Mais atualizações
Ter-se-á tratado de um avião militar de reconhecimento aéreo, com a função de recolher dados.
O governo de Estocolmo reagiu ao incidente, classificando-o de "totalmente inaceitável e inadequado".
No Facebook, o Estado-Maior das Forças Armadas também refere que os militares ucranianos recuperaram o controle sobre quatro povoações na região de Kharkiv.
"Fizeram todos esses reféns - civis, mulheres, funcionários do conselho local, para tentar usá-los", disse. "Sabemos que há mais de mil reféns lá, incluindo quase 500 mulheres", disse ela. "Sabemos que estão em prisões e centros de detenção em Kursk, em Bryansk, em Ryazan, em Rostov", acrescentou, citad pela agência Reuters.
Vereshchuk também mencionou a dificuldade em libertar mulheres. "Agora recusamo-nos a organizar uma troca sem nenhuma mulher na lista. É assim que estamos a tentar salvar as nossas mulheres e os nossos civis", afirmou.
Desde que começou a guerra na Ucrânia, a 24 de fevereiro, mais de 33 mil ucranianos ou estrangeiros residentes naquele país pediram proteção temporária a Portugal.
Dados enviados à Lusa pelo SEF indicam que 160 cidadãos ucranianos pediram o cancelamento dos pedidos de proteção temporária que formalizaram.
Este serviço de segurança avança ainda que, no que diz respeito ao controlo da fronteira aérea, 793 cidadãos ucranianos saíram de Portugal em março e 1.495 durante o mês de abril.
Esta semana, o SEF deu conta que atribuiu, desde o início do conflito na Ucrânia, 33.106 pedidos de proteção temporária a ucranianos e cidadãos estrangeiros que residiam naquele país, 22.208 dos quais a mulheres e 10.898 a homens.
Segundo o SEF, os municípios que registam mais pedidos de proteção temporária continuam a ser Lisboa, Cascais, Sintra, distrito de Lisboa, Porto e Albufeira, distrito de Faro.
Dos 33.106 pedidos, o SEF emitiu 24.410 certificados de autorização de residência ao abrigo dedo regime proteção temporária.
Este certificado, emitido após o SNS, Segurança Social e Autoridade Tributária terem atribuído os respetivos números, é necessário para os refugiados começarem a trabalhar e acederem a apoios.
Os menores representam 11.410 do total de 33.106 proteções temporárias concedidas, dividindo-se entre acompanhados e não acompanhados.
O SEF já comunicou ao Ministério Público a situação de 526 menores ucranianos que chegaram a Portugal sem os pais ou representantes legais, casos em que se considera não haver "perigo atual ou iminente".
O SEF comunicou também à Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) a situação de 15 menores que chegaram a Portugal não acompanhadas, mas com outra pessoa que não os pais ou representante legal comprovado, representando estes casos "perigo atual ou iminente".
(Agência Lusa)
Os estivadores do porto de Amesterdão recusaram descarregar um petroleiro russo depois de o navio ter sido impedido de atracar, ontem, no porto de Roterdão.
O Sunny Liger, um navio-tanque de 42 mil toneladas, está atualmente ancorado ao largo de em Amsterdão. Na sexta-feira, os estivadores do porto de Roterdão também se recusaram a descarregar a sua carga.
"Na noite passada, pedimos a todos os intervenientes no porto de Amsterdão que não deixassem o navio atracar", disse Asmae Hajjari, presidente da seção de trabalhadores portuários do sindicato FNV, citada pela agência France Presse. "O navio não entrará no porto de Amsterdão", acrescentou.
O Sunny Liger partiu há uma semana de Primorsk, perto de São Petersburgo, e o destino final do petroleiro com bandeira das Ilhas Marshall era Amsterdão, segundo o site marítimo MarineTraffic.com.
"De momento, o navio está fundeado no Mar do Norte. No momento, não solicitou permissão para entrar no porto", disse Marcella Wesseling, porta-voz do porto de Amsterdão. "Em princípio, não podemos recusar a sua entrada porque não está sob o regime de sanções (contra a Rússia)", afirmou à AFP.
Foram encontrado corpos de três homens visivelmente torturados e mortos a tiros numa cova perto de Bucha, na sexta-feira, com as mãos amarradas e com os olhos vendados, informou a polícia de Kiev.
"As vítimas foram torturadas muito tempo. No final, cada uma delas foi baleada", disse o chefe de polícia da região de Kiev, Andriy Nebytov, num comunicado citado pela AFP.
"As vítimas tinham as mãos amarradas, roupas à volta do rosto para que não pudessem ver nada e algumas tinham mordaças na boca", acrescentou.
Os corpos destes três homens foram encontrados em Myrotske, uma aldeia perto de Bucha, uma cidade perto de Kiev que se tornou um símbolo das atrocidades da guerra na Ucrânia e na qual foram descobertos muitos cadáveres de civis.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, elogiou sexta-feira a forma como a Turquia tem tentando mediar uma solução ao conflito entre a Rússia e a Ucrânia.
"Aproveitei a oportunidade para felicitar o ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo turco pela mediação para a paz que tem feito com a Rússia e a Ucrânia. Desejamos-lhe o maior sucesso nas suas iniciativas diplomáticas e que, mais cedo que tarde, possamos ter boas notícias da paz", disse Maduro.
O líder venezuelano falava no palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, durante um encontro com o ministro dos Negócios Estrangeiros da Turquia, Mevlut Cavusoglu, em que foram assinados novos acordos de cooperação bilateral entre ambos países.
Ponto de situação
• O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, pediu à NATO e aos Estados Unidos que parem de entregar armas à Ucrânia, se "estiverem realmente interessados em resolver a crise ucraniana".
• As autoridades ucranianas informaram a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) de que a empresa estatal nuclear russa Rosatom enviou um grupo de especialistas para Zaporijia, a maior central nuclear da Europa, no sul da Ucrânia. Segundo um comunicado, os especialistas têm "exigido à direção do complexo relatórios diários sobre 'questões confidenciais', como a operação da central nuclear, que abrange aspetos relacionados com (…) atividades de manutenção e reparação, segurança e controlo de acesso e gestão de combustível nuclear".
• A Rússia confirmou que bombardeou na quinta-feira Kiev, durante a visita do secretário-geral da ONU, António Guterres, provocando a morte de uma jornalista ucraniana da Radio Liberty, um meio de comunicação social financiado pelos Estados Unidos. A Rússia assumiu que atingiu Kiev, alegando ter como alvo alvos militares estratégicos.
• O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusou na sexta-feira a Rússia de tentar destruir o Donbass, no leste da Ucrânia, e todos os que vivem naquela região, com constantes bombardeamentos “violentos” a “infraestruturas e áreas residenciais”. Para Volodymyr Zelensky a “defesa da terra e do povo” é “literalmente uma luta pela vida”.
22h30 - Avião militar russo violou o espaço aéreo da Súecia
Ter-se-á tratado de um avião militar de reconhecimento aéreo, com a função de recolher dados.
O governo de Estocolmo reagiu ao incidente, classificando-o de "totalmente inaceitável e inadequado".
22h20 - Porta-voz da presidência turca reuniu-se com Zelensky em Kiev
Ibrahim Kalin encontrou-se com o presidente ucraniano em Kiev. O conteúdo das discussões não foi revelado.
Membro da NATO e aliado da Ucrânia, a Turquia tem vindo a tentar desde o início da guerra facilitar a mediação entre Moscovo e Kiev.
O porta-voz da presidência turca foi acompanhado pelo vice-chanceler Sedat Onal.
A Turquia recebeu por duas vezes encontros diretos entre as duas partes, em 10 de março em Antalya (sul) e em 29 de março em Istambul.
O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, quer agora organizar uma reunião em Istambul entre o presidente russo, Vladimir Putin, e Volodymyr Zelensky.
Ibrahim Kalin encontrou-se com o presidente ucraniano em Kiev. O conteúdo das discussões não foi revelado.
Membro da NATO e aliado da Ucrânia, a Turquia tem vindo a tentar desde o início da guerra facilitar a mediação entre Moscovo e Kiev.
O porta-voz da presidência turca foi acompanhado pelo vice-chanceler Sedat Onal.
A Turquia recebeu por duas vezes encontros diretos entre as duas partes, em 10 de março em Antalya (sul) e em 29 de março em Istambul.
O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, quer agora organizar uma reunião em Istambul entre o presidente russo, Vladimir Putin, e Volodymyr Zelensky.
20h45 - Moradores de Chernyhiv arriscam regressar à cidade
Mais de metade dos habitantes de Chernyhiv fugiram da cidade próxima da fronteira com a Bielorrússia. Podem ter morrido cerca de mil pessoas.
Mais de metade dos habitantes de Chernyhiv fugiram da cidade próxima da fronteira com a Bielorrússia. Podem ter morrido cerca de mil pessoas.
Mais de metade dos habitantes de Chernyhiv fugiram da cidade próxima da fronteira com a Bielorrússia. Podem ter morrido cerca de mil pessoas.
19h49 - Duas dezenas de civis saíram da fábrica Azovstal
As agências russas de notícias Tass e Rua Novosti começaram por anunciar a saída de 25 civis da zona de Azovstal, na cidade portuária de Mariupol, tendo sido citadas pela congénere espanhola, Efe.
Sem avançar mais detalhes, as agências apenas referiam que conseguiram abandonar a fábrica metalúrgica estão 19 adultos e seis crianças com menos de 14 anos.
Sem avançar mais detalhes, as agências apenas referiam que conseguiram abandonar a fábrica metalúrgica estão 19 adultos e seis crianças com menos de 14 anos.
No entanto, o regimento Azov, que defende a fábrica de aço, ao início da noite apenas confirma a saída de duas dezenas de civis, mulheres e crianças.
“Foram transferidos para um local acordado e esperamos que sejam evacuados para Zaporizhia, no território controlado pela Ucrânia”, disse Svyatoslav Palamar, vice-comandante do regimento Azov, num vídeo publicado na rede Telegram.
Na fábrica de Azovstal estão cerca de mil civis refugiados, juntamente com dois mil soldados ucranianos. Estão feridas cerca de 500 pessoas.
A Rússia deu a cidade de Mariupol como "libertada" e começou a enviar tropas de Mariupol para a região de Donbass, no leste do país, de acordo com as informações veiculadas pelo Estado-Maior da Ucrânia e confirmadas também pelo Pentágono.
O presidente russo decretou que a fábrica não deveria ser atacada, mas disse que o bloqueio às instalações teria de ser rígido ao ponto de "nem uma mosca conseguir sair".
A Rússia deu a cidade de Mariupol como "libertada" e começou a enviar tropas de Mariupol para a região de Donbass, no leste do país, de acordo com as informações veiculadas pelo Estado-Maior da Ucrânia e confirmadas também pelo Pentágono.
O presidente russo decretou que a fábrica não deveria ser atacada, mas disse que o bloqueio às instalações teria de ser rígido ao ponto de "nem uma mosca conseguir sair".
19h40 - Boris Johnson diz-se mais comprometido do que nunca com causa ucraniana
O primeiro-ministro britânico declarou ao presidente da Ucrânia que estava mais comprometido do que nunca com o reforço da Ucrânia, referiu um porta-voz de Downing Street.
Boris Johnson "confirmou que o Reino Unido continuará a fornecer ajuda militar adicional para dar aos ucranianos o equipamento de que precisam para se defender", afirmou o porta-voz, acrescentando que o primeiro-ministro britânico também garantiu apoio económico e humanitário contínuo.
Boris Johnson "confirmou que o Reino Unido continuará a fornecer ajuda militar adicional para dar aos ucranianos o equipamento de que precisam para se defender", afirmou o porta-voz, acrescentando que o primeiro-ministro britânico também garantiu apoio económico e humanitário contínuo.
18h40 - Angelina Jolie visita em Lviv
A atriz e embaixadora da Boa Vontade Angelina Jolie deslocou-se à cidade de Lviv, onde visitou a estação de caminho de ferro, tendo falado com desalojados e tirado fotografias com crianças afetadas pela invasão russa.
Durante a visita à estação, Jolie conheceu voluntários que trabalham com os deslocados, que lhe contaram que cada um dos psiquiatras de plantão falava com cerca de 15 pessoas por dia.
Muitos dos que estão na estação são crianças com idades entre os dois e os 10 anos, referem os voluntários.
"Eles devem estar em choque... Eu sei como o trauma afeta as crianças, eu sei que apenas ter alguém mostrando o quanto elas importam, o quanto suas vozes importam, eu sei como isso é curativo para elas", respondeu Angelina Jolie.
Muitos dos que estão na estação são crianças com idades entre os dois e os 10 anos, referem os voluntários.
"Eles devem estar em choque... Eu sei como o trauma afeta as crianças, eu sei que apenas ter alguém mostrando o quanto elas importam, o quanto suas vozes importam, eu sei como isso é curativo para elas", respondeu Angelina Jolie.
18h30 - Exército russo anuncia resultados de ataques
As forças armadas russas anunciaram ter atingido, este sábado, 17 instalações militares ucranianas com mísseis de alta precisão. Garantem que também destruíram um posto de comando e um armazém usado para armazenar foguetes e artilharia.
Numa publicação nas redes sociais, o Ministério russo da Defesa também referiu que os ataques da Força Aérea durante o dia mataram mais de 200 soldados ucranianos e destruíram 23 veículos blindados.
A publicação não mencionou o ataque ao aeroporto de Odessa, confirmado pelo governador local, que impede a utilização da pista.
Numa publicação nas redes sociais, o Ministério russo da Defesa também referiu que os ataques da Força Aérea durante o dia mataram mais de 200 soldados ucranianos e destruíram 23 veículos blindados.
A publicação não mencionou o ataque ao aeroporto de Odessa, confirmado pelo governador local, que impede a utilização da pista.
17h52 - Continuam os ataques a fábrica Azovstal
Fonte militar ucraniana, citada pelas agências internacionais, dá conta que os aviões russos continuaram a lançar ataques sobre a cidade sitiada de Mariupol, com foco na siderúrgica Azovstal, onde tropas e civis estão abrigados.
No Facebook, o Estado-Maior das Forças Armadas também refere que os militares ucranianos recuperaram o controle sobre quatro povoações na região de Kharkiv.
17h25 - Rússia quer integrar levantamento de sanções nas negociações de paz
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia disse que o levantamento das sanções impostas ao país faz parte das negociações de paz com a Ucrânia, mas o negociador ucraniano Mykhailo Podolyak afastou este cenário.
"Atualmente, as delegações russa e ucraniana estão a discutir diariamente por videoconferência um rascunho de um possível tratado", declarou Sergei Lavrov à agência de notícias oficial da China, Xinhua.
"A agenda das negociações inclui, entre outras coisas, as questões de desnazificação, o reconhecimento de novas realidades geopolíticas, o levantamento de sanções, o status da língua russa", disse Lavrov.
Contudo, o negociador Mykhailo Podolyak afastou o cenário, dizendo que Lavrov não participou de uma única ronda de negociações e que a Ucrânia não precisava de lições de "desnazificação" ou uso da língua russa daqueles que atacaram e ocuparam cidades e vilas ucranianas.
Citados pelo gabinete do presidente Volodymyr Zelensky, Pololyak afirmou que "a questão das sanções internacionais globais contra a Federação Russa não é muito discutida" no âmbito das negociações Rússia-Ucrânia.
"Cabe a todos os nossos parceiros, juntamente com a Ucrânia, decidir que decisões devem ser tomadas sobre sanções e quando", afirmou.
O presidente ucraniano tem insistido que as sanções ocidentais à Rússia precisam ser reforçadas e não podem fazer parte das negociações.
Kiev alertou, sexta-feira, que as negociações sobre o fim da invasão da Rússia, correm o risco de falhar.
"Atualmente, as delegações russa e ucraniana estão a discutir diariamente por videoconferência um rascunho de um possível tratado", declarou Sergei Lavrov à agência de notícias oficial da China, Xinhua.
"A agenda das negociações inclui, entre outras coisas, as questões de desnazificação, o reconhecimento de novas realidades geopolíticas, o levantamento de sanções, o status da língua russa", disse Lavrov.
Contudo, o negociador Mykhailo Podolyak afastou o cenário, dizendo que Lavrov não participou de uma única ronda de negociações e que a Ucrânia não precisava de lições de "desnazificação" ou uso da língua russa daqueles que atacaram e ocuparam cidades e vilas ucranianas.
Citados pelo gabinete do presidente Volodymyr Zelensky, Pololyak afirmou que "a questão das sanções internacionais globais contra a Federação Russa não é muito discutida" no âmbito das negociações Rússia-Ucrânia.
"Cabe a todos os nossos parceiros, juntamente com a Ucrânia, decidir que decisões devem ser tomadas sobre sanções e quando", afirmou.
O presidente ucraniano tem insistido que as sanções ocidentais à Rússia precisam ser reforçadas e não podem fazer parte das negociações.
Kiev alertou, sexta-feira, que as negociações sobre o fim da invasão da Rússia, correm o risco de falhar.
17h - Kiev acusa Rússia de toneladas de cereais
O Governo ucraniano acusou a Rússia de estar roubar centenas de milhares de toneladas de cereais nos territórios ocupados no Leste e no Sul do país.
O vice-ministro da Política Agrária, Taras Vysotsky, disse que as tropas russas confiscaram "várias centenas de milhares de toneladas" e acrescentou recear que roubem também o resto, em declarações à agência ucraniana de notícias, a RBC, citadas pela agência espanhola Efe.
Vysotsky disse que nos territórios controlados pelos russos estão armazenadas um milhão e meio de toneladas de cereais, e afirmou que era de esperar que as tropas roubem a maior parte.
Na semana passada, o portal de informação ucraniano LB tinha escrito que na região de Kherson, sob controlo russo, as forças de Moscovo só permitem aos agricultores trabalhar se derem 70% da produção da sua futura colheita.
A guerra na Ucrânia foi um duro golpe para as exportações de trigo e outros cereais, com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) a afirmar que o conflito é o principal motivo pelo qual os preços atingiram o valor mais alto desde 1990.
Antes da invasão da Rússia, 24 de fevereiro, a Ucrânia exportava mensalmente cinco milhões de toneladas de produtos agrícolas através dos portos de Odessa e Mikolaiv, que agora estão bloqueados.
A Ucrânia era o terceiro maior exportador mundial de cevada e estava em quarto e quinto lugar das maiores exportações de aveia e milho, respetivamente.
O vice-ministro da Política Agrária, Taras Vysotsky, disse que as tropas russas confiscaram "várias centenas de milhares de toneladas" e acrescentou recear que roubem também o resto, em declarações à agência ucraniana de notícias, a RBC, citadas pela agência espanhola Efe.
Vysotsky disse que nos territórios controlados pelos russos estão armazenadas um milhão e meio de toneladas de cereais, e afirmou que era de esperar que as tropas roubem a maior parte.
Na semana passada, o portal de informação ucraniano LB tinha escrito que na região de Kherson, sob controlo russo, as forças de Moscovo só permitem aos agricultores trabalhar se derem 70% da produção da sua futura colheita.
A guerra na Ucrânia foi um duro golpe para as exportações de trigo e outros cereais, com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) a afirmar que o conflito é o principal motivo pelo qual os preços atingiram o valor mais alto desde 1990.
Antes da invasão da Rússia, 24 de fevereiro, a Ucrânia exportava mensalmente cinco milhões de toneladas de produtos agrícolas através dos portos de Odessa e Mikolaiv, que agora estão bloqueados.
A Ucrânia era o terceiro maior exportador mundial de cevada e estava em quarto e quinto lugar das maiores exportações de aveia e milho, respetivamente.
16h53 - Ataque russo danifica pista do aeroporto de Odessa
Um ataque com mísseis russos ao aeroporto de Odesa danificou a pista, que não pode mais ser utilizada, anunciaram fontes militares da Ucrânia.
Na rede Telegram, o governador da região Maxim Martchenko confirmava: "Hoje o inimigo atacou-nos a partir da Crimeia por um sistema de mísseis de defesa costeira Bastion. A pista do aeroporto de Odessa foi destruída. Graças a Deus que não houve vítimas".
16h35 - Ucrânia e Rússia trocam prisioneiros de guerra
A Ucrânia e a Rússia trocaram prisioneiros este sábado, com sete soldados e sete civis a voltar para casa, anunciou a vice-primeira-ministra Iryna Vereshchuk numa publicação na rede Telegram. Vereshchuk não disse quantos russos foram transferidos.
"Hoje, realizamos uma nova troca de prisioneiros. Quatorze dos nossos estão voltando para casa, sete soldados e sete civis. Uma das militares está grávida de cinco meses", disse a vice-primeira-ministra ucraniana Iryna Vereshchuk.
Em entrevista à BBC, sexta-feira, Vereshchuk acusou a Rússia de "deportar" um grande número de civis e usá-los como "reféns".
"Fizeram todos esses reféns - civis, mulheres, funcionários do conselho local, para tentar usá-los", disse. "Sabemos que há mais de mil reféns lá, incluindo quase 500 mulheres", disse ela. "Sabemos que estão em prisões e centros de detenção em Kursk, em Bryansk, em Ryazan, em Rostov", acrescentou, citad pela agência Reuters.
Vereshchuk também mencionou a dificuldade em libertar mulheres. "Agora recusamo-nos a organizar uma troca sem nenhuma mulher na lista. É assim que estamos a tentar salvar as nossas mulheres e os nossos civis", afirmou.
A Ucrânia e a Rússia já trocaram prisioneiros várias vezes durante o conflito que começou a 24 de fevereiro. Na quinta-feira, a Ucrânia disse que a Rússia entregou 33 soldados.
16h25 - SEF suspende colaboração com Associação dos Emigrantes de Leste
O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras suspendeu os pedidos de colaboração a pessoas ligadas à Associação dos Emigrantes de Leste (Edintsvo), após suspeitas de que refugiados ucranianos estariam a ser recebidos em Setúbal por russos pró-Putin.
Na sequência de notícias que davam conta que refugiados ucranianos estavam a ser recebidos por uma associação pró-Putin em Setúbal, que alegadamente terão fotocopiado documentos de identificação, o que levou alguns a sentirem-se ameaçados, o SEF refere que "não tem qualquer protocolo assinado com a Associação EDINSTVO".
"Não obstante, identificámos que foi solicitada pontualmente, pela Delegação de Setúbal do SEF, a colaboração de serviços de tradução, através de trabalho voluntário de uma cidadã de origem ucraniana, com nacionalidade portuguesa, que pertence à referida associação", refere aquele serviço de segurança, numa resposta enviada à Lusa, frisando que o presidente da associação "não prestou qualquer colaboração ao SEF".
No entanto, a direção nacional determinou na sexta-feira que "as solicitações efetuadas a pessoas ligadas a essa associação fossem suspensas".
Segundo a edição de sexta-feira do jornal Expresso, nos serviços de apoio a refugiados da Câmara Municipal de Setúbal alguns ucranianos sentiram-se ameaçados por terem sido recebidos por responsáveis de uma associação pró-russa.
Pelo menos 160 refugiados ucranianos já terão sido recebidos por Igor Khashin, antigo presidente da Casa da Rússia e do Conselho de Coordenação dos Compatriotas Russos, e pela mulher, Yulia Khashin, funcionária do município setubalense.
Igor Khashin, líder da Associação dos Emigrantes de Leste (Edintsvo), subsidiada desde 2005 até março passado pela Câmara de Setúbal, e a mulher terão alegadamente fotocopiado documentos de identificação dos refugiados ucranianos, no âmbito da Linha de Apoio aos Refugiados da Câmara Municipal de Setúbal.
Igor Khashin e a mulher terão também questionado os refugiados sobre os familiares que ficaram na Ucrânia.
A Associação dos Ucranianos em Portugal disse, entretanto, que há "por todo o país" elementos pró-Putin nas organizações que estão a acolher refugiados ucranianos, alertando tratar-se de um fenómeno que se repete em toda a Europa.
Entretanto, a Câmara de Setúbal retirou do acolhimento de cidadãos ucranianos a técnica superior de origem russa Yulia Khashin e vai pedir ao Ministério da Administração Interna que proceda a uma averiguação sobre a receção de refugiados por russos alegadamente pró-Putin.
Desde o início da guerra na Ucrânia, a 24 de fevereiro, Portugal concedeu mais de 33 mil pedidos de proteção temporária a refugiados ucranianos.
(Agência Lusa)
Na sequência de notícias que davam conta que refugiados ucranianos estavam a ser recebidos por uma associação pró-Putin em Setúbal, que alegadamente terão fotocopiado documentos de identificação, o que levou alguns a sentirem-se ameaçados, o SEF refere que "não tem qualquer protocolo assinado com a Associação EDINSTVO".
"Não obstante, identificámos que foi solicitada pontualmente, pela Delegação de Setúbal do SEF, a colaboração de serviços de tradução, através de trabalho voluntário de uma cidadã de origem ucraniana, com nacionalidade portuguesa, que pertence à referida associação", refere aquele serviço de segurança, numa resposta enviada à Lusa, frisando que o presidente da associação "não prestou qualquer colaboração ao SEF".
No entanto, a direção nacional determinou na sexta-feira que "as solicitações efetuadas a pessoas ligadas a essa associação fossem suspensas".
Segundo a edição de sexta-feira do jornal Expresso, nos serviços de apoio a refugiados da Câmara Municipal de Setúbal alguns ucranianos sentiram-se ameaçados por terem sido recebidos por responsáveis de uma associação pró-russa.
Pelo menos 160 refugiados ucranianos já terão sido recebidos por Igor Khashin, antigo presidente da Casa da Rússia e do Conselho de Coordenação dos Compatriotas Russos, e pela mulher, Yulia Khashin, funcionária do município setubalense.
Igor Khashin, líder da Associação dos Emigrantes de Leste (Edintsvo), subsidiada desde 2005 até março passado pela Câmara de Setúbal, e a mulher terão alegadamente fotocopiado documentos de identificação dos refugiados ucranianos, no âmbito da Linha de Apoio aos Refugiados da Câmara Municipal de Setúbal.
Igor Khashin e a mulher terão também questionado os refugiados sobre os familiares que ficaram na Ucrânia.
A Associação dos Ucranianos em Portugal disse, entretanto, que há "por todo o país" elementos pró-Putin nas organizações que estão a acolher refugiados ucranianos, alertando tratar-se de um fenómeno que se repete em toda a Europa.
Entretanto, a Câmara de Setúbal retirou do acolhimento de cidadãos ucranianos a técnica superior de origem russa Yulia Khashin e vai pedir ao Ministério da Administração Interna que proceda a uma averiguação sobre a receção de refugiados por russos alegadamente pró-Putin.
Desde o início da guerra na Ucrânia, a 24 de fevereiro, Portugal concedeu mais de 33 mil pedidos de proteção temporária a refugiados ucranianos.
(Agência Lusa)
16h07 - Pelo menos 2.448 ucranianos deixaram Portugal nos últimos dois meses
Pelo menos 2.448 ucranianos saíram de Portugal e regressaram à Ucrânia nos últimos dois meses, segundo dados enviados à Lusa pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).
Desde que começou a guerra na Ucrânia, a 24 de fevereiro, mais de 33 mil ucranianos ou estrangeiros residentes naquele país pediram proteção temporária a Portugal.
Dados enviados à Lusa pelo SEF indicam que 160 cidadãos ucranianos pediram o cancelamento dos pedidos de proteção temporária que formalizaram.
Este serviço de segurança avança ainda que, no que diz respeito ao controlo da fronteira aérea, 793 cidadãos ucranianos saíram de Portugal em março e 1.495 durante o mês de abril.
Esta semana, o SEF deu conta que atribuiu, desde o início do conflito na Ucrânia, 33.106 pedidos de proteção temporária a ucranianos e cidadãos estrangeiros que residiam naquele país, 22.208 dos quais a mulheres e 10.898 a homens.
Segundo o SEF, os municípios que registam mais pedidos de proteção temporária continuam a ser Lisboa, Cascais, Sintra, distrito de Lisboa, Porto e Albufeira, distrito de Faro.
Dos 33.106 pedidos, o SEF emitiu 24.410 certificados de autorização de residência ao abrigo dedo regime proteção temporária.
Este certificado, emitido após o SNS, Segurança Social e Autoridade Tributária terem atribuído os respetivos números, é necessário para os refugiados começarem a trabalhar e acederem a apoios.
Os menores representam 11.410 do total de 33.106 proteções temporárias concedidas, dividindo-se entre acompanhados e não acompanhados.
O SEF já comunicou ao Ministério Público a situação de 526 menores ucranianos que chegaram a Portugal sem os pais ou representantes legais, casos em que se considera não haver "perigo atual ou iminente".
O SEF comunicou também à Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) a situação de 15 menores que chegaram a Portugal não acompanhadas, mas com outra pessoa que não os pais ou representante legal comprovado, representando estes casos "perigo atual ou iminente".
(Agência Lusa)
15h57 - Estivadores de Amesterdão recusam descarregar petroleiro russo
O Sunny Liger, um navio-tanque de 42 mil toneladas, está atualmente ancorado ao largo de em Amsterdão. Na sexta-feira, os estivadores do porto de Roterdão também se recusaram a descarregar a sua carga.
"Na noite passada, pedimos a todos os intervenientes no porto de Amsterdão que não deixassem o navio atracar", disse Asmae Hajjari, presidente da seção de trabalhadores portuários do sindicato FNV, citada pela agência France Presse. "O navio não entrará no porto de Amsterdão", acrescentou.
O Sunny Liger partiu há uma semana de Primorsk, perto de São Petersburgo, e o destino final do petroleiro com bandeira das Ilhas Marshall era Amsterdão, segundo o site marítimo MarineTraffic.com.
"De momento, o navio está fundeado no Mar do Norte. No momento, não solicitou permissão para entrar no porto", disse Marcella Wesseling, porta-voz do porto de Amsterdão. "Em princípio, não podemos recusar a sua entrada porque não está sob o regime de sanções (contra a Rússia)", afirmou à AFP.
15h37 - Rússia acusa Ucrânia ter ataque a posto de controlo na fronteira
O governador da região de Kursk, na Rússia, anunciou que vários projéteis foram disparados contra um posto de controle perto da fronteira, vindos da direção da Ucrânia.
Num vídeo publicado no Telegram, o governador Roman Starovoit garantiu que não houve vítimas ou danos.
A agência Reuters, que avançou a notícia, não conseguiu verificar de forma independente a veracidade das afirmações. A Ucrânia ainda não se pronunciou sobre este eventual ataque.
Num vídeo publicado no Telegram, o governador Roman Starovoit garantiu que não houve vítimas ou danos.
A agência Reuters, que avançou a notícia, não conseguiu verificar de forma independente a veracidade das afirmações. A Ucrânia ainda não se pronunciou sobre este eventual ataque.
15h11 - Corpos de três homens com as mãos amarradas encontrados enterrados perto de Bucha
Foram encontrado corpos de três homens visivelmente torturados e mortos a tiros numa cova perto de Bucha, na sexta-feira, com as mãos amarradas e com os olhos vendados, informou a polícia de Kiev.
"As vítimas foram torturadas muito tempo. No final, cada uma delas foi baleada", disse o chefe de polícia da região de Kiev, Andriy Nebytov, num comunicado citado pela AFP.
"As vítimas tinham as mãos amarradas, roupas à volta do rosto para que não pudessem ver nada e algumas tinham mordaças na boca", acrescentou.
Os corpos destes três homens foram encontrados em Myrotske, uma aldeia perto de Bucha, uma cidade perto de Kiev que se tornou um símbolo das atrocidades da guerra na Ucrânia e na qual foram descobertos muitos cadáveres de civis.
14h45 - “Não seremos chantageados” pela Rússia, diz ministro alemão
O ministro das Finanças alemão, Christian Lindner, disse hoje que o Governo não se deixará chantagear pela Rússia, relativamente ao pagamento em rublos pelo fornecimento de gás, e sublinhou necessidade de acabar com dependência energética de Moscovo.
“Não. Não seremos chantageados”, respondeu desta forma Christian Lindner, em entrevista ao jornal Mannheimer Morgen, quando questionado se a Alemanha deve pagar o gás em rublos em caso de emergência e, assim, responder à exigência de Vladimir Putin.
Moscovo ordenou recentemente o corte de fornecimento de gás à Polónia e à Bulgária, por aqueles países se terem recusado a fazer os pagamentos na moeda russa.
(Agência Lusa)
O ministro das Finanças alemão, Christian Lindner, disse hoje que o Governo não se deixará chantagear pela Rússia, relativamente ao pagamento em rublos pelo fornecimento de gás, e sublinhou necessidade de acabar com dependência energética de Moscovo.
“Não. Não seremos chantageados”, respondeu desta forma Christian Lindner, em entrevista ao jornal Mannheimer Morgen, quando questionado se a Alemanha deve pagar o gás em rublos em caso de emergência e, assim, responder à exigência de Vladimir Putin.
Moscovo ordenou recentemente o corte de fornecimento de gás à Polónia e à Bulgária, por aqueles países se terem recusado a fazer os pagamentos na moeda russa.
(Agência Lusa)
14h29 - Rússia avisa que risco de guerra nuclear deve ser reduzido ao mínimo
A Rússia avisou que os riscos de uma guerra nuclear devem ser minimizados e que qualquer conflito armado entre potências nucleares tem de ser evitado, disse a agência de notícias TASS, citando um funcionário do Ministério russo dos Negócios Estrangeiros.
Vladimir Yermakov, chefe de não-proliferação nuclear do MNE, disse que todas as potências nucleares devem seguir as regras apresentadas em documentos oficiais destinados a prevenir uma guerra nuclear.
"A Rússia claramente segue esse entendimento", disse Yermakov.
A Rússia avisou que os riscos de uma guerra nuclear devem ser minimizados e que qualquer conflito armado entre potências nucleares tem de ser evitado, disse a agência de notícias TASS, citando um funcionário do Ministério russo dos Negócios Estrangeiros.
Vladimir Yermakov, chefe de não-proliferação nuclear do MNE, disse que todas as potências nucleares devem seguir as regras apresentadas em documentos oficiais destinados a prevenir uma guerra nuclear.
"A Rússia claramente segue esse entendimento", disse Yermakov.
14h25 - França vai reforçar ajuda militar e humanitária à Ucrânia
O presidente francês, Emmanuel Macront, disse ao homólogo ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, este sábado, que a França vai reforçar o apoio militar e humanitário à Ucrânia. A informação foi avança por um comunicado da Presidência francesa e confirmado na rede social Twitter pelo presidente ucraniano.
O presidente francês, Emmanuel Macront, disse ao homólogo ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, este sábado, que a França vai reforçar o apoio militar e humanitário à Ucrânia. A informação foi avança por um comunicado da Presidência francesa e confirmado na rede social Twitter pelo presidente ucraniano.
Continued dialogue with @EmmanuelMacron. Discussed defense cooperation, interaction on 🇺🇦’s path to 🇪🇺 membership. Grateful for 🇫🇷 humanitarian aid, readiness to treat 🇺🇦 defenders, decision to continue the work of 🇫🇷 mission to assist in the investigation of RF’s crimes.
— Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) April 30, 2022
14h15 - Papa agradece aos peregrinos da Eslováquia pelo acolhimento de refugiados
O papa Francisco agradeceu hoje aos peregrinos da Eslováquia por terem acolhido refugiados da guerra da Ucrânia e apelou para que continuem “a rezar e a trabalhar pela paz” todos os dias.
"Recentemente o vosso acolhimento foi mais uma vez demonstrado, desta vez no trágico contexto da guerra. Nestes meses, muitas das vossas famílias, paróquias e instituições receberam mães ucranianas com filhos que foram forçadas a separar-se para cuidarem das suas famílias num local seguro", afirmou o papa num discurso dirigido aos peregrinos da Eslováquia, que hoje foram recebidos no Vaticano.
O papa Francisco acrescentou que “são testemunhas de como a guerra traz violência aos laços familiares, priva as crianças da presença dos seus pais, da escola e deixa os avós abandonados”.
O papa Francisco agradeceu hoje aos peregrinos da Eslováquia por terem acolhido refugiados da guerra da Ucrânia e apelou para que continuem “a rezar e a trabalhar pela paz” todos os dias.
"Recentemente o vosso acolhimento foi mais uma vez demonstrado, desta vez no trágico contexto da guerra. Nestes meses, muitas das vossas famílias, paróquias e instituições receberam mães ucranianas com filhos que foram forçadas a separar-se para cuidarem das suas famílias num local seguro", afirmou o papa num discurso dirigido aos peregrinos da Eslováquia, que hoje foram recebidos no Vaticano.
O papa Francisco acrescentou que “são testemunhas de como a guerra traz violência aos laços familiares, priva as crianças da presença dos seus pais, da escola e deixa os avós abandonados”.
(Agência Lusa)
13h50 - Dois autocarros que retiravam civis foram atacados por forças russas
A Rússia afirmou que, na última noite, bombardeou centenas de alvos em território ucraniano, incluindo de dois autocarros que retiravam civis na região do Donbass. Nas últimas 24 horas, foram ainda encontrados três corpos de civis numa vala comum perto de Kiev.
A Rússia afirmou que, na última noite, bombardeou centenas de alvos em território ucraniano, incluindo de dois autocarros que retiravam civis na região do Donbass. Nas últimas 24 horas, foram ainda encontrados três corpos de civis numa vala comum perto de Kiev.
13h41 - Relatos de explosões perto da fábrica Azovstal
Enquanto se aguarda com expetativa a criação de corredores humanitários, há relatos de explosões perto da fábrica Azovstal, em Mariupol, onde estão centenas de civis ucranianos, incluindo crianças. Zelensky acusa a Rússia de estar a transformar a cidade ucraniana num campo de concentração.
Enquanto se aguarda com expetativa a criação de corredores humanitários, há relatos de explosões perto da fábrica Azovstal, em Mariupol, onde estão centenas de civis ucranianos, incluindo crianças. Zelensky acusa a Rússia de estar a transformar a cidade ucraniana num campo de concentração.
13h29 - Comandante da defesa de Mykolaiv acusa forças russas de crimes contra a Humanidade
Um veterano da guerra no Afeganistão acusa as forças russas de estarem a cometer crimes contra a humanidade na invasão da Ucrânia. São declarações do comandante das forças de defesa de Mykolaiv, feitas em exclusivo aos enviados da RTP no sul da Ucrânia, António Mateus e Rodrigo Lobo.
Um veterano da guerra no Afeganistão acusa as forças russas de estarem a cometer crimes contra a humanidade na invasão da Ucrânia. São declarações do comandante das forças de defesa de Mykolaiv, feitas em exclusivo aos enviados da RTP no sul da Ucrânia, António Mateus e Rodrigo Lobo.
13h05 - Forças russas pressionam região de Kharkiv
As forças russas estão a pressionar as regiões leste e sul da Ucrânia no sábado, particularmente perto de Kharkiv, a grande cidade no nordeste, onde estão a tentar a todo custo aumentar controlo. Durante a noite de sexta-feira ouviram-se explosões violentas em Kharkiv, a segunda maior cidade do país.
O presidente ucraniano reconheceu, entretanto, que a situação na região é “difícil”, mas que os militares “estão a conseguir sucesso tático”.
As forças russas estão a pressionar as regiões leste e sul da Ucrânia no sábado, particularmente perto de Kharkiv, a grande cidade no nordeste, onde estão a tentar a todo custo aumentar controlo. Durante a noite de sexta-feira ouviram-se explosões violentas em Kharkiv, a segunda maior cidade do país.
O presidente ucraniano reconheceu, entretanto, que a situação na região é “difícil”, mas que os militares “estão a conseguir sucesso tático”.
12h23 - Rússia rejeita propostas para evacuar Azovstal
A Rússia rejeitou todas as propostas de retirada de soldados e civis ucranianos que permanecem sitiados na cidade portuária de Mariupol, na fábrica Azovstal, disse hoje um assessor do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, citado pela EFE.
Segundo a agência de notícias espanhola, o assessor Mijailo Podolyak lembrou que, a pedido do Presidente, vários "líderes mundiais" apelaram ao Kremlin para a criação de um corredor humanitário em Mariupol, onde os combates continuam nas proximidades da metalúrgica Azovstal.
"Infelizmente, não há resposta do lado russo", disse Podolyak em entrevista à "Radio Free Europe", na qual supôs que Moscovo tem como objetivo "simbólico" destruir a cidade, já amplamente controlada pelo Exército, bem como aqueles que a defendem, em referência ao Batalhão Azov. "Todos os dias há artilharia pesada e ataques de caças para destruir Azovstal. Os russos sabem que há crianças lá dentro, mas continuam a bombardear".
Cerca de 5.000 combatentes e 1.000 civis estão sitiados na metalúrgica Azovstal, segundo fontes ucranianas, dos quais cerca de 500 estão feridos e sem possibilidade de receber tratamento médico. De acordo com fontes do Batalhão Azov, integrado no Exército ucraniano, as reservas de alimentos e água vão acabar nos próximos dias.
(Agência Lusa)
A Rússia rejeitou todas as propostas de retirada de soldados e civis ucranianos que permanecem sitiados na cidade portuária de Mariupol, na fábrica Azovstal, disse hoje um assessor do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, citado pela EFE.
Segundo a agência de notícias espanhola, o assessor Mijailo Podolyak lembrou que, a pedido do Presidente, vários "líderes mundiais" apelaram ao Kremlin para a criação de um corredor humanitário em Mariupol, onde os combates continuam nas proximidades da metalúrgica Azovstal.
"Infelizmente, não há resposta do lado russo", disse Podolyak em entrevista à "Radio Free Europe", na qual supôs que Moscovo tem como objetivo "simbólico" destruir a cidade, já amplamente controlada pelo Exército, bem como aqueles que a defendem, em referência ao Batalhão Azov. "Todos os dias há artilharia pesada e ataques de caças para destruir Azovstal. Os russos sabem que há crianças lá dentro, mas continuam a bombardear".
Cerca de 5.000 combatentes e 1.000 civis estão sitiados na metalúrgica Azovstal, segundo fontes ucranianas, dos quais cerca de 500 estão feridos e sem possibilidade de receber tratamento médico. De acordo com fontes do Batalhão Azov, integrado no Exército ucraniano, as reservas de alimentos e água vão acabar nos próximos dias.
(Agência Lusa)
11h28 - Ucrânia recebeu sistema de defesa antimíssil
O novo sistemas de mísseis que a Ucrânia recebeu tem uma capacidade de interceção de qualquer tipo de instrumento voador e um alcance máximo de até 150 quilómetros. E, desde que tem este sistema de defesa antimíssil, a região de Odessa tem sido muito menos bombardeada.
O novo sistemas de mísseis que a Ucrânia recebeu tem uma capacidade de interceção de qualquer tipo de instrumento voador e um alcance máximo de até 150 quilómetros. E, desde que tem este sistema de defesa antimíssil, a região de Odessa tem sido muito menos bombardeada.
11h21 - Alemanha admite reverter vantagens concedidas a Gerhard Schröder, próximo a Putin
O Governo alemão admite reverter as vantagens concedidas ao antigo chanceler social-democrata Gerhard Schröder, próximo a Vladimir Putin, incluindo a alocação de cargos, disse hoje o ministro das Finanças, Christian Lindner.
"Não é mais concebível que um cargo lhe seja atribuído [a Gerhard Schröder] pelos contribuintes", afirmou o ministro das Finanças alemão, em declarações ao grupo de comunicação social Funke, citadas pela AFP.
Para o governante, devem ser “tiradas consequências” da recusa de Schröder em pôr fim às suas responsabilidades em vários grupos russos e em condenar a invasão russa da Ucrânia.
Como antigo chanceler, cargo que exerceu entre 1998 e 2005, Schröder ainda tem direito a vários cargos na Câmara dos Deputados e a um orçamento de pessoal, um privilégio que custa 400.000 euros por ano aos contribuintes.
"Ex-titulares de altos cargos, que obviamente estão do lado de governos criminosos, não podem contar com o apoio do Estado", disse Lindner.
Os benefícios concedidos ao antigo chanceler poderiam, assim, ser reduzidos no contexto dos próximos debates sobre o orçamento de 2023.
(Agência Lusa)
O Governo alemão admite reverter as vantagens concedidas ao antigo chanceler social-democrata Gerhard Schröder, próximo a Vladimir Putin, incluindo a alocação de cargos, disse hoje o ministro das Finanças, Christian Lindner.
"Não é mais concebível que um cargo lhe seja atribuído [a Gerhard Schröder] pelos contribuintes", afirmou o ministro das Finanças alemão, em declarações ao grupo de comunicação social Funke, citadas pela AFP.
Para o governante, devem ser “tiradas consequências” da recusa de Schröder em pôr fim às suas responsabilidades em vários grupos russos e em condenar a invasão russa da Ucrânia.
Como antigo chanceler, cargo que exerceu entre 1998 e 2005, Schröder ainda tem direito a vários cargos na Câmara dos Deputados e a um orçamento de pessoal, um privilégio que custa 400.000 euros por ano aos contribuintes.
"Ex-titulares de altos cargos, que obviamente estão do lado de governos criminosos, não podem contar com o apoio do Estado", disse Lindner.
Os benefícios concedidos ao antigo chanceler poderiam, assim, ser reduzidos no contexto dos próximos debates sobre o orçamento de 2023.
(Agência Lusa)
10h30 - Negociações entre Rússia e Ucrânia continuam, mas não estão a correr bem
As negociações de paz entre a Rússia e a Ucrânia acontecem diariamente, por videoconferência, mas não estão a correr bem. A afirmação é do ministro dos Negócios Estrangeiros russo.
Numa entrevista à agência de informação oficial chinesa, Serguei Lavrov anuncia também que o levantamento das sanções contra a Rússia faz parte do pacote de negociações entre Moscovo e Kiev.
Serguei Lavrov diz que, desde que começou a guerra na Ucrânia, já foram levadas para a Rússia mais de um milhão de pessoas. Nesta mesma entrevista, o MNE tambem disse que não estão a fazer uma guerra contra a NATO, mas acusa a aliança Atlântica de estar a fazer de tudo para impedir o fim do conflito na Ucrânia.
Para Sergei Lavrov, a NATO não está interessada num cessar-fogo, caso contrário já teria parado de fornecer armas a Kiev.
Numa entrevista à agência de informação oficial chinesa, Serguei Lavrov anuncia também que o levantamento das sanções contra a Rússia faz parte do pacote de negociações entre Moscovo e Kiev.
Serguei Lavrov diz que, desde que começou a guerra na Ucrânia, já foram levadas para a Rússia mais de um milhão de pessoas. Nesta mesma entrevista, o MNE tambem disse que não estão a fazer uma guerra contra a NATO, mas acusa a aliança Atlântica de estar a fazer de tudo para impedir o fim do conflito na Ucrânia.
Para Sergei Lavrov, a NATO não está interessada num cessar-fogo, caso contrário já teria parado de fornecer armas a Kiev.
10h07 - Descoberta mais uma vala comum nas imediações da capital ucraniana
O presidente ucraniano afirmou, aos órgãos de comunicação polacas, na sexta-feira que tinha sido descoberto uma nova vala comum nas imediações de Kiev, totalizando já os 900 mortos na região. Nas últimas horas, Volodimir Zelensky relatou também que a situação da retirada de Azovstal continua complicada.
O presidente ucraniano afirmou, aos órgãos de comunicação polacas, na sexta-feira que tinha sido descoberto uma nova vala comum nas imediações de Kiev, totalizando já os 900 mortos na região. Nas últimas horas, Volodimir Zelensky relatou também que a situação da retirada de Azovstal continua complicada.
09h49 - Rússia diz que diálogo de estabilidade estratégica com EUA está formalmente 'congelado'
O diálogo entre Moscovo e Washington sobre a estabilidade estratégica está formalmente "congelado", disse a agência russa de notícias TASS, citando um funcionário do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia.
Vladimir Yermakov, chefe de não-proliferação nuclear e controlos do Ministério dos Negócios Estrangeiros disse à TASS que esses contactos poderiam ser retomados assim que o que a Rússia chama de "operação militar especial" na Ucrânia estivesse completa.
O diálogo entre Moscovo e Washington sobre a estabilidade estratégica está formalmente "congelado", disse a agência russa de notícias TASS, citando um funcionário do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia.
Vladimir Yermakov, chefe de não-proliferação nuclear e controlos do Ministério dos Negócios Estrangeiros disse à TASS que esses contactos poderiam ser retomados assim que o que a Rússia chama de "operação militar especial" na Ucrânia estivesse completa.
09h21 - Rússia diz que atingiu 389 alvos na Ucrânia durante a noite passada
A Rússia disse, este sábado, que as unidades de artilharia atingiram 389 alvos ucranianos durante a noite, incluindo 35 pontos de controlo, 15 depósitos de armas e munições e várias regiões onde tropas e equipamentos ucranianos estavam concentrados. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que os mísseis atingiram quatro depósitos de munição e combustível.
A Rússia disse, este sábado, que as unidades de artilharia atingiram 389 alvos ucranianos durante a noite, incluindo 35 pontos de controlo, 15 depósitos de armas e munições e várias regiões onde tropas e equipamentos ucranianos estavam concentrados. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que os mísseis atingiram quatro depósitos de munição e combustível.
These are the indicative estimates of Russia’s combat losses as of April 30, according to the Armed Forces of Ukraine. pic.twitter.com/ran792ghJ8
— The Kyiv Independent (@KyivIndependent) April 30, 2022
08h43 - Reino Unido diz que Rússia se viu forçada a fundir e redistribuir unidades militares esgotadas
A Rússia foi forçada a fundir e redistribuir unidades esgotadas e díspares de avanços fracassados no nordeste da Ucrânia, informou uma atualização militar britânica este sábado.
"As deficiências na coordenação tática russa permanecem. A falta de habilidades em nível de unidade e o apoio aéreo inconsistente deixaram a Rússia incapaz de alavancar totalmente a sua massa de combate, apesar das melhorias localizadas", escreveram os militares no Twitter.
"A Rússia espera corrigir problemas que antes restringiam a invasão, concentrando geograficamente o poder de combate, encurtando as linhas de abastecimento e simplificando o comando e controlo", afirmou.
A Rússia foi forçada a fundir e redistribuir unidades esgotadas e díspares de avanços fracassados no nordeste da Ucrânia, informou uma atualização militar britânica este sábado.
"As deficiências na coordenação tática russa permanecem. A falta de habilidades em nível de unidade e o apoio aéreo inconsistente deixaram a Rússia incapaz de alavancar totalmente a sua massa de combate, apesar das melhorias localizadas", escreveram os militares no Twitter.
"A Rússia espera corrigir problemas que antes restringiam a invasão, concentrando geograficamente o poder de combate, encurtando as linhas de abastecimento e simplificando o comando e controlo", afirmou.
08h29 - Ucrânia diz que Rússia roubou 'várias centenas de milhares de toneladas' de grãos
As forças russas roubaram "várias centenas de milhares de toneladas" de grãos nas regiões da Ucrânia que ocupam, disse o vice-ministro ucraniano da Agricultura este sábado. Numa entrevista emitida pela televisão estatal ucraniana, Taras Vysotskiy expressou preocupação de que cerca de 1,5 milhões de toneladas de grãos armazenados em território ocupado também poderia ter sido roubado pelas forças russas.
Já na quinta-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia acusou a Rússia de roubar grãos em território que ocupou, um ato que disse aumentar a ameaça à segurança alimentar global.
As forças russas roubaram "várias centenas de milhares de toneladas" de grãos nas regiões da Ucrânia que ocupam, disse o vice-ministro ucraniano da Agricultura este sábado. Numa entrevista emitida pela televisão estatal ucraniana, Taras Vysotskiy expressou preocupação de que cerca de 1,5 milhões de toneladas de grãos armazenados em território ocupado também poderia ter sido roubado pelas forças russas.
Já na quinta-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia acusou a Rússia de roubar grãos em território que ocupou, um ato que disse aumentar a ameaça à segurança alimentar global.
08h14 - Bombardeamento na região de Bryansk, na Rússia, atinge partes do terminal de petróleo
As defesas aéreas russas impediram que uma aeronave ucraniana entrasse na região de Bryansk no sábado, avançam os meios de comunicação russos citando o governador da região, acrescentando que, como resultado, os bombardeamentos atingiram partes de um terminal de petróleo e território adjacente.
"Não há vítimas", disse o governador Alexander Bogomaz, segundo a agência de notícias RIA. O responsável acrescentou que um prédio de logística no terminal foi danificado.
As defesas aéreas russas impediram que uma aeronave ucraniana entrasse na região de Bryansk no sábado, avançam os meios de comunicação russos citando o governador da região, acrescentando que, como resultado, os bombardeamentos atingiram partes de um terminal de petróleo e território adjacente.
"Não há vítimas", disse o governador Alexander Bogomaz, segundo a agência de notícias RIA. O responsável acrescentou que um prédio de logística no terminal foi danificado.
07h33 - Venezuela elogia mediação da Turquia no conflito com a Rússia
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, elogiou sexta-feira a forma como a Turquia tem tentando mediar uma solução ao conflito entre a Rússia e a Ucrânia.
"Aproveitei a oportunidade para felicitar o ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo turco pela mediação para a paz que tem feito com a Rússia e a Ucrânia. Desejamos-lhe o maior sucesso nas suas iniciativas diplomáticas e que, mais cedo que tarde, possamos ter boas notícias da paz", disse Maduro.
O líder venezuelano falava no palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, durante um encontro com o ministro dos Negócios Estrangeiros da Turquia, Mevlut Cavusoglu, em que foram assinados novos acordos de cooperação bilateral entre ambos países.
Ponto de situação
• O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, pediu à NATO e aos Estados Unidos que parem de entregar armas à Ucrânia, se "estiverem realmente interessados em resolver a crise ucraniana".
• As autoridades ucranianas informaram a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) de que a empresa estatal nuclear russa Rosatom enviou um grupo de especialistas para Zaporijia, a maior central nuclear da Europa, no sul da Ucrânia. Segundo um comunicado, os especialistas têm "exigido à direção do complexo relatórios diários sobre 'questões confidenciais', como a operação da central nuclear, que abrange aspetos relacionados com (…) atividades de manutenção e reparação, segurança e controlo de acesso e gestão de combustível nuclear".
• A Rússia confirmou que bombardeou na quinta-feira Kiev, durante a visita do secretário-geral da ONU, António Guterres, provocando a morte de uma jornalista ucraniana da Radio Liberty, um meio de comunicação social financiado pelos Estados Unidos. A Rússia assumiu que atingiu Kiev, alegando ter como alvo alvos militares estratégicos.
• O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusou na sexta-feira a Rússia de tentar destruir o Donbass, no leste da Ucrânia, e todos os que vivem naquela região, com constantes bombardeamentos “violentos” a “infraestruturas e áreas residenciais”. Para Volodymyr Zelensky a “defesa da terra e do povo” é “literalmente uma luta pela vida”.