Reportagem
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Covid-19. A situação ao minuto do novo coronavírus no país e no mundo

por RTP

Reuters

Mais atualizações



22h53 - Chipre. Televisão atacada durante manifestação contra restrições

Cerca de cinco mil pessoas manifestaram-se este domingo contras as restrições impostas para controlar a pandemia, ditante do palácio presidencial em Nicosia.

Parte da multidão atacou depois a sede de uma cadeia de televisão local e incendiaram viaturas estacionadas nas imediações.

22h00 - Brasil regista mais 948 mortes com Covid-19 e 34.126 novos casos

21h30 - Número de infeções em França cresce quase 15% em 24 horas

O número de novas infeções aumentou quase 15% em França nas últimas 24 horas, com 12.532 novos casos diagnosticados, num dia em que se registaram cinco mortes atribuídas à covid-19, anunciaram as autoridades de saúde.

Segundo os dados oficiais hoje divulgados, a França aproxima-se de um total de 5,9 milhões de infeções pelo vírus SARS-CoV-2 desde o início da pandemia e, com as cinco mortes registadas nas últimas 24 horas, atingiu os 111.501 óbitos.

No sábado, as autoridades de saúde francesas tinham registado 10.949 novos casos de infeção, menos 1.583 do que os verificados hoje.

A redução da pressão sobre os serviços de saúde registada nos últimos meses inverteu-se hoje, uma vez que o número de doentes internados aumentou para 6.936 (mais 14), estando agora 891 pessoas em unidades de cuidados intensivos.

20h30 - Reino Unido pode chegar aos 200 mil casos Covid-19 diários

20h15 - Coordenador da Task Force quer senhas para evitar filas na vacinação

20H00 - Angola com 98 novos casos e três óbitos

Angola registou, nas últimas 24 horas, mais 98 casos de covid-19, três óbitos e 23 pessoas recuperadas, segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje pela Direção Nacional de Saúde Pública.

Os casos foram notificados no Moxico (35), Huíla (21), Luanda (18), Cunene (18), Benguela (2), Zaire (2), Lunda Sul (1), Namibe (1), com idades entre 5 meses e 93 anos, dos quais 49 do sexo masculino e 49 feminino.

Quanto aos três mortos (dois homens e uma mulher com idades entre 52 e 91 anos), foram reportados na Huíla (2) e no Cunene (1), enquanto 23 pessoas recuperaram da doença.

19H45 - Boris Johnson pede cautela aos britânicos na véspera de levantamento de restrições

19H30 - Covid-19: Guiné-Bissau regista mais um óbito e oito novos casos

A Guiné-Bissau registou mais uma vítima mortal e oito novos casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo dados hoje divulgados pelo Alto Comissariado para a Covid-19.

Segundo os dados, no sábado foram registados oito novos casos para um total acumulado de 4.052 e realizados 206 testes.

O Alto Comissariado para a Covid-19 indica também que foi registada mais uma vítima mortal, elevando para 73 o total acumulado de mortes desde o início da pandemia.

Mais 15 pessoas foram dadas como recuperadas da doença para um total acumulado de 3.706 e há 267 casos ativos no país.

18h00 - Casos aumentam em Itália à boleia das festas relacionadas com o Euro2020

Há seis dias consecutivos que o número de pessoas infetadas com o vírus SARS-CoV-2 sobe em Itália, com o aumento, mesmo ligeiro, a ser relacionado pelas autoridades de saúde com as celebrações dos italianos com as vitórias da sua seleção de futebol no Euro2020.

De sábado para domingo o número de novos casos subiu de 3.121 para 3.127 invertendo a tendência habitual de descida aos fins-de-semana devido à diminuição de testes.

Há também mais pessoas internadas nos hospitais, 1.136 face a 1.111 sábado, referiu o Ministério da Saúde italiano, além das pessoas em cuidados intensivos, cujos casos têm vindo contudo a diminuir, tal como o numero de mortes, três hoje quando sábado se registaram 13. Foi o numero mais baixo de óbitos com Covid-19 desde agosto de 2020.

A partir desta tarde 49,9 por cento da populaçao italiana acima dos 12 anos está completamente vacinada.

17h35 - Mais cinco mortos por Covid-19 e 891 pessoas nos cuidados intensivos hospitalares em França

17h20 - Manifestação "Acorda Portugal" em Lisboa ataca ação dos media

A organização do protesto contra a obrigatoriedade do certificado Covid demarcou-se das palavras de ordem contra os jornalistas entoadas por alguns participantes da manifestação.

O foco do protesto é a falta de liberdade, afirmam.

16h59 - Centenas sem máscara em protesto no Porto contra certificado digital e outras imposições

Algumas centenas de pessoas, quase todas sem máscara, manifestaram-se hoje no Porto contra o certificado digital covid-19 e outras medidas antipandémicas impostas pelo Governo, recusando balizas à liberdade de movimentos.

Mobilizados sobretudo nas redes sociais pelo movimento "Acorda Portugal", os manifestantes concentraram-se durante a tarde, na praça de Leões, junto à Reitoria universitária, descendo até à praça Almeida Garrett, frente à Câmara Municipal, num percurso de cerca de um quilómetro.

Idêntica manifestação foi anunciada para a mesma ocasião, em Lisboa, do Terreiro do Paço à Assembleia da República.

"Saímos à rua para defender a nossa liberdade, e contestar a medida do certificado digital Covid-19 assim como as medidas que constantemente têm vindo a atropelar a nossa Constituição", proclamou o movimento na convocatória dos protestos.

O "Acorda Portugal" diz-se um grupo de cidadãos "sem qualquer ligação a partidos políticos" e reclama ter juntado, em apenas dois dias, 10 mil pessoas num grupo de redes sociais".

16h35 - A pandemia em Portugal por género e idade

No balanço desde o início da pandemia, o maior número de óbitos continua a concentrar-se nos idosos com mais de 80 anos, seguidos da faixa etária entre os 70 e os 79 anos.

Do total de vítimas mortais registadas, até à data, em Portugal 9.033 eram homens e 8.174 mulheres.

Os dados divulgados pela DGS mostram também que estão ativos mais 1.995 casos, para um total de 51.771, e que 1.258 pessoas foram dadas como recuperadas nas últimas 24 horas, o que aumenta o total nacional para 861.707 recuperados.

Nas últimas 24 horas, o número de contactos em vigilância pelas autoridades de saúde decresceu (menos um), situando-se nos 79.710.

O novo coronavírus já infetou em Portugal pelo menos 426.086 homens e 503.969 mulheres, segundo mostram os dados da DGS.

A entidade informa igualmente a existência de 630 casos de infeção em pessoas de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

Sobre a caracterização etária dos novos casos de infeção confirmados, é nos jovens entre os 20 e os 29 anos (homens e mulheres) que se registaram mais casos, com mais 825 infetados nas últimas 24 horas.

Seguem-se as faixas etárias seguintes, 30-39 anos e 40-49 anos, com 575 e 472 novos infetados, respetivamente, em comparação com os dados do dia anterior.

Os dados da DGS mostram igualmente que as crianças entre os 0 e os 09 anos de idade registaram mais 338 casos e os jovens entre os 09 e os 19 anos contabilizaram 450 novos casos.

Entre os quinquagenários registaram-se mais 293 casos, entre os sexagenários 148 novos casos e entre os septuagenários a DGS contabilizou 90 novas infeções.

Na população com mais de 80 anos, o boletim da DGS dá conta de 69 novos casos.

16h19 - Tailândia alarga restrições a mais regiões do país

O governo tailandês anunciou hoje que pretende alargar o confinamento imposto em Bangcoc e nas províncias de alto risco na próxima semana, suspendendo a maioria dos voos internos e expandindo a várias reiões o recolher obrigatório depois de o país ter registado, pelo terceiro dia consecutivo, números recorde de casos covid-19.

15h50 - Vietname volta a suspender serviços com aumento de casos

Hanói, a capital do Vietname, apelou aos cidadãos que ficassem em casa a partir de segunda-feira e ordenou a suspensão de todos os serviços não essenciais devido a novos surtos de covid-19 nos últimos dias, anunciaram as autoridades este domingo.

15h16 - Tóquio2020: Dois futebolistas sul-africanos infetados com o novo coronavírus

Dois jogadores da seleção sul-africana de futebol, assim como um membro do ‘staff’ da equipa instalada na Aldeia Olímpica, estão infetados com o novo coronavírus, confirmou hoje o Comité olímpico sul-africano.

“Três elementos da delegação da equipa sul-africana de futebol tiveram controlos positivos à covid-19 e estão em isolamento. O resto da equipa passou dois testes negativos e vai ser seguida segundo as recomendações das autoridades médicas locais”, indicou o organismo em comunicado.

Os futebolistas infetados são Thabiso Monyane e Kamohelo Mahlatsi, enquanto o terceiro elemento é o analista de vídeo da seleção sul-africana.

14h40 - Mais 3.261 casos de covid-19 e oito mortos em Portugal, nas últimas 24 horas

Este domingo, Portugal registou mais 3.261 infeções e oito vítimas mortais devido à covid-19. Embora se contabilizem mais 1.995 casos ativos, há menos um contacto em vigilância. Registam-se ainda mais 1.258 recuperados.

A região Norte reportou a maioria dos novos casos este domingo: tem mais 1.307 infeções. A região de Lisboa e Vale do Tejo registou mais 1.279 casos, o Algarve mais 259, o Centro 247 e o Alentejo 117. Nos Açores há mais 43 casos e na Madeira mais nove.

Desde ontem, os internamentos aumentaram: há mais 25 doentes em enfermaria e três em cuidados intensivos.

14h23 - Açores com 38 novos casos positivos nas últimas 24 horas

O arquipélago dos Açores registou 38 novos casos positivos de infeção com o novo coroavírus, nas últimas 24 horas, dos quais, 25 na ilha de São Miguel, oito na Terceira, três em São Jorge, um na Graciosa e um nas Flores.

De acordo com o comunicado da Autoridade de Saúde Regional, hoje divulgado, os casos agora detetados de infeção resultam da realização de 1.891 análises realizadas nos laboratórios de referência da Região e duas em laboratórios não convencionados.

Nos casos registados na ilha de São Miguel, oito correspondem a viajantes, não residentes (um no rastreio de sexto dia, quatro com rastreio positivo por sintomatologia e três com rastreio positivo antes do início de viagem interilhas, ao passo que os restantes casos decorrem de transmissão comunitária.

13h43 - Argentina. Médicos realizam festa clandestina em hospital

Um grupo de médicos organizou uma festa clandestina no Hospital Eva Perón, em Buenos Aires, na Argentina, na madrugada deste sábado, provocando revolta às autoridades de saúde e população. De acordo com a imprensa argentina, as autoridades encerraram o evento, que contava com música e dança, depois de uma denúncia feita por vizinhos, devido ao barulho.

Na festa estava pessoal médico e não médico, de vários setores, a maioria jovens. Quinze profissionais de saúde acabaram suspensos pela administração da unidade hospitalar.

De acordo com a diretora do hospitalar, María de los Ángeles Carmona, os médicos garantiram que "apenas se reuniram para comer, mas entretanto ligaram a televisão e a música". Apesar disso, a direção considera que "não há explicação" para organizar este tipo de eventos, no meio de uma pandemia.

"Para as pessoas que trabalham no hospital, nos Cuidados Intensivos, nas zonas Covid, é uma falta de respeito. Assim como para os doentes. Estamos tristes, indignados e com raiva", disse ainda María de los Ángeles Carmona, realçado que o grupo será sancionado.

"Preventivamente, os médicos irão ficar suspensos durante 10 dias, enquanto investigamos todos os pormenores da festa. Depois, logo vemos se não existirão mais sanções", clarificou a diretora do hospital.

12h47 - Casos de infeção no mundo superam os 189 milhões

A pandemia do novo coronavírus ultrapassou os 189 milhões de casos de infeção a nível mundial, com o registo de mais de 463 mil novos contágios nas últimas 24 horas, revela hoje o balanço da France-Presse (AFP).

No total, e desde que o novo coronavírus (SARS-CoV-2) foi identificado na China em dezembro de 2019, mais de 189.911.110 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados em todo o mundo.

12h26 - Bangladesh inicia vacinação de trabalhadores do setor têxtil

As autoridades do Bangladesh começaram hoje a vacinar contra a covid-19 os trabalhadores do setor têxtil, considerados prioritários por ser a principal fonte económica do país, enquanto tentam conter uma nova vaga de infeções.

Segundo noticia a agência EFE, o programa de vacinação arrancou esta manhã no centro têxtil de Gazipur, perto da capital do Bangladesh, onde as autoridades esperam vacinar 10.000 trabalhadores daquele setor ao longo do dia.

“O programa de vacinação dos trabalhadores da indústria começou hoje. O Governo da República Popular do Bangladesh vai garantir a vacinação de todos os trabalhadores e pessoal” da indústria têxtil, disse à EFE o chefe da administração de Gazipur, Tarikul Islam.

11h50 - Restrições e medo reavivaram memórias da guerra colonial

A pandemia reavivou memórias dos combatentes na Guerra Colonial e aumentou o recurso a serviços de apoio psicológico, apesar da dificuldade em realizar sessões presenciais, quando “a solidariedade dos pares é fundamental”.

Para Manuel Diogo, um ex-combatente da Guerra Colonial residente na Guarda, a pandemia trouxe um reavivar de memórias em situações muito específicas, como quando começou a ver as pessoas na rua de máscara, observando um ambiente de desconfiança e medo que também sentiu em Angola, na guerra.

“Em África, no tempo da guerra, íamos passear em Luanda e andávamos a olhar de um lado para o outro a vermos quem nos andava a perseguir. Aqui, agora, acontece a mesma coisa", contou à Lusa.

O presidente da Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA), Manuel Lopes Dias, afirmou que o isolamento a que a pandemia obrigou veio reavivar memórias dos tempos de guerra, que agravaram as dificuldades já sentidas pelos deficientes militares.

“A pandemia trouxe-nos vivências da guerra, como a solidão e o afastamento das nossas famílias, da sociedade e dos amigos, que nós passámos enquanto jovens na Guerra Colonial. Muito nós estamos afetados a nível psicológico porque ninguém volta igual da guerra. Todo o ser humano que é sujeito a uma situação de guerra tem sérias consequências psicológicas, há sempre efeitos traumáticos. E isso nós vivemos outra vez”, afirmou, em entrevista à Lusa.

11h05 - Alemanha regista 1.292 infeções e três mortes nas últimas 24 horas

A Alemanha registou nas últimas 24 horas 1.292 novos casos de covid-19, mais 547 do que no último domingo, e três mortes, aumentando para 91.362 o número de vítimas mortais, anunciaram hoje as autoridades.

Segundo os dados divulgados pelo Instituto Robert Koch de Virologia (RKI), a incidência na Alemanha subiu para 10 casos por 100.000 habitantes em sete dias, após vários dias de um ligeiro, mas constante aumento, quando há uma semana esse indicador era de 6,2 casos de infeção pelo novo coronavírus.

A incidência semanal por 100.000 habitantes é o principal fator na Alemanha para determinar os sucessivos níveis de ação, que começam a ser ativados a partir dos 35 casos e aumentam gradualmente.

O pico foi atingido em dezembro, com 196,7 casos por 100.000 habitantes por semana, um cenário que precipitou o encerramento de lojas, espaços culturais, de restauração e outros serviços não essenciais.

10h38 - Boris Johnson continuará a trabalhar apesar de contacto de risco

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, esteve em contacto com um caso positivo de covid-19, mas apenas cumprirá isolamento profilático quando não estiver a trabalhar, porque está a participar num programa-piloto, anunciou hoje fonte do seu gabinete.

Boris Johnson escapa assim a um isolamento profilático em casa, na véspera do levantamento de quase todas as restrições impostas na Inglaterra devido ao coronavírus, na segunda-feira, já batizado como o “dia da liberdade”.

Johnson e o ministro das Finanças, Rishi Sunak, “foram contactados pelo serviço de saúde pública porque estiveram em contacto com alguém que testou positivo à covid-19”, disse um porta-voz de Downing Street.

O ministro da Saúde, Sajid Javid, anunciou no sábado que testou positivo à doença.

10h06 - Rússia atinge novo máximo semanal de mortes desde o início da pandemia

A Rússia registou hoje um novo máximo semanal de mortes por covid-19, desde o início da pandemia, com 5.417 óbitos nos últimos sete dias, segundo o organismo oficial de combate à covid-19.

De acordo com um levantamento de dados feito pelo órgão oficial TASS, citados pela agência EFE, o novo `recorde` foi registado na última pasada, com um total de 5.077 mortes por coronavírus.

Os números oficiais dão conta de um total de 148.419 mortes por covid-19, na Rússia, desde o início da pandemia.

Nas últimas 24 horas, foram notificados 764 óbitos por coronavírus em todo o país.

Foram ainda detetadas 25.018 novas infeções no conjunto das 85 regiões do país, também nas últimas 24 horas.

Desde 12 de julho, o centro de combate à pandemia registou 174,8 mil novas infeções em todo o país, mais 1,4% do que nos sete dias anteriores.

9h37 - Pandemia acrescentou mais um desafio aos militares destacados no exterior

A pandemia acrescentou mais um fator de "stress" aos militares em missão no exterior mas, em teatros de operações difíceis a missão operacional não parou apesar de "algumas quarentenas" e a família continuou a ser principal preocupação.

Segundo o Centro de Psicologia Aplicada do Exército (CPAE), o principal fator de stress para os militares quando estão em missão é geralmente a saudade da família e da rotina. Com a pandemia, os resultados da avaliação psicológica aos militares mudaram de figura e indicam que “o medo de a família ser infetada, bem como o medo de, após regressarem a Portugal, infetarem a família, algum camarada ou algum amigo” estão no topo das preocupações, afirmou à Lusa o Major Nuno Martins Ribeiro, Chefe do Núcleo de Apoio e Intervenção Psicológica do CPAE.

Em declarações à Lusa, o tenente-coronel Capinha Henriques, que comandou o 7.º contingente português na Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas Para a Estabilização da RCA entre março e novembro de 2020 afirmou que em pleno período agudo da pandemia, a preocupação foi maior: “É lógico que a covid-19 veio incrementar mais uma preocupação, a de controlar a doença e tentar que nada aconteça aos militares. Se houvesse algum com covid-19, teria que fazer o isolamento e ver se a situação não piorava e teria que ser evacuado para cá. Felizmente não aconteceu nenhum caso desses”, disse.

“Estamos a falar de um conjunto de pessoas que são altamente treinadas", explicou. “Não basta só a pressão do combate e da própria missão, mas também a pressão de estar preocupado com a questão da covid-19. E falo por mim, estar preocupado com os meus militares para que eles não tenham covid-19, dá um maior desgaste psicológico. Isso eu não tenho dúvidas, temos é que ter capacidade de ultrapassar”, disse.

9h06 - Morreu encenador de ópera Graham Vick

O encenador de ópera Graham Vick, com alguns dos trabalhos mais aclamados no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, morreu vítima de complicações de saúde provocadas pela covid-19, anunciou hoje a Ópera de Birmingham.

“Estamos devastados por anunciar que hoje, 17 de julho de 2021, Sir Graham Vick, diretor Artístico da Birmingham Opera Company, morreu de complicações decorrentes da covid-19”, pode ler-se na página oficial da companhia, com uma grande fotografia em fundo de Graham Vick.

De acordo com o portal “OperaWire”, especializado em ópera, Graham Vick, inglês, tinha 67 anos.

8h36 - Brasil soma mais 868 mortes e ultrapassa os 541 mil óbitos

O Brasil, um dos países do mundo mais atingidos pela pandemia, atingiu hoje os 541.266 óbitos atribuídos à covid-19, após somar mais 868 mortes nas últimas 24 horas, anunciou o Ministério da Saúde.

Segundo os dados das autoridades de saúde brasileiras, o número de casos confirmados de infeção pelo vírus SARS-CoV-2 subiu para 19.342.448, depois de terem sido registados mais 34.339 novos casos nas últimas 24 horas.

Nas últimas três semanas, o índice de contágio e o número de óbitos caíram substancialmente, embora a média destes indicadores permaneça elevada num país que é o segundo do mundo com mais mortes atribuídas à covid-19, atrás dos Estados Unidos.

Nos últimos sete dias, o número médio de mortes diárias foi de 1.196, enquanto a média de infeções rondou as 39 mil por dia, o nível mais baixo desde janeiro.

8h10 - Detetados primeiros casos entre atletas residentes na Aldeia Olímpica

A organização dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 anunciou hoje que foram detetados os dois primeiros casos de covid-19 entre os atletas residentes na Aldeia Olímpica, na capital do Japão.

A organização não identificou os atletas.

Desde a chegada das delegações, quatro atletas acusaram positivo para a covid-19, de acordo com a organização, que vai fornecer relatórios diários sobre os testes realizados em atletas, pessoal e funcionários acreditados para os Jogos.

O Comité Olímpico Internacional (COI) também confirmou que um dos seus membros, o sul-coreano Seung Min Ryu, foi testado positivo à chegada ao Japão.

Na terça-feira e na quarta-feira, os 102 membros do organismo devem reunir-se num palácio na capital japonesa para a assembleia geral da organização.

No sábado, os organizadores anunciaram o primeiro caso na aldeia, mas não se tratava de um atleta.

A capacidade da Aldeia Olímpica é de 17.000 pessoas.
Ponto da situação

Portugal registou entre sexta e sábado mais 3.677 infeções e cinco mortos. Há 3.677 novos casos de Covid-19 em Portugal e cinco vítimas mortais. Este sábado foram também reportados mais 331 casos ativos, 3.341 recuperados e 86 novos contactos em vigilância.

Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram contabilizados, nas últimas 24 horas, mais 1.581 infeções, na região Norte 1.182, no Algarve 407, no Centro 319 e no Alentejo 104.

No encerramento da cimeira da Comunidade de países Língua Portuguesa, CPLP, Portugal anunciou que irá vai triplicar oferta de vacinas aos PALOP e Timor-Leste, no combate à covid-19.

Na conferência de imprensa final após o encerramento da XIII Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da CPLP,em Luanda, António Costa recordou que Portugal se tinha comprometido a oferecer cinco ppor cento do total de vacinas, mas as contas mais recentes permitem disponibilizar quatro vezes mais.

Os Laboratórios no Aeroporto de Lisboa vão ter horário alargado para testes Covid-19 devido à greve da Groundforce e para garantir que todos os passageiros possam embarcar logo que possível com certificados válidos.

Investigadores britânicos e sul-africanos receiam que a variante Beta do vírus SARS-CoV-2 seja resistente à vacina das AstraZeneca. Na Alemanha, centenas de pessoas voltaram a manifestar-se pela recusa à vacinação contra a Covid-19.