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Três novos casos de infeção com o SARS-CoV-2 em Auckland, Nova Zelândia, durante o fim-de-semana, levaram autoridades australianas a obrigar a quarentena os passageiros das ligações aéreas com o país vizinho.
O principal responsável pelos serviços de Saúde australianos, Paul Kelly, convocou uma reuniu de emergência na qual ficou decido classificar os voos originários da Nova Zelândia como oriundos de uma "zona Vermelha", por um período de 72 horas a partir desta segunda-feira.
"Em resultado disto, todas as pessoas que cheguem nestes voos neste período de três dias terão de cumprir 14 dias de quarentena supervisionada num hotel", referiu o Departamento de Saúde da Austrália no seu site.
A Nova Zelândia anunciou o encerramento de Auckland, a sua maior cidade de dois milhões de habitantes, após uma família de três pessoas terem dado positivo para o coronavírus. A cidade vai ficar isolada do país.
Os novos contágios ficaram abaixo dos 20.000 pela primeira vez em várias semanas, de acordo com os dados oficiais. O balanço divulgado no sábado pela agência nacional de saúde pública assinalava 21.231 contágios.
Com as 167 mortes divulgadas hoje (uma descida em relação às 199 de sábado), o país atinge agora um total de 81.814 óbitos associados à covid-19. Os casos de infeção desde o início da pandemia totalizam 3,465 milhões.
Pelo contrário, o número de doentes com covid-19 hospitalizados subiu para 26.401 (mais 205) e os internados em unidades de cuidados intensivos também aumentaram e são agora 3.299, mais cinco.
Segundo o mesmo especialista, "isto é realçado pelos últimos números de hospitalizados, que agora indicam uma proporção de quase 50:50 entre homens e mulheres, em comparação com o facto de ser predominante nos homens na primeira vaga".
Os resultados do Estudo do New and Emerging Respiratory Virus Threats Advisory Group, publicado na sexta-feira na página oficial do Governo britânivo, tem por base uma investigação preliminar, que foi divulgada a 21 de janeiro.
O grupo responsável pelo estudo inclui peritos de universidades e agências públicas de todo o Reino Unido.
Os consultores científicos do Governo do Reino Unido manifestam ainda preocupação sobre como as mutações podem alterar as características da doença.
A variante do Reino Unido tinha, na passada quinta-feira, uma prevalência de 43% no número de novos casos de covid-19 registados em Portugal, revelou naquele dia o primeiro-ministro, António Costa.
Angola registou, nas últimas 24 horas, 37 novos casos de infeção pelo novo coronavírus, bem como um óbito associados à covid-19 e mais cinco pacientes recuperados, informaram as autoridades sanitárias locais.
Segundo o último boletim epidemiológico, foram notificados 25 casos em Luanda, seis em Benguela, quatro no Namibe, um em Malanje e um no Uíje, com idades entre os 3 e os 64 anos, sendo 28 do sexo masculino e nove feminino.
O Reino Unido regista hoje 258 mortes e 10.972 novos contágios por covid-19, uma quebra acentuada face ao dia anterior, numa altura em que os britânicos continuam em confinamento quase total.
Os dados divulgados hoje pelo Ministério da Saúde revelam uma queda face às 621 mortes e 13.308 novos casos registados no sábado, que parecem indicar que foi atingido o pico da terceira onda da pandemia no Reino Unido, ainda que possa haver oscilações nos números nos próximos dias, adianta a agência EFE.
O Ruanda começou hoje a vacinar os grupos de maior risco de contrair covid-19, como os profissionais de saúde na linha da frente, com uma quantidade limitada de vacinas, sendo o primeiro país da África oriental a iniciar a vacinação.
O processo começou com as vacinas "aprovadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), adquiridas com a ajuda de parcerias internacionais, em quantidade limitada", adiantou hoje o Ministério da Saúde ruandês em comunicado, citado pela AFP.
O Ruanda torna-se assim o primeiro país da África Oriental a arrancar com o processo de vacinação contra a covid-19.
"Esta fase inicial será seguida de entregas maiores", de acordo com as quantidades esperadas através do dispositivo Covax, das Nações Unidas, que procura garantir vacinas para os países mais pobres e os pertencentes à União Africana.
A Itália registou 221 mortes associadas à covid-19 nas últimas 24 horas e 11.068 novos contágios, indicou hoje o Ministério da Saúde, numa altura em que surgiu uma polémica sobre a reabertura das pistas de esqui.
As novas infeções, em linha com as das últimas semanas, em que a curva de casos entrou numa fase de estagnação, elevam o balanço total de casos positivos registados desde o início da pandemia, há um ano, para 2.721.879.
O primeiro-ministro agradeceu o apoio das equipas luxemburguesa e francesa que chegaram hoje a Portugal para apoiar no combate à covid-19, e defendeu que tem havido "progressos", com "redução significativa" de novos casos e internados.
Os progressos no combate à pandemia nas últimas semanas têm sido importantes, com a redução significativa do número de novos casos, de internados e de internados em unidades de cuidados intensivos.
— António Costa (@antoniocostapm) February 14, 2021
Temos de persistir para conseguir reduzir ainda mais a incidência da pandemia.
O primeiro-ministro defendeu que o país tem de "persistir para conseguir reduzir ainda mais a incidência da pandemia”, ao mesmo tempo que reforça “o esforço de vacinação para criar imunidade".
"Agradeço o apoio das equipas luxemburguesa e francesa que hoje chegaram a Portugal e que vão apoiar os nossos profissionais de saúde neste combate", acrescenta o chefe do Governo português.
O Ministério da Saúde anunciou na quinta-feira que Portugal iria receber duas equipas médicas da França e do Luxemburgo, que classificou como um "importante apoio" no tratamento de doentes de covid-19 em hospitais com elevada pressão de cuidados intensivos.
As mortes divulgadas, todas de pessoas de nacionalidade moçambicana, com idades entre os 33 e 84 anos, foram declaradas no sábado e hoje.
Com os números de hoje, Moçambique passa a ter um total acumulado de 535 mortes e 50.265 casos, dos quais 63% recuperados.
A capital, Maputo, e a província em redor continuam a registar o maior número de novos casos.
"A demanda do Serviço de Urgência Geral, na vertente da área respiratória, baixou", lê-se numa ntoa enviada à comunicação social pela instituição de saúde.
O imunologista Henrique Veiga Fernandes diz que a decisão da União Europeia de acelerar o processo de autorização de vacinas adaptadas para responder às novas variantes do vírus SARS-CoV-2 é um passo positivo. A Comissária Europeia da Saúde, Stella Kyriakides, adiantou, em entrevista ao jornal alemão Augs-Burger que o tema já foi debatido com a Agência Europeia do Medicamento (AEM).
Em causa está em causa uma vacina melhorada por um fabricante, para combater as novas estirpes do coronavírus. O imunologista Veiga Fernandes aplaude a orientação europeia.
O investigador da Fundação Champalimaud explica que todos os critérios de segurança vão ser seguidos.
O processo, garante a Comissária da Saúde, vai tornar-se mais rápido e respeitar, à mesma, todos os requisitos de segurança.
O Ministério da Saúde francês pediu às agências regionais de saúde e hospitais para começaram uma "gestão de crise" a partir de dia 18 de fevereiro, quinta-feira, de forma a estarem preparados para um possível aumento de casos de covid-19 devido à propagação das variantes altamente contagiosas. A informação foi avançada pelo jornal francês Du Dimanche informou, este domingo.
É preciso recuar mais de 100 anos, aos tempos da gripe pneumónica, para encontrar um mês com mais mortes do que janeiro de 2021. No mês passado morreram 19.628 pessoas, das quais 5.576 por covid-19. O país não estava preparado para albergar tantos corpos. Por isso multiplicaram-se os contentores frigoríficos.
A União Europeia vai acelerar a autorização de vacinas contra as várias estirpes do SARS-Cov-2. As novas variantes estão a causar preocupação em todo o mundo e a obrigar a um agravamento de medidas. Auckland, na Nova Zelândia, vai entrar de novo em confinamento após terem sido detetados três novos casos de covid-19.
O México recebeu hoje 870 mil vacinas contra a covid-19 do laboratório britânico AstraZeneca e Universidade de Oxford, produzidas na Índia, permitindo ao país reativar o plano de vacinação, parado há semanas.
"Chegaram 870 mil vacinas AstraZeneca produzidas pelo Serum Institute na Índia. Agradecemos especialmente o apoio do Governo da Índia pelas facilidades concedidas para que isso fosse possível. A nossa gratidão", escreveu no Twitter o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros do México, Marcelo Ebrard.
Llegaron 870 mil vacunas AstraZeneca producidas por Serum Institute en la India. Agradecemos especialmente el apoyo del Gobierno de la India por las facilidades otorgadas para hacerlo posible. Nuestra gratitud. pic.twitter.com/YKTgKTLQPG
— Marcelo Ebrard C. (@m_ebrard) February 14, 2021
Segundo a mesma fonte, o México adquiriu dois milhões de doses de vacinas da AstraZeneca na Índia, sendo este o primeiro descarregamento.
O México foi o primeiro país latino-americano a iniciar a aplicação do medicamento Pfizer e BioNTech em 24 de dezembro, mas até agora apenas 726.313 vacinas foram aplicadas e apenas 86.198 pessoas receberam as duas doses necessárias da vacina Pfizer para obter imunidade.
Sublinham que apesar da descida da mortalidade e da pressão sobre os internamentos isso não se traduz, para já, num alívio nos Cuidados Intensivos. O Hospital de Santa Maria, por exemplo, teve de abrir este fim de semana a nona UCI.
Israel e o Chipre concluíram hoje um acordo que permite aos seus cidadãos viajar sem restrições entre os dois países depois de vacinados contra a covid-19.
O ministro britânico dos Negócios Estrangeiros, Dominic Raab, confirmou este domingo que partilha as preocupações sobre o nível de acesso concedido à missão da Organização Mundial da Saúde sobre a origem da Covid-19 na China, ecoando as críticas dos Estados Unidos.
A Casa Branca pediu no sábado à China que disponibilizasse dados dos primeiros dias do surto do novo coronavírus, afirmando que tinha "profundas preocupações" sobre a forma como as descobertas do relatório da OMS foram comunicadas.
Questionado sobre a reação dos EUA, Raab afirmou à BBC: "Compartilhamos a preocupação de que obtenham total cooperação e obtenham as respostas de que precisam e, por isso, vamos pressionar para que tenham acesso total, obtenham todos os dados necessários capazes de responder às perguntas que acho que a maioria das pessoas quer ouvir sobre o surto".
A pandemia do novo coronavírus matou pelo menos 2.394.541 pessoas em todo o mundo, num total de mais de 108 milhões de casos, segundo um balanço feito pela agência France-Presse (AFP).
Desde que foi conhecida a doença, em dezembro de 2019, foram oficialmente diagnosticados 108.503.560 casos de infeção pelo novo coronavírus, dos quais pelo menos 66.313.500 já são considerados curados.
Os Açores registaram seis novos casos de covid-19, nas últimas 24 horas, todos na ilha de São Miguel, e 13 pessoas recuperaram da doença no arquipélago açoriano, informa hoje o comunicado da Autoridade de Saúde Regional.
No seu boletim diário, aquela entidade adianta que foram realizadas nas últimas 24 horas 708 análises e detetados cinco casos positivos em Rabo de Peixe (concelho da Ribeira Grande), que se mantém em cerca sanitária, e um caso na Fajã de Cima, no concelho de Ponta Delgada.
O presidente sérvio Aleksandar Vucic e o primeiro-ministro da Macedónia do Norte, Zoran Zaev, encontraram-se na fronteira de Tabanovce para a entrega cerimonial de uma das caixas com doses da vacina.
"Com esta entrega, podemos vacinar todos os profissionais de saúde que trabalham nos centros covid", afirmou aos jornalistas Zaev.
A Sérvia está a doar doses suficientes para inocular 2.340 pessoas, uma vez que são necessárias duas doses.
A Macedónia do Norte torna-se, assim, o quarto país dos Balcãs Ocidentais a iniciar a vacinação, depois da Sérvia, Albânia e Bósnia.
Um grupo de 63 deputados conservadores pediu hoje ao primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, para retirar todas as restrições impostas pela pandemia da covid-19 até maio, altura em que os cidadãos mais vulneráveis já estarão vacinados.
Numa carta enviada ao chefe do Governo, os conservadores, que se têm manifestado céticos em relação ao confinamento, exigem que as medidas restritivas sejam progressivamente levantadas a partir de 8 de março.
O Governo britânico planeia reabrir as escolas e os bares na altura da Páscoa e, no final do abril, todos os setores produtivos.
Na carta, os deputados argumentam que, a partir de 8 de março, o Governo deve "demonstrar" ao parlamento que as medidas que restam são proporcionais e essenciais, especificando num plano como afetam a sociedade e a economia e quando serão canceladas, com o objetivo de as retirar completamente em maio.
"A covid-19 é uma doença grave e devemos controlá-la. Mas, tal como a covid, os bloqueios e as restrições causam imensos danos sociais e de saúde e têm um grande impacto na vida das pessoas", sustentam.
Os 63 deputados, de um total de 365 que o Partido Conservador tem na Câmara dos Comuns, pertencem ao chamado ‘Covid Recovery Group´, formado em novembro, que se opõe ao que consideram ser restrições excessivas que podem ameaçar as liberdades individuais.
África registou nas últimas 24 horas mais 355 mortes por covid-19, para um total de 98.187 óbitos, e 11.278 novos casos de infeção, segundo os dados mais recentes oficiais da pandemia no continente.
De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número total de infetados nos 55 Estados-membros da organização é de 3.740.297 e o de recuperados nas últimas 24 horas é de 9.723, para um total de 3.280.893 desde o início da pandemia.
A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez anunciou, este domingo, que está concluída "a instalação do Centro de vacinação da Covid-19 no Centro de Exposições de Arcos de Valdevez".
"Este espaço, que resulta da articulação entre o Município e a ULSAM - Unidade Local de Saúde do Alto Minho, está pronto para iniciar a vacinação, conforme o programa de vacinação da Covid-19 das Autoridades de Saúde", lê-se numa nota enviada à comunicação social.
"O Centro é composto por quatro salas de vacinação, uma sala de recobro, uma sala de preparação de vacinas e uma área de receção das pessoas.
Segundo a autarquia a vacinação terá início esta semana.
O Japão aprovou hoje formalmente o uso da vacina desenvolvida pela Pfizer contra a covid-19 para a campanha de inoculação a iniciar na quarta-feira, com o objetivo de imunizar grande parte da população até julho.
O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social divulgou hoje o processo formal, após uma comissão governamental se ter pronunciado, na última sexta-feira, a favor da aprovação da vacina. A aprovação rápida da vacina é um passo importante no controle de infeções no país que prevê acolher os Jogos Olímpicos em menos de seis meses.
O primeiro grupo a receber a vacina integra 20.000 médicos e enfermeiras que se voluntariaram para avaliar os possíveis efeitos das duas inoculações necessárias. Seguir-se-ão, em março, cerca de 3,7 milhões de pessoas ligadas ao setor sanitário e cerca de 36 milhões com mais de 65 anos.
O país asiático planeou vacinar a maioria de sua população até o início de julho.
Um médico foi o primeiro cidadão a receber a vacina para a covid-19, no Líbano, dando hoje início à campanha de vacinação naquele país, que enfrenta uma "grave crise" económica, política e de saúde.
"Esperamos que este seja o início do fim da epidemia no país", afirmou Mahmoud Hassoun, chefe da unidade de Medicina Intensiva do hospital Rafic Hariri, em Beirute, capital do Líbano e a principal instituição pública mobilizada na luta contra o coronavírus.
Segundo a AFP, as primeiras doses da vacina Pfizer / BioNTech (28.000) chegaram no sábado ao Líbano, um país afetado pela corrupção onde os líderes são frequentemente criticados pela gestão dos assuntos públicos e acusados de indiferença e inação.
Medicamentos contra malária, VIH, ébola e artrite reumatoide, plasma convalescente ou reforço de vitaminas, vários são os tratamentos que têm sido experimentados contra a covid-19, mas cada descoberta promissora acaba por perder terreno na corrida contra o vírus.
Enquanto as vacinas contra a covid-19 fazem o seu caminho, a comunidade científica e médica continua na busca de um tratamento eficaz contra a doença, porque os doentes não desapareceram e o vírus também não, e a sua capacidade de adaptação e mutação acaba por demonstrar a ineficácia ou alguma falibilidade nos tratamentos já experimentados até agora.
Recentemente foram identificados fármacos que dão novas esperanças na luta contra o SARS-CoV-2 por apresentarem propriedades antivirais aparentemente mais eficazes do que os utilizados até agora, mas que ainda estão em experimentação.
Equipas de vigilância estão a desdobrar-se na zona de Bobonaro, a 112 quilómetros sudoeste de Díli, no intuito de identificar os passageiros que viajaram com um cidadão timorense que entrou irregularmente no país e testou positivo à covid-19.
"É uma situação preocupante e a urgência agora é identificar o resto dos passageiros que viajaram com o rapaz que testou positivo", disse à Lusa fonte da Sala de Situação do Centro Integrado de Gestão de Crise (CIGC), que está a acompanhar a covid-19.
"Esta situação na fronteira está a suscitar grande preocupação e é necessário um reforço dos controlos", explicou a mesma fonte.
A preocupação sobre a situação na fronteira é um dos temas na agenda da reunião extraordinária do Conselho de Ministros convocada para a tarde de segunda-feira, segundo disse à Lusa fonte do executivo.
A cidade de Auckland, na Nova Zelândia, começa hoje um confinamento de três dias depois de ter sido detetado um novo foco de contaminação pelo novo coronavírus em membros da mesma família, adiantou a AFP.
Segundo a agência de notícias francesa, a ordem de confinamento, dada hoje pela primeira-ministra, Jacinda Ardern, vai obrigar quase dois milhões de pessoas a ficar em casa a partir da meia-noite, com escolas e empresas a fechar, com exceção de empresas consideradas "essenciais".
A causa do confinamento está no teste positivo ao novo coronavírus em três membros de uma família no fim de semana, que "causou grande preocupação num país que tem sido aclamado internacionalmente por sua forma altamente eficaz no tratamento da pandemia".
A primeira-ministra explicou que este é um confinamento ordenado como "precaução, caso a variante detetada seja uma das mais transmissíveis".
"A principal coisa que pedimos às pessoas em Auckland é para ficar em casa para evitar qualquer risco de propagação", cita a AFP.
A Alemanha reforçou hoje os controlos fronteiriços com a República Checa e a Áustria para tentar conter a propagação das novas variantes da covid-19, quando a taxa de incidência de contágios mantém a tendência de baixa.
Desde as 00h00 de hoje que apenas podem entrar no país por essas fronteiras cidadãos alemães ou estrangeiros com residência fixa na Alemanha, bem como pessoas que atestem outras razões, familiares ou laborais, e trabalhadores transnacionais, pessoal sanitário e motoristas de transporte de mercadorias.
O Governo alemão decidiu implementar estes controlos face à alta incidência de novos contágios nos dois países vizinhos.
A União Europeia (UE), acusada de lentidão na gestão da pandemia de covid-19, vai acelerar os procedimentos de autorização de vacinas melhoradas para responder às diferentes variantes do novo coronavírus, indicou a comissária da Saúde dos 27.
"Analisámos com a Agência Europeia do Medicamento os procedimentos e decidimos que, doravante, se houver uma vacina melhorada por um fabricante para lutar contras as novas variantes com base numa vacina já existente" e certificada "não haverá a necessidade de passar por todas as etapas da autorização", disse Stella Kyriakides.
Numa entrevista publicada hoje no diário alemão Augsburger, a comissária adiantou que, desta forma, será "mais rápido" ter vacinas à disposição, "sem que sejam afetados os critérios de segurança".
A Comissão Europeia tem sido criticada pela lentidão ligada ao início das campanhas de vacinação contra a covid-19 nos Estados membros, por causa dos procedimentos de certificação das primeiras vacinas, considerados muito longos em comparação com o Reino Unido ou com os Estados Unidos, mas também no que diz respeito aos pedidos de vacinas.
Embora tenha admitido que não está "satisfeita" com a atual situação, a comissária europeia da Saúde assume a defesa contra as críticas.
"É errado afirmar que apenas cometemos erros", disse Kyriakides, argumentando que a UE conseguiu garantir o fornecimento para 700 milhões de doses de vacinas até ao fim do terceiro trimestre deste ano.
"Felizmente, o pior já passou, mas ainda não estamos livres deste 'pesadelo' que nos caiu em cima", considera o provedor da Misericórdia de Alcáçovas, João Penetra.
O México registou 1.214 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, elevando para 173.771 o número total de óbitos desde o início da pandemia, disseram na sexta-feira as autoridades mexicanas. O país passou a somar um total de 2.183.993 casos.
O México é terceiro país do mundo com o maior número de óbitos devido à covid-19, atrás dos Estados Unidos e do Brasil, e o 13.º em número de infeções, de acordo com a contagem independente da Universidade norte-americana Johns Hopkins.
O Brasil registou 1.043 mortes por covid-19 e 44.299 novos casos de infeção pela doença nas últimas 24 horas.
08h31 - Estados Unidos com 3.359 mortos e 84.913 casos nas últimas 24 horas
Os Estados Unidos registaram 3.359 mortos causados pela covid-19 nas últimas 24 horas, e 84.913 casos, de acordo com a contagem independente da Universidade Johns Hopkins.
Desde o início da pandemia, o país acumulou 483.926 óbitos e 27.568.100 casos da doença.
Os Estados Unidos são o país com mais mortes provocadas pelo novo coronavírus SARS-Cov-2, responsável pela covid-19, e também com mais casos de infeção.
Inclui um médico e uma enfermeira especializada em cuidados intensivos.
Vão reforçar, durante duas semanas, o Hospital de Évora.
Segundo o governo luxemburguês, uma segunda equipa chega a 20 de fevereiro.
Portugal também aceitou ajuda de França. Uma equipa de quatro profissionais vai prestar apoio ao Hospital Garcia de Orta, em Almada.