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EUA. Trump fala com o governador do Minnesota após prometer enviar czar da fronteira
O presidente do Estados Unidos, Donald Trump, falou com o governador do Minnesota sobre a instabilidade no estado norte-americano. Trump também anunciou que irá enviar o czar da fronteira para o Minnesota, para lidar com a tensão no estado.
“O governador Tim Walz ligou-me com o pedido de colaboração em relação a Minnesota”, anunciou Donald Trump, que apelida a conversa como “muto proveitosa” e assume que ambos estão “em sintonia”.
O presidente norte-americano também anuncia que Tim Walz “ficou feliz” com o destacamento do czar da fronteira, Tom Homan, para o estado e que ambos irão trabalhar juntos para contribuir para a descida da criminalidade no Minnesota, que já “está em baixa”.
O governador Tim Walz afirmou que a conversa com o presidente foi “produtiva” e que Trump “concordou em analisar a possibilidade de reduzir o número de agentes federais no Minnesota e trabalhar com o estado de forma mais coordenada na aplicação das leis da imigração relativas a criminosos violentos”.
Na manhã desta segunda-feira, Trump tinha anunciado na rede social Truth que iria enviar Tom Homan para o estado, afirmando que “ele não tem experiência nessa região, mas conhece e gosta de muitas pessoas de lá”.
O presidente norte-americano caracterizou o czar da fronteira como “rigoroso, mas justo” e que irá reportar a situação “diretamente a mim”.
Em paralelo, anunciou que está a decorrer uma “grande investigação” sobre uma alegada fraude do sistema de assistência social, “parcialmente responsável pelos violentos protestos organizados que estão ocorrendo nas ruas”, e acusa a congressista democrata, Ilhan Omar, de ter um património de 44 milhões de dólares.
O Minnesota tem sido o centro das atenções nos Estados Unidos nas últimas semanas, após operações do Serviço de Controlo de Imigração (ICE na sigla em inglês) resultarem em mortes, como foi o caso de Renee Good, assassinada durante uma operação de controlo migratório em Minneapolis, capital do estado.
O assassinato motivou fortes protestos por todo o estado, que escalaram no passado sábado, com a morte do enfermeiro Alex Pretti por agente do ICE, durante uma manifestação contra a atuação dos serviços de controlo imigratório.
O presidente norte-americano também anuncia que Tim Walz “ficou feliz” com o destacamento do czar da fronteira, Tom Homan, para o estado e que ambos irão trabalhar juntos para contribuir para a descida da criminalidade no Minnesota, que já “está em baixa”.
O governador Tim Walz afirmou que a conversa com o presidente foi “produtiva” e que Trump “concordou em analisar a possibilidade de reduzir o número de agentes federais no Minnesota e trabalhar com o estado de forma mais coordenada na aplicação das leis da imigração relativas a criminosos violentos”.
Na manhã desta segunda-feira, Trump tinha anunciado na rede social Truth que iria enviar Tom Homan para o estado, afirmando que “ele não tem experiência nessa região, mas conhece e gosta de muitas pessoas de lá”.
O presidente norte-americano caracterizou o czar da fronteira como “rigoroso, mas justo” e que irá reportar a situação “diretamente a mim”.
Em paralelo, anunciou que está a decorrer uma “grande investigação” sobre uma alegada fraude do sistema de assistência social, “parcialmente responsável pelos violentos protestos organizados que estão ocorrendo nas ruas”, e acusa a congressista democrata, Ilhan Omar, de ter um património de 44 milhões de dólares.
O Minnesota tem sido o centro das atenções nos Estados Unidos nas últimas semanas, após operações do Serviço de Controlo de Imigração (ICE na sigla em inglês) resultarem em mortes, como foi o caso de Renee Good, assassinada durante uma operação de controlo migratório em Minneapolis, capital do estado.
O assassinato motivou fortes protestos por todo o estado, que escalaram no passado sábado, com a morte do enfermeiro Alex Pretti por agente do ICE, durante uma manifestação contra a atuação dos serviços de controlo imigratório.