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O setor bancário está proibido de subir as taxas de juro às famílias em dificuldades nos créditos abrangidos por moratórias bancárias, no âmbito das medidas de apoio aprovadas pelo Governo, foi hoje publicado em Diário da República (DR).
"É estabelecida a proibição de agravamento da taxa de juro e são densificados os indícios de degradação da capacidade financeira, como a situação de desemprego, a perda de rendimentos ou o facto de o cliente desenvolver a sua atividade profissional num setor em dificuldades", pode ler-se no decreto-lei hoje conhecido.
O texto legislativo especifica as condições dos apoios que o Governo aprovou em Conselho de Ministros no passado dia 29 de julho, e que foram promulgados pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na quarta-feira.
No caso, as famílias poderão beneficiar de uma "proteção adicional no âmbito do Plano de Ação para o Risco de Incumprimento (PARI) e no âmbito do Procedimento Extrajudicial de Regularização de Situações de Incumprimento (PERSI)", conforme aprovado em Conselho de Ministros.
No PARI, "deve ser promovida, no prazo de 30 dias anteriores à data de cessação da moratória, a avaliação de eventuais indícios de degradação da situação financeira do cliente bancário", devendo ser apresentadas propostas para a resolução da situação "no prazo de 15 dias anteriores à cessação dessa moratória".
Já no PERSI, os clientes mantêm as garantias previstas no regime de 2012 pelo período de 90 dias, "designadamente a garantia contra a resolução do contrato ou contra a interposição de ações judiciais por parte da instituição mutuante".
"São também reforçados os deveres de monitorização dos clientes bancários, que se concretizam na necessidade de as instituições desenvolverem as diligências necessárias para a identificação de indícios de degradação da capacidade financeira dos clientes, com regularidade mínima a definir pelo Banco de Portugal", refere ainda o decreto-lei do Governo.
O texto hoje publicado especifica que "as instituições de crédito não podem agravar a taxa de juro dos contratos de crédito no âmbito de acordos celebrados com os clientes bancários que visem a prevenção ou a regularização de situações de incumprimento", que se soma à proibição de cobrança de comissões na renegociação de contratos, que já estava em vigor.
"São ainda identificadas, a título exemplificativo, e sem prejuízo de outras propostas que as instituições considerem mais adequadas à situação financeira, objetivos e necessidades dos clientes bancários, as propostas que poderão ser apresentadas aos clientes, no prazo de 15 dias, para prevenir ou regularizar incumprimentos", pode ler-se no texto hoje publicado em DR.
De resto, o decreto-lei estabelece que "as soluções acordadas devem ainda ser sujeitas a uma avaliação posterior que permita averiguar da eficácia das mesmas", sendo também reforçados os "deveres de reporte das instituições de crédito, nomeadamente de informação quantitativa, permitindo a adequada supervisão e sancionamento, em caso de incumprimento, pelo Banco de Portugal".
As medidas do Governo revitalizam ainda "a rede extrajudicial de apoio a clientes bancários, integrando, na sua composição, os centros de informação e arbitragem de conflitos de consumo".
As soluções que permitam o aumento da ocupação dos espaços culturais serão decididas, segundo a Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC), em reuniões que vão envolver, além daquela entidade, a Direção-Geral da Saúde (DGS) e associações representativas do setor.
A DGS publicou hoje uma atualização da orientação relativa à utilização de equipamentos culturais, que inclui o aumento da ocupação máxima dos espaços culturais para 66%, de acordo com a resolução aprovada na semana passada pelo Governo em Conselho de Ministros.
Num comunicado hoje divulgado no seu 'site' oficial, a IGAC lembra que "a mesma resolução prevê, numa segunda fase, o aumento da ocupação dos equipamentos culturais para 75% e, posteriormente, para 100%".
"Assim, a Orientação (da DGS) terá de ser revista e adaptada por forma a encontrar soluções para o aumento progressivo da sua ocupação pelo que serão agendadas reuniões entre a DGS, a IGAC e associações representativas do setor na perspetiva de serem encontradas as melhores soluções técnicas para este aumento de lotação", revela aquele organismo.
A partir de 1 de agosto, a capacidade de lotação dos recintos para acolher espetáculos culturais passou de 50% para 66%, com limitação horária até às 02:00 em todo o território.
A capacidade dos recintos para eventos culturais subirá para 75% em setembro, quando se prevê que 70% da população tenha a vacinação completa.
Segundo o plano do Governo, 85% da população terá a vacinação completa previsivelmente em outubro, e nessa altura os espetáculos poderão ter lotação completa.
Será exigida a apresentação de certificado ou teste negativo à covid-19 nos eventos culturais, desportivos ou corporativos com mais de mil pessoas (em recinto aberto) ou 500 pessoas (em recinto fechado).
A Direção-Geral da Saúde (DGS) confirma à RTP que está a analisar o reconhecimento de outras vacinas contra a Covid-19. O reconhecimento de vacinas diferentes das que fazem parte do Certificado Digital Europeu permitiria que pessoas com vacinação completa de vários países não fossem obrigadas a fazer quarentena, aquando da chegada a Portugal.
A Direcção-geral da Saúde recomenda que o público tenha lugar marcado e que, mesmo em caso de espetáculos gratuitos, seja atribuído bilhete a cada assistente. A norma aborda também o distanciamento físico, delimitação de espaço e as provas de vacinação ou de testagem negativa contra a Covid-19.
O infeciologista António Silva Graça considera que é preciso mais estudos sobre as vantagens de vacinação dos jovens entre os 12 e os 15 anos.
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23h58 - Argentina levanta restrições impostas pela pandemia de Covid-19, devido à queda de novos casos e do índice de mortalidade, à beira de atingir 5 milhões de infeções e ao registar mais de 107.000 mortes.
Entre as novas medidas incluem-se a reabertura das escolas e a revisão em alta tanto do número de pessoas permitidas em reunião presencial como da quantidade de pessoas autorizadas a entrar no país, das actuais 1000 para 1700.
Entre as novas medidas incluem-se a reabertura das escolas e a revisão em alta tanto do número de pessoas permitidas em reunião presencial como da quantidade de pessoas autorizadas a entrar no país, das actuais 1000 para 1700.
23h52 - EUA admitem problema na cadeia de inoculação devido à variante delta
Os Estados Unidos admitiram hoje problemas na cadeia de inoculação devido à progressão da variante delta no país, apesar de considerarem que os planos de estímulo poderão ser suficientes para compensar esse efeito.
"Até à data assistimos a um impacto direto da (variante) delta na economia (dos EUA), mas antecipamos impactos na cadeia de inoculação", disse na conferência de imprensa diário a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki.
A porta-voz recordou que a expansão da variante delta em países como a Malásia e Vietname "teve impacto na cadeia de inoculação" global, que "certamente afeta algumas indústrias dos Estados Unidos, como a do automóvel", onde se "agravaram" os problemas já existentes.
Ao ser questionada sobre a eventualidade de novas medidas económicas pela administração de Joe Biden, Psaki considerou que os pacotes de apoio financeiro até agora aprovados poderão ser suficientes.
Os Estados Unidos admitiram hoje problemas na cadeia de inoculação devido à progressão da variante delta no país, apesar de considerarem que os planos de estímulo poderão ser suficientes para compensar esse efeito.
"Até à data assistimos a um impacto direto da (variante) delta na economia (dos EUA), mas antecipamos impactos na cadeia de inoculação", disse na conferência de imprensa diário a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki.
A porta-voz recordou que a expansão da variante delta em países como a Malásia e Vietname "teve impacto na cadeia de inoculação" global, que "certamente afeta algumas indústrias dos Estados Unidos, como a do automóvel", onde se "agravaram" os problemas já existentes.
Ao ser questionada sobre a eventualidade de novas medidas económicas pela administração de Joe Biden, Psaki considerou que os pacotes de apoio financeiro até agora aprovados poderão ser suficientes.
23h47 - Angola reabre casinos na revisão das medidas de controlo da pandemia
O Governo angolano manteve a maioria das medidas de prevenção e combate à Covid-19, com algumas alterações, a destacar-se a abertura de casinos, que se encontravam encerrados desde o início da pandemia no país, em março de 2020.
As novas medidas do Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública, que foram hoje apresentadas pelo ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, vão vigorar nos próximos 30 dias, com vigência a partir deste domingo, até 6 de setembro de 2021.
Adão de Almeida disse que casinos e salas de jogos vão começar a funcionar a partir de domingo, num período que pode ir até às 22:00, mas mantendo-se o encerramento de discotecas e outras casas de diversão noturna, devendo funcionar com um máximo de 50% da sua capacidade de lotação e com uso obrigatório de máscara facial.
Também a realização de espetáculos de música foi autorizada a ter uma taxa de ocupação de até 75% da capacidade do espaço, contra os 50% anteriores.
O Governo angolano manteve a maioria das medidas de prevenção e combate à Covid-19, com algumas alterações, a destacar-se a abertura de casinos, que se encontravam encerrados desde o início da pandemia no país, em março de 2020.
As novas medidas do Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública, que foram hoje apresentadas pelo ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, vão vigorar nos próximos 30 dias, com vigência a partir deste domingo, até 6 de setembro de 2021.
Adão de Almeida disse que casinos e salas de jogos vão começar a funcionar a partir de domingo, num período que pode ir até às 22:00, mas mantendo-se o encerramento de discotecas e outras casas de diversão noturna, devendo funcionar com um máximo de 50% da sua capacidade de lotação e com uso obrigatório de máscara facial.
Também a realização de espetáculos de música foi autorizada a ter uma taxa de ocupação de até 75% da capacidade do espaço, contra os 50% anteriores.
23h40 - Número de mortos com Covid-19 confirmados sobe aos 243.733 no México, com o registo de mais 568 óbitos em 24h. O pais contabilizou ainda mais 21.563 casos de contágio, colocando o México à beira dos três milhões de infetados.
23h30 - Japão ultrapassou 1 milhão de casos de infeção, de acordo com a imprensa local, à medida que surtos declarados em Tóquio capital do Jogos Olímpicos se espalharam pelo resto do país, com as autoridades incapazes de deter a rapidez de contágios com a variante Delta do SARS-CoV-2.
23h15 - Mais de 2.000 pessoas detidas em Angola por tentarem violar cerca sanitária
As autoridades angolanas detiveram 2.148 pessoas na última semana por tentativa de entrada ilegal de estrangeiros e saída de cidadãos nacionais, em violação das regras de prevenção impostas pela Covid-19, informou o Governo.
Segundo o ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, Francisco Furtado, as províncias onde se registam mais violações das regras de prevenção são o Cunene (sul), Lunda Norte e Zaire, estas últimas no norte do país, na fronteira com a República Democrática do Congo).
Francisco Furtado disse que, dos 2.148 cidadãos detidos na última semana, 1.068 são estrangeiros e os demais angolanos.
O dirigente angolano salientou que "boa parte das pessoas intercetadas, principalmente nestas duas fronteiras do norte e do sul, são cidadãos oriundos de Luanda e de outras províncias".
"Esta é mais uma razão que nos leva a acautelar a não abertura da cerca sanitária, porque estas pessoas estão a transitar para territórios onde a circulação do vírus de maior letalidade poderá trazer consequências para a capital do país, face ao maior aglomerado populacional", indicou.
As autoridades angolanas detiveram 2.148 pessoas na última semana por tentativa de entrada ilegal de estrangeiros e saída de cidadãos nacionais, em violação das regras de prevenção impostas pela Covid-19, informou o Governo.
Segundo o ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, Francisco Furtado, as províncias onde se registam mais violações das regras de prevenção são o Cunene (sul), Lunda Norte e Zaire, estas últimas no norte do país, na fronteira com a República Democrática do Congo).
Francisco Furtado disse que, dos 2.148 cidadãos detidos na última semana, 1.068 são estrangeiros e os demais angolanos.
O dirigente angolano salientou que "boa parte das pessoas intercetadas, principalmente nestas duas fronteiras do norte e do sul, são cidadãos oriundos de Luanda e de outras províncias".
"Esta é mais uma razão que nos leva a acautelar a não abertura da cerca sanitária, porque estas pessoas estão a transitar para territórios onde a circulação do vírus de maior letalidade poderá trazer consequências para a capital do país, face ao maior aglomerado populacional", indicou.
23h00 - Presidente Joe Biden prolonga moratória no pagamento de empréstimos dos estudantes
A Administração Biden anunciou o prolongamento por mais quatro meses, até 30 de janeiro de 2022, da moratória sobre os pagamentos dos empréstimos para pagar as propinas escolares, devido às dificuldades económicas provocadas pela pandemia.
De acordo com o comunicado, a Administração refere que este é o "último prazo" e espera que este novo calendário "permita aos mutuários programar a retoma dos pagamentos e que isto reduza o risco de falta de pagamento".
A suspensão dos reembolsos dos empréstimos estudantis foi uma das medidas do plano de urgência lançado em março de 2020 pelo ex-Presidente Donald Trump para fazer face à pandemia.
O Banco Central dos Estados Unidos, o Fed, indicou num relatório de junho de 2021 que o montante total dos empréstimos estudantis no país atingiu os 1.700 mil milhões de dólares, sendo a segunda causa de endividamento das familias a seguir ao imobiliário.
A Administração Biden anunciou o prolongamento por mais quatro meses, até 30 de janeiro de 2022, da moratória sobre os pagamentos dos empréstimos para pagar as propinas escolares, devido às dificuldades económicas provocadas pela pandemia.
De acordo com o comunicado, a Administração refere que este é o "último prazo" e espera que este novo calendário "permita aos mutuários programar a retoma dos pagamentos e que isto reduza o risco de falta de pagamento".
A suspensão dos reembolsos dos empréstimos estudantis foi uma das medidas do plano de urgência lançado em março de 2020 pelo ex-Presidente Donald Trump para fazer face à pandemia.
O Banco Central dos Estados Unidos, o Fed, indicou num relatório de junho de 2021 que o montante total dos empréstimos estudantis no país atingiu os 1.700 mil milhões de dólares, sendo a segunda causa de endividamento das familias a seguir ao imobiliário.
22h40 - Brasil. Mais 42.159 casos de infeção e 1.056 óbitos nas últimas 24h
O número total de casos no Brasil ultrapassa agora os 20.100 desde o início da pandemia, enquanto as mortes subiram acima das 561 mil, de acordo com dados do Ministério da Saúde brasileiro, naquele que é o terceiro pior registo mundial da Covid-19 atrás da Índia e dos Estados Unidos.
O número total de casos no Brasil ultrapassa agora os 20.100 desde o início da pandemia, enquanto as mortes subiram acima das 561 mil, de acordo com dados do Ministério da Saúde brasileiro, naquele que é o terceiro pior registo mundial da Covid-19 atrás da Índia e dos Estados Unidos.
O estado de São Paulo mantém a liderança absoluta em número de mortes e casos no Brasil, com um total de 140.248 vítimas mortais e 4.104.768 casos confirmados da doença.
Em relação às mortes, no segundo lugar surge o Rio de Janeiro (59.787), seguido por Minas Gerais (51.088), Paraná (35.649) e Rio Grande do Sul (33.533).
Já em números totais de casos, o segundo lugar é ocupado por Minas Gerais (1.991.198), seguido pelo Paraná (1.398.609), Rio Grande do Sul (1.379.224) e Bahia (1.200.275).
Em relação às mortes, no segundo lugar surge o Rio de Janeiro (59.787), seguido por Minas Gerais (51.088), Paraná (35.649) e Rio Grande do Sul (33.533).
Já em números totais de casos, o segundo lugar é ocupado por Minas Gerais (1.991.198), seguido pelo Paraná (1.398.609), Rio Grande do Sul (1.379.224) e Bahia (1.200.275).
21h43 - Internamentos em UCI com "tendência estável a decrescente"
O número de internamentos em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) regista uma "tendência estável a decrescente", com redução de cinco pontos percentuais face à semana passada, informou hoje o relatório de monitorização das "linhas vermelhas" para a covid-19 em Portugal.
"O número de casos de COVID-19 internados em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) no continente revelou uma tendência estável a decrescente, correspondendo a 77% (na semana anterior foi de 82%) do valor crítico definido de 255 camas ocupadas. O maior número de internados observa-se atualmente na região de LVT (Lisboa Vale do Tejo) (106), onde foi ultrapassado o limiar crítico regional definido", refere o documento da Direção-Geral de Saúde (DGS) e do Instituto Nacional Doutor Ricardo Jorge (INSA).
De acordo com o relatório, na quarta-feira registaram-se 196 doentes internados em UCI, dos quais 54% correspondem à região LVT, representando 103% do limite regional de 103 camas definido no documento.
O grupo etário com maior número internamentos em UCI é o dos 60 aos 79 anos, tendo-se registado, nesta última faixa, 88 novos casos na quarta-feira.
"Salienta-se o aumento mantido deste grupo etário, tendo ultrapassado o número de internados no grupo etário dos 40-59 anos", lê-se no relatório.
O número de internamentos em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) regista uma "tendência estável a decrescente", com redução de cinco pontos percentuais face à semana passada, informou hoje o relatório de monitorização das "linhas vermelhas" para a covid-19 em Portugal.
"O número de casos de COVID-19 internados em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) no continente revelou uma tendência estável a decrescente, correspondendo a 77% (na semana anterior foi de 82%) do valor crítico definido de 255 camas ocupadas. O maior número de internados observa-se atualmente na região de LVT (Lisboa Vale do Tejo) (106), onde foi ultrapassado o limiar crítico regional definido", refere o documento da Direção-Geral de Saúde (DGS) e do Instituto Nacional Doutor Ricardo Jorge (INSA).
De acordo com o relatório, na quarta-feira registaram-se 196 doentes internados em UCI, dos quais 54% correspondem à região LVT, representando 103% do limite regional de 103 camas definido no documento.
O grupo etário com maior número internamentos em UCI é o dos 60 aos 79 anos, tendo-se registado, nesta última faixa, 88 novos casos na quarta-feira.
"Salienta-se o aumento mantido deste grupo etário, tendo ultrapassado o número de internados no grupo etário dos 40-59 anos", lê-se no relatório.
21h38 - A Guiné-Bissau registou 23 novos casos de infeção pelo novo coronavírus. Segundo dados hoje divulgados pelo Alto Comissariado para a Covid-19, na quinta-feira, foram registados mais 23 casos, elevando o total acumulado a 4.702, e realizados 85 testes.
Mais 43 pessoas foram dadas como recuperadas da doença, aumentando o total acumulado para 4.099, e há 518 casos ativos no país. Desde o início da pandemia, a Guiné-Bissau já registou 79 vítimas mortais devido à covid-19.
21h36 - Angola registou 220 novas infeções pelo novo coronavírus, 10 óbitos e 165 recuperações da doença, nas últimas 24 horas.
21h35 - Governo angolano mantém cerca sanitária em Luanda até final deste mês
O ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do Presidente da República de Angola disse hoje que a cerca sanitária na província de Luanda vai manter-se até final deste mês.
Francisco Furtado falava na conferência de imprensa de apresentação das novas medidas do Decreto Presidencial sobre a situação de calamidade pública.
Segundo o governante, é sintomático o aumento diário de casos positivos de covid-19 no país, sendo a evolução epidemiológica preocupante em algumas províncias ao longo da fronteira nacional, especialmente na Lunda Norte, Moxico e Cunene.
O dirigente angolano frisou que o movimento das populações nas zonas fronteiriças com os países vizinhos da República Democrática do Congo, Zâmbia e Namíbia, está a potenciar a importação do novo coronavírus.
"E de igual modo os aglomerados de pessoas em mercados, paragens de transportes coletivos e não uso de máscara facial tem propiciado o contágio do vírus SARS-CoV-2 nas comunidades", disse.
Em Luanda regista-se o abrandamento de casos positivos e o aumento de recuperados da doença, no entanto, prosseguiu Francisco Furtado, a recuperação é também acompanhada de um incremento de novos casos, particularmente nas províncias fronteiriças.
"O que levou a que o grupo técnico da comissão multissetorial das várias análises feitas ter concluído que a cerca sanitária da província de Luanda perdurará durante o mês de agosto, visando solucionar determinadas questões, nomeadamente o aumento do processo de vacinação e também o aumento do sistema de controlo das fronteiras e de testagem nas regiões mais afetadas", afirmou.
Por sua vez, o secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda salientou que a cerca sanitária em Luanda tem contido a transmissão galopante do vírus em todo o território nacional, sendo a capital angolana uma porta de entrada importante, "o que preveniu o colapso do sistema nacional de saúde".
O ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do Presidente da República de Angola disse hoje que a cerca sanitária na província de Luanda vai manter-se até final deste mês.
Francisco Furtado falava na conferência de imprensa de apresentação das novas medidas do Decreto Presidencial sobre a situação de calamidade pública.
Segundo o governante, é sintomático o aumento diário de casos positivos de covid-19 no país, sendo a evolução epidemiológica preocupante em algumas províncias ao longo da fronteira nacional, especialmente na Lunda Norte, Moxico e Cunene.
O dirigente angolano frisou que o movimento das populações nas zonas fronteiriças com os países vizinhos da República Democrática do Congo, Zâmbia e Namíbia, está a potenciar a importação do novo coronavírus.
"E de igual modo os aglomerados de pessoas em mercados, paragens de transportes coletivos e não uso de máscara facial tem propiciado o contágio do vírus SARS-CoV-2 nas comunidades", disse.
Em Luanda regista-se o abrandamento de casos positivos e o aumento de recuperados da doença, no entanto, prosseguiu Francisco Furtado, a recuperação é também acompanhada de um incremento de novos casos, particularmente nas províncias fronteiriças.
"O que levou a que o grupo técnico da comissão multissetorial das várias análises feitas ter concluído que a cerca sanitária da província de Luanda perdurará durante o mês de agosto, visando solucionar determinadas questões, nomeadamente o aumento do processo de vacinação e também o aumento do sistema de controlo das fronteiras e de testagem nas regiões mais afetadas", afirmou.
Por sua vez, o secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda salientou que a cerca sanitária em Luanda tem contido a transmissão galopante do vírus em todo o território nacional, sendo a capital angolana uma porta de entrada importante, "o que preveniu o colapso do sistema nacional de saúde".
21h32 - Cabo Verde registou 35 novos infetados pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, o mesmo valor do dia anterior, aumentando para 33.976 o acumulado de casos positivos desde o início da pandemia. O país chegou a 33.976 o acumulado de casos positivos desde o início da pandemia no país, em 19 de março de 2020, dois quais 298 resultaram em óbitos e há ainda a contabilizar 427 casos ativos.
21h30 - Regulador europeu identifica trombocitopenia imune como efeito secundário de vacina da Janssen
A Agência Europeia do Medicamento identificou como efeito secundário da vacina contra a covid-19 da farmacêutica Janssen a trombocitopenia imune, uma doença autoimune que leva à diminuição ou destruição das plaquetas no sangue, essenciais no processo de coagulação.
O regulador europeu do medicamento (EMA, na sigla em inglês) concluiu ainda que vários casos notificados de desmaios e zumbidos estão relacionados com a toma desta vacina de dose única.
Apesar disto, a EMA mantém inalterada a relação risco-benefício da vacina da farmacêutica do grupo norte-americano Johnson & Johnson, realçando que previne as hospitalizações e mortes por covid-19.
Os peritos do comité de segurança da EMA recomendaram, numa reunião esta semana, atualizar a informação sobre a vacina para incluir a trombocitopenia imune como uma "reação adversa" e aconselharam que fosse mencionada no plano de gestão de riscos como um "risco importante identificado".
Na origem da recomendação estiveram casos notificados que constam da base de dados europeia e norte-americana de possíveis efeitos secundários, assim como dados de segurança global da farmacêutica e artigos científicos.
21h27 - Banca proibida de subir juros às famílias com créditos em moratória
O regulador europeu do medicamento (EMA, na sigla em inglês) concluiu ainda que vários casos notificados de desmaios e zumbidos estão relacionados com a toma desta vacina de dose única.
Apesar disto, a EMA mantém inalterada a relação risco-benefício da vacina da farmacêutica do grupo norte-americano Johnson & Johnson, realçando que previne as hospitalizações e mortes por covid-19.
Os peritos do comité de segurança da EMA recomendaram, numa reunião esta semana, atualizar a informação sobre a vacina para incluir a trombocitopenia imune como uma "reação adversa" e aconselharam que fosse mencionada no plano de gestão de riscos como um "risco importante identificado".
Na origem da recomendação estiveram casos notificados que constam da base de dados europeia e norte-americana de possíveis efeitos secundários, assim como dados de segurança global da farmacêutica e artigos científicos.
21h27 - Banca proibida de subir juros às famílias com créditos em moratória
O setor bancário está proibido de subir as taxas de juro às famílias em dificuldades nos créditos abrangidos por moratórias bancárias, no âmbito das medidas de apoio aprovadas pelo Governo, foi hoje publicado em Diário da República (DR).
"É estabelecida a proibição de agravamento da taxa de juro e são densificados os indícios de degradação da capacidade financeira, como a situação de desemprego, a perda de rendimentos ou o facto de o cliente desenvolver a sua atividade profissional num setor em dificuldades", pode ler-se no decreto-lei hoje conhecido.
O texto legislativo especifica as condições dos apoios que o Governo aprovou em Conselho de Ministros no passado dia 29 de julho, e que foram promulgados pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na quarta-feira.
No caso, as famílias poderão beneficiar de uma "proteção adicional no âmbito do Plano de Ação para o Risco de Incumprimento (PARI) e no âmbito do Procedimento Extrajudicial de Regularização de Situações de Incumprimento (PERSI)", conforme aprovado em Conselho de Ministros.
No PARI, "deve ser promovida, no prazo de 30 dias anteriores à data de cessação da moratória, a avaliação de eventuais indícios de degradação da situação financeira do cliente bancário", devendo ser apresentadas propostas para a resolução da situação "no prazo de 15 dias anteriores à cessação dessa moratória".
Já no PERSI, os clientes mantêm as garantias previstas no regime de 2012 pelo período de 90 dias, "designadamente a garantia contra a resolução do contrato ou contra a interposição de ações judiciais por parte da instituição mutuante".
"São também reforçados os deveres de monitorização dos clientes bancários, que se concretizam na necessidade de as instituições desenvolverem as diligências necessárias para a identificação de indícios de degradação da capacidade financeira dos clientes, com regularidade mínima a definir pelo Banco de Portugal", refere ainda o decreto-lei do Governo.
O texto hoje publicado especifica que "as instituições de crédito não podem agravar a taxa de juro dos contratos de crédito no âmbito de acordos celebrados com os clientes bancários que visem a prevenção ou a regularização de situações de incumprimento", que se soma à proibição de cobrança de comissões na renegociação de contratos, que já estava em vigor.
"São ainda identificadas, a título exemplificativo, e sem prejuízo de outras propostas que as instituições considerem mais adequadas à situação financeira, objetivos e necessidades dos clientes bancários, as propostas que poderão ser apresentadas aos clientes, no prazo de 15 dias, para prevenir ou regularizar incumprimentos", pode ler-se no texto hoje publicado em DR.
De resto, o decreto-lei estabelece que "as soluções acordadas devem ainda ser sujeitas a uma avaliação posterior que permita averiguar da eficácia das mesmas", sendo também reforçados os "deveres de reporte das instituições de crédito, nomeadamente de informação quantitativa, permitindo a adequada supervisão e sancionamento, em caso de incumprimento, pelo Banco de Portugal".
As medidas do Governo revitalizam ainda "a rede extrajudicial de apoio a clientes bancários, integrando, na sua composição, os centros de informação e arbitragem de conflitos de consumo".
20h36 - Espetáculos culturais passam a ter novas regras
20h30 - Coronavírus. Investigadores portugueses descobrem variantes capazes de escapar aos anti-corpos
20h28 - Terceira dose da vacina para já posta de parte
20h23 - Férias fizeram disparar as faltas na vacinação
20h21 - Portugal já tem 70% da população com a vacina iniciada
19h48 - UGT/Açores quer prorrogação dos programas de manutenção do emprego
A UGT/Açores reivindicou hoje a prorrogação dos programas de manutenção do emprego, como o 'lay-off', e uma "rápida implementação" do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) devido ao "agravamento" da pandemia da covid-19 na região.
Em nota de imprensa, a UGT/Açores disse ser "oportuno reivindicar a manutenção e o reforço das medidas de apoio à economia e ao emprego" devido ao "agravamento" da pandemia da covid-19 nos Açores e no resto do país.
Entre essas medidas, a UGT defende a "prorrogação dos programas de manutenção do emprego ao abrigo do apoio especial às empresas, designadamente no que diz respeito ao 'lay-off'".
A central sindical pretende uma "rápida implementação do PRR para "apoiar" e "recuperar o maior número de empresas e de empregos possível".
A UGT/Açores quer ainda uma "aplicação criteriosa" do PRR e dos restantes fundos comunitários, investindo no "apoio às empresas" para não repetir os "erros do passado".
"A UGT/Açores defende a necessidade urgente de se encetarem negociações junto do setor bancário para o prolongamento das moratórias junto das empresas e dos agentes económicos que se mostrem economicamente viáveis, geradores riqueza e emprego", acrescentou a central sindical.
Segundo a UGT/Açores, aquelas reivindicações "tornam-se agora mais pertinentes e oportunas do que nunca", devido aos dados preliminares do Censos 2021, que dão conta de uma quebra de população residente no arquipélago açoriano.
Os Açores registaram uma quebra de população residente de 4,1% desde 2011, segundo os dados preliminares dos Censos 2021, revelados a 28 de junho, com o concelho da Madalena, na ilha do Pico, a ser o único a registar crescimento (4,7%).
A UGT/Açores reivindicou hoje a prorrogação dos programas de manutenção do emprego, como o 'lay-off', e uma "rápida implementação" do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) devido ao "agravamento" da pandemia da covid-19 na região.
Em nota de imprensa, a UGT/Açores disse ser "oportuno reivindicar a manutenção e o reforço das medidas de apoio à economia e ao emprego" devido ao "agravamento" da pandemia da covid-19 nos Açores e no resto do país.
Entre essas medidas, a UGT defende a "prorrogação dos programas de manutenção do emprego ao abrigo do apoio especial às empresas, designadamente no que diz respeito ao 'lay-off'".
A central sindical pretende uma "rápida implementação do PRR para "apoiar" e "recuperar o maior número de empresas e de empregos possível".
A UGT/Açores quer ainda uma "aplicação criteriosa" do PRR e dos restantes fundos comunitários, investindo no "apoio às empresas" para não repetir os "erros do passado".
"A UGT/Açores defende a necessidade urgente de se encetarem negociações junto do setor bancário para o prolongamento das moratórias junto das empresas e dos agentes económicos que se mostrem economicamente viáveis, geradores riqueza e emprego", acrescentou a central sindical.
Segundo a UGT/Açores, aquelas reivindicações "tornam-se agora mais pertinentes e oportunas do que nunca", devido aos dados preliminares do Censos 2021, que dão conta de uma quebra de população residente no arquipélago açoriano.
Os Açores registaram uma quebra de população residente de 4,1% desde 2011, segundo os dados preliminares dos Censos 2021, revelados a 28 de junho, com o concelho da Madalena, na ilha do Pico, a ser o único a registar crescimento (4,7%).
19h41 - Demite-se o diretor do Serviço de Obstetrícia do Hospital de Setúbal
O diretor do serviço de Obstetrícia do Hospital de Setúbal, Pinto de Almeida, demitiu-se hoje do cargo devido à falta de profissionais que obrigou ao encerramento da urgência esta semana, revelou a Ordem dos Médicos.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da região sul da Ordem dos Médicos, Valentim Lourenço, disse ter tido conhecimento hoje de que o diretor do serviço de Obstetrícia do Hospital de Setúbal havia colocado o lugar à disposição.
Apesar de não conhecer a carta de demissão, Valentim Lourenço adiantou que os motivos que levaram Pinto de Almeida a deixar o cargo "têm a ver com esta sucessão de eventos que culminaram com os encerramentos da urgência".
De acordo com o presidente da região sul da Ordem dos Médicos, há uma "incapacidade de gerir uma urgência que tem que encerrar, que não tem pessoal suficiente".
Em declarações à agência Lusa, o presidente da região sul da Ordem dos Médicos, Valentim Lourenço, disse ter tido conhecimento hoje de que o diretor do serviço de Obstetrícia do Hospital de Setúbal havia colocado o lugar à disposição.
Apesar de não conhecer a carta de demissão, Valentim Lourenço adiantou que os motivos que levaram Pinto de Almeida a deixar o cargo "têm a ver com esta sucessão de eventos que culminaram com os encerramentos da urgência".
De acordo com o presidente da região sul da Ordem dos Médicos, há uma "incapacidade de gerir uma urgência que tem que encerrar, que não tem pessoal suficiente".
19h35 - Madeira regista 21 novos casos e 21 recuperações
A Madeira registou hoje 21 novos casos de covid-19 e 21 recuperações, mantendo o total de infeções ativas em 236, indicou a Direção Regional da Saúde, referindo também que nove doentes estão hospitalizados.
Entre os novos casos, 13 são de transmissão local e oito foram importados - dois de Lisboa e Vale do Tejo, um do Reino Unido, um da África do Sul, um da França, um da Venezuela, um da Rússia e um da Bielorrússia.
O arquipélago contabiliza agora 10.417 situações confirmados de covid-19 desde o início da pandemia, já com 10.106 recuperados, e 75 óbitos associados à doença.
A Madeira registou hoje 21 novos casos de covid-19 e 21 recuperações, mantendo o total de infeções ativas em 236, indicou a Direção Regional da Saúde, referindo também que nove doentes estão hospitalizados.
Entre os novos casos, 13 são de transmissão local e oito foram importados - dois de Lisboa e Vale do Tejo, um do Reino Unido, um da África do Sul, um da França, um da Venezuela, um da Rússia e um da Bielorrússia.
O arquipélago contabiliza agora 10.417 situações confirmados de covid-19 desde o início da pandemia, já com 10.106 recuperados, e 75 óbitos associados à doença.
19h19 - A Espanha registou 21.561 novos casos da doença covid-19 e 75 óbitos nas últimas 24 horas, segundo dados do Ministério da Saúde, que apontam igualmente que a incidência acumulada de infeções no país continua a descer.
19h18 - PM quer Cabo Verde entre os primeiros de África com mais de 70% de vacinação
O primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, mostrou-se hoje confiante em alcançar a meta de vacinar pelo menos 70% da população adulta ainda este ano e tornar-se num dos primeiros países africanos a superar esses níveis.
"Tenho certeza que vamos atingir a meta e colocar Cabo Verde como um dos primeiros países africanos a estar com níveis superiores a 70% da população vacinada", previu Correia e Silva, após uma visita de dois dias a postos de vacinação de Santa Catarina, São Salvador do Mundo e São Lourenço dos Órgãos, no interior da ilha de Santiago.
O Governo cabo-verdiano estabeleceu a meta de vacinar contra a covid-19 pelo menos 70% da população adulta antes do final do ano, num processo que está mais atrasado na ilha de Santiago, com uma taxa inferior aos cerca de 43% a nível nacional.
O primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, mostrou-se hoje confiante em alcançar a meta de vacinar pelo menos 70% da população adulta ainda este ano e tornar-se num dos primeiros países africanos a superar esses níveis.
"Tenho certeza que vamos atingir a meta e colocar Cabo Verde como um dos primeiros países africanos a estar com níveis superiores a 70% da população vacinada", previu Correia e Silva, após uma visita de dois dias a postos de vacinação de Santa Catarina, São Salvador do Mundo e São Lourenço dos Órgãos, no interior da ilha de Santiago.
O Governo cabo-verdiano estabeleceu a meta de vacinar contra a covid-19 pelo menos 70% da população adulta antes do final do ano, num processo que está mais atrasado na ilha de Santiago, com uma taxa inferior aos cerca de 43% a nível nacional.
18h50 - Até as 17h00 de hoje, cerca de 94 mil jovens de 16 e 17 anos já tinham feito auto-agendamento para vacinação.
18h20 - Reconhecimento de vacinas produzidas na Índia pode estar para breve
O secretario de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, afirmou hoje que será divulgada em breve informação sobre o reconhecimento de vacinas produzidas na Índia, apesar de não querer antecipar essa decisão.
"Muito em breve sairá informação da Direção-Geral da Saúde (DGS) e do Infarmed, que é o órgão regulador. Não me quero antecipar a essa decisão, mas perspetivamos que será com certeza uma decisão muito favorável relativamente a essa matéria", disse António Lacerda Sales a jornalistas após uma visita às instalações do Pavilhão 5 do Hospital Sousa Martins, na Guarda.
"Muito em breve sairá informação da Direção-Geral da Saúde (DGS) e do Infarmed, que é o órgão regulador. Não me quero antecipar a essa decisão, mas perspetivamos que será com certeza uma decisão muito favorável relativamente a essa matéria", disse António Lacerda Sales a jornalistas após uma visita às instalações do Pavilhão 5 do Hospital Sousa Martins, na Guarda.
18h18 - Vacinação de idosos com terceira dose "ainda não está sobre a mesa"
O secretário de Estado Adjunto e da Saúde disse hoje que ainda não está em cima da mesa a administração a idosos de uma terceira dose de vacina contra a covid-19, considerando que "é preciso robustez científica e dados consolidados".
"Não devemos abrir expectativas em relação a algo que ainda não está sobre a mesa. Precisamos de robustez científica, precisamos de dados devidamente consolidados e só depois podemos ouvir os nossos organismos técnicos, nomeadamente, a Direção-Geral da Saúde (DGS) e depois, em conformidade com as decisões tomadas com o órgão técnico, podermos planear e atuar", disse António Lacerda Sales a jornalistas após visitar as instalações do Pavilhão 5 do Hospital Sousa Martins, na Guarda.
O secretário de Estado disse ainda que o facto de Portugal continental ter atingido hoje 70% da população vacinada com primeiras doses de vacinas e 60,5% da população com segundas doses é motivo de "enorme esperança e confiança no futuro".
"Quero dizer-vos que atingimos hoje em Portugal continental, 70% da população vacinada com primeiras doses e 60,5% da população com segundas doses. Este é um motivo de enorme esperança e confiança no futuro e, acima de tudo, quero agradecer hoje ao povo português na forma como encara a sua proteção e a proteção dos outros", sublinhou.
António Lacerda Sales agradeceu a todos aqueles que estão envolvidos no processo de vacinação, desde a "task force" que coordena o processo, administrações hospitalares, autarcas, segurança social, proteção civil e, "acima de tudo aos profissionais de saúde".
O secretário de Estado Adjunto e da Saúde disse hoje que ainda não está em cima da mesa a administração a idosos de uma terceira dose de vacina contra a covid-19, considerando que "é preciso robustez científica e dados consolidados".
"Não devemos abrir expectativas em relação a algo que ainda não está sobre a mesa. Precisamos de robustez científica, precisamos de dados devidamente consolidados e só depois podemos ouvir os nossos organismos técnicos, nomeadamente, a Direção-Geral da Saúde (DGS) e depois, em conformidade com as decisões tomadas com o órgão técnico, podermos planear e atuar", disse António Lacerda Sales a jornalistas após visitar as instalações do Pavilhão 5 do Hospital Sousa Martins, na Guarda.
O secretário de Estado disse ainda que o facto de Portugal continental ter atingido hoje 70% da população vacinada com primeiras doses de vacinas e 60,5% da população com segundas doses é motivo de "enorme esperança e confiança no futuro".
"Quero dizer-vos que atingimos hoje em Portugal continental, 70% da população vacinada com primeiras doses e 60,5% da população com segundas doses. Este é um motivo de enorme esperança e confiança no futuro e, acima de tudo, quero agradecer hoje ao povo português na forma como encara a sua proteção e a proteção dos outros", sublinhou.
António Lacerda Sales agradeceu a todos aqueles que estão envolvidos no processo de vacinação, desde a "task force" que coordena o processo, administrações hospitalares, autarcas, segurança social, proteção civil e, "acima de tudo aos profissionais de saúde".
17h8 - A Itália contabilizou 6.599 novos casos de infeção pelo SARS-CoV-2 e 24 óbitos por covid-19 nas últimas 24 horas, anunciaram hoje as autoridades italianas, num momento em que a prevalência da variante Delta no país é de quase 70%.
17h36 - Vêm aí reuniões para decidir lotações na cultura
As soluções que permitam o aumento da ocupação dos espaços culturais serão decididas, segundo a Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC), em reuniões que vão envolver, além daquela entidade, a Direção-Geral da Saúde (DGS) e associações representativas do setor.
A DGS publicou hoje uma atualização da orientação relativa à utilização de equipamentos culturais, que inclui o aumento da ocupação máxima dos espaços culturais para 66%, de acordo com a resolução aprovada na semana passada pelo Governo em Conselho de Ministros.
Num comunicado hoje divulgado no seu 'site' oficial, a IGAC lembra que "a mesma resolução prevê, numa segunda fase, o aumento da ocupação dos equipamentos culturais para 75% e, posteriormente, para 100%".
"Assim, a Orientação (da DGS) terá de ser revista e adaptada por forma a encontrar soluções para o aumento progressivo da sua ocupação pelo que serão agendadas reuniões entre a DGS, a IGAC e associações representativas do setor na perspetiva de serem encontradas as melhores soluções técnicas para este aumento de lotação", revela aquele organismo.
A partir de 1 de agosto, a capacidade de lotação dos recintos para acolher espetáculos culturais passou de 50% para 66%, com limitação horária até às 02:00 em todo o território.
A capacidade dos recintos para eventos culturais subirá para 75% em setembro, quando se prevê que 70% da população tenha a vacinação completa.
Segundo o plano do Governo, 85% da população terá a vacinação completa previsivelmente em outubro, e nessa altura os espetáculos poderão ter lotação completa.
Será exigida a apresentação de certificado ou teste negativo à covid-19 nos eventos culturais, desportivos ou corporativos com mais de mil pessoas (em recinto aberto) ou 500 pessoas (em recinto fechado).
17h31 - Moçambique registou mais 28 óbitos associados à covid-19 e 1.490 casos de infeção nas últimas 24 horas, anunciou hoje o Ministério da Saúde. O país eleva o total acumulado de mortes por covid-19 para 1.566 e o de casos para 130.526, dos quais 78% recuperados da doença.
Moçambique tem 27.081 casos ativos do novo coronavírus SARS-CoV-2 e, destes, 460 estão internados.
Moçambique tem 27.081 casos ativos do novo coronavírus SARS-CoV-2 e, destes, 460 estão internados.
17h24 - Nova matriz de risco nos Açores em vigor na segunda-feira
Vai deixar de ser obrigatório fazer teste covid ao sexto dia em todas as ilhas dos Açores. Cai também a obrigação de teste nos voos a partir da ilha Terceira.
O Governo Regional anunciou esta tarde a alteração da matriz de avaliação da covid-19.
Ajuntamentos e ocupação de mesas em cafés ou restaurantes serão alargados, comércio e restauração passam a funcionar com um máximo de dois terços da capacidade.
Vai deixar de ser obrigatório fazer teste covid ao sexto dia em todas as ilhas dos Açores. Cai também a obrigação de teste nos voos a partir da ilha Terceira.
O Governo Regional anunciou esta tarde a alteração da matriz de avaliação da covid-19.
Ajuntamentos e ocupação de mesas em cafés ou restaurantes serão alargados, comércio e restauração passam a funcionar com um máximo de dois terços da capacidade.
16h48 - Vacinação. 70% da população vacinada com uma dose
Portugal atingiu hoje, antes da data prevista, a meta de ter 70% da população vacinada com pelo menos uma dose de vacina contra a covid-19 anunciou o Ministério da Saúde em comunicado.
"O objetivo de ter 70% da população de Portugal continental vacinada contra a covid-19, com pelo menos uma dose, foi hoje atingido, antes ainda da data inicialmente prevista. Já foram administradas, em Portugal continental, cerca de 12,1 milhões de vacinas, que permitiram vacinar com pelo menos uma dose mais de 6,9 milhões de pessoas, das quais à volta de 6,2 milhões já têm o esquema vacinal completo", lê-se na nota do Governo.
O objetivo estava previsto entre 8 e 15 de agosto, acontecendo assim antes da data estimada.
A nota do Ministério da Saúde refere ainda que se for tida em conta apenas a população com idade recomendada para vacinação em massa, ou seja, com 16 ou mais anos, "estima-se que já cerca de 82% tenha iniciado o seu esquema vacinal, sendo que, destes, 75% já terão a vacinação completa.
"O ritmo de vacinação das duas últimas semanas tem-se mantido elevado, com uma média acima das 80 mil vacinas administradas por dia e prevê-se que este ritmo possa vir a ser acelerado durante o mês de agosto, graças a uma maior disponibilidade de vacinas", lê-se no documento, que refere também que o país aguarda a chegada ainda este mês de cerca de três milhões de vacinas.
O calendário referido pela 'task force' que coordena o programa de vacinação prevê que entre 05 e 12 de setembro 70% da população tenha o esquema vacinal completo, altura em que se estima que 85% da população tenha já pelo menos uma dose da vacina administrada.
Com a prevalência da variante Delta do coronavírus SARS-CoV-2 no país, Portugal acelerou o processo de vacinação, estabelecendo o objetivo de vacinar cerca de 120 mil pessoas por dia.
Nas últimas semanas o processo foi afetado pela escassez de vacinas, tendo Portugal negociado com outros Estados da União Europeia a aquisição de doses adicionais.
"O objetivo de ter 70% da população de Portugal continental vacinada contra a covid-19, com pelo menos uma dose, foi hoje atingido, antes ainda da data inicialmente prevista. Já foram administradas, em Portugal continental, cerca de 12,1 milhões de vacinas, que permitiram vacinar com pelo menos uma dose mais de 6,9 milhões de pessoas, das quais à volta de 6,2 milhões já têm o esquema vacinal completo", lê-se na nota do Governo.
O objetivo estava previsto entre 8 e 15 de agosto, acontecendo assim antes da data estimada.
A nota do Ministério da Saúde refere ainda que se for tida em conta apenas a população com idade recomendada para vacinação em massa, ou seja, com 16 ou mais anos, "estima-se que já cerca de 82% tenha iniciado o seu esquema vacinal, sendo que, destes, 75% já terão a vacinação completa.
"O ritmo de vacinação das duas últimas semanas tem-se mantido elevado, com uma média acima das 80 mil vacinas administradas por dia e prevê-se que este ritmo possa vir a ser acelerado durante o mês de agosto, graças a uma maior disponibilidade de vacinas", lê-se no documento, que refere também que o país aguarda a chegada ainda este mês de cerca de três milhões de vacinas.
O calendário referido pela 'task force' que coordena o programa de vacinação prevê que entre 05 e 12 de setembro 70% da população tenha o esquema vacinal completo, altura em que se estima que 85% da população tenha já pelo menos uma dose da vacina administrada.
Com a prevalência da variante Delta do coronavírus SARS-CoV-2 no país, Portugal acelerou o processo de vacinação, estabelecendo o objetivo de vacinar cerca de 120 mil pessoas por dia.
Nas últimas semanas o processo foi afetado pela escassez de vacinas, tendo Portugal negociado com outros Estados da União Europeia a aquisição de doses adicionais.
16h45 - O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, diz ser possível que todas as mortes causadas pela variante Delta da covid no país “tivessem sido evitadas caso as pessoas tivessem recebido a vacina”.
16h40 - Das infeções nas últimas 24 horas, 209 aconteceram entre crianças com menos de 9 anos
Das infeções nas últimas 24 horas, 209 aconteceram entre crianças com menos de 9 anos, 447 entre 10 e 19 anos, 613 entre 20 e 29 anos, 385 entre 30 e 39 anos, 261 entre 40 e 49 anos, 176 entre 50 e 59 anos, 125 entre 60 e 69 anos, 82 entre 70 e 79 anos e 79 com mais de 80 anos.
A região de Lisboa e Vale do Tejo contabiliza até agora 383.882 casos e 7.448 mortos.
Na região Norte contam-se 379.940 casos de infeção e 5.447 mortes desde o início da pandemia.
Na região Centro registaram-se mais 267 casos, acumulando-se 131.338 infeções e 3.052 mortos.
No Alentejo foram assinalados mais 129 casos, totalizando 34.421 infeções e 984 mortos desde o início da pandemia.
Na região do Algarve o boletim registas 245 novos casos, acumulando-se 34.224 infeções e 399 mortos.
A região Autónoma da Madeira registou 31 novos casos, somando 10.803 infeções e 72 mortes devido à covid-19 desde março de 2020.
Os Açores têm hoje 42 novos casos contabilizando 7.756 casos e 38 mortos desde o início da pandemia.
As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.
O novo coronavírus já infetou em Portugal pelo menos 451.307 homens e 530.388 mulheres, mostram os dados da DGS, segundo os quais há 669 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.
Do total de vítimas mortais, 9.155 eram homens e 8.285 mulheres.
O maior número de óbitos continua a concentrar-se nos idosos com mais de 80 anos, seguidos da faixa etária entre os 70 e os 79 anos.
Do total de mortes, 11.409 eram pessoas com mais de 80 anos, 3.729 com idades entre 70 e 79 anos, e 1.581 tinham entre 60 e 69 anos.
Quanto às infeções, do total de 982.364 pessoas infetadas desde o início da pandemia, 58.652 tinham menos de 9 anos, 99.285 entre 10 e 19 anos, 153.857 entre 20 e 29 anos, 145.672 entre 30 e 39 anos, 161.154 entre 40 e 49 anos, 137.654 entre 50 e 59 anos, 93.391 entre 60 e 69 anos, 59.970 entre 70 e 79 anos e 72.729 com mais de 80 anos.
A região de Lisboa e Vale do Tejo contabiliza até agora 383.882 casos e 7.448 mortos.
Na região Norte contam-se 379.940 casos de infeção e 5.447 mortes desde o início da pandemia.
Na região Centro registaram-se mais 267 casos, acumulando-se 131.338 infeções e 3.052 mortos.
No Alentejo foram assinalados mais 129 casos, totalizando 34.421 infeções e 984 mortos desde o início da pandemia.
Na região do Algarve o boletim registas 245 novos casos, acumulando-se 34.224 infeções e 399 mortos.
A região Autónoma da Madeira registou 31 novos casos, somando 10.803 infeções e 72 mortes devido à covid-19 desde março de 2020.
Os Açores têm hoje 42 novos casos contabilizando 7.756 casos e 38 mortos desde o início da pandemia.
As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.
O novo coronavírus já infetou em Portugal pelo menos 451.307 homens e 530.388 mulheres, mostram os dados da DGS, segundo os quais há 669 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.
Do total de vítimas mortais, 9.155 eram homens e 8.285 mulheres.
O maior número de óbitos continua a concentrar-se nos idosos com mais de 80 anos, seguidos da faixa etária entre os 70 e os 79 anos.
Do total de mortes, 11.409 eram pessoas com mais de 80 anos, 3.729 com idades entre 70 e 79 anos, e 1.581 tinham entre 60 e 69 anos.
Quanto às infeções, do total de 982.364 pessoas infetadas desde o início da pandemia, 58.652 tinham menos de 9 anos, 99.285 entre 10 e 19 anos, 153.857 entre 20 e 29 anos, 145.672 entre 30 e 39 anos, 161.154 entre 40 e 49 anos, 137.654 entre 50 e 59 anos, 93.391 entre 60 e 69 anos, 59.970 entre 70 e 79 anos e 72.729 com mais de 80 anos.
16h35 - Variante Delta vai obrigar jovens e crianças a usar máscara em Nova Jérsia
O governador de Nova Jérsia deverá determinar que os jovens e crianças desde o jardim-de-infância sejam obrigados a usar máscara quando as escolas reabrirem no Outono, devido à disseminação da variante Delta nos Estados Unidos, o que representa uma mudança na posição de Phil Murphy nesta matéria.
16h27 - Maioria dos casos nos lares do Alentejo assintomática ou ligeira
A maioria dos 68 casos de covid-19 identificados nos oito surtos ativos em lares do Alentejo diz respeito a pessoas "assintomáticas ou com quadros muito ligeiros" da doença, revelou hoje o delegado de saúde regional adjunto.
"Na esmagadora maioria dos casos", trata-se de "pessoas que estão assintomáticas ou com quadros muito ligeiros" da doença, afirmou o Delegado de Saúde Regional Adjunto do Alentejo, Pedro Ferreira, em declarações à agência Lusa.
As autoridades de saúde contabilizavam, na quinta-feira, 53 surtos ativos de infeção pelo SARS-CoV-2 em lares de idosos do país, oito deles no Alentejo, com 68 casos, segundo os números disponibilizados à Lusa pela Direção-Geral da Saúde (DGS).
Em termos do Alentejo, Pedro Ferreira explicou hoje que os surtos em lares da região registaram-se "principalmente" nas áreas geográficas do "Alentejo Central e Baixo Alentejo" e disse desconhecer se há internados entre os utentes infetados.
"As situações dos lares, apesar de não serem inesperadas, são encaradas pela Saúde Pública com um otimismo moderado", uma vez que os utentes e os trabalhadores destas estruturas estão "praticamente todos vacinados", sublinhou.
Esse fator, continuou, é da "maior importância", porque "é expectável" que existam "menos casos em cada um destes surtos" e que "o resultado em termos de morte e mortalidade dos infetados, à partida, seja muito menor".
Segundo o responsável, nos lares do Alentejo com surtos ativos "estão a ser tomadas as medidas de acordo com os referenciais técnico-normativos", como a "testagem de utentes e profissionais e a separação de positivos, negativos e contactos de alto risco".
Quanto à totalidade dos surtos ativos na região, não apenas nos lares, são "26 em todo o Alentejo", ocorridos "maioritariamente (em) contextos familiar, social e laboral", assinalou.
A maioria dos 68 casos de covid-19 identificados nos oito surtos ativos em lares do Alentejo diz respeito a pessoas "assintomáticas ou com quadros muito ligeiros" da doença, revelou hoje o delegado de saúde regional adjunto.
"Na esmagadora maioria dos casos", trata-se de "pessoas que estão assintomáticas ou com quadros muito ligeiros" da doença, afirmou o Delegado de Saúde Regional Adjunto do Alentejo, Pedro Ferreira, em declarações à agência Lusa.
As autoridades de saúde contabilizavam, na quinta-feira, 53 surtos ativos de infeção pelo SARS-CoV-2 em lares de idosos do país, oito deles no Alentejo, com 68 casos, segundo os números disponibilizados à Lusa pela Direção-Geral da Saúde (DGS).
Em termos do Alentejo, Pedro Ferreira explicou hoje que os surtos em lares da região registaram-se "principalmente" nas áreas geográficas do "Alentejo Central e Baixo Alentejo" e disse desconhecer se há internados entre os utentes infetados.
"As situações dos lares, apesar de não serem inesperadas, são encaradas pela Saúde Pública com um otimismo moderado", uma vez que os utentes e os trabalhadores destas estruturas estão "praticamente todos vacinados", sublinhou.
Esse fator, continuou, é da "maior importância", porque "é expectável" que existam "menos casos em cada um destes surtos" e que "o resultado em termos de morte e mortalidade dos infetados, à partida, seja muito menor".
Segundo o responsável, nos lares do Alentejo com surtos ativos "estão a ser tomadas as medidas de acordo com os referenciais técnico-normativos", como a "testagem de utentes e profissionais e a separação de positivos, negativos e contactos de alto risco".
Quanto à totalidade dos surtos ativos na região, não apenas nos lares, são "26 em todo o Alentejo", ocorridos "maioritariamente (em) contextos familiar, social e laboral", assinalou.
16h19 - Reino Unido regista mais 92 mortes por covid e 31.808 novos casos da doença.
15h43 - Governo anuncia que foi atingido o objetivo de 70% da população vacinada
Uma nota do Ministério da Saúde acaba de anunciar que "o objetivo de ter 70% da população de Portugal continental vacinada contra a COVID-19, com pelo menos uma dose, foi hoje atingido, antes ainda da data inicialmente prevista".
De acordo com a mesma nota, "foram administradas, em Portugal continental, cerca de 12,1 milhões de vacinas, que permitiram vacinar, com pelo menos uma dose, mais de 6,9 milhões de pessoas, das quais à volta de 6,2 milhões já têm o esquema vacinal completo. Se nos reportarmos apenas à população com 16 ou mais anos em Portugal continental, estima-se que já cerca de 82% tenha iniciado o seu esquema vacinal, sendo que, destes, 75% já terão a vacinação completa".
O ministério deixa ainda um agradecimento a todos os organismos e pessoal envolvidos no programa de vacinação: "Este marco só foi possível graças ao compromisso e esforços de todos os profissionais de saúde e outras entidades envolvidas nesta campanha de vacinação, incluindo forças armadas, forças de segurança e autarquias, bem como à grande adesão demonstrada pelos portugueses".
Uma nota do Ministério da Saúde acaba de anunciar que "o objetivo de ter 70% da população de Portugal continental vacinada contra a COVID-19, com pelo menos uma dose, foi hoje atingido, antes ainda da data inicialmente prevista".
De acordo com a mesma nota, "foram administradas, em Portugal continental, cerca de 12,1 milhões de vacinas, que permitiram vacinar, com pelo menos uma dose, mais de 6,9 milhões de pessoas, das quais à volta de 6,2 milhões já têm o esquema vacinal completo. Se nos reportarmos apenas à população com 16 ou mais anos em Portugal continental, estima-se que já cerca de 82% tenha iniciado o seu esquema vacinal, sendo que, destes, 75% já terão a vacinação completa".
O ministério deixa ainda um agradecimento a todos os organismos e pessoal envolvidos no programa de vacinação: "Este marco só foi possível graças ao compromisso e esforços de todos os profissionais de saúde e outras entidades envolvidas nesta campanha de vacinação, incluindo forças armadas, forças de segurança e autarquias, bem como à grande adesão demonstrada pelos portugueses".
15h41 - Portugal tem 32 concelhos com incidência acima dos 480 casos
Portugal tem hoje 32 concelhos com incidência do coronavírus SARS-CoV-2 superior a 480 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias, menos oito do que na última sexta-feira.
Segundo os dados hoje divulgados no boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS), há no total 218 concelhos com uma incidência superior a 120 casos de infeção pelo vírus SARS-COV-2 por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias (menos 14), o que representa 71% dos municípios portugueses.
Destes 218 concelhos, 32 registam incidência cumulativa a 14 dias superior a 480 casos entre 22 de julho e 04 de agosto.
Acima do limiar máximo de mais de 960 casos por 100 mil habitantes, de acordo com as categorias definidas pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC), estão três concelhos: Portimão (1.050), Proença-a-Nova (1.575) e Sines (1.014).
Os dados da DGS indicam ainda que, nos últimos 14 dias, 128 concelhos ultrapassaram os 240 casos de infeção por 100 mil habitantes.
Sem qualquer caso de infeção pelo novo coronavírus nos últimos 14 dias estão agora sete concelhos: Calheta (Açores), Castanheira de Pêra, Corvo (Açores), Marvão, Porto Moniz (Madeira), Santa Cruz das Flores (Açores) e Vila de Rei.
Na semana passada, o Conselho de Ministros definiu que o nível de risco na matriz de monitorização da pandemia de covid-19 passaria a fixar-se em 480 casos por 100 mil habitantes a 14 dias em vez dos anteriores 240, decidindo também que deixaria de haver medidas diferenciadas por concelhos.
A Direção-Geral da Saúde continua, por sua vez, a divulgar dados por concelhos com referência à incidência cumulativa que "corresponde ao quociente entre o número de novos casos confirmados nos 14 dias anteriores ao momento de análise e a população residente estimada".
Portugal tem hoje 32 concelhos com incidência do coronavírus SARS-CoV-2 superior a 480 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias, menos oito do que na última sexta-feira.
Segundo os dados hoje divulgados no boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS), há no total 218 concelhos com uma incidência superior a 120 casos de infeção pelo vírus SARS-COV-2 por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias (menos 14), o que representa 71% dos municípios portugueses.
Destes 218 concelhos, 32 registam incidência cumulativa a 14 dias superior a 480 casos entre 22 de julho e 04 de agosto.
Acima do limiar máximo de mais de 960 casos por 100 mil habitantes, de acordo com as categorias definidas pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC), estão três concelhos: Portimão (1.050), Proença-a-Nova (1.575) e Sines (1.014).
Os dados da DGS indicam ainda que, nos últimos 14 dias, 128 concelhos ultrapassaram os 240 casos de infeção por 100 mil habitantes.
Sem qualquer caso de infeção pelo novo coronavírus nos últimos 14 dias estão agora sete concelhos: Calheta (Açores), Castanheira de Pêra, Corvo (Açores), Marvão, Porto Moniz (Madeira), Santa Cruz das Flores (Açores) e Vila de Rei.
Na semana passada, o Conselho de Ministros definiu que o nível de risco na matriz de monitorização da pandemia de covid-19 passaria a fixar-se em 480 casos por 100 mil habitantes a 14 dias em vez dos anteriores 240, decidindo também que deixaria de haver medidas diferenciadas por concelhos.
A Direção-Geral da Saúde continua, por sua vez, a divulgar dados por concelhos com referência à incidência cumulativa que "corresponde ao quociente entre o número de novos casos confirmados nos 14 dias anteriores ao momento de análise e a população residente estimada".
15h32 - Covid. Incidência continua a baixar, índice transmissibilidade mantém-se
A taxa de incidência de infeções por SARS-CoV-2 nos últimos 14 dias baixou novamente no continente e a nível nacional, enquanto o índice de transmissibilidade (Rt) do novo coronavírus se mantém em 0,92.
No boletim epidemiológico conjunto da Direção-Geral da Saúde e do Instituto Nacional da Saúde Doutor Ricardo Jorge, a taxa de incidência (média de novos casos por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias) nacional desceu para 362,7, quando na quarta-feira estava em 376,9.
Em Portugal continental, a taxa de incidência desceu hoje para 369,2, dos 384,5 verificados na quarta-feira.
O Rt - que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de uma pessoa portadora do vírus - mantém o valor de 0,92 registado na quarta-feira.
Os dados do Rt e da incidência de novos casos por 100 mil habitantes a 14 dias - indicadores que compõem a matriz de risco de acompanhamento da pandemia - são atualizados pelas autoridades de saúde à segunda-feira, à quarta-feira e à sexta-feira.
O nível de risco na matriz de monitorização da pandemia de covid-19 fixa-se agora em 480 casos por 100 mil habitantes a 14 dias em vez dos anteriores 240.
De acordo com o portal do Governo para a covid-19 na Internet, "a monitorização da evolução da pandemia continuará a ser feita com base nos indicadores de incidência e Rt (índice de transmissibilidade), agora adaptados de acordo com a evolução da vacinação (nível de alerta passa para 240, nível de risco passa para 480)".
A alteração na matriz de risco havia sido sugerida pelos especialistas na reunião no Infarmed, no dia 27 de julho.
A taxa de incidência de infeções por SARS-CoV-2 nos últimos 14 dias baixou novamente no continente e a nível nacional, enquanto o índice de transmissibilidade (Rt) do novo coronavírus se mantém em 0,92.
No boletim epidemiológico conjunto da Direção-Geral da Saúde e do Instituto Nacional da Saúde Doutor Ricardo Jorge, a taxa de incidência (média de novos casos por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias) nacional desceu para 362,7, quando na quarta-feira estava em 376,9.
Em Portugal continental, a taxa de incidência desceu hoje para 369,2, dos 384,5 verificados na quarta-feira.
O Rt - que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de uma pessoa portadora do vírus - mantém o valor de 0,92 registado na quarta-feira.
Os dados do Rt e da incidência de novos casos por 100 mil habitantes a 14 dias - indicadores que compõem a matriz de risco de acompanhamento da pandemia - são atualizados pelas autoridades de saúde à segunda-feira, à quarta-feira e à sexta-feira.
O nível de risco na matriz de monitorização da pandemia de covid-19 fixa-se agora em 480 casos por 100 mil habitantes a 14 dias em vez dos anteriores 240.
De acordo com o portal do Governo para a covid-19 na Internet, "a monitorização da evolução da pandemia continuará a ser feita com base nos indicadores de incidência e Rt (índice de transmissibilidade), agora adaptados de acordo com a evolução da vacinação (nível de alerta passa para 240, nível de risco passa para 480)".
A alteração na matriz de risco havia sido sugerida pelos especialistas na reunião no Infarmed, no dia 27 de julho.
14h55 - Mais 18 óbitos e 2.377 casos confirmados em Portugal
Portugal registou mais 18 mortes e 2.377 casos nas últimas 24 horas. No total foram contabilizados 17.440 óbitos e 982.364 casos no país desde início da pandemia.
O número de doentes em internamento caiu: são menos 32 doentes internados em enfermaria e menos dois em cuidados intensivos. Nesta altura, estão internadas 866 pessoas com Covid-19 em enfermaria e 194 em UCI.
A incidência de casos por cada 100 mil habitantes desceu para 362,7 a nível nacional e 369,2 no continente. Na quarta-feira, a incidência era de 376,9 a nível nacional e 384,5 no continente. O índice de transmissibilidade - R(t) - manteve-se nos 0,92 a nível nacional e no continente.
A respeito da distribuição geográfica dos óbitos e dos novos casos, destaque para a região de Lisboa e Vale do Tejo, que contabilizou 1.004 novos casos e 12 dos óbitos das últimas 24 horas.
Segue-se a região Norte, com 659 novos casos e a região Centro registou 267 novos casos e um óbito. Com menos casos registados - 245 novas infeções - a região do Algarve contabilizou um total de quatro óbitos.
Na região do Alentejo, registaram-se 129 novos casos. Nas regiões autónomas, houve 42 novos casos nos Açores e 31 registos de infeção na Madeira.
14h41 - Açores com 61% da população com vacinação completa
Os Açores têm 61% da população com a vacinação completa contra a Covid-19 e 64% com a primeira dose, aproximando-se das 300 mil doses aplicadas, revelou esta sexta-feira o secretário Regional da Saúde.
14h19 - Regulador europeu não encontra ligação entre distúrbios menstruais e vacinas
A Agência Europeia do Medicamento (EMA) confirmou esta sexta-feira que não encontrado uma ligação entre as vacinas contra a Covid-19 e distúrbios menstruais, depois de terem sido notificados alguns casos. A EMA pediu mais dados às farmacêuticas que desenvolveram as inoculações para avaliar o problema.
A EMA anunciou ainda que recomendou que três novas doenças fossem adicionadas como possíveis efeitos secundários da vacina da Johnson, sublinhando no entanto que os benefícios continuam a superar largamente os riscos. As três doenças adicionadas forma a trombocitopenia imune, tonturas e zumbidos nos ouvidos.
13h56 - Polícia Marítima interrompe festa ilegal em Castro Marim com mais de 300 pessoas
As autoridades interromperam na quinta-feira uma festa ilegal que juntou cerca de 300 pessoas na praia do Cabeço, no concelho de Castro Marim, distrito de Faro, divulgou hoje a Autoridade Marítima Nacional (AMN).
Em comunicado, a AMN refere que a Polícia Marítima de Vila Real de Santo António recebeu uma denúncia, pelas 17h00 de quinta-feira, a dar conta que decorria um evento na praia do Cabeço, com cerca de 300 pessoas.
Em comunicado, a AMN refere que a Polícia Marítima de Vila Real de Santo António recebeu uma denúncia, pelas 17h00 de quinta-feira, a dar conta que decorria um evento na praia do Cabeço, com cerca de 300 pessoas.
13h47 - Bastonário dos Médicos alerta para subida da letalidade
O bastonário da Ordem dos Médicos alertou esta sexta-feira para a necessidade de uma atenção especial aos lares, insistindo na testagem regular para travar o avanço de surtos e apontando a subida da taxa de letalidade nos mais idosos.
"É fundamental fazer testes rápidos de antigénio regulares a quem trabalha nos lares para perceber quem está infetado. (...) Só assim se consegue travar o avanço de surtos, juntamente com as medidas de saúde pública", disse Miguel Guimarães.
O bastonário lembrou ainda que, de acordo com o indicar usado pela Ordem dos Médicos (OM), "a taxa de letalidade nos mais idosos tem vindo a aumentar nos últimos dois meses e já está nos 13%"
"É fundamental fazer testes rápidos de antigénio regulares a quem trabalha nos lares para perceber quem está infetado. (...) Só assim se consegue travar o avanço de surtos, juntamente com as medidas de saúde pública", disse Miguel Guimarães.
O bastonário lembrou ainda que, de acordo com o indicar usado pela Ordem dos Médicos (OM), "a taxa de letalidade nos mais idosos tem vindo a aumentar nos últimos dois meses e já está nos 13%"
13h27 - DGS analisa reconhecimento de vacinas diferentes das do Certificado Digital Europeu
A Direção-Geral da Saúde (DGS) confirma à RTP que está a analisar o reconhecimento de outras vacinas contra a Covid-19. O reconhecimento de vacinas diferentes das que fazem parte do Certificado Digital Europeu permitiria que pessoas com vacinação completa de vários países não fossem obrigadas a fazer quarentena, aquando da chegada a Portugal.
A Região Autónoma da Madeira permite, desde há um mês, a entrada de pessoas com qualquer vacina contra a Covid-19 e não apenas das quatro reconhecidas pela Agência Europeia do Medicamento.
O Infarmed já prestou informações à Direção-Geral da Saúde sobre vacinas administradas fora da União Europeia mas não revela qual a posição face a eventuais alterações.
O Infarmed já prestou informações à Direção-Geral da Saúde sobre vacinas administradas fora da União Europeia mas não revela qual a posição face a eventuais alterações.
13h01 - Tribunal tailandês suspende lei que impedia notícias sobre pandemia
Um tribunal da Tailândia suspendeu hoje uma ordem governamental que pune com pena até dois anos de prisão a divulgação de informações sobre a pandemia de covid-19, mesmo que verdadeiras, por considerar que viola direitos fundamentais. O Governo do primeiro-ministro Prayut Chan-ocha aprovou a lei na semana passada, no meio de fortes críticas à forma como decorre a campanha de vacinação e ao fracasso em travar o atual surto de covid-19.
Um grupo de jornalistas apresentou uma ação contra a decisão do Governo num tribunal civil de Banguecoque, que afirmou hoje que a legislação entra em conflito com "direitos e liberdades civis constitucionalmente protegidos".
O tribunal também salientou a ambiguidade com que a lei foi redigida e disse que "se abre à possibilidade de uma interpretação ampla" que comprometeria o trabalho dos meios de comunicação social ou a livre expressão das opiniões das pessoas.
"Por conseguinte, este tribunal civil proíbe [as autoridades] de fazer cumprir [a ordem governamental], a menos que outro tribunal diga o contrário", lê-se no texto judicial, citado pela agência EFE.
A Tailândia está a enfrentar um forte ressurgimento da pandemia, ligado à variante delta do vírus SARS-CoV-2, que provoca a doença da covid-19.
Um tribunal da Tailândia suspendeu hoje uma ordem governamental que pune com pena até dois anos de prisão a divulgação de informações sobre a pandemia de covid-19, mesmo que verdadeiras, por considerar que viola direitos fundamentais. O Governo do primeiro-ministro Prayut Chan-ocha aprovou a lei na semana passada, no meio de fortes críticas à forma como decorre a campanha de vacinação e ao fracasso em travar o atual surto de covid-19.
Um grupo de jornalistas apresentou uma ação contra a decisão do Governo num tribunal civil de Banguecoque, que afirmou hoje que a legislação entra em conflito com "direitos e liberdades civis constitucionalmente protegidos".
O tribunal também salientou a ambiguidade com que a lei foi redigida e disse que "se abre à possibilidade de uma interpretação ampla" que comprometeria o trabalho dos meios de comunicação social ou a livre expressão das opiniões das pessoas.
"Por conseguinte, este tribunal civil proíbe [as autoridades] de fazer cumprir [a ordem governamental], a menos que outro tribunal diga o contrário", lê-se no texto judicial, citado pela agência EFE.
A Tailândia está a enfrentar um forte ressurgimento da pandemia, ligado à variante delta do vírus SARS-CoV-2, que provoca a doença da covid-19.
12h40 - Testes em massa em Macau "basicamente concluídos"
As autoridades de Macau anunciaram hoje que os testes de covid-19 a toda a população estão "basicamente concluídos", uma medida decretada após terem sido detetadas quatro infeções locais, não tendo sido para já diagnosticados novos casos.
Os quatro casos da variante Delta do novo coronavírus detetados numa família residente em Macau levaram na terça-feira o Governo do território a decretar o "estado de emergência imediata" e a realização de testes à covid-19 para toda a população, a partir de quarta-feira e durante três dias.
Em comunicado, o Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus informou que "a recolha de amostras para testes à covid-19 foi concluída basicamente hoje (dia 06) de manhã", sem no entanto indicar o número de pessoas que ainda não foram testadas.
Horas antes, o Centro tinha informado que, até às 08h00 de hoje (01h00 em Lisboa), "foram testadas 530 mil pessoas" e que "210 mil já receberam o resultado, sendo todos negativos".
As autoridades de Macau anunciaram hoje que os testes de covid-19 a toda a população estão "basicamente concluídos", uma medida decretada após terem sido detetadas quatro infeções locais, não tendo sido para já diagnosticados novos casos.
Os quatro casos da variante Delta do novo coronavírus detetados numa família residente em Macau levaram na terça-feira o Governo do território a decretar o "estado de emergência imediata" e a realização de testes à covid-19 para toda a população, a partir de quarta-feira e durante três dias.
Em comunicado, o Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus informou que "a recolha de amostras para testes à covid-19 foi concluída basicamente hoje (dia 06) de manhã", sem no entanto indicar o número de pessoas que ainda não foram testadas.
Horas antes, o Centro tinha informado que, até às 08h00 de hoje (01h00 em Lisboa), "foram testadas 530 mil pessoas" e que "210 mil já receberam o resultado, sendo todos negativos".
12h01 - Variante delta produz níveis semelhantes de vírus independentemente da vacinação
As autoridades de saúde pública do Reino Unido adiantaram esta sexta-feira que as infeções com a variante delta produzem níveis semelhantes de vírus, independentemente da vacinação.
"Algumas descobertas iniciais indicam que os níveis de vírus naqueles que foram infetados com variante Delta já tendo sido vacinados podem ser semelhantes aos níveis encontrados em pessoas não vacinadas", refere a Public Health England em comunicado, citado pela agência Reuters.
"Isto pode ter implicações para a infecciosidade das pessoas, estejam vacinadas ou não. No entanto, esta é uma análise exploratória precoce e mais estudos direcionados são necessários", acrescenta.
11h41 - Mais 1.002 mortes no continente africano
Mais 1.002 mortes associadas à Covid-19 foram registadas em África nas últimas 24 horas, que conta mais 48.413 casos, num total de 6.906.055 infeções.
Segundo o último boletim do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana, o número de óbitos associados à Covid-19 é agora 174.838.
11h16 - Novo recorde de casos diários no Japão
O Japão, país que acolhe por estes dias os Jogos Olímpicos, registou 15.645 casos nas últimas 24 horas, um novo máximo diário.
10h26 - Processo das primeiras doses vai acelerar nas próximas semanas
O vice-almirante Gouveia e Melo adiantou esta sexta-feira aos jornalistas que o processo de primeiras doses irá acelerar nas próximas "três a quatro semanas".
O responsável pela task-force lamentou que a "janela de oportunidade" para a vacinação dos mais jovens ocorra durante o período de férias, mas sublinha que "o vírus não dá férias, continua muito ativo". O responsável não prevê que se permita a vacinação fora do local de residência.
Gouveia e Melo pede aos portugueses que adiram à vacinação, sublinhando que as inoculações estão a reduzir drasticamente o número de mortes no país.
Sobre a eventual necessidade de uma terceira dose, o vice-almirante refere que não há, para já, evidência científica sobre a necessidade de um reforço vacinal dos mais idosos.
Em resposta aos jornalistas, o vice-almirante esclareceu que até quinta-feira, no primeiro dia de agendamento, já havia 70 mil jovens de 16 a 17 anos inscritos para serem vacinados no fim de semana de 14 e 15 de agosto.
10h05 - DGS atualiza norma para realização de espectáculos
A Direcção-geral da Saúde recomenda que o público tenha lugar marcado e que, mesmo em caso de espetáculos gratuitos, seja atribuído bilhete a cada assistente. A norma aborda também o distanciamento físico, delimitação de espaço e as provas de vacinação ou de testagem negativa contra a Covid-19.
9h27 - Recorde de infeções nas Filipinas
Nas Filipinas, registou-se nas últimas 24 horas o número mais elevado de infeções diárias desde o início da pandemia. Foram contabilizados mais 10.623 novos casos. Registaram-se ainda 247 mortes no país.
Nas Filipinas, registou-se nas últimas 24 horas o número mais elevado de infeções diárias desde o início da pandemia. Foram contabilizados mais 10.623 novos casos. Registaram-se ainda 247 mortes no país.
9h19 - Rússia regista 22.660 novos casos e 792 mortes
A Rússia registou mais 792 mortes e 22.660 novos casos nas últimas 24 horas, incluíndo 2.583 novos casos em Moscovo.
A Rússia registou mais 792 mortes e 22.660 novos casos nas últimas 24 horas, incluíndo 2.583 novos casos em Moscovo.
8h56 - Infecciologista considera prudente aguardar mais estudos para vacinar jovens entre os 12 e os 15 anos
O infeciologista António Silva Graça considera que é preciso mais estudos sobre as vantagens de vacinação dos jovens entre os 12 e os 15 anos.
8h47 - CNN despede três funcionários que foram trabalhar sem estarem vacinados
Três funcionários da CNN foram despedidos por terem ido trabalhar sem terem recebido a vacina contra a covid-19, revelou o responsável máximo da rede de televisão numa declaração interna da empresa.
Numa mensagem, Jeff Zucker avisou sobre a política de "tolerância zero" da CNN sobre o regresso ao trabalho físico e que, só pode ser feito se os funcionários tiverem sido vacinados.
"Na semana passada, chegou ao nosso conhecimento que três funcionários estavam a entrar no escritório sem serem vacinados. Todos os três foram despedidos", disse Zucker na declaração.
O responsável explicou que, até agora, a CNN tinha confiado num "sistema de honra", pelo que não era obrigatório apresentar provas de ter recebido a vacina.
"Na semana passada, chegou ao nosso conhecimento que três funcionários estavam a entrar no escritório sem serem vacinados. Todos os três foram despedidos", disse Zucker na declaração.
O responsável explicou que, até agora, a CNN tinha confiado num "sistema de honra", pelo que não era obrigatório apresentar provas de ter recebido a vacina.
No entanto, Zucker lembrou que "tem de ser vacinado para ir para o escritório. E tem de ser vacinado quando trabalha no campo, com outros empregados, quer entre ou não no escritório".
Também relatou que é possível que nas próximas semanas, a apresentação de um cartão de vacinação se torne obrigatória.
Também relatou que é possível que nas próximas semanas, a apresentação de um cartão de vacinação se torne obrigatória.
8h31 - África do Sul. Estudo mostra elevada proteção da vacina J&J
Um estudo sul-africano mostra que a vacina Johnson & Johnson está a ter bons resultados no país, oferecendo proteção contra doenças graves e morte.
8h10 - China deteta 124 novos casos de Covid-19
A China anunciou ter identificado 124 novos casos de Covid-19, dos quais 80 por contágio local, a maioria na província de Jiangsu, no leste do país.
Jiangsu registou 61 infeções, parte de um surto inicialmente detetado na capital da província, Nanjing, e que se alastrou depois a outras regiões da China.
7h30 – Comunidades espanholas querem vacinação obrigatória para quem cuida de pessoas vulneráveis
Cinco comunidades espanholas vão defender a vacinação obrigatória contra a Covid-19, para trabalhadores que cuidem de pessoas vulneráveis.
Galiza, Andaluzia ou Múrcia, estão entre as comunidades autónomas que registaram, nas últimas semanas, um aumento de casos de contágio em lares de idosos.
O plano é obrigar os funcionários a levar a vacina.
Em Portugal, há, nesta altura, cerca de dois mil e cem funcionários de lares, ainda sem qualquer dose da vacina. É uma informação transmitida à edição desta manhã do Jornal de Notícias, por fonte da task-force de vacinação contra a Covid 19.
Galiza, Andaluzia ou Múrcia, estão entre as comunidades autónomas que registaram, nas últimas semanas, um aumento de casos de contágio em lares de idosos.
O plano é obrigar os funcionários a levar a vacina.
Em Portugal, há, nesta altura, cerca de dois mil e cem funcionários de lares, ainda sem qualquer dose da vacina. É uma informação transmitida à edição desta manhã do Jornal de Notícias, por fonte da task-force de vacinação contra a Covid 19.
Portugal espera 1,2 milhões de doses adicionais de vacinas em agosto
Portugal já administrou mais de 12 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 e espera receber ainda este mês 1,2 milhões de doses adicionais que se juntam a 1,6 milhões de doses contratualizadas a fornecedores.
Já foram vacinadas mais de 6,8 milhões de pessoas, pelo menos com uma dose. “6,1 milhões têm o esquema vacinal completo", refere o Ministério da Saúde em nota.
O Ministério refere ainda que o país espera receber ao longo deste mês mais 1,2 milhões de doses de vacinas, que se juntam às já previstas.
Portugal já administrou mais de 12 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 e espera receber ainda este mês 1,2 milhões de doses adicionais que se juntam a 1,6 milhões de doses contratualizadas a fornecedores.
Já foram vacinadas mais de 6,8 milhões de pessoas, pelo menos com uma dose. “6,1 milhões têm o esquema vacinal completo", refere o Ministério da Saúde em nota.
O Ministério refere ainda que o país espera receber ao longo deste mês mais 1,2 milhões de doses de vacinas, que se juntam às já previstas.
PR quer jovens entre os 12 e 15 anos vacinados sem prescrição médica
O Presidente insiste na necessidade de vacinar jovens entre os 12 e os 15 anos no Continente e nos Açores.
O Presidente insiste na necessidade de vacinar jovens entre os 12 e os 15 anos no Continente e nos Açores.
Marcelo Rebelo de Sousa quer que se siga o exemplo da Madeira e sublinhou que a decisão da Direção-Geral da Saúde teve por base questões de momento e não de princípio.
O vice-almirante Gouveia e Melo revelou que as próximas quatro semanas serão de vacinação intensa e afirmou que será um "impulso final para vencer o vírus", mas mostrou-se irritado quando foi questionado sobre as baixas taxas de vacinação dos jovens.
Só 35 por cento dos jovens de 16 e 17 anos se agendaram até agora para tomar a vacina contra a covid-19.
O vice-almirante Gouveia e Melo revelou que as próximas quatro semanas serão de vacinação intensa e afirmou que será um "impulso final para vencer o vírus", mas mostrou-se irritado quando foi questionado sobre as baixas taxas de vacinação dos jovens.
Só 35 por cento dos jovens de 16 e 17 anos se agendaram até agora para tomar a vacina contra a covid-19.
O coordenador do plano de vacinação apelou aos jovens e aos pais para que façam a inscrição até ao final desta sexta-feira, tendo o fim-de-semana de 14 e 15 de agosto sido reservado para este grupo etário.