Todas as restrições impostas durante o dia à circulação nas estradas na Rússia foram levantadas, disse a agência de notícias TASS.
O governador da região russa de Rostov confirmou que os combatentes sairam da cidade de Rostov, avança a AFP.
O Ministério da Defesa da Ucrânia anunciou, nas últimas horas, avanços em várias direções da frente leste, no âmbito da ofensiva contra as forças de Moscovo.
Segundo a vice-ministra da Defesa, Hanna Maliar, a ofensiva dirige-se simultaneamente "em várias direcções", inclusive em direção à cidade de Bakhmut, enquanto o lado russo prossegue intensos bombardeamentos contra as tropas ucranianas.
Maliar, citada pelo portal Ukrinform, referiu-se à rebelião do grupo mercenário Wagner na Federação Russa como "uma janela de oportunidade" para a Ucrânia que provaria "a inevitável degradação do Estado russo".
"Discutimos em pormenor a situação ao longo de toda a linha da frente. Falei-lhe da ofensiva e das ações ofensivas das nossas unidades. Informei-o que a operação está a decorrer de acordo com o plano", disse o general ucraniano em comunicado citado pela agência de notícias AFP.
A Ucrânia revelou na sexta-feira que está a preparar ataques na frente de combate até meados de verão, no âmbito da contraofensiva no leste e sul do país, onde pretende atacar mais rotas logísticas da Rússia. O representante dos serviços de informações do Ministério da Defesa da Ucrânia, Vadim Skibitski, explicou que Kiev pretende minar a capacidade russa de abastecer as suas forças com armas e munições através da Crimeia.
Kiev irá analisar o potencial militar da Rússia em meados do verão, após o qual poderá avaliar melhor "a possível natureza das ações russas no período de outono-inverno".
"Tenho a certeza de que ele já não está em Moscovo", disse ainda o presidente ucraniano. "Todo o mal, todas as perdas, todo o ódio - é ele que o espalha".
"O que nós, ucranianos, faremos? Defenderemos o nosso país. Defenderemos a nossa liberdade. Não ficaremos calados e não ficaremos inativos. Sabemos como vencer - e assim será."
O líder do grupo de mercenários russo, Yevgeny Prigozhin, ordenou que os militares, que se dirigiam à capital, voltassem para as bases para evitar "derramamento de sangue". Contudo, garante que não há acordo, segundo divulgou no Telegram.
O gabinete do presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, acaba de anunciar que o líder do Wagner, Yevgeny Prigozhin, aceitou uma proposta para “interromper o movimento de combatentes no território da Rússia e tomar novas medidas para diminuir as tensões”, disse o gabinete do presidente, citado pelo Guardian.
“As negociações continuaram ao longo do dia. Como resultado, chegaram a um acordo sobre a inadmissibilidade de desencadear um massacre sangrento no território da Rússia”, diz o comunicado.
Contudo, não há ainda confirmação por parte do grupo Wagner nem de Prigozhin.
BREAKING:
— Visegrád 24 (@visegrad24) June 24, 2023
The Wagner Group just shot down another Russian helicopter.
7 Russian planes and helicopters have been shot down today.
Devastating losses for the Russian Air Force…
pic.twitter.com/3y8D1dsCDo
Uma unidade de cerca de cinco mil combatentes do grupo Wagner está a dirigir-se para a periferia de Moscovo, através de estrada, segundo informou uma fonte russa citada pela Reuters.
De acordo com a mesma fonte, Prigozhin terá perto de 25 mil homens à sua disposição no total, cinco mil dos quais estão Rostov-do-Don.
Tanto França como Itália estão a acompanhar de perto a situação na Rússia e a trabalhar para garantir a segurança dos seus cidadãos.
O presidente francês, Emmanuel Macron, "acompanha de perto" a situação na Rússia, ao mesmo tempo que reitera o seu apoio à Ucrânia, frisou em comunicado o Palácio do Eliseu.
Já o Ministério dos Negócios Estrangeiros anunciou que os serviços diplomáticos "estão totalmente mobilizados para garantir a segurança dos cidadãos franceses presentes na Rússia, bem como do seu pessoal diplomático e consular". A mesma entidade frisa que é "altamente desaconselhada" a entrada na Rússia devido à "forte volatilidade da situação militar e de segurança".
Em Itália, a gabinete da primeira-ministra Giorgia Meloni anunciou hoje que o país está atento à crise na Rússia e que está em contacto constante com seus aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte(NATO) e da União Europeia (UE).
Meloni disse estar a "acompanhar a evolução da crise na Rússia", tendo explicado que reuniu com os ministros das Relações Exteriores e da Defesa, Antonio Tajani e Guido Crosetto, respetivamente, bem como com outros membros do governo.
"Os ministérios das relações exteriores e da defesa e os serviços de informações, em articulação com o gabinete do primeiro-ministro no Palazzo Chigi, estão a analisar o cenário, em contacto permanente com os aliados da NATO e da União Europeia", refere o comunicado enviado à comunicação social pelo gabinete
O governador da capital russa já tinha apelado a que os residentes evitem sair de casa e a que os cidadãos não se desloquem para a região.
Respondendo a perguntas de jornalistas, Medvedev, vice-presidente do conselho de segurança da Rússia, disse que o mundo inteiro estaria à beira de uma catástrofe se as armas nucleares russas caíssem nas mãos de Wagner.
“A história da humanidade ainda não viu o maior arsenal de armas nucleares sob controlo de rebeldes”, disse Medvedev. “Tal crise não será limitada apenas pelas fronteiras de um país, o mundo estará à beira da destruição.”
Ele acrescentou: “Não permitiremos tal reviravolta nos eventos”.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia advertiu hoje o Ocidente contra qualquer tentativa de aproveitar a rebelião do grupo paramilitar Wagner para "atingir objetivos russofóbicos", assegurando que irá "alcançar os seus objetivos" na invasão da Ucrânia.
"Avisamos os países ocidentais contra [...] tirar proveito da situação interna na Rússia para atingir os seus objetivos `russofóbicos`. Seria inútil", adiantou a diplomacia russa em comunicado.
O ministério de Serguei Lavrov acrescentou ainda que "todos os objetivos da operação militar especial [na Ucrânia] serão alcançados".
O governador de Moscovo disse que a situação está "difícil" na capital russa, para onde se estão a dirigir os rebeldes do grupo Wagner.
"A situação é difícil", admitiu Sergei Sobyanin. “Para minimizar os riscos (...), decidi declarar segunda-feira dia de folga”, exceto para algumas atividades e serviços municipais, acrescentou o autarca.
O autarca pediu ainda aos habitantes da capital que "limitem o máximo possível" os movimentos na cidade e alertou que o trânsito pode ser "bloqueado" em certas estradas e em certos bairros.
O governo iraniano manifestou entretanto apoio ao "Estado de Direito" na Rússia, classificando a rebelião do grupo mercenário Wagner um "assunto interno".
"A República Islâmica do Irão apoia o Estado de direito na Federação Russa", afirmou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Naser Kanani, numa declaração pública. Segundo o mesmo, os "recentes acontecimentos" em território russo são um "assunto interno" da Rússia, sem entrar em mais pormenores.
Recorde-se que as relações entre o Irão e a Rússia reforçaram-se no último ano, desde a invasão da Ucrânia, em questões económicas, políticas e militares, face às sanções internacionais que prejudicam as suas economias.
Os três estados bálticos - Estónia, Lituânia e Letónia - estão em contacto permanente entre si e com a Finlândia para acompanhar a evolução da situação na Rússia, enquanto países do flanco oriental da NATO e da União Europeia (UE).
"Estamos em estreito contacto para coordenar e trocar informações", revelou a primeira-ministra da Estónia, Kaja Kallas, na sua conta do Twitter, incluindo na mensagem na rede social os seus homólogos da Letónia (Krisjanis Karins), da Lituânia (Ingrida Simonyte) e da Finlândia (Petteri Orpo).
O governador da região russa de Voronezh, Alexander Gusev, anunciou "medidas de combate" face ao avanço da Wagner, após este grupo paramilitar ter reivindicado a ocupação de Rostov, cidade-chave no sul da Rússia para guerra na Ucrânia.
"Como parte da operação antiterrorista que está a decorrer no território da região Voronezh, as forças [militares] da Federação Russa estão a executar as medidas necessárias, tanto operacionais como de combate", adiantou Gusev no serviço de mensagens Telegram.
Os serviços secretos militares britânicos avançaram que o grupo Wagner terá entrado em Voronezh após assumir o controlo de "zonas-chave de segurança" na cidade de Rostov, incluindo "o quartel-general que comanda as operações militares na Ucrânia".
Londres assinalou que a organização paramilitar russa está a avançar para o norte do país "através da região de Voronezh" e que "certamente tem como objetivo [atingir] Moscovo".
O presidente letão, Edgars Rinkevics, anunciou no sábado que seu país vai reforçar a segurança fronteiriça perante o motim em curso na Rússia. Referiu ainda que não irá permitir a entrada de russos no território.
"A Letónia está a acompanhar de perto a evolução da situação na Rússia e a partilhar informação com os aliados. A segurança nas fronteiras foi reforçada", adiantou através do Twitter, especificando que foi suspensa a emissão de vistos ou a entrada de russos provenientes da Rússia.
Latvia is closely following the developing situation in Russia and exchanging information with allies
— Edgars Rinkēvičs (@edgarsrinkevics) June 24, 2023
Border security has been strengthened, visa or border entry from Russians leaving Russia due to current events won’t be considered
No direct threat to Latvia at this time
O opositor russo exilado Mikhail Khodorkovsky apelou hoje ao apoio ao líder do grupo Wagner na sua rebelião contra o comando militar russo, alegando que o verdadeiro inimigo não está em Kiev, mas sim em Moscovo.
"A rebelião de Prigozhin, apesar da sua fraqueza e falta de preparação, é até agora o golpe mais forte à reputação de Putin", escreveu no Telegram o empresário, que era o homem mais rico da Rússia até ao seu exílio.
Para Khodorkovsky, o exército russo "foi arruinado pelas mãos dos bandidos próximos" do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, e "não pode derrotar" a Ucrânia.
"O que podemos fazer para ajudar o nosso país agora é ajudar as pessoas a ouvir Prigozhin" e "convencer os que serão enviados para detê-lo de que agora temos um inimigo comum", enfatizou.
Segundo o ex-magnata do petróleo no exílio, chegou a altura de ajudar e, se necessário, lutar também.
O empresário foi detido em 2003 e declarado culpado de vários crimes económicos, condenado a 14 anos de prisão e preso na Sibéria, até ter sido indultado por Putin em 2013.
(Agência Lusa)
O grupo Wagner atacou Rostov, uma base fundamental de apoio das tropas russas no ataque à Ucrânia.
"Há uma complexidade acrescida no conflito e uma mudança de foco", refere a jornalista.
Spoke today with G7 Foreign Ministers and the EU High Representative for Foreign Affairs and Security Policy to discuss the ongoing situation in Russia. The United States will stay in close coordination with Allies and partners as the situation continues to develop.
— Secretary Antony Blinken (@SecBlinken) June 24, 2023
Nos últimos meses criticou publicamente e de forma dura a alegada inação do comando militar russo, na Ucrânia.
Em declarações ao Jornal da Tarde na RTP, o major-general Agostinho Costa destaca o momento confuso e incerto na Rússia. Perante esta "intentona", Putin prometeu responder contra a ação anunciada pelo líder do grupo Wagner.
O especialista em temas internacionais destaca que o Exército russo é "infinitamente maior" em relação ao grupo paramilitar.
Até ao momento, o apelo de Prigozhin para que as forças russas se coloquem ao lado do grupo Wagner não está a surtir efeito.
"Isto é uma prova para Putin", realçou o major-general.
O Kremlin indicou que o preisdente russo falou com o homólogo turco por telefone e que recebeu "apoio total" de Recep Tayyip Erdogan.
13h49 - Líder checheno diz ter enviado forças para "zonas de tensão"
A Letónia reforçou a segurança na sua fronteira com a Rússia e não permitirá a entrada de russos no país.
“O presidente está a trabalhar no Kremlin”, afirmou Peskov.
As autoridades da região russa de Lipetsk, 420 quilómetros a sul de Moscovo, apelaram à população para ficar em casa, face à rebelião armada desencadeada pelo grupo paramilitar Wagner.
"A fim de garantir a ordem e a segurança dos cidadãos da região de Lipetsk, a sede operacional (regional) apela aos residentes para que não saiam de casa, a menos que seja necessário, e para que não se desloquem em veículos particulares", segundo a conta de Telegram das autoridades regionais.
A navegação no rio Moskvariver, que atravessa Moscovo, foi temporariamente suspensa, avança a Tass.
O Presidente da Câmara de Moscovo, Sergei Sobyanin, revelou que não tinham sido impostas restrições à entrada e saída de automóveis e camiões da cidade, mas que os controlos de segurança tinham sido reforçados.
Helicópteros do exército russo abriram fogo contra uma coluna militar do grupo mercenário de Wagner na autoestrada M4 nos arredores da cidade de Voronezh.
Vladimir Putin esteve ao telefone com Shavkat Mirziyoyev, avança a TASS
12h00 - Zelensky afirma que fraqueza da Rússia “é óbvia”
O Presidente ucraniano afirma que o motim do grupo Wagner revela que a Rússia "está mergulhada no caos”.
"A fraqueza da Rússia é óbvia. É igualmente óbvio que a Ucrânia é capaz de proteger a Europa de ser contaminada pelo mal e pelo caos russo", escreveu Volodymyr Zelensky nas redes sociais.
O primeiro-ministro britânico Rishi Sunak apelou a "todas as partes na Rússia para que sejam responsáveis e protejam os civis", na sequência da rebelião de Wagner na Rússia.
"A coisa mais importante (...) para todas as partes é serem responsáveis e protegerem os civis", disse o chefe do governo britânico à BBC, indicando que estava a acompanhar a situação "de perto" e que iria manter conversações com alguns dos aliados do Reino Unido no final do dia.
O líder do grupo mercenário russo Wagner, Yevgeny Prigozhin, negou hoje a acusação de "traição" feita pelo Presidente russo, Vladimir Putin, chamando "patriotas" aos seus combatentes e garantindo que não se entregarão às autoridades.
"No que diz respeito à traição à pátria, o Presidente enganou-se profundamente. Somos patriotas. Lutámos e lutamos (...) e ninguém pretende entregar-se por exigência do Presidente, do Serviço de Segurança Federal ou de quem quer que seja", afirma Prigozhin num novo áudio publicado no seu canal do Telegram.
Sustentando que Vladimir Putin "está profundamente enganado", o líder do grupo Wagner garantiu que os seus combatentes "não se renderão".
(agência Lusa)
O presidente do Conselho Europeu anunciou hoje que está "em contacto com os líderes europeus e parceiros do G7", mas considerou que a rebelião do grupo paramilitar Wagner "é claramente um assunto interno" da Rússia.
"Estou a acompanhar de perto a situação na Rússia enquanto se desenrola", escreveu Charles Michel na rede social Twitter.
O presidente do Conselho acrescentou que está "em contacto com os líderes europeus e os parceiros do G7" (Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido, Estados Unidos e também a União Europeia).Closely monitoring the situation in Russia as it unfolds.
— Charles Michel (@CharlesMichel) June 24, 2023
In touch with European leaders and @G7 partners.
This is clearly an internal Russian issue.
Our support for Ukraine and @ZelenskyyUa is unwavering.
Contudo, Charles Michel ressalvou que "isto é claramente um assunto interno russo" e que o apoio dos 27 "à Ucrânia e a Volodymyr Zelensky é inabalável".
O líder checheno Ramzan Kadyrov afirmou que as suas forças estavan prontas para reprimir um motim do chefe do grupo Wagner Yevgeny Prigozhin.
Kadyrov classificou a ação de Prigozhin como “uma facada nas costas” e apelou aos militares russos para não cederem a "provocações".
A embaixada de Portugal em Moscovo recomendou hoje a todos os cidadãos nacionais que estejam na Rússia para evitarem locais públicos e deslocações desnecessárias.
"A embaixada de Portugal recomenda aos cidadãos nacionais que se encontrem na Rússia que evitem locais públicos, grandes aglomerados e deslocações desnecessárias, especialmente nas regiões do Sul do país, em particular Rostov-on-Don", dá conta uma nota publicada no Portal das Comunidades.
O serviço diplomático português aconselhou os portugueses a terem "uma atitude vigilante e seguir as orientações e recomendações de segurança que venham a ser divulgadas pelas autoridades russas".
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) está a monitorizar a rebelião do grupo paramilitar Wagner na Rússia, disse hoje à Lusa a porta-voz da Aliança Atlântica.
"Estamos a monitorizar a situação", referiu a porta-voz da NATO, Oana Lungescu, numa resposta enviada à Lusa.
A primeira-ministra da Estónia, Kaja Kallas, revelou que foi reforçada a segurança na fronteira com a Rússia e apelou à população para não se deslocar ao país vizinho.
Estonia is closely following the development of the situation in Russia and exchanging information with allies.
— Kaja Kallas (@kajakallas) June 24, 2023
I can assure that there is no direct threat to our country.
Border security has been strengthened. I also urge our people not to travel to any part of Russia.
“A Estónia está a acompanhar a situação na Rússia e a trocar informações com os seus aliados”, escreveu Kaja Kallas no Twitter.
A primeira-ministra italiana está a acompanhar os acontecimentos na Rússia.
Segundo a Reuters, fonte do gabinete de Giorgia Meloni afirmou que "os acontecimentos na Ucrânia estão a causar instabilidade na Rússia".
A agência estatal russa avança que as forças de segurança russas isolaram o edifício do "PMC Wagner Center" na Golden Street, em São Petersburgo.
As forças de segurança terrão também invadido o centro de recrutamento do Grupo Wagner na cidade russa de Vladimir.
Um assessor do Presidente ucraniano declarou hoje que a crise causada pela rebelião do grupo paramilitar Wagner na Rússia está apenas a começar.
"Tudo está apenas a começar na Rússia", afirmou Mykhailo Podoliak, assessor de Volodymyr Zelensky, na rede social Twitter.
"A divisão entre as elites é muito óbvia. Chegar a um acordo e fingir que está tudo resolvido não vai funcionar", acrescentou Podoliak.Контртерористична операція Пригожина (#Вагнер) на території Росії вже призвела до захоплення Ростова, низки федеральних трас, штабів Південного округу та «#СВО». Події набули в Росії широкого розголосу і навіть отримали образливу юридичну оцінку з боку ЦСО #ФСБ, Національного… pic.twitter.com/cYnzl91pvC
— Михайло Подоляк (@Podolyak_M) June 24, 2023
O presidente russo falou como o seu homólogo bielorrusso sobre “os acontecimentos” na Rússia, avança a presidência da Bielorrússia na rede social Telegram.
A Comissão Europeia defendeu hoje que a rebelião do grupo paramilitar Wagner, que já ocupou instalações militares em Rostov, é um "assunto interno" da Rússia, mas está a acompanhar o desenrolar da situação.
"Isto é um assunto interno russo. Estamos a monitorizar a situação", referiu o porta-voz da Comissão Eric Mamer, numa curta declaração enviada aos jornalistas.
(Agência Lusa)
Latest Defence Intelligence update on the situation in Ukraine - 24 June 2023.
— Ministry of Defence 🇬🇧 (@DefenceHQ) June 24, 2023
Find out more about Defence Intelligence's use of language: https://t.co/K6An5jd2B8
🇺🇦 #StandWithUkraine 🇺🇦 pic.twitter.com/M3E5L0EHLB
"É a maior cidade de apoio militar que a Rússia tem no sul", decisiva na mobilização para a ofensiva russa na Ucrânia.
07h21 - "Isto está apenas a começar na Rússia"
Контртерористична операція Пригожина (#Вагнер) на території Росії вже призвела до захоплення Ростова, низки федеральних трас, штабів Південного округу та «#СВО». Події набули в Росії широкого розголосу і навіть отримали образливу юридичну оцінку з боку ЦСО #ФСБ, Національного… pic.twitter.com/cYnzl91pvC
— Михайло Подоляк (@Podolyak_M) June 24, 2023
De acordo com a agência TASS, que cita um porta-voz do Kremlin, o presidente russo fará dentro de minutos um discurso que será transmitido na televisão russa.
06h43 - Aviões militares envolvidos na guerra na Ucrânia a operar "normalmente"
O líder do grupo paramilitar Wagner afirmou esta manhã que chegou ao quartel-general do exército russo na cidade de Rostov. Adianta que o grupo assumiu o controlo de vários locais na cidade, incluindo um aeródromo.
"Estamos no QG, são 7h30 da manhã" (4h30 em Portugal), afirmou Prigozhin num vídeo transmitido no Telegram. O líder do grupo Wagner adiantou ainda que as tropas vão seguir para Moscovo, a menos que o ministro russo da Defesa, Sergei Shoigu, e o general Valery Gerasimov venham até Rostov.
#Prigozhin: “We came here. We want to get the Chief of the General Staff and Shoigu. Until they are gone, we stay here, blockade the city of #Rostov and go to #Moscow.” https://t.co/XIXZFbLQvi
— NEXTA (@nexta_tv) June 24, 2023
O Canal 1 da televisão estatal russa interrompeu a sua programação habitual para emitir um "boletim noticioso urgente", refere a BBC.
O anúncio retomou anteriores declarações oficiais sobre Prigozhin e o Grupo Wagner, referindo que o vídeo inicial do líder paramilitar era falso e que o ministério da Defesa negava ter atacado o Grupo Wagner.
Afirmou ainda que as FSB, os serviços de informação nacionais russos tinham iniciado um processo criminal contra Prigozhin e que o Presidente Vladimir Putin estava a ser informado.
O seguidor de tráfego de internet NetBlocks afirma que o site de notícias da Google está em baixo na Rússia.
A organização britânica de monitorização publicou dados que mostram uma queda abrupta de usuários da Google na Rússia desde o início da rebelião do Grupo Wagner.
O 58º exército combinado do Distrito está "atualmente empenhado de forma decisiva nas operações defensivas contra a contraofensiva ucraniana no sul da Ucrânia e comanda as forças comjuntas da Rússia na Ucrânia como um todo", refere, citado pela BBC.
O Presidente russo ter-se-á ausentado de Moscovo para a sua residência privada em Novo-Ogarevo.
Nas redes sociais russas refere-se o avistamento de um esquadrão aéreo especial a sobrevoar Moscovo a noite passada, perto da auto-estrada Simferopol, em direção a Rublevka e Novo-Ogarevo.
Outros rumores referem que os mais altos responsáveis do Kremlin estão a procurar Putin, sem o encontrarem.
🚨OMON Riot police have surrounded Wagner PMC headquarters in Molkino. Wagner troops have taken defensive positions. Helicopter armed with gatling guns dispatched to the area. This base is shared with GRU 10th Separate Special Purpose Brigade. Guess which side they're on. pic.twitter.com/sG4BBURJox
— Igor Sushko (@igorsushko) June 23, 2023
O governador da região de Lipetsk, na Rússia central, afirma que a auto-estrada M-4 está encerrada ao tráfego na área de Voronej, a cerca de 400 quilómetros a sul de Moscovo.
04h51 - Tropas russas entram em Smolensk
BREAKING:
— Visegrád 24 (@visegrad24) June 24, 2023
The Russian Army enters the city of Smolensk pic.twitter.com/O9AiuHV8Yn
Há informações de que nos arredores de Bakhmut, na Ucrânia, combatentes Wagner que ficaram para trás abriram fogo sobre posições russas e que os combates alastraram.
Fontes ucranianas dizem estar a "assistir a tudo" ao longo das estradas. "A impressão é de que as tropas regulares russas estão a matar as suas próprias forças e parece que parte dos militares estão a apoiar Prigozhin".
"Ao mesmo tempo que não se percebe bem o que se está a passar, é um banho de sangue", acrescentam.
Forças das Operações Especiais russas (SSO) comandadas pelo Major General Valery Flustikov terão assumido o controlo do Ministério da Defesa em Moscovo.
É impossível saber quem apoiam, se o ministro da Defesa, Sergei Shoigu, se o líder do Grupo Wagner, Evgueny Prigozhin.
O opositor russo exilado Mikhail Khodorkovski apelou na rede Telegram os seus apoiantes a ajudarem o líder do Grupo Wagner, para combater "o regime de Vladimir Putin".
"Sim, seria necessário ajudar até o diabo se ele decidisse ir contra este regime", escreveu o homem de negócios russo. "Se este bandido", acrescentou, referindo-se a Evgueny Prigozhin, "quer incomodar o outro [Vladimir Putin] não é o momento de fazer cara feia, neste momento é preciso ajuda-lo", defendeu.
O presidente da Câmara de Moscovo, Serguei Sobianine, anunciou que estão em curso "actividades antiterroristas" na capital russa.
"Devido às informações que nos chegam, estão em curso actividades antiterroristas com o objetivo de reforçar as medidas de segurança", escreveu numa publicação da rede Telegram.
A cidade de Rostov-on-Don, de 1,1 milhões de habitantes caiu nas mãos do Grupo Wagner em poucas horas e sem opor praticamente resistência, referem fontes locais. Os oficiais russos parecem ter abandonado o seu quartel-general e fugido.
Prigozhin's Wagner PMC in Rostov. They've secured the city of 1.1 million people without any resistance. Russian officers appear to have fled the Defence Ministry headquarters of the Southern Military District. pic.twitter.com/q8rD4l6Vt5
— Igor Sushko (@igorsushko) June 24, 2023
🇷🇺⚡️| Combatientes del grupo Wagner en las calles de Rostov#AlertaNews
— María Alejandra (@venezuelasos86) June 24, 2023
Prigozhin
Golpe de Estado pic.twitter.com/ySTCDwBW3I
Les habitants rapportent que Wagner combat les services de sécurité russes près de la ville de Voronej alors qu'ils se déplacent vers Moscou. pic.twitter.com/JMmWiC0SBj
— Ⓓⓨⓢⓣⓞ®️ (@dystoman) June 24, 2023
03h45 - Grupo Wagner diz ter capturado o quartel-general do Distrito Militar do SulLas calles de Moscú en alerta máxima, tras amenaza de rebelión armada contra Putin #23Jun
— FreddyZur25 (@FreddyZur25) June 24, 2023
Yefguéni Prigozhin, jefe de la organización mercenaria Wagner, ha acusado este viernes a las fuerzas armadas rusas de bombardear sus campamentos. pic.twitter.com/3PRVAT8fx7
The Wagner PMC Group has announced that they have Captured the Southern Military District Headquarters within the the City of Rostov-on-Don in the Rostov Region of Southwestern Russia. pic.twitter.com/730rL9uetq
— OSINTdefender (@sentdefender) June 24, 2023
Those are not Russian National Guard troops. That looks like Wagner troops entering the SMD HQ. pic.twitter.com/AC2wxAcBmJ
— Alexander S. Vindman ❎ (@AVindman) June 24, 2023
O chefe do Grupo Wagner afirma numa nova mensagem na rede Telegram, que ele e os seus 25.000 homens estão "prontos a morrer pela pátria" e para "libertar o povo russo" da hierarquia militar moscovita,contra a qual se revoltou.
"Estamos todos prontos a morrer, todos os 25,000. E depois haverá ainda outros 25.000. Porque nós morremos pela pátria, morremos pelo povo russo que é necessário libertar daqueles que bombardeiam a nossa população civil", acusou.
A Dinamarca acolhe este sábado uma reunião ultra-secreta sobre a paz na Ucrânia
O sigilo é absoluto, mesmo quanto aos participantes, que poderão incluir países até agora neutrais perante o conflito. A União Europeia enviou altos responsáveis, ao lado de representantes de países que têm apoiado Kiev.
Um responsável ocidental afirmou à Agência AFP que o conselheiro da Casa Branca para a Segurança Nacional, Jake Sullivan, estará presente.
A mesma fonte explica que o encontro se destina a conseguir "uma paz justa e durável".
"Temos trabalhado duramente no seio do G7 sobre uma fórmula para a paz", referiu à imprensa uma fonte diplomática europeia. "A ideia é por isso ir mais além e implicar actores-chave como o Brasil e a Índia", que deverão estar presentes em Copenhaga.
Os acontecimentos das últimas horas deverão contudo ser igualmente analisados pelos participantes.
Governo da região russa de Voronezh apela residentes a evitar a auto-estrada M-4 que liga Moscovo às regiões do sul da Rússia, devido a movimentações militares.
Na rede Telegram, o executivo acrescentou que a situação está sob controlo e que estão a ser tomadas medidas para garantir a segurança do público.
I believe we are now dealing with a standoff situation. The MBTs are presumably Wagner units while the blue MRAPs belong to the Russian MoD, Interior Ministry or Intelligence. It is chaos…#Rostov #Ukraine #coup pic.twitter.com/HJic3oFYnU
— (((Tendar))) (@Tendar) June 24, 2023
🚨 Wagner PMC tanks have surrounded the Defence Ministry building in Rostov-on-Don pic.twitter.com/EgcFPbjDi5
— Igor Sushko (@igorsushko) June 24, 2023
O internauta russo Igor Sushko continua a seguir o alegado avanço das forças do grupo Wagner.
Sunrise is here. Wagner PMC convoy with tanks in Rostov region. pic.twitter.com/WakRzeWhps
— Igor Sushko (@igorsushko) June 24, 2023
Toda a Guarda Nacional russa e forças do Exército das regiões vizinhas de Rostov terão sido mobilizadas para deter o avanço dos paramilitares do Grupo Wagner.
All the Russian Guards and FSB from the neighboring regions were driven to Rostov, as the Russian voenkors write, there have already been clashes between the FSB and Wagner in the region. pic.twitter.com/JaOy41lsNO
— MAKS 23 👀🇺🇦 (@Maks_NAFO_FELLA) June 24, 2023
Wagner tanks drive around the roadblocks and enter Rostov-on-Don as the soldiers Kremlin sent to fight Wagner (without tanks) can't do anything but just watch. pic.twitter.com/nhWGdyut83
— Igor Sushko (@igorsushko) June 24, 2023
A verificar-se a vericidade das imagens, o vídeo desmente alegações de Evgueny Prigozhin de que terá sido recebido de braços abertos pelas forças russas da região.
⚡️Unverified video published by Ukrainian and Russian sources supposedly showing fights between Russia and Wagner forces in Rostov pic.twitter.com/j6jwo6Xzsj
— War Monitor (@WarMonitors) June 24, 2023
O governador da região russa de Lipetsk, a 420 quilómetros a sul de Moscovo, anunicou que foram tomadas "medidas de segurança reforçadas" após a rebelião do grupo paramilitar.
"Uma atenção particular será dada (á proteção) das infraestruturas críticas" escreveu Igor Artamov na rede Telegram, pedindo à população para "manter a calma" e a renunciar a viagens para sul, em direção às regiões russas fronteiras com a Ucrânia.
Kremlin continues to physically block entrance roads into Rostov-on-Don with military trucks in an attempt to repel the coup by Wagner PMC. pic.twitter.com/ERdXT7T79x
— Igor Sushko (@igorsushko) June 24, 2023
O governador da região russa de Rostov, vizinha da Ucrânia, apelou a população a manter-se em casa, devido à rebelião do Grupo Wagner.
"As forças da ordem estão a tomar todas as medidas necessárias para garantir a segurança dos habitantes da região. Peço a todos para manter a calma e de não sair de casa exceto em caso de necessidade", escreveu Vassili Goloubev na rede Telegram.
"Neste momento, um helicoptero abriu fogo sobre uma coluna civil e foi abatido pelas unidades Wagner", afirmou o líder do grupo paramilitar numa nova mensagem audio, sem precisar o local do incidente.
É impossível verificar as afirmações de Prigozhin.
"Os serviços especiais, as agências de manutenção da ordem, isto é, o ministério da Defesa, o FSB [serviço de segurança], o ministério do Interior, a Guarda nacional, informam continuamente o Presidente sobre as medidas tomadas para pôr em prática as instruções que lhes foram fornecidas", declarou às agências noticiosas russas o porta-voz da presidência, Dmitri Peskov.
Antes destas últimas declarações, Peskov tinha indicado que procurador-geral da Rússia informou pessoalmente o Presidente Vladimir Putin sobre um inquérito por "rebelião armada" aberta após o apelo do chefe do grupo paramilitar Wagner a uma rebelião contra o estado-maior das Forças Armadas.
O procurador Igor Krasnov "apresentou um relatório a Vladimir Putin n contexto da abertura de um inquérito penal relacionado com a tentativa de organizar uma rebelião armada", declarou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.
O Presidente dos Estados Unidos está a ser continuamente informado sobre a crise russa provocada pela rebelião do líder do Grupo Wagner, indicou Adam Hodge, um dos porta-vozes da Administração Biden.
"Seguimos a situação e vamos reunir-nos com os nossos aliados e associados sobre os desenvolvimentos", referiu.
"Cruzámos a fronteira estatal em todos os locais. Os guardas-fronteiriços saíram e abraçaram os nossos combatentes. Agora entramos em Rostov", afirmou num áudio divulgado no seu canal do Telegram.
Prigozhin também assegurou que está decidido a "ir até ao fim" e a "destruir tudo o que seja colocado" no seu caminho.
"Continuamos, e vamos até ao fim", disse o proprietário do grupo paramilitar.
A agência noticiosa russa Tass anunciava a instauração de medidas de segurança em Moscovo após o apelo Prigozhin a uma revolta contra o ministério da Defesa.
"Foram reforçadas as medidas de segurança em Moscovo, os locais mais importantes estão sob segurança reforçada", para além "dos organismos do Estado e das infraestruturas de transporte", indicou à Tass responsável das forças de segurança russas.
O ministério da Defesa russo afirma que as forças ucranianas se preparam para atacar perto da cidade de Bakhmut (leste da Ucrânia) "aproveitando" o caos provocado pelo apelo à rebelião emitido por Prigozhin.
"Aproveitando-se da provocação de Prigozhin para desestabilizar a situação, o regime de Kiev reagrupa as unidades das 35ª e 36ª brigadas de fuzileiros para ações ofensivas" na zona de Bakhmut, indicou o ministério da Defesa russo em comunicado, assegurando que as forças ucranianas estão a ser atacadas pela aviação e artilharia russas.
O influente general Sergueï Sourovikine pediu aos combatentes do grupo Wagner para "pararem" e regressarem às suas casernas "antes que seja tarde demais".
"Dirijo-me aos combatentes e chefes do grupo Wagner", afirmou num vídeo difundido na rede Telegram. "Somos do mesmo sangue, somos guerreiros. Peço-vos que parem".
Considerado impiedoso, Serguei Sourokvine é um dos principais comandantes da intervenção militar russa na Ucrânia e já foi elogiado e apoiado por Prigozhin.
"O inimigo espera precisamente que a nossa situação política se degrade. Não devemos jogar o jogo do inimigo nestes tempos difíceis", acrescentou o general na sua mensagem.
"Antes que seja tarde demais, é necessário obedecer à vontade e à ordens do presidente eleito da Rússia, deter as colunas blindadas, regressar aos posicionamentos e resolver os problemas de forma pacífica", referiu.
O Exército ucraniano sublinhou hoje que está a observar o conflito entre o líder do grupo paramilitar Wagner e o alto comando militar russo, após Yevgeny Prigozhin ter acusado as forças russas de atacarem os seus combatentes.
"Estamos a observar", sublinhou o Ministério da Defesa ucraniano através da rede social Twitter.
Por sua vez, o chefe da inteligência militar ucraniana, Kyrylo Budanov, sublinhou que as fações rivais russas começaram "a devorar-se umas às outras por poder e dinheiro".
Os serviços secretos russos abriram hoje uma investigação ao líder do grupo paramilitar Wagner, após Yevgeny Prigozhin ter apelado a uma revolta contra o comando militar russo, que acusou de atacar os seus combatentes.
"As alegações divulgadas em nome de Yevgeny Prigozhin não têm fundamento. (...) O FSB [serviços de segurança russos] abriu uma investigação por convocação de um motim armado", referiu o Comité Nacional Antiterrorista da Rússia em comunicado, citado por agências de notícias russas.
A presidência russa (Kremlin) divulgou, por sua vez, que o chefe de Estado russo, Vladimir Putin, está a ser informado sobre o conflito entre o Exército russo e o grupo Wagner.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, citado pela agência Tass, assegurou também que estão a ser tomadas as medidas necessárias.
No entanto, Prigozhin defendeu-se de qualquer "golpe militar", alegando estar a liderar uma "marcha por justiça".
"Este não é um golpe militar, mas uma marcha pela justiça, as nossas ações não atrapalham as Forças Armadas", assegurou, numa mensagem de áudio.
"As mensagens e vídeos publicados nas redes sociais por Prigozhin sobre alegados `ataques do Ministério da Defesa da Rússia nas bases de retaguarda do grupo paramilitar Wagner` não correspondem à realidade e são uma provocação", referiu o governo russo em comunicado.
Nos últimos dias, Putin tem repetido que a contraofensiva ucraniana estava a ser um fracasso e que as forças de Kiev sofreram perdas quase catastróficas.
Na quinta-feira, Shoigu disse que o exército ucraniano estava a reagrupar-se, depois de não ter conseguido romper as defesas russas.
Prigozhin garantiu ainda que irá retaliar por estes ataques que, de acordo com o líder do grupo Wagner, foram ordenados pelo ministro da Defesa russo.
A mensagem de Yevgeny Prigozhin foi acompanhada por vídeo com cerca de um minuto, onde se vê uma floresta destruída, alguns focos de incêndio e pelo menos o corpo de um militar.
Prigozhin disse que o mesmo está a acontecer em Bakhmut, onde as forças ucranianas estão a penetrar nas defesas russas.
"Não há controlo, não há sucessos militares" por parte de Moscovo, declarou Prigozhin, afirmando que os militares russos estavam a "lavar-se no seu próprio sangue", uma forma de dizer que estavam a sofrer pesadas perdas.