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia e do processo de recuperação económica e social, no parlamento.
“Estes valores têm vindo a aumentar”, disse Cristina Abreu Santos, exemplificando que em dezembro o país estava a fazer uma média de 34 mil testes por dia e nos primeiros 26 dias de janeiro foi realizada uma média de 52 mil testes ao dia.
Segundo a responsável, trata-se de “uma evolução natural com um investimento e com o reforço numa reserva estratégica que o Ministério da Saúde pôs à disposição dos laboratórios do Serviço Nacional de Saúde (SNS)”.
Os dados avançados pelo INSA referem que na terceira semana de janeiro conseguiu-se fazer cerca de 450 mil testes semanais, o que coloca Portugal no quinto lugar de países da União Europeia a realizar mais testes por milhão de habitantes.
“Se formos comparar com todo o ano 2020, o máximo que tínhamos feito por semana tinha sido 286 mil testes, ou seja, passámos de um máximo em 2020 de 286 mil testes para a terceira semana de janeiro com 450 mil testes”, salientou.
Assinalou ainda o dia 22 de janeiro com o dia em que foram realizados mais testes, quase 77 mil.
Cristina Abreu Santos acrescentou que “atualmente a capacidade de testagem aferida pela metodologia convencional que é a metodologia PCR é neste momento de cerca de 60 mil testes ao dia”.
Portugal está a realizar uma média de 52 mil testes ao novo coronavírus por dia em janeiro, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA).
Os dados foram avançados pela vogal do conselho diretivo do INSA Cristina Abreu Santos numa audição conjunta com outros especialistas em saúde pública na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia e do processo de recuperação económica e social, no parlamento.
“Estes valores têm vindo a aumentar”, disse Cristina Abreu Santos, exemplificando que em dezembro o país estava a fazer uma média de 34 mil testes por dia e nos primeiros 26 dias de janeiro foi realizada uma média de 52 mil testes ao dia.
Segundo a responsável, trata-se de “uma evolução natural com um investimento e com o reforço numa reserva estratégica que o Ministério da Saúde pôs à disposição dos laboratórios do Serviço Nacional de Saúde (SNS)”.
Os dados avançados pelo INSA referem que na terceira semana de janeiro conseguiu-se fazer cerca de 450 mil testes semanais, o que coloca Portugal no quinto lugar de países da União Europeia a realizar mais testes por milhão de habitantes.
“Se formos comparar com todo o ano 2020, o máximo que tínhamos feito por semana tinha sido 286 mil testes, ou seja, passámos de um máximo em 2020 de 286 mil testes para a terceira semana de janeiro com 450 mil testes”, salientou.
Assinalou ainda o dia 22 de janeiro com o dia em que foram realizados mais testes, quase 77 mil.
Cristina Abreu Santos acrescentou que “atualmente a capacidade de testagem aferida pela metodologia convencional que é a metodologia PCR é neste momento de cerca de 60 mil testes ao dia”.
22h17 - Número de ambulâncias a chegar ao Santa Maria baixou significativamente
O número de ambulâncias concentradas na entrada do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, reduziu significativamente ao início da noite de hoje, mas a Proteção Civil e o INEM atenderam “dezenas” de doentes infetados ao longo do dia.
O cenário caótico com que as pessoas se depararam nos últimos dias quando chegavam ao maior hospital do país, de uma longa fila de ambulâncias com pacientes contagiados com o SARS-CoV-2 e que aguardavam há várias horas para ser atendidos, contrasta com o ambiente presenciado pelas 20:00 de hoje.
A esta hora havia apenas “seis ambulâncias”, anunciou em conferência de imprensa a diretora do Serviço de Urgência do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHLN), Anabela Oliveira, com doentes que “estão há mais de dez horas” a aguardar a triagem.
“Não sei se são doentes que carecem de internamento, são doentes que têm de ser avaliados”, acrescentou a responsável.
Anabela Oliveira considerou que o trabalho desenvolvido entre a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) ao nível da pré-triagem “foi absolutamente fundamental” para aliviar a pressão sobre o Santa Maria.
Soraia Taveira, médica do INEM, acrescentou que a pré-triagem feita em conjunto com a Proteção Civil possibilitou o encaminhamento dos doentes para as unidades correspondentes, mas que conduziram “poucos” aos centros de saúde.
O número de ambulâncias concentradas na entrada do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, reduziu significativamente ao início da noite de hoje, mas a Proteção Civil e o INEM atenderam “dezenas” de doentes infetados ao longo do dia.
O cenário caótico com que as pessoas se depararam nos últimos dias quando chegavam ao maior hospital do país, de uma longa fila de ambulâncias com pacientes contagiados com o SARS-CoV-2 e que aguardavam há várias horas para ser atendidos, contrasta com o ambiente presenciado pelas 20:00 de hoje.
A esta hora havia apenas “seis ambulâncias”, anunciou em conferência de imprensa a diretora do Serviço de Urgência do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHLN), Anabela Oliveira, com doentes que “estão há mais de dez horas” a aguardar a triagem.
“Não sei se são doentes que carecem de internamento, são doentes que têm de ser avaliados”, acrescentou a responsável.
Anabela Oliveira considerou que o trabalho desenvolvido entre a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) ao nível da pré-triagem “foi absolutamente fundamental” para aliviar a pressão sobre o Santa Maria.
Soraia Taveira, médica do INEM, acrescentou que a pré-triagem feita em conjunto com a Proteção Civil possibilitou o encaminhamento dos doentes para as unidades correspondentes, mas que conduziram “poucos” aos centros de saúde.
22h10 - Brasil reporta 1.119 mortos e 59.826 casos nas últimas 24 horas
O Brasil, país lusófono mais afetado pela pandemia, registou 1.119 mortos e 59.826 casos de infeção pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, segundo reportaram hoje as autoridades de saúde brasileiras.
De acordo com o Ministério da Saúde local, o Brasil totaliza 222.666 óbitos devido à covid-19 e os casos positivos chegam a 9.118.513 desde o registo da primeira infeção no país, há cerca de 11 meses.
Das 27 unidades federativas que constituem o país sul-americano, São Paulo é o foco da pandemia, concentrando 1.759.957 diagnósticos de infeção, sendo seguido por Minas Gerais (721.967), Bahia (581.880) e Santa Catarina (573.104).
Já os estados com mais óbitos são São Paulo (52.722), Rio de Janeiro (29.523), Minas Gerais (14.819) e Rio Grande do Sul (10.615).
Em relação ao total de recuperações, o Brasil ocupa o terceiro lugar mundial, com 7,9 milhões de pacientes recuperados da doença, atrás dos Estados Unidos e da Índia. Por outro lado, 935.204 cidadãos infetados permanecem sob acompanhamento médico no país.
O Brasil, país lusófono mais afetado pela pandemia, registou 1.119 mortos e 59.826 casos de infeção pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, segundo reportaram hoje as autoridades de saúde brasileiras.
De acordo com o Ministério da Saúde local, o Brasil totaliza 222.666 óbitos devido à covid-19 e os casos positivos chegam a 9.118.513 desde o registo da primeira infeção no país, há cerca de 11 meses.
Das 27 unidades federativas que constituem o país sul-americano, São Paulo é o foco da pandemia, concentrando 1.759.957 diagnósticos de infeção, sendo seguido por Minas Gerais (721.967), Bahia (581.880) e Santa Catarina (573.104).
Já os estados com mais óbitos são São Paulo (52.722), Rio de Janeiro (29.523), Minas Gerais (14.819) e Rio Grande do Sul (10.615).
Em relação ao total de recuperações, o Brasil ocupa o terceiro lugar mundial, com 7,9 milhões de pacientes recuperados da doença, atrás dos Estados Unidos e da Índia. Por outro lado, 935.204 cidadãos infetados permanecem sob acompanhamento médico no país.
21h50 - Governo estabelece regras para viagens de e para Portugal
Passageiros que cheguem por via área a Portugal de países da União Europeia com mais de 150 casos de covid-19 por 100.000 habitantes terão de apresentar teste, ficando em quarentena se os casos ultrapassarem os 500 por 100.000 habitantes.
Num comunicado hoje divulgado o Ministério da Administração Interna explica as regras que entram em vigor no domingo, aprovadas no Conselho de Ministros de quinta-feira e que contemplam o autoconfinamento (proibição de sair do país) e a reposição do controlo de fronteiras, com suspensão de viagens de comboio e de barco.
Em relação à União Europeia, não há restrições para países com menos de 150 casos por 100 mil habitantes, como a Finlândia ou a Noruega, mas pessoas provenientes de países como a Alemanha, Bélgica, França, Itália ou Países Baixos, que têm entre 150 a 500 casos de covid-19 por 100 mil habitantes, terão de apresentar comprovativo de realização de teste covid-19 com resultado negativo realizado nas 72 horas anteriores.
Já passageiros provenientes de países com mais de 500 casos por 100 mil habitantes, como a Espanha ou a Irlanda, terão de apresentar o teste negativo mas também terão de ficar durante 14 dias em quarentena, em domicílio ou em local indicado pelas autoridades portuguesas de saúde.
Neste caso excetuam-se viagens essenciais cujo período de permanência não exceda as 48 horas.
Em relação aos voos de países de fora da União Europeia são definidas três categorias. Para voos de países seguros (lista da Recomendação do Conselho da União Europeia) é exigido o comprovativo de realização de teste negativo. Para voos de todos os outros países só são permitidas viagens essenciais e sempre com comprovativo de teste.
Em relação ao Brasil e ao Reino Unido mantém-se a suspensão de voos até 14 de fevereiro, com exceção de voos de repatriamento.
Passageiros que cheguem por via área a Portugal de países da União Europeia com mais de 150 casos de covid-19 por 100.000 habitantes terão de apresentar teste, ficando em quarentena se os casos ultrapassarem os 500 por 100.000 habitantes.
Num comunicado hoje divulgado o Ministério da Administração Interna explica as regras que entram em vigor no domingo, aprovadas no Conselho de Ministros de quinta-feira e que contemplam o autoconfinamento (proibição de sair do país) e a reposição do controlo de fronteiras, com suspensão de viagens de comboio e de barco.
Em relação à União Europeia, não há restrições para países com menos de 150 casos por 100 mil habitantes, como a Finlândia ou a Noruega, mas pessoas provenientes de países como a Alemanha, Bélgica, França, Itália ou Países Baixos, que têm entre 150 a 500 casos de covid-19 por 100 mil habitantes, terão de apresentar comprovativo de realização de teste covid-19 com resultado negativo realizado nas 72 horas anteriores.
Já passageiros provenientes de países com mais de 500 casos por 100 mil habitantes, como a Espanha ou a Irlanda, terão de apresentar o teste negativo mas também terão de ficar durante 14 dias em quarentena, em domicílio ou em local indicado pelas autoridades portuguesas de saúde.
Neste caso excetuam-se viagens essenciais cujo período de permanência não exceda as 48 horas.
Em relação aos voos de países de fora da União Europeia são definidas três categorias. Para voos de países seguros (lista da Recomendação do Conselho da União Europeia) é exigido o comprovativo de realização de teste negativo. Para voos de todos os outros países só são permitidas viagens essenciais e sempre com comprovativo de teste.
Em relação ao Brasil e ao Reino Unido mantém-se a suspensão de voos até 14 de fevereiro, com exceção de voos de repatriamento.
21h42 - São Tomé suspeita de nova estirpe no país e prorroga situação de calamidade
O Governo são-tomense suspeita que a nova estirpe do coronavírus do Reino Unido já está no país, devido ao aumento de 24 novos casos, e prorrogou por mais 15 dias a situação de calamidade na ilha de São Tomé.
"Infelizmente nós estamos notando uma subida de casos positivos de covid-19 desde o início do mês de janeiro e há suspeita de entrada no país da nova estirpe deste vírus que está a circular na Europa, nomeadamente no Reino Unido", disse hoje o ministro da Presidência do Conselho de Ministros.
Wando Castro lembrou que nas últimas semanas visitaram o país "muitos compatriotas" provenientes "do estrangeiro, sobretudo de Londres", admitindo, contudo que "para já tudo não passa de uma suspeita", devido ao país "não ter condições para definir ao certo se há, ou não, a existência dessa nova estirpe em São Tomé".
"Todavia estamos a trabalhar com a Organização Mundial da Saúde [OMS] e tão cedo as condições nos permitirem iremos enviar amostras para um laboratório de referência na África do Sul, a fim de determinar com certeza se existe ou não a possibilidade desta nova estirpe estar entre nós", explicou o também titular da pasta da Comunicação Social e Novas Tecnologias.
Nas últimas 48 horas, São Tomé e Príncipe registou mais 24 novos casos do novo coronavírus, aumentando a infeção para 1.245, indicou o Boletim Diário Covid-19 hoje divulgado pelo Ministério da Saúde.
O Governo são-tomense suspeita que a nova estirpe do coronavírus do Reino Unido já está no país, devido ao aumento de 24 novos casos, e prorrogou por mais 15 dias a situação de calamidade na ilha de São Tomé.
"Infelizmente nós estamos notando uma subida de casos positivos de covid-19 desde o início do mês de janeiro e há suspeita de entrada no país da nova estirpe deste vírus que está a circular na Europa, nomeadamente no Reino Unido", disse hoje o ministro da Presidência do Conselho de Ministros.
Wando Castro lembrou que nas últimas semanas visitaram o país "muitos compatriotas" provenientes "do estrangeiro, sobretudo de Londres", admitindo, contudo que "para já tudo não passa de uma suspeita", devido ao país "não ter condições para definir ao certo se há, ou não, a existência dessa nova estirpe em São Tomé".
"Todavia estamos a trabalhar com a Organização Mundial da Saúde [OMS] e tão cedo as condições nos permitirem iremos enviar amostras para um laboratório de referência na África do Sul, a fim de determinar com certeza se existe ou não a possibilidade desta nova estirpe estar entre nós", explicou o também titular da pasta da Comunicação Social e Novas Tecnologias.
Nas últimas 48 horas, São Tomé e Príncipe registou mais 24 novos casos do novo coronavírus, aumentando a infeção para 1.245, indicou o Boletim Diário Covid-19 hoje divulgado pelo Ministério da Saúde.
21h19 - Variante do Reino Unido em “crescimento exponencial" em Portugal
A variante do vírus SARS-Cov-2 detetada no Reino Unido está em “crescimento exponencial” em Portugal, afirmou um investigador do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge, que estima que a taxa de crescimento semanal atinja os 90%.
“Estimamos também que dentro de três semanas cerca de 65% de todos os casos de covid-19 em Portugal sejam causados pela variante do Reino Unido”, declarou João Paulo Gomes numa audição conjunta com outros especialistas em saúde pública na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia e do processo de recuperação económica e social, no parlamento.
Questionado sobre o grau de transmissibilidade desta variante, o coordenador do estudo sobre diversidade genética do SARS-CoV-2 em Portugal afirmou que é cerca de 50% mais transmissível.
Se a variante do Reino Unido tinha em dezembro “um peso modesto”, neste momento tem “um peso muito sensível no número de casos de covid-19 em Portugal”, disse, considerando que “funciona como um contrapeso muito considerável às medidas de confinamento”.
Na audição, João Paulo Gomes contou como a variante foi entrando no país: “Os alertas internacionais começaram a surgir em meados do mês de dezembro”.
“Apesar de ter sido reportada inicialmente no final do verão no sudeste do Reino Unido, à medida que foi ganhando prevalência no Reino Unido começaram os relatos da sua presença e espalhamento noutros países e Portugal não foi exceção”, relatou.
O INSA começou a investigar e começaram a surgir os primeiros casos em dezembro.
“Esses casos terão sido associados naturalmente com o massivo regresso dos nossos emigrantes a trabalhar no Reino Unido durante o mês de dezembro e também muitos turistas britânicos que vieram passar férias durante o mês de dezembro também a Portugal”, contou.
Portanto, terão ocorrido “imensas introduções” durante o mês de dezembro, disse, lembrando que na primeira quinzena de dezembro os viajantes do Reino Unido não eram obrigados a apresentar um teste negativo, nem tão pouco eram obrigados a ser testados nos aeroportos portugueses.
“Isso mudou e a partir de janeiro do mesmo do ano passaram todos a ser testados. No entanto houve muitas introduções e isso fez com que a variante do Reino Unido se espalhasse muito rapidamente”, sublinhou.
À data de hoje, estima-se que entre 35% e 40% dos casos totais de covid-19 em Portugal já sejam causados por esta variante.
“Estimamos também que dentro de três semanas cerca de 65% de todos os casos de covid-19 em Portugal sejam causados pela variante do Reino Unido”, declarou João Paulo Gomes numa audição conjunta com outros especialistas em saúde pública na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia e do processo de recuperação económica e social, no parlamento.
Questionado sobre o grau de transmissibilidade desta variante, o coordenador do estudo sobre diversidade genética do SARS-CoV-2 em Portugal afirmou que é cerca de 50% mais transmissível.
Se a variante do Reino Unido tinha em dezembro “um peso modesto”, neste momento tem “um peso muito sensível no número de casos de covid-19 em Portugal”, disse, considerando que “funciona como um contrapeso muito considerável às medidas de confinamento”.
Na audição, João Paulo Gomes contou como a variante foi entrando no país: “Os alertas internacionais começaram a surgir em meados do mês de dezembro”.
“Apesar de ter sido reportada inicialmente no final do verão no sudeste do Reino Unido, à medida que foi ganhando prevalência no Reino Unido começaram os relatos da sua presença e espalhamento noutros países e Portugal não foi exceção”, relatou.
O INSA começou a investigar e começaram a surgir os primeiros casos em dezembro.
“Esses casos terão sido associados naturalmente com o massivo regresso dos nossos emigrantes a trabalhar no Reino Unido durante o mês de dezembro e também muitos turistas britânicos que vieram passar férias durante o mês de dezembro também a Portugal”, contou.
Portanto, terão ocorrido “imensas introduções” durante o mês de dezembro, disse, lembrando que na primeira quinzena de dezembro os viajantes do Reino Unido não eram obrigados a apresentar um teste negativo, nem tão pouco eram obrigados a ser testados nos aeroportos portugueses.
“Isso mudou e a partir de janeiro do mesmo do ano passaram todos a ser testados. No entanto houve muitas introduções e isso fez com que a variante do Reino Unido se espalhasse muito rapidamente”, sublinhou.
À data de hoje, estima-se que entre 35% e 40% dos casos totais de covid-19 em Portugal já sejam causados por esta variante.
21h05 - AstraZeneca diz que entregará vacinas à UE "nos próximos dias"
O administrador-presidente da AstraZeneca, Pascal Soriot, disse hoje que a UE receberá "nos próximos dias" uma primeira entrega de três milhões de vacinas contra o novo coronavírus, após o sinal verde para o seu uso pelo regulador europeu.
"Temos uma quantidade substancial (de doses) já preparada para enviar aos respetivos países", disse Soriot numa conferência de imprensa pela Internet, destacando que é "muito cedo" para fornecer dados concretos sobre entregas futuras.
O administrador-presidente da farmacêutica anglo-sueca, envolvido em polémica com a UE devido ao atraso no cronograma de envio das vacinas acertado para os primeiros meses deste ano, garantiu que a empresa "identificou recursos adicionais" que "irá recolher de outras partes do mundo” para “completar o abastecimento” da União Europeia.
O administrador-presidente da AstraZeneca, Pascal Soriot, disse hoje que a UE receberá "nos próximos dias" uma primeira entrega de três milhões de vacinas contra o novo coronavírus, após o sinal verde para o seu uso pelo regulador europeu.
"Temos uma quantidade substancial (de doses) já preparada para enviar aos respetivos países", disse Soriot numa conferência de imprensa pela Internet, destacando que é "muito cedo" para fornecer dados concretos sobre entregas futuras.
O administrador-presidente da farmacêutica anglo-sueca, envolvido em polémica com a UE devido ao atraso no cronograma de envio das vacinas acertado para os primeiros meses deste ano, garantiu que a empresa "identificou recursos adicionais" que "irá recolher de outras partes do mundo” para “completar o abastecimento” da União Europeia.
20h52 - "Há um claro desaceleramento” da epidemia nas últimas semanas
O investigador Baltazar Nunes afirmou hoje que há um “claro desaceleramento” da epidemia de covid-19 nas últimas semanas em Portugal, com o valor do risco de transmissibilidade estimado em 1.10
“A situação atual relativamente à transmissibilidade do valor do `R´ está, neste momento, em 1.10, mas encontra-se em fase de decréscimo”, estimou o investigador do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA) na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia da doença covid-19 e do processo de recuperação económica e social, onde foram ouvidos vários especialistas em saúde pública.
Em resposta aos deputados sobre a situação epidémica em Portugal, o coordenador da Unidade de Investigação Epidemiológica do INSA afirmou que o risco de transmissibilidade é mais elevado na região de Lisboa e Vale do Tejo, com 1.13, e o valor mais baixo é na Região Autónoma dos Açores, com 0,8, abaixo de 1, ou seja, em fase decrescente.
Questionado sobre o que pode acontecer daqui para a frente, o especialista afirmou que “tudo indica que, a continuar este decréscimo da transmissibilidade”, que se possa inverter esta fase de crescimento nas próximas semanas.
Contudo, alertou, isso depende inteiramente das medidas implementadas, mas mais do que isso, da sua efetividade, do seu grau de implementação e da adoção da população das medidas que estão neste momento em vigor.
“Neste momento, é imperativo baixar” a transmissão da doença e o número de casos na população, vincou, justificando que com a incidência que existe atualmente, com o grau de transmissibilidade e com o número de casos que há por dia, “é muito difícil aplicar qualquer outro tipo de medidas menos restritivas para poder de alguma forma combater” a epidemia.
O investigador Baltazar Nunes afirmou hoje que há um “claro desaceleramento” da epidemia de covid-19 nas últimas semanas em Portugal, com o valor do risco de transmissibilidade estimado em 1.10
“A situação atual relativamente à transmissibilidade do valor do `R´ está, neste momento, em 1.10, mas encontra-se em fase de decréscimo”, estimou o investigador do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA) na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia da doença covid-19 e do processo de recuperação económica e social, onde foram ouvidos vários especialistas em saúde pública.
Em resposta aos deputados sobre a situação epidémica em Portugal, o coordenador da Unidade de Investigação Epidemiológica do INSA afirmou que o risco de transmissibilidade é mais elevado na região de Lisboa e Vale do Tejo, com 1.13, e o valor mais baixo é na Região Autónoma dos Açores, com 0,8, abaixo de 1, ou seja, em fase decrescente.
Questionado sobre o que pode acontecer daqui para a frente, o especialista afirmou que “tudo indica que, a continuar este decréscimo da transmissibilidade”, que se possa inverter esta fase de crescimento nas próximas semanas.
Contudo, alertou, isso depende inteiramente das medidas implementadas, mas mais do que isso, da sua efetividade, do seu grau de implementação e da adoção da população das medidas que estão neste momento em vigor.
“Neste momento, é imperativo baixar” a transmissão da doença e o número de casos na população, vincou, justificando que com a incidência que existe atualmente, com o grau de transmissibilidade e com o número de casos que há por dia, “é muito difícil aplicar qualquer outro tipo de medidas menos restritivas para poder de alguma forma combater” a epidemia.
20h20 - CI30 acaba de aterrar na Madeira com os três doentes críticos transferidos de Lisboa
20h15 - Governo francês evita novo confinamento mas fecha as fronteiras
França vai fechar fronteiras a todos os países fora da União Europeia e encerrar os centros comerciais, mas o Governo escolhe não reconfinar, mantendo o recolher obrigatório de 18h00 às 06h00, anunciou hoje o primeiro-ministro. Para todos os que chegam da UE, é obrigatório um teste PCR.
"A questão do confinamento coloca-se de forma legítima, mas nós conhecemos o impacto pesado que isso tem nos franceses de todos os pontos de vista. Ainda temos uma oportunidade de o evitar", disse hoje o primeiro-ministro Jean Castex em conferência de imprensa.
França vai fechar fronteiras a todos os países fora da União Europeia e encerrar os centros comerciais, mas o Governo escolhe não reconfinar, mantendo o recolher obrigatório de 18h00 às 06h00, anunciou hoje o primeiro-ministro. Para todos os que chegam da UE, é obrigatório um teste PCR.
"A questão do confinamento coloca-se de forma legítima, mas nós conhecemos o impacto pesado que isso tem nos franceses de todos os pontos de vista. Ainda temos uma oportunidade de o evitar", disse hoje o primeiro-ministro Jean Castex em conferência de imprensa.
O Governo francês também reforçou o policiamento para fazer cumprir as regras do recolher obrigatório.
20h02 - Reino Unido regista 1.245 mortes
O Reino Unido registou 1.245 mortes e 29.079 novos casos de pessoas infetadas com covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com dados do Governo britânico, que celebrou resultados positivos sobre duas novas vacinas.
Na véspera tinham sido contabilizadas 1.239 mortes e 28.680 casos confirmados de contágio
O total desde o início da pandemia passa assim para 104.371 mortes confirmadas e 3.743.734 infeções.
Dados atualizados hoje mostram que pelo menos 7.891.184 pessoas já receberam a primeira de duas doses, um aumento de 443.985 relativamente ao dia anterior, e cerca de 478.254 foram imunizadas com a segunda dose.
Segundo os cientistas, o nível de infeções “continua a ser perigosamente elevado e a população deve permanecer vigilante para manter este vírus sob controlo”.
O Reino Unido registou 1.245 mortes e 29.079 novos casos de pessoas infetadas com covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com dados do Governo britânico, que celebrou resultados positivos sobre duas novas vacinas.
Na véspera tinham sido contabilizadas 1.239 mortes e 28.680 casos confirmados de contágio
O total desde o início da pandemia passa assim para 104.371 mortes confirmadas e 3.743.734 infeções.
Dados atualizados hoje mostram que pelo menos 7.891.184 pessoas já receberam a primeira de duas doses, um aumento de 443.985 relativamente ao dia anterior, e cerca de 478.254 foram imunizadas com a segunda dose.
Segundo os cientistas, o nível de infeções “continua a ser perigosamente elevado e a população deve permanecer vigilante para manter este vírus sob controlo”.
19h49 - Alemanha fecha portas a Portugal e a quatro outros países muito afetados
Portugal é um dos cinco países mais afetados pela pandemia de covid-19 cujos cidadãos vão ficar, a partir de sábado, proibidos de entrar na Alemanha, indicou hoje o Governo alemão.
A decisão, que numa primeira fase vigorará até 17 de fevereiro, obriga ao encerramento das fronteiras terrestres, marítimas e aéreas a viajantes oriundos de Portugal, Reino unido, Irlanda, Brasil e África do Sul, cinco países fortemente assolados pela pandemia do novo coronavírus.
A medida foi tomada, segundo Berlim, para "proteger a população" e "limitar a propagação das novas estirpes" da covid-19, lê-se num documento do Ministério da Saúde alemão.
Portugal é um dos cinco países mais afetados pela pandemia de covid-19 cujos cidadãos vão ficar, a partir de sábado, proibidos de entrar na Alemanha, indicou hoje o Governo alemão.
A decisão, que numa primeira fase vigorará até 17 de fevereiro, obriga ao encerramento das fronteiras terrestres, marítimas e aéreas a viajantes oriundos de Portugal, Reino unido, Irlanda, Brasil e África do Sul, cinco países fortemente assolados pela pandemia do novo coronavírus.
A medida foi tomada, segundo Berlim, para "proteger a população" e "limitar a propagação das novas estirpes" da covid-19, lê-se num documento do Ministério da Saúde alemão.
19h33 - Diretora do Centro Distrital de Setúbal apresenta demissão após polémica com vacinação
A Diretora do Centro Distrital de Setúbal do Instituto da Segurança Social (ISS), Natividade Coelho, apresentou esta sexta-feira o seu pedido de cessação de funções.
Numa nota enviada à comunicação social, o Instituto de Segurança Social anuncia que o pedido foi aceite "e produz efeitos na próxima segunda-feira".
A Diretora do Centro Distrital de Setúbal do Instituto da Segurança Social (ISS), Natividade Coelho, apresentou esta sexta-feira o seu pedido de cessação de funções.
Numa nota enviada à comunicação social, o Instituto de Segurança Social anuncia que o pedido foi aceite "e produz efeitos na próxima segunda-feira".
A demissão surge em consequência da notícia divulgada na quinta-feira que anunciava que 126 funcionários da Segurança Social de Setúbal, incluindo Natividade Coelho, receberam a vacina contra a Covid-19 há uma semana, quando na lista de pessoas priotárias estavam apenas incluídos idosos e funcionários de lares.
19h15 - França regista mais de 75 mil mortos devido ao vírus
Nas últimas 24 horas morreram em França 356 pessoas devido à covid-19, elevando assim o total de mortos no país devido à covid-19 para 75.620, segundo divulgaram hoje as autoridades francesas.
O número de internamentos continua a subir havendo atualmente 27.308 pessoas hospitalizadas e 3.130 desses pacientes estão internados nos cuidados intensivos.
Com o aumento progressivo do número de hospitalizações, o Presidente da República convocou um novo Conselho de Defesa para hoje à noite, sendo possível que as medidas de segurança sanitária sejam reforçadas no país este fim de semana ou na próxima segunda-feira.
A hipótese mais provável, segundo diversos meios de comunicação franceses, será um confinamento híbrido, com um prolongamento das férias escolares de fevereiro e permitindo aos comerciantes que mantenham os negócios abertos em determinadas horas.
Ainda nas últimas 24 horas foram detetados 22.858 novos casos no país e o total de casos positivos registados em França é de 3.153.487.
Nas últimas 24 horas morreram em França 356 pessoas devido à covid-19, elevando assim o total de mortos no país devido à covid-19 para 75.620, segundo divulgaram hoje as autoridades francesas.
O número de internamentos continua a subir havendo atualmente 27.308 pessoas hospitalizadas e 3.130 desses pacientes estão internados nos cuidados intensivos.
Com o aumento progressivo do número de hospitalizações, o Presidente da República convocou um novo Conselho de Defesa para hoje à noite, sendo possível que as medidas de segurança sanitária sejam reforçadas no país este fim de semana ou na próxima segunda-feira.
A hipótese mais provável, segundo diversos meios de comunicação franceses, será um confinamento híbrido, com um prolongamento das férias escolares de fevereiro e permitindo aos comerciantes que mantenham os negócios abertos em determinadas horas.
Ainda nas últimas 24 horas foram detetados 22.858 novos casos no país e o total de casos positivos registados em França é de 3.153.487.
19h00 - Confiança dos portugueses na resposta dos serviços de saúde em queda
Os portugueses confiam cada vez menos na capacidade de resposta dos serviços de saúde face ao agravamento da pandemia de covid-19 no país, revelou hoje a diretora da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), Carla Nunes.
Numa audição conjunta com outros especialistas em saúde pública na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia e do processo de recuperação económica e social, a investigadora detalhou os números mais recentes do barómetro covid-19 do ponto de vista da opinião social e traçou um cenário crítico em termos de confiança dos cidadãos.
“Temos um nível de confiança na capacidade de resposta dos serviços de saúde muito grave. Ao nível de covid temos 58% dos portugueses a responder “pouco ou nada confiante” e 80% em relação à resposta não covid. Estes são valores da última quinzena, de 09 a 22 de janeiro, e são valores muito graves”, afirmou Carla Nunes na sua intervenção inicial aos deputados.
Os portugueses confiam cada vez menos na capacidade de resposta dos serviços de saúde face ao agravamento da pandemia de covid-19 no país, revelou hoje a diretora da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), Carla Nunes.
Numa audição conjunta com outros especialistas em saúde pública na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia e do processo de recuperação económica e social, a investigadora detalhou os números mais recentes do barómetro covid-19 do ponto de vista da opinião social e traçou um cenário crítico em termos de confiança dos cidadãos.
“Temos um nível de confiança na capacidade de resposta dos serviços de saúde muito grave. Ao nível de covid temos 58% dos portugueses a responder “pouco ou nada confiante” e 80% em relação à resposta não covid. Estes são valores da última quinzena, de 09 a 22 de janeiro, e são valores muito graves”, afirmou Carla Nunes na sua intervenção inicial aos deputados.
18h48 - Multas de 200 euros para clientes e proprietário de restaurante em Famalicão
A GNR “apanhou” hoje quatro jogadores de futebol a almoçar num restaurante em Joane, Vila Nova de Famalicão, em violação do dever geral de confinamento, disse fonte daquela força.
Segundo a fonte, os jogadores foram alvo de contraordenações, assim como o proprietário do estabelecimento.
Todos eles vão ter de pagar uma multa de 200 euros, cada um, acrescentou.
A fonte não especificou o clube dos jogadores. A GNR deu ordem de encerramento ao restaurante.
A GNR “apanhou” hoje quatro jogadores de futebol a almoçar num restaurante em Joane, Vila Nova de Famalicão, em violação do dever geral de confinamento, disse fonte daquela força.
Segundo a fonte, os jogadores foram alvo de contraordenações, assim como o proprietário do estabelecimento.
Todos eles vão ter de pagar uma multa de 200 euros, cada um, acrescentou.
A fonte não especificou o clube dos jogadores. A GNR deu ordem de encerramento ao restaurante.
18h34 - Itália soma 13.574 novos casos e 477 óbitos nas últimas 24 horas
A Itália registou 13.574 novos contágios pelo novo coronavírus e 477 óbitos associados à covid-19 nas últimas 24 horas, o que representa uma ligeira diminuição dos dois indicadores, anunciou hoje o Ministério da Saúde italiano.
Com menos 15 vítimas mortais em relação ao dia anterior, o número total de mortes registadas no país desde o início da crise pandémica, em 21 de fevereiro, situa-se agora nos 87.858, de acordo com a mesma fonte.
Com a contabilização dos novos contágios (que são menos 898 casos face aos dados de quinta-feira), Itália soma, até à data, 2.529.070 casos de pessoas que ficaram infetadas pelo novo coronavírus.
Existem 467.824 casos positivos que estão atualmente ativos em Itália, menos 6.793 em comparação com o dia anterior, segundo a mesma fonte.
No que diz respeito aos recuperados, o país regista um total de 1.973.388, um aumento de 19.879 face ao dia anterior.
A pressão sobre os hospitais italianos continua a dar sinais de algum abrandamento.
A Itália registou 13.574 novos contágios pelo novo coronavírus e 477 óbitos associados à covid-19 nas últimas 24 horas, o que representa uma ligeira diminuição dos dois indicadores, anunciou hoje o Ministério da Saúde italiano.
Com menos 15 vítimas mortais em relação ao dia anterior, o número total de mortes registadas no país desde o início da crise pandémica, em 21 de fevereiro, situa-se agora nos 87.858, de acordo com a mesma fonte.
Com a contabilização dos novos contágios (que são menos 898 casos face aos dados de quinta-feira), Itália soma, até à data, 2.529.070 casos de pessoas que ficaram infetadas pelo novo coronavírus.
Existem 467.824 casos positivos que estão atualmente ativos em Itália, menos 6.793 em comparação com o dia anterior, segundo a mesma fonte.
No que diz respeito aos recuperados, o país regista um total de 1.973.388, um aumento de 19.879 face ao dia anterior.
A pressão sobre os hospitais italianos continua a dar sinais de algum abrandamento.
18h18 - Espanha regista 38.118 novos casos e 513 mortes
A Espanha registou hoje 38.118 casos de covid-19, elevando para 2.743.119 o total de infetados até agora no país, tendo a taxa de contágio baixado pelo segundo dia consecutivo, segundo números divulgados pelo Ministério da Saúde espanhol.
As autoridades sanitárias também contabilizaram mais 513 mortes nas últimas 24 horas atribuídas à covid-19, passando o total de óbitos para 58.319.
O número diário de novos casos subiu de quinta para sexta-feira de 34.899 para 38.118 e o de mortes baixou de 515 para 513.
O nível de incidência acumulada (pessoas contagiadas) em Espanha desceu hoje pelo segundo dia consecutivo, tendo passado de quinta para sexta-feira de 890 para 887 casos diagnosticados por 100.000 habitantes nos 14 dias anteriores.
As regiões com os níveis mais elevados são as da Comunidade Valenciana (1.431), Castela e Leão (1.403), La Rioja (1.347), Múrcia (1.286), Castela-Mancha (1.205) e Extremadura (1.178).
Nas últimas 24 horas, deram entrada nos hospitais 3.413 pessoas com a doença, das quais 611 na Andaluzia, 573 na Comunidade Valenciana, 531 em Madrid e 457 na Catalunha.
Em todo o país há 30.804 pessoas hospitalizadas com a covid-19 (30.726 na quinta-feira), o que corresponde a 24% das camas, das quais 4.723 pacientes em unidades de cuidados intensivos (4.608), 44% das camas desse serviço.
A Espanha registou hoje 38.118 casos de covid-19, elevando para 2.743.119 o total de infetados até agora no país, tendo a taxa de contágio baixado pelo segundo dia consecutivo, segundo números divulgados pelo Ministério da Saúde espanhol.
As autoridades sanitárias também contabilizaram mais 513 mortes nas últimas 24 horas atribuídas à covid-19, passando o total de óbitos para 58.319.
O número diário de novos casos subiu de quinta para sexta-feira de 34.899 para 38.118 e o de mortes baixou de 515 para 513.
O nível de incidência acumulada (pessoas contagiadas) em Espanha desceu hoje pelo segundo dia consecutivo, tendo passado de quinta para sexta-feira de 890 para 887 casos diagnosticados por 100.000 habitantes nos 14 dias anteriores.
As regiões com os níveis mais elevados são as da Comunidade Valenciana (1.431), Castela e Leão (1.403), La Rioja (1.347), Múrcia (1.286), Castela-Mancha (1.205) e Extremadura (1.178).
Nas últimas 24 horas, deram entrada nos hospitais 3.413 pessoas com a doença, das quais 611 na Andaluzia, 573 na Comunidade Valenciana, 531 em Madrid e 457 na Catalunha.
Em todo o país há 30.804 pessoas hospitalizadas com a covid-19 (30.726 na quinta-feira), o que corresponde a 24% das camas, das quais 4.723 pacientes em unidades de cuidados intensivos (4.608), 44% das camas desse serviço.
18h05 - Onze mortes em lar de Madrid possivelmente com variante detetada no Reino Unido
Onze pessoas morreram de covid-19 desde o início do ano numa casa de repouso nos arredores de Madrid, depois de se ter detetado um surto da doença que poderá estar ligado à variante detetada no Reino Unido.
"Temos um surto epidémico muito importante numa casa de repouso em Becerril de la Sierra", anunciou hoje numa conferência de imprensa o vice-conselheiro da Saúde Pública da Comunidade de Madrid.
António Zapatero acrescentou que na residência morreram cinco idosos, e nos hospitais seis outras pessoas, cinco no hospital de Collado Villalba e uma na Fundação Jimenez Diaz, havendo ainda dois pacientes internados em estado crítico no hospital, de um total de quatro hospitalizados.
As onze pessoas que morreram frequentavam este pequeno centro na serra que fica nos arredores de Madrid, e tanto residentes como trabalhadores tinham sido vacinados com a primeira dose da Vacina contra a covid-19.
Os primeiros casos foram detetados em dois trabalhadores que deram positivo no dia 07 de janeiro.
As autoridades de Saúde Pública estão a investigar a origem do surto e a Fundação Jiménez Díaz analisou duas amostras, que "sugerem que pode ter sido a estirpe britânica que o causou", disse Zapatero.
Há duas semanas, apenas 219 casos confirmados da variante detetadas no Reino Unido tinham sido identificados em Espanha, mas na última sexta-feira esse número tinha aumentado para 350, revelou a nova Ministra da Saúde, Carolina Darias, numa comissão parlamentar.
"Estimamos que [os casos ligados a esta variante] representam na realidade entre 5% e 10% do número total de casos" no país, disse, acrescentando que “as próximas semanas vão ser cruciais para ver se esta variante passa a ser a dominante, como acontece noutros países".
Onze pessoas morreram de covid-19 desde o início do ano numa casa de repouso nos arredores de Madrid, depois de se ter detetado um surto da doença que poderá estar ligado à variante detetada no Reino Unido.
"Temos um surto epidémico muito importante numa casa de repouso em Becerril de la Sierra", anunciou hoje numa conferência de imprensa o vice-conselheiro da Saúde Pública da Comunidade de Madrid.
António Zapatero acrescentou que na residência morreram cinco idosos, e nos hospitais seis outras pessoas, cinco no hospital de Collado Villalba e uma na Fundação Jimenez Diaz, havendo ainda dois pacientes internados em estado crítico no hospital, de um total de quatro hospitalizados.
As onze pessoas que morreram frequentavam este pequeno centro na serra que fica nos arredores de Madrid, e tanto residentes como trabalhadores tinham sido vacinados com a primeira dose da Vacina contra a covid-19.
Os primeiros casos foram detetados em dois trabalhadores que deram positivo no dia 07 de janeiro.
As autoridades de Saúde Pública estão a investigar a origem do surto e a Fundação Jiménez Díaz analisou duas amostras, que "sugerem que pode ter sido a estirpe britânica que o causou", disse Zapatero.
Há duas semanas, apenas 219 casos confirmados da variante detetadas no Reino Unido tinham sido identificados em Espanha, mas na última sexta-feira esse número tinha aumentado para 350, revelou a nova Ministra da Saúde, Carolina Darias, numa comissão parlamentar.
"Estimamos que [os casos ligados a esta variante] representam na realidade entre 5% e 10% do número total de casos" no país, disse, acrescentando que “as próximas semanas vão ser cruciais para ver se esta variante passa a ser a dominante, como acontece noutros países".
17h42 - Setenta e sete infetados e um morto num surto em lar de Abrantes
Setenta e sete pessoas, entre utentes e funcionários, estão infetadas na sequência de um surto no lar da Santa Casa da Misericórdia de Abrantes, tendo um idoso já morrido, disse hoje à Lusa o presidente da Câmara Municipal.
"Tínhamos 57 utentes, infelizmente houve um senhor que faleceu, e, neste momento, temos 56 pessoas infetadas entre os utentes e também 21 funcionários infetados", disse Manuel Jorge Valamatos sobre o surto detetado na ERPI - Estrutura Residencial Para Idosos da Santa Casa da Misericórdia de Abrantes, no distrito de Santarém.
Os primeiros oito casos de infeção foram detetados no fim de semana (quatro utentes e quatro funcionários).
Na quarta-feira, o número de infetados subiu para 28, entre os quais um idoso que foi hospitalizado e acabou por morrer.
Segundo o autarca, "a instituição procedeu à setorização" do edifício, de acordo com o plano de contingência e com a supervisão da delegada de Saúde Pública do Médio Tejo, com a separação dos idosos em duas alas, “infetados e não infetados".
Os idosos que estão infetados têm "sintomas ligeiros", sem necessidade de hospitalização, acrescentou.
Setenta e sete pessoas, entre utentes e funcionários, estão infetadas na sequência de um surto no lar da Santa Casa da Misericórdia de Abrantes, tendo um idoso já morrido, disse hoje à Lusa o presidente da Câmara Municipal.
"Tínhamos 57 utentes, infelizmente houve um senhor que faleceu, e, neste momento, temos 56 pessoas infetadas entre os utentes e também 21 funcionários infetados", disse Manuel Jorge Valamatos sobre o surto detetado na ERPI - Estrutura Residencial Para Idosos da Santa Casa da Misericórdia de Abrantes, no distrito de Santarém.
Os primeiros oito casos de infeção foram detetados no fim de semana (quatro utentes e quatro funcionários).
Na quarta-feira, o número de infetados subiu para 28, entre os quais um idoso que foi hospitalizado e acabou por morrer.
Segundo o autarca, "a instituição procedeu à setorização" do edifício, de acordo com o plano de contingência e com a supervisão da delegada de Saúde Pública do Médio Tejo, com a separação dos idosos em duas alas, “infetados e não infetados".
Os idosos que estão infetados têm "sintomas ligeiros", sem necessidade de hospitalização, acrescentou.
17h22 - Alentejo tem 37 surtos ativos em lares
O Alentejo tem 37 surtos ativos de covid-19 em lares de idosos e a maioria das ocorrências verifica-se em instituições do distrito de Évora, com cerca de 800 utentes e funcionários infetados e 8% de mortalidade.
Os números foram avançados hoje à agência Lusa pelo presidente da Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo, José Robalo, que indicou que estão identificados na região "48 surtos ativos" do vírus que provoca a covid-19, dos quais 37 são em lares.
Segundo o responsável, é no distrito de Évora que se "vive" a situação "mais grave", com 16 surtos em lares, seguindo-se o distrito de Portalegre, com 11, o Litoral Alentejano, com seis, e o distrito de Beja, com quatro.
No distrito de Évora, adiantou, os surtos ativos nos lares já infetaram com o novo coronavírus SARS-CoV-2 cerca de 800 pessoas, entre utentes e funcionários, registando-se cerca de 8% de mortalidade.
O Alentejo tem 37 surtos ativos de covid-19 em lares de idosos e a maioria das ocorrências verifica-se em instituições do distrito de Évora, com cerca de 800 utentes e funcionários infetados e 8% de mortalidade.
Os números foram avançados hoje à agência Lusa pelo presidente da Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo, José Robalo, que indicou que estão identificados na região "48 surtos ativos" do vírus que provoca a covid-19, dos quais 37 são em lares.
Segundo o responsável, é no distrito de Évora que se "vive" a situação "mais grave", com 16 surtos em lares, seguindo-se o distrito de Portalegre, com 11, o Litoral Alentejano, com seis, e o distrito de Beja, com quatro.
No distrito de Évora, adiantou, os surtos ativos nos lares já infetaram com o novo coronavírus SARS-CoV-2 cerca de 800 pessoas, entre utentes e funcionários, registando-se cerca de 8% de mortalidade.
17h10 - Centro Hospitalar Lisboa Norte tem 316 doentes Covid internados. Lista de espera com 60 doentes
Em resposta à RTP, o Centro Hospitalar Lisboa Norte, que inclui o hospital Santa Maria e Pulido Valente, revela ter nesta altura 316 doentes com Covid-19 em internamento. Deste total, 53 estão nos cuidados intensivos
Há ainda uma lista de espera para internamento com 60 pessoas.
Esta sexta-feira abriu já mais uma enfermaria com 24 camas. No sábado haverá mais uma unidade de cuidados intensivos com quatro camas. Na próxima segunda-feira entrarão em funcionamento mais 18 postos de atendimento no serviço de urgência, totalizando 51.
Em resposta à RTP, o Centro Hospitalar Lisboa Norte, que inclui o hospital Santa Maria e Pulido Valente, revela ter nesta altura 316 doentes com Covid-19 em internamento. Deste total, 53 estão nos cuidados intensivos
Há ainda uma lista de espera para internamento com 60 pessoas.
Esta sexta-feira abriu já mais uma enfermaria com 24 camas. No sábado haverá mais uma unidade de cuidados intensivos com quatro camas. Na próxima segunda-feira entrarão em funcionamento mais 18 postos de atendimento no serviço de urgência, totalizando 51.
17h00 - OMS deixa um alerta aos países que lutam pelo “bolo” das vacinas
A Organização Mundial da Saúde (OMS) exortou os países que disputam as vacinas contra a Covid-19 a pensarem sobre a situação dos profissionais de saúde nos países menos desenvolvidos.
“Todos nós temos de nos colocar no lugar deles. Onde eles estão hoje, a lutar na linha da frente”, disse Mike Ryan, chefe de emergência da OMS.
“Lutar pelo bolo quando eles nem sequer têm acesso às migalhas. Acho que precisamos de dar um passo atrás e pensar nos nossos corajosos colegas, onde eles estão hoje e o que faremos a respeito disso”, acrescentou Ryan.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) exortou os países que disputam as vacinas contra a Covid-19 a pensarem sobre a situação dos profissionais de saúde nos países menos desenvolvidos.
“Todos nós temos de nos colocar no lugar deles. Onde eles estão hoje, a lutar na linha da frente”, disse Mike Ryan, chefe de emergência da OMS.
“Lutar pelo bolo quando eles nem sequer têm acesso às migalhas. Acho que precisamos de dar um passo atrás e pensar nos nossos corajosos colegas, onde eles estão hoje e o que faremos a respeito disso”, acrescentou Ryan.
16h48 - Rússia oferece 100 milhões de doses da sua vacina à União Europeia
A Rússia ofereceu hoje à União Europeia (UE) 100 milhões de doses da sua vacina Sputnik V contra o coronavírus, quando se registam atrasos na entrega de vacinas e existe um contencioso entre Bruxelas e a farmacêutica AstraZeneca.
"Após finalizar a parte principal da vacinação massiva na Rússia, o Fundo de Investimentos Diretos da Rússia (FIDR) pode disponibilizar à UE 100 milhões de doses da vacina Sputnik V para 50 milhões de pessoas no segundo trimestre de 2021", assinalaram os responsáveis da organização na sua conta oficial no Twitter.
O FIDR, que negoceia os contratos com os países que adquiriram a Sputnik V, desenvolvida no Centro Gamaleya, especificou que a entrega estará sujeita "à aprovação" da Agência Europeia do Medicamento (EMA).
O fundo soberano da Rússia recordou que a vacina russa já foi registada em 15 países, incluindo a Hungria na UE, e diversos Estados latino-americanos, como a Argentina, Bolívia, Venezuela e Paraguai, e que "enviou documentos" à EMA para um processo de "contínua revisão", de acordo com o comunicado oficial.
Na semana passada, a EMA explicou que a entidade produtora da Sputnik V -- que possui uma eficácia de 91,4% segundo o último controlo efetuado na terceira fase de ensaios clínicos -- solicitou "acompanhamento científico" para "facilitar" o seu programa de desenvolvimento do fármaco e aproximá-lo da legislação comunitária, numa tentativa de garantir a aprovação da sua utilização na UE.
A Rússia ofereceu hoje à União Europeia (UE) 100 milhões de doses da sua vacina Sputnik V contra o coronavírus, quando se registam atrasos na entrega de vacinas e existe um contencioso entre Bruxelas e a farmacêutica AstraZeneca.
"Após finalizar a parte principal da vacinação massiva na Rússia, o Fundo de Investimentos Diretos da Rússia (FIDR) pode disponibilizar à UE 100 milhões de doses da vacina Sputnik V para 50 milhões de pessoas no segundo trimestre de 2021", assinalaram os responsáveis da organização na sua conta oficial no Twitter.
O FIDR, que negoceia os contratos com os países que adquiriram a Sputnik V, desenvolvida no Centro Gamaleya, especificou que a entrega estará sujeita "à aprovação" da Agência Europeia do Medicamento (EMA).
O fundo soberano da Rússia recordou que a vacina russa já foi registada em 15 países, incluindo a Hungria na UE, e diversos Estados latino-americanos, como a Argentina, Bolívia, Venezuela e Paraguai, e que "enviou documentos" à EMA para um processo de "contínua revisão", de acordo com o comunicado oficial.
Na semana passada, a EMA explicou que a entidade produtora da Sputnik V -- que possui uma eficácia de 91,4% segundo o último controlo efetuado na terceira fase de ensaios clínicos -- solicitou "acompanhamento científico" para "facilitar" o seu programa de desenvolvimento do fármaco e aproximá-lo da legislação comunitária, numa tentativa de garantir a aprovação da sua utilização na UE.
16h19 - “Se uma vacina é segura, a Europa deve considerar usá-la”
O responsável pelo programa de vacinação em França, Alain Fischer, defendeu esta sexta-feira que “se uma vacina demonstrar que é segura e eficaz contra o coronavírus, as autoridades de saúde europeias devem pelo menos avaliar o seu possível uso”.
O imunologista refere-se à vacina chinesa da Sinopharm, depois de ter sido questionado pelo canal televisivo francês BFM sobre a aprovação desta vacina na Hungria.
A notícia foi avançada esta sexta-feira e a Hungria tornou-se, assim, o primeiro país da União Europeia a aprovar a vacina do laboratório chinês Sinopharm.
O responsável pelo programa de vacinação em França, Alain Fischer, defendeu esta sexta-feira que “se uma vacina demonstrar que é segura e eficaz contra o coronavírus, as autoridades de saúde europeias devem pelo menos avaliar o seu possível uso”.
O imunologista refere-se à vacina chinesa da Sinopharm, depois de ter sido questionado pelo canal televisivo francês BFM sobre a aprovação desta vacina na Hungria.
A notícia foi avançada esta sexta-feira e a Hungria tornou-se, assim, o primeiro país da União Europeia a aprovar a vacina do laboratório chinês Sinopharm.
16h04 - Hospital de Santa Maria com cerca de 60 doentes à espera de internamento
A diretora das urgências do Hospital de Santa Maria, Anabela Oliveira, revelou hoje ao início da tarde que se encontram 60 doentes à espera de internamento, admitindo que a unidade hospitalar está “sobrelotada” há alguns dias.
“[…] Neste momento, em que estamos a falar, temos cerca de 60 doentes para internar”, afirmou a profissional de saúde aos jornalistas, junto ao maior hospital do país, localizado em Lisboa.
De acordo com Anabela Oliveira, o Hospital de Santa Maria não tem “qualquer controlo” sobre os doentes que lhe são enviados, porque não é feito nenhum contacto com os médicos e chegam às urgências sem serem referenciados.
“Nós não sabemos se os doentes que estão nas ambulâncias são doentes ligeiros, se são doentes com doença moderada, se são doentes graves. Não há qualquer referenciação, portanto, a montante não temos qualquer controlo”, salientou.
A médica lembrou ainda que há, cada vez mais, doentes com covid-19 de moderada a grave, alertando que abrange todas as faixas etárias.
“Não temos só idosos. Temos pessoas mais jovens, com 30, com 40 e até pessoas com 20 anos. Nós estamos a ter muito doentes com doença moderada a grave com necessidade de internamento. Se não temos capacidade de os internar e fácil de perceber que os doentes vão ‘entupir’ o serviço de urgência”, indicou.
A diretora das urgências do Hospital de Santa Maria, Anabela Oliveira, revelou hoje ao início da tarde que se encontram 60 doentes à espera de internamento, admitindo que a unidade hospitalar está “sobrelotada” há alguns dias.
“[…] Neste momento, em que estamos a falar, temos cerca de 60 doentes para internar”, afirmou a profissional de saúde aos jornalistas, junto ao maior hospital do país, localizado em Lisboa.
De acordo com Anabela Oliveira, o Hospital de Santa Maria não tem “qualquer controlo” sobre os doentes que lhe são enviados, porque não é feito nenhum contacto com os médicos e chegam às urgências sem serem referenciados.
“Nós não sabemos se os doentes que estão nas ambulâncias são doentes ligeiros, se são doentes com doença moderada, se são doentes graves. Não há qualquer referenciação, portanto, a montante não temos qualquer controlo”, salientou.
A médica lembrou ainda que há, cada vez mais, doentes com covid-19 de moderada a grave, alertando que abrange todas as faixas etárias.
“Não temos só idosos. Temos pessoas mais jovens, com 30, com 40 e até pessoas com 20 anos. Nós estamos a ter muito doentes com doença moderada a grave com necessidade de internamento. Se não temos capacidade de os internar e fácil de perceber que os doentes vão ‘entupir’ o serviço de urgência”, indicou.
15h43 - Hospital de Santa Maria. Aumento galopante de contágios é a causa dos constrangimentos na urgência
15h37 - Bruxelas adota mecanismo para aprovação de exportação de vacinas
A Comissão Europeia estabeleceu hoje um mecanismo de autorização de exportação de vacinas para a covid-19, com o objetivo de garantir de transparência do processo e as doses suficiente para os cidadãos da União Europeia (UE).
O mecanismo, adiantou em conferência de imprensa o comissário europeu para o Comércio, Valdis Dombrovskis, "abrange as vacinas da covid-19 adquiridas ao abrigo dos contratos de compra antecipada".
O mecanismo entra em vigor no dia seguinte à publicação no Jornal Oficial da UE, que deverá acontecer ainda hoje, pelo que a partir de sábado, as farmacêuticas que queiram exportar doses de vacinas da covid-19 terão que pedir a respetiva autorização.
A Comissão Europeia estabeleceu hoje um mecanismo de autorização de exportação de vacinas para a covid-19, com o objetivo de garantir de transparência do processo e as doses suficiente para os cidadãos da União Europeia (UE).
O mecanismo, adiantou em conferência de imprensa o comissário europeu para o Comércio, Valdis Dombrovskis, "abrange as vacinas da covid-19 adquiridas ao abrigo dos contratos de compra antecipada".
O mecanismo entra em vigor no dia seguinte à publicação no Jornal Oficial da UE, que deverá acontecer ainda hoje, pelo que a partir de sábado, as farmacêuticas que queiram exportar doses de vacinas da covid-19 terão que pedir a respetiva autorização.
15h35 - Centro Hospitalar Tondela-Viseu está a fazer "medicina de catástrofe"
O diretor clínico do Centro Hospitalar Tondela-Viseu (CHTV) admitiu que está a ser feita uma "medicina de catástrofe" na unidade hospitalar e que a gestão é feita ao minuto e requer "muita imaginação".
"Estamos a fazer uma medicina de catástrofe e as pessoas estão mentalizadas para isso, que têm de continuar a trabalhar. É como os bombeiros que estão a combater um incêndio, não se pode acreditar que eles deixem de fazer o rescaldo do incêndio", sublinhou Eduardo Melo.
Aos jornalistas, o diretor clínico do CHTV disse que "os profissionais têm um espírito de missão e sabem que estão num momento muito difícil" e, neste sentido, reforçou que "não vão baixar braços e que vão tentar manter o funcionamento do hospital, como todos os outros hospitais do Sistema Nacional de Saúde (SNS), com certeza".
"Temos feito a gestão ao minuto, com muita imaginação, e pedindo sempre às pessoas para fazerem um pouco mais, ultrapassando os seus limites. (...) As pessoas são resilientes e esta maratona não começou esta semana e, naturalmente, as pessoas estão mais cansadas nos últimos quilómetros. Estamos num momento muito difícil, como todos os hospitais do país", referiu.
Eduardo Melo adiantou que, atualmente, o CHTV está com um "número de internados elevadíssimo, 276, 23 deles em cuidados intensivos e os restantes em enfermaria" e, ao longo desta semana, "tem sido um número relativamente estável".
"Conseguimos criar mais duas camas de cuidados intensivos e temos, neste momento, uma vaga", adiantou o diretor clínico, informando que entram "cerca de cerca de 20 a 30 doentes por dia no hospital" para internamento.
O responsável explicou que os profissionais têm "conseguido dar altas e deslocar alguns doentes para outras áreas e isso tem permitido alguma estabilidade no internamento".
O CHTV tem até ao dia de hoje "cerca de 130 profissionais infetados, em casa, impedidos de trabalhar e mais cerca de 30 em quarentena" o que tem obrigado a direção clínica a fazer substituições de profissionais e contratações.
"Há muitas áreas do hospital que estão interrompidas de atividade, nomeadamente a cirúrgica, e deslocamos profissionais que estão com menos atividade para outras [áreas] e temos conseguido recrutar profissionais, nomeadamente enfermeiros e assistentes operacionais, que têm conseguido substituir os profissionais em falta", referiu.
A unidade no Fontelo tem sido, no seu entender, "uma válvula de escape para o hospital, felizmente" e, neste momento, estão 18 doentes na parte clínica e estão sete na parte social e, "para já, não é necessário ativar o pavilhão multiusos", também em Viseu.
"Felizmente, não temos filas de ambulâncias, para já, porque temos conseguido drenar os doentes que têm necessidade de serem internados. Tem sido um fluxo constante na urgência, mas ainda não tivemos um ponto de rutura", sem que "as pessoas não tivessem sido atendidas", afirmou.
"Estamos a fazer uma medicina de catástrofe e as pessoas estão mentalizadas para isso, que têm de continuar a trabalhar. É como os bombeiros que estão a combater um incêndio, não se pode acreditar que eles deixem de fazer o rescaldo do incêndio", sublinhou Eduardo Melo.
Aos jornalistas, o diretor clínico do CHTV disse que "os profissionais têm um espírito de missão e sabem que estão num momento muito difícil" e, neste sentido, reforçou que "não vão baixar braços e que vão tentar manter o funcionamento do hospital, como todos os outros hospitais do Sistema Nacional de Saúde (SNS), com certeza".
"Temos feito a gestão ao minuto, com muita imaginação, e pedindo sempre às pessoas para fazerem um pouco mais, ultrapassando os seus limites. (...) As pessoas são resilientes e esta maratona não começou esta semana e, naturalmente, as pessoas estão mais cansadas nos últimos quilómetros. Estamos num momento muito difícil, como todos os hospitais do país", referiu.
Eduardo Melo adiantou que, atualmente, o CHTV está com um "número de internados elevadíssimo, 276, 23 deles em cuidados intensivos e os restantes em enfermaria" e, ao longo desta semana, "tem sido um número relativamente estável".
"Conseguimos criar mais duas camas de cuidados intensivos e temos, neste momento, uma vaga", adiantou o diretor clínico, informando que entram "cerca de cerca de 20 a 30 doentes por dia no hospital" para internamento.
O responsável explicou que os profissionais têm "conseguido dar altas e deslocar alguns doentes para outras áreas e isso tem permitido alguma estabilidade no internamento".
O CHTV tem até ao dia de hoje "cerca de 130 profissionais infetados, em casa, impedidos de trabalhar e mais cerca de 30 em quarentena" o que tem obrigado a direção clínica a fazer substituições de profissionais e contratações.
"Há muitas áreas do hospital que estão interrompidas de atividade, nomeadamente a cirúrgica, e deslocamos profissionais que estão com menos atividade para outras [áreas] e temos conseguido recrutar profissionais, nomeadamente enfermeiros e assistentes operacionais, que têm conseguido substituir os profissionais em falta", referiu.
A unidade no Fontelo tem sido, no seu entender, "uma válvula de escape para o hospital, felizmente" e, neste momento, estão 18 doentes na parte clínica e estão sete na parte social e, "para já, não é necessário ativar o pavilhão multiusos", também em Viseu.
"Felizmente, não temos filas de ambulâncias, para já, porque temos conseguido drenar os doentes que têm necessidade de serem internados. Tem sido um fluxo constante na urgência, mas ainda não tivemos um ponto de rutura", sem que "as pessoas não tivessem sido atendidas", afirmou.
15h31 - Presidente moçambicano pede esforço da SADC face a nova vaga
O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, lançou um apelo na qualidade de presidente da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) para que todos os países da região continuem a envidar esforços para travar a covid-19.
"Nas primeiras duas semanas de janeiro, o número total de novos casos situou-se em 346.010, o que corresponde a 22% do número total de casos registados desde o início da pandemia na região", refere, numa mensagem publicada no portal da SADC.
Segundo Nyusi, "há uma preocupação crescente de que as infeções sejam causadas em parte por uma nova variante do coronavírus", mais facilmente transmissível.
Perante esta nova vaga, os sistemas de saúde "estão a atingir rapidamente o limite das suas capacidades, esperando-se que a situação se agrave a curto prazo ", alerta.
O presidente da SADC, em regime de rotatividade, lança um apelo a todos para que continuem a "envidar esforços para travar as elevadas taxas de infeção e de mortalidade".
"Só juntos e colaborando teremos a resiliência e a capacidade de superar esta pandemia ", acrescentou.
Como uma nota positiva, Filipe Nyusi destaca que, nos últimos meses, várias vacinas "receberam aprovações regulamentares nalguns países, bem como a pré-qualificação da Organização Mundial de Saúde (OMS)".
"Neste sentido, recomendamos que o Comité de Ministros da Saúde da SADC defina uma estratégia de colaboração regional forte e mobilize recursos coletivos para aquisição urgente da vacina para distribuição", por todos os cidadãos, "estabelecendo prioridades de acordo com o nível de risco".
O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, lançou um apelo na qualidade de presidente da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) para que todos os países da região continuem a envidar esforços para travar a covid-19.
"Nas primeiras duas semanas de janeiro, o número total de novos casos situou-se em 346.010, o que corresponde a 22% do número total de casos registados desde o início da pandemia na região", refere, numa mensagem publicada no portal da SADC.
Segundo Nyusi, "há uma preocupação crescente de que as infeções sejam causadas em parte por uma nova variante do coronavírus", mais facilmente transmissível.
Perante esta nova vaga, os sistemas de saúde "estão a atingir rapidamente o limite das suas capacidades, esperando-se que a situação se agrave a curto prazo ", alerta.
O presidente da SADC, em regime de rotatividade, lança um apelo a todos para que continuem a "envidar esforços para travar as elevadas taxas de infeção e de mortalidade".
"Só juntos e colaborando teremos a resiliência e a capacidade de superar esta pandemia ", acrescentou.
Como uma nota positiva, Filipe Nyusi destaca que, nos últimos meses, várias vacinas "receberam aprovações regulamentares nalguns países, bem como a pré-qualificação da Organização Mundial de Saúde (OMS)".
"Neste sentido, recomendamos que o Comité de Ministros da Saúde da SADC defina uma estratégia de colaboração regional forte e mobilize recursos coletivos para aquisição urgente da vacina para distribuição", por todos os cidadãos, "estabelecendo prioridades de acordo com o nível de risco".
15h21 - Agência Europeia do Medicamento dá luz verde a vacina da AstraZeneca
A Agência Europeia do Medicamento (EMA) acaba de anunciar a aprovação da vacina Covid-19 desenvolvida pela AstraZeneca e Universidade de Oxford.
A Agência Europeia do Medicamento (EMA) acaba de anunciar a aprovação da vacina Covid-19 desenvolvida pela AstraZeneca e Universidade de Oxford.
15h10 - Cabo Verde sem Carnaval em 2021 devido à pandemia
Cabo Verde não vai realizar qualquer evento de Carnaval em 2021 devido à pandemia de covid-19, decisão que o Governo pretende articular com os principais representantes do setor, anunciou hoje o ministro da Cultura e das Indústrias Criativas.
14h52 - Novartis vai ajudar a produzir vacina da rival Pfizer-BioNTech
A gigante farmacêutica suíça Novartis anunciou ter assinado um acordo para ajudar a produzir a vacina contra a covid-19 da Pfizer-BioNTech, face à escassez de vacinas causada por atrasos das principais empresas.
O acordo, firmado com o grupo alemão BioNTech, prevê que a Novartis disponibilize os seus meios e instalações para enfrascar a vacina crida pela Pfizer, anunciou o grupo suíço em comunicado, especificando que a produção deve começar no segundo trimestre e que as primeiras entregas estão programadas para o trimestre seguinte.
Já na semana passada, a Sanofi se ofereceu para enfrascar e acondicionar as vacinas da Pfizer-BioNTech.
Segundo explicou na altura o diretor-geral daquela farmacêutica francesa, Paul Hudson, a Sanofi ainda não tem uma vacina própria, pelo que o laboratório se disponibilizou a ajudar a embalar mais de 100 milhões de doses da rival norte-americana, destinadas à União Europeia, após o Governo francês lhe ter pedido, várias vezes, para disponibilizar as suas linhas de produção aos concorrentes.
O grupo americano Pfizer e a empresa de biotecnologia alemã BioNTech foram os primeiros a anunciar, este mês, que não conseguiriam cumprir o calendário inicialmente acordado com a União Europeia, antes de dizer que podiam limitar a uma semana o atraso nas entregas.
Na semana passada, foi a vez da britânica AstraZeneca indicar que as suas entregas seriam inferiores ao previsto no primeiro trimestre, causando a indignação da União Europeia.
A gigante farmacêutica suíça Novartis anunciou ter assinado um acordo para ajudar a produzir a vacina contra a covid-19 da Pfizer-BioNTech, face à escassez de vacinas causada por atrasos das principais empresas.
O acordo, firmado com o grupo alemão BioNTech, prevê que a Novartis disponibilize os seus meios e instalações para enfrascar a vacina crida pela Pfizer, anunciou o grupo suíço em comunicado, especificando que a produção deve começar no segundo trimestre e que as primeiras entregas estão programadas para o trimestre seguinte.
Já na semana passada, a Sanofi se ofereceu para enfrascar e acondicionar as vacinas da Pfizer-BioNTech.
Segundo explicou na altura o diretor-geral daquela farmacêutica francesa, Paul Hudson, a Sanofi ainda não tem uma vacina própria, pelo que o laboratório se disponibilizou a ajudar a embalar mais de 100 milhões de doses da rival norte-americana, destinadas à União Europeia, após o Governo francês lhe ter pedido, várias vezes, para disponibilizar as suas linhas de produção aos concorrentes.
O grupo americano Pfizer e a empresa de biotecnologia alemã BioNTech foram os primeiros a anunciar, este mês, que não conseguiriam cumprir o calendário inicialmente acordado com a União Europeia, antes de dizer que podiam limitar a uma semana o atraso nas entregas.
Na semana passada, foi a vez da britânica AstraZeneca indicar que as suas entregas seriam inferiores ao previsto no primeiro trimestre, causando a indignação da União Europeia.
14h34 - Vacina da Johnson & Johnson com eficácia geral de 66%
A empresa norte-americana Johnson & Johnson anunciou hoje que a sua vacina contra a Covid-19 tem uma eficácia geral de 66 por cento, mas é menos eficaz face à variante descoberta na África do Sul.
A vacina de toma única tem uma taxa de eficácia de 66% a prevenir casos de doença moderada ou grave e de 85% em casos muito graves.
Nos Estados Unidos, a eficácia foi medida em 72%, mas na África do Sul, onde circula uma variante mais contagiosa, a taxa desceu para 57%.
Com estes resultados, a empresa anunciou que vai pedir ao regulador farmacêutico norte-americano um pedido de autorização de uso de emergência para os Estados Unidos.
14h12 - Mais 278 óbitos e 13.200 novos casos em Portugal
Nas últimas 24 horas registaram-se mais 278 óbitos e 13.200 novos casos confirmados. No total, o país registou até ao momento 11.886 vítimas mortais e um total de 698.583 casos confirmados desde o início da pandemia.
Houve ainda registo de 11.187 casos recuperados nas últimas 24 horas, num total de 504.886 pessoas recuperadas desde início da pandemia.
Relativamente aos números dos internamentos, houve mais 62 pessoas internadas, das quais 24 em unidades de cuidados intensivos. No total há 6.627 internados, entre os quais 806 pessoas nos cuidados intensivos com Covid-19. Estes são os números mais elevados de sempre desde que a pandemia chegou a Portugal.
A região de Lisboa e Vale do Tejo continua a ser a mais afetada, tendo registao 7.123 novos casos e 137 óbitos nas últimas 24 horas. Seguem-se a região Norte, com mais 70 óbitos e 3.198 novos casos, e a região Centro, com 1.842 novos casos e 53 mortos.
No Alentejo houve 14 mortes e 486 novos casos, enquanto no Algarve registaram-se mais três óbitos e 381 novos casos. Quanto às regiões autónomas, a Madeira registou mais 105 novos casos e um óbito e os Açores mais 65 novos casos de infeção.
14h03 - Unidades de Cuidados Intensivos a Norte com elevada ocupação
14h01 - Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro tem 152 doentes covid internados
13H59 - Santos Silva defende que farmacêuticas devem cumprir contratos com UE
13h57 - Viagens para Açores e Madeira entre exceções à proibição de deslocação
13h55 - Contrato entre UE e AstraZeneca publicado com muitas cláusulas rasuradas
13h52 - Hospitais do Centro com mais altas hospitalares do que internamentos
Os hospitais da região Centro registaram quinta-feira mais altas médicas do que internamentos, embora o número de internados seja muito elevado, informa a Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC).
De acordo com aquele organismo, às 23:59 de quinta-feira foram contabilizados mais 30 internamentos em enfermaria, mas em contrapartida foram dadas 107 altas hospitalares em enfermarias e oito em unidades de cuidados intensivos.
Àquela data, a região Centro registava 1.296 internados em enfermaria e 31 em unidades de cuidados intensivos, dos quais 105 ventilados, mais um relativamente a quarta-feira.
A ARSC informou ainda que, na quinta-feira, faleceram 36 pessoas em meio hospitalar, e que foram criadas mais 13 camas de enfermaria no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.
A estrutura de apoio e retaguarda instalada no Hospital Militar de Coimbra, que abriu esta semana com 31 camas, com capacidade para atingir as seis dezenas, encontra-se já ocupada com 11 doentes, segundo aquela estrutura descentralizada do Ministério da Saúde.
Os hospitais da região Centro registaram quinta-feira mais altas médicas do que internamentos, embora o número de internados seja muito elevado, informa a Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC).
De acordo com aquele organismo, às 23:59 de quinta-feira foram contabilizados mais 30 internamentos em enfermaria, mas em contrapartida foram dadas 107 altas hospitalares em enfermarias e oito em unidades de cuidados intensivos.
Àquela data, a região Centro registava 1.296 internados em enfermaria e 31 em unidades de cuidados intensivos, dos quais 105 ventilados, mais um relativamente a quarta-feira.
A ARSC informou ainda que, na quinta-feira, faleceram 36 pessoas em meio hospitalar, e que foram criadas mais 13 camas de enfermaria no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.
A estrutura de apoio e retaguarda instalada no Hospital Militar de Coimbra, que abriu esta semana com 31 camas, com capacidade para atingir as seis dezenas, encontra-se já ocupada com 11 doentes, segundo aquela estrutura descentralizada do Ministério da Saúde.
13h49 - Unidade Móvel de Saúde e Bibliomóvel apoiam população de Proença-a-Nova
A Câmara de Proença-a-Nova colocou a Unidade Móvel de Saúde (UMS) e a Bibliomóvel locais ao serviço da rede de solidariedade criada para apoiar os munícipes no âmbito da pandemia da covid-19.
"Todos os dias da semana, os técnicos da Câmara Municipal (Proença-a-Nova) devidamente identificados percorrerão as aldeias do concelho, em rotas diferentes, para averiguar as possíveis necessidades que possam existir e para evitar que a população incluída no grupo mais vulnerável ao contágio pelo novo coronavírus saia de casa, nomeadamente idosos e pessoas com doenças crónicas", explica, em comunicado, este município do distrito de Castelo Branco.
A Câmara e as juntas de Freguesia de Proença-a-Nova criaram uma rede de solidariedade, que tem um interlocutor em cada aldeia para comunicar as necessidades da população, nomeadamente para verificar a falta de medicamentos ou bens de primeira necessidade.
O município fica com a responsabilidade de fazer a entrega das encomendas.
Neste âmbito, a autarquia decidiu afetar a Bibliomóvel - Biblioteca Itinerante e a UMS de Proença-a-Nova à rede de solidariedade, onde prestam o apoio necessário às populações, além de continuarem a realizar as suas tarefas normais.
"Todos os dias da semana, os técnicos da Câmara Municipal (Proença-a-Nova) devidamente identificados percorrerão as aldeias do concelho, em rotas diferentes, para averiguar as possíveis necessidades que possam existir e para evitar que a população incluída no grupo mais vulnerável ao contágio pelo novo coronavírus saia de casa, nomeadamente idosos e pessoas com doenças crónicas", explica, em comunicado, este município do distrito de Castelo Branco.
A Câmara e as juntas de Freguesia de Proença-a-Nova criaram uma rede de solidariedade, que tem um interlocutor em cada aldeia para comunicar as necessidades da população, nomeadamente para verificar a falta de medicamentos ou bens de primeira necessidade.
O município fica com a responsabilidade de fazer a entrega das encomendas.
Neste âmbito, a autarquia decidiu afetar a Bibliomóvel - Biblioteca Itinerante e a UMS de Proença-a-Nova à rede de solidariedade, onde prestam o apoio necessário às populações, além de continuarem a realizar as suas tarefas normais.
13h47 - Multas em restaurante de Espinho com porta aberta a servir clientes
A PSP multou cinco clientes e o proprietário de um restaurante em Espinho, no distrito de Aveiro, por violaram as regras do estado de emergência em vigor, informou a força policial.
Em comunicado, a PSP esclarece que na quinta-feira, cerca das 14:00, verificou que o estabelecimento de restauração e bebidas "estava em pleno funcionamento, com a porta de acesso principal aberta e atendendo cinco clientes, os quais estavam sentados, em espaço interior, ocupando mesas separadas".
Segundo a PSP, foi levantado um auto de contraordenação ao proprietário do restaurante, por inobservância das regras de funcionamento dos estabelecimentos de restauração e similares, estando prevista coima no valor mínimo de dois mil euros.
Os cinco clientes foram também autuados, por inobservância do dever geral de recolhimento domiciliário, cuja infração tem prevista uma coima de valor mínimo de 200 euros.
Na terça-feira, a PSP de Espinho já tinha multado o proprietário de um café e 11 pessoas que estavam a confraternizar na esplanada do estabelecimento, a consumir bebidas alcoólicas e a jogar às cartas.
A PSP multou cinco clientes e o proprietário de um restaurante em Espinho, no distrito de Aveiro, por violaram as regras do estado de emergência em vigor, informou a força policial.
Em comunicado, a PSP esclarece que na quinta-feira, cerca das 14:00, verificou que o estabelecimento de restauração e bebidas "estava em pleno funcionamento, com a porta de acesso principal aberta e atendendo cinco clientes, os quais estavam sentados, em espaço interior, ocupando mesas separadas".
Segundo a PSP, foi levantado um auto de contraordenação ao proprietário do restaurante, por inobservância das regras de funcionamento dos estabelecimentos de restauração e similares, estando prevista coima no valor mínimo de dois mil euros.
Os cinco clientes foram também autuados, por inobservância do dever geral de recolhimento domiciliário, cuja infração tem prevista uma coima de valor mínimo de 200 euros.
Na terça-feira, a PSP de Espinho já tinha multado o proprietário de um café e 11 pessoas que estavam a confraternizar na esplanada do estabelecimento, a consumir bebidas alcoólicas e a jogar às cartas.
13h45 - 'Braço de ferro' entre UE e AstraZeneca
13h43 - Sexta às 9. Aumenta a lista de desvios à vacinação prioritária contra a covid-19
13h27 - Proibido sair de Portugal e fronteiras terrestres controladas
13h25 - Escolas fechadas e ensino à distância. Medida avaliada de 15 em 15 dias
13h24 - Novo sistema de triagem no Hospital de Santa Maria
12h54 - GNR deteve seis pessoas e emitiu 658 contraordenações na última semana
A GNR deteve seis pessoas, por incumprimento das medidas de confinamento obrigatório definidas peloa estado de emergência devido à pandemia por covid-19, e emitiu 658 autos de contraordenação, entre o dia 23 e quinta-feira.
Dados fornecidos à Lusa pela GNR, indicam que dos 658 autos de contraordenação abertos, destaca-se 307 por incumprimento do dever geral de recolhimento domiciliário e 73 por falta do uso da máscara em espaços públicos.
Foram também aplicadas 81 coimas por incumprimento da limitação de circulação entre concelhos, em vigor durante o fim de semana.
Segundo dados da PSP, no fim de semana, foram detidas 16 pessoas, das quais 10 por desobediência ao dever geral de recolhimento, cinco por desobediência à venda e consumo de bebidas alcoólicas na via pública e uma detenção por desobediência ao confinamento obrigatório por infeção e aplicadas 406 contraordenações, entre as quais 97 por falta de uso de máscara, 70 por incumprimento do dever de recolhimento, 49 por incumprimento do distanciamento físico e 37 por consumo de álcool na via pública.
As forças de segurança lembram que os cidadãos em incumprimento podem ser multados em valores que vão dos 200 aos mil euros, apelando para que as pessoas que se desloquem na via pública tenham em seu poder comprovativos que atestem o motivo e demonstrem cabalmente o caráter excecional da deslocação.
A GNR deteve seis pessoas, por incumprimento das medidas de confinamento obrigatório definidas peloa estado de emergência devido à pandemia por covid-19, e emitiu 658 autos de contraordenação, entre o dia 23 e quinta-feira.
Dados fornecidos à Lusa pela GNR, indicam que dos 658 autos de contraordenação abertos, destaca-se 307 por incumprimento do dever geral de recolhimento domiciliário e 73 por falta do uso da máscara em espaços públicos.
Foram também aplicadas 81 coimas por incumprimento da limitação de circulação entre concelhos, em vigor durante o fim de semana.
Segundo dados da PSP, no fim de semana, foram detidas 16 pessoas, das quais 10 por desobediência ao dever geral de recolhimento, cinco por desobediência à venda e consumo de bebidas alcoólicas na via pública e uma detenção por desobediência ao confinamento obrigatório por infeção e aplicadas 406 contraordenações, entre as quais 97 por falta de uso de máscara, 70 por incumprimento do dever de recolhimento, 49 por incumprimento do distanciamento físico e 37 por consumo de álcool na via pública.
As forças de segurança lembram que os cidadãos em incumprimento podem ser multados em valores que vão dos 200 aos mil euros, apelando para que as pessoas que se desloquem na via pública tenham em seu poder comprovativos que atestem o motivo e demonstrem cabalmente o caráter excecional da deslocação.
12h48 - Hospital de Viseu sob grande pressão com falta de profissionais de saúde
12h20- Média de novos casos diários é mais do dobro face ao início na pandemia
A média de novos casos diários de covid-19 na última semana foi mais do dobro do que se verificou em Portugal no início da pandemia, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
No dia 27 de janeiro foi registado um total de 90.234 casos contabilizados nos sete dias anteriores, com uma média diária de 12.891 casos, muito acima dos meses de março e abril de 2020, em que o máximo de média diária de novos casos foi 5.618.
Desde 28 de dezembro que o aumento de novos casos confirmados a sete dias tem sofrido "um aumento exponencial", à semelhança do que aconteceu em março passado, quando foram detetados os primeiros casos de contágio, e em outubro, quando se verificou um novo pico.
A média de novos casos diários de covid-19 na última semana foi mais do dobro do que se verificou em Portugal no início da pandemia, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
No dia 27 de janeiro foi registado um total de 90.234 casos contabilizados nos sete dias anteriores, com uma média diária de 12.891 casos, muito acima dos meses de março e abril de 2020, em que o máximo de média diária de novos casos foi 5.618.
Desde 28 de dezembro que o aumento de novos casos confirmados a sete dias tem sofrido "um aumento exponencial", à semelhança do que aconteceu em março passado, quando foram detetados os primeiros casos de contágio, e em outubro, quando se verificou um novo pico.
12h15 - Hospital de Viseu vive situação extrema com falta de enfermeiros
12h04 - Bruxelas limita viagens não-essenciais
A Comissão Europeia anunciou que os Estados-membros chegaram a uma cordo para a limitação de viagens não-essenciais e para a inclusão de uma nova cor no mapa da situação sanitária da Europa.
O porta-voz da comissão Christian Wigand reforçou que os países terão que tomar medidas especificas para viajantes que cheguem das zonas vermelho escuro.
A comissão saúda este acordo alcançado em tempo recorde que demonstra a unidade e o compromisso dos Estados-membros numa acção coordenada em impor limitações às viagens enquanto evita o encerramento de fronteiras e a total proibição de viagens.
A comissão saúda este acordo alcançado em tempo recorde que demonstra a unidade e o compromisso dos Estados-membros numa acção coordenada em impor limitações às viagens enquanto evita o encerramento de fronteiras e a total proibição de viagens.
Estão previstas excepções para quem vive em zonas de fronteira e se vê obrigado a passá-las diariamente para trabalhar.
12h00 - União Europeia publica contrato com AstraZeneca
11h41 - Hungria aprova a vacina chinesa da Sinopharm
A farmacêutica norte-americana Moderna vai entregar 20% menos vacinas a Itália do que as propostas na semana que começa em 7 de fevereiro, anunciaram as entidades italianas.
"Há minutos, a Moderna falou-nos do corte na distribuição das vacinas. Na semana que começa a 7 de fevereiro, apenas 132.000 doses chegarão, menos 20% do que o acordado", disse Domenico Arcuri, o comissário especial para a covid-19.
11h35 - Politécnico de Castelo Branco suspende atividades presenciais
O Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) suspendeu as atividades presenciais na instituição até ao dia 5 de fevereiro, podendo ser ajustadas ou prorrogadas em função da evolução da situação epidemiológica que se vive no país.
No despacho a que a agência Lusa teve hoje acesso, o presidente do IPCB, António Fernandes, explica que estas medidas excecionais orientadoras para o funcionamento das atividades do ano letivo 2020/21, têm em consideração a atual situação epidemiológica no país, provocada pelo aumento do número de novos casos de contágio da doença covid-19.
Depois de auscultados os elementos do Conselho de Gestão do IPCB e os diretores das seis escolas superiores que o integram, António Fernandes decidiu adaptar para regime não presencial, todas as atividades letivas, não letivas e de investigação.
"As atividades letivas de natureza prática e laboratorial (aulas práticas e laboratoriais) que estejam a funcionar no regime presencial, e que sejam consideradas essenciais para as aprendizagens e que impliquem a utilização de espaços, equipamentos ou materiais específicos existentes nas escolas, não podendo ser realizadas em regime não presencial, serão reagendadas para datas em que seja possível a sua realização em regime presencial", lê-se no documento.
Foi ainda decidido que as avaliações que decorram durante o período abrangido por este despacho vão ser realizadas em regime não presencial, com exceção daquelas que sejam consideradas essenciais e que impliquem a utilização de espaços, equipamentos ou materiais específicos existentes nas escolas.
"As medidas adotadas para a realização das avaliações, em cada uma das épocas, devem garantir equidade nas tipologias usadas (regime presencial ou regime não presencial) para todos os estudantes inscritos na mesma unidade curricular", refere o documento.
Adianta ainda que aos estudantes que estejam em isolamento associado ao SARS-COV-2 nas datas de realização das avaliações presenciais, "deve ser garantido, em cada unidade curricular, o acesso à mesma tipologia de avaliação dos restantes estudantes bem como o acesso a todas as épocas de avaliação a que têm direito".
O Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) suspendeu as atividades presenciais na instituição até ao dia 5 de fevereiro, podendo ser ajustadas ou prorrogadas em função da evolução da situação epidemiológica que se vive no país.
No despacho a que a agência Lusa teve hoje acesso, o presidente do IPCB, António Fernandes, explica que estas medidas excecionais orientadoras para o funcionamento das atividades do ano letivo 2020/21, têm em consideração a atual situação epidemiológica no país, provocada pelo aumento do número de novos casos de contágio da doença covid-19.
Depois de auscultados os elementos do Conselho de Gestão do IPCB e os diretores das seis escolas superiores que o integram, António Fernandes decidiu adaptar para regime não presencial, todas as atividades letivas, não letivas e de investigação.
"As atividades letivas de natureza prática e laboratorial (aulas práticas e laboratoriais) que estejam a funcionar no regime presencial, e que sejam consideradas essenciais para as aprendizagens e que impliquem a utilização de espaços, equipamentos ou materiais específicos existentes nas escolas, não podendo ser realizadas em regime não presencial, serão reagendadas para datas em que seja possível a sua realização em regime presencial", lê-se no documento.
Foi ainda decidido que as avaliações que decorram durante o período abrangido por este despacho vão ser realizadas em regime não presencial, com exceção daquelas que sejam consideradas essenciais e que impliquem a utilização de espaços, equipamentos ou materiais específicos existentes nas escolas.
"As medidas adotadas para a realização das avaliações, em cada uma das épocas, devem garantir equidade nas tipologias usadas (regime presencial ou regime não presencial) para todos os estudantes inscritos na mesma unidade curricular", refere o documento.
Adianta ainda que aos estudantes que estejam em isolamento associado ao SARS-COV-2 nas datas de realização das avaliações presenciais, "deve ser garantido, em cada unidade curricular, o acesso à mesma tipologia de avaliação dos restantes estudantes bem como o acesso a todas as épocas de avaliação a que têm direito".
11h33 - Hospital de Santa Maria instala processo de pré triagem
11h31 - PSD defende reforço de financiamento para instituições do ensino superior
O PSD questionou o Governo sobre o reforço de financiamento para o ensino superior, realçando que o Instituto Politécnico de Coimbra e a Universidade de Coimbra deparam-se com "gastos extraordinários" devido ao combate à pandemia, foi hoje anunciado.
Numa pergunta dirigida ao ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, deputados do PSD alertam a tutela para o "impacto que a crise sanitária" está a ter nos orçamentos de instituições do ensino superior, apontando para o caso do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) e da Universidade de Coimbra (UC) que se deparam "com gastos extraordinários na aquisição de equipamentos, recursos tecnológicos e equipamentos de proteção individual".
Ao todo, os deputados do PSD identificaram dez instituições do ensino superior que sentiram o impacto da pandemia nos seus orçamentos: institutos politécnicos de Castelo Branco, da Guarda, de Portalegre, de Setúbal, de Viana do Castelo e de Viseu e universidades da Beira Interior e de Trás-os-Montes e Alto Douro, além do IPC e da UC.
"Os efeitos da pandemia estão a fazer sentir-se na forma de funcionamento dos estabelecimentos de ensino, com a necessária adaptação às novas regras de higiene e segurança sanitária", constatou o PSD, na nota de imprensa à agência Lusa.
O PSD questionou o Governo sobre o reforço de financiamento para o ensino superior, realçando que o Instituto Politécnico de Coimbra e a Universidade de Coimbra deparam-se com "gastos extraordinários" devido ao combate à pandemia, foi hoje anunciado.
Numa pergunta dirigida ao ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, deputados do PSD alertam a tutela para o "impacto que a crise sanitária" está a ter nos orçamentos de instituições do ensino superior, apontando para o caso do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) e da Universidade de Coimbra (UC) que se deparam "com gastos extraordinários na aquisição de equipamentos, recursos tecnológicos e equipamentos de proteção individual".
Ao todo, os deputados do PSD identificaram dez instituições do ensino superior que sentiram o impacto da pandemia nos seus orçamentos: institutos politécnicos de Castelo Branco, da Guarda, de Portalegre, de Setúbal, de Viana do Castelo e de Viseu e universidades da Beira Interior e de Trás-os-Montes e Alto Douro, além do IPC e da UC.
"Os efeitos da pandemia estão a fazer sentir-se na forma de funcionamento dos estabelecimentos de ensino, com a necessária adaptação às novas regras de higiene e segurança sanitária", constatou o PSD, na nota de imprensa à agência Lusa.
11h29 - Companhia de Oliveira do Bairro Viv'Arte em insolvência
A companhia de teatro de Oliveira do Bairro Viv'Arte, especializada em recriações históricas, viu-se obrigada a entrar em processo de insolvência, devido à pandemia de covid-19.
A companhia tinha 32 profissionais e dedicava-se essencialmente à recriação histórica, sendo que a pandemia veio esvaziar por completo a agenda de trabalho que normalmente tinha, empurrando-a para a insolvência, afirmou à agência Lusa o diretor artístico da estrutura, Mário da Costa.
"Até março tivemos trabalho, mas a partir de março paralisámos. Tivemos pequenos apontamentos, sobretudo para cinema e para televisões, mas deixámos de ter aquela epopeia dos mercados e das feiras, com exceção para o Festival Colombo, na Madeira, em setembro", contou.
O grupo até tinha uma agenda de dezembro cheia com atividades de natal e uma feira medieval em Albufeira, mas com a chegada da segunda vaga da pandemia no país "cancelou-se tudo", recordou Mário da Costa.
Sem perspetivas de novos trabalhos e sem conseguir assegurar os seus compromissos, a companhia declarou insolvência, referiu.
"Tínhamos um plano de recuperação criado, estávamos a submetê-lo para aprovação dos credores e quando vimos que dezembro não nos ia dar trabalho, vimos que não tínhamos hipótese de continuar", disse Mário da Costa.
A companhia tinha 32 profissionais e dedicava-se essencialmente à recriação histórica, sendo que a pandemia veio esvaziar por completo a agenda de trabalho que normalmente tinha, empurrando-a para a insolvência, afirmou à agência Lusa o diretor artístico da estrutura, Mário da Costa.
"Até março tivemos trabalho, mas a partir de março paralisámos. Tivemos pequenos apontamentos, sobretudo para cinema e para televisões, mas deixámos de ter aquela epopeia dos mercados e das feiras, com exceção para o Festival Colombo, na Madeira, em setembro", contou.
O grupo até tinha uma agenda de dezembro cheia com atividades de natal e uma feira medieval em Albufeira, mas com a chegada da segunda vaga da pandemia no país "cancelou-se tudo", recordou Mário da Costa.
Sem perspetivas de novos trabalhos e sem conseguir assegurar os seus compromissos, a companhia declarou insolvência, referiu.
"Tínhamos um plano de recuperação criado, estávamos a submetê-lo para aprovação dos credores e quando vimos que dezembro não nos ia dar trabalho, vimos que não tínhamos hipótese de continuar", disse Mário da Costa.
11h27 - Faro garante refeições e vales alimentares a alunos carenciados do concelho
O Município de Faro está a garantir desde o início da semana refeições em regime de 'take away' e vales alimentares a alunos carenciados do concelho, informou a autarquia.
Em declarações à Lusa, o presidente da Câmara de Faro revelou que são "cerca de 90 alunos" dos 1.600 que integram os escalões A e B beneficiários da ação social escolar do pré-escolar e do 1º ciclo que estão a receber apoio na forma de refeições escolares.
Rogério Bacalhau adiantou que a alimentação é assegurada em "regime de 'take away'" e confecionada na Escola Básica da Conceição, sendo depois "distribuídas em vários estabelecimentos do concelho".
Na cidade, o ponto de recolha é a Escola Básica do Carmo e nas restantes freguesias as refeições são entregues nas escolas básicas da Conceição, de Estoi, de Bordeira, de Santa Bárbara de Nexe, de Montenegro e Areal Gordo.
Em comunicado, a autarquia adianta que as refeições são servidas em descartáveis de doses individuais que os encarregados de educação ou alunos devem recolher numa daquelas escolas.
A recolha das refeições deve ser feita entre as 12:30 e as 13:30, para consumo nas suas residências, de forma a evitar a permanência nas escolas.
Durante esta primeira semana, desde segunda-feira e até hoje, está prevista a entrega de 554 almoços, numa média de 115 refeições diárias.
O Município informou ainda que vai também disponibilizar, aos alunos dos escalões A e B do ensino pré-escolar e 1.º ciclo, vales para utilização nos estabelecimentos que aderiram ao programa 'Faro.Somostodos.'e que comercializam produtos alimentares.
Este apoio adicional irá beneficiar 1.530 alunos carenciados, que receberão seis 'vouchers', no valor de 30 euros, numa medida que pretende ao mesmo tempo, "beneficiar o comércio tradicional e fomentar a economia circular no concelho".
O Município de Faro está a garantir desde o início da semana refeições em regime de 'take away' e vales alimentares a alunos carenciados do concelho, informou a autarquia.
Em declarações à Lusa, o presidente da Câmara de Faro revelou que são "cerca de 90 alunos" dos 1.600 que integram os escalões A e B beneficiários da ação social escolar do pré-escolar e do 1º ciclo que estão a receber apoio na forma de refeições escolares.
Rogério Bacalhau adiantou que a alimentação é assegurada em "regime de 'take away'" e confecionada na Escola Básica da Conceição, sendo depois "distribuídas em vários estabelecimentos do concelho".
Na cidade, o ponto de recolha é a Escola Básica do Carmo e nas restantes freguesias as refeições são entregues nas escolas básicas da Conceição, de Estoi, de Bordeira, de Santa Bárbara de Nexe, de Montenegro e Areal Gordo.
Em comunicado, a autarquia adianta que as refeições são servidas em descartáveis de doses individuais que os encarregados de educação ou alunos devem recolher numa daquelas escolas.
A recolha das refeições deve ser feita entre as 12:30 e as 13:30, para consumo nas suas residências, de forma a evitar a permanência nas escolas.
Durante esta primeira semana, desde segunda-feira e até hoje, está prevista a entrega de 554 almoços, numa média de 115 refeições diárias.
O Município informou ainda que vai também disponibilizar, aos alunos dos escalões A e B do ensino pré-escolar e 1.º ciclo, vales para utilização nos estabelecimentos que aderiram ao programa 'Faro.Somostodos.'e que comercializam produtos alimentares.
Este apoio adicional irá beneficiar 1.530 alunos carenciados, que receberão seis 'vouchers', no valor de 30 euros, numa medida que pretende ao mesmo tempo, "beneficiar o comércio tradicional e fomentar a economia circular no concelho".
11h25 - Pedidos de ajuda mais do que duplicaram na Cáritas de Braga
Os pedidos de ajuda à Cáritas Arquidiocesana de Braga "mais do que duplicaram" com a pandemia, em boa parte por causa dos novos desempregados, muitos dos quais se viram "completamente desprotegidos, de um momento para o outro".
O presidente da Cáritas de Braga, José Carlos Dias, disse hoje à Lusa que a demanda de alimentos "é cada vez maior", mas quem ali bate à porta vai também à procura de apoio para pagar as contas da água, da luz e do gás ou comprar medicamentos.
"Só em 2020, foram mais de 30 toneladas de alimentos que distribuímos", referiu.
Outros números de 2020 da Cáritas de Braga são mais de 12 mil refeições entregues, 1.200 cabazes alimentares distribuídos e vales alimentares que ascendem a sete mil euros.
Em apoio à compra de medicamentos, a instituição distribuiu quatro mil euros, havendo ainda registo de vários outros apoios no valor total superior a 18 mil euros.
Ao longo de 2020, foram apoiadas mais de sete mil pessoas.
"A pandemia fez subir muito a procura. É um emprego que falha, são dois empregos que falham, são mais bocas a comer em casa, são relações laborais sem qualquer vínculo legal que deixam os trabalhadores completamente desprotegidos, é toda a uma série de situações que levam a que cada vez mais gente nos procure", referiu José Carlos Dias.
O distrito de Braga registava, em dezembro de 2020, um total de 30.156 desempregados, mais 4.745 do que no mesmo mês de 2019, segundo as estatísticas do Instituto do Emprego e Formação Profissional.
"Já começa a ser muito difícil dar resposta a todas as necessidades", admitiu o presidente da Cáritas de Braga, lembrando que o peditório anual da instituição não se pôde realizar em 2020 por causa da pandemia e este ano as perspetivas não são mais animadoras.
Os pedidos de ajuda à Cáritas Arquidiocesana de Braga "mais do que duplicaram" com a pandemia, em boa parte por causa dos novos desempregados, muitos dos quais se viram "completamente desprotegidos, de um momento para o outro".
O presidente da Cáritas de Braga, José Carlos Dias, disse hoje à Lusa que a demanda de alimentos "é cada vez maior", mas quem ali bate à porta vai também à procura de apoio para pagar as contas da água, da luz e do gás ou comprar medicamentos.
"Só em 2020, foram mais de 30 toneladas de alimentos que distribuímos", referiu.
Outros números de 2020 da Cáritas de Braga são mais de 12 mil refeições entregues, 1.200 cabazes alimentares distribuídos e vales alimentares que ascendem a sete mil euros.
Em apoio à compra de medicamentos, a instituição distribuiu quatro mil euros, havendo ainda registo de vários outros apoios no valor total superior a 18 mil euros.
Ao longo de 2020, foram apoiadas mais de sete mil pessoas.
"A pandemia fez subir muito a procura. É um emprego que falha, são dois empregos que falham, são mais bocas a comer em casa, são relações laborais sem qualquer vínculo legal que deixam os trabalhadores completamente desprotegidos, é toda a uma série de situações que levam a que cada vez mais gente nos procure", referiu José Carlos Dias.
O distrito de Braga registava, em dezembro de 2020, um total de 30.156 desempregados, mais 4.745 do que no mesmo mês de 2019, segundo as estatísticas do Instituto do Emprego e Formação Profissional.
"Já começa a ser muito difícil dar resposta a todas as necessidades", admitiu o presidente da Cáritas de Braga, lembrando que o peditório anual da instituição não se pôde realizar em 2020 por causa da pandemia e este ano as perspetivas não são mais animadoras.
10h59 - CR7 violou as regras do confinamento para festejar aniversário da namorada
Cristiano Ronaldo vai ter de pagar uma multa por ter violado o confinamento e as regras sanitárias anti-covid.
O jogador da Juventus saiu de Piemonte e deslocou-se para Courmayeur para festejar o aniversário da namorada com actividades de neve
Além disso, o casal terá também jantado num hotel que está oficialmente fechado.
As regiões em causa estão em zona laranja de risco de contágio, pelo que o jogador deverá ter de pagar uma coima de 400 euros.
Cristiano Ronaldo vai ter de pagar uma multa por ter violado o confinamento e as regras sanitárias anti-covid.
O jogador da Juventus saiu de Piemonte e deslocou-se para Courmayeur para festejar o aniversário da namorada com actividades de neve
Além disso, o casal terá também jantado num hotel que está oficialmente fechado.
As regiões em causa estão em zona laranja de risco de contágio, pelo que o jogador deverá ter de pagar uma coima de 400 euros.
10h41 - Perigos do confinamento
10h37 - China exportou mais de 200 mil milhões de máscaras no ano passado
A China exportou cerca de 220 mil milhões de máscaras cirúrgicas, no ano passado, disse hoje o Ministério do Comércio, face à forte procura mundial por produtos médicos para lidar com a pandemia da covid-19.
Este número corresponde a 40 máscaras por cada pessoa a viver fora da China.
O país asiático foi o primeiro a ser atingido pelo novo coronavírus, mas rapidamente retornou à normalidade, após adotar fortes medidas de prevenção contra a doença, estabelecendo-se de seguida como o principal fabricante de máscaras do mundo.
Pequim não hesitou em usar doações como ferramenta diplomática, divulgando-as amplamente fora e dentro do país.
A China também exportou 2,3 mil milhões de fatos de proteção e mil milhões de testes contra o vírus, disse o vice-ministro do Comércio, Qian Keming, em conferência de imprensa.
Para a China, esta foi uma "contribuição importante para a luta global contra a epidemia", notou.
A economia chinesa cresceu 2,3%, no ano passado, impulsionada em grande parte pela produção de equipamentos contra a covid-19.
A China exportou cerca de 220 mil milhões de máscaras cirúrgicas, no ano passado, disse hoje o Ministério do Comércio, face à forte procura mundial por produtos médicos para lidar com a pandemia da covid-19.
Este número corresponde a 40 máscaras por cada pessoa a viver fora da China.
O país asiático foi o primeiro a ser atingido pelo novo coronavírus, mas rapidamente retornou à normalidade, após adotar fortes medidas de prevenção contra a doença, estabelecendo-se de seguida como o principal fabricante de máscaras do mundo.
Pequim não hesitou em usar doações como ferramenta diplomática, divulgando-as amplamente fora e dentro do país.
A China também exportou 2,3 mil milhões de fatos de proteção e mil milhões de testes contra o vírus, disse o vice-ministro do Comércio, Qian Keming, em conferência de imprensa.
Para a China, esta foi uma "contribuição importante para a luta global contra a epidemia", notou.
A economia chinesa cresceu 2,3%, no ano passado, impulsionada em grande parte pela produção de equipamentos contra a covid-19.
10h31 - Agência do Medicamento confirma segurança de vacina da Pfizer/BioNTech
A vacina para a covid-19 da Pfizer/BioNTech não está ligada a qualquer morte pós-inoculação notificada nem apresenta risco particular para idosos, divulgou hoje a Agência Europeia para o Medicamento (EMA, na sigla inglesa).
"Não foi identificada qualquer preocupação específica de segurança para a utilização de vacinas em indivíduos idosos frágeis", segundo um comunicado da EMA, no qual é sublinhado que "os benefícios da Comirnaty na prevenção da covid-19 continuam a superar quaisquer riscos, não sendo recomendada qualquer alteração sobre a utilização da vacina".
O regulador europeu dos medicamentos afirmou numa declaração que tinha revisto as mortes desde que a vacina foi lançada pela primeira vez, incluindo uma série de idosos, e "concluiu que os dados não mostravam uma ligação com a vacinação Comirnaty e que os casos não suscitam preocupações de segurança".
Na sua primeira atualização sobre a segurança da vacina da Pfizer/BioNTech desde que a União Europeia iniciou a sua campanha de vacinação em dezembro, a EMA concluiu que os dados "são consistentes com o perfil de segurança conhecido da vacina e não foram identificados novos efeitos secundários".
O efeito secundário já identificado é o de uma reação alérgica à vacina.
A vacina para a covid-19 da Pfizer/BioNTech não está ligada a qualquer morte pós-inoculação notificada nem apresenta risco particular para idosos, divulgou hoje a Agência Europeia para o Medicamento (EMA, na sigla inglesa).
"Não foi identificada qualquer preocupação específica de segurança para a utilização de vacinas em indivíduos idosos frágeis", segundo um comunicado da EMA, no qual é sublinhado que "os benefícios da Comirnaty na prevenção da covid-19 continuam a superar quaisquer riscos, não sendo recomendada qualquer alteração sobre a utilização da vacina".
O regulador europeu dos medicamentos afirmou numa declaração que tinha revisto as mortes desde que a vacina foi lançada pela primeira vez, incluindo uma série de idosos, e "concluiu que os dados não mostravam uma ligação com a vacinação Comirnaty e que os casos não suscitam preocupações de segurança".
Na sua primeira atualização sobre a segurança da vacina da Pfizer/BioNTech desde que a União Europeia iniciou a sua campanha de vacinação em dezembro, a EMA concluiu que os dados "são consistentes com o perfil de segurança conhecido da vacina e não foram identificados novos efeitos secundários".
O efeito secundário já identificado é o de uma reação alérgica à vacina.
10h29 - União Europeia quer publicar hoje contrato com AstraZeneca
A União Europeia tenciona publicar hoje o contrato firmado com a AstraZeneca para a aquisição de vacinas contra a covid-19, que o laboratório britânico diz não estar em condições de cumprir, anunciou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
"Nós queremos publicar o contrato hoje e estamos em discussões com a empresa", sobre as partes do texto que devem ser mantidas em sigilo por razões de confidencialidade, assinalou Von der Leyen, numa entrevista hoje de manhã à rádio alemã Deutschlandfunk.
A intenção da Comissão em tornar público o contrato firmado com a AstraZeneca ocorre em pleno `braço de ferro` entre a UE e a farmacêutica britânica, que se diz agora incapaz de fornecer as doses de vacinas contratualizadas com Bruxelas, e no dia em que é esperada a `luz verde` da Agência Europeia do Medicamento (EMA) à sua utilização na Europa.
Em agosto de 2020, a Comissão Europeia assinou um contrato - orçado em 336 milhões de euros - com a AstraZeneca para aquisição de 300 milhões de doses da vacina contra a covid-19 produzida em colaboração com a universidade de Oxford, com uma opção de mais 100 milhões de doses.
No entanto, na semana passada, a AstraZeneca anunciou que pretende entregar doses consideravelmente menores do que acordado com a UE, por alegados problemas de capacidade na produção, o que causou a indignação do executivo comunitário, que ameaça recorrer às vias legais.
Este foi o primeiro contrato assinado por Bruxelas com uma farmacêutica para aquisição de vacinas contra a covid-19 de um total de oito já existentes.
O bloco comunitário já anunciou, entretanto, a criação de um mecanismo de transparência para monitorizar as exportações para países terceiros das vacinas que integram o portefólio da Comissão Europeia para evitar este tipo de problemas na entrega.
Além da UE, a AstraZeneca é uma das maiores fornecedoras de vacinas contra a covid-19 no Reino Unido (antigo Estado-membro) e nos Estados Unidos, por exemplo.
"Nós queremos publicar o contrato hoje e estamos em discussões com a empresa", sobre as partes do texto que devem ser mantidas em sigilo por razões de confidencialidade, assinalou Von der Leyen, numa entrevista hoje de manhã à rádio alemã Deutschlandfunk.
A intenção da Comissão em tornar público o contrato firmado com a AstraZeneca ocorre em pleno `braço de ferro` entre a UE e a farmacêutica britânica, que se diz agora incapaz de fornecer as doses de vacinas contratualizadas com Bruxelas, e no dia em que é esperada a `luz verde` da Agência Europeia do Medicamento (EMA) à sua utilização na Europa.
Em agosto de 2020, a Comissão Europeia assinou um contrato - orçado em 336 milhões de euros - com a AstraZeneca para aquisição de 300 milhões de doses da vacina contra a covid-19 produzida em colaboração com a universidade de Oxford, com uma opção de mais 100 milhões de doses.
No entanto, na semana passada, a AstraZeneca anunciou que pretende entregar doses consideravelmente menores do que acordado com a UE, por alegados problemas de capacidade na produção, o que causou a indignação do executivo comunitário, que ameaça recorrer às vias legais.
Este foi o primeiro contrato assinado por Bruxelas com uma farmacêutica para aquisição de vacinas contra a covid-19 de um total de oito já existentes.
O bloco comunitário já anunciou, entretanto, a criação de um mecanismo de transparência para monitorizar as exportações para países terceiros das vacinas que integram o portefólio da Comissão Europeia para evitar este tipo de problemas na entrega.
Além da UE, a AstraZeneca é uma das maiores fornecedoras de vacinas contra a covid-19 no Reino Unido (antigo Estado-membro) e nos Estados Unidos, por exemplo.
10h23 - Vacina da Novavax revela eficácia superior a 89% em testes britânicos
10h11 - Covid nos PALOP
Em relação aos países de língua oficial portuguesa, Angola regista 464 óbitos e 19.672 casos de infeção, seguindo-se Moçambique (347 mortos e 35.833 casos), Cabo Verde (131 mortos e 13.784 casos), Guiné Equatorial (86 óbitos e 5.492 casos), Guiné-Bissau (45 mortos e 2.600 casos) e São Tomé e Príncipe (17 mortos e 1.221 casos de infeção).
O primeiro caso de covid-19 em África surgiu no Egito, em 14 de fevereiro, e a Nigéria foi o primeiro país da África subsaariana a registar casos de infeção, em 28 de fevereiro.
A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.176.000 mortos resultantes de mais de 100 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP
A covid-19 é uma doença respiratória causada por um novo coronavírus (tipo de vírus) detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
O primeiro caso de covid-19 em África surgiu no Egito, em 14 de fevereiro, e a Nigéria foi o primeiro país da África subsaariana a registar casos de infeção, em 28 de fevereiro.
A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.176.000 mortos resultantes de mais de 100 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP
A covid-19 é uma doença respiratória causada por um novo coronavírus (tipo de vírus) detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
10h04 - EMA anuncia ao início da tarde conclusões sobre a vacina AstraZeneca
A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) deve publicar pelas duas da tarde as conclusões sobre a avaliação da vacina covid-19 desenvolvida pela AstraZeneca e Universidade de Oxford. Sublinhou entretanto que só dará luz verde se os dados apresentados pelo farmacêutico forem "fortes e completos o suficiente".
A EMA acrescenta que se o pacote de dados o permitir, "poderá emitir" uma recomendação à Comissão Europeia sobre uma autorização desta vacina.
Os detalhes da sua análise científica serão tornados públicos por volta das 15.00 horas holandesas (14.00 GMT), a partir da sua sede em Amesterdão, com uma conferência de imprensa virtual na qual o diretor Emer Cooke e outros chefes de departamentos explicarão a avaliação de dados laboratoriais e ensaios clínicos feitos com este fármaco.
A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) deve publicar pelas duas da tarde as conclusões sobre a avaliação da vacina covid-19 desenvolvida pela AstraZeneca e Universidade de Oxford. Sublinhou entretanto que só dará luz verde se os dados apresentados pelo farmacêutico forem "fortes e completos o suficiente".
A EMA acrescenta que se o pacote de dados o permitir, "poderá emitir" uma recomendação à Comissão Europeia sobre uma autorização desta vacina.
Os detalhes da sua análise científica serão tornados públicos por volta das 15.00 horas holandesas (14.00 GMT), a partir da sua sede em Amesterdão, com uma conferência de imprensa virtual na qual o diretor Emer Cooke e outros chefes de departamentos explicarão a avaliação de dados laboratoriais e ensaios clínicos feitos com este fármaco.
9h40 - África com mais 1.056 mortos e 20.930 infetados nas últimas 24 horas
África registou nas últimas 24 horas mais 1.056 mortes por covid-19 para um total de 88.993 óbitos, e 20.930 novos casos de infeção, segundo os últimos dados oficiais da pandemia no continente.
De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número total de infetados é de 3.515.047 e o de recuperados nos 55 Estados-membros da organização nas últimas 24 horas foi de 13.555, para um total de 2.990.890 desde o início da pandemia.
A África Austral continua como a região mais afetada, com 1.676.885 infetados e 47.573 mortos. Só a África do Sul, o país mais atingido pela covid-19 no continente, regista 1.447.798 casos e 43.105 mortes.
O Norte de África é a segunda zona mais afetada pela pandemia, com 1.077.651 infetados e 29.043 vítimas mortais.
A África Oriental contabiliza 357.634 infeções e 6.801 mortos, enquanto na África Ocidental o número de infeções é de 315.927 e o de mortes ascende a 3.978. Na África Central, estão contabilizados 86.950 casos e 1.598 óbitos.
O Egito, que é o segundo país africano com mais vítimas mortais, a seguir à África do Sul, regista 9.169 mortes e 164.282 infetados, seguindo-se Marrocos, com 8.224 vítimas mortais e 469.139 casos.
Entre os seis países mais afetados estão também a Tunísia, com 6.508 mortos e 204.351 infetados, a Argélia, com 2.883 óbitos e 106.508 casos, a Etiópia, com 2.085 vítimas mortais e 135.594 infeções, e o Quénia, com 1.753 óbitos e 100.422 infetados.
África registou nas últimas 24 horas mais 1.056 mortes por covid-19 para um total de 88.993 óbitos, e 20.930 novos casos de infeção, segundo os últimos dados oficiais da pandemia no continente.
De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número total de infetados é de 3.515.047 e o de recuperados nos 55 Estados-membros da organização nas últimas 24 horas foi de 13.555, para um total de 2.990.890 desde o início da pandemia.
A África Austral continua como a região mais afetada, com 1.676.885 infetados e 47.573 mortos. Só a África do Sul, o país mais atingido pela covid-19 no continente, regista 1.447.798 casos e 43.105 mortes.
O Norte de África é a segunda zona mais afetada pela pandemia, com 1.077.651 infetados e 29.043 vítimas mortais.
A África Oriental contabiliza 357.634 infeções e 6.801 mortos, enquanto na África Ocidental o número de infeções é de 315.927 e o de mortes ascende a 3.978. Na África Central, estão contabilizados 86.950 casos e 1.598 óbitos.
O Egito, que é o segundo país africano com mais vítimas mortais, a seguir à África do Sul, regista 9.169 mortes e 164.282 infetados, seguindo-se Marrocos, com 8.224 vítimas mortais e 469.139 casos.
Entre os seis países mais afetados estão também a Tunísia, com 6.508 mortos e 204.351 infetados, a Argélia, com 2.883 óbitos e 106.508 casos, a Etiópia, com 2.085 vítimas mortais e 135.594 infeções, e o Quénia, com 1.753 óbitos e 100.422 infetados.
9h29 - Alemanha com 839 mortes e 14.022 infeções nas últimas 24 horas
Nas últimas 24 horas morreram na Alemanha 839 pessoas de covid-19 e registaram-se 14.022 infeções, mas a incidência acumulada em sete dias baixou situando-se, pela primeira vez, abaixo dos 100 novos contágios por cada 100 mil habitantes.
No conjunto da Alemanha, a incidência acumulada situa-se em 94,4 casos por 100 mil habitantes, face a 98 na quinta-feira e a 115,3 na semana passada.
O número de novas infeções na última semana somou 78.481, de acordo com os dados do Instituto Robert Koch (RKI), atualizados à meia-noite.
O pico da incidência, a nível federal, ocorreu no passado dia 22 de dezembro com 197,6 novas infeções por cada 100 mil habitantes - no período de uma semana. O objetivo do governo é conseguir baixar a incidência para menos de 50.
Na sexta-feira passada, os novos contágios somaram 17.862 e morreram 859 pessoas de covid-19.
O máximo de contágios registou-se a 18 de dezembro de 2020, com 33.777 novas infeções num dia.
O valor mais elevado de óbitos ocorreu a 14 de janeiro com 1.244 mortes.
No total da Alemanha, registam-se 2.192.850 casos de SARS CoV-2 desde o início da pandemia e 55.752 óbitos.
De acordo com o RKI, 1.898.900 pessoas conseguiram curar-se da doença mas existem 283.500 casos ativos no país.
O número de pacientes com covid-19 nas unidades de cuidados intensivos (UCI) ascendia, quinta-feira, a 4.437, menos 18 do que ocorreu na quarta-feira, segundo dados da Associação Interdisciplinar Alemã de Cuidados Intensivos e de Medicina de Urgência.
Nas últimas 24 horas, registaram-se 496 novos internamentos de pacientes com covid-19 nas unidades de cuidados intensivos e 560 saíram da UCI, sendo que 28% dos quais correspondem a óbitos, refere o RKI.
O fator de reprodução (R) que toma em consideração as infeções num intervalo de sete dias situa-se, no conjunto da Alemanha em 0,90 o que implica que cada 100 infetados contagiam, em média, outras 90 pessoas.
Nas últimas 24 horas morreram na Alemanha 839 pessoas de covid-19 e registaram-se 14.022 infeções, mas a incidência acumulada em sete dias baixou situando-se, pela primeira vez, abaixo dos 100 novos contágios por cada 100 mil habitantes.
No conjunto da Alemanha, a incidência acumulada situa-se em 94,4 casos por 100 mil habitantes, face a 98 na quinta-feira e a 115,3 na semana passada.
O número de novas infeções na última semana somou 78.481, de acordo com os dados do Instituto Robert Koch (RKI), atualizados à meia-noite.
O pico da incidência, a nível federal, ocorreu no passado dia 22 de dezembro com 197,6 novas infeções por cada 100 mil habitantes - no período de uma semana. O objetivo do governo é conseguir baixar a incidência para menos de 50.
Na sexta-feira passada, os novos contágios somaram 17.862 e morreram 859 pessoas de covid-19.
O máximo de contágios registou-se a 18 de dezembro de 2020, com 33.777 novas infeções num dia.
O valor mais elevado de óbitos ocorreu a 14 de janeiro com 1.244 mortes.
No total da Alemanha, registam-se 2.192.850 casos de SARS CoV-2 desde o início da pandemia e 55.752 óbitos.
De acordo com o RKI, 1.898.900 pessoas conseguiram curar-se da doença mas existem 283.500 casos ativos no país.
O número de pacientes com covid-19 nas unidades de cuidados intensivos (UCI) ascendia, quinta-feira, a 4.437, menos 18 do que ocorreu na quarta-feira, segundo dados da Associação Interdisciplinar Alemã de Cuidados Intensivos e de Medicina de Urgência.
Nas últimas 24 horas, registaram-se 496 novos internamentos de pacientes com covid-19 nas unidades de cuidados intensivos e 560 saíram da UCI, sendo que 28% dos quais correspondem a óbitos, refere o RKI.
O fator de reprodução (R) que toma em consideração as infeções num intervalo de sete dias situa-se, no conjunto da Alemanha em 0,90 o que implica que cada 100 infetados contagiam, em média, outras 90 pessoas.
9h20 - Timor-Leste com reforço de medidas em novo estado de emergência
O Governo timorense reforçou algumas das medidas a aplicar no país durante o próximo período de estado de emergência, entre 2 de fevereiro e 3 de março, obrigando ao uso de máscaras em vários locais e evitando aglomerações de pessoas.
As medidas hoje aprovadas em Conselho de Ministros extraordinário determinam que as forças de segurança identifiquem os cidadãos e estrangeiros que não cumpram as regras, podendo incorrer "responsabilidade criminal".
Na prática o Governo transforma em obrigação a recomendação que vigora atualmente de comportamentos de distanciamento social, de uso de máscara em zonas comerciais ou serviços públicos e de higienização das mãos.
"O Decreto do Governo impõe que todos quantos que se encontrem em território nacional adotem comportamentos de distanciamento social, designadamente não participar em aglomerações de pessoas, manter uma distância de, pelo menos, um metro entre cada pessoa, com os quais não vivam em economia comum", refere o Governo em comunicado.
É ainda obrigatório "utilizar máscara facial que cubra o nariz e a boca quando tenham que permanecer em espaços fechados de utilização coletiva, e higienizar as mãos com frequência, especialmente quando as mesmas entrem em contacto com objetos, nomeadamente dinheiro, e quando pretendam entrar em estabelecimentos comerciais ou em edifícios onde funcionem serviços da administração pública".
O Governo timorense reforçou algumas das medidas a aplicar no país durante o próximo período de estado de emergência, entre 2 de fevereiro e 3 de março, obrigando ao uso de máscaras em vários locais e evitando aglomerações de pessoas.
As medidas hoje aprovadas em Conselho de Ministros extraordinário determinam que as forças de segurança identifiquem os cidadãos e estrangeiros que não cumpram as regras, podendo incorrer "responsabilidade criminal".
Na prática o Governo transforma em obrigação a recomendação que vigora atualmente de comportamentos de distanciamento social, de uso de máscara em zonas comerciais ou serviços públicos e de higienização das mãos.
"O Decreto do Governo impõe que todos quantos que se encontrem em território nacional adotem comportamentos de distanciamento social, designadamente não participar em aglomerações de pessoas, manter uma distância de, pelo menos, um metro entre cada pessoa, com os quais não vivam em economia comum", refere o Governo em comunicado.
É ainda obrigatório "utilizar máscara facial que cubra o nariz e a boca quando tenham que permanecer em espaços fechados de utilização coletiva, e higienizar as mãos com frequência, especialmente quando as mesmas entrem em contacto com objetos, nomeadamente dinheiro, e quando pretendam entrar em estabelecimentos comerciais ou em edifícios onde funcionem serviços da administração pública".
9h15 - Equipa da OMS visita hospital de Wuhan onde primeiros pacientes foram tratados
Uma equipa da Organização Mundial da Saúde (OMS) visitou hoje o hospital onde a China diz que os primeiros pacientes com covid-19 foram tratados, há mais de um ano, na cidade chinesa de Wuhan.
A visita faz parte da investigação no terreno sobre as origens do novo coronavírus.
Os especialistas da OMS viajaram para a China, procedentes de Singapura, em 14 de janeiro passado, mas desde então observaram duas semanas de quarentena.
A missão prolongar-se-á por mais algumas semanas.
Uma equipa da Organização Mundial da Saúde (OMS) visitou hoje o hospital onde a China diz que os primeiros pacientes com covid-19 foram tratados, há mais de um ano, na cidade chinesa de Wuhan.
A visita faz parte da investigação no terreno sobre as origens do novo coronavírus.
Os especialistas da OMS viajaram para a China, procedentes de Singapura, em 14 de janeiro passado, mas desde então observaram duas semanas de quarentena.
A missão prolongar-se-á por mais algumas semanas.
8h45 - A vacina vacina Pfizer/BioNTech não está ligada a mortes pós-vacinação, refere a Agência Europeia de Medicamentos (EMA).
8h27 - Ambulâncias à porta do Hospital de Santa Maria
Há diversas ambulâncias à entrada do hospital de Santa Maria, em Lisboa. Pela informação conseguida no local, o processo de pré triagem ainda não terá começado.
Há diversas ambulâncias à entrada do hospital de Santa Maria, em Lisboa. Pela informação conseguida no local, o processo de pré triagem ainda não terá começado.
8h15 - EUA com 3.949 mortos e 155.794 casos em 24 horas
Os Estados Unidos registaram 3.949 mortes causadas pela covid-19 e 155.794 casos nas últimas 24 horas, indicou a contagem independente da Universidade Johns Hopkins.
De acordo com o último balanço, o país contabilizou 432.603 óbitos e 25.736.789 casos desde o início da pandemia.
O estado de Nova Iorque continua a ser o mais duramente atingido pela pandemia com 43.093 mortos, seguindo-se a Califórnia com 39.179.
Os Estados Unidos são o país com mais mortos e também com mais casos de infeção confirmados em todo o mundo.
O número provisório de óbitos - 432.603 - ultrapassou já as estimativas iniciais da Casa Branca, que previu entre 100 mil e 240 mil mortos.
Os Estados Unidos registaram 3.949 mortes causadas pela covid-19 e 155.794 casos nas últimas 24 horas, indicou a contagem independente da Universidade Johns Hopkins.
De acordo com o último balanço, o país contabilizou 432.603 óbitos e 25.736.789 casos desde o início da pandemia.
O estado de Nova Iorque continua a ser o mais duramente atingido pela pandemia com 43.093 mortos, seguindo-se a Califórnia com 39.179.
Os Estados Unidos são o país com mais mortos e também com mais casos de infeção confirmados em todo o mundo.
O número provisório de óbitos - 432.603 - ultrapassou já as estimativas iniciais da Casa Branca, que previu entre 100 mil e 240 mil mortos.
7h50 - Índia com 163 mortes e mais de 18 mil casos nas últimas 24 horas
A Índia registou 163 mortes por covid-19 e 18.855 casos nas últimas 24 horas, o valor mais alto de infeções esta semana, de acordo com dados divulgados hoje pelo Ministério da Saúde indiano.
Há três dias, o país tinha registado o valor mais baixo de infeções em mais de sete meses (9.102 casos), com a média diária de casos nos últimos sete dias a rondar os 13 mil.
A Índia atingiu o valor mais alto de infeções em meados de setembro, com 97.894 contágios num só dia, mas tem vindo a reduzir a progressão da doença nos últimos meses.
7h30 - Agência Europeia do Medicamento reúne-se para avaliar vacina da AstraZeneca
A Agência Europeia do Medicamento (EMA) reúne-se hoje para decidir sobre a aprovação para distribuição na União Europeia da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela farmacêutica britânico-sueca AstraZeneca em colaboração com a universidade de Oxford.
Informação divulgada pela EMA refere que, se os dados fornecidos pela AstraZeneca sobre a qualidade, segurança e eficácia da vacina forem "suficientemente robustos e completos", poderá ser emitida hoje uma recomendação para que a distribuição da vacina na União Europeia seja autorizada.
A vacina da AstraZeneca-Universidade de Oxford esteve na quinta-feira no centro de um diferendo entre a farmacêutica e a Comissão de Vacinação alemã, que anunciou não a recomendar para pessoas com mais de 65 anos, devido à falta de dados sobre os mais velhos.
A farmacêutica defendeu a eficácia da sua vacina contra a covid-19 em pessoas com mais de 65 anos, com um porta-voz a anunciar que "as últimas análises (...) apoiam a hipótese de uma eficácia da vacina no grupo de maiores de 65 anos".
A Agência Europeia do Medicamento (EMA) reúne-se hoje para decidir sobre a aprovação para distribuição na União Europeia da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela farmacêutica britânico-sueca AstraZeneca em colaboração com a universidade de Oxford.
Informação divulgada pela EMA refere que, se os dados fornecidos pela AstraZeneca sobre a qualidade, segurança e eficácia da vacina forem "suficientemente robustos e completos", poderá ser emitida hoje uma recomendação para que a distribuição da vacina na União Europeia seja autorizada.
A vacina da AstraZeneca-Universidade de Oxford esteve na quinta-feira no centro de um diferendo entre a farmacêutica e a Comissão de Vacinação alemã, que anunciou não a recomendar para pessoas com mais de 65 anos, devido à falta de dados sobre os mais velhos.
A farmacêutica defendeu a eficácia da sua vacina contra a covid-19 em pessoas com mais de 65 anos, com um porta-voz a anunciar que "as últimas análises (...) apoiam a hipótese de uma eficácia da vacina no grupo de maiores de 65 anos".
Hospital de Santa Maria vai avançar com pré triagem de doentes
O objetivo é evitar as filas de ambulâncias à espera à porta do hospital. Ontem ao final da noite ainda eram mais de 30 ambulâncias em espera.
O presidente do Conselho de Administração explicou que os casos que não forem considerados urgentes vão ser reencaminhados para os centros de saúde de Odivelas e Sete Rios.
O objetivo é evitar as filas de ambulâncias à espera à porta do hospital. Ontem ao final da noite ainda eram mais de 30 ambulâncias em espera.
O presidente do Conselho de Administração explicou que os casos que não forem considerados urgentes vão ser reencaminhados para os centros de saúde de Odivelas e Sete Rios.
Proibição de circulação entre concelho volta ao final da tarde
A proibição de circulação entre concelhos volta a aplicar-se entre as 20:00 de hoje e as 05h00 de segunda-feira no território continental, com algumas exceções, no âmbito das medidas de combate à pandemia.
O Conselho de Ministros decidiu na quinta-feira manter em vigor todas as restrições impostas em Portugal continental nos últimos 15 dias relativas ao funcionamento do comércio não essencial, da restauração e relativas à proibição de circulação entre concelhos ao fim de semana.
Continuará também em vigor o dever geral de recolhimento domiciliário, em que "a regra é ficar em casa", salvo deslocações autorizadas.
As exceções são a compra de bens e serviços essenciais, desempenho de atividades profissionais quando não é possível o teletrabalho (que é obrigatório sempre que as funções em causa o permitam) e a prática de atividade física e desportiva ao ar livre, entre outras restrições.
Escolas passam a ensino à distância dia 8
As escolas vão manter-se encerradas até dia 8 de fevereiro. Depois regressa o ensino à distância.
O Governo garante que as escolas estão preparadas, apesar de reconhecer atrasos na entrega de computadores que tinha prometido
Só ficam abertas as escolas de acolhimento e cantinas escolares para alunos mais carenciados.
Limitação de deslocações para o estrangeiro
O Governo limitou deslocações para o estrangeiro nos próximos 15 dias.
Tal como aconteceu em Março as fronteiras terrestres também vão voltar a ser controladas.
Agir já e de forma drástica
O Presidente da República avisa que é preciso agir já e de forma drástica para travar a escalada da pandemia
Na declaração ao país, Marcelo Rebelo de Sousa deu a entender que o confinamento pode durar até março.
O Presidente disse mesmo que o que acontecer nas próximas semanas, irá determinar o verão e até mesmo o próximo outono.
Recorde de mortos e infetados
Portugal registou um novo recorde no número de mortos e infetados.
A proibição de circulação entre concelhos volta a aplicar-se entre as 20:00 de hoje e as 05h00 de segunda-feira no território continental, com algumas exceções, no âmbito das medidas de combate à pandemia.
O Conselho de Ministros decidiu na quinta-feira manter em vigor todas as restrições impostas em Portugal continental nos últimos 15 dias relativas ao funcionamento do comércio não essencial, da restauração e relativas à proibição de circulação entre concelhos ao fim de semana.
Continuará também em vigor o dever geral de recolhimento domiciliário, em que "a regra é ficar em casa", salvo deslocações autorizadas.
As exceções são a compra de bens e serviços essenciais, desempenho de atividades profissionais quando não é possível o teletrabalho (que é obrigatório sempre que as funções em causa o permitam) e a prática de atividade física e desportiva ao ar livre, entre outras restrições.
Escolas passam a ensino à distância dia 8
As escolas vão manter-se encerradas até dia 8 de fevereiro. Depois regressa o ensino à distância.
O Governo garante que as escolas estão preparadas, apesar de reconhecer atrasos na entrega de computadores que tinha prometido
Só ficam abertas as escolas de acolhimento e cantinas escolares para alunos mais carenciados.
Limitação de deslocações para o estrangeiro
O Governo limitou deslocações para o estrangeiro nos próximos 15 dias.
Tal como aconteceu em Março as fronteiras terrestres também vão voltar a ser controladas.
Agir já e de forma drástica
O Presidente da República avisa que é preciso agir já e de forma drástica para travar a escalada da pandemia
Na declaração ao país, Marcelo Rebelo de Sousa deu a entender que o confinamento pode durar até março.
O Presidente disse mesmo que o que acontecer nas próximas semanas, irá determinar o verão e até mesmo o próximo outono.
Recorde de mortos e infetados
Portugal registou um novo recorde no número de mortos e infetados.
Morreram mais 303 pessoas, num total de 11608 desde o início da pandemia.
Há também mais 16 432 novos casos de infeção, que fazem subir para 685 mil o total de infetados.
O número de internados baixou, pela primeira vez em vários dias. Há menos 38 doentes internados, no total de 6565. 782 estão em unidades de cuidados intensivos.
Há também mais 16 432 novos casos de infeção, que fazem subir para 685 mil o total de infetados.
O número de internados baixou, pela primeira vez em vários dias. Há menos 38 doentes internados, no total de 6565. 782 estão em unidades de cuidados intensivos.