Mundo
Trump critica Noruega e não se sente obrigado a pensar apenas na paz
O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou numa carta ao primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr, que, depois de a Noruega não lhe ter atribuído o Prémio Nobel da Paz, "já não se sente obrigado a pensar apenas na paz".
"Caro Jonas: Dado que o seu país decidiu não me atribuir o Prémio Nobel da Paz por ter impedido oito guerras, e mais, já não me sinto obrigado a pensar apenas na paz, embora esta seja sempre predominante, mas agora posso pensar no que é bom e apropriado para os Estados Unidos", afirmou numa mensagem divulgada pelo correspondente da PBS News, Nick Schifrin.
O presidente dos Estados Unidos vinculou a ameaça expansionista dos Estados Unidos sobre a Gronelândia devido ao facto de não ter recebido o galardão.
"A Dinamarca é incapaz de proteger este território contra a Rússia ou a China e, além disso, porque é que teria um suposto 'direito de propriedade'? Não há documentos escritos, apenas o facto de um navio ter chegado lá há centenas de anos, mas também enviámos navios", acrescentou.
Na sua opinião, ele próprio fez "mais pela NATO do que qualquer outra pessoa desde a sua criação".
"Agora, a NATO deveria fazer algo pelos Estados Unidos. O mundo não estará seguro a não ser que tenhamos o controlo total e absoluto da Gronelândia", conclui.
O Comité Norueguês do Nobel atribuiu o prémio de 2025 à líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, "pelo seu trabalho incansável na promoção dos direitos democráticos do povo venezuelano".
No entanto, numa reunião na Casa Branca, em 15 de janeiro, Machado entregou-lhe a sua medalha como gesto de gratidão pela operação norte-americana que prendeu Nicolás Maduro no início desse mês. Oslo já esclareceu que o prémio é intransmissível.
Trump insistiu também que chegou a hora de eliminar a "ameaça russa" da Gronelândia.
"Durante 20 anos, a NATO disse à Dinamarca que deveria eliminar a ameaça russa da Gronelândia. Infelizmente, a Dinamarca não conseguiu fazer isso. Chegou o momento, e isso será feito", declarou na sua plataforma de redes sociais, Truth Social.
Entretanto, a Federação Gronelandesa de Corridas de Trenós (KNQK) anunciou que o convite, feito sem o seu conhecimento, ao enviado especial de Donald Trump à Gronelândia para assistir a uma corrida em março foi cancelado.
Na semana passada, a emissora groenlandesa KNR noticiou que Jeff Landry tinha sido convidado por um operador turístico privado da Gronelândia para a corrida nacional de trenós puxados por cães, em março, um convite que a federação (KNQK) considerou "completamente inadequado".
"A KNQK foi informada de que a empresa de turismo que convidou o responsável norte-americano Jeff Landry retirou unilateralmente o convite. "Isso é tranquilizador", declarou a federação na rede social Facebook na noite de domingo.
O presidente dos Estados Unidos vinculou a ameaça expansionista dos Estados Unidos sobre a Gronelândia devido ao facto de não ter recebido o galardão.
"A Dinamarca é incapaz de proteger este território contra a Rússia ou a China e, além disso, porque é que teria um suposto 'direito de propriedade'? Não há documentos escritos, apenas o facto de um navio ter chegado lá há centenas de anos, mas também enviámos navios", acrescentou.
Na sua opinião, ele próprio fez "mais pela NATO do que qualquer outra pessoa desde a sua criação".
"Agora, a NATO deveria fazer algo pelos Estados Unidos. O mundo não estará seguro a não ser que tenhamos o controlo total e absoluto da Gronelândia", conclui.
O Comité Norueguês do Nobel atribuiu o prémio de 2025 à líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, "pelo seu trabalho incansável na promoção dos direitos democráticos do povo venezuelano".
No entanto, numa reunião na Casa Branca, em 15 de janeiro, Machado entregou-lhe a sua medalha como gesto de gratidão pela operação norte-americana que prendeu Nicolás Maduro no início desse mês. Oslo já esclareceu que o prémio é intransmissível.
Trump insistiu também que chegou a hora de eliminar a "ameaça russa" da Gronelândia.
"Durante 20 anos, a NATO disse à Dinamarca que deveria eliminar a ameaça russa da Gronelândia. Infelizmente, a Dinamarca não conseguiu fazer isso. Chegou o momento, e isso será feito", declarou na sua plataforma de redes sociais, Truth Social.
Entretanto, a Federação Gronelandesa de Corridas de Trenós (KNQK) anunciou que o convite, feito sem o seu conhecimento, ao enviado especial de Donald Trump à Gronelândia para assistir a uma corrida em março foi cancelado.
Na semana passada, a emissora groenlandesa KNR noticiou que Jeff Landry tinha sido convidado por um operador turístico privado da Gronelândia para a corrida nacional de trenós puxados por cães, em março, um convite que a federação (KNQK) considerou "completamente inadequado".
"A KNQK foi informada de que a empresa de turismo que convidou o responsável norte-americano Jeff Landry retirou unilateralmente o convite. "Isso é tranquilizador", declarou a federação na rede social Facebook na noite de domingo.