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As Brigadas de Intervenção Rápida (BIR), criadas para atuar em caso de surto de covid-19 nos lares de idosos, foram ativadas 502 vezes desde a entrada em funcionamento, em Outubro passado, e as intervenções diminuíram nas últimas semanas.
"Desde o dia 1 de outubro entraram em funcionamento as BIR que permitem responder às necessidades das respostas sociais que, por situação de surto, tenham as equipas de recursos humanos comprometidas, tendo sido já ativadas 502 brigadas", refere o relatório do estado de emergência referente ao período de 17 a 31 de março e hoje entregue na Assembleia da República.
O documento, realizado quinzenalmente pela Estrutura de Monitorização do Estado de Emergência, coordenada pelo ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, refere que, na região Centro, no final de março "não existia qualquer intervenção ativa" das BIR face "à melhoria da situação nos lares".
Segundo o documento do Governo, os surtos em lares "sofreram uma redução acentuada" nesta região do país com impacto positivo na redução de mortalidade por covid-19 nas pessoas residentes em lares.
Criadas no âmbito de um protocolo entre o Instituto de Segurança Social e a Cruz Vermelha Portuguesa, as BIR, compostas por pessoal ajudante de ação direta, auxiliares de serviços gerais, enfermeiros, psicólogos e médicos, atuam em situação de emergência e têm capacidade de ação imediata na contenção e estabilização de surtos de covid-19 em lares de idosos.
23h12 - Mais 1.139 mortos e 28.636 infetados nas últimas 24 horas no Brasil
O Brasil somou 1.139 mortos e 28.636 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total para 391.936 óbitos e 14.369.423 infeções desde o início da pandemia, informou hoje o executivo.
Os dados fazem parte do último boletim epidemiológico difundido pelo Ministério da Saúde brasileiro, que dá conta de uma taxa de incidência da doença no país de 187 mortes e 6.838 casos por 100 mil habitantes.
O Brasil, com 212 milhões de habitantes, continua a ser um dos países mais atingidos pela pandemia em todo o mundo, ocupando a segunda posição mundial na lista de nações com maior número absoluto de vítimas mortais e a terceira com mais casos de infeção.
Geograficamente, São Paulo é o foco da pandemia no país, com 2.838.233 diagnósticos de covid-19, sendo seguido por Minas Gerais (1.325.022), Rio Grande do Sul (949.965) e Paraná (931.343).
O Brasil somou 1.139 mortos e 28.636 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total para 391.936 óbitos e 14.369.423 infeções desde o início da pandemia, informou hoje o executivo.
Os dados fazem parte do último boletim epidemiológico difundido pelo Ministério da Saúde brasileiro, que dá conta de uma taxa de incidência da doença no país de 187 mortes e 6.838 casos por 100 mil habitantes.
O Brasil, com 212 milhões de habitantes, continua a ser um dos países mais atingidos pela pandemia em todo o mundo, ocupando a segunda posição mundial na lista de nações com maior número absoluto de vítimas mortais e a terceira com mais casos de infeção.
Geograficamente, São Paulo é o foco da pandemia no país, com 2.838.233 diagnósticos de covid-19, sendo seguido por Minas Gerais (1.325.022), Rio Grande do Sul (949.965) e Paraná (931.343).
22h21 - Pandemia custa 2.530 milhões de euros aos cofres públicos em 2021
A pandemia de covid-19 custou 2.530 milhões de euros às contas públicas em 2021, dos quais 471,5 milhões de menor receita e 2.058,4 milhões de mais despesa, segundo a Direção-Geral do Orçamento (DGO).
"Até ao final de março, a execução das medidas adotadas no âmbito do combate e da prevenção da Covid-19, bem como as que têm por objetivo repor a normalidade, conduziu a uma redução da receita de 471,5 milhões de euros e a um aumento da despesa total em 1966,2 milhões de euros. Considerando as Linhas de apoio, o montante despendido ascende a 2058,4 milhões de euros", pode ler-se na Síntese da Execução Orçamental hoje divulgada pela DGO.
Assim, o valor somado entre a despesa relacionada com a pandemia e a receita não cobrada ascende aos 2.529,9 milhões de euros no final do primeiro trimestre deste ano.
Na receita, a DGO destaca "a estimativa de impacto da prorrogação do pagamento do IVA (226,3 milhões de euros)", ao passo que do lado da despesa "os apoios às empresas e ao emprego somaram 1235,6 milhões de euros, destacando-se o programa Apoiar (532,7 milhões de euros), o lay-off simplificado (272,6 milhões de euros) e o apoio extraordinário à retoma progressiva da atividade (229,5 milhões de euros)".
A DGO assinala ainda "as medidas de apoio ao rendimento das famílias (339,3 milhões de euros), com relevância para os apoios extraordinários ao rendimento dos trabalhadores (155,4 milhões de euros)" e também "as medidas por parte do setor da Saúde (269,8 milhões de euros), nomeadamente om equipamentos de proteção individual, medicamentos, testes e vacinas".
Noutras medidas visíveis na tabela disponibilizada no documento, no lado da receita apresenta-se uma estimativa da suspensão de execuções fiscais, contabilizada em 140 milhões de euros, e ainda outra estimativa relativa à isenção do pagamento da taxa social única (72,1 milhões de euros).
A suspensão de pagamentos de planos prestacionais e processos de execução contributiva é contabilizada como tendo um efeito negativo de 28,1 milhões de euros.
Na despesa, destaca-se o incentivo à normalização (147,3 milhões de euros), o programa ativar (47,6 milhões de euros) e, nas linhas de apoio, ao setor do turismo (44,3 milhões de euros) e à economia (47,6 milhões de euros).
Na síntese hoje conhecida, a DGO assinala ainda que na ausência das despesas associadas às medidas no âmbito da COVID-19, a despesa efetiva das Administrações Públicas teria decrescido 1,5% face ao ano anterior (em vez de +5,6%) e a receita efetiva teria diminuído 3,7% (em vez de -6,0%)".
O saldo orçamental das Administrações Públicas (AP) agravou-se em 2.358 milhões de euros no primeiro trimestre face ao mesmo período do ano passado, registando no final de março um défice de 2.255 milhões, segundo as Finanças.
"O défice das Administrações Públicas em contabilidade pública atingiu 2.255 ME (milhões de euros) em resultado da terceira vaga da pandemia. Esta evolução traduziu-se num agravamento de 2.358 ME face ao período homólogo explicado pelo impacto do confinamento e das medidas de resposta à pandemia", pode ler-se num comunicado do Ministério das Finanças hoje divulgado.
O documento, que antecipa a síntese da execução orçamental a ser divulgada hoje pela Direção-Geral do Orçamento (DGO), indica que "a degradação do défice resultou do efeito conjunto da contração da receita (-6%) aliado ao crescimento significativo da despesa primária (+6,5%)", devido aos impactos da redução da receita fiscal e contributiva e medidas de apoio a famílias e empresas.
A pandemia de covid-19 custou 2.530 milhões de euros às contas públicas em 2021, dos quais 471,5 milhões de menor receita e 2.058,4 milhões de mais despesa, segundo a Direção-Geral do Orçamento (DGO).
"Até ao final de março, a execução das medidas adotadas no âmbito do combate e da prevenção da Covid-19, bem como as que têm por objetivo repor a normalidade, conduziu a uma redução da receita de 471,5 milhões de euros e a um aumento da despesa total em 1966,2 milhões de euros. Considerando as Linhas de apoio, o montante despendido ascende a 2058,4 milhões de euros", pode ler-se na Síntese da Execução Orçamental hoje divulgada pela DGO.
Assim, o valor somado entre a despesa relacionada com a pandemia e a receita não cobrada ascende aos 2.529,9 milhões de euros no final do primeiro trimestre deste ano.
Na receita, a DGO destaca "a estimativa de impacto da prorrogação do pagamento do IVA (226,3 milhões de euros)", ao passo que do lado da despesa "os apoios às empresas e ao emprego somaram 1235,6 milhões de euros, destacando-se o programa Apoiar (532,7 milhões de euros), o lay-off simplificado (272,6 milhões de euros) e o apoio extraordinário à retoma progressiva da atividade (229,5 milhões de euros)".
A DGO assinala ainda "as medidas de apoio ao rendimento das famílias (339,3 milhões de euros), com relevância para os apoios extraordinários ao rendimento dos trabalhadores (155,4 milhões de euros)" e também "as medidas por parte do setor da Saúde (269,8 milhões de euros), nomeadamente om equipamentos de proteção individual, medicamentos, testes e vacinas".
Noutras medidas visíveis na tabela disponibilizada no documento, no lado da receita apresenta-se uma estimativa da suspensão de execuções fiscais, contabilizada em 140 milhões de euros, e ainda outra estimativa relativa à isenção do pagamento da taxa social única (72,1 milhões de euros).
A suspensão de pagamentos de planos prestacionais e processos de execução contributiva é contabilizada como tendo um efeito negativo de 28,1 milhões de euros.
Na despesa, destaca-se o incentivo à normalização (147,3 milhões de euros), o programa ativar (47,6 milhões de euros) e, nas linhas de apoio, ao setor do turismo (44,3 milhões de euros) e à economia (47,6 milhões de euros).
Na síntese hoje conhecida, a DGO assinala ainda que na ausência das despesas associadas às medidas no âmbito da COVID-19, a despesa efetiva das Administrações Públicas teria decrescido 1,5% face ao ano anterior (em vez de +5,6%) e a receita efetiva teria diminuído 3,7% (em vez de -6,0%)".
O saldo orçamental das Administrações Públicas (AP) agravou-se em 2.358 milhões de euros no primeiro trimestre face ao mesmo período do ano passado, registando no final de março um défice de 2.255 milhões, segundo as Finanças.
"O défice das Administrações Públicas em contabilidade pública atingiu 2.255 ME (milhões de euros) em resultado da terceira vaga da pandemia. Esta evolução traduziu-se num agravamento de 2.358 ME face ao período homólogo explicado pelo impacto do confinamento e das medidas de resposta à pandemia", pode ler-se num comunicado do Ministério das Finanças hoje divulgado.
O documento, que antecipa a síntese da execução orçamental a ser divulgada hoje pela Direção-Geral do Orçamento (DGO), indica que "a degradação do défice resultou do efeito conjunto da contração da receita (-6%) aliado ao crescimento significativo da despesa primária (+6,5%)", devido aos impactos da redução da receita fiscal e contributiva e medidas de apoio a famílias e empresas.
21h37 - A Índia vai receber o primeiro lote da vacina russa Sputnik V a 1 de maio.
21h35 - Egito dá luz verde à vacina chinesa Sinovac.
20h58 - Associação vê sinal de esperança no aliviar do recolher obrigatório na Madeira
A Associação Barmen da Madeira considerou hoje que as alterações aos horários do recolher obrigatório e de funcionamento de bares e restaurantes na região, a partir de domingo, no âmbito da pandemia da covid-19, é um "sinal de esperança".
O presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, anunciou hoje que o recolher obrigatório na Madeira vai passar a vigorar entre as 23h00 e as 5h00, incluindo aos fins de semana, e que os restaurantes e bares podem estar abertos até às 22h00 com uma lotação até 50%, com cinco pessoas por mesa.
Atualmente, o recolher obrigatório vigora na região entre as 19h00 e as 5h00 do dia seguinte durante a semana, e entre as 18h00 e as 5h00 aos fins de semana e feriados. A restauração, tal como as outras atividades comerciais, encerra durante a semana às 18h00 e aos fins de semana às 17h00, sendo que o horário de entrega de refeições ao domicílio decorre até às 22h00, todos os dias.
"Esta medida continua a ser, contudo, uma luz ao fim do túnel, ajuda a mitigar os efeitos da crise, mas ainda não é o que ambicionamos, que é a abertura total, embora se reconheça a política prudente do Governo Regional", afirmou o presidente da associação e proprietário de um bar na área turística do Funchal.
A Associação Barmen da Madeira considerou hoje que as alterações aos horários do recolher obrigatório e de funcionamento de bares e restaurantes na região, a partir de domingo, no âmbito da pandemia da covid-19, é um "sinal de esperança".
O presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, anunciou hoje que o recolher obrigatório na Madeira vai passar a vigorar entre as 23h00 e as 5h00, incluindo aos fins de semana, e que os restaurantes e bares podem estar abertos até às 22h00 com uma lotação até 50%, com cinco pessoas por mesa.
Atualmente, o recolher obrigatório vigora na região entre as 19h00 e as 5h00 do dia seguinte durante a semana, e entre as 18h00 e as 5h00 aos fins de semana e feriados. A restauração, tal como as outras atividades comerciais, encerra durante a semana às 18h00 e aos fins de semana às 17h00, sendo que o horário de entrega de refeições ao domicílio decorre até às 22h00, todos os dias.
"Esta medida continua a ser, contudo, uma luz ao fim do túnel, ajuda a mitigar os efeitos da crise, mas ainda não é o que ambicionamos, que é a abertura total, embora se reconheça a política prudente do Governo Regional", afirmou o presidente da associação e proprietário de um bar na área turística do Funchal.
20h52 - PSP e GNR detetaram mais festas ilegais
20h50 - Rastreio nas escolas identifica 340 casos em mais de 225 mil testes
Os rastreios mais recentes nas escolas, que decorreram durante a semana passada, identificaram 340 casos positivos de covid-19 em mais de 225 mil testes, de acordo com um balanço divulgado hoje pelo Ministério da Educação.
Na terceira fase do programa de testagem massiva nas escolas, que arrancou na segunda-feira com a reabertura das escolas secundárias, foram testadas mais de 225 mil pessoas, incluindo neste nível de ensino também os alunos.
Além do secundário, foram ainda realizados testes à covid-19 nas escolas dos 2.º e 3.º ciclos em concelhos com mais de 120 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias.
No total, o rastreio permitiu identificar 340 casos positivos, o equivalente a uma taxa de positividade de 0,15%, próxima dos 0,1% registados na fase anterior.
Para o Ministério da Educação, o resultado mais recente demonstra "que também os alunos contribuem indubitavelmente para a afirmação das escolas como lugares seguros".
No rastreio realizado na reabertura do pré-escolar e 1.º ciclo, a taxa de positividade registada tinha sido também inferior a 0,1%, com 80 casos de infeção entre mais de 82 mil testes.
Os rastreios mais recentes nas escolas, que decorreram durante a semana passada, identificaram 340 casos positivos de covid-19 em mais de 225 mil testes, de acordo com um balanço divulgado hoje pelo Ministério da Educação.
Na terceira fase do programa de testagem massiva nas escolas, que arrancou na segunda-feira com a reabertura das escolas secundárias, foram testadas mais de 225 mil pessoas, incluindo neste nível de ensino também os alunos.
Além do secundário, foram ainda realizados testes à covid-19 nas escolas dos 2.º e 3.º ciclos em concelhos com mais de 120 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias.
No total, o rastreio permitiu identificar 340 casos positivos, o equivalente a uma taxa de positividade de 0,15%, próxima dos 0,1% registados na fase anterior.
Para o Ministério da Educação, o resultado mais recente demonstra "que também os alunos contribuem indubitavelmente para a afirmação das escolas como lugares seguros".
No rastreio realizado na reabertura do pré-escolar e 1.º ciclo, a taxa de positividade registada tinha sido também inferior a 0,1%, com 80 casos de infeção entre mais de 82 mil testes.
20h48 - Iraque. Incêndio em Hospital de Bagdad faz mais de 80 mortos entre doentes covid
20h45 - Índia. Pandemia continua a agravar-se rapidamente
Pelo quinto dia consecutivo, a Índia bateu o recorde mundial diário de infeções por covid. Nos hospitais faltam medicamentos e oxigénio. Dezenas de países vão enviar ajuda, incluindo Portugal.
Pelo quinto dia consecutivo, a Índia bateu o recorde mundial diário de infeções por covid. Nos hospitais faltam medicamentos e oxigénio. Dezenas de países vão enviar ajuda, incluindo Portugal.
20h27 - Primeiro-ministro foi recebido com protestos em Valença
20h23 - António Costa diz-se optimista sobre a próxima fase do desconfinamento
20h21 - Governo conta com imunidade de grupo no início do Verão
20h20 - Covid-19. Percentagem de portugueses imunes deverá estar nos 20 por cento
20h19 - Aljezur pede ao Governo que reveja critério de contabilização de contágios
O presidente da Câmara de Aljezur, no Algarve, pediu ao Governo para que a fórmula de contabilização de contágios por covid-19 seja revista e tenha em conta a particularidade de cada concelho.
Depois de uma reunião alargada da comissão da proteção civil de hoje à tarde, José Gonçalves afirmou à Lusa que os trabalhadores temporários "não são contabilizados" na população de cerca 5.800 habitantes do concelho, valor que serve de base para os cálculos das regras de confinamento, mas "se ficarem infetados passam a ser incluídos".
"É preciso alterar isto. É uma injustiça. A situação dos contágios não ser equacionada assim", defendeu.
Em Aljezur são necessárias "14 pessoas infetadas" para que o concelho atinja o patamar dos 240 casos por cada 100 mil habitantes em 14 dias, valor a partir do qual há uma maior restrição no desconfinamento.
No boletim divulgado na última sexta-feira, o concelho de Aljezur registava 501 casos por 100 mil habitantes em 14 dias, referente ao período entre 7 e 20 de abril.
Em 11 de março, na apresentação do plano de desconfinamento, o primeiro-ministro, António Costa, avisou que as medidas da reabertura serão revistas sempre que Portugal ultrapasse os "120 novos casos por dia por 100 mil habitantes a 14 dias" ou sempre que o Rt - o número médio de casos secundários que resultam de um caso infetado pelo vírus - ultrapasse 1.
O presidente da Câmara de Aljezur, no Algarve, pediu ao Governo para que a fórmula de contabilização de contágios por covid-19 seja revista e tenha em conta a particularidade de cada concelho.
Depois de uma reunião alargada da comissão da proteção civil de hoje à tarde, José Gonçalves afirmou à Lusa que os trabalhadores temporários "não são contabilizados" na população de cerca 5.800 habitantes do concelho, valor que serve de base para os cálculos das regras de confinamento, mas "se ficarem infetados passam a ser incluídos".
"É preciso alterar isto. É uma injustiça. A situação dos contágios não ser equacionada assim", defendeu.
Em Aljezur são necessárias "14 pessoas infetadas" para que o concelho atinja o patamar dos 240 casos por cada 100 mil habitantes em 14 dias, valor a partir do qual há uma maior restrição no desconfinamento.
No boletim divulgado na última sexta-feira, o concelho de Aljezur registava 501 casos por 100 mil habitantes em 14 dias, referente ao período entre 7 e 20 de abril.
Em 11 de março, na apresentação do plano de desconfinamento, o primeiro-ministro, António Costa, avisou que as medidas da reabertura serão revistas sempre que Portugal ultrapasse os "120 novos casos por dia por 100 mil habitantes a 14 dias" ou sempre que o Rt - o número médio de casos secundários que resultam de um caso infetado pelo vírus - ultrapasse 1.
20h03 - Cabo Verde registou mais cinco óbitos provocados pela covid-19, o maior número de mortos num só dia desde o início da pandemia no país, que notificou mais 237 novos infetados. Com estes dados, o país chegou a um total de 208 pessoas que já morreram por causa de complicações associadas à covid-19, num taxa de letalidade de 0,92%.
19h45 - Seroprevalência. Inquérito Serológico deteta anticorpos em 15,5% da população
Foram hoje apresentados os resultados preliminares da segunda fase do Inquérito Serológico Nacional, a cargo do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge.
Foram hoje apresentados os resultados preliminares da segunda fase do Inquérito Serológico Nacional, a cargo do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge.
19h43 - Fim do isolamento profilático para os viajantes na Madeira
19h37 - A Madeira diagnosticou nas últimas 24 horas 16 novos casos de covid-19 e registou 26 pessoas recuperadas da doença, anunciou hoje a Direção Regional de Saúde (DRS). Os casos de doentes curados da covid-19 ascende a 8.560 pessoas. O último óbito ocorrido na Madeira associado à covid-19 foi registado em 27 de março, contabilizando a região um total de 71 mortes. Os dados da autoridade regional diferem dos apresentados hoje pela Direção-Geral da Saúde, que atribui ao arquipélago 19 novos casos, elevando o total desde o início da pandemia para 9.141 infeções, e 68 mortos.
19h05 - António Costa antevê última fase de desconfinamento
O primeiro-ministro disse hoje em Valença ter "esperança" de que o país possa dar, na terça-feira, o "passo que falta" no processo a "conta gotas" de reabertura da atividade económica e social após o confinamento motivado pela covid-19.
"Se tudo correr bem, estamos a uma semana de entrarmos na última e definitiva, espero que definitiva fase de reabertura da nossa sociedade", disse António Costa.
"Tenho a esperança, que não é um compromisso, é só a esperança, de que tenhamos a confirmação daquilo que os dados aparentam indicar. Que estamos no bom caminho e que, com segurança podemos dar o passo que falta dar", sublinhou.
O primeiro-ministro lembrou que, na terça-feira, há "mais uma reunião com o senhor presidente da República, com os diferentes parceiros sociais, diferentes forças políticas e com os cientistas para fazer a avaliação do estado da nossa pandemia e fazer a avaliação dos passos que podemos dar na próxima semana".
O primeiro-ministro referia-se à reunião, por videoconferência, sobre a "Situação epidemiológica da Covid-19 em Portugal" que vai decorrer, na terça-feira, a partir do Infarmed, em Lisboa.
O primeiro-ministro, que discursava na inauguração da requalificação da escola secundária de Valença, um investimento de 3,7 milhões de euros, sublinhou que, após "o terrível mês de janeiro, que ficará para sempre na memória", é "hoje gratificante" ter o país "há cinco semanas consecutivas com os melhores números a nível europeu".
"Todos aprendemos a precariedade desta realidade. Esperamos já ter passado o pior, mas temos todos que saber que, se nos distrairmos, relaxarmos, podemos voltar a estar outra vez pior", referiu.
O chefe de Governo acrescentou que "o processo de vacinação está a andar e a bom ritmo" mas que se trata de "uma luta contra o tempo para vacinar mais depressa que as mutações e variantes do vírus".
"Em janeiro fomos surpreendidos pela variante britânica e com a sua velocidade de transmissão e contaminação e desejamos chegar ao fim deste processo de vacinação sem novas surpresas, relativamente às variantes. As variantes circulam, começam numa ponta e dão a volta ao mundo e mais tarde ou mais cedo batem-nos à porta. Por isso, definimos um processo de reabertura da sociedade que designamos a conta-gotas".
Para dar "o passo que falta", Costa sublinhou a necessidade de não "relaxar nos nossos comportamentos".
O primeiro-ministro disse hoje em Valença ter "esperança" de que o país possa dar, na terça-feira, o "passo que falta" no processo a "conta gotas" de reabertura da atividade económica e social após o confinamento motivado pela covid-19.
"Se tudo correr bem, estamos a uma semana de entrarmos na última e definitiva, espero que definitiva fase de reabertura da nossa sociedade", disse António Costa.
"Tenho a esperança, que não é um compromisso, é só a esperança, de que tenhamos a confirmação daquilo que os dados aparentam indicar. Que estamos no bom caminho e que, com segurança podemos dar o passo que falta dar", sublinhou.
O primeiro-ministro lembrou que, na terça-feira, há "mais uma reunião com o senhor presidente da República, com os diferentes parceiros sociais, diferentes forças políticas e com os cientistas para fazer a avaliação do estado da nossa pandemia e fazer a avaliação dos passos que podemos dar na próxima semana".
O primeiro-ministro referia-se à reunião, por videoconferência, sobre a "Situação epidemiológica da Covid-19 em Portugal" que vai decorrer, na terça-feira, a partir do Infarmed, em Lisboa.
O primeiro-ministro, que discursava na inauguração da requalificação da escola secundária de Valença, um investimento de 3,7 milhões de euros, sublinhou que, após "o terrível mês de janeiro, que ficará para sempre na memória", é "hoje gratificante" ter o país "há cinco semanas consecutivas com os melhores números a nível europeu".
"Todos aprendemos a precariedade desta realidade. Esperamos já ter passado o pior, mas temos todos que saber que, se nos distrairmos, relaxarmos, podemos voltar a estar outra vez pior", referiu.
O chefe de Governo acrescentou que "o processo de vacinação está a andar e a bom ritmo" mas que se trata de "uma luta contra o tempo para vacinar mais depressa que as mutações e variantes do vírus".
"Em janeiro fomos surpreendidos pela variante britânica e com a sua velocidade de transmissão e contaminação e desejamos chegar ao fim deste processo de vacinação sem novas surpresas, relativamente às variantes. As variantes circulam, começam numa ponta e dão a volta ao mundo e mais tarde ou mais cedo batem-nos à porta. Por isso, definimos um processo de reabertura da sociedade que designamos a conta-gotas".
Para dar "o passo que falta", Costa sublinhou a necessidade de não "relaxar nos nossos comportamentos".
19h03 - Contas covid Odemira. Trabalhadores sazonais contribuem "com mais de 50%"
Os trabalhadores sazonais das explorações agrícolas em Odemira contribuem "com mais de 50%" na incidência da covid-19 registada neste concelho do distrito de Beja, afirmou hoje o presidente da Câmara Municipal, reiterando a contestação sobre o cálculo das infeções.
"Tudo farei para provar que é injusto e que o concelho de Odemira devia de ser atendido como uma situação especial face à sua condição territorial e populacional", declarou o autarca José Alberto Guerreiro (PS), manifestando "muitas reservas" quanto ao que possa vir a acontecer no âmbito das medidas de desconfinamento.
Por registar em 14 de abril, pela segunda avaliação quinzenal consecutiva, uma taxa de incidência de casos de covid-19 acima de 240 por 100 mil habitantes em 14 dias, Odemira foi um dos quatro concelhos, juntamente com Moura, Portimão e Rio Maior, que recuou para a primeira fase do desconfinamento, com medidas mais restritivas a partir de 19 de abril, inclusive a proibição de não se poder circular para fora do município.
Dados divulgados na sexta-feira revelam que Odemira é agora um dos dois concelhos em risco muito elevado de contágio, com o registo de incidência acumulada de 991 casos por 100 mil habitantes, ficando só atrás de Vila Franca do Campo (1.357), nos Açores.
Hoje, em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Odemira, José Alberto Guerreiro, disse que "os números dos últimos dias manifestam já uma tendência de descida de infeções", acrescentando que o município está a trabalhar no incremento da vacinação no território, o que "levará à proteção de todos aqueles que têm mais de 50 anos a muito curto prazo", assim como no reforço da aplicação de medidas cautelares e de fiscalização.
"Estou convicto de que haveremos de descer estes índices", apontou.
"Tudo farei para provar que é injusto e que o concelho de Odemira devia de ser atendido como uma situação especial face à sua condição territorial e populacional", declarou o autarca José Alberto Guerreiro (PS), manifestando "muitas reservas" quanto ao que possa vir a acontecer no âmbito das medidas de desconfinamento.
Por registar em 14 de abril, pela segunda avaliação quinzenal consecutiva, uma taxa de incidência de casos de covid-19 acima de 240 por 100 mil habitantes em 14 dias, Odemira foi um dos quatro concelhos, juntamente com Moura, Portimão e Rio Maior, que recuou para a primeira fase do desconfinamento, com medidas mais restritivas a partir de 19 de abril, inclusive a proibição de não se poder circular para fora do município.
Dados divulgados na sexta-feira revelam que Odemira é agora um dos dois concelhos em risco muito elevado de contágio, com o registo de incidência acumulada de 991 casos por 100 mil habitantes, ficando só atrás de Vila Franca do Campo (1.357), nos Açores.
Hoje, em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Odemira, José Alberto Guerreiro, disse que "os números dos últimos dias manifestam já uma tendência de descida de infeções", acrescentando que o município está a trabalhar no incremento da vacinação no território, o que "levará à proteção de todos aqueles que têm mais de 50 anos a muito curto prazo", assim como no reforço da aplicação de medidas cautelares e de fiscalização.
"Estou convicto de que haveremos de descer estes índices", apontou.
18h55 - Emmanuel Macron prevê reduzir horário de recolher obrigatório
O Presidente francês disse hoje que o início do recolher obrigatório às 19h00 "é cedo" e o país prepara-se para uma reabertura progressiva em maio, no entanto, o número de pacientes em estado grave continua a subir.
"Vamos tentar retardar um pouco o recolher obrigatório porque 19h00 é cedo", disse hoje Emmanuel Macron numa visita a uma escola nos arredores de Paris.
Esta segunda-feira as crianças voltaram às creches e escolas primárias, com o regresso prometido para as escolas básicas e liceus marcada para a próxima semana, terminando assim o terceiro período de confinamento.
Até ao fim de maio, é possível que o Governo autorize ainda a reabertura de locais culturais e esplanadas, mas o recolher obrigatório seria para manter entre as 19h00 e as 6h00, no entanto, o Presidente parece estar a rever este horário.
No entanto, o número de pacientes graves continua a subir, com mais de 6 mil franceses atualmente internados nas unidades de cuidados intensivos. É a primeira vez desde maio de 2020 que há tantos pacientes em estado grave no país.
Nas últimas 24 horas morreram 400 pessoas devido ao vírus, elevando o número total desde o início da pandemia para 103.287 óbitos.
Já foram vacinadas em França 14.297.308 pessoas com a primeira dose da vacina contra a covid-19 e quase 6 milhões já tomaram a segunda dose.
O Presidente francês disse hoje que o início do recolher obrigatório às 19h00 "é cedo" e o país prepara-se para uma reabertura progressiva em maio, no entanto, o número de pacientes em estado grave continua a subir.
"Vamos tentar retardar um pouco o recolher obrigatório porque 19h00 é cedo", disse hoje Emmanuel Macron numa visita a uma escola nos arredores de Paris.
Esta segunda-feira as crianças voltaram às creches e escolas primárias, com o regresso prometido para as escolas básicas e liceus marcada para a próxima semana, terminando assim o terceiro período de confinamento.
Até ao fim de maio, é possível que o Governo autorize ainda a reabertura de locais culturais e esplanadas, mas o recolher obrigatório seria para manter entre as 19h00 e as 6h00, no entanto, o Presidente parece estar a rever este horário.
No entanto, o número de pacientes graves continua a subir, com mais de 6 mil franceses atualmente internados nas unidades de cuidados intensivos. É a primeira vez desde maio de 2020 que há tantos pacientes em estado grave no país.
Nas últimas 24 horas morreram 400 pessoas devido ao vírus, elevando o número total desde o início da pandemia para 103.287 óbitos.
Já foram vacinadas em França 14.297.308 pessoas com a primeira dose da vacina contra a covid-19 e quase 6 milhões já tomaram a segunda dose.
18h43 - Nem tudo a pandemia levou
O setor da reparação automóvel está a conseguir escapar ao impacto da pandemia. A Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel considera que o facto de os serviços terem sido considerados essenciais contribuiu para que o ramo das reparações resistisse aos dois confinamentos.
O setor da reparação automóvel está a conseguir escapar ao impacto da pandemia. A Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel considera que o facto de os serviços terem sido considerados essenciais contribuiu para que o ramo das reparações resistisse aos dois confinamentos.
18h41 - INEM. Centro de Apoio Psicológico e Intervenção em Crise registou aumento de procura em 2020
18h37 - Portugal mostra disponibilidade para ajudar a Índia
18h37 - A Espanha registou 19.852 novos casos de covid-19 durante o fim de semana, elevando para 3.488.469 o total de infetados até agora, e o índice de contágios estabilizou nos 236 casos, diagnosticados por 100.000 habitantes nos 14 dias anteriores.
18h34 - Madeira passa recolher obrigatório para as 23h00
O recolher obrigatório na Madeira vai passar a vigorar entre as 23h00 e as 5h00, incluindo aos fins de semana, a partir de domingo, anunciou o Governo Regional, que decidiu aliviar várias medidas de combate à pandemia.
Atualmente, o recolher obrigatório vigora na região entre as 19h00 e as 5h00 do dia seguinte durante a semana, e entre as 18h00 e as 5h00 aos fins de semana e feriados.
Segundo informação divulgada pelo executivo, o novo horário é aplicado a partir das 00h00 de 2 de maio.
"Ouvidas as autoridades regionais de saúde e o representante da República", o Governo da Madeira determinou "algum alívio das medidas restritivas", declarou o presidente do executivo de coligação PSD/CDS-PP, Miguel Albuquerque, em videoconferência.
O social-democrata referiu que a partir das 00:00 de terça-feira (27 de abril) os espetáculos, eventos culturais e conferências podem realizar-se com "lotação até 50% do espaço" e que "não são permitidos intervalos, visando evitar os ajuntamentos".
Neste dia passam também a ser permitidas "duas visitas por utente" nos lares, com a duração de uma hora (até agora eram de 30 minutos).
No que diz respeito aos viajantes, os "residentes, estudantes e emigrantes - que entram na região por via aérea - mantêm a dupla testagem, suspendendo-se a necessidade de isolamento profilático entre os dois testes", adiantou o governante.
Os restaurantes e bares podem estar abertos até às 22h00 com uma lotação até 50%, com cinco pessoas por mesa, e nos bares não é permitido "beber ao balcão ou de pé".
Atualmente, a restauração, tal como as outras atividades comerciais, encerra durante a semana às 18h00 e as fins de semana às 17h00, sendo que o horário de entrega de refeições ao domicílio decorre até às 22h00, todos os dias.
O recolher obrigatório na Madeira vai passar a vigorar entre as 23h00 e as 5h00, incluindo aos fins de semana, a partir de domingo, anunciou o Governo Regional, que decidiu aliviar várias medidas de combate à pandemia.
Atualmente, o recolher obrigatório vigora na região entre as 19h00 e as 5h00 do dia seguinte durante a semana, e entre as 18h00 e as 5h00 aos fins de semana e feriados.
Segundo informação divulgada pelo executivo, o novo horário é aplicado a partir das 00h00 de 2 de maio.
"Ouvidas as autoridades regionais de saúde e o representante da República", o Governo da Madeira determinou "algum alívio das medidas restritivas", declarou o presidente do executivo de coligação PSD/CDS-PP, Miguel Albuquerque, em videoconferência.
O social-democrata referiu que a partir das 00:00 de terça-feira (27 de abril) os espetáculos, eventos culturais e conferências podem realizar-se com "lotação até 50% do espaço" e que "não são permitidos intervalos, visando evitar os ajuntamentos".
Neste dia passam também a ser permitidas "duas visitas por utente" nos lares, com a duração de uma hora (até agora eram de 30 minutos).
No que diz respeito aos viajantes, os "residentes, estudantes e emigrantes - que entram na região por via aérea - mantêm a dupla testagem, suspendendo-se a necessidade de isolamento profilático entre os dois testes", adiantou o governante.
Os restaurantes e bares podem estar abertos até às 22h00 com uma lotação até 50%, com cinco pessoas por mesa, e nos bares não é permitido "beber ao balcão ou de pé".
Atualmente, a restauração, tal como as outras atividades comerciais, encerra durante a semana às 18h00 e as fins de semana às 17h00, sendo que o horário de entrega de refeições ao domicílio decorre até às 22h00, todos os dias.
18h29 - Governo brasileiro admite dificuldade no fornecimento da segunda dose da CoronaVac
O ministro da saúde do Brasil, Marcelo Queiroga, admitiu hoje preocupação sobre o fornecimento da segunda dose da CoronaVac, vacina contra a covid-19 mais utilizada no país, devido ao atraso de consumíveis exportados da China.
"Tem-nos causado certa preocupação a CoronaVac, a segunda dose (...) cerca de um mês atrás se liberou as segundas doses para que se aplicassem e, agora, em face de retardo de insumo vindo da China para o [Instituto] Butantan, há uma dificuldade com essa segunda dose", disse Queiroga durante uma audiência pública no Senado.
A CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac, é aplicada no país desde janeiro numa parceira que envolve o Instituto Butantan, organismo dependente do governo regional de São Paulo.
No mês passado, o próprio Governo divulgou uma nota a autorizar estados e municípios a usarem todas as vacinas armazenadas para garantir a segunda dose imediatamente como primeira dose. alegando que haveria imunizantes suficientes no país.
Num comunicado emitido em 21 de março, o Ministério da Saúde brasileiro informava que "autorizou o uso da totalidade de vacinas armazenadas pelos estados para a segunda aplicação para utilização imediata, ampliando assim o número de vacinados no Brasil."
O ministro da saúde do Brasil, Marcelo Queiroga, admitiu hoje preocupação sobre o fornecimento da segunda dose da CoronaVac, vacina contra a covid-19 mais utilizada no país, devido ao atraso de consumíveis exportados da China.
"Tem-nos causado certa preocupação a CoronaVac, a segunda dose (...) cerca de um mês atrás se liberou as segundas doses para que se aplicassem e, agora, em face de retardo de insumo vindo da China para o [Instituto] Butantan, há uma dificuldade com essa segunda dose", disse Queiroga durante uma audiência pública no Senado.
A CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac, é aplicada no país desde janeiro numa parceira que envolve o Instituto Butantan, organismo dependente do governo regional de São Paulo.
No mês passado, o próprio Governo divulgou uma nota a autorizar estados e municípios a usarem todas as vacinas armazenadas para garantir a segunda dose imediatamente como primeira dose. alegando que haveria imunizantes suficientes no país.
Num comunicado emitido em 21 de março, o Ministério da Saúde brasileiro informava que "autorizou o uso da totalidade de vacinas armazenadas pelos estados para a segunda aplicação para utilização imediata, ampliando assim o número de vacinados no Brasil."
18h21 - Rio de Janeiro reabre praias após pequena queda de mortes e infeções
O Rio de Janeiro reabriu hoje as praias e parques, quando a pandemia dá tímidos sinais de desaceleração no Brasil, embora o país registe em abril o mês mais letal desde o início da crise sanitária provocada pela covid-19.
A prefeitura do Rio de Janeiro autorizou, a partir desta segunda-feira e apenas durante os dias de semana, a presença de banhistas nas areias e águas das praias, que estavam fechadas desde o final de março.
Centenas de pessoas já tinham voltado a frequentar as praias da cidade no passado fim de semana, apesar das restrições impostas pelas autoridades para conter o coronavírus SARS-CoV-2.
Além das praias, o Rio de Janeiro deu luz verde para a abertura de parques e cascatas.
A flexibilização das medidas de distanciamento social na cidade do Rio de Janeiro acontece após a estabilização da pandemia no estado e uma ligeira redução da curva epidemiológica em todo o país, um dos mais afetados pela pandemia no mundo.
Depois de vários registos trágicos consecutivos ao longo de abril, o mês mais letal da crise da covid-19 no Brasil, o número de casos de infeção pelo novo coronavírus caiu pela terceira semana consecutiva, enquanto o número de mortes caiu pela segunda semana.
A aparente trégua ocorre após medidas de restrição impostas entre março e abril em diferentes estados do país, entre eles o Rio de Janeiro e São Paulo, para conter o avanço da pandemia, que colocou em causa os sistemas de saúde públicos e privados.
Mas, apesar da ligeira queda, os indicadores continuam em patamares bastante elevados, com uma média de 58.800 novos casos por dia e de 2.495 óbitos provocados pela covid-19 nos últimos sete dias.
O Rio de Janeiro reabriu hoje as praias e parques, quando a pandemia dá tímidos sinais de desaceleração no Brasil, embora o país registe em abril o mês mais letal desde o início da crise sanitária provocada pela covid-19.
A prefeitura do Rio de Janeiro autorizou, a partir desta segunda-feira e apenas durante os dias de semana, a presença de banhistas nas areias e águas das praias, que estavam fechadas desde o final de março.
Centenas de pessoas já tinham voltado a frequentar as praias da cidade no passado fim de semana, apesar das restrições impostas pelas autoridades para conter o coronavírus SARS-CoV-2.
Além das praias, o Rio de Janeiro deu luz verde para a abertura de parques e cascatas.
A flexibilização das medidas de distanciamento social na cidade do Rio de Janeiro acontece após a estabilização da pandemia no estado e uma ligeira redução da curva epidemiológica em todo o país, um dos mais afetados pela pandemia no mundo.
Depois de vários registos trágicos consecutivos ao longo de abril, o mês mais letal da crise da covid-19 no Brasil, o número de casos de infeção pelo novo coronavírus caiu pela terceira semana consecutiva, enquanto o número de mortes caiu pela segunda semana.
A aparente trégua ocorre após medidas de restrição impostas entre março e abril em diferentes estados do país, entre eles o Rio de Janeiro e São Paulo, para conter o avanço da pandemia, que colocou em causa os sistemas de saúde públicos e privados.
Mas, apesar da ligeira queda, os indicadores continuam em patamares bastante elevados, com uma média de 58.800 novos casos por dia e de 2.495 óbitos provocados pela covid-19 nos últimos sete dias.
17h55 - Pandemia intensifica-se. OMS assinala situação "dilacerante" na Índia
A Organização Mundial de Saúde alertou para o facto de na última semana ter havido tantas novas infeções pelo SARS-CoV-2 como nos primeiros cinco meses da pandemia da covid-19, salientando que a situação na Índia é "para lá de dilacerante".
"Globalmente, a pandemia continua a intensificar-se", afirmou o diretor-geral da agência das Nações Unidas para a saúde numa conferência de imprensa virtual a partir da sede da organização, em Genebra, notando que pela nona semana consecutiva há um aumento da média de novos casos e pela sexta semana consecutiva, de novas mortes.
Tedros Ghebreyesus saudou "as pequenas descidas em novos casos e mortes" em algumas regiões do mundo, mas voltou a apontar a disseminação do vírus na Índia como uma situação especialmente preocupante.
A Organização Mundial de Saúde alertou para o facto de na última semana ter havido tantas novas infeções pelo SARS-CoV-2 como nos primeiros cinco meses da pandemia da covid-19, salientando que a situação na Índia é "para lá de dilacerante".
"Globalmente, a pandemia continua a intensificar-se", afirmou o diretor-geral da agência das Nações Unidas para a saúde numa conferência de imprensa virtual a partir da sede da organização, em Genebra, notando que pela nona semana consecutiva há um aumento da média de novos casos e pela sexta semana consecutiva, de novas mortes.
Tedros Ghebreyesus saudou "as pequenas descidas em novos casos e mortes" em algumas regiões do mundo, mas voltou a apontar a disseminação do vírus na Índia como uma situação especialmente preocupante.
17h51 - A Itália registou 8.444 novos casos de covid-19 e 301 mortes nas últimas 24 horas, anunciou o Ministério da Saúde no dia em que o país começou a reabrir gradualmente algumas atividades após vários meses de restrições.
17h49 - O Reino Unido abriu o programa de vacinação às pessoas com 44 anos.
17h33 - Novo recorde francês nas UCI
França volta a ter pela primeira vez este ano mais de 6000 infetados em Unidades de Cuidados Intensivos, ultrapassando essa barreira pela primeira vez no período que vem desde há um ano, a 17 abril de 2020.
16h58 - Moçambique registou a morte de mais duas pessoas, vítimas do novo coronavírus, e outras 50 foram infetadas nas últimas 24 horas. O total acumulado de mortes passa para 809 e o de casos para 69.715, dos quais 90% são considerados recuperados e 42 estão internados (71% na cidade de Maputo).
16h45 - O Reino Unido regista hoje 2.064 novos casos e mais 6 mortes por covid-19. O governo britânico fez saber que receberam uma primeira dose de vacina 33,8 milhões de pessoas, tendo quase 13 milhões completado a vacinação.
16h12 - Albufeira inicia testagem massiva a residentes e turistas
A Câmara de Albufeira iniciou hoje uma operação de testagem gratuita para despiste da covid-19 a residentes e turistas para que o município possa avançar "de forma segura" para a terceira fase de desconfinamento, divulgou o município.
Em comunicado, a autarquia do distrito de Faro refere que o centro de testagem, instalado no parque de estacionamento em frente aos Paços do Concelho, irá funcionar diariamente entre as 9h00 e as 12h00 e entre as 17h00 e as 20h00.
Albufeira é um dos seis concelhos do país que não pôde avançar para a terceira fase de desconfinamento, iniciada em 19 de abril, mantendo-se na segunda fase devido à elevada incidência de casos de covid-19 por 100 mil habitantes a 14 dias.
O Algarve Biomedical Centre (ABC) irá realizar gratuitamente, por marcação prévia, os chamados testes rápidos (antigénio), no entanto, quem quiser, pode a "expensas próprias" fazer o teste PCR (teste molecular feito em laboratório, via nasal com recurso a zaragatoa).
Citado na nota, o presidente da Câmara de Albufeira, José Carlos Rolo, diz pretender que seja "identificada realmente a situação, para se poder avançar para a terceira fase do desconfinamento de forma segura e responsável".
Os interessados em fazer o teste de despiste à covid-19 devem fazer a marcação através do número 964585486 (das 9h00 às 15h00) ou através do 'site' Albufeira Safe, em https://albufeirasafe.com/.
O município vai também "assumir a testagem aos atletas dos clubes e associações desportivas do concelho, assim como dos vários setores da atividade económica", é ainda indicado na nota.
O plano de desconfinamento do Governo prevê quatro fases: três já implementadas, em 15 de março, 5 e 19 de abril - que abrangeu a generalidade do país, excetuando 10 concelhos -, estando a última prevista para 3 de maio.
A Câmara de Albufeira iniciou hoje uma operação de testagem gratuita para despiste da covid-19 a residentes e turistas para que o município possa avançar "de forma segura" para a terceira fase de desconfinamento, divulgou o município.
Em comunicado, a autarquia do distrito de Faro refere que o centro de testagem, instalado no parque de estacionamento em frente aos Paços do Concelho, irá funcionar diariamente entre as 9h00 e as 12h00 e entre as 17h00 e as 20h00.
Albufeira é um dos seis concelhos do país que não pôde avançar para a terceira fase de desconfinamento, iniciada em 19 de abril, mantendo-se na segunda fase devido à elevada incidência de casos de covid-19 por 100 mil habitantes a 14 dias.
O Algarve Biomedical Centre (ABC) irá realizar gratuitamente, por marcação prévia, os chamados testes rápidos (antigénio), no entanto, quem quiser, pode a "expensas próprias" fazer o teste PCR (teste molecular feito em laboratório, via nasal com recurso a zaragatoa).
Citado na nota, o presidente da Câmara de Albufeira, José Carlos Rolo, diz pretender que seja "identificada realmente a situação, para se poder avançar para a terceira fase do desconfinamento de forma segura e responsável".
Os interessados em fazer o teste de despiste à covid-19 devem fazer a marcação através do número 964585486 (das 9h00 às 15h00) ou através do 'site' Albufeira Safe, em https://albufeirasafe.com/.
O município vai também "assumir a testagem aos atletas dos clubes e associações desportivas do concelho, assim como dos vários setores da atividade económica", é ainda indicado na nota.
O plano de desconfinamento do Governo prevê quatro fases: três já implementadas, em 15 de março, 5 e 19 de abril - que abrangeu a generalidade do país, excetuando 10 concelhos -, estando a última prevista para 3 de maio.
16h02 - Fecharam 12% das organizações de economia social em 2020
No último ano, 12% das organizações de economia social encerraram, segundo um estudo nacional que alerta que os encerramentos poderão duplicar nos próximos meses, assim como aumentam as dificuldades em pagar salários e manter trabalhadores.
Desde março do ano passado, quando foram registados os primeiros casos de infeção de covid-19 em Portugal, 12% das organizações sem fins lucrativos tiveram de fechar portas, um problema que afetou mais fortemente as instituições ligadas às "artes, cultura, desporto, educação e juventude", revela o estudo "Economia Social em Portugal no contexto da Covid-19 - 2ª edição".
A capacidade das OES para continuar a prestar serviços "diminuiu consideravelmente", segundo o trabalho realizado por investigadores dos institutos politécnicos de Setúbal e de Portalegre, no qual participaram 944 organizações.
Assim, 12% (114 organizações) deixaram de realizar qualquer atividade e, entre as que se mantiveram no ativo, mais de metade (54%) teve uma "redução drástica ou moderada de atividade", segundo informação avançada hoje pelo Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP).
Apenas 34% (323 organizações) conseguiram adaptar-se e ter recursos para continuar a prestar apoio: neste grupo, metade manteve as respostas que dava antes da pandemia e a outra metade conseguiu mesmo aumentar as ajudas.
Se a maioria das OES confirma que tem condições financeiras para honrar os compromissos e manter atividade nos próximos três meses, existem 11% que ponderam encerrar atividade, uma vez que não são sustentáveis.
Uma em três instituições em risco de fechar (34%) são Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), segundo o estudo baseado em inquéritos online realizados entre 9 de fevereiro e 25 de março.
Durante a pandemia, metade das OES recorreu a apoios públicos ou de outras entidades para tentar repor ou aumentar os recursos para a sua atividade, mas também houve um esforço em reduzir custos, através de medidas como a diminuição de despesas não essenciais ou o encerramento de serviços e gastos com pessoal, como o 'lay-off'.
No último ano, 12% das organizações de economia social encerraram, segundo um estudo nacional que alerta que os encerramentos poderão duplicar nos próximos meses, assim como aumentam as dificuldades em pagar salários e manter trabalhadores.
Desde março do ano passado, quando foram registados os primeiros casos de infeção de covid-19 em Portugal, 12% das organizações sem fins lucrativos tiveram de fechar portas, um problema que afetou mais fortemente as instituições ligadas às "artes, cultura, desporto, educação e juventude", revela o estudo "Economia Social em Portugal no contexto da Covid-19 - 2ª edição".
A capacidade das OES para continuar a prestar serviços "diminuiu consideravelmente", segundo o trabalho realizado por investigadores dos institutos politécnicos de Setúbal e de Portalegre, no qual participaram 944 organizações.
Assim, 12% (114 organizações) deixaram de realizar qualquer atividade e, entre as que se mantiveram no ativo, mais de metade (54%) teve uma "redução drástica ou moderada de atividade", segundo informação avançada hoje pelo Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP).
Apenas 34% (323 organizações) conseguiram adaptar-se e ter recursos para continuar a prestar apoio: neste grupo, metade manteve as respostas que dava antes da pandemia e a outra metade conseguiu mesmo aumentar as ajudas.
Se a maioria das OES confirma que tem condições financeiras para honrar os compromissos e manter atividade nos próximos três meses, existem 11% que ponderam encerrar atividade, uma vez que não são sustentáveis.
Uma em três instituições em risco de fechar (34%) são Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), segundo o estudo baseado em inquéritos online realizados entre 9 de fevereiro e 25 de março.
Durante a pandemia, metade das OES recorreu a apoios públicos ou de outras entidades para tentar repor ou aumentar os recursos para a sua atividade, mas também houve um esforço em reduzir custos, através de medidas como a diminuição de despesas não essenciais ou o encerramento de serviços e gastos com pessoal, como o 'lay-off'.
15h54 - Almeirim com dificuldade em contactar 400 pessoas para vacinação
O concelho de Almeirim (Santarém) tem cerca de 400 pessoas com 65 anos ou mais anos que ainda não foram vacinadas contra a covid-16 porque não se conseguem contactar, alertou o município em comunicado.
"Se tem 65 ou mais anos e ainda não foi vacinado ou se sabe de alguém nestas circunstâncias, contacte a unidade de saúde da sua freguesia. As vacinas existem e estão disponíveis para serem agendadas de imediato", lê-se numa nota divulgada pelo presidente da Câmara Municipal de Almeirim, Pedro Ribeiro (PS).
O autarca deixa um apelo à vacinação, por ser, neste momento, "a única forma (...) de controlar e acabar com a pandemia", sublinhando que "ser vacinado é também um ato de cidadania e de respeito para com os outros, sobretudo aqueles que por motivos de saúde não o podem ser".
"A imunidade de grupo só se consegue com todos. Por isso, se lhe ligarem, aceite ser vacinado. Por si, por todos", afirma.
O concelho de Almeirim (Santarém) tem cerca de 400 pessoas com 65 anos ou mais anos que ainda não foram vacinadas contra a covid-16 porque não se conseguem contactar, alertou o município em comunicado.
"Se tem 65 ou mais anos e ainda não foi vacinado ou se sabe de alguém nestas circunstâncias, contacte a unidade de saúde da sua freguesia. As vacinas existem e estão disponíveis para serem agendadas de imediato", lê-se numa nota divulgada pelo presidente da Câmara Municipal de Almeirim, Pedro Ribeiro (PS).
O autarca deixa um apelo à vacinação, por ser, neste momento, "a única forma (...) de controlar e acabar com a pandemia", sublinhando que "ser vacinado é também um ato de cidadania e de respeito para com os outros, sobretudo aqueles que por motivos de saúde não o podem ser".
"A imunidade de grupo só se consegue com todos. Por isso, se lhe ligarem, aceite ser vacinado. Por si, por todos", afirma.
15h49 - Queixa contra AstraZeneca visa entrega de 300 milhões de vacinas até junho
A queixa da Comissão Europeia contra a AstraZeneca visa o cumprimento do acordado com a farmacêutica para entrega de 300 milhões de doses de vacina anticovid-19 até junho, indicou a instituição, criticando a "violação contínua" do contrato.
"A Comissão intentou ações judiciais contra a empresa AstraZeneca na sexta-feira, 23 de abril, por violação do acordo de compra antecipada celebrado com a empresa a 27 de agosto de 2020 para o fornecimento de 300 milhões de vacina contra a covid-19 até ao final do segundo trimestre de 2021", detalhou fonte oficial da instituição numa resposta escrita enviada à agência Lusa.
Depois do anúncio referente à ação legal feito hoje na conferência de imprensa diária do executivo comunitário, a mesma fonte salienta que "esta ação deve-se à violação contínua dos termos do contrato e à falta de uma estratégia fiável por parte da empresa para assegurar o fornecimento atempado de vacinas nas circunstâncias atuais.
O principal objetivo desta ação legal, em que a Comissão age em seu nome próprio e em nome dos 27 Estados-membros, "é assegurar a entrega rápida de vacinas em conformidade com o acordo de compra antecipada", salienta a fonte oficial da Comissão Europeia.
A queixa da Comissão Europeia contra a AstraZeneca visa o cumprimento do acordado com a farmacêutica para entrega de 300 milhões de doses de vacina anticovid-19 até junho, indicou a instituição, criticando a "violação contínua" do contrato.
"A Comissão intentou ações judiciais contra a empresa AstraZeneca na sexta-feira, 23 de abril, por violação do acordo de compra antecipada celebrado com a empresa a 27 de agosto de 2020 para o fornecimento de 300 milhões de vacina contra a covid-19 até ao final do segundo trimestre de 2021", detalhou fonte oficial da instituição numa resposta escrita enviada à agência Lusa.
Depois do anúncio referente à ação legal feito hoje na conferência de imprensa diária do executivo comunitário, a mesma fonte salienta que "esta ação deve-se à violação contínua dos termos do contrato e à falta de uma estratégia fiável por parte da empresa para assegurar o fornecimento atempado de vacinas nas circunstâncias atuais.
O principal objetivo desta ação legal, em que a Comissão age em seu nome próprio e em nome dos 27 Estados-membros, "é assegurar a entrega rápida de vacinas em conformidade com o acordo de compra antecipada", salienta a fonte oficial da Comissão Europeia.
15h45 - Brigadas de Intervenção Rápida ativadas meio milhar de vezes
As Brigadas de Intervenção Rápida (BIR), criadas para atuar em caso de surto de covid-19 nos lares de idosos, foram ativadas 502 vezes desde a entrada em funcionamento, em Outubro passado, e as intervenções diminuíram nas últimas semanas.
"Desde o dia 1 de outubro entraram em funcionamento as BIR que permitem responder às necessidades das respostas sociais que, por situação de surto, tenham as equipas de recursos humanos comprometidas, tendo sido já ativadas 502 brigadas", refere o relatório do estado de emergência referente ao período de 17 a 31 de março e hoje entregue na Assembleia da República.
O documento, realizado quinzenalmente pela Estrutura de Monitorização do Estado de Emergência, coordenada pelo ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, refere que, na região Centro, no final de março "não existia qualquer intervenção ativa" das BIR face "à melhoria da situação nos lares".
Segundo o documento do Governo, os surtos em lares "sofreram uma redução acentuada" nesta região do país com impacto positivo na redução de mortalidade por covid-19 nas pessoas residentes em lares.
Criadas no âmbito de um protocolo entre o Instituto de Segurança Social e a Cruz Vermelha Portuguesa, as BIR, compostas por pessoal ajudante de ação direta, auxiliares de serviços gerais, enfermeiros, psicólogos e médicos, atuam em situação de emergência e têm capacidade de ação imediata na contenção e estabilização de surtos de covid-19 em lares de idosos.
15h35 - Governo quer imunidade de grupo "mais no início" do que no fim do verão
O secretário de Estado da Saúde estima que Portugal possa atingir a imunidade de grupo à covid-19 "mais no início do que no final do verão", caso se mantenha o ritmo de chegada de vacinas e de vacinação.
"Eu costumo dizer a frase `vacina chegada é vacina dada` e continuamos a fazer isso. Se as previsões se concretizarem, naquilo que são as vacinas, então, durante o verão, mais para o início do que para o final, chegaremos aos 70% da população adulta vacinada", disse aos jornalistas Diogo Serras Lopes.
O governante presidiu hoje à inauguração do centro de vacinação de Portimão, um dos quatro concelhos do país com a maior taxa de incidência de covid-19 por 100 mil habitantes aquando do início da terceira fase de desconfinamento, em 19 de abril, o que obrigou a que o concelho retrocedesse à primeira fase.
Segundo Diogo Serras Lopes, o objetivo do Governo é atingir, durante o verão, a meta da imunidade de grupo (70% da população), embora o Governo "não goste de dar metas muito específicas, dado que já houve surpresas com más notícias sobre a entrega de vacinas".
O governante revelou que o Governo vai reforçar a vacinação nos concelhos que tiveram de recuar à primeira fase de desconfinamento devido ao número de casos registados, "para que a pandemia seja controlada mais rapidamente".
"Uma das coisas que foi feita é que os concelhos que tiveram de recuar na fase de desconfinamento sejam privilegiados em termos de vacinação e possam ter uma percentagem maior de vacinas alocadas. Haverá uma lógica, não só de escalões etários, mas também onde há mais casos, e Portimão é um desses casos", referiu.
"Eu costumo dizer a frase `vacina chegada é vacina dada` e continuamos a fazer isso. Se as previsões se concretizarem, naquilo que são as vacinas, então, durante o verão, mais para o início do que para o final, chegaremos aos 70% da população adulta vacinada", disse aos jornalistas Diogo Serras Lopes.
O governante presidiu hoje à inauguração do centro de vacinação de Portimão, um dos quatro concelhos do país com a maior taxa de incidência de covid-19 por 100 mil habitantes aquando do início da terceira fase de desconfinamento, em 19 de abril, o que obrigou a que o concelho retrocedesse à primeira fase.
Segundo Diogo Serras Lopes, o objetivo do Governo é atingir, durante o verão, a meta da imunidade de grupo (70% da população), embora o Governo "não goste de dar metas muito específicas, dado que já houve surpresas com más notícias sobre a entrega de vacinas".
O governante revelou que o Governo vai reforçar a vacinação nos concelhos que tiveram de recuar à primeira fase de desconfinamento devido ao número de casos registados, "para que a pandemia seja controlada mais rapidamente".
"Uma das coisas que foi feita é que os concelhos que tiveram de recuar na fase de desconfinamento sejam privilegiados em termos de vacinação e possam ter uma percentagem maior de vacinas alocadas. Haverá uma lógica, não só de escalões etários, mas também onde há mais casos, e Portimão é um desses casos", referiu.
15h21 - AstraZeneca considera ação judicial da União Europeia "sem fundamento"
O grupo farmacêutico anglo-sueco AstraZeneca considerou "sem fundamento" a ação judicial apresentada pela União Europeia (UE) pelo atraso na entrega das vacinas para combater a covid-19, garantindo que irá defender-se "firmemente".
Num comunicado, a AstraZeneca afirma ter "respeitado totalmente" o contrato assinado com Bruxelas e espera ter "a oportunidade de resolver o litígio o mais rapidamente possível", garantindo ainda estar preparada para entregar 50 milhões de doses até ao final do mês, "em conformidade com as previsões".
A UE, pelo contrário, argumenta que a farmacêutica falhou, no primeiro trimestre do ano, a entrega de 30 milhões de vacinas a Bruxelas, dos 120 milhões prometidos contratualmente, sublinhando ainda que a AstraZeneca só irá conseguir entregar 70 milhões das 180 milhões inicialmente previstas para o segundo trimestre.
"As vacinas são difíceis de fabricar, como demonstraram os problemas encontrados por várias farmacêuticas na Europa e no mundo. Estamos a fazer progressos para ultrapassar os desafios técnicos e para que a nossa produção melhore", argumentou o laboratório anglo-sueco.
A AstraZeneca, porém, precisa que demorará ainda algum tempo até que seja possível aumentar o número de doses para distribuição.
Por seu lado, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, numa declaração avançada pelo porta-voz do Governo, reiterou também hoje o apoio à AstraZeneca, considerando a farmacêutica "uma parceira muito forte para o Reino Unido e para o mundo".
"Constitui uma parte crucial de nosso programa de imunização e esperamos continuar a trabalhar com eles", acrescentou Johnson.
O grupo farmacêutico anglo-sueco AstraZeneca considerou "sem fundamento" a ação judicial apresentada pela União Europeia (UE) pelo atraso na entrega das vacinas para combater a covid-19, garantindo que irá defender-se "firmemente".
Num comunicado, a AstraZeneca afirma ter "respeitado totalmente" o contrato assinado com Bruxelas e espera ter "a oportunidade de resolver o litígio o mais rapidamente possível", garantindo ainda estar preparada para entregar 50 milhões de doses até ao final do mês, "em conformidade com as previsões".
A UE, pelo contrário, argumenta que a farmacêutica falhou, no primeiro trimestre do ano, a entrega de 30 milhões de vacinas a Bruxelas, dos 120 milhões prometidos contratualmente, sublinhando ainda que a AstraZeneca só irá conseguir entregar 70 milhões das 180 milhões inicialmente previstas para o segundo trimestre.
"As vacinas são difíceis de fabricar, como demonstraram os problemas encontrados por várias farmacêuticas na Europa e no mundo. Estamos a fazer progressos para ultrapassar os desafios técnicos e para que a nossa produção melhore", argumentou o laboratório anglo-sueco.
A AstraZeneca, porém, precisa que demorará ainda algum tempo até que seja possível aumentar o número de doses para distribuição.
Por seu lado, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, numa declaração avançada pelo porta-voz do Governo, reiterou também hoje o apoio à AstraZeneca, considerando a farmacêutica "uma parceira muito forte para o Reino Unido e para o mundo".
"Constitui uma parte crucial de nosso programa de imunização e esperamos continuar a trabalhar com eles", acrescentou Johnson.
15h17 - Portugal desce mais uma vez em novos casos e novas mortes na última semana
Portugal desceu novamente nos indicadores de novos casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 por milhão de habitantes e novas mortes atribuídas à covid-19 na útima semana, continuando a tendência registada pelo `site` estatístico Our World In Data.
Os dados, referentes à data de domingo, indicam que Portugal desce de 49,13 para 48,21 novos casos diários de infeção por milhão de habitantes nos últimos sete dias, enquanto a média diária de novas mortes diárias atribuídas à covid-10 por milhão de habitantes desceu de 0,41 para 0,28.
Na lista dos países com mais de um milhão de habitantes com mais novos casos de infeção nos últimos sete dias, surge Chipre, com uma média de 993,26, seguido do Uruguai (827,48), Turquia (612,36), Bahrain (609,52) e Suécia (540,42).
A média diária mundial de novas infeções nos últimos sete dias situa-se em 106 (um aumento de 06 por cento em relação à semana passada) e na União Europeia está em 276,68, uma descida de 08%.
Quanto à média diária de novas mortes atribuídas à covid-19 por milhão de habitantes nos últimos sete dias, na União Europeia desceu-se de 5,56 para 5,21 e no mundo aumentou-se de 1,52 para 1,65.
A Hungria continua a ser o país com mais mortes por dia atribuídas à covid-19 nos últimos sete dias, apesar de ter descido de 26,13 para 21,31 neste indicador.
O segundo país nesta lista continua a ser a Bósnia e Herzegovina (19,64), seguida do Uruguai (17,19) e de uma série de países do leste europeu: Bulgária (14,64), Macedónia do Norte (16,05), Eslováquia (14,16) e Polónia (12,77).
No que toca à vacinação, de acordo com o Our World in Data, Portugal tem 8,08% da população completamente vacinada contra a covid-19, já acima da média total da União Europeia neste indicador, que está em 7,87%.
Portugal desceu novamente nos indicadores de novos casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 por milhão de habitantes e novas mortes atribuídas à covid-19 na útima semana, continuando a tendência registada pelo `site` estatístico Our World In Data.
Os dados, referentes à data de domingo, indicam que Portugal desce de 49,13 para 48,21 novos casos diários de infeção por milhão de habitantes nos últimos sete dias, enquanto a média diária de novas mortes diárias atribuídas à covid-10 por milhão de habitantes desceu de 0,41 para 0,28.
Na lista dos países com mais de um milhão de habitantes com mais novos casos de infeção nos últimos sete dias, surge Chipre, com uma média de 993,26, seguido do Uruguai (827,48), Turquia (612,36), Bahrain (609,52) e Suécia (540,42).
A média diária mundial de novas infeções nos últimos sete dias situa-se em 106 (um aumento de 06 por cento em relação à semana passada) e na União Europeia está em 276,68, uma descida de 08%.
Quanto à média diária de novas mortes atribuídas à covid-19 por milhão de habitantes nos últimos sete dias, na União Europeia desceu-se de 5,56 para 5,21 e no mundo aumentou-se de 1,52 para 1,65.
A Hungria continua a ser o país com mais mortes por dia atribuídas à covid-19 nos últimos sete dias, apesar de ter descido de 26,13 para 21,31 neste indicador.
O segundo país nesta lista continua a ser a Bósnia e Herzegovina (19,64), seguida do Uruguai (17,19) e de uma série de países do leste europeu: Bulgária (14,64), Macedónia do Norte (16,05), Eslováquia (14,16) e Polónia (12,77).
No que toca à vacinação, de acordo com o Our World in Data, Portugal tem 8,08% da população completamente vacinada contra a covid-19, já acima da média total da União Europeia neste indicador, que está em 7,87%.
14h59 - Índice de transmissibilidade (Rt) em Portugal sobe e incidência desce
O índice de transmissibilidade (Rt) do coronavírus SARS-Cov-2 em Portugal subiu para 0,99 enquanto a incidência de casos de infeção por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias desceu para 70,4 segundo dados hoje divulgados. Os números anteriores destes indicadores, divulgados na sexta-feira, apontavam para um Rt de 0,98 e uma incidência de 72,1 casos por 100.000 habitantes.
No boletim epidemiológico conjunto da Direção-Geral de Saúde e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) divulgado hoje, os números relativos apenas a Portugal continental revelam também uma subida de 0,99 para 1, no que diz respeito ao RT, e uma descida de 68,3 para 67,3 em relação ao valor médio de novos casos de infeção por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias.
Estes indicadores - o índice de transmissibilidade do vírus e a taxa de incidência de novos casos de covid-19 - são os dois critérios definidos pelo Governo para a avaliação continua que está a ser feita do processo de desconfinamento que se iniciou a 15 de março.
Portugal está atualmente na terceira fase do plano de alívio das restrições impostas para controlar a pandemia e que prevê uma quarta e última etapa com início a 03 de maio.
O índice de transmissibilidade (Rt) do coronavírus SARS-Cov-2 em Portugal subiu para 0,99 enquanto a incidência de casos de infeção por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias desceu para 70,4 segundo dados hoje divulgados. Os números anteriores destes indicadores, divulgados na sexta-feira, apontavam para um Rt de 0,98 e uma incidência de 72,1 casos por 100.000 habitantes.
No boletim epidemiológico conjunto da Direção-Geral de Saúde e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) divulgado hoje, os números relativos apenas a Portugal continental revelam também uma subida de 0,99 para 1, no que diz respeito ao RT, e uma descida de 68,3 para 67,3 em relação ao valor médio de novos casos de infeção por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias.
Estes indicadores - o índice de transmissibilidade do vírus e a taxa de incidência de novos casos de covid-19 - são os dois critérios definidos pelo Governo para a avaliação continua que está a ser feita do processo de desconfinamento que se iniciou a 15 de março.
Portugal está atualmente na terceira fase do plano de alívio das restrições impostas para controlar a pandemia e que prevê uma quarta e última etapa com início a 03 de maio.
14h45 - China regista caso importado de Timor-Leste
A cidade de Xiamen, no sudeste da China, registou este fim de semana um caso importado de covid-19, um cidadão de Timor-Leste vindo da Malásia.
A cidade costeira adjacente a Taiwan detetou seis casos importados de covid-19, sendo que apenas três desenvolveram sintomas, avançou a Comissão Municipal de Saúde de Xiamen.
A cidade de Xiamen, no sudeste da China, registou este fim de semana um caso importado de covid-19, um cidadão de Timor-Leste vindo da Malásia.
A cidade costeira adjacente a Taiwan detetou seis casos importados de covid-19, sendo que apenas três desenvolveram sintomas, avançou a Comissão Municipal de Saúde de Xiamen.
14h40 - Festival VOA Heavy Rock adiado para 2022
O festival de música VOA - Heavy Rock, que estava previsto para junho no Estádio Nacional, em Oeiras, foi adiado para 2022, perante "todas as incertezas que rodeiam a realização de grandes eventos", foi hoje anunciado.
A 11.ª edição do VOA deveria ter acontecido no verão de 2020, foi adiada para este ano por causa da covid-19, mas a organização volta a reagendar o festival, para 2022, por considerar que será impossível realizar um evento de massas "sem distanciamento e sem restrições de lotação".
O festival de música VOA - Heavy Rock, que estava previsto para junho no Estádio Nacional, em Oeiras, foi adiado para 2022, perante "todas as incertezas que rodeiam a realização de grandes eventos", foi hoje anunciado.
A 11.ª edição do VOA deveria ter acontecido no verão de 2020, foi adiada para este ano por causa da covid-19, mas a organização volta a reagendar o festival, para 2022, por considerar que será impossível realizar um evento de massas "sem distanciamento e sem restrições de lotação".
14h34 - Turistas norte-americanos vacinados contra a Covid-19 poderão viajar no verão para países da UE
A garantia foi dada pela presidente da Comissão Europeia numa entrevista ao jornal The New York Times, que estende essa autorização a todos os que estejam vacinados com doses aprovadas pela Agência Europeia do Medicamento.
A garantia foi dada pela presidente da Comissão Europeia numa entrevista ao jornal The New York Times, que estende essa autorização a todos os que estejam vacinados com doses aprovadas pela Agência Europeia do Medicamento.
14h28 - Madeira exige inclusão das regiões autónomas nas medidas de apoio
Uma resolução da Assembleia Legislativa da Madeira, hoje publicada em Diário da República, exige que as regiões autónomas sejam incluídas em todas as medidas de apoio implementadas devido à crise pandémica da covid-19, criticando a falta de solidariedade da República.
Uma resolução da Assembleia Legislativa da Madeira, hoje publicada em Diário da República, exige que as regiões autónomas sejam incluídas em todas as medidas de apoio implementadas devido à crise pandémica da covid-19, criticando a falta de solidariedade da República.
14h10 - Portugal sem registo de novas mortes associadas à Covid-19. Há mais 196 casos confirmados, nas últimas 24 horas
Nas últimas 24 horas, Portugal registou mais 196 casos de Covid-19, mas pela primeira vez este ano não foi reportada nenhuma morte devido à infeção.
Há menos 130 casos ativos e mais 326 recuperados, além de mais 498 contactos em vigilância.
Embora se tenha registado um ligeiro aumento de internamentos (mais 17 do que ontem), há menos sete doentes internado em Unidades de Cuidados Intensivos.
14h00 - Ainda não há data para início da vacinação com Johnson & Johnson
O secretário de Estado da Saúde admite que a vacina de dose única pode ajudar a antecipar o objetivo de chegar ao verão com 70 por cento da população adulta imunizada.
O secretário de Estado da Saúde admite que a vacina de dose única pode ajudar a antecipar o objetivo de chegar ao verão com 70 por cento da população adulta imunizada.
13h43 - Portugal vai ajudar Índia através de mecanismo europeu de proteção civil
Portugal vai mobilizar a Proteção Civil e meios dos ministérios da Saúde e dos Negócios Estrangeiros para apoiar a Índia, através da União Europeia (UE), devido à grave situação pandémica no país asiático, anunciou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros.
"Nós estamos neste momento a organizar, no âmbito da União Europeia, uma resposta de apoio à Índia", declarou Augusto Santos Silva, durante uma conferência de imprensa para apresentar o programa de comemorações do Dia Mundial da Língua Portuguesa.
Segundo Santos Silva, "a Índia pediu a mobilização do mecanismo europeu de proteção civil em apoio à situação pandémica que vive e que, de facto, é bastante grave".
"O mecanismo europeu de proteção civil está a contactar os diferentes Estados-membros para construir esta resposta e Portugal entrará na construção desta resposta através dos mecanismos habituais. (...) No caso [de Portugal], isso significa a mobilização da nossa Autoridade Nacional de Proteção Civil, de meios do Ministério da Saúde e também dos meios necessários do Ministério dos Negócios Estrangeiros", acrescentou.
Portugal vai mobilizar a Proteção Civil e meios dos ministérios da Saúde e dos Negócios Estrangeiros para apoiar a Índia, através da União Europeia (UE), devido à grave situação pandémica no país asiático, anunciou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros.
"Nós estamos neste momento a organizar, no âmbito da União Europeia, uma resposta de apoio à Índia", declarou Augusto Santos Silva, durante uma conferência de imprensa para apresentar o programa de comemorações do Dia Mundial da Língua Portuguesa.
Segundo Santos Silva, "a Índia pediu a mobilização do mecanismo europeu de proteção civil em apoio à situação pandémica que vive e que, de facto, é bastante grave".
"O mecanismo europeu de proteção civil está a contactar os diferentes Estados-membros para construir esta resposta e Portugal entrará na construção desta resposta através dos mecanismos habituais. (...) No caso [de Portugal], isso significa a mobilização da nossa Autoridade Nacional de Proteção Civil, de meios do Ministério da Saúde e também dos meios necessários do Ministério dos Negócios Estrangeiros", acrescentou.
13h34 - Cada vez mais festas ilegais a desafiar dever geral de recolhimento
Só este fim de semana foram cinco festas ilegais. As autoridades identificaram e multaram mais de 350 pessoas.
Só este fim de semana foram cinco festas ilegais. As autoridades identificaram e multaram mais de 350 pessoas.
13h23 - PSP detém quatro pessoas em festa ilegal em discoteca no Seixal
A PSP deteve quatro pessoas que participavam numa festa ilegal na manhã de domingo, no concelho do Seixal (Setúbal), na sequência de uma fiscalização policial a um estabelecimento de diversão noturna na Amora, foi hoje anunciado.
"O estabelecimento, a funcionar como discoteca, antecipou o horário de funcionamento, abrindo de madrugada e prolongando o evento pela manhã, como tentativa de iludir a fiscalização pela PSP das normas do estado de emergência, que impedem a abertura das discotecas", pode ler-se num comunicado.
De acordo com as forças policiais, encontravam-se cerca de 60 pessoas na zona de esplanada a consumir. O estabelecimento de diversão noturna, que desrespeitou a decisão administrativa da Câmara Municipal do Seixal de encerramento do espaço, segundo a PSP, difundia música audível, enquanto os trabalhadores serviam às mesas e processavam "pedidos variados de géneros alimentícios e bebidas".
A PSP deteve quatro pessoas que participavam numa festa ilegal na manhã de domingo, no concelho do Seixal (Setúbal), na sequência de uma fiscalização policial a um estabelecimento de diversão noturna na Amora, foi hoje anunciado.
"O estabelecimento, a funcionar como discoteca, antecipou o horário de funcionamento, abrindo de madrugada e prolongando o evento pela manhã, como tentativa de iludir a fiscalização pela PSP das normas do estado de emergência, que impedem a abertura das discotecas", pode ler-se num comunicado.
De acordo com as forças policiais, encontravam-se cerca de 60 pessoas na zona de esplanada a consumir. O estabelecimento de diversão noturna, que desrespeitou a decisão administrativa da Câmara Municipal do Seixal de encerramento do espaço, segundo a PSP, difundia música audível, enquanto os trabalhadores serviam às mesas e processavam "pedidos variados de géneros alimentícios e bebidas".
13h05 - Os Açores registaram nas últimas 24 horas 21 casos de covid-19, todos na ilha de São Miguel, estando internados 13 pacientes, totalizando-se agora 284 casos ativos, segundo a Autoridade Regional de Saúde
12h57 - Índia pede ajuda à UE. Precisa de oxigénio e do antiviral remdesivir
12h47 - Comissão Europeia avança com ação judicial contra a AstraZeneca
Em causa o não cumprimento do contrato de entregas de vacinas e por não ter um plano "de confiança" para garantir essas entregas.
O processo deu entrada na sexta-feira, avançou há momentos o porta-voz da Comissão. Todos os 27 países apoioaram a decisão, disse o mesmo porta-voz.
Em causa o não cumprimento do contrato de entregas de vacinas e por não ter um plano "de confiança" para garantir essas entregas.
O processo deu entrada na sexta-feira, avançou há momentos o porta-voz da Comissão. Todos os 27 países apoioaram a decisão, disse o mesmo porta-voz.
12h20 - França. Alunos da primária voltam à escola
12h15 - Adolescentes e jovens adultos são os mais afetados por sentimentos de ansiedade na pandemia
12h13 - UE com 53 locais de fabrico de vacinas e espera três mil milhões de doses este ano
A União Europeia tem já 53 locais de produção completa ou de componentes de vacinas anticovid-19, nenhum em Portugal, informou hoje a Comissão Europeia, esperando a produção de mais de três mil milhões de doses até final do ano.
"Na UE, temos 53 locais de fabrico e esperamos uma capacidade de produção anual de mais de três mil milhões de doses até ao final do ano", indica o executivo comunitário numa informação hoje divulgada.
Nos dados publicados pela instituição nas redes sociais a propósito da Semana Europeia da Imunização, que hoje arranca para sensibilizar sobre esta necessidade, a Comissão Europeia observa que, "à medida que as vacinas contra a covid-19 estão a ser administradas, a produção de vacinas também tem vindo a aumentar".
Segundo o mapa divulgado pelo executivo comunitário, Portugal é dos países da UE sem qualquer local de fabrico, concentrando-se a maior parte desta produção (tanto completa como de componentes) em países como França, Alemanha, Bélgica e Espanha.
A União Europeia tem já 53 locais de produção completa ou de componentes de vacinas anticovid-19, nenhum em Portugal, informou hoje a Comissão Europeia, esperando a produção de mais de três mil milhões de doses até final do ano.
"Na UE, temos 53 locais de fabrico e esperamos uma capacidade de produção anual de mais de três mil milhões de doses até ao final do ano", indica o executivo comunitário numa informação hoje divulgada.
Nos dados publicados pela instituição nas redes sociais a propósito da Semana Europeia da Imunização, que hoje arranca para sensibilizar sobre esta necessidade, a Comissão Europeia observa que, "à medida que as vacinas contra a covid-19 estão a ser administradas, a produção de vacinas também tem vindo a aumentar".
Segundo o mapa divulgado pelo executivo comunitário, Portugal é dos países da UE sem qualquer local de fabrico, concentrando-se a maior parte desta produção (tanto completa como de componentes) em países como França, Alemanha, Bélgica e Espanha.
12h04 - Sanofi vai ajudar a Moderna a produzir até 200 milhões de vacinas nos EUA a partir de setembro
11h24 - Levantada suspensão de procura de emprego/formação presencial
A suspensão da obrigatoriedade do cumprimento do dever de procura ativa de emprego, bem como da sua demonstração perante o serviço público de emprego, quando envolva deslocação presencial, é levantada a partir de terça-feira, segundo despacho hoje publicado.
Considerando que já "não se verifica a necessidade de manter" aquela suspensão, decretada em finais de janeiro, para conter a pandemia covid-19, o executivo considera, igualmente, que "não é necessária a continuidade da suspensão das convocatórias" para sessões coletivas em formato presencial, no âmbito da concretização das ações previstas no plano pessoal de emprego.
Mas, no preâmbulo do diploma, o executivo ressalva que o fim da continuidade da suspensão das convocatórias acontece "não decorrendo qualquer penalização para o candidato pela não comparência a estas convocatórias, mesmo que já emitidas ou entregues em mão, privilegiando-se, sempre que possível, as convocatórias para sessões em formato não presencial".
O despacho, que entra em vigor na terça-feira, dia seguinte à publicação, altera o regime (criado no final de janeiro) de apoio aos formandos e participantes de medidas ativas de emprego e reabilitação profissional, "temporariamente impedidos" de frequentar ações de formação ou outras medidas de intervenção do IEFP, em vigor desde o final de janeiro como medida excecional para assegurar a diminuição do risco de transmissão da doença, mas também a diminuição e mitigação dos impactos económicos advenientes do surto pandémico.
A suspensão da obrigatoriedade do cumprimento do dever de procura ativa de emprego, bem como da sua demonstração perante o serviço público de emprego, quando envolva deslocação presencial, é levantada a partir de terça-feira, segundo despacho hoje publicado.
Considerando que já "não se verifica a necessidade de manter" aquela suspensão, decretada em finais de janeiro, para conter a pandemia covid-19, o executivo considera, igualmente, que "não é necessária a continuidade da suspensão das convocatórias" para sessões coletivas em formato presencial, no âmbito da concretização das ações previstas no plano pessoal de emprego.
Mas, no preâmbulo do diploma, o executivo ressalva que o fim da continuidade da suspensão das convocatórias acontece "não decorrendo qualquer penalização para o candidato pela não comparência a estas convocatórias, mesmo que já emitidas ou entregues em mão, privilegiando-se, sempre que possível, as convocatórias para sessões em formato não presencial".
O despacho, que entra em vigor na terça-feira, dia seguinte à publicação, altera o regime (criado no final de janeiro) de apoio aos formandos e participantes de medidas ativas de emprego e reabilitação profissional, "temporariamente impedidos" de frequentar ações de formação ou outras medidas de intervenção do IEFP, em vigor desde o final de janeiro como medida excecional para assegurar a diminuição do risco de transmissão da doença, mas também a diminuição e mitigação dos impactos económicos advenientes do surto pandémico.
11h03 - Portugal. Imunidade contra a Covid-19 já ultrapassa os 15,5%.
Foram revelado hoje os dados preliminares da segunda fase do Inquérito Serológico Nacional do Instituto Ricardo Jorge.
O estudo indica que 13,5% da população desenvolveu anticorpos com a infeção e apenas dois por cento com a vacinação.
As regiões Norte, Lisboa e Vale do Tejo, Centro e Alentejo foram onde se observou uma maior seroprevalência.
Mas este é um relatório que já estará desatualizado face à progressão da vacinação.
O estudo foi feito entre 2 de Fevereiro e 31 de Março, com uma amostra de 8 mil 463 indivíduos.
Foram revelado hoje os dados preliminares da segunda fase do Inquérito Serológico Nacional do Instituto Ricardo Jorge.
O estudo indica que 13,5% da população desenvolveu anticorpos com a infeção e apenas dois por cento com a vacinação.
As regiões Norte, Lisboa e Vale do Tejo, Centro e Alentejo foram onde se observou uma maior seroprevalência.
Mas este é um relatório que já estará desatualizado face à progressão da vacinação.
O estudo foi feito entre 2 de Fevereiro e 31 de Março, com uma amostra de 8 mil 463 indivíduos.
Relativamente às idades, o estudo indica que a "seroprevalência mais elevada foi encontrada na população adulta em idade ativa" e "mais baixa no grupo entre os 70 e os 79 anos".
Os resultados preliminares da segunda fase do ISN COVID-19 revelam ainda que a seroprevalência estimada para os grupos etários abaixo dos 20 anos não é inferior à da população adulta.
No grupo de indivíduos vacinados contra a covid-19, a proporção de pessoas com anticorpos específicos contra o vírus foi de 74,9%, valor que aumentou para 98,5% quando consideradas apenas as pessoas vacinadas com duas doses há pelo menos sete dias.
O INSA ressalva que "estas estimativas devem ser interpretadas com cautela, dado o reduzido número de pessoas vacinadas no ISN COVID-19", mas sublinha que "corroboram o efeito esperado de aumento da imunidade populacional contra SARS-CoV-2 à medida que o programa de vacinação for sendo implementado".
A vacinação é considerada o principal instrumento para o país alcançar a imunidade de grupo, um objetivo que, segundo o Governo, será atingido no final do verão, quando 70% da população adulta estiver vacinada contra a covid-19.
Segundo os últimos dados das autoridades de saúde, já foram vacinadas em Portugal 2.900.151 pessoas, das quais 786.452 já com as duas doses.
A segunda fase do ISN COVID-19 deu continuidade ao primeiro inquérito serológico realizado entre maio e julho de 2020, em que foi estimada uma seroprevalência global de 2,9% de infeção pelo novo coronavírus na população residente em Portugal, não tendo sido encontradas diferenças significativas entre regiões e grupos etários
O estudo foi desenvolvido e coordenado pelos departamentos de Epidemiologia e de Doenças Infeciosas do INSA, em parceria com a Associação Nacional de Laboratórios Clínicos, Associação Portuguesa de Analistas Clínicos e com 33 Unidades do Serviço Nacional de Saúde.
O relatório de apresentação dos resultados da segunda fase do ISN COVID-19 será publicado, no 'site' do INSA, durante a primeira quinzena de maio
Os resultados preliminares da segunda fase do ISN COVID-19 revelam ainda que a seroprevalência estimada para os grupos etários abaixo dos 20 anos não é inferior à da população adulta.
No grupo de indivíduos vacinados contra a covid-19, a proporção de pessoas com anticorpos específicos contra o vírus foi de 74,9%, valor que aumentou para 98,5% quando consideradas apenas as pessoas vacinadas com duas doses há pelo menos sete dias.
O INSA ressalva que "estas estimativas devem ser interpretadas com cautela, dado o reduzido número de pessoas vacinadas no ISN COVID-19", mas sublinha que "corroboram o efeito esperado de aumento da imunidade populacional contra SARS-CoV-2 à medida que o programa de vacinação for sendo implementado".
A vacinação é considerada o principal instrumento para o país alcançar a imunidade de grupo, um objetivo que, segundo o Governo, será atingido no final do verão, quando 70% da população adulta estiver vacinada contra a covid-19.
Segundo os últimos dados das autoridades de saúde, já foram vacinadas em Portugal 2.900.151 pessoas, das quais 786.452 já com as duas doses.
A segunda fase do ISN COVID-19 deu continuidade ao primeiro inquérito serológico realizado entre maio e julho de 2020, em que foi estimada uma seroprevalência global de 2,9% de infeção pelo novo coronavírus na população residente em Portugal, não tendo sido encontradas diferenças significativas entre regiões e grupos etários
O estudo foi desenvolvido e coordenado pelos departamentos de Epidemiologia e de Doenças Infeciosas do INSA, em parceria com a Associação Nacional de Laboratórios Clínicos, Associação Portuguesa de Analistas Clínicos e com 33 Unidades do Serviço Nacional de Saúde.
O relatório de apresentação dos resultados da segunda fase do ISN COVID-19 será publicado, no 'site' do INSA, durante a primeira quinzena de maio
10h59 - Apifarma apela à confiança na ciência
A Apifarma - Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica lança um apelo à confiança na ciência e na investigação clínica, sublinhando que foram estas que permitiram alcançar soluções de saúde inovadoras, como os medicamentos e as vacinas.
Por ocasião da Semana Europeia de Vacinação, uma iniciativa da Organização Mundial da Saúde, a Apifarma recorda o contributo dos programas de vacinação para melhorar a qualidade de vida. Reitera que "é fundamental confiar na ciência e na investigação clínica", que possibilitaram "alcançar soluções de saúde inovadoras, como sejam medicamentos, vacinas e meios de diagnóstico, eficazes, seguras e de qualidade".
A Semana Europeia da Vacinação, que se assinala até 2 de maio, celebra o contributo dos programas de vacinação para a promoção da saúde e para a qualidade de vida de milhões de pessoas.
A campanha da Apifarma, sob o mote "As Vacinas Aproximam-nos", assinala desde logo "o papel fundamental da vacina contra a Covid-19 no início do regresso progressivo da sociedade ao seu quotidiano".
10h51 - Timor-Leste reporta mais 52 casos
Timor-Leste registou 52 novas infeções em 24 horas, todas assintomáticas. Os casos são 49 detetados em Díli, dois no município de Baucau e um no município de Manufahi, de acordo com o Centro Integrado de Gestão de Crise.
O país está a viver o pior momento, com a terceira semana de abril a registar mais de 35 por cento de todos os casos desde o início da pandemia.
A Apifarma - Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica lança um apelo à confiança na ciência e na investigação clínica, sublinhando que foram estas que permitiram alcançar soluções de saúde inovadoras, como os medicamentos e as vacinas.
Por ocasião da Semana Europeia de Vacinação, uma iniciativa da Organização Mundial da Saúde, a Apifarma recorda o contributo dos programas de vacinação para melhorar a qualidade de vida. Reitera que "é fundamental confiar na ciência e na investigação clínica", que possibilitaram "alcançar soluções de saúde inovadoras, como sejam medicamentos, vacinas e meios de diagnóstico, eficazes, seguras e de qualidade".
A Semana Europeia da Vacinação, que se assinala até 2 de maio, celebra o contributo dos programas de vacinação para a promoção da saúde e para a qualidade de vida de milhões de pessoas.
A campanha da Apifarma, sob o mote "As Vacinas Aproximam-nos", assinala desde logo "o papel fundamental da vacina contra a Covid-19 no início do regresso progressivo da sociedade ao seu quotidiano".
10h51 - Timor-Leste reporta mais 52 casos
Timor-Leste registou 52 novas infeções em 24 horas, todas assintomáticas. Os casos são 49 detetados em Díli, dois no município de Baucau e um no município de Manufahi, de acordo com o Centro Integrado de Gestão de Crise.
O país está a viver o pior momento, com a terceira semana de abril a registar mais de 35 por cento de todos os casos desde o início da pandemia.
10h44 - Confiança das empresas na Alemanha melhora em abril - Ifo
A confiança das empresas melhorou um pouco em abril na Alemanha, mas a terceira vaga de infeções por coronavírus e a escassez de alguns materiais está a atrasar a recuperação da economia alemã, segundo o Ifo.
O índice de confiança empresarial na Alemanha como um todo, do Instituto de Investigação Económica alemão (Ifo), subiu para 96,8 pontos em abril, em comparação 96,6 em março em dados revistos.
A confiança das empresas melhorou um pouco em abril na Alemanha, mas a terceira vaga de infeções por coronavírus e a escassez de alguns materiais está a atrasar a recuperação da economia alemã, segundo o Ifo.
O índice de confiança empresarial na Alemanha como um todo, do Instituto de Investigação Económica alemão (Ifo), subiu para 96,8 pontos em abril, em comparação 96,6 em março em dados revistos.
10h29 - Pandemia descontrolada na Índia
10h01 - África com mais 500 mortos e 17.734 infetados nas últimas 24 horas
09h15 - Rússia com mais 8.803 cas0s e 356 vítimas mortais
09h14 - Polícia angolana deteve dois cidadãos que vendiam vacinas a estrangeiros
A Polícia angolana deteve dois cidadãos nacionais, em Luanda, capital de Angola, acusados de venderem vacinas contra a covid-19 a estrangeiros, por 10.000 kwanzas (12,5 euros).
A informação consta do balanço da Polícia Nacional sobre a situação de segurança pública nas últimas 72 horas, salientando que as detenções, as primeiras que as autoridades angolanas divulgam, ocorreram fruto de uma denúncia pública.
De acordo com a nota da polícia, os implicados vendiam as vacinas a cidadãos estrangeiros, que não fazem parte da lista de prioridade do Plano Nacional de Vacinação, pelo valor de 10.000 kwanzas.
Além das vacinas, os suspeitos são igualmente acusados de comercializarem o cartão de vacina, bem como o comprovativo da realização do teste de covid-19 no valor de 5.000 kwanzas (6,2 euros).
A Polícia angolana deteve dois cidadãos nacionais, em Luanda, capital de Angola, acusados de venderem vacinas contra a covid-19 a estrangeiros, por 10.000 kwanzas (12,5 euros).
A informação consta do balanço da Polícia Nacional sobre a situação de segurança pública nas últimas 72 horas, salientando que as detenções, as primeiras que as autoridades angolanas divulgam, ocorreram fruto de uma denúncia pública.
De acordo com a nota da polícia, os implicados vendiam as vacinas a cidadãos estrangeiros, que não fazem parte da lista de prioridade do Plano Nacional de Vacinação, pelo valor de 10.000 kwanzas.
Além das vacinas, os suspeitos são igualmente acusados de comercializarem o cartão de vacina, bem como o comprovativo da realização do teste de covid-19 no valor de 5.000 kwanzas (6,2 euros).
08h53 - EUA. Milhões estão a escapar à segunda dose da vacina
Mais de cinco milhões de pessoas, cerca de 8 por cento daquelas que já receberam a uma dose da vacina da Pfizer ou Moderna, não receberam a segunda dose, avança hoje o The New York Times.
Mais de cinco milhões de pessoas, cerca de 8 por cento daquelas que já receberam a uma dose da vacina da Pfizer ou Moderna, não receberam a segunda dose, avança hoje o The New York Times.
08h42 - Último ano marcado por mais pedidos de ajuda ao Centro de Apoio Psicológico do INEM
08h31 - É no vacinar que está o ganho, argumenta Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
08h10 - Mais de três milhões de doses administradas em Portugal
08h07 - Timor-Leste já adminisrou primeira dose da vacina a 23.300 pessoas
Timor-Leste registou pior semana de sempre, com um terço de todos os casos
A terceira semana de abril foi a pior desde o início da pandemia de covid-19 em Timor-Leste, com o país a registar em oito dias quase 35% de todos os casos confirmados desde março de 2020.
A terceira semana de abril foi a pior desde o início da pandemia de covid-19 em Timor-Leste, com o país a registar em oito dias quase 35% de todos os casos confirmados desde março de 2020.
7h54 - Impacto psicológico da pandemia é maior entre os mais jovens
É o diagnóstico feito pelo diretor do Programa Nacional de Saúde Mental da Direção-Geral da Saúde. Em entrevista à Antena 1, Miguel Xavier aponta estes grupos como os mais afetados por sentimentos de ansiedade ou de tristeza, durante os períodos de confinamento.
7h47 - Mais 35.473 casos nos Estados Unidos
Os Estados Unidos reportaram 284 mortes associadas à Covid-19 e 35.473 casos da doença em 24 horas, de acordo com a contagem independente da Universidade Johns Hopkins.
Desde o início da pandemia, o país somou 572.194 óbitos e 32.076.079 infeções.
7h37 - Alemanha com mais de 11.900 casos diários
O número de casos confirmados de infeção na Alemanha aumentou, nas últimas 24 horas, em 11.907, para um total de 3.299.325 reportados desde o início da pandemia.
Morreram mais 60 pessoas no mesmo período, para um total acumulado de óbitos associados à Covid-19 de 81.624.
7h20 - Abril, o mês mais letal da pandemia no Brasil
O Brasil registou no domingo mais 1305 mortes associadas à Covid-19 e ultrapassou os 390 mil óbitos. Abril é já considerado o mês mais letal desde o início da pandemia.
Nas últimas 24 horas, o Brasil registou 32.572 novas infeções, pelo que o total de contagiados ascende a 14.340.787.
7h03 - Índia continua a fixar máximos
A Índia somou, nas últimas 24 horas, 352.991 novos casos de Covid-19, um novo máximo a nível mundial, numa altura em que o país enfrenta a carência de oxigénio e de outros recursos para combater a pandemia.
As autoridades sanitárias indianas reportaram ainda 2812 mortes, um novo máximo nacional.
6h30 - Ponto de situação
É o diagnóstico feito pelo diretor do Programa Nacional de Saúde Mental da Direção-Geral da Saúde. Em entrevista à Antena 1, Miguel Xavier aponta estes grupos como os mais afetados por sentimentos de ansiedade ou de tristeza, durante os períodos de confinamento.
7h47 - Mais 35.473 casos nos Estados Unidos
Os Estados Unidos reportaram 284 mortes associadas à Covid-19 e 35.473 casos da doença em 24 horas, de acordo com a contagem independente da Universidade Johns Hopkins.
Desde o início da pandemia, o país somou 572.194 óbitos e 32.076.079 infeções.
7h37 - Alemanha com mais de 11.900 casos diários
O número de casos confirmados de infeção na Alemanha aumentou, nas últimas 24 horas, em 11.907, para um total de 3.299.325 reportados desde o início da pandemia.
Morreram mais 60 pessoas no mesmo período, para um total acumulado de óbitos associados à Covid-19 de 81.624.
7h20 - Abril, o mês mais letal da pandemia no Brasil
O Brasil registou no domingo mais 1305 mortes associadas à Covid-19 e ultrapassou os 390 mil óbitos. Abril é já considerado o mês mais letal desde o início da pandemia.
Nas últimas 24 horas, o Brasil registou 32.572 novas infeções, pelo que o total de contagiados ascende a 14.340.787.
7h03 - Índia continua a fixar máximos
A Índia somou, nas últimas 24 horas, 352.991 novos casos de Covid-19, um novo máximo a nível mundial, numa altura em que o país enfrenta a carência de oxigénio e de outros recursos para combater a pandemia.
As autoridades sanitárias indianas reportaram ainda 2812 mortes, um novo máximo nacional.
6h30 - Ponto de situação
A vacina da Jonhson & Johnson começa a ser administrada em Portugal durante esta semana. O arranque da inoculação estava marcado para hoje, mas a coordenação do plano de vacinação garantiu à RTP que vai ser feito até sexta-feira.
O atraso pode estar relacionado com o parecer da comissão técnica de vacinação, que ainda não foi divulgado. Ainda assim, esta semana é esperada a chegada de mais 24 mil doses da vacina de dose única.
Auto-agendamento
Cento e quarenta e cinco mil portugueses já agendaram a vacinação através do portal do Ministério da Saúde. A partir desta segunda-feira, vão ser abertas mais vagas para o auto-agendamento.
As autoridades de saúde lembram que a plataforma só está disponível para pessoas a partir dos 65 anos. Os mais novos, com doenças consideradas de risco, vão ser chamados pelos centros de saúde.
A vacinação dos que se inscreveram através do portal arranca na próxima quarta-feira.
Números da vacinação
Já foram administradas em Portugal mais de três milhões de doses de vacinas contra a Covid-19. São, no total, 3.580.646. Mais de 21 por cento da população já tem pelo menos uma inoculação. Oito por cento já tomaram as duas doses.
Testes em massa na Madeira
Arranca esta segunda-feira o programa de testagem em massa na Madeira. Todos os residentes do arquipélago com mais de 16 anos podem assim ser testados à Covid-19 de forma gratuita.
O teste pode ser feito de 14 em 14 dias nas farmácias aderentes. O projeto mantém-se em vigor até 31 de dezembro.
O quadro em Portugal
Morreram mais seis pessoas com Covid-19, segundo o último boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, conhecido ao início da tarde de domingo.
Havia ontem registo de 478 novas infeções.
O número de doentes internados subiu para 348 - mais seis em 24 horas. Nos cuidados intensivos mantinham-se os mesmo 98 doentes.
Recuperaram da doença 308 pessoas e o país tem 24.792 casos ativos.
O quadro internacional
A pandemia da Covid-19 provocou pelo menos 3.100.659 mortes, resultantes de mais de 146,3 milhões de casos de infeção, de acordo com o balanço em permanente atualização por parte da agência France Presse.
A pandemia agrava-se na Índia, onde voltaram a ser batidos recordes de infeções e mortes por Covid-19. Mais de duas 2700 pessoas morreram de sábado para domingo. E quase mais 350 mil contraíram a doença.
União Europeia, Reino Unido e Estados Unidos vão ajudar o país com oxigénio e medicamentos.
O atraso pode estar relacionado com o parecer da comissão técnica de vacinação, que ainda não foi divulgado. Ainda assim, esta semana é esperada a chegada de mais 24 mil doses da vacina de dose única.
Auto-agendamento
Cento e quarenta e cinco mil portugueses já agendaram a vacinação através do portal do Ministério da Saúde. A partir desta segunda-feira, vão ser abertas mais vagas para o auto-agendamento.
As autoridades de saúde lembram que a plataforma só está disponível para pessoas a partir dos 65 anos. Os mais novos, com doenças consideradas de risco, vão ser chamados pelos centros de saúde.
A vacinação dos que se inscreveram através do portal arranca na próxima quarta-feira.
Números da vacinação
Já foram administradas em Portugal mais de três milhões de doses de vacinas contra a Covid-19. São, no total, 3.580.646. Mais de 21 por cento da população já tem pelo menos uma inoculação. Oito por cento já tomaram as duas doses.
Testes em massa na Madeira
Arranca esta segunda-feira o programa de testagem em massa na Madeira. Todos os residentes do arquipélago com mais de 16 anos podem assim ser testados à Covid-19 de forma gratuita.
O teste pode ser feito de 14 em 14 dias nas farmácias aderentes. O projeto mantém-se em vigor até 31 de dezembro.
O quadro em Portugal
Morreram mais seis pessoas com Covid-19, segundo o último boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, conhecido ao início da tarde de domingo.
Havia ontem registo de 478 novas infeções.
O número de doentes internados subiu para 348 - mais seis em 24 horas. Nos cuidados intensivos mantinham-se os mesmo 98 doentes.
Recuperaram da doença 308 pessoas e o país tem 24.792 casos ativos.
O quadro internacional
A pandemia da Covid-19 provocou pelo menos 3.100.659 mortes, resultantes de mais de 146,3 milhões de casos de infeção, de acordo com o balanço em permanente atualização por parte da agência France Presse.
A pandemia agrava-se na Índia, onde voltaram a ser batidos recordes de infeções e mortes por Covid-19. Mais de duas 2700 pessoas morreram de sábado para domingo. E quase mais 350 mil contraíram a doença.
União Europeia, Reino Unido e Estados Unidos vão ajudar o país com oxigénio e medicamentos.