Play - Super Diva - Ópera Para Todos

Tristão e Isolda

ep. 13 51m

Documentários

Todo o público

Abordando o maior mito de amor de sempre, a ópera de Richard Wagner, Tristão Isolda (1859) é talvez a ópera que mais influenciou o mundo deste género. Existe um antes e depois Tristão e Isolda: foi um autêntico furacão na época.
As imagens da produção do encenador Jean-Pierre Ponnelle para o Festival de Bayreuth (1983) que assina também a realização, com direção do aclamado maestro Daniel Barenboim e com intérpretes de absoluta referência, como René Kollo (Tristão) Johanna Meyer (Isolda), Hanna Schwarz (Brangane) e Matti Salminen (King Mark) revelarão os seus momentos chave.
O mais jovem diretor de um teatro de ópera de sempre, o encenador dinamarquês Kasper Holten fala-nos em como a ópera pode marcar a vida das pessoas e ser tão fascinante e da sua visão sobre Tristão e Isolda: "As mulheres em Wagner são sempre o agente de mudança".
Na emblemática ária "Canto da Morte de Isolda" (Catarina Molder), um jovem casal recém casado Tristão e Isolda, sofrem um desastre de carro. Quando Isolda encontra o seu amado, acabado de morrer à beira da estrada, antes de sucumbir ao seu lado, relembra o dia feliz que passaram.
O Consultório Operático explica porque é que esta ópera foi um marco na história da música.
O Twitter Ópera "Serei Só Eu" (Catarina Molder) com música de António Chagas Rosa e libreto a partir do canto de Isolda do próprio Wagner, numa tradução de Jorge de Sena, supostamente apresenta-nos um casal em desintegração. Já não existe comunicação entre eles, mas afinal o Tristão deste história está ausente porque... está sozinho.
Ricardo Toscano Quartet apresenta-nos uma versão emocionante do "Canto da Morte de Isolda".

duração total 51m
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