Mais atualizações
"Se houver medidas diplomáticas que possamos tomar e que o governo ucraniano acredite que seriam úteis, estamos preparados para tomá-las", disse o porta-voz.
"Estamos a trabalhar para colocar os ucranianos na posição negocial mais forte possível, inclusive a aumentar a pressão sobre a Rússia ao impor custos severos e ajudar os ucranianos a defenderem-se", acrescentou.
Durante um encontro online, organizado peça ONG Renew Democracy Initiative, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia entende que os ucranianos são os "judeus do século XXI". No entanto, Dmytro Kuleba defende que deve continuar a haver um esforço para a diplomacia com Vladimir Putin.
Segundo Zelensky, nos últimos dois anos, a Ucrânia abordou a Rússia "mais de dez vezes", "sem nunca ter ouvido que o diálogo era possível".
Emmanuel Macron e Olaf Scholz reiteraram o apelo a Vladimir Putin para um cessar-fogo imediato na Ucrânia, como condição para negociações completas, referiu a mesma fonte citada pela agência Reuters.
Horas antes, em conferência de imprensa, o presidente ucraniano tinha feito depender qualquer negociação com a Rússia de um cessar-fogo.
Volodymy Zelensky afirmou que as equipas de negociadores russas e ucranianas começaram a falar sobre tópicos concretos em vez de trocar ultimatos, refere a agência Reuters.
Zelensky também admitiu o desaparecimento de algumas cidades ucranianas, como consequência da guerra.
O presidente da Ucrânia disse ainda que não vê qualquer sinal de bravura da NATO para com a Ucrânia, nem vê sinais de consenso para que a adesão do país à Aliança Atlântica seja aceite.
A I Liga inglesa de futebol retirou hoje ao proprietário russo Roman Abramovich o cargo de dirigente do Chelsea, referindo que a decisão "não tem impacto" na capacidade do clube de treinar e disputar as suas partidas.
"Na sequência das sanções impostas pelo governo britânico, a direção da Premier League desqualificou Roman Abramovich de diretor do Chelsea Football clube", refere a I Liga inglesa em comunicado.
Segundo o documento, esta decisão "não vai ter impacto" na capacidade do clube em treinar e jogar as suas partidas, de acordo com "os termos da licença concedida (ao clube) pelo governo e que expira em 31 de maio de 2022".
Na quinta-feira, o governo britânico anunciou novas sanções contra vários empresários russos, incluindo Roman Abramovich, proprietário do Chelsea desde 2003 e cujos bens estão congelados.
O Chelsea está impedido de vender bilhetes para jogos, negociar jogadores e o processo da sua venda foi suspenso por causa das sanções impostas a Roman Abramovich.
Abramovich tinha anunciado no início do mês que iria vender o clube campeão da Europa e do mundo de futebol, "devido à atual situação", em que a Rússia invadiu a Ucrânia, prometendo reverter os lucros para as vítimas do conflito.
Um incêndio deflagrou durante a madrugada num armazém de produtos congelados devido a um bombardeamento no distrito de Brovary, a nordeste de Kiev, segundo anunciou o Ministério da Administração Interna da Ucrânia.
O bombardeamento ocorreu na vila de Kvitneve por volta das 3h30 locais. Até ao momento não foram registadas vítimas.
- O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenky, afirmou que a guerra atingiu um “ponto de viragem estratégico";
23h10 - Ponto da situação
- A capital ucraniana pode ser invadida em breve. Por isso, milhares tentam fugir de Kiev. As autoridades ucranianas dizem que sete pessoas, entre as quais uma criança, morreram esta tarde.
- Quatrocentas mil pessoas continuam cercadas em Mariupol, sem água, luz, comida ou cuidados médicos. As autoridades ucranianas dizem que estabeleceram um corredor humanitário para levar alimentos e medicamentos à cidade costeira.
- Os presidente francês e o chanceler alemão falaram ao telefone com o presidente russo. Emmanuel Macron e Olaf Scholz terão pedido um cessar fogo a Vladimir Putin, que se terá mostrado determinado em prosseguir com a invasão.
- Quatrocentas mil pessoas continuam cercadas em Mariupol, sem água, luz, comida ou cuidados médicos. As autoridades ucranianas dizem que estabeleceram um corredor humanitário para levar alimentos e medicamentos à cidade costeira.
- Os presidente francês e o chanceler alemão falaram ao telefone com o presidente russo. Emmanuel Macron e Olaf Scholz terão pedido um cessar fogo a Vladimir Putin, que se terá mostrado determinado em prosseguir com a invasão.
22h55 - Civis que morreram esta tarde não estava em "corredor verde"
As sete pessoas que os serviços de informação militares ucranianos referiram terem morrido num ataque russo a uma coluna humanitária, afinal não estavam num corredor de retirada de civis devidamente autorizado, corrigiu mais tarde o Ministério ucraniano da Defesa.
O serviço de informação militar escreveu no Facebook inicialmente que as pessoas que morreram perto de Peremoha estavam num "corredor verde" acordado com a Rússia.
Mais tarde, um comunicado do Ministério da Defesa disse que as pessoas tentaram escapar sozinhas.
O serviço de informação militar escreveu no Facebook inicialmente que as pessoas que morreram perto de Peremoha estavam num "corredor verde" acordado com a Rússia.
Mais tarde, um comunicado do Ministério da Defesa disse que as pessoas tentaram escapar sozinhas.
22h30 - Treze mil pessoas abandonaram várias cidades ucranianas
Cerca de 13 mil pessoas foram retiradas de várias cidades ucranianas, referiu a vice-primeira-ministra Iryna Vereshchuk.
Este número é quase o dobro do número de pessoas que conseguiu sair no dia anterior.
Vereshchuk escreveu numa mensagem online que ninguém conseguiu deixar a cidade sitiada de Mariupol e atribuiu responsabilidades às forças russas.
Por sua vez, Moscovo acusou as forças ucranianas de prenderem intencionalmente os habitantes de Mariupol.
Este número é quase o dobro do número de pessoas que conseguiu sair no dia anterior.
Vereshchuk escreveu numa mensagem online que ninguém conseguiu deixar a cidade sitiada de Mariupol e atribuiu responsabilidades às forças russas.
Por sua vez, Moscovo acusou as forças ucranianas de prenderem intencionalmente os habitantes de Mariupol.
22h13 - Mais de meio milhão de refugiados ucranianos já entraram pela fronteira romena
22h00 - População ucraniana está "unida" na defesa da sua autonomia
21h28 - RTP testemunha primeiro alerta de bombardeamentos na cidade de Uzhhorod
21h15 - Fila de veículos com ajuda humanitária tenta passar fronteira com Polónia
21h00 - Rússia prepara referendo em Kherson para criar república independente
20h35 - Quatrocentas mil pessoas cercadas há 11 dias em Mariupol
20h30 - Rússia atingiu vários prédios residenciais e edifícios não-militares na Ucrânia
19h15 - Portugal recebeu 6.314 pedidos de proteção temporária
Portugal recebeu 6.314 pedidos de estatuto de proteção temporária, desde o início da guerra. De acordo com informação do SEF revelada à RTP, os pedidos são de cidadãos de várias nacionalidades, que se encontravam na Ucrânia.
19h00 - Bloco de Esquerda sugere "Conferência para a Paz"
18h27 - Manifestações de apoio à Ucrânia em várias cidades francesas
Centenas de pessoas reuniram-se em Paris e em várias outras cidades francesas, como Lille e Rennes, para apoiar a Ucrânia e criticar a invasão russa.
Temos que "mostrar a todos que há resistência, mesmo que não estejamos sob a mira de uma arma, mas isso também é uma arma, o fato de estarmos juntos é uma arma e temos orgulho de estar lá", disse Maya Dahan, na Place de la République em Paris.
No local, além de muitos ucranianos também se encontravam cidadãos russos que se opõem à invasão, refere a agência France Presse.
Um franco-ucraniano de 26 anos, que pediu anonimato, está alarmado: "Já se passaram mais de três semanas e não sabemos quando isto vai parar, é realmente uma incerteza".
Muitos manifestantes apelaram a um boicote ao gás e petróleo russos, cuja compra, dizem eles, "torna-nos todos cúmplices nesta guerra".
Temos que "mostrar a todos que há resistência, mesmo que não estejamos sob a mira de uma arma, mas isso também é uma arma, o fato de estarmos juntos é uma arma e temos orgulho de estar lá", disse Maya Dahan, na Place de la République em Paris.
No local, além de muitos ucranianos também se encontravam cidadãos russos que se opõem à invasão, refere a agência France Presse.
Um franco-ucraniano de 26 anos, que pediu anonimato, está alarmado: "Já se passaram mais de três semanas e não sabemos quando isto vai parar, é realmente uma incerteza".
Muitos manifestantes apelaram a um boicote ao gás e petróleo russos, cuja compra, dizem eles, "torna-nos todos cúmplices nesta guerra".
17h55 - Sete mortes em ataque a corredor humanitário
Os serviços secretos militares ucranianos acusaram a Rússia de ter disparado contra uma coluna de civis que estavam a ser retirados da cidade de Peremoha, na região de Kiev. Morreram sete pessoas, entre as quais uma criança. Ainda se desconhece o número de feridos.
"Os russos dispararam contra uma coluna de mulheres e crianças que tentavam sair por um corredor previamente autorizado, na região de Kiev. O balanço de este ato brutal é de sete mortos, entre os quais uma criança", refere na rede social Facebook, a agência de informações militares da Ucrânia.
"Os russos dispararam contra uma coluna de mulheres e crianças que tentavam sair por um corredor previamente autorizado, na região de Kiev. O balanço de este ato brutal é de sete mortos, entre os quais uma criança", refere na rede social Facebook, a agência de informações militares da Ucrânia.
Após o ataque, os civis foram forçados a voltar para Peremoha "e não os deixaram sair da cidade", referiu o serviço de inteligência em comunicado, citado pela Reuters. As agências internacionais não conseguiram verificar a denúncia dos ucranianos.
A Rússia ainda não comentou a acusação, mas tem sempre negado que as suas operações na Ucrânia visem civis.
A Ucrânia tem vindo a acusar a Rússia de impedir evacuações de zonas de conflito por não respeitar o cessar-fogo acordado e disparar contra alvos civis.
A Ucrânia tem vindo a acusar a Rússia de impedir evacuações de zonas de conflito por não respeitar o cessar-fogo acordado e disparar contra alvos civis.
17h54 - Jerónimo de Sousa apela a ajuda para população ucraniana
O líder do PCP apelou a que a ajuda seja canalizada para as pessoas e não para os militares extremistas.
17h39 - Refugiados deixam a Ucrânia com medo de não mais voltar
Por causa da guerra todos os dias milhares de ucranianos atravessam a fronteira para a Polónia. Muitos querem regressar, mas há quem não saiba sequer se a casa que deixou contínua de pé.
O enviado especial da Antena 1 à Polónia, João Alexandre, encontrou em Cracóvia uma jovem mulher que, depois da fugir sozinha de Kharkiv, no leste da Ucrânia, teme agora nunca mais voltar à casa onde nasceu.
17h30 - Estados Unidos autorizam verba para armas e oferecem-se para diplomacia
O presidente dos Estados Unidos autorou a alocação de 200 milhões dólares em armas e outras ajudas para a Ucrânia, anunciou a Casa Branca. Num memorando para o secretário de Estado, Joe Biden ordenou que os fundos fossem alocados através da Lei de Assistência Estrangeira e designados para a defesa da Ucrânia, refere a agência Reuters.
Os novos fundos podem ser usados para armas, artigos de defesa do estoque do departamento de defesa e educação e treinamento militar.
Este anúncio acontece depois de o Congresso dos EUA ter aprovado 13,6 mil milhões dólares para ajuda de emergência para a Ucrânia.
Os novos fundos podem ser usados para armas, artigos de defesa do estoque do departamento de defesa e educação e treinamento militar.
Este anúncio acontece depois de o Congresso dos EUA ter aprovado 13,6 mil milhões dólares para ajuda de emergência para a Ucrânia.
Por outro lado, os Estados Unidos dizem estar dispostos a tomar as iniciativas diplomáticas que o governo ucraniano considerasse úteis, referiu um porta-voz do Departamento de Estado. A declaração foi feita após o presidente Volodymyr Zelenskiy ter desafiado o Ocidente a envolver-se mais nas negociações para acabar com a guerra.
"Se houver medidas diplomáticas que possamos tomar e que o governo ucraniano acredite que seriam úteis, estamos preparados para tomá-las", disse o porta-voz.
"Estamos a trabalhar para colocar os ucranianos na posição negocial mais forte possível, inclusive a aumentar a pressão sobre a Rússia ao impor custos severos e ajudar os ucranianos a defenderem-se", acrescentou.
16h55 - Bolsa de Moscovo não funciona na próxima semana
O banco central da Rússia anunciou que decidiu não reabrir as negociações na Bolsa de Moscovo, na semana de 14 a 18 de março, com exceção de algumas transações que não são de mercado aberto.
O banco central remeteu para mais tarde o anúncio do modo de operação da semana que começa a 21 de março.
O banco central remeteu para mais tarde o anúncio do modo de operação da semana que começa a 21 de março.
16h38 - MNE ucraniano afirma que vidas teriam sido salvas se Ucrânia tivesse mais aviões
O ministro ucraniano dos Negócios Estrangeiros alertou que o exército russo tentou montar uma base logística perto da centra nuclar de Chernobyl. Dmytro Kuleba notou que vidas civis teriam sido salvas se a Ucrânia tivesse caças e mais aviões de ataque para destruir grandes colunas militares.
Durante um encontro online, organizado peça ONG Renew Democracy Initiative, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia entende que os ucranianos são os "judeus do século XXI". No entanto, Dmytro Kuleba defende que deve continuar a haver um esforço para a diplomacia com Vladimir Putin.
O ministro ucraniano dos Negócios Estrangeiros referiu ainda que a Rússia está a usar na Ucrânia táticas idênticas às utilizadas na Síria.
Ainda segundo o ministro, cidato pela Reuters, a cidade de Mariupol está sitiada, mas ainda sob controle ucraniano.
Ainda segundo o ministro, cidato pela Reuters, a cidade de Mariupol está sitiada, mas ainda sob controle ucraniano.
O ministro disse ainda acreditar que a Bielorrússia não está disposta a enviar tropas para a Ucrânia, mesmo que seja pressionada pela Rússia para tal. Neste sentido, a Bielorrússia rejeitou ter planos de participar na invasão russa da Ucrânia. O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, o general Viktor Gulevich, afirmou contudo que a Bielorrússia vai enviar cinco batalhões táticos para a fronteira com a Ucrânia para render forças que já se encontram no local.
16h20 - Zelensky congratula-se com "abordagem diferente" russa e pede mais comprometimento ao Ocidente
O presidente ucraniano congratulou-se com uma nova abordagem "fundamentalmente diferente" de Moscovo nas conversações com Kiev, sublinhando que a Rússia deixou de "fazer só ultimatos".
Questionado sobre as declarações do presidente russo, que sexta-feira falou em "avanços" nas conversações russo-ucranianas, Volodymyr Zelensky, disse estar "contente por ter um sinal da Rússia".
Durante as últimas negociações, "começámos a falar" e Moscovo "não faz apenas ultimatos", o que constitui "uma abordagem fundamentalmente diferente", referiu Zelensky durante uma conferência de imprensa em Kiev.
Durante as últimas negociações, "começámos a falar" e Moscovo "não faz apenas ultimatos", o que constitui "uma abordagem fundamentalmente diferente", referiu Zelensky durante uma conferência de imprensa em Kiev.
Segundo Zelensky, nos últimos dois anos, a Ucrânia abordou a Rússia "mais de dez vezes", "sem nunca ter ouvido que o diálogo era possível".
No entanto, Zelensky lamentou que "os parceiros ocidentais (da Ucrânia) não estejam suficientemente comprometidos" nesta abordagem.
Em termos de garantias de segurança, a "Ucrânia não pode confiar na Rússia após esta guerra sangrenta. Essas garantias de segurança devem ser propostas por outros líderes estrangeiros", considerou.
Em termos de garantias de segurança, a "Ucrânia não pode confiar na Rússia após esta guerra sangrenta. Essas garantias de segurança devem ser propostas por outros líderes estrangeiros", considerou.
15h50 - Putin não está inclinado a pôr fim à invasão da Ucrânia
O presidente russo não demonstrou qualquer intenção de pôr fim à guerra com a Ucrânia, durante a conversa telefónica com o presidente francês e com o chanceler alemão, revelou fonde da presidência francesa.
Na rede social Twitter, apenas é referido que Vladimir Putin teve uma conversa com os homólogos francês e alemão sobre a "operação especial na Ucrânia".
The President discussed over the telephone the course of the special operation in Ukraine with the leaders of France and Germany https://t.co/eHc2bIs5x8
— President of Russia (@KremlinRussia_E) March 12, 2022
Emmanuel Macron e Olaf Scholz reiteraram o apelo a Vladimir Putin para um cessar-fogo imediato na Ucrânia, como condição para negociações completas, referiu a mesma fonte citada pela agência Reuters.
Horas antes, em conferência de imprensa, o presidente ucraniano tinha feito depender qualquer negociação com a Rússia de um cessar-fogo.
Volodymy Zelensky afirmou que as equipas de negociadores russas e ucranianas começaram a falar sobre tópicos concretos em vez de trocar ultimatos, refere a agência Reuters.
Zelensky também admitiu o desaparecimento de algumas cidades ucranianas, como consequência da guerra.
O presidente da Ucrânia disse ainda que não vê qualquer sinal de bravura da NATO para com a Ucrânia, nem vê sinais de consenso para que a adesão do país à Aliança Atlântica seja aceite.
I spoke with @OlafScholz, @EmmanuelMacron. We discussed countering the aggressor, RF crimes against civilians. I ask my partners to help in releasing the captive mayor of Melitopol. Prospects for peace talks also discussed. We must stop the aggressor together
— Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) March 12, 2022
15h33 - Combates pela cidade de Volnovahkca
A cidade de Volnovakha, no Leste da Ucrânia, foi completamente destruída na sequência da invasão russa, mas os combates pelo território continuam para evitar um cerco russo, disse o governador de Donetsk, Pavlo Kyrylenko, citado pela agência Reuters.
15h25 - Macron pede a Putin que termine cerco a Mariupol
O presidente francês Emmanuel Macron instou o homólogo russo a "levantar o cerco" de Mariupol, onde a situação é "humanamente insustentável".
15h18 - Prejuízo de 100 mil milhões de dólares na economia ucraniana
A maioria das empresas ucranianas não trabalha desde que a Rússia invadiu o país, disse o presidente Volodymyr Zelensky.
O consultor económico de Zelensky tinhqa calculado que a invasão russa já causou mais de 100 mil milhões de dólares em prejuízo.
O consultor económico de Zelensky tinhqa calculado que a invasão russa já causou mais de 100 mil milhões de dólares em prejuízo.
14h58 - Cerca de 1.300 soldados ucranianos mortos desde a invasão russa, diz Zelenskiy
Cerca de 1.300 soldados ucranianos foram mortos desde o início da invasão russa, disse o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky este sábado.
Zelenskiy avançou ainda, em conferência de imprensa, que as equipas de negociação ucraniana e russa começaram a discutir tópicos concretos em vez de trocar ultimatos.
Cerca de 1.300 soldados ucranianos foram mortos desde o início da invasão russa, disse o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky este sábado.
Zelenskiy avançou ainda, em conferência de imprensa, que as equipas de negociação ucraniana e russa começaram a discutir tópicos concretos em vez de trocar ultimatos.
14h34 - Mais 130 militares norte-americanos estão a caminho da Europa
Vão para reforçar o contingente da NATO. No total, há mais de 100 mil soldados dos Estados Unidos na Europa, em países como a Alemanha, a Polónia e a Roménia.
Vão para reforçar o contingente da NATO. No total, há mais de 100 mil soldados dos Estados Unidos na Europa, em países como a Alemanha, a Polónia e a Roménia.
14h20 - Forças russas estarão a planear um "pseudo-referendo" na cidade de Kherson
As forças russas estarão a planear realizar um “pseudo referendo” em Kherson, a cidade ucraniana sob ocupação russa.
A notícia foi avançada pela agência Reuters, que cita o vice-chefe do conselho da cidade de Kherson. O objetivo será criar uma nova república separatista.
As forças russas estarão a planear realizar um “pseudo referendo” em Kherson, a cidade ucraniana sob ocupação russa.
A notícia foi avançada pela agência Reuters, que cita o vice-chefe do conselho da cidade de Kherson. O objetivo será criar uma nova república separatista.
14h08 - I Liga inglesa retira cargo de dirigente do Chelsea a Roman Abramovich
A I Liga inglesa de futebol retirou hoje ao proprietário russo Roman Abramovich o cargo de dirigente do Chelsea, referindo que a decisão "não tem impacto" na capacidade do clube de treinar e disputar as suas partidas.
"Na sequência das sanções impostas pelo governo britânico, a direção da Premier League desqualificou Roman Abramovich de diretor do Chelsea Football clube", refere a I Liga inglesa em comunicado.
Segundo o documento, esta decisão "não vai ter impacto" na capacidade do clube em treinar e jogar as suas partidas, de acordo com "os termos da licença concedida (ao clube) pelo governo e que expira em 31 de maio de 2022".
Na quinta-feira, o governo britânico anunciou novas sanções contra vários empresários russos, incluindo Roman Abramovich, proprietário do Chelsea desde 2003 e cujos bens estão congelados.
O Chelsea está impedido de vender bilhetes para jogos, negociar jogadores e o processo da sua venda foi suspenso por causa das sanções impostas a Roman Abramovich.
Abramovich tinha anunciado no início do mês que iria vender o clube campeão da Europa e do mundo de futebol, "devido à atual situação", em que a Rússia invadiu a Ucrânia, prometendo reverter os lucros para as vítimas do conflito.
14h00 - Scholz e Macron exigem a Putin um cessar-fogo imediato na Ucrânia
O chanceler alemão, Olaf Scholz, e o presidente francês, Emmanuel Macron, pediram um cessar-fogo imediato no conflito ucraniano durante o telefonema de 75 minutos com o presidente russo, Vladimir Putin, disse um porta-voz do governo alemão.
"A conversa faz parte dos esforços internacionais em curso para acabar com a guerra na Ucrânia", disse o porta-voz em comunicado.
Scholz já havia falado com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky sobre a situação, acrescentou o porta-voz.
O chanceler alemão, Olaf Scholz, e o presidente francês, Emmanuel Macron, pediram um cessar-fogo imediato no conflito ucraniano durante o telefonema de 75 minutos com o presidente russo, Vladimir Putin, disse um porta-voz do governo alemão.
"A conversa faz parte dos esforços internacionais em curso para acabar com a guerra na Ucrânia", disse o porta-voz em comunicado.
Scholz já havia falado com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky sobre a situação, acrescentou o porta-voz.
Por sua vez, o presidente russo, Vladimir Putin, falou com o presidente francês e o chanceler alemão sobre o estado das negociações entre Moscovo e Kiev e respondeu às preocupações sobre a situação humanitária na Ucrânia.
Na sexta-feira, Putin disse que houve "avanços positivos" nas negociações, que estão a ocorrer na Bielorrússia, mas não forneceu mais detalhes.
13h33 - Tropas russas estão a 25 quilómetros do centro da capital ucraniana
As tropas russas avançaram em direção a Kiev. Estão agora a 25 quilómetros do centro da capital da Ucrânia e anunciaram há pouco que destruíram perto de 3.500 infraestruturas ucranianas. Do lado ucraniano, Vladimir Zelenky também surgiu a anunciar que já morreram mais de 12 mil soldados do lado russo.
O autarca de Kiev, Vitali Klitschko, garante que a cidade se tem preparado para a defesa, reforçando os postos de controlo e o abastecimento, tanto de alimentos como de medicamentos.
As tropas russas avançaram em direção a Kiev. Estão agora a 25 quilómetros do centro da capital da Ucrânia e anunciaram há pouco que destruíram perto de 3.500 infraestruturas ucranianas. Do lado ucraniano, Vladimir Zelenky também surgiu a anunciar que já morreram mais de 12 mil soldados do lado russo.
O autarca de Kiev, Vitali Klitschko, garante que a cidade se tem preparado para a defesa, reforçando os postos de controlo e o abastecimento, tanto de alimentos como de medicamentos.
13h10 - Portugal já recebeu 6289 pedidos de estatuto de proteção temporária
Desde o início da guerra, Portugal já recebeu 6289 pedidos de estatuto de proteção temporária, segundo avançou o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) à RTP. São cidadãos que estavam na Ucrânia e que são de várias nacionalidades.
13h00 - Corredores humanitários continuam a ser uma miragem
Com os ataques russos, a abertura de corredores humanitários em várias cidades da Ucrânia continua a ser uma miragem.
Com os ataques russos, a abertura de corredores humanitários em várias cidades da Ucrânia continua a ser uma miragem.
12h20 - Zelensky diz que exército russo sofreu “o maior golpe” em décadas
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que o exército russo sofreu os maiores prejuízos em décadas – alegando que 31 grupos táticos do batalhão russo tornaram-se inoperacionais.
“As tropas russas estão a sofrer grandes prejuízos. Podemos mesmo falar no maior golpe para as tropas russas em dezenas de anos”, afirmou Zelensky.
Num discurso transmitido na televisão, o presidente ucraniano exigiu a libertação imediata de Ivan Fedorov, o autarca da cidade de Melitopol, no sul da Ucrânia. As autoridades ucranianas acusaram a Rússia de violar a lei internacional ao sequestrar Fedorov após este ter sido falsamente acusado de terrorismo.
Zelensky instou ainda a Rússia a manter um cessar-fogo para permitir a retirada de civis da cidade portuária de Mariupol.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que o exército russo sofreu os maiores prejuízos em décadas – alegando que 31 grupos táticos do batalhão russo tornaram-se inoperacionais.
“As tropas russas estão a sofrer grandes prejuízos. Podemos mesmo falar no maior golpe para as tropas russas em dezenas de anos”, afirmou Zelensky.
Num discurso transmitido na televisão, o presidente ucraniano exigiu a libertação imediata de Ivan Fedorov, o autarca da cidade de Melitopol, no sul da Ucrânia. As autoridades ucranianas acusaram a Rússia de violar a lei internacional ao sequestrar Fedorov após este ter sido falsamente acusado de terrorismo.
Zelensky instou ainda a Rússia a manter um cessar-fogo para permitir a retirada de civis da cidade portuária de Mariupol.
12h07 - Polónia já recebeu milhão e meio de refugiados
A guerra na Ucrânia já levou milhões de pessoas a sair do país e só a vizinha Polónia já recebeu mais de um milhão e 500 mil refugiados. Pela estação central de Cracóvia, a segunda maior cidade polaca, passam todos os dias milhares de cidadãos ucranianos, muitos ainda sem destino certo.
A guerra na Ucrânia já levou milhões de pessoas a sair do país e só a vizinha Polónia já recebeu mais de um milhão e 500 mil refugiados. Pela estação central de Cracóvia, a segunda maior cidade polaca, passam todos os dias milhares de cidadãos ucranianos, muitos ainda sem destino certo.
11h50 - Scholz e Macron voltam a conversar com Putin
O presidente francês Emmanuel Macron e o chanceler alemão Olaf Scholz voltaram a conversar este sábado com o presidente russo, Vladimir Putin, sobre a guerra na Ucrânia, um dia após a cimeira europeia em Versalhes, informou o Palácio do Eliseu, citado pela agência France Press.
Os três líderes já haviam conversado por chamada telefónica na quinta-feira, durante a qual a França e a Alemanha "exigiram um cessar-fogo imediato da Rússia". Desde a reunião de 7 de fevereiro no Kremlin, Emmanuel Macron teve nove conversas telefónicas, incluindo a da última quinta-feira, com Vladimir Putin, segundo a contagem do Eliseu.
O presidente francês Emmanuel Macron e o chanceler alemão Olaf Scholz voltaram a conversar este sábado com o presidente russo, Vladimir Putin, sobre a guerra na Ucrânia, um dia após a cimeira europeia em Versalhes, informou o Palácio do Eliseu, citado pela agência France Press.
Os três líderes já haviam conversado por chamada telefónica na quinta-feira, durante a qual a França e a Alemanha "exigiram um cessar-fogo imediato da Rússia". Desde a reunião de 7 de fevereiro no Kremlin, Emmanuel Macron teve nove conversas telefónicas, incluindo a da última quinta-feira, com Vladimir Putin, segundo a contagem do Eliseu.
11h43 - Pelo menos 79 crianças morreram desde início de invasão pela Rússia
Pelo menos 79 crianças morreram e perto de 100 ficaram feridas desde o início da invasão da Ucrânia pela Rússia, em 24 de fevereiro, foi hoje anunciado por um departamento do Ministério Público (MP) ucraniano na plataforma Telegram.
"Durante os 16 dias de guerra na Ucrânia, 79 crianças morreram e quase 100 ficaram feridas. A maioria das vítimas encontrava-se nas regiões de Kiev, Kharkiv, Donetsk, Sumi, Kherson e Zhitomir", refere o relatório, citado pela agência noticiosa Efe.
Estes números não podem ser verificados por fontes independentes e terão acontecido em ataques russos às principais cidades do país.
Segundo o Ministério Público ucraniano, este número não é definitivo "devido à falta de oportunidade de inspecionar os lugares de ataque, onde as forças armadas russas estão a levar a cabo as suas atividades hostis".
De acordo com as autoridades ucranianas, mais de 280 instituições educativas foram destruídas, nove das quais de forma total.
Pelo menos 79 crianças morreram e perto de 100 ficaram feridas desde o início da invasão da Ucrânia pela Rússia, em 24 de fevereiro, foi hoje anunciado por um departamento do Ministério Público (MP) ucraniano na plataforma Telegram.
"Durante os 16 dias de guerra na Ucrânia, 79 crianças morreram e quase 100 ficaram feridas. A maioria das vítimas encontrava-se nas regiões de Kiev, Kharkiv, Donetsk, Sumi, Kherson e Zhitomir", refere o relatório, citado pela agência noticiosa Efe.
Estes números não podem ser verificados por fontes independentes e terão acontecido em ataques russos às principais cidades do país.
Segundo o Ministério Público ucraniano, este número não é definitivo "devido à falta de oportunidade de inspecionar os lugares de ataque, onde as forças armadas russas estão a levar a cabo as suas atividades hostis".
De acordo com as autoridades ucranianas, mais de 280 instituições educativas foram destruídas, nove das quais de forma total.
11h34 - Bielorrússia nega estar a planear aliar-se à invasão russa, mas está a "mover” tropas na fronteira
A Bielorrússia diz não estar a planear juntar-se à invasão russa da Ucrânia, mas está a enviar cinco batalhões de grupos táticos para a sua fronteira para substituir as tropas já estacionadas lá, disse o chefe do Estado-Maior Geral, Viktor Gulevich, este sábado.
“Quero sublinhar que a transferência de tropas não está de forma alguma relacionada com (qualquer) preparação, e especialmente com a participação de soldados bielorrussos na operação militar especial no território da Ucrânia”, disse Gulevich.
A Ucrânia alertou na sexta-feira para uma possível invasão bielorrussa no território ucraniano que poderia acontecer nas próximas horas. Kiev divulgou esta informação com base em dados recolhidos pelos serviços secretos, mas o governo de Minsk acusou o executivo ucraniano de "provocação".
A Bielorrússia diz não estar a planear juntar-se à invasão russa da Ucrânia, mas está a enviar cinco batalhões de grupos táticos para a sua fronteira para substituir as tropas já estacionadas lá, disse o chefe do Estado-Maior Geral, Viktor Gulevich, este sábado.
“Quero sublinhar que a transferência de tropas não está de forma alguma relacionada com (qualquer) preparação, e especialmente com a participação de soldados bielorrussos na operação militar especial no território da Ucrânia”, disse Gulevich.
A Ucrânia alertou na sexta-feira para uma possível invasão bielorrussa no território ucraniano que poderia acontecer nas próximas horas. Kiev divulgou esta informação com base em dados recolhidos pelos serviços secretos, mas o governo de Minsk acusou o executivo ucraniano de "provocação".
11h20 - Teatro de Lviv transforma-se em centro de acolhimento para deslocados de guerra
Um teatro experimental de Lviv foi transformado num centro de acolhimento temporário para deslocados de guerra. Dá abrigo a famílias inteiras que fogem da guerra.
Um teatro experimental de Lviv foi transformado num centro de acolhimento temporário para deslocados de guerra. Dá abrigo a famílias inteiras que fogem da guerra.
10h55 - Sirenes soaram pela primeira vez na cidade ucraniana de Uzhhorod
Pela primeira vez soaram os alertas de bombardeamentos na cidade ucraniana de Uzhhorod. Ouviram-se por três vezes durante a madrugada e início da manhã de sábado. A importância deste caso concreto é que esta cidade localiza-se mesmo na fronteira com a Eslováquia.
Pela primeira vez soaram os alertas de bombardeamentos na cidade ucraniana de Uzhhorod. Ouviram-se por três vezes durante a madrugada e início da manhã de sábado. A importância deste caso concreto é que esta cidade localiza-se mesmo na fronteira com a Eslováquia.
10h47 - Quarenta portugueses pediram ajuda para sair da Ucrânia
Dos 200 cidadãos portugueses que permanecem na Ucrânia, a maioria tem dupla nacionalidade. E apenas quarenta pediram ajuda à embaixada para sair. João Metelo é um deles. Está a viajar com a família de autocarro a caminho de Lviv para um regresso a Portugal.
Dos 200 cidadãos portugueses que permanecem na Ucrânia, a maioria tem dupla nacionalidade. E apenas quarenta pediram ajuda à embaixada para sair. João Metelo é um deles. Está a viajar com a família de autocarro a caminho de Lviv para um regresso a Portugal.
10h33 - Aberto corredor humanitário para Mariupol
As autoridades ucranianas anunciaram ter conseguido abrir um corredor humanitário para levar alimentos e medicamentos a Mariupol, no leste do país, uma das cidades alvo de mais ataques do exército russo desde o início da ofensiva militar.
"Corredor verde aberto. Uma caravana humanitária partiu de Zaporizhia para Mariupol", anunciaram as autoridades locais na conta da rede social Telegram, acrescentando que "mais de 90 toneladas de alimentos e medicamente vão para a cidade, que está bloqueada há 11 dias".
Na mensagem publicada dizem ainda que "o clero da Igreja Ortodoxa tomou a iniciativa de acompanhar pessoalmente a caravana humanitária. Tudo para que 400 mil moradores de Mariupol recebam uma ajuda crítica e tão esperada!".
As autoridades ucranianas acordaram com as autoridades russas a abertura de sete corredores humanitários para evacuar a cidade, retirar os civis e fornecer alimentos a várias cidades ucranianas sob ataques dos russos, mas esses corredores não têm funcionado como acordado e ambos os lados se culpam pelo bloqueio.
Mariupol, uma cidade com cerca de 500 mil habitantes no sudeste da Ucrânia e às margens do mar interior de Azov, é um importante centro industrial do país.
As autoridades ucranianas anunciaram ter conseguido abrir um corredor humanitário para levar alimentos e medicamentos a Mariupol, no leste do país, uma das cidades alvo de mais ataques do exército russo desde o início da ofensiva militar.
"Corredor verde aberto. Uma caravana humanitária partiu de Zaporizhia para Mariupol", anunciaram as autoridades locais na conta da rede social Telegram, acrescentando que "mais de 90 toneladas de alimentos e medicamente vão para a cidade, que está bloqueada há 11 dias".
Na mensagem publicada dizem ainda que "o clero da Igreja Ortodoxa tomou a iniciativa de acompanhar pessoalmente a caravana humanitária. Tudo para que 400 mil moradores de Mariupol recebam uma ajuda crítica e tão esperada!".
As autoridades ucranianas acordaram com as autoridades russas a abertura de sete corredores humanitários para evacuar a cidade, retirar os civis e fornecer alimentos a várias cidades ucranianas sob ataques dos russos, mas esses corredores não têm funcionado como acordado e ambos os lados se culpam pelo bloqueio.
Mariupol, uma cidade com cerca de 500 mil habitantes no sudeste da Ucrânia e às margens do mar interior de Azov, é um importante centro industrial do país.
10h06 - Presidentes russo e bielorrusso acordam apoio mútuo para lidar com sanções
Os presidentes da Rússia e da Bielorrússia, Vladimir Putin e Alexander Lukashenko, respetivamente, concordaram, na sexta-feira, apoiarem-se mutuamente para lidar com o impacto económico nas economias dos seus países causado pelas sanções internacionais.
Mais especificamente, os líderes dos dois países discutiram a cooperação nos setores financeiro, industrial e agrícola, bem como logística, disse a porta-voz do Governo bielorrusso, Natalia Eismont, citada pela agência de notícias russa TASS.
"Os chefes de Estado acordaram (...) medidas conjuntas de apoio mútuo no meio da pressão das sanções, incluindo os preços das fontes de energia", disse Eismont, acrescentando que a Rússia tencionava fornecer ao seu aliado novo equipamento militar.
"Durante as conversações, [as partes] concentraram-se no desenvolvimento do complexo militar-industrial e na defesa do Estado da União. Em particular, concordaram em fornecer os últimos modelos de equipamento militar russo à Bielorrússia a curto prazo", disse Eismant, segundo a agência de notícias bielorrussa BelTA.
A Bielorrússia, por seu lado, irá aumentar as exportações de maquinaria agrícola, autocarros e outros bens industriais, disse a porta-voz.
No âmbito desta reunião, os líderes russos e bielorrussos concordaram que as delegações de ambos os países vão reunir-se na segunda-feira para tomar decisões com base no acordo entre Putin e Lukashenko, noticiou a TASS.
Os presidentes da Rússia e da Bielorrússia, Vladimir Putin e Alexander Lukashenko, respetivamente, concordaram, na sexta-feira, apoiarem-se mutuamente para lidar com o impacto económico nas economias dos seus países causado pelas sanções internacionais.
Mais especificamente, os líderes dos dois países discutiram a cooperação nos setores financeiro, industrial e agrícola, bem como logística, disse a porta-voz do Governo bielorrusso, Natalia Eismont, citada pela agência de notícias russa TASS.
"Os chefes de Estado acordaram (...) medidas conjuntas de apoio mútuo no meio da pressão das sanções, incluindo os preços das fontes de energia", disse Eismont, acrescentando que a Rússia tencionava fornecer ao seu aliado novo equipamento militar.
"Durante as conversações, [as partes] concentraram-se no desenvolvimento do complexo militar-industrial e na defesa do Estado da União. Em particular, concordaram em fornecer os últimos modelos de equipamento militar russo à Bielorrússia a curto prazo", disse Eismant, segundo a agência de notícias bielorrussa BelTA.
A Bielorrússia, por seu lado, irá aumentar as exportações de maquinaria agrícola, autocarros e outros bens industriais, disse a porta-voz.
No âmbito desta reunião, os líderes russos e bielorrussos concordaram que as delegações de ambos os países vão reunir-se na segunda-feira para tomar decisões com base no acordo entre Putin e Lukashenko, noticiou a TASS.
9h45 - Rússia afirma ter destruído centro de inteligência próximo de Kiev
Ataques aéreos russos na Ucrânia destruíram hoje uma base militar em Vasilkov, a sudeste de Kiev, e um centro de inteligência em Brovary, a leste da capital ucraniana, segundo o porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov.
"Armas de longo alcance de alta precisão atingiram alvos militares da Ucrânia esta manhã", disse o militar russo, citado pela agência de notícias russa Tass, acrescentando que "um aeródromo militar em Vasilkov e o principal centro de inteligência eletrónica das forças armadas ucranianas em Brovary ficaram fora de serviço".
O porta-voz disse ainda que caças e defesas aéreas das forças aeroespaciais russas derrubaram cinco drones, incluindo dois Bayraktar TB2, e um míssil tático Tochka-U, informando ainda que o avião russo atingiu 145 alvos das forças armadas ucranianas durante as últimas 24 horas numa operação especial na Ucrânia.
A operação, precisou, incluiu três sistemas de mísseis antiaéreos Buk M-1, oito postos de comando e centros de comunicação, cinco depósitos de munições e combustível e 78 grupos de equipamentos militares.
Ataques aéreos russos na Ucrânia destruíram hoje uma base militar em Vasilkov, a sudeste de Kiev, e um centro de inteligência em Brovary, a leste da capital ucraniana, segundo o porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov.
"Armas de longo alcance de alta precisão atingiram alvos militares da Ucrânia esta manhã", disse o militar russo, citado pela agência de notícias russa Tass, acrescentando que "um aeródromo militar em Vasilkov e o principal centro de inteligência eletrónica das forças armadas ucranianas em Brovary ficaram fora de serviço".
O porta-voz disse ainda que caças e defesas aéreas das forças aeroespaciais russas derrubaram cinco drones, incluindo dois Bayraktar TB2, e um míssil tático Tochka-U, informando ainda que o avião russo atingiu 145 alvos das forças armadas ucranianas durante as últimas 24 horas numa operação especial na Ucrânia.
A operação, precisou, incluiu três sistemas de mísseis antiaéreos Buk M-1, oito postos de comando e centros de comunicação, cinco depósitos de munições e combustível e 78 grupos de equipamentos militares.
9h35 - Ucrânia diz que forças russas bombardearam uma mesquita em Mariupol que abrigava 80 civis
Forças russas bombardearam uma mesquita na cidade portuária de Mariupol, no sul da Ucrânia, onde mais de 80 adultos e crianças, incluindo cidadãos turcos, se encontram refugiados, disse o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia.
"A mesquita do sultão Solimão, o Magnífico, e sua esposa Roxelana em Mariupol foi bombardeada por invasores russos", disse o Ministério dos Negócios Estrangeiros numa publicação no Twitter. "Mais de 80 adultos e crianças estão abrigados lá, incluindo cidadãos da Turquia", acrescentou, não adiantando se há a registar vítimas mortais ou feridos.
Forças russas bombardearam uma mesquita na cidade portuária de Mariupol, no sul da Ucrânia, onde mais de 80 adultos e crianças, incluindo cidadãos turcos, se encontram refugiados, disse o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia.
"A mesquita do sultão Solimão, o Magnífico, e sua esposa Roxelana em Mariupol foi bombardeada por invasores russos", disse o Ministério dos Negócios Estrangeiros numa publicação no Twitter. "Mais de 80 adultos e crianças estão abrigados lá, incluindo cidadãos da Turquia", acrescentou, não adiantando se há a registar vítimas mortais ou feridos.
9h17 - Ataques aéreos russos a terminais de petróleo na região de Kiev
Ataques aéreos do exército russo nas últimas horas incendiaram um terminal de petróleo na cidade de Vasilkiv, na região de Kiev, enquanto outras cidades continuam sem fornecimento de água e eletricidade, de acordo com autoridades locais.
"Um depósito de petróleo está em chamas em Vasilkiv após um ataque aéreo. Na aldeia de Kriachky, o ocupante (russo) disparou contra o depósito de petróleo durante a noite", disse Oleksiy Kuleba, administrador regional de Kiev, na sua conta na rede social Telegram.
De acordo com a agência ucraniana Ukrinform, "anteriormente, um armazém de produtos congelados ardeu na aldeia de Kvitneve, distrito de Brovary, também na região de Kiev, após bombardeio inimigo".
Chernigov, a norte de Kiev, também está sob ataque do exército russo e continua sem abastecimento de água, de eletricidade e de gás, que poderia alimentar os sistemas de aquecimento, anunciou o administrador regional da cidade, Viacheslav Chaus, na sua conta no Facebook.
"O inimigo continua os seus ataques aéreos e com mísseis. Pessoas pacíficas estão a morrer. Ontem [sexta-feira], uma bomba caiu sobre o Hotel Ucrânia. Não há mais hotel, mas a Ucrânia prevalece e continua a sua luta", disse Chaus.
"A nossa missão é garantir que [o Presidente russo Vladimir] Putin, uma criatura doente e pervertida, engula veneno no seu bunker nos Urais", enfatizou.
O responsável confirmou que "agora não há eletricidade em Chernigov e quase não há fornecimento de gás, água e aquecimento".
"Estamos a restaurar os sistemas, mas o inimigo continua a interromper os nossos esforços. Mantemos a compostura e fazemos todo o possível para destruir o inimigo perto de Chernigov", disse, salientando esperar restaurar os serviços durante o dia de hoje.
Ataques aéreos do exército russo nas últimas horas incendiaram um terminal de petróleo na cidade de Vasilkiv, na região de Kiev, enquanto outras cidades continuam sem fornecimento de água e eletricidade, de acordo com autoridades locais.
"Um depósito de petróleo está em chamas em Vasilkiv após um ataque aéreo. Na aldeia de Kriachky, o ocupante (russo) disparou contra o depósito de petróleo durante a noite", disse Oleksiy Kuleba, administrador regional de Kiev, na sua conta na rede social Telegram.
De acordo com a agência ucraniana Ukrinform, "anteriormente, um armazém de produtos congelados ardeu na aldeia de Kvitneve, distrito de Brovary, também na região de Kiev, após bombardeio inimigo".
Chernigov, a norte de Kiev, também está sob ataque do exército russo e continua sem abastecimento de água, de eletricidade e de gás, que poderia alimentar os sistemas de aquecimento, anunciou o administrador regional da cidade, Viacheslav Chaus, na sua conta no Facebook.
"O inimigo continua os seus ataques aéreos e com mísseis. Pessoas pacíficas estão a morrer. Ontem [sexta-feira], uma bomba caiu sobre o Hotel Ucrânia. Não há mais hotel, mas a Ucrânia prevalece e continua a sua luta", disse Chaus.
"A nossa missão é garantir que [o Presidente russo Vladimir] Putin, uma criatura doente e pervertida, engula veneno no seu bunker nos Urais", enfatizou.
O responsável confirmou que "agora não há eletricidade em Chernigov e quase não há fornecimento de gás, água e aquecimento".
"Estamos a restaurar os sistemas, mas o inimigo continua a interromper os nossos esforços. Mantemos a compostura e fazemos todo o possível para destruir o inimigo perto de Chernigov", disse, salientando esperar restaurar os serviços durante o dia de hoje.
9h10 - Ucrânia espera nova onda de ataques russos nas regiões de Kiev, Kharkiv e Donbass
A Ucrânia espera uma nova onda de ataques nas regiões de Kiev, Kharkiv e Donbass após a desaceleração da ofensiva russa, disse Oleksiy Arestovych, assessor do chefe de gabinete do presidente ucraniano, este sábado.
Arestovych também afirmou que a Ucrânia não espera que a Bielorrússia se junte às tropas russas na invasão à Ucrânia – uma afirmação que contesta as recentes declarações por parte de Kiev, que alertou para uma possível invasão bielorrussa no território ucraniano nas próximas horas.
A Ucrânia espera uma nova onda de ataques nas regiões de Kiev, Kharkiv e Donbass após a desaceleração da ofensiva russa, disse Oleksiy Arestovych, assessor do chefe de gabinete do presidente ucraniano, este sábado.
Arestovych também afirmou que a Ucrânia não espera que a Bielorrússia se junte às tropas russas na invasão à Ucrânia – uma afirmação que contesta as recentes declarações por parte de Kiev, que alertou para uma possível invasão bielorrussa no território ucraniano nas próximas horas.
9h00 - Ucrânia voltou a acordar ao som das sirenes
Ao longo das últimas horas, ocorreu um intenso combate aéreo entre aviões de guerra ucranianos e aviões de guerra russos. A força aérea ucraniana terá tentado repelir ataques da força aérea russa e isso terá provocado o disparar das sirenes em várias cidades da Ucrânia.
Ao longo das últimas horas, ocorreu um intenso combate aéreo entre aviões de guerra ucranianos e aviões de guerra russos. A força aérea ucraniana terá tentado repelir ataques da força aérea russa e isso terá provocado o disparar das sirenes em várias cidades da Ucrânia.
8h45 - Presidente da República diz que Portugal poderá acolher 30 mil refugiados da Ucrânia
O Presidente da República acredita que Portugal pode acolher cerca de trinta mil refugiados ucranianos. Marcelo Rebelo de Sousa elogiou o acolhimento que o país está a dar a quem foge da guerra.
O Presidente da República acredita que Portugal pode acolher cerca de trinta mil refugiados ucranianos. Marcelo Rebelo de Sousa elogiou o acolhimento que o país está a dar a quem foge da guerra.
8h35 - Bombardeamento russo provoca incêndio em armazém no nordeste de Kiev
Um incêndio deflagrou durante a madrugada num armazém de produtos congelados devido a um bombardeamento no distrito de Brovary, a nordeste de Kiev, segundo anunciou o Ministério da Administração Interna da Ucrânia.
The fire at the storage units of frozen products in Kvitneve, Kyiv oblast, after the attack by Russian forces tonight. Photo - @SESU_UA pic.twitter.com/CLQIZ69ASY
— UkraineWorld (@ukraine_world) March 12, 2022
O bombardeamento ocorreu na vila de Kvitneve por volta das 3h30 locais. Até ao momento não foram registadas vítimas.
8h13 - Casas e hospital em ruínas depois de confrontos em Donetsk
A cidade de Volnovakha, no leste da Ucrânia, é um dos exemplos onde várias infraestruturas foram destruídas. O hospital local está em ruínas e várias casas estão destruídas.
Os habitantes desta localidade passaram os últimos dias escondidos enquanto ouviam os confrontos entre as tropas russas e ucranianas. Volnovakha fica entre Donetsk e Mariupol.
Segundo a ONU, desde a invasão da Ucrânia a 24 de fevereiro, já morreram 564 civis, incluindo 41 crianças.
A cidade de Volnovakha, no leste da Ucrânia, é um dos exemplos onde várias infraestruturas foram destruídas. O hospital local está em ruínas e várias casas estão destruídas.
Os habitantes desta localidade passaram os últimos dias escondidos enquanto ouviam os confrontos entre as tropas russas e ucranianas. Volnovakha fica entre Donetsk e Mariupol.
Segundo a ONU, desde a invasão da Ucrânia a 24 de fevereiro, já morreram 564 civis, incluindo 41 crianças.
7h53 - Seis corredores humanitários previstos para hoje da região de Sumy para Poltava
As autoridades ucranianas planeiam abrir seis corredores humanitários este sábado desde a região de Sumy, no nordeste do país, para a cidade ucraniana de Poltava, 175 quilómetros a sul.
A informação foi adiantada pelo chefe da administração regional de Sumy, Dimitro Zhivitski, na plataforma de mensagens Telegram, na qual deu pormenores sobre os pontos de encontro e a hora prevista de partida para as colunas, marcada para as 09:00 (07:00 em Lisboa).
Zhivitsky assinalou que os seis corredores humanitários partirão das cidades de Sumy, Trostianets, Lebedin, Konotop, Velyka Pisarivka e Krasnopillia para a cidade de Poltava. Todas as cidades pertencem à região de Sumy.
O chefe da administração regional de Sumy já apontara na quinta-feira para a existência três corredores humanitários de Sumy a Poltava para mulheres grávidas, mulheres com crianças, idosos e pessoas com deficiência.
"No nosso território, o inimigo que destrói as nossas cidades mata civis. Destrói e queima casas. Centenas de pessoas trabalham todos os dias para salvar vidas, com a possibilidade de organizar corredores verdes. Esta é uma oportunidade para aqueles que mais precisam dela deixarem as localidades", disse Zhivitski.
As autoridades ucranianas planeiam abrir seis corredores humanitários este sábado desde a região de Sumy, no nordeste do país, para a cidade ucraniana de Poltava, 175 quilómetros a sul.
A informação foi adiantada pelo chefe da administração regional de Sumy, Dimitro Zhivitski, na plataforma de mensagens Telegram, na qual deu pormenores sobre os pontos de encontro e a hora prevista de partida para as colunas, marcada para as 09:00 (07:00 em Lisboa).
Zhivitsky assinalou que os seis corredores humanitários partirão das cidades de Sumy, Trostianets, Lebedin, Konotop, Velyka Pisarivka e Krasnopillia para a cidade de Poltava. Todas as cidades pertencem à região de Sumy.
O chefe da administração regional de Sumy já apontara na quinta-feira para a existência três corredores humanitários de Sumy a Poltava para mulheres grávidas, mulheres com crianças, idosos e pessoas com deficiência.
"No nosso território, o inimigo que destrói as nossas cidades mata civis. Destrói e queima casas. Centenas de pessoas trabalham todos os dias para salvar vidas, com a possibilidade de organizar corredores verdes. Esta é uma oportunidade para aqueles que mais precisam dela deixarem as localidades", disse Zhivitski.
7h47 - Ucrânia cria gabinete para o tratamento de prisioneiros de guerra
Volodymyr Zelensky anunciou a criação de um gabinete para o tratamento de prisioneiros de guerra, com o objetivo de garantir que os soldados russos capturados ou que se renderam são tratados de acordo com os acordos internacionais. O presidente ucraniano diz que o sequestro do autarca de Melitopol é um sinal de fraqueza dos invasores e acusa a Rússia de ter cometido um crime contra a democracia.
Volodymyr Zelensky anunciou a criação de um gabinete para o tratamento de prisioneiros de guerra, com o objetivo de garantir que os soldados russos capturados ou que se renderam são tratados de acordo com os acordos internacionais. O presidente ucraniano diz que o sequestro do autarca de Melitopol é um sinal de fraqueza dos invasores e acusa a Rússia de ter cometido um crime contra a democracia.
7h30 - Ataque russo atinge hospital em Mykolaiv que presta cuidados oncológicos
As autoridades ucranianas acusaram a Rússia de terem atingido um hospital que presta cuidados oncológicos e vários edifícios residenciais na cidade de Mykolaiv, no sul do país, com bombardeamentos de artilharia pesada.
O médico chefe da unidade de saúde, Maksim Beznosenko, disse que várias centenas de pacientes estavam no hospital durante o ataque, que não causou vítimas. O ataque danificou o edifício e rebentou janelas.
As forças russas intensificaram os ataques a Mykolaiv, localizada a 470 quilómetros a sul de Kiev, numa tentativa de cercar a cidade.
A Ucrânia e países ocidentais já tinham acusado a Rússia de bombardear uma maternidade na cidade de Mariupol, no sul do país, na quarta-feira. Três pessoas morreram nesse bombardeamento.
As autoridades ucranianas acusaram a Rússia de terem atingido um hospital que presta cuidados oncológicos e vários edifícios residenciais na cidade de Mykolaiv, no sul do país, com bombardeamentos de artilharia pesada.
O médico chefe da unidade de saúde, Maksim Beznosenko, disse que várias centenas de pacientes estavam no hospital durante o ataque, que não causou vítimas. O ataque danificou o edifício e rebentou janelas.
As forças russas intensificaram os ataques a Mykolaiv, localizada a 470 quilómetros a sul de Kiev, numa tentativa de cercar a cidade.
A Ucrânia e países ocidentais já tinham acusado a Rússia de bombardear uma maternidade na cidade de Mariupol, no sul do país, na quarta-feira. Três pessoas morreram nesse bombardeamento.
Ponto de situação
- As sirenes voltaram a soar na capital ucraniana durante a madrugada. Além dos avisos de alarme também foram ouvidas várias explosões nos arredores da cidade. Explosões fortes que duraram vários minutos. Existem relatos de que estes terão sido os mais fortes rebentamentos registados desde o início da invasão. Vários bairros residenciais de Kiev foram atingidos por tiros de artilharia;
- Para além de Kiev, os alarmes de possíveis ataques aéreos foram ouvidos em várias cidades, incluindo Uzhhorod, no oeste do país, e também em Lviv, Odessa, Járkov, perto da Bielorrússia, Tcherkássi e Sumi;
- A coluna militar russa perto da capital reagrupou-se depois de ter sido atacada na sexta-feira por forças ucranianas quando tentava avançar. As tropas russas estão agora a 25 quilómetros da capital;
- O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenky, afirmou que a guerra atingiu um “ponto de viragem estratégico";
-Estão previstos para este sábado seis corredores humanitários para a cidade de Sumy, no nordeste do país. Os esforços de retirada de civis da cidade ucraniana terão início às 09h00 locais (07h00 em Lisboa);
- A Ucrânia alertou para uma possível invasão bielorrussa no território ucraniano que poderá acontecer nas próximas horas. Kiev divulgou esta informação com base em dados recolhidos pelos serviços secretos, mas o governo de Minsk acusa o executivo ucraniano de "provocação";
- Várias casas e edifícios estão em chamas em Moschun, a noroeste de Kiev e perto do aeroporto internacional Antonov;
- O jornal espanhol El País avança que o presidente russo, Vladimir Putin está a preparar-se para endurecer o ataque à Ucrânia.
- Várias casas e edifícios estão em chamas em Moschun, a noroeste de Kiev e perto do aeroporto internacional Antonov;
- O jornal espanhol El País avança que o presidente russo, Vladimir Putin está a preparar-se para endurecer o ataque à Ucrânia.