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O Centro de Controlo de Doenças e Epidemias dos Estados Unidos anunciou que já foram administradas 50 milhões de doses de vacinas anti-Covid-19, tanto da Moderna como da Pfizer-BioNtech, em todo o país e até este sábado.
Foram entregues ao todo 69.9 milhões de doses, precisou a agência, sendo que 37.1 milhões de pessoas receberam uma ou mais doses e 19 milhões a segunda inoculação.
Destas vacinas, 5.7 milhões foram administradas em lares e residências de cuidados prolongados.
A Madeira registou hoje 85 novos casos positivos de covid-19, reportando 1.630 situações ativas e um cumulativo de 6.338 doentes desde o início da pandemia, informou a Direção Regional de Saúde (DRS).
O boletim epidemiológico divulgado pela autoridade regional de saúde salienta que os novos casos são de transmissão local, "na sua maioria já associados a contactos de casos positivos", estando em curso as investigações epidemiológicas.
Também refere que, do total dos 1.630 casos ativos, 42 são importados e 1.588 são de transmissão local.
As mortes, de 10 pessoas de nacionalidade moçambicana e uma estrangeira com idades entre os 33 e 80 anos, foram declaradas entre quinta-feira e hoje.
Moçambique passa a ter um total acumulado de 525 mortes e 49.451 casos, dos quais 63% recuperados.
O país tem 307 pessoas hospitalizadas em centros de internamento de covid-19 e noutras unidades de saúde (79% destes pacientes encontram-se em Maputo).
A taxa de incidência situou-se em 196,4 casos por 100.000 habitantes nos últimos sete dias, com uma ligeira descida.
Também baixou o total de doentes hospitalizados (26.196, menos 228) e de internados em unidades de cuidados intensivos (3.294, uma descida de quatro).
As autoridades sanitárias cabo-verdianas diagnosticaram mais 53 infetados pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, elevando para 14.700 os casos acumulados desde 19 de março, segundo dados divulgados hoje pelo Ministério da Saúde.
Em comunicado, aquele ministério referiu que os laboratórios de virologia do arquipélago processaram 869 amostras desde sexta-feira, com o concelho da Praia, capital do país, a confirmar mais vinte infetados (em 307 amostras), contando agora com 181 casos ativos.
Na semana passada, a Europa registou uma média de 4.478 mortes por dia, menos 14% em relação à semana anterior. Desde 11 de novembro de 2020, a Europa registou pelo menos 4.000 mortes por dia, em média, tendo chegado a atingir 5.700 mortes no final de janeiro, um valor recorde desde o início da pandemia.
Desde o início de novembro de 2020, foram registadas 100.000 mortes a cada 20 dias. O limite de meio milhão de mortes foi ultrapassado em 17 de dezembro, o de 600.000 em 07 de janeiro e o 700.000 em 25 de janeiro.
Os países mais afetados na Europa são o Reino Unido com 116.908 mortes para 4.027.106 casos, Itália com 93.045 mortes (2.697.296 contaminações), França (81.488, 3.427.386) Rússia (79.696, 4.057.698) e Espanha (64.747, 3.056.035).
Em relação à população, o país mais afetado pela pandemia é a Bélgica com 186 mortes por 100.000 habitantes, seguida da Eslovénia (178), do Reino Unido (171), da República Checa (169) e da Itália (154).
Nas últimas 24 horas também se confirmaram 311 novas mortes pela doença, o que aumenta o total para 93.356 vítimas mortais.
Há uma ligeira redução no número de contágios face a sexta-feira, mas também foram realizados menos testes, com 290 mil provas feitas, incluindo testes de antigénio, chamados testes rápidos.
No mesmo período foi notificado um óbito, na província de Luanda, um angolano de 73 anos, e quatro pessoas foram dadas como recuperadas.
As equipas de militares da Marinha ultrapassaram mais de 80 mil contactos no âmbito do apoio à linha SNS24 do Ministério da Saúde para conter a propagação da covid-19 em Portugal, anunciou hoje a Marinha portuguesa.
De acordo com um comunicado divulgado pela Marinha, estão atualmente ativas 10 equipas a apoiar o Ministério da Saúde, que efetuaram "20.572 inquéritos epidemiológicos" (contactos com pessoas que deram positivo para a covid-19) e "59.442 chamadas telefónicas" a pessoas que estiveram em contacto com casos positivos, desde o dia 02 de dezembro.
Nas ações de apoio à sociedade civil no âmbito da pandemia, a Marinha realizou até ao momento "177 ações de sensibilização, junto das Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI) e Lares Residenciais dos distritos de Faro, Beja e Setúbal", lê-se no mesmo comunicado.
Os Estados Unidos manifestaram hoje "grande preocupação" com os primeiros resultados da investigação da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre a origem do coronavírus na China e pediram a Pequim para fornecer mais informações.
"Temos grande preocupação quanto à forma como os primeiros resultados da investigação sobre a covid-19 foram comunicados e questões quanto ao procedimento usado para conseguir chegar a eles", declarou o conselheiro de segurança nacional, Jake Sullivan, em comunicado.
"Para perceber melhor esta pandemia e preparar a próxima, a China deve permitir o acesso aos seus dados sobre os primeiros dias da epidemia", acrescentou.
O Reino Unido, em confinamento quase total desde janeiro, tem conseguido conter o avanço da terceira vaga da pandemia, tendo hoje registado uma nova descida do número de mortos, com 621, e de infeções, com 13.308 casos.
Segundo o Ministério da Saúde britânico, entre sexta-feira e hora ocorreram 1.741 internamentos por covid-19, o que representa menos 25,9 por cento numa semana.
Nos últimos sete dias, até hoje, o número de mortes também desceu 26,1 por cento e as novas infeções 27,3 por cento, em relação ao mesmo número de dias anteriores, indicam as estatísticas oficiais.
O risco de transmissibilidade (Rt) estava na sexta-feira abaixo de 1 pela primeira vez desde julho, variando entre 0,7 e 0,9.
Dezasseis elementos dos Bombeiros do Concelho de Espinho (distrito de Aveiro Aveiro) estão em vigilância ativa à covid-19, porque confraternizaram todos numa "ceia na cozinha do quartel", onde a lotação era de seis pessoas, indicou hoje fonte oficial.
Agora a situação no Hospital de Setúbal está mais calma, mas as últimas semanas foram de muita pressão. Agora a situação no Hospital de Setúbal está mais calma, mas as últimas semanas foram de muita pressão.
A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) fiscalizou o regime de teletrabalho e ao uso de máscara em 1.380 empresas, com 60.400 trabalhadores, e detetou 1.084 infrações, entre 19 de janeiro e 05 de fevereiro.
Num comunicado hoje divulgado, a ACT indica que, numa ação nacional de fiscalização do cumprimento da obrigatoriedade do teletrabalho e do uso de máscaras no local de trabalho, a ACT detetou 1.084 infrações, mas 75% delas já foram corrigidas.
Entre as mais de mil transgressões detetadas, estão as obrigações do empregador em matérias de segurança e saúde no trabalho, a organização dos tempos de trabalho e o obrigatório cumprimento do teletrabalho durante o estado de emergência, decretado devido à pandemia por covid-19.
As autoridades de saúde de França mostraram hoje preocupação com a gravidade de uma reinfeção com a estirpe sul-africana do novo coronavírus, num doente em cuidados intensivos, diferenciando-se da maioria das reinfeções que tinham sido leves.
O doente “está em estado grave e ligado a um ventilador”, informou em comunicado a entidade que agrupa os hospitais de Paris (APHP).
O paciente, que tinha estado infetado com covid-19 em setembro, sofre também de asma, divulgou a agência EFE, sublinhando a sua sensibilidade a quaisquer problemas respiratórios adicionais.
"O que nos preocupa é a gravidade desta segunda infeção com uma nova variante do vírus", disse o chefe de emergências de outro hospital de Paris e especialista no caso, Frédéric Adnet, a um canal de televisão local.
A Câmara da Ponta do Sol, na ilha da Madeira, informou hoje ter acionado o plano de contingência para a covid-19 depois de ter surgido um surto envolvendo pessoas que estiveram na Loja do Munícipe e tiveram teste positivo.
"Na sequência do surto de covid-19 na Ponta do Sol, a Câmara Municipal foi informada de que algumas pessoas que testaram positivo estiveram na Loja do Munícipe, na passada quarta-feira", lê-se na nota distribuída por aquela autarquia governada pelo PS.
De acordo com os mais recentes dados, divulgados na sexta-feira pela Direção Regional de Saúde da Madeira, o concelho da Ponta do Sol, na zona oeste da ilha, registou esta semana mais 22 novas infeções de covid-19, totalizando 109 casos.
A nota divulgada, assinada pela presidente do município, Célia Pessegueiro, acrescenta que "todos os contactos tidos naquele espaço são considerados contactos de baixo risco".
Contudo, em articulação com as autoridades de saúde, a autarquia decidiu implementar medidas suplementares, designadamente o encerramento da loja até à próxima quarta-feira, para proceder a desinfeção do espaço.
O Reino Unido espera ter toda a população acima dos 70 anos vacinada ainda durante este fim de semana. Com o número de casos a descer, no próximo dia 22 Inglaterra reavalia se alivia ou não as medidas de confinamento.
O Hospital Garcia de Orta (HGO), em Almada, tem hoje menos 27 doentes internados por covid-19 no total, e regista menos um internamento em cuidados intensivos e uma menor procura das urgências respiratórias, de acordo com dados divulgados.
"O Hospital Garcia de Orta regista hoje, dia 13 de fevereiro de 2021, um total de 201 doentes positivos por infeção por SARS-CoV-2, dos quais 157 estão internados em enfermaria, 28 doentes em Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) e 16 doentes internados em Unidade de Hospitalização Domiciliária (UHD)", adiantou o hospital em comunicado.
O presidente do Governo da Madeira declarou hoje que deverão manter-se até à Páscoa as aulas não-presenciais para os alunos do 3.º ciclo e do secundário, devido à pandemia de covid-19, perspetivando “um período crítico” na semana do Carnaval.
“Neste momento, enquanto a situação pandémica estiver como está [na Madeira] vamos manter a situação [das aulas presenciais até ao 6.º ano] em princípio até à Pascoa”, afirmou Miguel Albuquerque, à margem de uma visita à obra de construção do novo túnel do Pedregal - túnel hidráulico entre a Ameixieira e o Pedregal -, no concelho da Ribeira Brava.
A Guiné Equatorial vai suspender as ligações aéreas e marítimas entre a região insular e a região continental, até novo aviso, por falta de material para a realização de testes à covid-19, foi hoje anunciado.
"A partir de domingo, 14 de fevereiro, até data a ser comunicada, estão suspensos todos os voos e viagens de barco entre Malabo e Bata e vice-versa, porque o material com que são realizados os testes de PCR está esgotado", explicou o Governo de Malabo, na sexta-feira, numa nota difundida pela televisão estatal.
Aquele país da África Central, com 1,3 milhões de habitantes e membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), enfrenta um ressurgimento da epidemia de covid-19, que levou a decretar, na terça-feira, o recolher obrigatório.
O Presidente iraniano, Hassan Rohani, alertou hoje a população para uma "quarta vaga" de covid-19 no país, o mais afetado pela pandemia no Médio Oriente e que, em algumas regiões, regista um aumento no número de infetados.
Algumas cidades da província do Khuzistão, no sudoeste do Irão, são agora zonas "vermelhas", após várias semanas com baixos níveis de contaminação em todo o país, o que levou o Presidente, na reunião semanal do comité do coronavírus, a afirmar: "Isto significa que caminhamos para a quarta vaga. Devemos todos estar vigilantes para evitar isso".
A pandemia do novo coronavírus, que já causou mais de 58 mil mortos no Irão, não sendo um problema apenas nacional, mas mundial, levou Hassan Rohani a destacar: "É um aviso para todos nós".
O Ministério da Economia diz que é prematuro, mas a ideia está a dividir os parceiros europeus. O documento pretende facilitar viagens de pessoas já imunizadas contra a covid-19.
A Universidade de Oxford lançou um estudo para avaliar a segurança e a resposta imunitária da vacina contra a Covid-19, que desenvolveu com a farmacêutica AstraZeneca Plc, em crianças pela primeira vez, anunciou este sábado.
O novo teste determinará se a vacina é eficaz em pessoas entre os 6 e os 17 anos, de acordo com um comunicado.
Cerca de 300 voluntários estão inscritos e as primeiras vacinações vão decorrer ainda este mês.
A GNR acabou hoje com uma festa ilegal com 22 pessoas numa vivenda em Lagameças, no concelho de Palmela, distrito de Setúbal, por incumprimento das medidas impostas devido à pandemia de covid-19, revelou aquela força de segurança.
O Comando Territorial de Setúbal da GNR, em comunicado, indicou que a festa foi encerrada por militares do Destacamento Territorial de Palmela.
"Na sequência de uma denúncia de que estaria a decorrer uma festa numa propriedade alugada, os militares da Guarda deslocaram-se ao local, tendo verificado que, para além de se tratar de um evento não autorizado, os participantes não faziam o uso da máscara, nem garantiam o distanciamento social", refere o comunicado.
Segundo a GNR, foram identificadas 22 pessoas, com idades entre os 16 e os 30 anos, tendo sido encaminhadas para os seus respetivos domicílios.
"Face ao incumprimento do dever geral de recolhimento domiciliário e à inobservância das regras de realização de eventos, foram elaborados os respetivos autos de contraordenação", lê-se no comunicado.
Os Açores registaram, nas últimas 24 horas, quatro novos casos de covid-19, em São Miguel, a mais populosa ilha açoriana, e há mais 22 pessoas recuperadas da infeção no arquipélago, informou hoje a Autoridade de Saúde Regional.
No seu boletim diário, aquela entidade adiantou que foram realizadas, nas últimas 24 horas, 1.478 análises e diagnosticados três casos na vila de Rabo de Peixe (concelho da Ribeira Grande), que se mantém em cerca sanitária, e um outro caso positivo em São José (concelho de Ponta Delgada).
A pandemia do novo coronavírus matou pelo menos 2.384.059 pessoas em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Desde que foi conhecida a doença, em dezembro de 2019, mais de 108.151.590 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados, dos quais pelo menos 66.091.900 já são considerados curados.
O primeiro-ministro, António Costa, afirmou hoje que, na próxima semana, haverá um reforço de cem mil vacinas para administrar aos idosos com mais de 80 anos e às pessoas com mais de 50 anos e doenças associadas.
No final de uma visita a uma Unidade de Saúde Familiar do Areeiro, em Lisboa, um dos locais onde decorre o processo de vacinação dos bombeiros, o primeiro-ministro assinalou que já terminou “a grande campanha de vacinação de todos os utentes e trabalhadores de lares”, ficando apenas de fora aquelas instituições onde existiam surtos, que serão vacinados mais tarde.
"Iniciámos a campanha de vacinação das pessoas com mais de 80 anos e das pessoas com mais de 50 anos e algumas doenças associadas. Esse será seguramente o grupo que, para a próxima semana, vai ter um reforço já mais importante. Creio que cem mil vacinas serão destinadas na próxima semana a este grupo de maior risco", afirmou.
António Costa fez questão de deixar uma mensagem a este grupo populacional, apelando a que aguardem o contacto das autoridades de saúde e não se dirijam aos centros de saúde ou postos de vacinação antes de o receberem.
"Serão contactadas primeiro por SMS, se não tiverem SMS, por via telefónica, se não tiverem telefone por via postal. Não vale a pena correr aos centros de saúde e postos de vacinação, cada um será avisado de qual é o seu dia, hora e local. Devemos aguardar serenamente que nos chamem e todos seremos chamados à vez", garantiu.
O primeiro-ministro disse hoje ainda não saber quando será vacinado contra a covid-19, mas adiantou que já existem “membros do Governo e deputados” inoculados, assegurando que quando for chamado lá estará "para dar o ombro à vacina”.
No final de uma visita a uma unidade de saúde em Lisboa onde decorre o processo de vacinação de bombeiros, António Costa foi questionado sobre quando será vacinado, um dia depois de ser conhecido que o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e o presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, receberam na sexta-feira a primeira dose da vacina contra a covid-19, no Hospital das Forças Armadas.
“Poderão [saber] quando eu souber, não será segredo, mas ainda não fui informado”, respondeu.
De acordo com o primeiro-ministro, além do chefe do Estado e do presidente do parlamento, “têm sido já membros do Governo e deputados vacinados”.
“Como sabe, depende do número de doses, da idade, eu felizmente ainda tenho menos de 65 anos e serei provavelmente vacinado com a vacina da Astrazeneca. Os serviços de saúde vão organizando isso e quando for a minha vez lá estarei para dar o ombro à vacina”, assegurou.
O Governo anunciou, este sábado, que decidiu prolongar as medidas restritivas do tráfego aéreo até dia 1 de março.
Numa nota à comunicação social, o Ministério da Administração Interna esclareceu que no contexto da situação epidemiológica provocada pelo vírus SARS-CoV-2 vão manter-se "suspensos todos os voos, comerciais ou privados, dos aeroportos ou aeródromos de Portugal continental, com origem ou destino no Brasil e no Reino Unido".
"Apenas são permitidos os voos de natureza humanitária, para repatriamento de cidadãos nacionais, da União Europeia e de países associados ao Espaço Schengen, e seus familiares, bem como de cidadãos nacionais de países terceiros com residência legal em território nacional", lê-se ainda na nota.
São ainda permitidos "voos de repatriamento de cidadãos estrangeiros que se encontrem em Portugal continental".
De acordo com o documento, todos os "passageiros provenientes de países que apresentem uma taxa de incidência igual ou superior a 500 casos por 100.000 habitantes têm, para além da apresentação do teste, de cumprir um período de isolamento profilático de 14 dias no domicílio ou em local indicado pelas autoridades de saúde, exceto para viagens essenciais cujo período de permanência em território nacional, atestado por bilhete de regresso, não exceda as 48h".
O pavilhão municipal de Castro Marim foi transformado num centro para fazer testes antigénios à população para detetar casos de covid-19, processo que vai abranger cerca de 800 pessoas durante o fim de semana, disse o presidente da câmara.
À porta do pavilhão da sede de concelho do distrito de Faro, o presidente da Câmara de Castro Marim, Francisco Amaral, explicou que as dificuldades para fazer rastreio epidemiológico contribuíram para o aumento dos casos de covid-19 no concelho e, por isso, a autarquia decidiu avançar com a testagem massiva da população com a "supervisão técnica" do delegado local de saúde.
"Somos o concelho do Algarve com maior incidência e quando nós começámos a perceber que tínhamos quatro casos de infeção confirmados e apenas um contacto em isolamento, percebemos que algo estava a correr bem, porque o normal seria um caso de infeção e quatro em isolamento", exemplificou, frisando que na primeira hora e meia "já tinha sido detetado um positivo".
O autarca criticou a autoridade de saúde regional por "ter desvalorizado" a iniciativa da câmara, que "não podia continuar a ver pessoas jovens morrer e o crescimento exponencial de casos sem fazer nada", e por isso a autarquia decidiu avançar com a testagem, que será feita por marcação prévia e vai abranger cerca de 800 pessoas durante o fim de semana, trabalho que será "repetido nos próximos fins de semana" e será também levado às populações isoladas da parte serrana do concelho.
"A delegada regional de Saúde [Ana Cristina Guerreiro] disse ontem [sexta-feira] na conferência de imprensa regional que não sabia bem o que estava em causa, pois devia informar-se", criticou o autarca, frisando que a testagem em curso está a ser feita com o apoio de profissionais da área da saúde que se voluntariaram para apoiar a autarquia na testagem à população.
A China recusou-se a fornecer dados brutos sobre os primeiros casos de Covid-19 à equipa liderada pela Organização Mundial da Saúde que investigava a origem da pandemia, disse um dos investigadores da equipa, potencialmente complicando os esforços para compreender como o surto começou.
A equipa tinha solicitado dados brutos sobre os 174 casos de Covid-19 que a China identificou na fase inicial do surto na cidade chinesa de Wuhan em dezembro de 2019, assim como outros casos, mas foram fornecidos apenas com um resumo, disse Dominic Dwyer, um especialista australiano em doenças infecciosas que faz parte da equipa da OMS.
Esses dados brutos são conhecidos como "listas de linha", disse ele, e normalmente seriam anónimos, mas contêm detalhes com as questões que foram feitas a pacientes individuais, as suas respostas e como estas respostas foram analisadas.
"Esta é uma prática comum para uma investigação de qualquer surto", disse à Reuters este sábado.
Segundo o investigador, obter acesso aos dados brutos era especialmente importante, já que apenas metade dos 174 casos foram expostos ao mercado de Wuhan, onde o vírus foi inicialmente detetado.
"É por isso que insistimos em pedir esses dados", explicou. "Por que é que não nos deram, eu não sei dizer. Se é político, temporal ou complicado... Mas não sei se há outros motivos pelos quais os dados não estão disponíveis. Seria apenas especular".
Embora as autoridades chinesas tenham fornecido muito material, Dwyer disse que a questão do acesso aos dados brutos do paciente seria mencionada no relatório final da equipa. "O pessoal da OMS sentiu que tinha recebido muito mais dados do que no ano anterior. Então, isso em si é um avanço".
África registou nas últimas 24 horas mais 533 mortes por covid-19 para um total de 97.832 óbitos, e 13.096 novos casos de infeção, segundo os dados mais recentes oficiais da pandemia no continente.
De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número total de infetados nos 55 Estados-membros da organização é de 3.729.019 e o de recuperados nas últimas 24 horas é de 14.737, para um total de 3.271.170 desde o início da pandemia.
O primeiro-ministro, António Costa, fixou hoje como objetivo vacinar 1,4 milhões de portugueses até "ao princípio de" abril, depois de já terem sido administradas mais de "meio milhão de vacinas".
"Na semana passada, ultrapassámos o meio milhão de vacinas já administradas, o objetivo que temos é que, até ao princípio de abril, consigamos cumprir o objetivo de vacinar 1,4 milhões de portugueses entre aqueles que estão nos grupos de riscos prioritários e os que prestam serviços nos serviços essenciais", afirmou António Costa.
António Costa reafirmou o objetivo de "chegar ao final do verão com 70 por cento da população portuguesa devidamente vacinada".
"Até ao final do verão temos um longo percurso, ainda estamos do inverno, ainda não chegámos sequer à primavera", alertou, apelando a todos que prossigam até lá com as medidas de proteção individual.
Foram detetados mais dois casos suspeitos da variante do Coronavírus que surgiu no Brasil. A informação foi avançada pelo diretor-geral da Unilabs. Na RTP, Luís Menezes defendeu que a realização de 70 mil testes PCR por dia são suficientes para de poder desconfinar em segurança.
A revelação é da diretora-geral da Saúde. Em entrevista ao jornal Público, Graça Freitas adianta que o grupo de peritos foi novamente consultado após o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos ter adoptado essa recomendação. Em causa está a alta transmissibilidade das novas variantes do vírus, nomeadamente as do Reino Unido, Brasil e África do Sul.
A Alemanha registou nas últimas 24 horas 8.354 novos contágios de covid-19 e 551 mortes, mas baixou a incidência semanal acumulada, situando-se hoje nos 60,1 casos por 100.000 habitantes, menos do que há uma semana (139).
Segundo os dados atualizados pelo Instituto Robert Koch (RKI, na sigla alemã), os números de hoje são menores dos que os contabilizados há uma semana, altura em que se registaram 10.845 novas infeções e 689 óbitos.
O processo vai decorrer ao longo das próximas três semanas. Vão ser vacinados 10 mil agentes da PSP e 10 mil militares da GNR. A ordem dos elementos a vacinar foi definida com base em critérios operacionais. Foi dada prioridade a militares e agentes que estão na linha da frente no combate à covid-19.
A China soma o sexto dia consecutivo sem contágios locais da covid-19, depois dos surtos no norte do país nas últimas semanas, e identificou oito casos oriundos do estrangeiro nas últimas 24 horas.
O México registou 1.323 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, elevando para 172.557 o número total de óbitos desde o início da pandemia, disseram na sexta-feira as autoridades mexicanas.
O comissário europeu do Mercado Interno, Thierry Breton, vai visitar fabricantes de vacinas contra a covid-19 para tentar acelerar o processo de vacinação na União Europeia (UE), que está a ser marcado por atrasos nas entregas aos Estados-membros.
Depois de uma primeira visita na passada quarta-feira à unidade de produção de vacinas contra a covid-19 da Thermo Fisher Scientific (subcontratante da AstraZeneca) na Bélgica, Thierry Breton irá "visitar outras fábricas nas próximas semanas", disse à agência Lusa fonte do gabinete do comissário europeu.
"O objetivo é permitir aos fabricantes assinalar quaisquer eventuais dificuldades com a produção, nas quebras na cadeia de abastecimento e na disponibilidade de matérias-primas e tentar ajudar a resolver estes problemas", refere a mesma fonte, numa alusão ao facto de estas vacinas serem compostas por várias componentes.
Estas ações presenciais de Thierry Breton, que conhece bem a indústria por ter já sido presidente executivo de várias empresas em França, surgem por o comissário europeu francês ter sido nomeado como líder de um grupo de trabalho sobre a produção de vacinas contra a covid-19, numa altura de grande tensão entre Bruxelas e as farmacêuticas.
Depois de algumas farmacêuticas (como a AstraZeneca) terem informado a instituição de que irão entregar menos doses do que as acordadas para o primeiro trimestre de 2021, Bruxelas criou então este grupo para tentar resolver a atual capacidade insuficiente de produção para os 27 Estados-membros, o que já levou a atrasos na distribuição, nomeadamente para Portugal.
O Luxemburgo confirmou esta sexta-feira que vai enviar no próximo domingo dois médicos e dois enfermeiros especializados em cuidados intensivos para Portugal para apoiar na luta contra a covid-19, que irão trabalhar no hospital de Évora.
Num comunicado enviado à Lusa, o Governo luxemburguês refere que no âmbito da "oferta de assistência" aceite por Portugal está a ser criada uma primeira equipa composta por um médico e um enfermeiro especializados em cuidados intensivos que partirá do Luxemburgo no domingo, 14 de fevereiro.
Em curso também estão os preparativos para uma segunda equipa similar partir em 20 de fevereiro, adianta o Governo do Luxemburgo.
A estadia das equipas médicas provenientes do Luxemburgo deve durar duas semanas, precisa o comunicado.
"Esta ajuda é uma ilustração das relações estreitas e amistosas entre o Luxemburgo e Portugal, cimentadas pela existência de uma grande comunidade portuguesa que vive e trabalha no Grão-Ducado, e um ato de solidariedade do Luxemburgo para com um país amigo", afirma ainda o comunicado.
A nível nacional, a implementação deste acordo está a ser organizada pelo ministério de Estado, o Alto Comissariado para a Proteção Nacional, o ministério da Saúde, o ministério dos Negócios Estrangeiros e Europeus e o Serviço de Salvamento Aéreo do Luxemburgo, com a assistência da embaixada do Luxemburgo em Lisboa.