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Encontro entre Xi Jinping e Trump termina em promessa de parceria duradoura
Xi Jinping regressou esta sexta-feira à Casa Branca, onde foi recebido com uma cerimónia tradicional chinesa. O líder da China reforçou a ideia de que procurará manter uma relação baseada "no respeito, na justiça e na reciprocidade" com Donald Trump, com os olhos postos num "futuro comum".
Embora rivais, as duas potências parecem caminhar no sentido do equilíbrio das suas relações, evitando o cenário de conflito.
A garantia é do presidente chinês, Xi Jinping, que à saída do segundo encontro com Donald Trump em dois dias falou numa parceria construtiva e de estabilidade estratégica.
"Os interesses da China e dos Estados Unidos estão profundamente entrelaçados, e há muito espaço para trabalharmos juntos", adiantou.
Donald Trump e Xi Jinping concordaram, assim, em dar um novo sentido ao vínculo entre os dois países.
No caso da Inteligência Artificial, não foi tornado público se os líderes chegaram a acordo sobre eventuais medidas de segurança, face aos alertas das últimas semanas.
O dossier Taiwan, por sua vez, era o mais urgente a arrumar, segundo o presidente chinês, que, no dia anterior, tinha apelado a uma “postura correta contra a independência de Taiwan”.
Donald Trump decidiu, então, adiar a aprovação de um novo pacote de armas para Taiwan, considerando a medida uma “boa moeda de troca” com o regime chinês.
"Os interesses da China e dos Estados Unidos estão profundamente entrelaçados, e há muito espaço para trabalharmos juntos", adiantou.
Donald Trump e Xi Jinping concordaram, assim, em dar um novo sentido ao vínculo entre os dois países.
O presidente norte-americano aproveitou a ocasião para descrever a reunião como "muito positiva" e produtiva para ambos: “Coisas tremendas vão acontecer”.
O que resulta do encontro entre Donald Trump e Xi Jinping?
A trégua na guerra tarifária entre os dois países, que se esperava que fosse prorrogada, foi estendida apenas até janeiro e terá de voltar a ser negociada, ao contrário do que seriam os desejos de Pequim.
No caso da Inteligência Artificial, não foi tornado público se os líderes chegaram a acordo sobre eventuais medidas de segurança, face aos alertas das últimas semanas.
O dossier Taiwan, por sua vez, era o mais urgente a arrumar, segundo o presidente chinês, que, no dia anterior, tinha apelado a uma “postura correta contra a independência de Taiwan”.
Donald Trump decidiu, então, adiar a aprovação de um novo pacote de armas para Taiwan, considerando a medida uma “boa moeda de troca” com o regime chinês.
Xi Jinping terminou, esta sexta-feira, a sua primeira visita a Washington desde 2015, já a pensar nas próximas oportunidades que terá para encontrar o “amigo” Trump.
Até ao final deste ano, os dois líderes poderão voltar a reunir-se na cimeira da APEC na China, em novembro, e, no mês seguinte, na cimeira do G20 na Flórida, EUA.