Política
Demissão no MAI. Gabinete de Luís Neves rejeita acusações de "purga política"
O gabinete de Luís neves reitera que o afastamento de Ricardo Carrilho, ex-secretário-geral do MAI, foi determinado pela necessidade de encontrar um perfil adequado e comprometido com os objetivos políticos e estratégicos do Ministério enquadrados no Programa do Governo.
Demitido esta segunda-feira, Ricardo Carrilho acusa o ministro Luís Neves de "pressões" e fala de "purga política".
Em comunicado divulgado esta noite pelo Ministério da Adminitração Interna, "o Ministro da Administração Interna, Luís Neves, o Secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, Paulo Simões Ribeiro, o Secretário de Estado da Administração Interna, Telmo Correia, e o Secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha, rejeitam as acusações formuladas pelo ex-Secretário-Geral do MAI, Ricardo Carrilho".
O Governo reitera, nesta nota, que o "afastamento daquele dirigente, no quadro da reestruturação orgânica da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, foi determinado pela necessidade de encontrar um perfil adequado e comprometido com os objetivos políticos e estratégicos do Ministério da
Administração Interna, enquadrados no programa do Governo".
Além disso, é referido que houve "um vasto conjunto de episódios", que antecederam a demissão e que "tornaram insustentável a relação com a tutela, com entidades tuteladas e com outras áreas governativas".
Administração Interna, enquadrados no programa do Governo".
Além disso, é referido que houve "um vasto conjunto de episódios", que antecederam a demissão e que "tornaram insustentável a relação com a tutela, com entidades tuteladas e com outras áreas governativas".
Nesse sentido, o gabinete do ministro da Administração Interna esclarece que a decisão de cessar as funções de Ricardo Carrilho decorreu "de uma quebra de confiança, resultante de diversas situações que comprometeram o funcionamento dos serviços, a articulação institucional e a execução de políticas públicas do Governo".