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Guerra no Médio Oriente. Acompanhe aqui, ao minuto, a evolução do conflito

Drones americanos MQ-9 Reaper deverão aterrar na base das Lajes

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Drones americanos MQ-9 Reaper deverão aterrar na base das Lajes

Os drones norte-americanos MQ-9 Reaper, conhecidos como "drones assassinos", deverão aterrar na base das Lajes, nos Açores, daqui a poucas horas. A NATO intercetou esta segunda-feira um quarto míssil iraniano sobre a Turquia, enquanto o FMI apela a "medidas cuidadosamente calibradas" para estabilizar mercados. Atualizamos aqui todas as informações sobre o conflito no Médio Oriente.

Mariana Ribeiro Soares, Graça Andrade Ramos, Cristina Sambado, Carlos Santos Neves - RTP /

Emissão da RTP Notícias


Lusa

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Bahrein deteve três suspeitos membros de célula terrorista ligada ao Hezbollah

O Ministério do Interior do Bahrein anunciou hoje que as autoridades detiveram três pessoas acusadas de pertencerem a uma célula terrorista afiliada no grupo xiita pró-iraniano Hezbollah.

As detenções ocorreram quando a ofensiva no Irão coordenada entre os Estados Unidos e Israel completou, no sábado, um mês.

Os detidos, com idades entre os 20 e os 30 anos, estavam envolvidos em atividades que "semeariam o medo (...) e colocariam em risco a segurança do país", referiu a Direção-Geral de Investigação Criminal do país do Golfo Pérsico, que não especificou quando ou onde ocorreram as detenções.

Segundo a mesma fonte, os detidos "coordenaram ações com elementos terroristas no estrangeiro para minar a soberania do Estado, instigar o medo e o terror entre cidadãos e residentes e colocar em risco a segurança nacional do Reino".

As investigações revelaram que, durante a sua estadia no Líbano, os três homens se encontraram com membros do Hezbollah e receberam treino de armamento.

Enviaram também fotografias e informações sobre as repercussões de ataques iranianos no Bahrein e angariaram fundos sob o pretexto de trabalho de beneficência, que foram posteriormente transferidos para financiar as atividades da organização libanesa, considerada terrorista pela União Europeia e por diversos países.

"Estas ações fizeram parte da preparação para a execução de planos e atos terroristas" no país, "dirigidos por líderes da organização", declarou o Ministério do Interior.

Os detidos foram entregues ao Ministério Público para os devidos procedimentos legais, adiantou.

O Hezbollah é considerado uma organização terrorista pelo Bahrein desde 2016, quando o Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), do qual o país é membro, o designou como tal.

Financiado e armado pelo Irão, o Hezbollah integra o chamado "eixo da resistência", um conjunto de grupos extremistas, que incluem o Hamas (Faixa de Gaza) e Huthis (Iémen), que articulam com Teerão os seus ataques, contra Israel e interesses norte-americanos na região.

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RTP /

EAU. Edifício administrativo da Thuraya Telecom em Sharjah alvo de drone iraniano

As autoridades de Sharjah, nos Emirados Árabes Unidos,afirmam que um edifício administrativo da Thuraya Telecom foi alvo de um drone vindo do Irão, informou o gabinete de imprensa do emirado, numa publicação no Facebook.

Não houve registo de feridos.
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RTP /

Dubai anuncia ajuda de 237,6 milhões de euros para empresas e famílias

Autoridades do Dubai anunciam a libertação de 237,6 milhões de euros em ajuda financeira, para apoiar empresas e famílias, durante o conflito em curso no Médio Oriente, que está a ter impacto nas economias do Golfo.

"Hoje, aprovámos medidas de apoio no valor total de mil milhões de dirhams (237,6 milhões de euros) para o setor económico, com o objetivo de ajudar indivíduos, famílias e empresas a lidar com estas circunstâncias excecionais", afirmou o Gabinete de Imprensa do Dubai em comunicado de imprensa.

As autoridades acreditam que "o planeamento a longo prazo do governo reflete o compromisso inabalável do Dubai com os seus cidadãos e residentes".
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Momento-Chave
RTP /

Pena de morte em Israel: Conselho da Europa denuncia "grave retrocesso"

A votação no Parlamento israelita de uma lei que estabelece "a pena de morte para os terroristas", especificamente concebida para se aplicar apenas aos palestinianos, é um "grave retrocesso". reagiu o Conselho da Europa.

"A entrada em vigor desta lei representaria um novo afastamento de Israel do quadro de valores a que historicamente optou por aderir", afirmou Alain Berset, Secretário-Geral da organização europeia de direitos humanos, em comunicado.

"A pena de morte é um anacronismo jurídico incompatível com os padrões contemporâneos de direitos humanos. Além disso, qualquer aplicação discriminatória é inaceitável num Estado de direito", acrescentou Berset.

O representante suíço tinha instado Israel, em vão, a não adoptar esta lei, defendida pela extrema-direita e aprovada pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
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RTP /

Acesso ao Santo Sepulcro. Vaticano manifesta pesar ao embaixador israelita

O Vaticano expressou o seu pesar ao embaixador israelita, depois de a polícia israelita ter negado ao Patriarca Latino de Jerusalém o acesso à Igreja do Santo Sepulcro no Domingo de Ramos.

O Cardeal Pietro Parolin, Secretário de Estado (n.º 2) da Santa Sé, e o Arcebispo Paul R. Gallagher, Ministro dos Negócios Estrangeiros, reuniram-se com Sua Excelência o Senhor Yaron Sideman, Embaixador do Estado de Israel junto da Santa Sé, informou o Vaticano num comunicado divulgado esta segunda-feira à noite.

"Durante a reunião, foi expresso lamento pelo incidente e foram prestados esclarecimentos", acrescentou o comunicado.
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Momento-Chave
RTP /

Hamas diz que aprovação da pena de morte ilustra política "sanguinária" de Israel

O Hamas acredita que a lei da pena de morte ilustra a política "sanguinária" adoptada por Israel.

O movimento islamista palestiniano referiu que foi adotada pelo Knesset, o parlamento israelira, legislação especificamente concebida para se aplicar apenas aos palestinianos.

A adoção da lei "reflete a natureza sanguinária da ocupação (Israel, nota do editor) e a sua abordagem baseada em assassinatos e terrorismo, e expõe a falsidade das suas repetidas alegações de ser civilizada e comprometida com os valores humanos", denunciou o Hamas em comunicado.
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RTP /

IDF garantem ter concluído mais uma série de ataques a estruturas em Teerão

As Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmam ter concluído uma série de ataques na capital iraniana, Teerão, visando infraestruturas do regime.

A declaração surge após relatos de fontes que disseram à BBC que os ataques na cidade esta noite foram intensos.

"Cinco, seis ataques consecutivos nas proximidades", disse-me uma fonte.

Outras duas fontes também relataram ataques na cidade vizinha de Karaj.

Os meios de comunicação iranianos também noticiaram explosões em algumas partes de Teerão.
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EUA "comprometidos a fazer o trabalho até ao fim"
RTP /

Rubio à Al Jazeera. Estreito de Ormuz será aberto "de uma forma ou de outra"

O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, disse à televisão catari Al Jazeera, que o Estreito de Ormuz será aberto "de uma forma ou de outra".

Afirmou que o foco continua nos objetivos de guerra, que pretendem alcançar em "semanas, não em meses". Estes objetivos incluem a destruição da capacidade de drones, bem como da marinha e da força aérea iranianas, disse.

"Agora, os Estados Unidos estão empenhados em concluir a missão", declarou à emissora, acrescentando que isso "precisava de ser feito agora", pois poderia ser mais perigoso no futuro se o Irão construísse mais armas.
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"Um crime"
RTP /

Autoridade Palestiniana. Com pena de morte, Israel tenta "legitimar execuções extrajudiciais"

A Autoridade Palestiniana acusou Israel de tentar "legitimar execuções extrajudiciais" com a lei aprovada hoje pelo Parlamento israelita que institui "a pena de morte para os terroristas", uma legislação à medida para se aplicar apenas a palestinianos.

Esta lei constitui "um crime e uma escalada perigosa nas políticas de ocupação [por Israel, NDLR, que] não tem nenhuma soberania sobre a terra da Palestina", escreveu na rede social X o ministério palestiniano dos Negócios Estrangeiros, para quem esta legislação "revela mais uma vez a natureza do sistema colonial israelita", ao procurar "legitimar execuções extrajudiciais dando-lhes uma aparência legal".

O parlamento israelita aprovou hoje uma lei que institui a pena de morte por enforcamento para pessoas culpadas de homicídio terrorista que, na prática, aplica-se apenas a palestinianos condenados por ataques ou atentados contra Israel.

O texto obriga (salvo exceções não definidas) os tribunais militares israelitas a impor essa pena aos palestinianos residentes na Cisjordânia ocupada, enquanto os tribunais que julgam cidadãos israelitas têm a possibilidade de aplicar, em vez disso, a prisão perpétua. O diploma estabelece mais condições para a aplicação.

Esta proposta de lei, apresentada pela extrema-direita, foi aprovada com 62 votos a favor e 48 contra.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, assistiu à votação na sessão plenária do Knesset (parlamento israelita) e votou a favor da reforma, promovida pelo partido do ministro da Segurança Nacional israelita, o ultranacionalista Itamar Ben Gvir.

"A lei é populista, imoral, não igualitária", condenou durante o debate o deputado do partido da oposição Yesh Atid (Há Futuro), Matti Sarfatti, classificando-a de "claramente inconstitucional".

A organização não-governamental (ONG) Associação para os Direitos Civis em Israel (ACRI) anunciou, logo a seguir à aprovação da legislação, ter interposto um recurso junto do Supremo Tribunal de Israel para contestar a lei.

Esta lei é "inconstitucional, discriminatória por natureza e, para os palestinianos da Cisjordânia, aprovada sem base jurídica", escreveu a ACRI num comunicado que detalha os motivos do recurso.

Desde 1962 que Israel não aplica a pena de morte, atualmente proibida para a maioria dos crimes, sendo permitida apenas em casos extraordinários de crimes de guerra ou genocídio.

No domingo, os chefes da diplomacia da Alemanha, França, Itália e Reino Unido instaram o parlamento e o Governo de Israel a abandonarem o plano de expandir as possibilidades de impor a pena de morte.

Anteriormente, o Conselho da Europa tinha pedido que a proposta de lei fosse abandonada.

Lusa
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Exército israelita emite alerta de evacuação para seis aldeias no Líbano

O exército israelita emitiu alertas de evacuação para os residentes de seis aldeias na região oeste do Vale do Bekaa, no Líbano, instando os civis a abandonarem as suas casas devido a possíveis operações militares. Este é o primeiro alerta deste tipo para estas áreas.

Os militares afirmaram que o alerta foi motivado pelo que descreveram como atividade de combatentes na região, sem adiantar mais pormenores.

Mais de 1,2 milhões de civis libaneses foram obrigados a abandonar as suas casas.
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Momento-Chave
RTP /

Drones americanos MQ-9 Reaper deverão aterrar na base das Lajes dentro de poucas horas

Os drones norte-americanos MQ-9 Reaper, conhecidos como "drones assassinos", deverão aterrar na base das Lajes, nos Açores, daqui a poucas horas.

MQ- 9 Reaper é um dos drones militares mais avançados do mundo. Pode rastrear até 12 alvos em simultâneo e transportar 1.700 kg de armamentos.

Estes drones são uma peça central da guerra moderna com maior autonomia e eficiência do que um caça.
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RTP /

Trump ameaça "tomar o petróleo" do Irão

O presidente norte-americano admite querer o controlo do petróleo do Irão enquanto milhares de militares dos Estados Unidos estão a chegar à região para uma eventual operação terrestre.

Trump mantêm a forte ameaça de destruir centrais de energia e de petróleo caso não seja desbloqueado o estreito de Ormuz e garante que as negociações estão a correr bem.

Reportagem de Cândida Pinto e Ricardo Guerreiro RTP Washington.
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Após ataque a "capacetes azuis" no Líbano
RTP /

França pede reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU

A França solicitou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas após os "incidentes extremamente graves sofridos pelos soldados de paz da UNIFIL", anunciou esta segunda-feira o ministro francês dos Negócios Estrangeiros numa mensagem partilhada no X.

A França "condena nos termos mais veementes possíveis os tiroteios" que mataram três soldados da paz da UNIFIL no domingo e na segunda-feira, afirmou Jean-Noël Barrot. 

"A França condena também os graves incidentes sofridos ontem (domingo) pelo contingente francês da UNIFIL na região de Naqoura", acrescentou, sublinhando que estas condenações "foram transmitidas nos termos mais veementes possíveis ao embaixador israelita em Paris".
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RTP /

Israel aprova pena de morte para palestinianos condenados por terrorismo

O Knesset aprovou uma lei polémica que prevê a pena de morte por enforcamento para os palestinianos da Cisjordânia condenados por terrorismo.

A aprovação é uma vitória para os aliados de extrema-direita do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu, que votou a favor do projeto de lei. 

A lei aplica-se apenas àqueles que “causam intencionalmente a morte de uma pessoa com o objetivo de negar a existência do Estado de Israel” — uma definição que, na prática, exclui os terroristas judeus.

Os chefes da diplomacia da Alemanha, França, Itália e Reino Unido tinham pedido a Israel que parasse com o processo legislativo, por considerarem que é discriminatório e põe em causa os valores democráticos.

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RTP /

Centrais elétricas e dessalinizadoras. Casa Branca garante que EUA vão seguir a lei

Questionado sobre a ameaça de Donald Trump de atacar as instalações energéticas iranianas e centrais de dessalinização caso Teerão não reabra o Estreito de Ormuz, a porta-voz da Casa Branca garantiu que as forças armadas norte-americanas agirão sempre de acordo com a lei.

“O presidente deixou bem claro ao regime iraniano neste momento que a melhor opção é fechar um acordo, ou então as forças armadas dos Estados Unidos têm capacidades que superam a sua imaginação, e o presidente não teme usá-las”, disse Leavitt.

“É claro que esta administração e as forças armadas dos Estados Unidos agirão sempre dentro dos limites da lei, mas, no que diz respeito à concretização dos objectivos da Operação Epic Fury, o presidente Trump avançará sem hesitações e espera que o regime iraniano faça um acordo com a administração”, prosseguiu.
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Trump "recusou descartar" envio de tropas terrestres para o Irão

Questionada sobre uma possível operação com tropas terrestres no Irão, Leavitt afirmou que Trump "recusou obviamente descartá-la".

Leavitt diz que o Pentágono pretende fornecer opções ao presidente, mas isso não significa que Trump alguma vez tenha tomado uma decisão.

Sobre se o presidente procuraria a aprovação do Congresso antes de enviar tropas para o Irão, Leavitt garante que o Governo seguirá sempre o Estado de Direito e que Trump tem um grande respeito pelo Congresso.
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"Um sucesso"
RTP /

Casa Branca. Atingidos até à data 11.000 alvos inimigos

A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, começa por dizer aos jornalistas que a operação no Irão está a progredir "com sucesso".

Leavitt afirma que mais de 11 mil alvos inimigos foram atingidos até ao momento, criando "mais poder de negociação para os Estados Unidos e os seus aliados" e prejudicando as capacidades ofensivas e defensivas do Irão.

Ela acrescenta que os ataques com mísseis balísticos e drones do Irão diminuíram cerca de 90 por cento.

Os EUA também "dizimaram" a marinha iraniana, destruindo mais de 150 embarcações, incluindo "92% dos seus maiores navios", diz ela.

A mesma acrescenta que o regime iraniano está "ansioso por pôr fim à destruição" e sentar-se à mesa das negociações.

As autoridades iranianas negam repetidamente estar em negociações com os EUA.
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Conferência de imprensa na Casa Branca sobre a guerra

A secretária de imprensa da Administração Trump, Karoline Leavitt, faz um resumo dos últimos dias de operações e objetivos, antes de responder às perguntas dos jornalistas.
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Segundo incidente em 24H
RTP /

Dois `capacetes azuis` mortos em explosão no Líbano

A missão de manutenção da paz das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL) informou que dois dos seus membros foram mortos no sul do Líbano esta segunda-feira, depois de uma explosão de "origem desconhecida" ter destruído o veículo em que seguiam.

O chefe das operações de manutenção da paz das Nações Unidas, Jean-Pierre Lacroix, confirmou depois que os dois capacetes azuis eram indonésios.

Um terceiro membro da missão ficou gravemente ferido e outro também sofreu ferimentos ligeiros no incidente, que ocorreu perto do município de Bani Haiyyan.

Este é o segundo incidente em 24 horas, depois de um membro da UNIFIL ter sido morto quando um projétil explodiu numa das suas posições numa aldeia no sul do Líbano. 
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RTP /

Rubio fala em "fraturas internas" na liderança da República Islâmica

O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou que existem fissuras na liderança do Irão, apontando a diferença entre discurso público e privado dos seus interlocutores iranianos, sobre quem se escusou a fornecer pormenores, por segurança.

Em declarações ao canal televisivo ABC News, o chefe da diplomacia norte-americana afirmou que não revelaria a identidade das pessoas com as quais mantém diálogo em Teerão, para acordar o fim da guerra lançada pelos Estados Unidos e por Israel, porque "provavelmente isso lhes causaria problemas com outros grupos dentro do Irão".

"Há lá algumas fraturas internas (na liderança iraniana). E creio que se há pessoas no Irão que agora, dadas todas as circunstâncias, estão dispostas a encaminhar o seu país numa direção diferente, isso será algo positivo", acrescentou.

Hoje, o Presidente norte-americano, Donald Trump, insistiu na sua rede social, Truth Social, que o seu país "está em conversações sérias com um novo e mais razoável regime" no Irão, ao mesmo tempo reiterando as suas ameaças às instalações elétricas e petrolíferas da República Islâmica, "se não se chegar em breve a um acordo".

Rubio assegurou depois à ABC que há pessoas em Teerão que, "em privado, estão a dizer algumas das coisas certas".

"O que dizem e tornam público para o mundo não reflete necessariamente o que dizem nas nossas conversas. Mas, no final, temos de ver se estas pessoas acabarão por ser as que estão ao comando, se serão elas que têm o poder para cumprir o acordo. (...) Temos esperança de que seja esse o caso", afirmou.
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Kuwait acusa Irão após ataque mortal a central de dessalinização. Teerão nega a acusação

O Governo do Kuwait acusou hoje o Irão de atacar uma central de dessalinização e geração de energia, que resultou na morte de um cidadão indiano.

Teerão negou o ataque, num comunicado transmitido na segunda-feira pela televisão estatal iraniana, atribuindo a culpa a Israel.

A Arábia Saudita, o Qatar e Omã condenaram o ataque, com Riade e Doha a culparem o Irão.

"Um edifício de serviços numa central de dessalinização e geração de energia foi atacado no âmbito da agressão iraniana contra o Estado do Kuwait, resultando na morte de um trabalhador indiano e em danos materiais significativos", publicou o Ministério da Eletricidade e Água do Kuwait na plataforma de redes sociais X, sem especificar o local do ataque.

O exército do Kuwait declarou posteriormente, na segunda-feira, que intercetou 13 drones nas últimas 24 horas, alguns dos quais causaram "danos significativos" no edifício da central.
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Israel atacou no fim-de-semana defesas aéreas iranianas perto do Mar Cáspio

O exército israelita afirma ter atacado as defesas aéreas do Irão perto do Mar Cáspio, no norte do país, no domingo.

A Força Aérea israelita afirma que o objetivo dos ataques era expandir a "superioridade aérea" de Israel sobre o Irão.

Israel afirma que as defesas aéreas iranianas estavam escondidas numa zona florestal.

O Mar Cáspio é a maior massa de água interior do mundo, banhada pelo Irão, Rússia, Cazaquistão, Turquemenistão e Azerbaijão.
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NATO confirma interceção de míssil iraniano sobre a Turquia

A NATO confirmou a interceção de um míssil iraniano que se dirigia para a Turquia, a quarta interceção deste tipo desde o início do conflito no Médio Oriente.

A Aliança Atlântica "está preparada para enfrentar tais ameaças e fará sempre o que for necessário para defender todos os Aliados", declarou a sua porta-voz, Allison Hart, à emissora X.
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RTP /

Soldado libanês morto e cinco feridos após ataque israelita

Um soldado libanês foi morto esta segunda-feira e outros cinco ficaram feridos após um ataque israelita a um posto de controlo do exército no sul do Líbano, informou o exército libanês.
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Até ao fim do ano
RTP /

Ucrânia e Bulgária preparam corredor de gás, diz Zelensky

O presidente ucraniano anunciou que a Ucrânia e a Bulgária estão a preparar um corredor de gás capaz de transportar volumes de até 10 mil milhões de metros cúbicos anualmente.

Em declarações à imprensa em Kiev, ao lado do primeiro-ministro búlgaro, Andrey Gyurov, acrescentou que a nova rota deverá estar pronta até ao final do ano.

Kiev está já a planear medidas para enfrentar o próximo Inverno no meio de possíveis ataques russos ao seu sistema energético.
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Jordânia proíbe ar condicionado em edifícios governamentais

A Jordânia está a proibir o uso de ar condicionado nos edifícios governamentais, à medida que a guerra aumenta a pressão económica sobre os países do Golfo.

Numa directiva divulgada hoje pela agência de notícias estatal jordana, o primeiro-ministro Jafar Hassan está também a restringir o uso de veículos oficiais e a suspender por dois meses as viagens internacionais das delegações e comités oficiais.

O governo já tinha reconhecido o impacto do aumento dos custos dos combustíveis e da energia.
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Ministros do G7 "prontos a tomar medidas" para estabilizar mercado energético

Os ministros do G7 afirmam estar "prontos para tomar todas as medidas necessárias" para manter a estabilidade do mercado energético após a guerra no Médio Oriente.

Os ministros da Energia e das Finanças do grupo realizaram uma reunião virtual esta seguinda-feira, com a participação dos governadores dos bancos centrais.

Um comunicado divulgado após a reunião refere que os bancos estão a "monitorizar de perto" o impacto dos preços da energia na inflação.

O comunicado acrescenta: "Estamos prontos para tomar todas as medidas necessárias em estreita coordenação com os nossos parceiros, incluindo para preservar a estabilidade e a segurança do mercado energético."
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FMI apela a medidas "cuidadosamente calibradas" para lidar com impactos

O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou hoje para os impactos assimétricos da guerra no Médio Oriente pelo mundo, que passam pelos preços da energia, cadeias de fornecimento e condições financeiras, apelando aos países para adotarem medidas "cuidadosamente calibradas".

Numa publicação no `blog` da instituição, vários diretores do FMI alertam que o choque provocado pelo conflito no Médio Oriente e o encerramento do Estreito de Ormuz é "global, mas assimétrico".

"Os importadores de energia estão mais expostos do que os exportadores, os países mais pobres mais do que os mais ricos, e aqueles com reservas escassas mais do que aqueles com reservas amplas", lê-se no texto.

Estes impactos surgem numa altura em que muitas economias têm margem limitada para absorver choques, sendo que muitos países já enfrentavam níveis recordes de endividamento, aumentando as preocupações com a sustentabilidade orçamental.

Assim, para gerir o choque e manter a resiliência, é "mais importante do que nunca que os países adotem políticas adequadas", apelam os responsáveis do FMI, apontando que as medidas têm de ser "cuidadosamente calibradas para as necessidades específicas de cada país".

"Os países com reservas limitadas e pouca margem de manobra orçamental devem ser especialmente cautelosos", avisam os economistas do organismo.

Os responsáveis do FMI admitem que a guerra possa moldar a economia global de diferentes maneiras, mas a maioria dos cenários leva a preços mais altos e crescimento mais lento.

"Um conflito curto pode fazer com que os preços do petróleo e do gás disparem antes que os mercados se ajustem, enquanto um conflito longo pode manter a energia cara e pressionar os países que dependem de importações", consideram os responsáveis, mas o mundo também pode "estabilizar num ponto intermédio com tensões persistentes, energia cara e inflação difícil de controlar".

Tudo depende de quanto tempo o conflito durar, de quão longe se espalhar e quanto dano infligir à infraestrutura e às cadeias de fornecimento.

Na Europa, países como a Itália e o Reino Unido estão especialmente expostos pela dependência das centrais a gás para a produção de eletricidade, enquanto França e Espanha estão "relativamente protegidas pela maior capacidade nuclear e de energias renováveis".

Já no que diz respeito aos mercados financeiros, na Europa e em muitas economias emergentes, "`yields` mais altos e spreads de crédito mais amplos aumentam os encargos do serviço da dívida e complicam o refinanciamento tanto para governos quanto para empresas".

Lusa
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Irão questiona benefícios de ser membro do Tratado de Não Proliferação Nuclear

Em conferência de imprensa hoje, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmail Baghaei, afirmou que, tanto o parlamento como a população. estão preocupados com os benefícios do país ser membro do Tratado de Não Proliferação Nuclear. 

O tratado, em vigor desde 1970, visa impedir a proliferação de armas nucleares, mas permite aos países desenvolver e pesquisar a energia nuclear.

Baghai disse que o Irão continua comprometido com o Tratado, uma vez que se mantém membro, mas questiona se pode usufruir dos direitos que este garante. Reiterou também que o Irão nunca procurou, nem procura, armas nucleares.

Os Estados Unidos acusam o regime dos clérigos xiitas pretender o contrário.
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Mais de seis mil hospitalizados em Israel desde início da guerra com o Irão

Mais de 6.000 pessoas foram levadas para hospitais em Israel desde o início da guerra com o Irão, segundo o Ministério da Saúde do país.

O ministério afirma que 121 doentes ainda estão a receber tratamento médico - um está em estado crítico e 16 são considerados graves.

Nas últimas 24 horas, 232 feridos deram entrada nos hospitais de todo o país, acrescenta o Ministério.
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Forças da NATO abateram quarto míssil iraniano no espaço aéreo da Turquia

Um míssil balístico lançado do Irão entrou no espaço aéreo turco antes de ser abatido pelas defesas aéreas e antimíssil da NATO destacadas no Mediterrâneo Oriental, informou o Ministério turco da Defesa esta segunda-feira.

O incidente marcou o quarto caso do género desde o início da guerra com o Irão, após três interceções anteriores por parte dos sistemas da NATO no início deste mês, que levaram Ancara a protestar e a alertar Teerão.

O Ministério afirmou que todas as medidas necessárias estão a ser tomadas "de forma decisiva e sem hesitação" contra qualquer ameaça dirigida ao território e ao espaço aéreo da Turquia.
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Dois palestinianos mortos pelo exército israelita na Cisjordânia

Dois palestinianos foram mortos esta segunda-feira por soldados israelitas no norte e no sul da Cisjordânia ocupada, anunciaram o exército israelita e o Ministério da Saúde, sediado em Ramallah.

O exército israelita disse à AFP que um homem armado com uma faca correu em direção aos soldados que operavam perto da cidade de Dura-Europos, no sul do país, na manhã desta segunda-feira.

"Os soldados abriram fogo sobre o terrorista e mataram-no", acrescentou o exército.
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França reúne G7 para discutir impacto económico da guerra

França acolheu esta segunda-feira uma reunião do G7 com ministros das Finanças, da Energia, responsáveis dos bancos centrais e diretores de outras organizações internacionais para analisar a guerra no Irão e impactos económicos globais.

Este formato "demonstra claramente o grau de interligação entre as questões do abastecimento energético e os preços", declarou o ministro francês da Economia e Finanças, Roland Lescure, no início da reunião, à qual se juntaram representantes da Agência Internacional de Energia (AIE), Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Mundial.

O ministro francês constatou que alguns países do G7 "têm problemas de abastecimento", como o Japão, enquanto outros "têm antes problemas de preços", como a França, ou "problemas económicos, problemas financeiros, problemas de inflação".

A ideia da reunião, disse Lescure aos seus interlocutores, "é acompanhar a evolução da situação, trocar diagnósticos, em particular sobre as possíveis perturbações em curso, algumas das quais a ocorrer na Ásia".

Face ao forte aumento dos preços da energia, Roland Lescure constatou que "já existem diferenças na resposta" dada pelos diferentes países e que estas estão "ligadas em grande medida às diferenças de situação e exposição à crise".

O objetivo da reunião que junta representantes da Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Reino Unido e Japão, passa por analisar a situação económica global num contexto marcado pela convergência de crises energéticas, pressões inflacionistas e desafios macroeconómicos.
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Exército sírio afirma que ataques com drones atingiram as suas bases perto do Iraque

O exército sírio afirmou esta segunda-feira que ataques com drones atingiram várias das suas bases perto da fronteira com o Iraque, um ataque raro contra posições sírias desde os ataques dos EUA e de Israel contra o Irão, há um mês, que desencadearam uma guerra no Médio Oriente.

Damasco tem-se esforçado por se manter à margem do conflito regional que envolveu países vizinhos, incluindo o Líbano.
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Ofensiva de Israel contra Hezbollah "continua com muita intensidade"

As Forças de Defesa de Israel já avançaram três quilómetros em território libanês.

Os enviados especiais da RTP a Telavive fazem aqui o ponto de situação do conflito no Médio Oriente.
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RTP /

Prestações do crédito à habitação aumentam em abril

A subida da Euribor está associada à incerteza criada pela guerra no Médio Oriente.<br />

O aumento deve situar-se entre os cinco e os 15 euros.
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RTP /

Israel afirma ter atacado universidade em Teerão gerida pela Guarda Revolucionária Islâmica

O exército israelita anunciou esta segunda-feira que atacou uma universidade em Teerão gerida pela Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), o braço armado da República Islâmica do Irão, alegando que "atividades de investigação e desenvolvimento de armamento avançado" estavam a ser realizadas no local.

"Nos últimos dias, uma das principais instalações de infraestruturas militares da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) foi atacada. Está localizada dentro do campus da Universidade Imam Hossein, a principal instituição académica militar da IRGC, que também serve como recurso de emergência para os órgãos militares do regime", afirmou o exército em comunicado.

"Sob o pretexto de atividades civis, as atividades de investigação e desenvolvimento de armamento avançado estavam a ser conduzidas na universidade", acrescentou o comunicado.
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Emirados Árabes Unidos intercetaram mais 27 drones e 11 mísseis balísticos.

O Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos afirma ter intercetado 27 drones e 11 mísseis balísticos lançados pelo Irão esta segunda-feira.

Desde o início da guerra, o país intercetou 1.941 drones, 15 mísseis de cruzeiro e 425 mísseis balísticos.
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Israel afirma que segundo jornalista morto no Líbano era membro do Hezbollah

O exército israelita afirmou esta segunda-feira que o segundo jornalista morto num ataque no fim de semana no Líbano era membro do movimento islâmico Hezbollah, apoiado pelo Irão, sem apresentar qualquer prova que sustente a alegação.

Fatima Ftouni, jornalista do canal Al-Mayadeen, ligado ao movimento xiita, o seu irmão, o operador de câmara Mohammed Ftouni, e Ali Shouaib, correspondente do canal Al-Manar, afiliado do Hezbollah, foram mortos no sábado num ataque que teve como alvo o carro em que se encontravam na região de Jezzine, no sul do Líbano.

Pouco depois, o exército israelita declarou que matou Ali Shouaib "num ataque direcionado", descrevendo-o como um "terrorista da unidade de inteligência da força al-Radwan" que operava "disfarçado de jornalista".

O exército confirmou na segunda-feira a "eliminação" de Mohammad Ftouni, "outro terrorista do braço armado do Hezbollah, que também atuava sob o disfarce de jornalista".

O exército não apresentou provas que sustentassem as suas alegações relativamente aos dois homens.

"Realçamos que o exército israelita dirige os seus ataques contra terroristas, não contra jornalistas", declarou.

Questionado pela AFP sobre a apresentação de provas, o exército respondeu: "O que temos é o que podemos confirmar".

Ali Shouaib, um veterano correspondente da Al-Manar, cobriu conflitos e a vida política no Líbano durante décadas.

No seu comunicado, o exército acrescentou ter "recebido relatos" de que "outro jornalista que estava com os terroristas" foi morto no ataque, sem adiantar mais pormenores.
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RTP /

Litro da gasolina custa menos dois cêntimos

Depois de grandes subidas, a semana começa com a descida de dois cêntimos no preço do litro da gasolina. O gasóleo mantém o preço da semana passada.

Foto: Nuno Patrício - RTP

Sobram queixas e reclamações por parte dos consumidores.
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Momento-Chave
RTP /

Ataque iraniano atinge base militar iraquiana situada perto de embaixada dos EUA

Vários mísseis atingiram esta madrugada uma base militar iraquiana localizada no interior do complexo aeroportuário de Bagdad, que alberga também uma embaixada dos Estados Unidos (EUA), anunciou hoje o Ministério da Defesa do Iraque.

A base atingida está localizada perto de um centro diplomático e logístico dos EUA dentro do complexo do aeroporto, que tem sido alvo frequente de ataques desde o início da guerra no Irão, a 28 de fevereiro.

Hoje de madrugada, “uma base aérea foi alvo de ‘rockets’ Grad de 122 mm disparados dos arredores de Bagdad”, disse o Ministério da Defesa iraquiano, em comunicado.

“Este ataque resultou na destruição de um avião Antonov-132 pertencente à Força Aérea iraquiana. Não houve registo de vítimas”, acrescentou.

Uma fonte militar citada pela agência de notícias francesa AFP adiantou ainda terem caído “ ‘rockets’ dentro do centro de apoio diplomático, provocando um incêndio”.

O incidente aconteceu depois de Washington e Bagdad terem anunciado, na semana passada, a sua intenção de “reforçar a cooperação” para prevenir ataques e impedir que o território iraquiano seja utilizado como base para operações contra instalações norte-americanas.
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Momento-Chave
RTP /

Navios chineses atravessaram o Estrito de Ormuz à segunda tentativa

Dois navios porta-contentores chineses atravessaram o estreito de Ormuz esta segunda-feira, na segunda tentativa, depois de regressarem ao Golfo Pérsico na sexta-feira.

As embarcações navegavam em formação próxima, saindo do estreito e entrando em águas abertas, de acordo com os dados da plataforma MarineTraffic.

Não foi possível contactar de imediato os representantes da COSCO, o grupo de navegação que opera os dois navios.
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Momento-Chave
Ameaça "destruir" a Ilha de Kharg
RTP /

Trump volta a avisar o Irão para abrir o Estreito de Ormuz

Donald Trump ameaçou esta segunda-feira destruir a Ilha de Kharg, um importante local de extração de petróleo para o Irão, caso o Estreito de Ormuz não seja reaberto e as negociações com Teerão, que descreve como "graves", não estejam concluídas "em breve".

"Os Estados Unidos da América estão em negociações sérias com um NOVO REGIME, MAIS RAZOÁVEL, para terminar as nossas operações militares no Irão. Foram feitos enormes progressos, mas se, por alguma razão, não for alcançado rapidamente um acordo, o que é provável que aconteça, e se o Estreito de Ormuz não for imediatamente 'aberto para negócios', concluiremos a nossa adorável 'estadia' no Irão explodindo e obliterando totalmente todas as suas centrais elétricas, poços de petróleo e a Ilha de Kharg (e talvez todas as suas centrais de dessalinização!)", escreveu o presidente norte-americano na sua rede social Truth Social.

Segundo Trump, estas fábricas ainda não foram atingidas "deliberadamente".

"Isto será uma retaliação pelos muitos soldados e outros que o Irão massacrou durante os 47 anos do `Reinado de Terror` do antigo regime", concluiu o Presidente dos Estados Unidos.

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Líbano
RTP /

Três membros do Hezbollah morrem em ataque a sul de Beirute

Pelo menos três membros do Hezbollah foram mortos e outros três ficaram gravemente feridos durante um ataque aéreo israelita que atingiu um edifício residencial nos subúrbios do sul de Beirute, avança a AFP.

O exército israelita havia anunciado estar a lançar uma nova vaga de bombardeamentos aéreos sobre Beirute, visandoinfraestrutura do movimento xiita conotado com o regime iraniano.
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Momento-Chave
Referência europeia
RTP /

Petróleo Brent a subir mais de 2% para cerca de 115 dólares

O preço do barril de petróleo Brent, referência para a Europa, estava a meio da manhã a aumentar mais de dois por cento relativamente a sexta-feira.

Pelas 11h00 em Lisboa, o preço do barril para entrega em maio subia 2,13 por cento para os 114,97 dólares, depois de ter fixado um máximo de 116,89 dólares durante a sessão.

O barril de petróleo de referência nos Estados Unidos, West Texas Intermediate, para entrega em maio, subia à mesma hora 1,96% para 101,50 dólares.

O gás natural para entrega em abril no mercado TFF dos Países Baixos crescia 1,80% para 55,23 euros por megawatt-hora (MWh).
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Sem registo de vítimas
RTP /

Incêndio deflagra em refinaria de petróleo no norte de Israel

Um edifício industrial e um camião-cisterna com combustível na refinaria de petróleo de Bazan, em Haifa, no norte de Israel, foram atingidos por destroços de um míssil intercetado, de acordo com o Corpo de Bombeiros israelita, citado pelo Times of Israel.

Não há, para já, notícia imediata de vítimas ou danos nas instalações de produção

A refinaria de petróleo terá sido visada por um míssil iraniano.
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Momento-Chave
Joana Bénard da Costa - RTP /

Nova flotilha com destino a Gaza sai de Marselha na próxima semana

Dois veleiros franceses vão partir de Marselha, a 4 de abril, para se juntarem a uma nova flotilha internacional com cerca de uma centena de embarcações, na tentativa de romper o bloqueio israelita e chegar à Faixa de Gaza.

Reuters

O anúncio foi feito esta segunda-feira, em conferência de imprensa, pela Associação França-Palestina de Solidariedade (AFPS) que pretende enviar uma "mensagem essencialmente política", como sublinhou Claude Léostic, em nome da associação, citado pela agência de notícias France-Presse.

Trata-se de um ato de "solidariedade para com o povo palestiniano que sofre um genocídio e um bloqueio em Gaza", acrescentou ainda Léostic em conferência imprensa.

No outono de 2025, uma flotilha internacional de cerca de 50 embarcações foi intercetada pela marinha israelita e impedida de chegar ao seu destino. 
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Momento-Chave
Cristina Sambado /

Zelensky propõe tréguas energéticas a Moscovo para lidar com a crise petrolífera

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, cujo país intensificou os ataques a instalações petrolíferas russas nas últimas semanas, propõe uma trégua energética a Moscovo para lidar com a crise desencadeada pela guerra no Médio Oriente.

O presidente ucraniano esteve no Catar onde foi recebido pelo Xeque Tamim bin Hamad Al Thani Amiri Diwan - Reuters

A Ucrânia recebeu recentemente "sinais de alguns dos parceiros" a pedir-lhe que "reduza os ataques contra o setor petrolífero russo", disse esta segunda-feira Zelensky aos jornalistas.

"Enfatizo mais uma vez que, se a Rússia estiver disposta a não atacar o setor energético ucraniano, nós não atacaremos o setor energético deles em resposta", acrescentou.
Zelensky elogia acordos "históricos" com países do Golfo
Também esta segunda-feira o presidente ucraniano elogiou os acordos "históricos" sobre a cooperação em matéria de segurança e defesa aérea alcançados com os países do Golfo durante a visita que efetuou à região.
"São acordos históricos" sobre "cooperação estratégica na área da tecnologia militar", afirmou Zelensky aos jornalistas, depois de visitar a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos, o Catar e a Jordânia.
"A Ucrânia nunca teve acordos como estes na região do Golfo", enfatizou.

Nos termos dos documentos, que têm uma duração de dez anos, a Ucrânia planeia, em particular, libertar a exportação dos seus intercetores capazes de destruir drones Shahed de fabrico iraniano, acrescentou Zelensky.

"Trata-se de exportações, de abrir as exportações, mas de uma abertura adequada", apontou, "onde os nossos conhecimentos não estejam a ser vendidos gratuitamente e o que esteja a ser efetivamente vendido aos parceiros seja um sistema de defesa aérea à prova de Shahed e não apenas intercetores."

Em troca, Kiev, que luta contra a invasão russa há quatro anos, está interessada em meios para destruir mísseis balísticos, que são muito difíceis de abater, e em apoio no sector energético, cuja rede está a ser devastada por ataques sistemáticos russos, de acordo com Zelensky.

O presidente ucraniano garantiu ainda que o seu país está pronto para um cessar-fogo na Páscoa e que está confiante que não existe qualquer impasse nas negociações entre Kiev e Moscovo.

c/ agências
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Momento-Chave
Esmaeil Baqae
RTP /

Porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão reafirma “irrealismo” de Washington

O porta-voz do Ministério iraniano dos Negócios Estrangeiros, Esmaeil Baqaei, confirma que Teerão recebeu mensagens, por meio de intermediários, a dar conta da disponibilidade dos Estados Unidos para negociar. Mas reafirma que as propostas norte-americanas até agora enunciadas são “irrealistas, ilógicas e excessivas”.

“A nossa posição é clara. Estamos sob agressão militar. Portanto, todos os nossos esforços e forças estão concentrados na defesa”, enfatizou Baqaei.

Em declarações divulgadas pela agência Tasnim, O porta-voz reiterou também que o Governo iraniano não manteve quaisquer negociações diretas com a Administração Trump.

O Paquistão, apontado como potencial mediador entre Washington e Teerão, acolheu no domingo uma reunião quadripartida com a Arábia Saudita, a Turquia e o Egito, mas esta não produziu resultados significativos.

Os Estados Unidos apresentaram, na semana passada, uma proposta de cessar-fogo em 15 pontos, incluindo a reabertura do Estreito de Ormuz e restrições ao programa nuclear iraniano. O regime dos ayatollahs rejeitou o plano norte-americano.

Teerão pretende, desde logo, que Israel cesse os ataques a aliados iranianos na região, designadamente ao Hezbollah xiita libanês.
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Cristina Sambado - RTP /

Confiança dos consumidores cai em março para mínimos de 2023

O comportamento não é alheio ao contexto da guerra no Médio Oriente. Na União Europeia e na Zona euro, o sentimento económico também recuou pelo segundo mês consecutivo.

António Antunes - RTP

O indicador de confiança dos consumidores recuou este mês para o valor mais baixo desde dezembro de 2023, ao passo que o clima económico caiu para mínimos de um ano.

De acordo com os inquéritos de conjuntura divulgados esta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o indicador de confiança dos consumidores "diminuiu nos últimos dois meses, registando uma redução significativa em março, para o valor mais baixo desde dezembro 2023, em resultado sobretudo dos expressivos contributos negativos das perspetivas sobre a evolução futura da situação económica do país e da situação financeira do agregado familiar".

Segundo estes inquéritos, as opiniões sobre a evolução passada da situação financeira do agregado familiar e as expectativas sobre a evolução futura da realização de compras importantes por parte das famílias também contribuíram negativamente para este indicador, ainda que de forma mais ligeira.O INE analisa ainda o saldo das perspetivas dos consumidores sobre a evolução futura da situação económica do país, que diminuiu nos últimos dois meses, "de forma significativa em março, atingindo o valor mínimo desde janeiro de 2023".

"O saldo das expectativas sobre a evolução futura dos preços aumentou nos últimos três meses, tendo registado em março o segundo maior aumento da série e o valor mais elevado desde março de 2022", nota o gabinete de estatísticas.

Já o indicador de clima económico, baseado em inquéritos às empresas, diminuiu em março, para um valor próximo do observado há um ano, após ter aumentado ligeiramente no mês anterior.

A confiança diminuiu no comércio e na construção e obras públicas, mas aumentou nos serviços e na indústria transformadora.

Na indústria transformadora, o indicador aumentou nos últimos dois meses, ligeiramente em março, "refletindo o contributo positivo das apreciações relativas aos stocks de produtos acabados e das opiniões sobre a evolução da procura global", explica o INE.

Já as expectativas dos empresários sobre a evolução futura dos preços de venda aumentaram, numa altura em que se perspetiva um acelerar da inflação devido ao conflito no Médio Oriente, nomeadamente nos preços do petróleo.Zona Euro e União Europeia

O sentimento económico recuou em março, pelo segundo mês consecutivo, tanto na Zona Euro quanto na União Europeia (UE), segundo dados divulgados pela Comissão Europeia.

Segundo os dados da direção-geral dos Assuntos Económicos e Financeiros do executivo comunitário, o sentimento económico recuou, em março, 1,5 pontos, para 96,7 na União Europeia, e 1,6 pontos, para 96,6, na área do euro, período marcado pela guerra entre Estados Unidos, Israel e Irão, que se iniciou em 28 de fevereiro.Já em fevereiro, o indicador tinha descido para os 98,2 pontos em ambas as zonas, sendo a média de longo prazo de 100 pontos.

Na União Europeia, considera a Comissão, a descida do sentimento económico resultou de uma confiança consideravelmente mais baixa entre os consumidores e os retalhistas e, em menor medida, entre os gestores do setor dos serviços.

A confiança no setor da construção melhorou ligeiramente, enquanto se manteve globalmente inalterada na indústria.

O indicador registou quedas nas seis maiores economias da União Europeia: França (-3,7), Espanha (-2,4), Países Baixos (-1,5), Itália (-1,3) e Polónia (-0,3), e na Alemanha (-0,1).

A Comissão Europeia revela ainda que o indicador de expectativas de emprego também registou uma descida na UE (-1,3 pontos para 97,3) e na zona euro (-1,4 para 96,4).

c/ Lusa

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Cristina Sambado - RTP /

Protestos internacionais. Netanyahu garante acesso do patriarca latino de Jerusalém ao Santo Sepulcro

"Instruí as autoridades competentes para concederem ao cardeal Pierbattista Pizzaballa o acesso total e imediato à Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém".

Ammar Awad - Reuters

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, anunciou esta segunda-feira que o patriarca latino de Jerusalém teria acesso imediato à Igreja do Santo Sepulcro, depois de ter sido impedido pela polícia israelita de entrar para celebrar a missa do Domingo de Ramos, o que gerou indignação internacional.

"Embora compreenda esta preocupação, assim que tomei conhecimento do incidente com o cardeal Pizzaballa, instruí as autoridades para permitirem que o patriarca realizasse as celebrações religiosas de acordo com o seu desejo”, assinalou Benjamin Netanyahu.

"Não houve absolutamente nenhuma intenção maliciosa, apenas a preocupação em garantir a segurança do cardeal", escreveu o gabinete do primeiro-ministro.



"No entanto, considerando que a Semana Santa está a começar para os cristãos de todo o mundo, as forças de segurança israelitas estão a elaborar um plano para permitir que os líderes religiosos orem (no Santo Sepulcro) nos próximos dias", frisou. Israel pediu aos fiéis cristãos, judeus e muçulmanos que "se abstenham temporariamente" de visitar os locais sagrados da Cidade Velha por razões de segurança, afirmando que "os locais sagrados das três religiões monoteístas em Jerusalém" foram recentemente alvos de "mísseis balísticos" disparados do Irão.

"Como resultado, e pela primeira vez em séculos, os chefes da Igreja foram impedidos de celebrar a missa do Domingo de Ramos na Igreja do Santo Sepulcro", lamentou um comunicado conjunto divulgado no domingo pelo Patriarcado Latino de Jerusalém e pela Custódia da Terra Santa.
Jornal da Tarde | 30 de março de 2026

O cardeal Pierbattista Pizzaballa e o custódio Francesco Ielpo, chefe dos Franciscanos da Terra Santa, "foram impedidos de prosseguir viagem e obrigados a regressar", acrescentou o comunicado, classificando o ato como um "grave precedente" que demonstra "falta de consideração pelos sentimentos de milhares de milhões de pessoas em todo o mundo que, esta semana, voltam os seus olhares para Jerusalém".No início da ofensiva liderada pelos EUA contra o Irão, a 28 de fevereiro, as autoridades israelitas proibiram grandes aglomerações, incluindo em sinagogas, igrejas e mesquitas, nomeadamente a Mesquita de Al-Aqsa — o terceiro local mais sagrado do Islão — durante o mês sagrado do Ramadão, e limitaram as reuniões públicas a aproximadamente 50 pessoas.

A polícia justificou a sua decisão citando o traçado da Cidade Velha e dos locais sagrados, uma "área complexa" que dificulta o acesso rápido dos serviços de emergência em caso de ataque, "representando, por isso, um risco real para vidas humanas".

Em meados de março, destroços de mísseis e intercetores caíram na Cidade Velha, particularmente perto da Mesquita de Al-Aqsa e da Igreja do Santo Sepulcro, após ataques iranianosRestrições afetam a Páscoa e o Ramadão
O Domingo de Ramos marca o início da Semana Santa, a semana mais importante do calendário cristão, que antecede a Páscoa. A Cidade Velha estaria normalmente movimentada, com católicos romanos a passar pelas imponentes portas de madeira do Santo Sepulcro.

Este ano, os cristãos, muçulmanos e judeus não puderam celebrar a Páscoa, o Ramadão ou o Pessach como habitualmente devido às restrições policiais. A Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, esteve praticamente vazia durante o Ramadão, e poucos fiéis se deslocaram ao Muro das Lamentações, local sagrado do judaísmo, com a aproximação do Pessach esta quarta-feira.
Moradores da Cidade Velha falam em inconsistência
A 16 de março, estilhaços de mísseis balísticos disparados pelo Irão e destroços de intercetores israelitas que os abateram caíram perto da igreja e do planalto próximo, conhecido pelos muçulmanos como Complexo de Al-Aqsa e pelos judeus como Monte do Templo.

Os residentes da Cidade Velha e as autoridades religiosas disseram que as restrições policiais ao culto não foram aplicadas de forma consistente.


Observaram que os pregadores muçulmanos do Waqf puderam aceder à Mesquita de Al-Aqsa durante o Ramadão e o Eid al-Fitr, e que os funcionários de limpeza foram autorizados a retirar bilhetes de oração do Muro das Lamentações, um ritual anual, antes da Páscoa judaica.

No domingo, os frades franciscanos e os fiéis foram também autorizados a entrar noutro santuário da Cidade Velha, a uma curta caminhada pelas ruelas estreitas da Cidade Velha a partir do Santo Sepulcro, para celebrar o Domingo de Ramos. Reações internacionais condenam decisão de Israel
No domingo, o papa Leão XIII afirmou que Deus rejeita as orações dos líderes que iniciam guerras e têm "as mãos cheias de sangue", em declarações invulgarmente contundentes, enquanto a guerra com o Irão entrava no segundo mês.

Em Portugal, o presidente da República considerou tratar-se de uma “situação sem precedentes”.

Numa nota publicada na página da Presidência, António José Seguro considera que se trata de um facto “que atinge a comunidade cristã local e também o princípio universal da liberdade religiosa, pilar essencial das sociedades democráticas e consagrado no direito internacional. A livre prática do culto, em particular em locais de significado histórico e espiritual ímpar, deve ser assegurada e respeitada por todas as autoridades, em qualquer circunstância".

O presidente "apela ao respeito integral pelos direitos das comunidades religiosas, bem como à preservação do acesso livre e seguro aos lugares santos, que pertencem ao património espiritual da humanidade".

Já o Governo, pela mão do ministro dos Negócios Estrangeiros, condena a atitude de Israel e exorta as autoridades israelitas a "garantirem e praticarem a liberdade de religião e de culto".

Em Espanha, o ministro dos Negócios Estrangeiros anunciou, esta segunda-feira, que convocou o encarregado de negócios israelita em Madrid para “expressar o protesto e deixar claro que isto não pode voltar a acontecer”.
Israel retirou o seu embaixador, que estava sediado em Madrid, em 2024, após o reconhecimento do Estado da Palestina por parte de Espanha, e desde então tem sido representado apenas por um encarregado de negócios. 
"Esta é uma medida muito preocupante, porque a liberdade religiosa, a liberdade de culto, é uma liberdade fundamental", enfatizou José Manuel Albares.

Também no domingo, o chefe do governo espanhol já tinha considerado a proibição como "um ataque injustificado à liberdade religiosa" e uma ação levada a cabo "sem razão ou motivo".


"Sem tolerância, a coexistência é impossível", enfatizou Pedro Sánchez, na rede social X, firmemente contra a guerra travada por Israel e pelos Estados Unidos contra o Irão há mais de um mês.

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, criticou a ação policial, e o ministro dos Negócios Estrangeiros, Antonio Tajani, afirmou nas redes sociais que iria convocar o embaixador de Israel para tratar do incidente.

Também o presidente francês, Emmanuel Macron, condenou a decisão da polícia israelita, que, segundo ele, "se soma ao preocupante aumento das violações do estatuto dos Lugares Santos em Jerusalém".

O embaixador dos EUA em Israel, Mike Huckabee, disse que negar a entrada do Patriarca na igreja no Domingo de Ramos era "difícil de compreender ou justificar".

c/ agências 
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Haifa
RTP /

Media israelitas noticiam impacto em refinaria de petróleo

Uma refinaria de petróleo em Haifa, a maior de Israel, foi atingida pouco depois de os militares terem anunciado a deteção de uma nova vaga de mísseis lançados a partir do Irão. O Canal 12 mostrou imagens de uma coluna de fumo negro acima da infraestrutura.

A refinaria localiza-se na terceira maior cidade do norte de Israel.

"Equipas de busca e resgate, compostas por reservistas e militares no ativo, estão a caminho de um local no norte de Israel onde foram relatados impactos", indicam as Forças de Defesa de Israel em comunicado, apelando ainda "ao público" para que "evite aglomerações nessas áreas".
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Momento-Chave
"Repetidamente"
RTP /

Human Rights Watch denuncia utilização iraniana de bombas de fragmentação

As forças iranianas têm estado a utilizar "repetidamente" munições de fragmentação, transportadas por mísseis balísticos, nos ataques contra Israel, aponta um relatório da organização não-governamental Human Rights Watch.

Ainda segundo a organização, pelo menos quatro civis morreram em tais ataques, o que pode constituir crime de guerra.

"O uso de munições de fragmentação por parte do Irão em zonas populacionais de Israel coloca um perigo evidente e prolongado aos civis", afirmou Patrick Thompson, especialista da Human Rights Watch, citado na edição online do jornal britânico The Guardian.

"As munições de fragmentação dispersam-se por uma vasta área, tornando-as ilegamente indiscriminadas em violação das leis da guerra".
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Momento-Chave
Marinha iraniana
RTP /

Teerão confirma morte do comandante Alireza Tangsiri

O Corpo da Guarda Revolucionária do Irão confirmou a morte de Alireza Tangsiri. O chefe do Estado-Maior da Marinha iraniana foi abatido num bombardeamento aéreo israelita levado a cabo na passada quinta-feira.
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Momento-Chave
Lusa /

Espanha fecha espaço aéreo a todos os voos envolvidos em ataques

Espanha fechou o espaço aéreo a todos os voos envolvidos nos ataques ao Irão, além de ter recusado a utilização de duas bases militares pelos EUA, disseram o Governo e as forças armadas espanholas.

Mariscal - EPA

"Não só não permite o uso das bases de Rota (Càdiz e Morón de la Frontera (Sevilha) por parte de aviões e combate ou reabastecimento em voo que cooperam no ataque, como também não autoriza o uso do seu espaço aéreo às aeronaves norte-americanas destacas em terceiros países, como Reino Unido ou França", noticiou hoje o jornal El Pais, que cita fontes militares.

A informação, avançada por este jornal, foi entretanto confirmada por fontes do Governo espanhol citadas por outros meios de comunicação social, como a agência de notícias Europa Press.

O primeiro-ministro de Espanha, Pedro Sánchez, disse na semana passada no parlamento que o Governo que lidera recusou aos Estados Unidos "a utilização das bases de Rota e de Morón para esta guerra ilegal".

"Todos os planos de voo que contemplam ações relacionadas com a operação no Irão foram recusados. Todos incluídos os de aviões de reabastecimento", disse Sánchez.

O primeiro-ministro espanhol assumiu que esta recusa "não foi fácil".

"Mas fizemo-lo porque assim o permite o acordo bilateral para a utilização das bases e porque somos um país soberano que não quer participar em guerras ilegais", afirmou.

Segundo escreve hoje o El Pais, nas semanas anteriores aos primeiros ataques dos EUA e Israel ao Irão, em 28 de fevereiro, houve "intensas negociações entre Madrid e Washington sobre o papel de Espanha" e das bases militares espanholas usadas pelos EUA "no dispositivo militar norte-americano", que culminaram com o veto do Governo de Sánchez.

O líder do Governo espanhol condenou desde o primeiro momento os ataques ao Irão, assim como, posteriormente, a resposta do regime de Teerão, que tem bombardeado alvos em diversos países.

Sánchez considera que a guerra foi iniciada de forma ilegal, à margem de todas as normas do direito internacional, e defendeu, na mesma intervenção no parlamento espanhol na semana passada, que o mundo assiste a um "desastre absoluto", com um cenário "muito pior" do que o de 2003, com o Iraque.

O líder do Governo espanhol sublinhou que o Irão, ao contrário do Iraque, é uma "potência militar" e tem um poder económico várias vezes superior, com impacto a nível mundial, e considerou que a guerra atual, além de ter sido iniciada sem qualquer consulta ou aviso por parte dos EUA aos aliados ou "amparo legal", não tem também um "objetivo definido".

Sánchez lembrou que os ataques ocorrerem poucos dias depois de notícias que davam conta de avanços em negociações com o regime de Teerão e quando até cargos norte-americanos confirmam que não existia uma ameaça nuclear iminente.

Para o líder do Governo espanhol, a guerra está só a destruir a legalidade internacional, a desestabilizar o Médio Oriente ou "a enterrar Gaza nos escombros do esquecimento e da indiferença" e aquilo que conseguiu até agora foi substituir uma liderança iraniana por outra "ainda mais sanguinária", beneficiar a Rússia e enfraquecer a Ucrânia, com o Moscovo a beneficiar do levantamento de sanções, e perturbar a economia mundial.

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Milhões para a Defesa
RTP /

Parlamento israelita aprova orçamento

O Knesset aprovou esta segunda-feira o Orçamento do Estado para 2026, com 62 votos a favor e 55 contra, incluindo mais de 39 mil milhões de euros destinados ao Ministério da Defesa.

"O Orçamento do Estado reflete a ordem de prioridades planeada pelo governo e vai ao encontro das necessidades que ele perceciona no momento da sua formulação", resume o Parlamento israelita em comunicado.

O orçamento de 699 mil milhões de shekels (cerca de 193 mil milhões de euros) destina mais 77 por cento para despesas de defesa do que para a saúde, sendo esta última de aproximadamente 17 mil milhões de euros. E a verba para o Ministério da Educação é 37 por cento inferior, estando reservados aproximadamente 27 mil milhões de euros.

O ministro israelita das Finanças, Bezalel Smotrich, sustentou que a verba atribuída à defesa vai permitir concluir a campanha militar e melhorar a posição geopolítica e diplomática: "Seremos capazes de desmantelar e reconstruir o Médio Oriente. Este orçamento dá ao país a capacidade de vencer".
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Momento-Chave
Munições
RTP /

Israel assina acordo para compra de "dezenas de milhares" de projéteis

O Ministério israelita da Defesa assinou com a Elbit Systems um acordo para a aquisição de "dezenas de milhares de projéteis de artilharia de 155 milímetros. O negócio está avaliado em 48 milhões de dólares.
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Combustíveis
RTP /

Gasóleo sobe, gasolina desce

Esta semana regista-se nova mexida nos preços dos combustíveis. Em média, o gasóleo deverá fica mais caro um cêntimo e meio por litro. A gasolina desce um cêntimo e meio - é a primeira descida neste combustível desde o início da guerra no Médio Oriente.O preço dos combustíveia varia entre postos de abastecimento.


O preço do gasóleo subiu 30 por cento desde o final de fevereiro, quando teve início a ofensiva israelo-americana contra o Irão. O Diário de Notícias fez as contas de acordo com os dados oficiais do Governo e do sector de distribuição.

Antes do conflto, atestar o carro com 50 litros de gasóleo custava 80 euros. Agora são mais 24 euros.  No caso da gasolina a subida foi de 84 para 96 euros.
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Israel recua
RTP /

Revogada a proibição de entrada no Santo Sepulcro ao patriarca latino

O primeiro-ministro de Israel revogou a proibição de entrada no Santo Sepulcro ao Patriarca Latino, a mais alta autoridade católica da Terra Santa, garantindo que pode "realizar serviços religiosos como desejar".

"Instruí as autoridades competentes para concederem ao cardeal Pierbattista Pizzaballa, patriarca latino, acesso total e imediato à Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém", afirma Benjamin Netanyahu em comunicado.

A polícia israelita impediu o patriarca de aceder à Igreja do Santo Sepulcro para celebrar a missa de Domingo de Ramos.

"É verdade que a polícia tinha dito que as ordens do comando interno impediam qualquer tipo de reunião em locais sem abrigo, mas não tínhamos solicitado nada público, apenas uma breve e pequena cerimónia privada para preservar a ideia da celebração no Santo Sepulcro", explicou Pierbattista Pizzaballa, em declarações reproduzidas pela emissora italiana TV2000.

"Não houve confrontos, tudo decorreu de forma muito cortês", acrescentou.

O presidente da República, António José Seguro, repudiou, no domingo, o impedimento da celebração da missa de Domingo de Ramos, tal como o Governo, que através do Ministério dos Negócios Estrangeiros reprovou a atuação da polícia israelita.

"O impedimento do acesso do cardeal Pizzaballa, patriarca latino de Jerusalém, à igreja do Santo Sepulcro para as celebrações do Domingo de Ramos, que seriam apenas retransmitidas, merece a mais firme reprovação", escreveu o Ministério dos Negócios Estrangeiros na rede social X.
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Líbano
RTP /

Subúrbios a sul de Beirute novamente debaixo de fogo

Um bombardeamento israelita atingiu esta segunda-feira os subúrbios a sul da capital libanesa, Beirute. Um ataque concretizado depois de Israel ter avisado a população para que abandonasse aquela zona.

Este foi o primeiro bombardeamento sobre Beirute desde a passada sexta-feira.
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Momento-Chave
Ponto de situação
RTP /

Presidente dos Estados Unidos mantém ilha iraniana de Kharg no ponto de mira

  • O presidente norte-americano tornou a agitar o cenário de uma componente terrestre da ofensiva contra o Irão, o que poderá passar pela ocupação da Ilha de Kharg, território estratégico para a infraestrutura petrolífera da República Islâmica. Em entrevista ao jornal Financial Times, Donald Trump referiu mesmo a possibilidade de "tomar o petróleo" deste país;


  • Donald Trump clama que a máquina militar norte-americana poderia ocupar “facilmente” a Ilha de Kharg. Ao mesmo tempo, todavia, conserva no discurso a convicção de que um acordo de cessar-fogo poderia ser “relativamente fácil”;


  • O presidente do Parlamento iraniano saiu, uma vez mais, a público para afirmar que os militares do país “querem” uma invasão terrestre norte-americana, de modo a “fazer chover fogo” sobre as tropas dos Estados Unidos. Isto depois de Washington ter anunciado o destacamento de 3.500 operacionais e mais um vaso de guerra no Golfo;


  • Na abertura dos mercados asiáticos, o preço do petróleo escalou esta segunda-feira para mais de 115 dólares por barril, evolução que se seguiu a um novo aviso, por parte do Irão, para ataques retaliatórios adicionais contra universidades e casas de responsáveis dos Estados Unidos e Israel;


  • Nas últimas horas, o presidente norte-americano aventou também a ideia de que a nova liderança iraniana lhe parece "muito razoável". Trump reitera que norte-americanos e iranianos têm mantido conversações "direta a indiretamente". "Penso que faremos um acordo com eles. Estou bastante seguro, mas também é possível que não o façamos", disse a bordo do avião presidencial Air Force One;


  • O Paquistão anunciou a preparação de "conversações significativas", nos próximos dias, destinadas a pôr termo ao conflito desencadeado pela ofensiva israelo-americana do final de fevereiro, que levou à morte do líder supremo do Irão, Ali Khamenei, posteriormente substituído pelo filho, Mojtaba Khamenei;


  • As Forças de Defesa de Israel indicaram, já esta segunda-feira, estar a responder a uma nova vaga de mísseis lançados a partir do Irão. Adiantaram ainda ter atacado diferentes infraestruturas "em todo" o país;


  • O Governo indonésio denunciou a morte de um capacete azul do país integrado na Unifil, a missão das Nações Unidas no Líbano, após um projétil ter explodido numa das suas posições, perto da localidade de Adchit al-Qusayr, a sul;


  • O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, anunciou a expansão da invasão do sul do Líbano, numa tentativa de suprimir o Hezbollah, movimento xiita libanês conotado com Teerão. As tropas do Estado hebraico ocupam atualmente o território a sul do Rio Litani;


  • Em mensagem citada pelos media estatais, o líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, agradeceu ao povo iraquiano o apoio "em face da agressão".
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Momento-Chave
RTP /

Irão. EUA preparam invasão terrestre

O Médio Oriente está em alerta máximo. O Irão diz-se pronto para a guerra e deixa o aviso: uma invasão terrestre terá consequências devastadoras.

A ofensiva norte-americana pode estar iminente, aguardando apenas o 'luz verde' final de Donald Trump.

Com um terceiro porta-aviões já posicionado na região, o Pentágono terá prontos planos para semanas de operações terrestres.

Do lado de Teerão, a Guarda Revolucionária responde com agressividade e ameaça dizimar as forças dos Estados Unidos.
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Momento-Chave
RTP /

Paquistão a mediar negociações entre EUA e Irão

O Paquistão assume-se como mediador na crise do Médio Oriente.

Foto: Ministério dos Negócios Estrangeiros do Paquistão via Reuters

Islamabade diz ser uma "honra" acolher as conversações diretas entre os Estados Unidos e o Irão, agendadas já para os próximos dias.

Este anúncio surge na sequência da reunião de emergência dos chefes da diplomacia, este domingo, onde se desenhou uma solução inédita, a criação de um consórcio internacional para gerir o fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz e evitar o bloqueio energético mundial.
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Momento-Chave
RTP /

Israel alarga ofensiva no Líbano

Israel prepara-se para intensificar a ofensiva a norte.

Foto: Amir Cohen - Reuters

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deu instruções às Forças de Defesa de Israel para expandirem as operações militares no sul do Líbano.

Segundo o chefe do Governo israelita, o objetivo é neutralizar a ameaça de invasões terrestres e o lançamento de mísseis contra território nacional.

Netanyahu reforça que o país enfrenta uma guerra em várias frentes, mas garante que os resultados obtidos até agora são "notáveis".
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Momento-Chave
RTP /

Medicamentos para África retidos no Dubai devido ao conflito

A onda de choque da guerra no Médio Oriente chegou a África, onde a saúde de milhares de pessoas está agora em risco.

Uma parte crítica da medicação destinada ao continente africano permanece retida no Dubai devido ao bloqueio das rotas comerciais.

A preocupação das organizações humanitárias é crescente, com a época das chuvas à porta, um período de alto risco para a propagação de doenças.

A logística está cada vez mais difícil, os custos do transporte aéreo dispararam, sendo agora 70% mais caros do que o habitual.
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Momento-Chave
RTP /

Protestos anti-Trump. Milhões de pessoas nas ruas contra políticas de Trump

Milhares de pessoas saíram às ruas dos Estados Unidos, num protesto contra as políticas de Donald Trump. O movimento "No Kings" mobilizou manifestações em todos os estados norte-americanos, mas também em vários países europeus.

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