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O investigador Carlos Antunes advertiu hoje que a testagem à covid-19 está a "perder a sua eficácia", o que se está a refletir na taxa de positividade, que está atualmente acima dos 3%.
"Atualmente estamos numa tentativa de reação de aumentar a testagem, mas a testagem está a perder a sua eficácia e não está a ter capacidade de poder controlar o aumento da incidência. Isso vê-se na positividade. Estamos já acima dos 3% de positividade já com dados de hoje", afirmou o investigador numa audição no parlamento.
O investigador da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) explicou que esta positividade pode ser vista de forma diferente em termos de número de casos detetados por cada 100 mil testes realizados.
Em finais de abril, por cada 100 mil testes, foram detetados cerca de 700 casos. Hoje os mesmos 100 mil testes detetam três mil casos, disse Carlos Antunes na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à covid-19, onde foi ouvido com outros especialistas sobre a evolução da pandemia, a pedido do PSD.
19h10 - Restauração e comércio com horário reduzido no fim de semana em 19 concelhos
Os restaurantes, comércio alimentar e não alimentar vão ter de fechar mais cedo este fim de semana em mais 16 concelhos, que, devido às taxas de incidência registadas, vão recuar para as regras em vigor em Albufeira, Lisboa e Sesimbra.
A lista dos 19 concelhos que registam taxas de incidência que os colocam em risco muito elevado foi hoje referida pela ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, o que implica que o comércio, os restaurantes, pastelarias e afins passem a ter de encerrar às 15:30 aos fins de semana e feriados.
Durante a semana, a restauração pode funcionar até às 22:30, mas com as regras de lotação a imporem um máximo de quatro pessoas por grupo no interior e de seis pessoas por grupo nas esplanadas e o comércio até às 21:00.
Já os supermercados a restante retalho alimentar têm de encerrar às 19:00 aos fins de semana e feriados.
As regras determinam ainda que os espetáculos culturais possam decorrer até às 22:30 e que os casamentos e batizados não possam ir além dos 25% da lotação do espaço escolhido para os realizar.
Estão nesta situação os concelhos de Albufeira, Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Constância, Lisboa, Loulé, Loures, Mafra, Mira, Moita, Odivelas, Oeiras, Olhão, Seixal, Sesimbra, Sintra e Sobral de Monte Agraço, ou seja, os que registaram nos últimos 14 dias taxas de incidência acima de 240 casos por cem mil habitantes (ou superior a 480 nos concelhos de baixa densidade).
Os Açores registaram, nas últimas 24 horas, 24 novos casos de covid-19, todos em São Miguel, em contexto de transmissão comunitária, resultantes de 1.586 análises realizadas nos laboratórios de referência da região.
VEJA A INFOGRAFIA COM TODOS OS DADOS ATUALIZADOS DA SITUAÇÃO EM PORTUGAL. CLIQUE AQUI
23h52 - Brasil ultrapassa 520 mil mortos e 18,6 milhões de casos
O Brasil ultrapassou hoje a barreira dos 520 mil mortos (520.095) devido à covid-19 e dos 18,6 milhões (18.622.304) de casos positivos da doença, informou o Ministério da Saúde brasileiro.
Para esse total contribuíram os 2.029 óbitos e as 65.163 novas infeções contabilizadas nas últimas 24 horas, de acordo com o último boletim epidemiológico difundido pela tutela da Saúde.
Neste momento, a taxa de incidência da covid-19 no Brasil é de 247,5 mortes e 8.862 casos por 100 mil habitantes e a taxa de letalidade permanece em 2,8%.
A nível global, o Brasil, com 212 milhões de habitantes, voltou a ser o país que mais mortes e novos casos registou nas últimas 24 horas em todo o mundo, de acordo com o painel Worldometer.
Além disso, em números absolutos, é a segunda nação com mais vitimais mortais devido à covid-19, depois dos Estados Unidos, e a terceira com mais infeções, antecedida pelos norte-americanos e pela Índia.
Internamente, São Paulo é o foco da pandemia no país, ao concentrar 3.743.291 diagnósticos positivos de Sars-CoV-2 e 128.322 vítimas mortais desde que a doença chegou ao Estado, em fevereiro de 2020.
O Brasil ultrapassou hoje a barreira dos 520 mil mortos (520.095) devido à covid-19 e dos 18,6 milhões (18.622.304) de casos positivos da doença, informou o Ministério da Saúde brasileiro.
Para esse total contribuíram os 2.029 óbitos e as 65.163 novas infeções contabilizadas nas últimas 24 horas, de acordo com o último boletim epidemiológico difundido pela tutela da Saúde.
Neste momento, a taxa de incidência da covid-19 no Brasil é de 247,5 mortes e 8.862 casos por 100 mil habitantes e a taxa de letalidade permanece em 2,8%.
A nível global, o Brasil, com 212 milhões de habitantes, voltou a ser o país que mais mortes e novos casos registou nas últimas 24 horas em todo o mundo, de acordo com o painel Worldometer.
Além disso, em números absolutos, é a segunda nação com mais vitimais mortais devido à covid-19, depois dos Estados Unidos, e a terceira com mais infeções, antecedida pelos norte-americanos e pela Índia.
Internamente, São Paulo é o foco da pandemia no país, ao concentrar 3.743.291 diagnósticos positivos de Sars-CoV-2 e 128.322 vítimas mortais desde que a doença chegou ao Estado, em fevereiro de 2020.
23h33 - Deslocações para trabalhar entre exceções à proibição de circulação
As deslocações para trabalhar ou por razões familiares imperativas estão entre as exceções à proibição de circular entre as 23h00 e as 05h00, em vigor a partir desta sexta-feira em 45 concelhos de Portugal continental.
A resolução que determina limitações à circulação nos 45 concelhos em risco muito elevado (19) e elevado (26) de incidência de covid-19 foi aprovada hoje em Conselho de Ministros e publicada no suplemento do Diário da República, entra em vigor esta sexta-feira e aplica-se todos os dias.
De acordo com o documento, durante aquele período são permitidas as "deslocações para desempenho de funções profissionais ou equiparadas", atestadas pela entidade empregadora ou pelo próprio no caso de trabalhadores independentes.
Sem necessidade de declaração estão, entre outros, profissionais de saúde e trabalhadores de instituições de saúde e de apoio social, agentes de proteção civil, das forças e serviços de segurança, militares, militarizados e pessoal civil das Forças Armadas e inspetores da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica.
Também podem circular sem necessidade de declaração os titulares dos órgãos de soberania, dirigentes dos parceiros sociais e dos partidos políticos representados na Assembleia da República e pessoas portadoras de livre-trânsito emitido nos termos legais, bem como ministros de culto, pessoal das missões diplomáticas, consulares e das organizações internacionais localizadas em Portugal, desde que relacionadas com o desempenho de funções oficiais.
"Deslocações por outras razões familiares imperativas, designadamente o cumprimento de partilha de responsabilidades parentais, conforme determinada por acordo entre os titulares das mesmas ou pelo tribunal competente", é outra das exceções, tal como "as deslocações necessárias para saída de território nacional continental" e "o retorno ao domicílio".
As deslocações para trabalhar ou por razões familiares imperativas estão entre as exceções à proibição de circular entre as 23h00 e as 05h00, em vigor a partir desta sexta-feira em 45 concelhos de Portugal continental.
A resolução que determina limitações à circulação nos 45 concelhos em risco muito elevado (19) e elevado (26) de incidência de covid-19 foi aprovada hoje em Conselho de Ministros e publicada no suplemento do Diário da República, entra em vigor esta sexta-feira e aplica-se todos os dias.
De acordo com o documento, durante aquele período são permitidas as "deslocações para desempenho de funções profissionais ou equiparadas", atestadas pela entidade empregadora ou pelo próprio no caso de trabalhadores independentes.
Sem necessidade de declaração estão, entre outros, profissionais de saúde e trabalhadores de instituições de saúde e de apoio social, agentes de proteção civil, das forças e serviços de segurança, militares, militarizados e pessoal civil das Forças Armadas e inspetores da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica.
Também podem circular sem necessidade de declaração os titulares dos órgãos de soberania, dirigentes dos parceiros sociais e dos partidos políticos representados na Assembleia da República e pessoas portadoras de livre-trânsito emitido nos termos legais, bem como ministros de culto, pessoal das missões diplomáticas, consulares e das organizações internacionais localizadas em Portugal, desde que relacionadas com o desempenho de funções oficiais.
"Deslocações por outras razões familiares imperativas, designadamente o cumprimento de partilha de responsabilidades parentais, conforme determinada por acordo entre os titulares das mesmas ou pelo tribunal competente", é outra das exceções, tal como "as deslocações necessárias para saída de território nacional continental" e "o retorno ao domicílio".
22h50 - Portugal lidera vacinação na UE na média dos últimos sete dias
Portugal é o país da União Europeia com mais doses diárias da vacina contra a covid-19 por cem habitantes administradas, em média, nos últimos sete dias, indica hoje o `site` estatístico Our World in Data.
Neste indicador, Portugal apresenta um valor de 1,38, seguindo-se a Espanha com 1,12 e o Luxemburgo com 1,04, enquanto a média da União Europeia está nos 0,70, referem os dados desta organização sem fins lucrativos com sede no Reino Unido.
Relativamente à percentagem de pessoas vacinadas contra covid-19, o `site´ coloca Portugal na sexta posição, atrás de Malta, Bélgica, Finlândia, Países Baixos e Dinamarca, com 35,1% da população totalmente vacinada e 22% com pelo menos uma dose da vacina.
Quanto às doses administradas por cem pessoas, Portugal encontra-se hoje no décimo lugar de uma lista de 24 países liderada de forma destacada por Malta (151.91) -- restantes não reportaram informação -, com 84.06, estando a média da União Europeia em 81.21, indica também o portal do projeto do Global Change Data Lab.
Portugal é o país da União Europeia com mais doses diárias da vacina contra a covid-19 por cem habitantes administradas, em média, nos últimos sete dias, indica hoje o `site` estatístico Our World in Data.
Neste indicador, Portugal apresenta um valor de 1,38, seguindo-se a Espanha com 1,12 e o Luxemburgo com 1,04, enquanto a média da União Europeia está nos 0,70, referem os dados desta organização sem fins lucrativos com sede no Reino Unido.
Relativamente à percentagem de pessoas vacinadas contra covid-19, o `site´ coloca Portugal na sexta posição, atrás de Malta, Bélgica, Finlândia, Países Baixos e Dinamarca, com 35,1% da população totalmente vacinada e 22% com pelo menos uma dose da vacina.
Quanto às doses administradas por cem pessoas, Portugal encontra-se hoje no décimo lugar de uma lista de 24 países liderada de forma destacada por Malta (151.91) -- restantes não reportaram informação -, com 84.06, estando a média da União Europeia em 81.21, indica também o portal do projeto do Global Change Data Lab.
22h40 - Polícia do Rio de Janeiro despeja famílias de acampamento em plena pandemia
A polícia brasileira começou hoje a despejar centenas de famílias sem-abrigo de um acampamento recém-construído perto do Rio de Janeiro, um ato que evidencia a pobreza no Brasil durante a pandemia de covid-19.
Imagens emitidas nas televisões mostraram moradores a bloquear a entrada do acampamento com fogueiras enquanto a polícia lançava bombas de gás lacrimogéneo e disparava canhões de água contra as tendas. Com o hemisfério sul em pleno inverno, a cidade viveu uma das manhãs mais frias já registadas.
A remoção forçada no município de Itaguaí ocorreu após uma decisão judicial favorável à proprietária do terreno, a estatal brasileira de petróleo Petrobras. Os moradores ocupavam o terreno desde maio e batizaram-no de "Campo de Refugiados 1.º de Maio".
Uma mulher não identificada do assentamento informal apareceu no canal de televisão Globo News implorando por ajuda. "Eu sou uma empregada doméstica", disse, em lágrimas. "A mulher despediu-me por causa da pandemia. Ajudem-me, por favor: não tenho para onde ir, não tenho nenhuma família".
Acampamentos surgiram em várias cidades do Brasil, refletindo uma onda de pobreza depois do Governo reduzir um dos programas de auxílio de emergência contra a pandemia mais generosos do mundo. Isso deixou muitos cidadãos expostos à alta inflação, já que o fraco mercado de trabalho do país ainda não deu sinais de recuperação.
De acordo com a agência nacional de estatísticas, cerca de 14,8 milhões de pessoas ficaram desempregadas no trimestre encerrado em abril, ou quase 15% da população.
A polícia brasileira começou hoje a despejar centenas de famílias sem-abrigo de um acampamento recém-construído perto do Rio de Janeiro, um ato que evidencia a pobreza no Brasil durante a pandemia de covid-19.
Imagens emitidas nas televisões mostraram moradores a bloquear a entrada do acampamento com fogueiras enquanto a polícia lançava bombas de gás lacrimogéneo e disparava canhões de água contra as tendas. Com o hemisfério sul em pleno inverno, a cidade viveu uma das manhãs mais frias já registadas.
A remoção forçada no município de Itaguaí ocorreu após uma decisão judicial favorável à proprietária do terreno, a estatal brasileira de petróleo Petrobras. Os moradores ocupavam o terreno desde maio e batizaram-no de "Campo de Refugiados 1.º de Maio".
Uma mulher não identificada do assentamento informal apareceu no canal de televisão Globo News implorando por ajuda. "Eu sou uma empregada doméstica", disse, em lágrimas. "A mulher despediu-me por causa da pandemia. Ajudem-me, por favor: não tenho para onde ir, não tenho nenhuma família".
Acampamentos surgiram em várias cidades do Brasil, refletindo uma onda de pobreza depois do Governo reduzir um dos programas de auxílio de emergência contra a pandemia mais generosos do mundo. Isso deixou muitos cidadãos expostos à alta inflação, já que o fraco mercado de trabalho do país ainda não deu sinais de recuperação.
De acordo com a agência nacional de estatísticas, cerca de 14,8 milhões de pessoas ficaram desempregadas no trimestre encerrado em abril, ou quase 15% da população.
22h30 - Condenar Stayaway covid foi um erro que está a "custar caro" diz investigador
O investigador e matemático Jorge Buescu considerou hoje que ter-se "condenado publicamente" a aplicação Stayaway Covid foi um erro que neste momento está a "custar caro".
"Eu tenho imensa pena que a 'app' Stayaway covid tenha sido destruída pela opinião pública da forma absurda que foi", lamentou o matemático na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à covid-19, onde foi ouvido com outros especialistas sobre a evolução da pandemia, a pedido do PSD.
Jorge Buescu salientou que estas aplicações são utilizadas noutros países europeus "sem problemas nenhuns de privacidade" e são a única forma de fazer rastreio.
"Nós dizemos que testar e rastrear são essenciais (mas), não há forma de fazer rastreio, por exemplo, nos transportes públicos ou nos eventos públicos como as festas do Sporting ou jogos de futebol. Sem a 'app' é impossível saber quem esteve ao pé de nós", elucidou.
Portanto - criticou - "termos condenado publicamente esta 'app' à insignificância foi um erro e um erro que nos que nos está neste momento a custar caro".
O investigador e matemático Jorge Buescu considerou hoje que ter-se "condenado publicamente" a aplicação Stayaway Covid foi um erro que neste momento está a "custar caro".
"Eu tenho imensa pena que a 'app' Stayaway covid tenha sido destruída pela opinião pública da forma absurda que foi", lamentou o matemático na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à covid-19, onde foi ouvido com outros especialistas sobre a evolução da pandemia, a pedido do PSD.
Jorge Buescu salientou que estas aplicações são utilizadas noutros países europeus "sem problemas nenhuns de privacidade" e são a única forma de fazer rastreio.
"Nós dizemos que testar e rastrear são essenciais (mas), não há forma de fazer rastreio, por exemplo, nos transportes públicos ou nos eventos públicos como as festas do Sporting ou jogos de futebol. Sem a 'app' é impossível saber quem esteve ao pé de nós", elucidou.
Portanto - criticou - "termos condenado publicamente esta 'app' à insignificância foi um erro e um erro que nos que nos está neste momento a custar caro".
22h20 - Apoiantes do Chega manifestaram-se em Lisboa contra restrições
Cerca de centena e meia de apoiantes do Chega manifestaram-se hoje em Lisboa, junto à residência oficial do primeiro-ministro, contra as restrições decretadas pelo Governo para controlar a pandemia, alegando que estão "a matar o país".
Na concentração, promovida pelo partido, alguns dos participantes estavam sem máscara e muitos não cumpriam o distanciamento físico recomendado, tendo havido também cumprimentos com abraços e beijos na face, apesar das recomendações em contrário das entidades de saúde devido à disseminação do novo coronavírus.
Os manifestantes tinham cartazes que foram sendo distribuídos com palavras de ordem como "liberdade", "Governo para a rua", "restrição não" ou "Costavírus, a doença que está a matar Portugal".
Na frente do protesto, alguns apoiantes seguravam três tarjas com mensagens no mesmo sentido: "Chega de restrições", "restrição não é solução", e "socialismo também mata".
Enquanto esperavam pela chegada do presidente do partido, uma das manifestantes (que não usava máscara) subiu ao estrado onde estavam o microfone colocado para os discursos e tentou queimar uma máscara cirúrgica com um isqueiro, alegando ser "plástico, só faz mal", mas foi interrompida por um homem, que lhe retirou a proteção da mão.
Em declarações aos jornalistas logo após se ter juntado à concentração, o presidente do Chega disse que o partido procurou "sempre evitar manifestações contra as medidas de restrição, contra as questões relacionadas com a covid-19 por respeito para com a pandemia", porém defendeu que "isto atingiu um nível insustentável".
"o Governo, que tinha dito que não voltaria atrás, está a voltar atrás numa série de concelhos", criticou, indicando que algumas zonas do país "estavam a agora começar recuperar um pouco da crise enorme que viveram no último ano" e não há "nenhum plano adicional de apoio".
Dirigindo-se ao executivo, André Ventura considerou que "o que estão a fazer é matar o país".
E justificou que "há um momento em que os políticos" têm de "convocar a sociedade civil para que a sociedade venha dizer aquilo que sente", recusando também "ser negacionista".
O deputado único do Chega disse também esperar que esta manifestação "seja a primeira de muitas contras estas restrições absurdas".
Cerca de centena e meia de apoiantes do Chega manifestaram-se hoje em Lisboa, junto à residência oficial do primeiro-ministro, contra as restrições decretadas pelo Governo para controlar a pandemia, alegando que estão "a matar o país".
Na concentração, promovida pelo partido, alguns dos participantes estavam sem máscara e muitos não cumpriam o distanciamento físico recomendado, tendo havido também cumprimentos com abraços e beijos na face, apesar das recomendações em contrário das entidades de saúde devido à disseminação do novo coronavírus.
Os manifestantes tinham cartazes que foram sendo distribuídos com palavras de ordem como "liberdade", "Governo para a rua", "restrição não" ou "Costavírus, a doença que está a matar Portugal".
Na frente do protesto, alguns apoiantes seguravam três tarjas com mensagens no mesmo sentido: "Chega de restrições", "restrição não é solução", e "socialismo também mata".
Enquanto esperavam pela chegada do presidente do partido, uma das manifestantes (que não usava máscara) subiu ao estrado onde estavam o microfone colocado para os discursos e tentou queimar uma máscara cirúrgica com um isqueiro, alegando ser "plástico, só faz mal", mas foi interrompida por um homem, que lhe retirou a proteção da mão.
Em declarações aos jornalistas logo após se ter juntado à concentração, o presidente do Chega disse que o partido procurou "sempre evitar manifestações contra as medidas de restrição, contra as questões relacionadas com a covid-19 por respeito para com a pandemia", porém defendeu que "isto atingiu um nível insustentável".
"o Governo, que tinha dito que não voltaria atrás, está a voltar atrás numa série de concelhos", criticou, indicando que algumas zonas do país "estavam a agora começar recuperar um pouco da crise enorme que viveram no último ano" e não há "nenhum plano adicional de apoio".
Dirigindo-se ao executivo, André Ventura considerou que "o que estão a fazer é matar o país".
E justificou que "há um momento em que os políticos" têm de "convocar a sociedade civil para que a sociedade venha dizer aquilo que sente", recusando também "ser negacionista".
O deputado único do Chega disse também esperar que esta manifestação "seja a primeira de muitas contras estas restrições absurdas".
22h10 - Rui Moreira diz que medidas vão ter "impacto negativo" nos portuenses
O presidente da Câmara do Porto afirmou hoje estar "muito preocupado" com a situação pandémica e considerou que as medidas aplicadas ao concelho vão ter "um fortíssimo e negativo impacto" na vida dos portuenses e na economia.
"Tive conhecimento disso há pouco. Naturalmente, estou muito preocupado com a situação da pandemia e muito preocupado com estas medidas que, como é evidente, têm um fortíssimo e negativo impacto na vida das pessoas, dos portuenses e na nossa economia", afirmou o independente Rui Moreira.
O concelho do Porto passou hoje a integrar a lista dos 26 concelhos no nível de risco elevado de incidência de covid-19.
Em declarações aos jornalistas, disse não querer pronunciar-se sobre algumas das medidas adotadas, como a limitação de circulação na via pública até às 23:00, considerando que "num país com tantos especialistas, não é o presidente da Câmara do Porto que se pode pronunciar".
"Não me cabe agora dizer seja o que for. O Governo tem, nesta matéria, uma soberania de autoridade do Estado e no Porto cumpriremos, como sempre cumprimos, aquilo que são as normas decididas por quem de direito", salientou.
Rui Moreira referiu que apesar de parte significativa da população estar vacinada, a população mais velha protegida e a capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde, a atual situação é "preocupante do ponto de vista sanitário".
"A segunda questão que me preocupa muito é a questão da nossa economia e emprego. A pandemia tem tido consequências muito duras no emprego na cidade do Porto, nos pequenos negócios da cidade e estas medidas anunciadas têm este impacto", afirmou.
Questionado sobre o impacto dos festejos da noite de São João no aumento do número de casos de infeção pelo SARS-CoV-2, o autarca referiu que "a pandemia não começou no Porto".
"Sabemos como é que a situação estava e onde estava há três semanas atrás. Aquilo que verificamos foi que os portuenses, na sua esmagadora maioria, agiram no S. João com grande moderação", disse.
O presidente da Câmara do Porto afirmou hoje estar "muito preocupado" com a situação pandémica e considerou que as medidas aplicadas ao concelho vão ter "um fortíssimo e negativo impacto" na vida dos portuenses e na economia.
"Tive conhecimento disso há pouco. Naturalmente, estou muito preocupado com a situação da pandemia e muito preocupado com estas medidas que, como é evidente, têm um fortíssimo e negativo impacto na vida das pessoas, dos portuenses e na nossa economia", afirmou o independente Rui Moreira.
O concelho do Porto passou hoje a integrar a lista dos 26 concelhos no nível de risco elevado de incidência de covid-19.
Em declarações aos jornalistas, disse não querer pronunciar-se sobre algumas das medidas adotadas, como a limitação de circulação na via pública até às 23:00, considerando que "num país com tantos especialistas, não é o presidente da Câmara do Porto que se pode pronunciar".
"Não me cabe agora dizer seja o que for. O Governo tem, nesta matéria, uma soberania de autoridade do Estado e no Porto cumpriremos, como sempre cumprimos, aquilo que são as normas decididas por quem de direito", salientou.
Rui Moreira referiu que apesar de parte significativa da população estar vacinada, a população mais velha protegida e a capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde, a atual situação é "preocupante do ponto de vista sanitário".
"A segunda questão que me preocupa muito é a questão da nossa economia e emprego. A pandemia tem tido consequências muito duras no emprego na cidade do Porto, nos pequenos negócios da cidade e estas medidas anunciadas têm este impacto", afirmou.
Questionado sobre o impacto dos festejos da noite de São João no aumento do número de casos de infeção pelo SARS-CoV-2, o autarca referiu que "a pandemia não começou no Porto".
"Sabemos como é que a situação estava e onde estava há três semanas atrás. Aquilo que verificamos foi que os portuenses, na sua esmagadora maioria, agiram no S. João com grande moderação", disse.
21h50 - Representante da Davati confirma tentativa de suborno em negociações de vacina no Brasil
O representante da empresa Davati Medical Supply, Luiz Paulo Dominguetti, confirmou hoje à comissão parlamentar de inquérito (CPI) à resposta do Governo brasileiro à pandemia de covid-19 que ouviu um pedido de suborno numa negociação sobre vacinas.
Dominguetti disse que o ex-diretor de logística do Ministério da Saúde do Brasil, Roberto Ferreira Dias, e outros funcionários ligados ao Governo realizaram duas reuniões consigo para negociar 400 milhões de doses de vacinas da AstraZeneca, fornecidas pela Davati, em fevereiro, e lhe pediram suborno de um dólar por dose para dar andamento ao contrato de compra do imunizante.
"Esse encontro foi no dia 25 de fevereiro, no restaurante Vasto, num 'shopping' aqui em Brasília (...) Havia o coronel (Marcelo) Blanco, no momento, e mais um empresário que eu não me recordo que ficava fazendo alguns cálculos, mas não me recordo o nome dele", contou o também polícia militar, ao narrar como foi a reunião em que alegadamente ouviu o pedido de suborno.
Questionado sobre quem lhe pediu diretamente o pagamento ilícito, o representante da Davati frisou que a "majoração (do suborno) foi (feita por) Roberto Ferreira Dias" e destacou que o preço que deveria ser incluído na venda das vacinas era "um dólar por dose".
Dominguetti alegou ter recusado pagar suborno e, por isso, as negociações não se concretizaram.
O depoente também tentou incriminar o deputado Luis Miranda, que na semana passada contou aos senadores da CPI da covid-19 que levou pessoalmente ao Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, junto com o irmão Luis Ricardo Fernandes Miranda, funcionário do Ministério da Saúde, informações sobre pressões indevidas e supostas irregularidades no contrato de compra da vacina indiana Covaxin, alvo de investigação da CPI e também do Ministério Público Federal.
A aquisição de 20 milhões de doses da Covaxin, desenvolvida pelo laboratório indiano Bharat Biotech, foi suspensa pelo Governo brasileiro.
Dominguetti exibiu uma gravação em que Luis Miranda fala da compra de um produto farmacêutico e, primeiro insinuou que o deputado estava negociando vacinas, depois recuou e alegou que não tinha mais a certeza já que o áudio lhe foi enviado por Cristiano Carvalho, CEO da Davati no Brasil.
O relato acabou levando os membros da CPI a apreender o telemóvel.
Já o deputado Luis Miranda, citado por Dominguetti, disse aos 'media' locais que a conversa exibida na CPI da covid-19 foi editada e, na verdade, tratava-se de uma compra de luvas.
"Os criminosos estão desesperados... usando áudio da minha empresa dos Estados Unidos na aquisição de Luvas para o mercado Americano! Tentam a todo custo descredibilizar meu testemunho... eles possuem muito para esconder!", defendeu-se Miranda, numa mensagem publicada posteriormente na rede social Twitter.
Os 'media' brasileiros também informaram que Cristiano Carvalho, presidente executivo da Davati no Brasil, apontado como a pessoa que teria enviado o áudio de Luis Miranda a Dominguetti afirmou que a gravação não retratava a compra de vacinas.
O executivo disse ao jornal Folha de S.Paulo que recebeu o áudio de terceiros e acrescentou que "com a questão Miranda" não queria se "envolver".
Dominguetti disse que o ex-diretor de logística do Ministério da Saúde do Brasil, Roberto Ferreira Dias, e outros funcionários ligados ao Governo realizaram duas reuniões consigo para negociar 400 milhões de doses de vacinas da AstraZeneca, fornecidas pela Davati, em fevereiro, e lhe pediram suborno de um dólar por dose para dar andamento ao contrato de compra do imunizante.
"Esse encontro foi no dia 25 de fevereiro, no restaurante Vasto, num 'shopping' aqui em Brasília (...) Havia o coronel (Marcelo) Blanco, no momento, e mais um empresário que eu não me recordo que ficava fazendo alguns cálculos, mas não me recordo o nome dele", contou o também polícia militar, ao narrar como foi a reunião em que alegadamente ouviu o pedido de suborno.
Questionado sobre quem lhe pediu diretamente o pagamento ilícito, o representante da Davati frisou que a "majoração (do suborno) foi (feita por) Roberto Ferreira Dias" e destacou que o preço que deveria ser incluído na venda das vacinas era "um dólar por dose".
Dominguetti alegou ter recusado pagar suborno e, por isso, as negociações não se concretizaram.
O depoente também tentou incriminar o deputado Luis Miranda, que na semana passada contou aos senadores da CPI da covid-19 que levou pessoalmente ao Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, junto com o irmão Luis Ricardo Fernandes Miranda, funcionário do Ministério da Saúde, informações sobre pressões indevidas e supostas irregularidades no contrato de compra da vacina indiana Covaxin, alvo de investigação da CPI e também do Ministério Público Federal.
A aquisição de 20 milhões de doses da Covaxin, desenvolvida pelo laboratório indiano Bharat Biotech, foi suspensa pelo Governo brasileiro.
Dominguetti exibiu uma gravação em que Luis Miranda fala da compra de um produto farmacêutico e, primeiro insinuou que o deputado estava negociando vacinas, depois recuou e alegou que não tinha mais a certeza já que o áudio lhe foi enviado por Cristiano Carvalho, CEO da Davati no Brasil.
O relato acabou levando os membros da CPI a apreender o telemóvel.
Já o deputado Luis Miranda, citado por Dominguetti, disse aos 'media' locais que a conversa exibida na CPI da covid-19 foi editada e, na verdade, tratava-se de uma compra de luvas.
"Os criminosos estão desesperados... usando áudio da minha empresa dos Estados Unidos na aquisição de Luvas para o mercado Americano! Tentam a todo custo descredibilizar meu testemunho... eles possuem muito para esconder!", defendeu-se Miranda, numa mensagem publicada posteriormente na rede social Twitter.
Os 'media' brasileiros também informaram que Cristiano Carvalho, presidente executivo da Davati no Brasil, apontado como a pessoa que teria enviado o áudio de Luis Miranda a Dominguetti afirmou que a gravação não retratava a compra de vacinas.
O executivo disse ao jornal Folha de S.Paulo que recebeu o áudio de terceiros e acrescentou que "com a questão Miranda" não queria se "envolver".
21h40 - Foi hoje o primeiro dia do certificado digital Covid na União Europeia
21h30 - Prolongados por mais dois meses apoios extraordinários à retoma progressiva
21h20 - Farmacêuticos ainda sem instruções para testes rápidos covid
21h10 - Marcelo insiste que não haverá um novo confinamento geral
21h00 - Ao todo há 45 concelhos em risco elevado ou muito elevado
20h50 - Algarve entre queixas pelas restrições e exigência de mais rigor
20h40 - Oeiras. Dúvidas sobre a efectividade das restrições
20h30 - Porto. Recuar do desconfinamento é recebido com desalento
20h20 - Para o Governo a pandemia entrou numa fase de combate mais complicada
20h10 - Investigador Carlos Antunes alerta que testagem está a perder eficácia
O investigador Carlos Antunes advertiu hoje que a testagem à covid-19 está a "perder a sua eficácia", o que se está a refletir na taxa de positividade, que está atualmente acima dos 3%.
"Atualmente estamos numa tentativa de reação de aumentar a testagem, mas a testagem está a perder a sua eficácia e não está a ter capacidade de poder controlar o aumento da incidência. Isso vê-se na positividade. Estamos já acima dos 3% de positividade já com dados de hoje", afirmou o investigador numa audição no parlamento.
O investigador da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) explicou que esta positividade pode ser vista de forma diferente em termos de número de casos detetados por cada 100 mil testes realizados.
Em finais de abril, por cada 100 mil testes, foram detetados cerca de 700 casos. Hoje os mesmos 100 mil testes detetam três mil casos, disse Carlos Antunes na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à covid-19, onde foi ouvido com outros especialistas sobre a evolução da pandemia, a pedido do PSD.
19h55 - Casamentos e batizados com 25% de lotação nos concelhos de maior risco
Os casamentos e batizados nos concelhos de maior risco face à pandemia de covid-19 ficam limitados a uma lotação de 25% dos recintos onde ocorram, determinou hoje o Governo, que também proibiu aulas de grupo nos ginásios desses municípios.
De acordo com o anunciado hoje pela ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, na conferência de imprensa do Conselho de Ministros de hoje, nos 19 concelhos assinalados a vermelho no mapa de risco do território continental os casamentos e batizados ficam obrigados a uma lotação máxima de 25%.
No início do mês o Governo tinha tornado obrigatória a realização de testes de diagnóstico para a covid-19 para aceder a eventos culturais, desportivos, mas também familiares, como casamentos e batizados, uma vez que as festas familiares foram identificadas como fonte de surtos da infeção.
Os ginásios ficam também proibidos de disponibilizarem aulas de grupo, estando apenas autorizada nestes concelhos a prática de modalidades desportivas consideradas de baixo e médio risco.
De acordo com o anunciado hoje pela ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, na conferência de imprensa do Conselho de Ministros de hoje, nos 19 concelhos assinalados a vermelho no mapa de risco do território continental os casamentos e batizados ficam obrigados a uma lotação máxima de 25%.
No início do mês o Governo tinha tornado obrigatória a realização de testes de diagnóstico para a covid-19 para aceder a eventos culturais, desportivos, mas também familiares, como casamentos e batizados, uma vez que as festas familiares foram identificadas como fonte de surtos da infeção.
Os ginásios ficam também proibidos de disponibilizarem aulas de grupo, estando apenas autorizada nestes concelhos a prática de modalidades desportivas consideradas de baixo e médio risco.
19h35 - Associação das companhias aéreas pede integração europeia do certificado digital
A RENA - Associação das Companhias Aéreas de Portugal pediu a integração do sistema do certificado digital covid, para facilitar a circulação na União Europeia, disse à Lusa Paulo Geisler, presidente da entidade.
Em resposta por escrito, no dia em que entra em vigor o certificado digital, que permitirá viagens para quem esteja totalmente vacinado, tenha recuperado da infeção por covid-19 ou apresente um teste negativo, o responsável considera que "pode vir a ser um elemento crucial à liberdade de circulação na Europa".
"Tendo esse fim em vista, a RENA acredita que o próximo passo deverá consistir na integração dos diversos certificados digitais covid, de forma a eliminar as incongruências atualmente existentes entre os vários sistemas e, especialmente, requisitos de viagem, os quais ainda assentam em respostas essencialmente nacionais", adiantou.
"Não obstante o trabalho já realizado, é importante garantir que o trabalho de facilitação prossiga, desenvolvendo-se a possibilidade da verificação do certificado digital covid num momento anterior à chegada do passageiro ao aeroporto de forma a não onerar demasiadamente o processo de 'check-in', evitando-se assim aglomerações de passageiros", apelou o presidente da associação.
Além disso, a RENA "sugere que seja assumido o compromisso da não verificação de certificados digitais nos pontos de chegada, no que seria uma duplicação de procedimentos desnecessária".
A RENA - Associação das Companhias Aéreas de Portugal pediu a integração do sistema do certificado digital covid, para facilitar a circulação na União Europeia, disse à Lusa Paulo Geisler, presidente da entidade.
Em resposta por escrito, no dia em que entra em vigor o certificado digital, que permitirá viagens para quem esteja totalmente vacinado, tenha recuperado da infeção por covid-19 ou apresente um teste negativo, o responsável considera que "pode vir a ser um elemento crucial à liberdade de circulação na Europa".
"Tendo esse fim em vista, a RENA acredita que o próximo passo deverá consistir na integração dos diversos certificados digitais covid, de forma a eliminar as incongruências atualmente existentes entre os vários sistemas e, especialmente, requisitos de viagem, os quais ainda assentam em respostas essencialmente nacionais", adiantou.
"Não obstante o trabalho já realizado, é importante garantir que o trabalho de facilitação prossiga, desenvolvendo-se a possibilidade da verificação do certificado digital covid num momento anterior à chegada do passageiro ao aeroporto de forma a não onerar demasiadamente o processo de 'check-in', evitando-se assim aglomerações de passageiros", apelou o presidente da associação.
Além disso, a RENA "sugere que seja assumido o compromisso da não verificação de certificados digitais nos pontos de chegada, no que seria uma duplicação de procedimentos desnecessária".
19h18 - Apesar de "comunicações falhadas", as pessoas não deixam de ser vacinadas, diz Gouveia e Melo
O coordenador do plano nacional de vacinação contra a covid-19 assegurou hoje que, apesar das "comunicações falhadas" nos agendamentos da vacinação feitos diretamente pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS), as pessoas não deixam de ser vacinadas.
"Um milhão de comunicações sem resposta não significa que me tenham escapado um milhão de pessoas por vacinar, porque não escaparam", afirmou à Lusa o vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, frisando que, além do contacto feito ao utente pelo SNS via SMS, há o agendamento "online" feito pelo utente e, mais recentemente, a iniciativa "casa aberta", que permite às pessoas a partir dos 50 anos serem vacinadas no centro de saúde com a primeira dose e sem agendamento prévio, caso não o tenham conseguido pelas outras vias.
Segundo Gouveia e Melo, até às 18:00 de domingo os serviços do SNS enviaram um total de quatro milhões de SMS a convocar pessoas para receberem a vacina. Em resposta à convocatória, houve três milhões de SMS "Sim" e cerca de 100 mil SMS "Não". Nos restantes casos, cerca de um milhão de SMS, "não houve contacto de volta da pessoa".
"O que não significa um milhão de pessoas, uma vez que podem ser enviadas cinco tentativas de SMS para a mesma pessoa", clarificou, apontando como possíveis causas para as cerca de um milhão de "comunicações falhadas" números de telefone de utentes errados ou o utente não ter lido a mensagem.
"Isto para nós não é um problema, esta forma de contacto não permite ter a certeza de chegarmos a cem por cento das pessoas", sublinhou.
O coordenador do plano nacional de vacinação contra a covid-19 assegurou hoje que, apesar das "comunicações falhadas" nos agendamentos da vacinação feitos diretamente pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS), as pessoas não deixam de ser vacinadas.
"Um milhão de comunicações sem resposta não significa que me tenham escapado um milhão de pessoas por vacinar, porque não escaparam", afirmou à Lusa o vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, frisando que, além do contacto feito ao utente pelo SNS via SMS, há o agendamento "online" feito pelo utente e, mais recentemente, a iniciativa "casa aberta", que permite às pessoas a partir dos 50 anos serem vacinadas no centro de saúde com a primeira dose e sem agendamento prévio, caso não o tenham conseguido pelas outras vias.
Segundo Gouveia e Melo, até às 18:00 de domingo os serviços do SNS enviaram um total de quatro milhões de SMS a convocar pessoas para receberem a vacina. Em resposta à convocatória, houve três milhões de SMS "Sim" e cerca de 100 mil SMS "Não". Nos restantes casos, cerca de um milhão de SMS, "não houve contacto de volta da pessoa".
"O que não significa um milhão de pessoas, uma vez que podem ser enviadas cinco tentativas de SMS para a mesma pessoa", clarificou, apontando como possíveis causas para as cerca de um milhão de "comunicações falhadas" números de telefone de utentes errados ou o utente não ter lido a mensagem.
"Isto para nós não é um problema, esta forma de contacto não permite ter a certeza de chegarmos a cem por cento das pessoas", sublinhou.
19h10 - Restauração e comércio com horário reduzido no fim de semana em 19 concelhos
Os restaurantes, comércio alimentar e não alimentar vão ter de fechar mais cedo este fim de semana em mais 16 concelhos, que, devido às taxas de incidência registadas, vão recuar para as regras em vigor em Albufeira, Lisboa e Sesimbra.
A lista dos 19 concelhos que registam taxas de incidência que os colocam em risco muito elevado foi hoje referida pela ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, o que implica que o comércio, os restaurantes, pastelarias e afins passem a ter de encerrar às 15:30 aos fins de semana e feriados.
Durante a semana, a restauração pode funcionar até às 22:30, mas com as regras de lotação a imporem um máximo de quatro pessoas por grupo no interior e de seis pessoas por grupo nas esplanadas e o comércio até às 21:00.
Já os supermercados a restante retalho alimentar têm de encerrar às 19:00 aos fins de semana e feriados.
As regras determinam ainda que os espetáculos culturais possam decorrer até às 22:30 e que os casamentos e batizados não possam ir além dos 25% da lotação do espaço escolhido para os realizar.
Estão nesta situação os concelhos de Albufeira, Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Constância, Lisboa, Loulé, Loures, Mafra, Mira, Moita, Odivelas, Oeiras, Olhão, Seixal, Sesimbra, Sintra e Sobral de Monte Agraço, ou seja, os que registaram nos últimos 14 dias taxas de incidência acima de 240 casos por cem mil habitantes (ou superior a 480 nos concelhos de baixa densidade).
19h04 - Limitações de circulação na via pública a partir das 23 horas em mais de quarenta concelhos
18h55 - Teletrabalho passa a ser obrigatório em 45 concelhos
A evolução da pandemia vai fazer com que o número de concelhos em que o teletrabalho é obrigatório aumente de 28 para 45, por se encontrarem em risco elevado ou muito elevado.
De acordo com a informação avançada hoje pela ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, no final da reunião do Conselho de Ministros, há 26 concelhos em risco elevado, por apresentarem por duas semanas consecutivas taxas de incidência acima de 120 casos por cem mil habitantes (ou superior a 240 nos concelhos de baixa densidade) e 19 em risco muito elevado (por registarem taxas de incidência duas vezes superiores àqueles valores).
Estes valores fazem com que nestes 45 concelhos o teletrabalho, quando compatível com as funções desempenhadas, passe a ser ou se mantenha obrigatório -- no caso dos concelhos que na semana passada já integravam uma destas listas.
Alcochete, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Avis, Braga, Castelo de Vide, Faro, Grândola, Lagoa, Lagos, Montijo, Odemira, Palmela, Paredes de Coura, Portimão, Porto, Rio Maior, Santarém, São Brás de Alportel, Sardoal, Setúbal, Silves, Sines, Sousel, Torres Vedras e Vila Franca de Xira são os 26 concelhos em risco elevado.
A evolução da pandemia vai fazer com que o número de concelhos em que o teletrabalho é obrigatório aumente de 28 para 45, por se encontrarem em risco elevado ou muito elevado.
De acordo com a informação avançada hoje pela ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, no final da reunião do Conselho de Ministros, há 26 concelhos em risco elevado, por apresentarem por duas semanas consecutivas taxas de incidência acima de 120 casos por cem mil habitantes (ou superior a 240 nos concelhos de baixa densidade) e 19 em risco muito elevado (por registarem taxas de incidência duas vezes superiores àqueles valores).
Estes valores fazem com que nestes 45 concelhos o teletrabalho, quando compatível com as funções desempenhadas, passe a ser ou se mantenha obrigatório -- no caso dos concelhos que na semana passada já integravam uma destas listas.
Alcochete, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Avis, Braga, Castelo de Vide, Faro, Grândola, Lagoa, Lagos, Montijo, Odemira, Palmela, Paredes de Coura, Portimão, Porto, Rio Maior, Santarém, São Brás de Alportel, Sardoal, Setúbal, Silves, Sines, Sousel, Torres Vedras e Vila Franca de Xira são os 26 concelhos em risco elevado.
18h45 - Açores com 41% da população com vacinação completa
Os Açores têm 51% da população com, pelo menos, uma dose da vacina contra a covid-19 e 41% com vacinação completa, avançou hoje o secretário regional da Saúde e Desporto, Clélio Meneses.
"Temos com a segunda dose ou a vacinação completa (no caso da vacina Janssen) 41% da população, um número significativamente superior à média nacional, que é de 33%. Houve um esforço estratégico do Governo Regional no sentido de reforçar a segunda dose ou a vacinação completa, por ser aquela que garante uma maior proteção da população", afirmou o governante, numa conferência de imprensa, em Angra do Heroísmo.
Segundo Clélio Meneses, foram administradas nos Açores, até esta quarta-feira, 224.012 doses de vacinas contra a covid-19, havendo 124.738 pessoas com, pelo menos, uma dose (51,4% da população, de acordo com dados da Pordata relativos a 2019) e 99.274 pessoas com vacinação completa (40,9%).
Os Açores têm 51% da população com, pelo menos, uma dose da vacina contra a covid-19 e 41% com vacinação completa, avançou hoje o secretário regional da Saúde e Desporto, Clélio Meneses.
"Temos com a segunda dose ou a vacinação completa (no caso da vacina Janssen) 41% da população, um número significativamente superior à média nacional, que é de 33%. Houve um esforço estratégico do Governo Regional no sentido de reforçar a segunda dose ou a vacinação completa, por ser aquela que garante uma maior proteção da população", afirmou o governante, numa conferência de imprensa, em Angra do Heroísmo.
Segundo Clélio Meneses, foram administradas nos Açores, até esta quarta-feira, 224.012 doses de vacinas contra a covid-19, havendo 124.738 pessoas com, pelo menos, uma dose (51,4% da população, de acordo com dados da Pordata relativos a 2019) e 99.274 pessoas com vacinação completa (40,9%).
18h32 - Espanha regista 12.345 novos casos com contágios a subir
A Espanha registou 12.345 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, elevando para 3.821.305 o total de infetados até agora, num dia em que a incidência acumulada subiu para 134 casos, segundo o Ministério da Saúde espanhol.
Os serviços sanitários notificaram também mais oito mortes atribuídas à pandemia desde quarta-feira, o número mais baixo das últimas semanas, havendo agora um total de 80.883 óbitos desde o início da pandemia.
A incidência acumulada teve uma subida de 17 unidades, tendo passado dos 117 (quarta-feira) para 134 casos (hoje) diagnosticados por cada 100.000 habitantes nas últimas duas semanas.
As comunidades autónomas espanholas com os níveis mais elevados são as da Catalunha (238), Cantábria (218) e Andaluzia (166).
A Espanha registou 12.345 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, elevando para 3.821.305 o total de infetados até agora, num dia em que a incidência acumulada subiu para 134 casos, segundo o Ministério da Saúde espanhol.
Os serviços sanitários notificaram também mais oito mortes atribuídas à pandemia desde quarta-feira, o número mais baixo das últimas semanas, havendo agora um total de 80.883 óbitos desde o início da pandemia.
A incidência acumulada teve uma subida de 17 unidades, tendo passado dos 117 (quarta-feira) para 134 casos (hoje) diagnosticados por cada 100.000 habitantes nas últimas duas semanas.
As comunidades autónomas espanholas com os níveis mais elevados são as da Catalunha (238), Cantábria (218) e Andaluzia (166).
18h20 - Pessoas com 30 ou mais anos já podem fazer autoagendamento da vacina
As pessoas com 30 ou mais anos já podem agendar a vacinação contra a covid-19 na plataforma de autoagendamento da Direção-Geral da Saúde (DGS).
Esta possibilidade ficou hoje acessível, depois de ter aberto na segunda-feira o autoagendamento para pessoas com 33 ou mais anos.
Este processo de autoagendamento permite que os cidadãos selecionem o local e a data em que pretendem ser vacinados, recebendo depois uma mensagem SMS com a confirmação do dia, da hora e do centro de vacinação. A confirmação do agendamento implica que seja enviada resposta ao SMS.
Na sequência da fase 2 do plano de vacinação e de uma maior disponibilidade de vacinas em Portugal, o portal para autoagendamento entrou em funcionamento em 23 de abril, ficando agora aberto às pessoas a partir dos 30 anos, depois de ter sido disponibilizado para utentes com mais de 65, 60, 55, 50, 45, 43, 37, 35 e 33 anos.
As pessoas com 30 ou mais anos já podem agendar a vacinação contra a covid-19 na plataforma de autoagendamento da Direção-Geral da Saúde (DGS).
Esta possibilidade ficou hoje acessível, depois de ter aberto na segunda-feira o autoagendamento para pessoas com 33 ou mais anos.
Este processo de autoagendamento permite que os cidadãos selecionem o local e a data em que pretendem ser vacinados, recebendo depois uma mensagem SMS com a confirmação do dia, da hora e do centro de vacinação. A confirmação do agendamento implica que seja enviada resposta ao SMS.
Na sequência da fase 2 do plano de vacinação e de uma maior disponibilidade de vacinas em Portugal, o portal para autoagendamento entrou em funcionamento em 23 de abril, ficando agora aberto às pessoas a partir dos 30 anos, depois de ter sido disponibilizado para utentes com mais de 65, 60, 55, 50, 45, 43, 37, 35 e 33 anos.
18h15 - Viseu tem 25 turmas em isolamento profilático
Viseu tem 25 turmas em isolamento profilático, desde a creche até ao ensino secundário, num universo de 500 pessoas da comunidade escolar, anunciou hoje, em conferência de imprensa, uma das delegadas de saúde municipal.
"Atualmente, temos 500 pessoas, entre alunos, professores e não docentes, em isolamento profilático. Isto, num total de 25 turmas. Em cada turma há, pelo menos, um caso positivo", anunciou Sara Dias.
Estas 25 turmas estão distribuídas por "diversas escolas e vão desde a creche e jardim-de-infância até ao ensino secundário, que já terminou as aulas, mas tinha duas turmas afetadas. Não há casos no ensino superior", explicou.
18h05 - PCP exige ao Governo fim imediato de cortes salariais por dia de vacinação
O PCP exigiu hoje ao Governo que ponha imediato fim a práticas de empresas que procedem a um dia de corte salarial por o trabalhador ter estado ausente por motivos de vacinação contra a covid-19.
Esta denúncia foi feita pela deputada comunista Diana Ferreira na Assembleia da República, em conferência de imprensa, adiantando que este tipo de prática "imoral" por parte de empresas abrange vários setores de atividade, apontando como exemplos casos que ocorreram no grupo Lusíadas Saúde e na CNB-CAMAC.
Diana Ferreira exigiu depois que medidas imediatas por parte dos Ministérios do Trabalho e da Saúde, designadamente através da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT).
"Esta situação é absolutamente inaceitável, para mais num momento em que a vacinação é determinante no combate à covid-19. A propósito da covid-19, estão a ser retirados direitos aos trabalhadores. Neste caso, e á perda da retribuição", apontou a deputada do PCP.
Viseu tem 25 turmas em isolamento profilático, desde a creche até ao ensino secundário, num universo de 500 pessoas da comunidade escolar, anunciou hoje, em conferência de imprensa, uma das delegadas de saúde municipal.
"Atualmente, temos 500 pessoas, entre alunos, professores e não docentes, em isolamento profilático. Isto, num total de 25 turmas. Em cada turma há, pelo menos, um caso positivo", anunciou Sara Dias.
Estas 25 turmas estão distribuídas por "diversas escolas e vão desde a creche e jardim-de-infância até ao ensino secundário, que já terminou as aulas, mas tinha duas turmas afetadas. Não há casos no ensino superior", explicou.
18h05 - PCP exige ao Governo fim imediato de cortes salariais por dia de vacinação
O PCP exigiu hoje ao Governo que ponha imediato fim a práticas de empresas que procedem a um dia de corte salarial por o trabalhador ter estado ausente por motivos de vacinação contra a covid-19.
Esta denúncia foi feita pela deputada comunista Diana Ferreira na Assembleia da República, em conferência de imprensa, adiantando que este tipo de prática "imoral" por parte de empresas abrange vários setores de atividade, apontando como exemplos casos que ocorreram no grupo Lusíadas Saúde e na CNB-CAMAC.
Diana Ferreira exigiu depois que medidas imediatas por parte dos Ministérios do Trabalho e da Saúde, designadamente através da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT).
"Esta situação é absolutamente inaceitável, para mais num momento em que a vacinação é determinante no combate à covid-19. A propósito da covid-19, estão a ser retirados direitos aos trabalhadores. Neste caso, e á perda da retribuição", apontou a deputada do PCP.
17h55 - Reino Unido regista novo máximo casos dos últimos cinco meses
O Reino Unido registou 22 mortes de covid-19 nas últimas 24 horas e 27.989 novos casos, o valor mais alto nos últimos cinco meses, de acordo com os dados oficiais atualizados hoje.
Na quarta-feira tinha notificado 14 mortes e 26.068 casos.
Nos últimos sete dias, entre 25 de junho e 01 de julho, a média diária foi de 16 mortes e 20.909 casos, o que corresponde a uma subida de 10,7% no número de mortes e de 71,8% no número de infeções relativamente aos sete dias anteriores.
O Reino Unido registou 22 mortes de covid-19 nas últimas 24 horas e 27.989 novos casos, o valor mais alto nos últimos cinco meses, de acordo com os dados oficiais atualizados hoje.
Na quarta-feira tinha notificado 14 mortes e 26.068 casos.
Nos últimos sete dias, entre 25 de junho e 01 de julho, a média diária foi de 16 mortes e 20.909 casos, o que corresponde a uma subida de 10,7% no número de mortes e de 71,8% no número de infeções relativamente aos sete dias anteriores.
17h40 - Número de novos casos em Itália mantém tendência de baixa
Itália contabilizou 882 novos casos de covid-19 e 21 mortes nas últimas 24 horas, anunciou hoje o Ministério da Saúde italiano, números que confirmam a tendência de baixa na pandemia no país, só comparáveis aos de setembro de 2020.
O número de infeções indica uma redução de 45 casos face ao mesmo dia da semana passada, quando se registaram quase 930 contágios, com os óbitos a diminuírem também de 28 para 21.
Itália contabilizou 882 novos casos de covid-19 e 21 mortes nas últimas 24 horas, anunciou hoje o Ministério da Saúde italiano, números que confirmam a tendência de baixa na pandemia no país, só comparáveis aos de setembro de 2020.
O número de infeções indica uma redução de 45 casos face ao mesmo dia da semana passada, quando se registaram quase 930 contágios, com os óbitos a diminuírem também de 28 para 21.
17h30 - Vacinação entre os 18 e os 29 anos arranca na próxima semana
As pessoas entre os 18 e os 29 anos começam a ser vacinadas contra a covid-19 na próxima semana e estão a ser analisadas estratégias para convencer os mais jovens a vacinarem-se, anunciou hoje a `task force´.
"A semana que se inicia a 4 de julho é a data estimada para o início da vacinação, por ordem decrescente, da faixa etária dos 18 aos 29 anos", adiantou à Lusa fonte da estrutura que coordena a logística da vacinação.
As pessoas entre os 18 e os 29 anos começam a ser vacinadas contra a covid-19 na próxima semana e estão a ser analisadas estratégias para convencer os mais jovens a vacinarem-se, anunciou hoje a `task force´.
"A semana que se inicia a 4 de julho é a data estimada para o início da vacinação, por ordem decrescente, da faixa etária dos 18 aos 29 anos", adiantou à Lusa fonte da estrutura que coordena a logística da vacinação.
17h20 - Vacina da CureVac falha patamar de eficácia de 50% nos ensaios
A vacina desenvolvida pelo laboratório alemão CureVac demonstrou apenas 48% de eficácia contra a covid-19, de acordo com os resultados definitivos dos ensaios clínicos, mas o laboratório quer, ainda assim, comercializá-la, adiantou a AFP. A taxa de eficácia bastante abaixo da oferecida por outras vacinas com a tecnologia RNA mensageiro (mRNA) já em utilização traz alguma incerteza quanto ao futuro da vacina pré-encomendada em massa pela União Europeia.
Os resultados preliminares anunciados em junho já apontavam para este desfecho, revelando apenas 47% de eficácia, com o laboratório a responsabilizar a disseminação de variantes pelos resultados alcançados. Apesar disso, o CureVac espera conseguir uma aprovação das autoridades de regulação para comercializar a sua vacina, afirmou hoje em conferência de imprensa o presidente executivo da empresa, Franz-Werner Haas.
A vacina desenvolvida pelo laboratório alemão CureVac demonstrou apenas 48% de eficácia contra a covid-19, de acordo com os resultados definitivos dos ensaios clínicos, mas o laboratório quer, ainda assim, comercializá-la, adiantou a AFP. A taxa de eficácia bastante abaixo da oferecida por outras vacinas com a tecnologia RNA mensageiro (mRNA) já em utilização traz alguma incerteza quanto ao futuro da vacina pré-encomendada em massa pela União Europeia.
Os resultados preliminares anunciados em junho já apontavam para este desfecho, revelando apenas 47% de eficácia, com o laboratório a responsabilizar a disseminação de variantes pelos resultados alcançados. Apesar disso, o CureVac espera conseguir uma aprovação das autoridades de regulação para comercializar a sua vacina, afirmou hoje em conferência de imprensa o presidente executivo da empresa, Franz-Werner Haas.
17h08 - Evolução das medidas de apoio acompanha "evolução da pandemia"
Sobre os apoios, a ministra do Trabalho esclareceu que das medidas de apoio criadas na pandemia foram pagos a três milhões de pessooas e a 174 mil empresas, no valor de 4138 milhões de euros.
"Temos procurado que a evolução das medidas acompanhe a evolução da pandemia e por isso hoje reforçamos e prolongamos por mais dois meses as medidas", explicou.
17h01 - "As vacinas são eficazes"
Sobre as vacinas e as duvidas quanto ao isolamento de António Costa, a ministra reiterou que os dados apresentados na conferência mostram "claramente a forma e a eficácia das vacinas na incidência".
"As duas doses da vacina mostram que tem eficácia. Portanto, as vacinas são eficazes".
16h57 – Restrições à circulação de e para a AML mantêm-se
Tal como tem acontecido nos últimos fins de semana, também no próximo se vai manter a proibição de entrada e saída da Área Metropolitana de Lisboa.
“Não temos uma situação epidemiológica que nos permita levantar medidas ou dar qualquer imagem de menor restrição neste momento, e por isso a regra mantém-se”, afirmou a ministra de Estado e da Presidência no final do Conselho de Ministros desta quinta-feira.
“Relativamente ao verão, julgo que todos temos de ter consciência da forma como cumprimos as regras”, pois apenas assim será possível vir a reduzir a incidência que temos neste momento, alertou Mariana Vieira da Silva.
“Este é o momento de procurar cumprir as regras, evitar ajuntamentos, evitar festas com muitas pessoas e procurar conter estes números”, acrescentou.
Tal como tem acontecido nos últimos fins de semana, também no próximo se vai manter a proibição de entrada e saída da Área Metropolitana de Lisboa.
“Não temos uma situação epidemiológica que nos permita levantar medidas ou dar qualquer imagem de menor restrição neste momento, e por isso a regra mantém-se”, afirmou a ministra de Estado e da Presidência no final do Conselho de Ministros desta quinta-feira.
“Relativamente ao verão, julgo que todos temos de ter consciência da forma como cumprimos as regras”, pois apenas assim será possível vir a reduzir a incidência que temos neste momento, alertou Mariana Vieira da Silva.
“Este é o momento de procurar cumprir as regras, evitar ajuntamentos, evitar festas com muitas pessoas e procurar conter estes números”, acrescentou.
16h54 - "Pessoas com mais de 60 anos vacinados com AstraZeneca" poderão estar todos vacinados no dia 11 de julho
Num à parte, Mariana Vieira da Silva quis deixar uma nota: "com a antecipação das 12 para as 8 semanas que fizemos [na segunda dose da vacina da AstraZeneca] e com a aceleração da vacinação, temos hoje condições para afirmar que as pessoas com mais de 60 anos vacinados com AstraZeneca, e que estavam à espera da segunda dose, poderão estar todos vacinados no dia 11 de julho".
Isto significa uma "aceleração significativa" do ritmo da vacinação.
16h51 - Limitação de circulação é uma medida para evitar ajuntamentos
Questionada sobre possiveis exceções para a limitação de circulação a partir das 23h00, a ministra de Estado e da Presidência esclareceu que esta é uma "medida de procura de redução de ajuntamentos e não uma medida relacionada com a possibilidade de haver testes ou vacinação".
"Sabemos que há muitos casos relacionados com festas e ajuntamentos alargados e é uma tentativa de procura de limitação dessa realidade".
Quanto às praias não estão previstas, para já, novas restrições sem ser as de alguns concelhos em risco elevado ou muito elevado, dos estabelecimentos tipo restaurantes (nas praias).
16h47 - Apoios às empresas, trabalhadores da cultura e doentes covid prorrogados
Atendendo à evolução da pandemia, “o Governo decidiu prorrogar as atuais condições do apoio extraordinário à retoma progressiva que estiveram em vigor durante o mês de junho”, anunciou em conferência de imprensa a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
As medidas em questão que permitem que empresas com quebras de faturação iguais ou superiores a 75 por cento possam reduzir o período normal de trabalho até 100 por cento em julho e agosto.
“O objetivo é ajudar as empresas a manter os postos de trabalho”, frisou Ana Mendes Godinho.
Segundo a responsável, neste momento são cerca de 18 mil as empresas e 130 mil os trabalhadores abrangidos pelo apoio à retoma. Só este ano de 2021, cerca de 460 mil pessoas passaram a estar abrangidas por este apoio, que será sujeito a reavaliação no mês de agosto.
A ministra anunciou ainda que foi prorrogado o apoio aos trabalhadores independentes da cultura e do turismo para os meses de julho e agosto. O mesmo se aplica aos sócios-gerentes das atividades da cultura e do turismo.
Foi também prorrogado o mecanismo extraordinário de pagamento do subsídio de doença covid a 100 por cento até ao final de setembro, atendendo à evolução da pandemia.
Atendendo à evolução da pandemia, “o Governo decidiu prorrogar as atuais condições do apoio extraordinário à retoma progressiva que estiveram em vigor durante o mês de junho”, anunciou em conferência de imprensa a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
As medidas em questão que permitem que empresas com quebras de faturação iguais ou superiores a 75 por cento possam reduzir o período normal de trabalho até 100 por cento em julho e agosto.
“O objetivo é ajudar as empresas a manter os postos de trabalho”, frisou Ana Mendes Godinho.
Segundo a responsável, neste momento são cerca de 18 mil as empresas e 130 mil os trabalhadores abrangidos pelo apoio à retoma. Só este ano de 2021, cerca de 460 mil pessoas passaram a estar abrangidas por este apoio, que será sujeito a reavaliação no mês de agosto.
A ministra anunciou ainda que foi prorrogado o apoio aos trabalhadores independentes da cultura e do turismo para os meses de julho e agosto. O mesmo se aplica aos sócios-gerentes das atividades da cultura e do turismo.
Foi também prorrogado o mecanismo extraordinário de pagamento do subsídio de doença covid a 100 por cento até ao final de setembro, atendendo à evolução da pandemia.
16h45 - Há agora 19 concelhos em risco muito elevado
Passaram de três para 19 os concelhos em risco muito elevado. Nestes, o teletrabalho continua obrigatório; espetáculos culturais até as 22h30; ginásios sem aulas de grupo; casamentos e batizados com 25 por cento da lotação; restaurantes, cafés e pastelarias até às 15h30 ao fim de semana, com permissão para até 6 pessoas em esplanadas e 4 no interior; comércio a retalho durante a semana até às 21h e ao fim de semana até as 19h (retalho alimentar, restantes às 15h30).
Passaram de três para 19 os concelhos em risco muito elevado. Nestes, o teletrabalho continua obrigatório; espetáculos culturais até as 22h30; ginásios sem aulas de grupo; casamentos e batizados com 25 por cento da lotação; restaurantes, cafés e pastelarias até às 15h30 ao fim de semana, com permissão para até 6 pessoas em esplanadas e 4 no interior; comércio a retalho durante a semana até às 21h e ao fim de semana até as 19h (retalho alimentar, restantes às 15h30).
São eles: Albufeira, Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Constância, Lisboa, Loulé, Loures, Mafra, Mira, Moita, Odivelas, Oeiras, Olhão, Seixal, Sesimbra, Sintra e Sobral de Monte Agraço.
16h44 - Concelhos em risco elevado passam de 14 para 26 numa semana
Há um aumento significativo do número de concelhos em risco elevado esta semana.
Nestes concelhos, o teletrabalho permanece obrigatório, espetáculos culturais com o mesmo horário da restauração, comércio a retalho fecha às 21h00, restaurantes, cafés e pastelarias às 22h30.
16h43 - Limitação da circulação na via pública a partir das 23h00 nos conCelhos de risco elevado e muito elevado
Face aos dados epidemiológicos, o Governo decidiu que nos conselhos de risco elevado e muito elevado passa a "existir uma limitação da circulação na via pública a partir das 23h00, nestes conselhos".
Há ainda 21 concelhos em alerta, que "se se mantiverem" as condições, podem passar a rico elevado na próxima semana.
16h42 - Faixas etárias com maior taxa de vacinação têm já incidência menor
Ministra de Estado e da Presidência reforça benefício da vacainação considerando os dados epidemiológicos atuais.
Há uma aumento na incidência nas faixas etárias entre os 15 e os 59, mas grupos já vacinados verifica-se uma incidência mais baixa.
"As vacinas resultam e têm os seus efeitos", reafirma. "Quanto mais protegermos os níveis de incidência (...) mais defendemos a situação no nosso país".
16h41 - Situação epidemiológica em Portugal "voltou a deteriorar-se"
No final do Conselho de Ministros, Mariana Vieira da Silva afirmou que a situação epidemiológica em Portugal "voltou a deteriorar-se".
A incidência no continente é, atualmente, de 176,9 e o R(T) é de 1,15.
"Com base na situação em que o país se encontra, vemos que, na última semana, a situação voltou a deteriorar-se", começou por apontar Mariana Vieira da Silva.
A ministra de Estado e da Presidência acrescentou que o Rt "é mais baixo do que na semana passada" mas, pelo contrário, "a incidência é significativamente mais elevada".
Assim, "o país está numa situação em que é necessário manter as regras de distanciamento social, evitar as situações de ajuntamento e usar a máscara".
"Não temos condições para considerar a pandemia controlada", disse ainda, fazendo um apelo aos portugueses para que cumpram as regras, como evitar ajuntamentos e a utilização de máscara.
A ministra de Estado e da Presidência acrescentou que o Rt "é mais baixo do que na semana passada" mas, pelo contrário, "a incidência é significativamente mais elevada".
Assim, "o país está numa situação em que é necessário manter as regras de distanciamento social, evitar as situações de ajuntamento e usar a máscara".
"Não temos condições para considerar a pandemia controlada", disse ainda, fazendo um apelo aos portugueses para que cumpram as regras, como evitar ajuntamentos e a utilização de máscara.
16h40 - Banco Mundial disponibiliza mais 4 mil milhões para vacinação em África
O Banco Mundial anunciou hoje que vai disponibilizar 4 mil milhões de dólares (3,3 mil milhões de euros) para mais de 50 países em desenvolvimento, metade dos quais em África, para a distribuição de vacinas contra a covid-19.
"O Banco Mundial vai disponibilizar em doações ou financiamento altamente concessional [com juros muito baixos] 4 mil milhões de dólares para a compra e distribuição de vacinas contra a covid-19 em 51 países em desenvolvimento, metade dos quais estão em África", anunciou a entidade norte-americana em comunicado.
A instituição lembra que, no total, já foram aprovados mais de 150 mil milhões de dólares, cerca de 126,6 mil milhões de euros, para combater os impactos económicos, sociais e de saúde da pandemia.
"Este financiamento é parte do compromisso do Banco para ajudar os países de baixo e médio rendimento a adquirirem e distribuírem vacinas, e fortalecerem os seus sistemas de saúde", acrescenta-se no texto.
O Banco Mundial anunciou hoje que vai disponibilizar 4 mil milhões de dólares (3,3 mil milhões de euros) para mais de 50 países em desenvolvimento, metade dos quais em África, para a distribuição de vacinas contra a covid-19.
"O Banco Mundial vai disponibilizar em doações ou financiamento altamente concessional [com juros muito baixos] 4 mil milhões de dólares para a compra e distribuição de vacinas contra a covid-19 em 51 países em desenvolvimento, metade dos quais estão em África", anunciou a entidade norte-americana em comunicado.
A instituição lembra que, no total, já foram aprovados mais de 150 mil milhões de dólares, cerca de 126,6 mil milhões de euros, para combater os impactos económicos, sociais e de saúde da pandemia.
"Este financiamento é parte do compromisso do Banco para ajudar os países de baixo e médio rendimento a adquirirem e distribuírem vacinas, e fortalecerem os seus sistemas de saúde", acrescenta-se no texto.
16h31 - Variantes. EMA acredita na eficácia de todas as vacinas aprovadas na Europa
A variante Delta do vírus continua a ganhar força em Portugal. A Agência Europeia do Medicamento acredita que as vacinas aprovadas, até agora, são eficazes contra todas as variantes em circulação na Europa.
Marco Cavalleri, da Agencia Europeia do Medicamento, informa também que o regulador já pediu aos laboratórios que investiguem se uma dose extra da vacina pode garantir uma proteção mais eficaz.
A variante Delta do vírus continua a ganhar força em Portugal. A Agência Europeia do Medicamento acredita que as vacinas aprovadas, até agora, são eficazes contra todas as variantes em circulação na Europa.
Marco Cavalleri, da Agencia Europeia do Medicamento, informa também que o regulador já pediu aos laboratórios que investiguem se uma dose extra da vacina pode garantir uma proteção mais eficaz.
16h24 - Surto ativo há dois meses com 21 trabalhadores agrícolas infetados em Torres Vedras
Um surto de covid-19 detetado há quase dois meses entre trabalhadores agrícolas, na sua maioria estrangeiros, em Torres Vedras, mantém-se ativo, agora com 21 infetados, segundo o último boletim epidemiológico deste município. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela câmara municipal, o surto contabiliza um total acumulado de 115 infetados, dos quais 21 estão atualmente infetados e 94 recuperaram, entre trabalhadores agrícolas.
Entre os infetados estão também outros trabalhadores de empresas de outros ramos de atividade, que coabitam com os trabalhadores agrícolas.
Um surto de covid-19 detetado há quase dois meses entre trabalhadores agrícolas, na sua maioria estrangeiros, em Torres Vedras, mantém-se ativo, agora com 21 infetados, segundo o último boletim epidemiológico deste município. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela câmara municipal, o surto contabiliza um total acumulado de 115 infetados, dos quais 21 estão atualmente infetados e 94 recuperaram, entre trabalhadores agrícolas.
Entre os infetados estão também outros trabalhadores de empresas de outros ramos de atividade, que coabitam com os trabalhadores agrícolas.
16h16 - PM britânico diz que vacinação permitirá às pessoas viajarem
A vacinação completa contra a covid-19 será "libertadora” e permitirá às pessoas viajarem, disse hoje o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, referindo-se à possibilidade de eliminar a quarentena para aquelas que cheguem do estrangeiro.
"Estou muito confiante de que as duas doses de vacina serão libertadoras e permitirão às pessoas viajarem”, afirmou hoje, prometendo dar mais detalhes nos próximos dias sobre a próxima etapa do desconfinamento, a 19 de julho.
Johnson disse que "não há nenhuma dúvida de que, uma vez que uma pessoa tenha as duas doses, estará numa posição muito melhor”, mas também alertou este ano "não será como nenhum outro por causa da covid-19".
"As pessoas não devem esperar que [viajar] seja completamente livre de problemas”, avisou, durante uma visita à fábrica de automóveis da Nissan em Sunderland, no nordeste da Inglaterra.
A vacinação completa contra a covid-19 será "libertadora” e permitirá às pessoas viajarem, disse hoje o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, referindo-se à possibilidade de eliminar a quarentena para aquelas que cheguem do estrangeiro.
"Estou muito confiante de que as duas doses de vacina serão libertadoras e permitirão às pessoas viajarem”, afirmou hoje, prometendo dar mais detalhes nos próximos dias sobre a próxima etapa do desconfinamento, a 19 de julho.
Johnson disse que "não há nenhuma dúvida de que, uma vez que uma pessoa tenha as duas doses, estará numa posição muito melhor”, mas também alertou este ano "não será como nenhum outro por causa da covid-19".
"As pessoas não devem esperar que [viajar] seja completamente livre de problemas”, avisou, durante uma visita à fábrica de automóveis da Nissan em Sunderland, no nordeste da Inglaterra.
16h00 - Berlim admite rever posição sobre Portugal face progressão da variante Delta na Alemanha
A Alemanha admitiu hoje um desagravamento da avaliação de Portugal, atualmente na “lista vermelha” de viagens por ser uma “zona de variantes” do SARS-CoV-2, devido à também expectável progressão da variante Delta no território alemão.
A hipótese foi avançada pelo ministro da Saúde alemão, Jens Spahn, durante uma conferência de imprensa que serviu para apresentar as novas normas que a Alemanha irá aplicar aos viajantes que chegam ao país.
Jens Spahn admitiu que será possível, em breve, desagravar a avaliação de Portugal e do Reino Unido, ambos classificados como zonas de risco devido a variantes do novo coronavírus, para uma categoria de elevada incidência, uma vez que as projeções apontam que durante o mês de julho a variante Delta do SARS-Cov-2, inicialmente detetada na Índia e atualmente predominante nos territórios português e britânico, também terá uma incidência entre 70% a 80% na Alemanha.
A Alemanha admitiu hoje um desagravamento da avaliação de Portugal, atualmente na “lista vermelha” de viagens por ser uma “zona de variantes” do SARS-CoV-2, devido à também expectável progressão da variante Delta no território alemão.
A hipótese foi avançada pelo ministro da Saúde alemão, Jens Spahn, durante uma conferência de imprensa que serviu para apresentar as novas normas que a Alemanha irá aplicar aos viajantes que chegam ao país.
Jens Spahn admitiu que será possível, em breve, desagravar a avaliação de Portugal e do Reino Unido, ambos classificados como zonas de risco devido a variantes do novo coronavírus, para uma categoria de elevada incidência, uma vez que as projeções apontam que durante o mês de julho a variante Delta do SARS-Cov-2, inicialmente detetada na Índia e atualmente predominante nos territórios português e britânico, também terá uma incidência entre 70% a 80% na Alemanha.
15h44 - OMS Europa alerta para nova vaga da pandemia
Tudo indica que as quatro vacinas aprovadas pela Agência Europeia de Medicamentos garantem com as duas doses proteção contra todas as variantes da Covid-19, incluindo a Delta.
Mesmo assim, a EMA vai pedir a todos os fabricantes de vacinas que aprofundem os estudos sobre a respetiva eficácia.
Isto numa altura em que os casos da Covid-19 começaram novamente a aumentar na Europa após 10 semanas consecutivas de queda.
O alerta foi feito esta manhã pela Organização Mundial da Saúde que avisa sobre o risco de uma nova vaga.
Tudo indica que as quatro vacinas aprovadas pela Agência Europeia de Medicamentos garantem com as duas doses proteção contra todas as variantes da Covid-19, incluindo a Delta.
Mesmo assim, a EMA vai pedir a todos os fabricantes de vacinas que aprofundem os estudos sobre a respetiva eficácia.
Isto numa altura em que os casos da Covid-19 começaram novamente a aumentar na Europa após 10 semanas consecutivas de queda.
O alerta foi feito esta manhã pela Organização Mundial da Saúde que avisa sobre o risco de uma nova vaga.
15h28 - Cerficado digital Covid-19 já está em vigor na União Europeia
Entra hoje oficialmente em vigor no espaço da União Europeia o Certificado Digital Covid. Mais de um milhão de pessoas em Portugal já requisitaram o documento.
O comprovativo que pode ser obtido na internet através do portal do SNS24, para além de facilitar a circulação entre os estados membros. permite ainda o acesso a eventos culturais, desportivos e familiares, em território nacional.
Entra hoje oficialmente em vigor no espaço da União Europeia o Certificado Digital Covid. Mais de um milhão de pessoas em Portugal já requisitaram o documento.
O comprovativo que pode ser obtido na internet através do portal do SNS24, para além de facilitar a circulação entre os estados membros. permite ainda o acesso a eventos culturais, desportivos e familiares, em território nacional.
15h12 - Ordem dos Enfermeiros nos Açores "reforça" participação na “Operação Periferia”
A Ordem dos Enfermeiros nos Açores "vai reforçar a sua participação" na "Operação Periferia", lançada pelo Governo Regional para a vacinação em massa nas Flores, São Jorge, Graciosa, Pico e Santa Maria, ilhas sem hospital, destacando "mais profissionais".
A informação é avançada hoje num comunicado, no qual o presidente da Secção Regional dos Açores da Ordem dos Enfermeiros, Pedro Soares, adianta que, “nas próximas duas semanas", vão ser enviados enfermeiros para aquelas ilhas, onde irão colaborar com "as equipas de enfermagem das diferentes unidades" de saúde.
Pedro Soares sublinha a importância das equipas de enfermagem das diferentes unidades que são "responsáveis pelo sucesso até ao momento de toda a operação [Periferia]”, cuja "primeira fase da vacinação nas ilhas sem hospital revelou-se extremamente positiva, com uma boa adesão da população".
Enquanto decorre a segunda fase da vacinação em massa das ilhas sem hospital da região, o responsável realça que os profissionais de enfermagem participaram "em todas as ilhas ativamente, com equipas dedicadas que desenvolveram o seu trabalho nas diversas áreas, apoiando assim as equipas das diferentes Unidades de Saúde de Ilha, assim como a equipa de militares presente".
No que diz respeito à segunda fase da operação, Pedro Soares refere, no comunicado, que “para a administração da segunda dose, a Ordem dos Enfermeiros está de igual modo a colaborar com as equipas no terreno, tendo já realizado a primeira missão na ilha de Santa Maria".
"Nesta ilha, colaborámos a nível da inoculação das vacinas e da vigilância do recobro, tendo elementos dedicados a situações de emergência. No total, cinco profissionais de enfermagem deslocados de várias ilhas vestiram literalmente a camisola da Ordem dos Enfermeiros para permitir que fosse possível administrar quase duas mil vacinas em dois dias", explica.
A Ordem dos Enfermeiros nos Açores "vai reforçar a sua participação" na "Operação Periferia", lançada pelo Governo Regional para a vacinação em massa nas Flores, São Jorge, Graciosa, Pico e Santa Maria, ilhas sem hospital, destacando "mais profissionais".
A informação é avançada hoje num comunicado, no qual o presidente da Secção Regional dos Açores da Ordem dos Enfermeiros, Pedro Soares, adianta que, “nas próximas duas semanas", vão ser enviados enfermeiros para aquelas ilhas, onde irão colaborar com "as equipas de enfermagem das diferentes unidades" de saúde.
Pedro Soares sublinha a importância das equipas de enfermagem das diferentes unidades que são "responsáveis pelo sucesso até ao momento de toda a operação [Periferia]”, cuja "primeira fase da vacinação nas ilhas sem hospital revelou-se extremamente positiva, com uma boa adesão da população".
Enquanto decorre a segunda fase da vacinação em massa das ilhas sem hospital da região, o responsável realça que os profissionais de enfermagem participaram "em todas as ilhas ativamente, com equipas dedicadas que desenvolveram o seu trabalho nas diversas áreas, apoiando assim as equipas das diferentes Unidades de Saúde de Ilha, assim como a equipa de militares presente".
No que diz respeito à segunda fase da operação, Pedro Soares refere, no comunicado, que “para a administração da segunda dose, a Ordem dos Enfermeiros está de igual modo a colaborar com as equipas no terreno, tendo já realizado a primeira missão na ilha de Santa Maria".
"Nesta ilha, colaborámos a nível da inoculação das vacinas e da vigilância do recobro, tendo elementos dedicados a situações de emergência. No total, cinco profissionais de enfermagem deslocados de várias ilhas vestiram literalmente a camisola da Ordem dos Enfermeiros para permitir que fosse possível administrar quase duas mil vacinas em dois dias", explica.
14h53 - Vacinados que tenham mantido contactos de risco têm que cumprir isolamento
Todas as pessoas que tenham mantido contactos de risco têm de cumprir quarentena, quer estejam ou não vacinadas. O esclarecimento foi feito pela DGS, depois das dúvidas levantadas ontem pelo Presidente da República a propósito do isolamento do primeiro-ministro. Todas as pessoas que tenham mantido contactos de risco têm de cumprir quarentena, quer estejam ou não vacinadas. O esclarecimento foi feito pela DGS, depois das dúvidas levantadas ontem pelo Presidente da República a propósito do isolamento do primeiro-ministro.
Todas as pessoas que tenham mantido contactos de risco têm de cumprir quarentena, quer estejam ou não vacinadas. O esclarecimento foi feito pela DGS, depois das dúvidas levantadas ontem pelo Presidente da República a propósito do isolamento do primeiro-ministro. Todas as pessoas que tenham mantido contactos de risco têm de cumprir quarentena, quer estejam ou não vacinadas. O esclarecimento foi feito pela DGS, depois das dúvidas levantadas ontem pelo Presidente da República a propósito do isolamento do primeiro-ministro.
14h41 - Financiamento de 600 milhões de euros para produção de vacinas "em África e para África"
Os Estados Unidos anunciaram hoje que o financiamento internacional de 600 milhões de euros para a produção de vacinas "em África e para África" visa ultrapassar o desafio da covid-19, mas também de outras doenças que ameaçam o continente.
O anúncio foi feito durante uma conferência de imprensa online com a imprensa sobre o apoio internacional ao fabrico e produção de vacinas contra a covid-19 no continente africano, país que está a ser atingido por uma terceira vaga da pandemia, que já matou 142 mil pessoas na região.
David Marchick, diretor de operações da Corporação Financeira para o Desenvolvimento (DFC, da sigla em inglês International Development Finance Corporation) norte-americana, sublinhou nesta conferência de imprensa a preocupação com o crescimento de casos de covid-19 em África, o continente com “o menor número de vacinas” administradas.
“É particularmente importante ajudar África a produzir localmente vacinas em África e para África”, disse.
O financiamento total de 600 milhões de euros contará com 200 milhões de euros dos Estados Unidos, mas também da Alemanha, França e da Corporação Financeira Internacional (IFC), e servirá para a Aspen Pharmacare Holdings, sediada na África do Sul, expandir a capacidade local de fabrico de vacinas.
Os Estados Unidos anunciaram hoje que o financiamento internacional de 600 milhões de euros para a produção de vacinas "em África e para África" visa ultrapassar o desafio da covid-19, mas também de outras doenças que ameaçam o continente.
O anúncio foi feito durante uma conferência de imprensa online com a imprensa sobre o apoio internacional ao fabrico e produção de vacinas contra a covid-19 no continente africano, país que está a ser atingido por uma terceira vaga da pandemia, que já matou 142 mil pessoas na região.
David Marchick, diretor de operações da Corporação Financeira para o Desenvolvimento (DFC, da sigla em inglês International Development Finance Corporation) norte-americana, sublinhou nesta conferência de imprensa a preocupação com o crescimento de casos de covid-19 em África, o continente com “o menor número de vacinas” administradas.
“É particularmente importante ajudar África a produzir localmente vacinas em África e para África”, disse.
O financiamento total de 600 milhões de euros contará com 200 milhões de euros dos Estados Unidos, mas também da Alemanha, França e da Corporação Financeira Internacional (IFC), e servirá para a Aspen Pharmacare Holdings, sediada na África do Sul, expandir a capacidade local de fabrico de vacinas.
14h20 - Vacinação intensificada durante o mês de julho
Só em meados de setembro é que Portugal deve atingir a imunidade de grupo pela vacinação. Isto se a meta passar para os 85 por cento.
Na edição de quarta-feira do 360, na RTP3, Gouveia e Melo afirmou que em agosto pelo menos 71 por cento da população já deve ter uma dose da vacina.
O processo vai ser intensificado já este mês, mas a grande limitação é o número de doses disponíveis.
Só em meados de setembro é que Portugal deve atingir a imunidade de grupo pela vacinação. Isto se a meta passar para os 85 por cento.
Na edição de quarta-feira do 360, na RTP3, Gouveia e Melo afirmou que em agosto pelo menos 71 por cento da população já deve ter uma dose da vacina.
O processo vai ser intensificado já este mês, mas a grande limitação é o número de doses disponíveis.
14h03 - Portugal regista mais 2.449 casos e cinco óbitos em 24 horas
Há mais 2.449 infeções e cinco vítimas mortais em Portugal, nas últimas 24 horas. Segundo o boletim desta quinta-feira, há mais 1.210 casos ativos e 1.234 recuperados.
Lisboa e Vale do Tejo reportou 1.339 casos, o Norte do país 566, o Centro 235, o Algarve 217 e o Alentejo 53 infeções. Nos Açores contam-se mais 23 casos e na Madeira 16.
Embora os internamentos em cuidados intensivos tenham diminuído desde ontem (menos sete doentes), há mais cinco doentes inernados em enfermarias.
13h57 - OMS "preocupada" com crescente contágio nos países que recebem Campeonato Europeu de Futebol
A Organização Mundial da Saúde (OMS) manifestou hoje preocupação com o crescente contágio do coronavírus SARS-CoV-2 em países que receberam jogos do Campeonato Europeu de Futebol e pediu uma avaliação dos riscos e medidas de mitigação.
“Estamos preocupados com grandes aglomerações de pessoas, especialmente em países onde os novos casos estão a aumentar. É importante implementar medidas de saúde pública. Os organizadores e autoridades locais devem promover iniciativas para reduzir o contágio” com o coronavírus que provoca a covid-19, disse o chefe da OMS-Europa, Hans Kluge.
Hans Kluge sublinhou que não se pode excluir que tais eventos desportivos funcionem como eventos de "super contágio" e lembrou a importância de se manter a distância, lavar as mãos e usar máscara quando necessário.
“Não são só os jogos em si, mas também outros eventos relacionados”, destacou a responsável do Departamento de Emergência Sanitária da OMS, Catherine Smallwood.
Catherine Smallwood observou que a "mensagem principal" é que os sistemas de saúde devem estar prontos para responder a picos agudos de contágio causados pelo Euro, o que inclui aumento de testes, rastreamento e sequenciamento de testes, bem como isolamento dos infetados.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) manifestou hoje preocupação com o crescente contágio do coronavírus SARS-CoV-2 em países que receberam jogos do Campeonato Europeu de Futebol e pediu uma avaliação dos riscos e medidas de mitigação.
“Estamos preocupados com grandes aglomerações de pessoas, especialmente em países onde os novos casos estão a aumentar. É importante implementar medidas de saúde pública. Os organizadores e autoridades locais devem promover iniciativas para reduzir o contágio” com o coronavírus que provoca a covid-19, disse o chefe da OMS-Europa, Hans Kluge.
Hans Kluge sublinhou que não se pode excluir que tais eventos desportivos funcionem como eventos de "super contágio" e lembrou a importância de se manter a distância, lavar as mãos e usar máscara quando necessário.
“Não são só os jogos em si, mas também outros eventos relacionados”, destacou a responsável do Departamento de Emergência Sanitária da OMS, Catherine Smallwood.
Catherine Smallwood observou que a "mensagem principal" é que os sistemas de saúde devem estar prontos para responder a picos agudos de contágio causados pelo Euro, o que inclui aumento de testes, rastreamento e sequenciamento de testes, bem como isolamento dos infetados.
13h44 - Hospitais algarvios enfrentam quarta vaga da pandemia
No Algarve, os hospitais enfrentam já a quarta vaga da pandemia, com um aumento dos doentes internados. Uma situação preocupante que pode até pôr em causa as férias dos profissionais de saúde deste centro hospitalar.
No Algarve, os hospitais enfrentam já a quarta vaga da pandemia, com um aumento dos doentes internados. Uma situação preocupante que pode até pôr em causa as férias dos profissionais de saúde deste centro hospitalar.
13h28 - Peritos estimam que novos casos cheguem aos três mil nas próximas semanas
O Governo reavalia esta quinta-feira as medidas para controlar a pandemia, que podem ser mais restritivas em Lisboa e Vale do Tejo, Algarve e Porto.
Com a perspetiva de o país ultrapassar os três mil casos por dia nas próximas semanas, os especialistas assumem que um novo confinamento geral tem de ser equacionado.
O Governo reavalia esta quinta-feira as medidas para controlar a pandemia, que podem ser mais restritivas em Lisboa e Vale do Tejo, Algarve e Porto.
Com a perspetiva de o país ultrapassar os três mil casos por dia nas próximas semanas, os especialistas assumem que um novo confinamento geral tem de ser equacionado.
13h07 - Agência Europeia de Medicamentos diz que as quatro vacinas autorizadas na EU protegem contra todas as variantes, incluindo a delta
It seems that the 4 vaccines authorised in the EU 🇪🇺 protect against all strains, including the delta variant. First real-world data suggest that:
— EU Medicines Agency (@EMA_News) July 1, 2021
➡️2 doses of vaccines protect against the delta variant
➡️antibodies from the approved vaccines neutralise this variant. #EMAPresser
12h48 - Açores com 24 novos casos, todos na ilha de São Miguel
Os Açores registaram, nas últimas 24 horas, 24 novos casos de covid-19, todos em São Miguel, em contexto de transmissão comunitária, resultantes de 1.586 análises realizadas nos laboratórios de referência da região.
12h37 - Interdição alemã a Portugal é única na UE quando certificado entra em vigor
A interdição alemã às viagens de Portugal é a única proibição na União Europeia (UE) quando entra em vigor o certificado digital covid-19 e já foram emitidos mais de 200 milhões de comprovativos de recuperação ou vacinação.
"A boa notícia é que ainda não recebemos nenhuma outra notificação nesse sentido. Temos a informação, que já mencionámos aqui, em relação à Alemanha e sobre (viagens de) Portugal, mas não temos notícias de mais nenhum Estado-membro que pretenda impor mais restrições para as pessoas que possuem os certificados", afirmou o porta-voz do executivo comunitário para a área da Justiça, Christian Wigand.
Questionado na conferência de imprensa diária da instituição, em Bruxelas, se o executivo comunitário estava preocupado com esta restrição, no dia em que entra em vigor o certificado digital covid-19 comprovativo de testagem, recuperação ou vacinação e que visa facilitar a circulação no espaço comunitário, Christian Wigand vincou: "Não, não estamos preocupados, estamos confiantes".
"Temos todos os Estados-membros conectados e mais nenhum Estado-membro nos avisou sobre restrições (pelo que) percorremos já um longo caminho" face aos controlos e fechos de fronteiras registados nos últimos meses devido à pandemia de covid-19, assinalou o porta-voz.
O esclarecimento surge depois de a Alemanha ter classificado na passada sexta-feira Portugal como uma zona com "variantes de preocupação", nomeadamente devido à propagação da estirpe Delta, o que na prática resulta numa proibição de viagens em vigor desde terça-feira devido à ativação do mecanismo travão da UE para fazer face a situações preocupantes.
A interdição alemã às viagens de Portugal é a única proibição na União Europeia (UE) quando entra em vigor o certificado digital covid-19 e já foram emitidos mais de 200 milhões de comprovativos de recuperação ou vacinação.
"A boa notícia é que ainda não recebemos nenhuma outra notificação nesse sentido. Temos a informação, que já mencionámos aqui, em relação à Alemanha e sobre (viagens de) Portugal, mas não temos notícias de mais nenhum Estado-membro que pretenda impor mais restrições para as pessoas que possuem os certificados", afirmou o porta-voz do executivo comunitário para a área da Justiça, Christian Wigand.
Questionado na conferência de imprensa diária da instituição, em Bruxelas, se o executivo comunitário estava preocupado com esta restrição, no dia em que entra em vigor o certificado digital covid-19 comprovativo de testagem, recuperação ou vacinação e que visa facilitar a circulação no espaço comunitário, Christian Wigand vincou: "Não, não estamos preocupados, estamos confiantes".
"Temos todos os Estados-membros conectados e mais nenhum Estado-membro nos avisou sobre restrições (pelo que) percorremos já um longo caminho" face aos controlos e fechos de fronteiras registados nos últimos meses devido à pandemia de covid-19, assinalou o porta-voz.
O esclarecimento surge depois de a Alemanha ter classificado na passada sexta-feira Portugal como uma zona com "variantes de preocupação", nomeadamente devido à propagação da estirpe Delta, o que na prática resulta numa proibição de viagens em vigor desde terça-feira devido à ativação do mecanismo travão da UE para fazer face a situações preocupantes.
12h22 - Isolamento profilático para vacinados. DGS certa ou excesso de zelo?
12h06 - Ministério da Saúde abre mais de 1.500 vagas para médicos
A maioria das vagas são para especialidades hospitalares, segundo o despacho publicado hoje: 1.041 lugares para especialidades hospitalares, 459 para Medicina Geral e Familiar e 32 para Saúde Pública.
Este concurso de 1ª época para médicos recém-especialistas representa o maior aumento de vagas nos últimos anos, defende o Ministério da Saúde, com um aumento superior a 10% em relação ao ano passado e de 40% em relação ao concurso de 1ª época de 2016.
A maioria das vagas são para especialidades hospitalares, segundo o despacho publicado hoje: 1.041 lugares para especialidades hospitalares, 459 para Medicina Geral e Familiar e 32 para Saúde Pública.
Este concurso de 1ª época para médicos recém-especialistas representa o maior aumento de vagas nos últimos anos, defende o Ministério da Saúde, com um aumento superior a 10% em relação ao ano passado e de 40% em relação ao concurso de 1ª época de 2016.
12h04 - Autoridades italianas não vão permitir a qualquer adepto britânico assistir ao jogo com a Ucrânia no próximo sábado sem um teste negativo e quarentena de pelo menos 5 dias
A Federação Inglesa dd Futebol disse ontem que abdicava dos 2500 lugares a que tinha direito no jogo apelando aos adeptos para não se deslocrem a Roma.
A Federação Inglesa dd Futebol disse ontem que abdicava dos 2500 lugares a que tinha direito no jogo apelando aos adeptos para não se deslocrem a Roma.
11h59 - Despesa pública na saúde subiu 6,6% e despesa privada caiu 10,3% - INE
A despesa pública na área da saúde subiu 6,6%, um valor que mais do que compensou a redução da despesa corrente privada (-10,3%), divulgou o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Nos dados hoje divulgados, o INE revela que a despesa pública em saúde correspondeu a mais de dois terços do total (67,6%), "a proporção mais elevada desde 2010".
O instituto destaca, em particular, a forte diminuição das consultas e cirurgias não urgentes e da atividade dos prestadores privados - "a suspensão dos cheques de cirurgia, no Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, de consultas e de exames não urgentes são ilustrativos desta situação" -, que "contribuíram para a diminuição da despesa dos cidadãos em saúde".
"No que respeita à despesa pública, as medidas adotadas para reorganizar a atividade assistencial dos prestadores públicos, centrada no cuidado e tratamento de doentes covid-19, foram determinantes para o aumento da despesa em 6,6%", refere.
Esta reorganização, acrescenta, "traduziu-se, mais concretamente, num aumento de 6,8% dos custos com pessoal (contratações, horas extra e outros) e de 16,0% do consumo intermédio (equipamentos de proteção individual, medicamentos e outros)".
A despesa pública na área da saúde subiu 6,6%, um valor que mais do que compensou a redução da despesa corrente privada (-10,3%), divulgou o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Nos dados hoje divulgados, o INE revela que a despesa pública em saúde correspondeu a mais de dois terços do total (67,6%), "a proporção mais elevada desde 2010".
O instituto destaca, em particular, a forte diminuição das consultas e cirurgias não urgentes e da atividade dos prestadores privados - "a suspensão dos cheques de cirurgia, no Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, de consultas e de exames não urgentes são ilustrativos desta situação" -, que "contribuíram para a diminuição da despesa dos cidadãos em saúde".
"No que respeita à despesa pública, as medidas adotadas para reorganizar a atividade assistencial dos prestadores públicos, centrada no cuidado e tratamento de doentes covid-19, foram determinantes para o aumento da despesa em 6,6%", refere.
Esta reorganização, acrescenta, "traduziu-se, mais concretamente, num aumento de 6,8% dos custos com pessoal (contratações, horas extra e outros) e de 16,0% do consumo intermédio (equipamentos de proteção individual, medicamentos e outros)".
11h27 - Multidões nos estádios do Euro 2020 e nos pubs e bares na origem do aumento de casos na Europa, diz a OMS
11h26 - Europeus nos estádios sem máscara e África sem poder comprar vacinas - União Africana
O enviado especial da União Africana para a aquisição de vacinas lamentou hoje que a Europa não venda vacinas a África, assinalando a grande diferença entre os dois continentes, quando "os europeus já podem ver futebol nos estádios sem máscaras".
"A União Europeia (UE) tem fábricas de vacinas, tem centros de produção em vários países, mas nem uma dose saiu de uma fábrica europeia para África", criticou Strive Masiyiwa durante a conferência de imprensa semanal do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), na qual vincou que o pedido é para comprar vacinas, e não para doações.
"Não se pode dizer que nos apoiam, os países europeus já vacinaram tantas pessoas que agora podem ver futebol nos estádios sem máscaras, enquanto os africanos, pelo contrário, têm menos de 1% de vacinação", apontou o responsável.
O enviado especial da União Africana para a aquisição de vacinas lamentou hoje que a Europa não venda vacinas a África, assinalando a grande diferença entre os dois continentes, quando "os europeus já podem ver futebol nos estádios sem máscaras".
"A União Europeia (UE) tem fábricas de vacinas, tem centros de produção em vários países, mas nem uma dose saiu de uma fábrica europeia para África", criticou Strive Masiyiwa durante a conferência de imprensa semanal do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), na qual vincou que o pedido é para comprar vacinas, e não para doações.
"Não se pode dizer que nos apoiam, os países europeus já vacinaram tantas pessoas que agora podem ver futebol nos estádios sem máscaras, enquanto os africanos, pelo contrário, têm menos de 1% de vacinação", apontou o responsável.
10h57 - África ultrapassou 5,5 milhões de casos e 142 mil mortos - Africa CDC
O continente africano já ultrapassou os 5,5 milhões de casos de infeções por covid-19, anunciaram hoje as autoridades sanitárias africanas, apontando que há 88% de recuperações, equivalente a 4,8 milhões de pessoas.
"Temos 5,5 milhões de casos reportados no continente, equivalente a cerca de 3% do total de casos a nível mundial, e temos 4,8 milhões de recuperações, o que representa 88% dos casos reportados", disse o líder do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), John Nkengasong.
"Infelizmente, 142 mil pessoas morreram, o que equivale a uma taxa de letalidade de 2,6%", acrescentou o médico camaronês durante a conferência de imprensa semanal emitida a partir de Adis Abeba.
O continente africano já ultrapassou os 5,5 milhões de casos de infeções por covid-19, anunciaram hoje as autoridades sanitárias africanas, apontando que há 88% de recuperações, equivalente a 4,8 milhões de pessoas.
"Temos 5,5 milhões de casos reportados no continente, equivalente a cerca de 3% do total de casos a nível mundial, e temos 4,8 milhões de recuperações, o que representa 88% dos casos reportados", disse o líder do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), John Nkengasong.
"Infelizmente, 142 mil pessoas morreram, o que equivale a uma taxa de letalidade de 2,6%", acrescentou o médico camaronês durante a conferência de imprensa semanal emitida a partir de Adis Abeba.
10h29 - OMS alerta para terceira onda do vírus na Europa
O declínio de 10 semanas no número de infeções na Europa terminou e uma nova onda é inevitável se os cidadãos e os governantes não se mantiverem disciplinados, disse o responsável da OMS para a Europa.
O declínio de 10 semanas no número de infeções na Europa terminou e uma nova onda é inevitável se os cidadãos e os governantes não se mantiverem disciplinados, disse o responsável da OMS para a Europa.
10h22 - Presidente da Comunidade Intermunicipal do Algarve defende restrições mais duras
10h11 - Algarve admite que profissionais de saúde podem ter de sacrificar férias
O Centro Hospitalar do Algarve admite que os profissionais de saúde podem ter de sacrificar as férias a que têm direito por causa do combate à pandemia, revelou secretário de Estado responsável pela coordenação regional da covid-19.
Numa entrevista ao jornal Público e à Rádio Renascença, Jorge Botelho conta que falou com a presidente do conselho de administração do centro hospitalar do Algarve, que admitiu essa possibilidade.
"Hoje mesmo a presidente do conselho de administração do centro hospitalar do Algarve disse-me que estavam a programar as coisas e a fazer tudo para tentar evitar prejudicar a atividade normal e já falava que se calhar os profissionais de saúde vão ter de sacrificar férias a que têm plenamente direito em função de uma resposta atempada para controlar a pandemia", afirmou.
O Centro Hospitalar do Algarve admite que os profissionais de saúde podem ter de sacrificar as férias a que têm direito por causa do combate à pandemia, revelou secretário de Estado responsável pela coordenação regional da covid-19.
Numa entrevista ao jornal Público e à Rádio Renascença, Jorge Botelho conta que falou com a presidente do conselho de administração do centro hospitalar do Algarve, que admitiu essa possibilidade.
"Hoje mesmo a presidente do conselho de administração do centro hospitalar do Algarve disse-me que estavam a programar as coisas e a fazer tudo para tentar evitar prejudicar a atividade normal e já falava que se calhar os profissionais de saúde vão ter de sacrificar férias a que têm plenamente direito em função de uma resposta atempada para controlar a pandemia", afirmou.
10h10 - Japão doa 3,2 milhões de euros para logística de vacinação em Moçambique
O Japão vai doar 3,8 milhões de dólares (3,2 milhões de euros) a Moçambique para investir em equipamento de transportes e armazenamento refrigerado de vacinas contra a covid-19, anunciou hoje em comunicado.
Com o apoio "poderá ser estabelecido um sistema eficaz e seguro para as vacinas contra a covid-19 e controlar a pandemia", referiu a representação diplomática em Maputo, em comunicado.
O Japão vai doar 3,8 milhões de dólares (3,2 milhões de euros) a Moçambique para investir em equipamento de transportes e armazenamento refrigerado de vacinas contra a covid-19, anunciou hoje em comunicado.
Com o apoio "poderá ser estabelecido um sistema eficaz e seguro para as vacinas contra a covid-19 e controlar a pandemia", referiu a representação diplomática em Maputo, em comunicado.
10h01 - Presidente da Área Metropolitana do Porto diz não ser necessário recuo no desconfinamento
09h34 - Número de mortes duplicou de 22 para 44 em junho em Moçambique
O número de mortes por covid-19 em Moçambique duplicou de maio para junho, de 22 para 44, e foram registados mais 5.609 casos, cerca de 7% do total, de acordo com os dados do Ministério da Saúde consultados hoje pela Lusa.
O número de internamentos também disparou: no final de maio havia 14 casos internados, no último dia de junho o número era de 186.
Ao todo, em junho passaram pelas camas das unidades de saúde mais 377 pessoas devido à covid-19, pacientes que correspondem a cerca de 10% do total acumulado de internamentos desde o início da pandemia (cumulativo de 3.811 internados).
A subida dos números está em linha com os alertas que têm sido feitos pelas autoridades de saúde sobre a iminência de uma terceira vaga.
O número de mortes por covid-19 em Moçambique duplicou de maio para junho, de 22 para 44, e foram registados mais 5.609 casos, cerca de 7% do total, de acordo com os dados do Ministério da Saúde consultados hoje pela Lusa.
O número de internamentos também disparou: no final de maio havia 14 casos internados, no último dia de junho o número era de 186.
Ao todo, em junho passaram pelas camas das unidades de saúde mais 377 pessoas devido à covid-19, pacientes que correspondem a cerca de 10% do total acumulado de internamentos desde o início da pandemia (cumulativo de 3.811 internados).
A subida dos números está em linha com os alertas que têm sido feitos pelas autoridades de saúde sobre a iminência de uma terceira vaga.
09h32 - Rússia com mais 672 mortes, o número mais elevado de vítimas mortais no país desde o início da pandemia
Foram também registados mais 23.543 novos casos.
Foram também registados mais 23.543 novos casos.
09h31 - Cruz Vermelha Portuguesa vai ter testes PCR com resultado em menos de 15 minutos
09h30 - Algarve pode vir a precisar de médicos de outras regiões para enfrentar quarta vaga, alerta OM
09h09 - Timor-Leste regista 24.ª morte
As autoridades timorenses registaram hoje a 24.ª morte de uma pessoa infetada com SARS-CoV-2, uma mulher de 70 anos de Viqueque, na ponta leste do país, e que morreu no centro de isolamento de Vera Cruz em Díli.
Em comunicado, o Centro Integrado de Gestão de Crise (CIGC) explica que a mulher foi diagnostica com síndrome de insuficiência respiratória aguda e infetada com covid-19 a 26 de junho, tendo sido aerotransportada para Díli.
"A paciente foi tratada de acordo com o problema, mas ao início da noite de terça-feira faleceu", acrescentou.
As autoridades timorenses registaram hoje a 24.ª morte de uma pessoa infetada com SARS-CoV-2, uma mulher de 70 anos de Viqueque, na ponta leste do país, e que morreu no centro de isolamento de Vera Cruz em Díli.
Em comunicado, o Centro Integrado de Gestão de Crise (CIGC) explica que a mulher foi diagnostica com síndrome de insuficiência respiratória aguda e infetada com covid-19 a 26 de junho, tendo sido aerotransportada para Díli.
"A paciente foi tratada de acordo com o problema, mas ao início da noite de terça-feira faleceu", acrescentou.
08h32 - Ordem dos Médicos saúda comparticipação de testes e pede que caminho seja o da antecipação
Em comunicado, a Ordem dos Médicos diz que "tem defendido desde há muito tempo que o aumento da capacidade e periodicidade da testagem é um fator crítico para anteciparmos o combate à pandemia e travarmos mais cedo as cadeias de contágio. Desta forma, o bastonário da Ordem dos Médicos saúda a comparticipação de testes rápidos de antigénio de uso profissional que entra hoje em vigor".
Em comunicado, a Ordem dos Médicos diz que "tem defendido desde há muito tempo que o aumento da capacidade e periodicidade da testagem é um fator crítico para anteciparmos o combate à pandemia e travarmos mais cedo as cadeias de contágio. Desta forma, o bastonário da Ordem dos Médicos saúda a comparticipação de testes rápidos de antigénio de uso profissional que entra hoje em vigor".
08h30 - Infarmed. Comparticipação de testes vai facilitar acesso a diagnóstico
08h18 - Consultórios clínicos vão começar a adminsitrar vacinas para a Covid-19 a partir desta quinta-feira em Moscovo, numa tentativa de aumentar o número de pessoas vacinadas
07h49 - Gouveia e Melo mantém meta da imunidade de grupo no verão
Oitenta e três por cento das pessoas em Portugal com mais de 50 anos já estão vacinadas com pelo menos uma dose da vacina contra a Covid-19.
O coordenador da task force acredita que o país vai alcançar a imunidade de grupo este verão, mesmo com a variante Delta a obrigar a um maior esforço por parte das autoridades.
O coordenador da task force acredita que o país vai alcançar a imunidade de grupo este verão, mesmo com a variante Delta a obrigar a um maior esforço por parte das autoridades.
7h38 - Corrupção e saúde no Brasil
O vice-presidente brasileiro afirmou que o "Ministério da Saúde sempre foi um lugar onde a corrupção andou", ao comentar as recentes denúncias de corrupção na compra de vacinas contra a Covid-19.
"O Ministério da Saúde sempre foi um lugar onde a corrupção andou lá dentro e não se consegue, da noite para o dia, desmanchar uma estrutura que se encontra lá dentro. Isso é uma responsabilidade dos gestores, que têm que estar atentos a isso o tempo todo. Também existe uma Controladoria-Geral que tem que estar atenta a determinadas movimentações", disse Hamilton Mourão.
O vice-presidente brasileiro afirmou que o "Ministério da Saúde sempre foi um lugar onde a corrupção andou", ao comentar as recentes denúncias de corrupção na compra de vacinas contra a Covid-19.
"O Ministério da Saúde sempre foi um lugar onde a corrupção andou lá dentro e não se consegue, da noite para o dia, desmanchar uma estrutura que se encontra lá dentro. Isso é uma responsabilidade dos gestores, que têm que estar atentos a isso o tempo todo. Também existe uma Controladoria-Geral que tem que estar atenta a determinadas movimentações", disse Hamilton Mourão.
Recorde-se que o Ministério Público do Distrito Federal, em Brasília, decidiu iniciar uma "investigação criminal" às suspeitas de irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin pelo Governo de Jair Bolsonaro.
7h34 - Vacinação entre bombeiros
Três em quatro bombeiros têm a vacinação completa contra a Covid-19, adianta a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, que readaptou este ano os planos e orientações operacionais para minimizar o risco de contágio.
7h12 - Ponto de situação
7h34 - Vacinação entre bombeiros
Três em quatro bombeiros têm a vacinação completa contra a Covid-19, adianta a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, que readaptou este ano os planos e orientações operacionais para minimizar o risco de contágio.
7h12 - Ponto de situação
A partir desta quinta-feira, os testes rápidos de antigénio são comparticipados pelo Estado. Cada pessoa pode realizar até quatro testes por mês.
O valor máximo da comparticipação é de dez euros por teste: o valor máximo que as farmácias e laboratórios poderão cobrar ao Estado.
O valor máximo da comparticipação é de dez euros por teste: o valor máximo que as farmácias e laboratórios poderão cobrar ao Estado.
Na próxima semana, vai estar disponível no mercado um teste PCR que deteta a variante indiana.
Mapa de risco sobre a mesa do Conselho de Ministros
Esta quinta-feira há reunião do Conselho de Ministros e mais concelhos devem recuar no desconfinamento, regressando ao fim de semana a horários de encerramento dos estabelecimentos às 15h30.
Concelhos como Amadora, Sintra, Cascais e Alcochete mantêm-se com mais de 240 casos por 100 mil habitantes pela segunda semana consecutiva.
O concelho do Porto tem mais de 120 casos por 100 mil habitantes pela segunda semana consecutiva e deve recuar a horários de fecho para as 22h30.
Esta quinta-feira há reunião do Conselho de Ministros e mais concelhos devem recuar no desconfinamento, regressando ao fim de semana a horários de encerramento dos estabelecimentos às 15h30.
Concelhos como Amadora, Sintra, Cascais e Alcochete mantêm-se com mais de 240 casos por 100 mil habitantes pela segunda semana consecutiva.
O concelho do Porto tem mais de 120 casos por 100 mil habitantes pela segunda semana consecutiva e deve recuar a horários de fecho para as 22h30.
Costa em isolamento, Marcelo pede mais explicações
O primeiro-ministro está em isolamento profilático porque teve um contacto de risco com um membro do gabinete.
O Presidente da República diz que é urgente esclarecer estes casos, para que não fique a ideia de que vacina não serve para nada.
A Direção-Geral da Saúde já deu esclarecimentou à RTP. Refere que as pessoas vacinadas seguem os mesmo procedimentos das não vacinadas, em caso de contactos de risco. A DGS adianta, no entanto, que o método poderá ser atualizado com base na evolução da evidência científica e da pandemia.
Meta para a vacinação
O vice-almirante Gouveia e Melo, coordenador da task-force da vacinação, mostrou-se convicto, em entrevista ao 360, da RTP3, que mesmo com a variante indiana a ganhar força a imunidade de grupo será conseguida até meados de setembro. Oitenta e três por cento das pessoas em Portugal com mais de 50 anos já estão vacinadas com pelo menos uma dose.
A Direção-Geral da Saúde já deu esclarecimentou à RTP. Refere que as pessoas vacinadas seguem os mesmo procedimentos das não vacinadas, em caso de contactos de risco. A DGS adianta, no entanto, que o método poderá ser atualizado com base na evolução da evidência científica e da pandemia.
Meta para a vacinação
O vice-almirante Gouveia e Melo, coordenador da task-force da vacinação, mostrou-se convicto, em entrevista ao 360, da RTP3, que mesmo com a variante indiana a ganhar força a imunidade de grupo será conseguida até meados de setembro. Oitenta e três por cento das pessoas em Portugal com mais de 50 anos já estão vacinadas com pelo menos uma dose.
Certificado digital
Em Portugal, já têm o certificado digital mais de um milhão de pessoas. Entra hoje oficialmente em vigor o documento que deverá facilitar a circulação na União Europeia e em Portugal.
O comprovativo sanitário também permite o acesso a eventos culturais, desportivos e familiares.
Todas as pessoas vacinadas, com um teste negativo ou recuperadas da Covid-19 podem pedir o certificado na internet, na página do SNS24.
O quadro em Portugal
Em Portugal, já têm o certificado digital mais de um milhão de pessoas. Entra hoje oficialmente em vigor o documento que deverá facilitar a circulação na União Europeia e em Portugal.
O comprovativo sanitário também permite o acesso a eventos culturais, desportivos e familiares.
Todas as pessoas vacinadas, com um teste negativo ou recuperadas da Covid-19 podem pedir o certificado na internet, na página do SNS24.
O quadro em Portugal
O último boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, divulgado ao início da tarde de quarta-feira, reportou mais quatro mortes associadas à Covid-19 e 2362 novas infeções.
Estavam ontem internadas mais 12 pessoas, para um total de 504. Nos cuidados intensivos, havia mais um doente, para um total de 120.
O quadro internacional
A pandemia da Covid-19 provocou pelo menos 3.940.888 mortes, resultantes de mais de 181,7 milhões de casos de infeção, de acordo com o balanço em permanente atualização por parte da agência France Presse.
O Ministério Público do Distrito Federal, em Brasília, decidiu iniciar uma "investigação criminal" às suspeitas de irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin pelo Governo de Jair Bolsonaro.
A investigação ao contrato de intenção de compra tinha até agora caráter preliminar.
O contrato está igualmente sob investigação pela Controladoria-Geral da União na esfera administrativa, o que levou o Governo a "suspender" todas as negociações com a farmacêutica indiana Bharat Biotech.
A pandemia da Covid-19 provocou pelo menos 3.940.888 mortes, resultantes de mais de 181,7 milhões de casos de infeção, de acordo com o balanço em permanente atualização por parte da agência France Presse.
O Ministério Público do Distrito Federal, em Brasília, decidiu iniciar uma "investigação criminal" às suspeitas de irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin pelo Governo de Jair Bolsonaro.
A investigação ao contrato de intenção de compra tinha até agora caráter preliminar.
O contrato está igualmente sob investigação pela Controladoria-Geral da União na esfera administrativa, o que levou o Governo a "suspender" todas as negociações com a farmacêutica indiana Bharat Biotech.