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Covid-19. A situação ao minuto do novo coronavírus no país e no mundo

Reportagem

Covid-19. A situação ao minuto do novo coronavírus no país e no mundo

Acompanhamos aqui todos os desenvolvimentos da pandemia do SARS-CoV-2 à escala internacional.

RTP /

Carl Recine - Reuters

Mais atualizações



23h00 - Praias da Figueira da Foz com capacidade para 51.200 pessoas

As praias do concelho da Figueira da Foz, no distrito de Coimbra, podem receber este ano em simultâneo 51.200 pessoas, revela a proposta de lotação das zonas balneares da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

De acordo com a informação hoje divulgada, respeitante à região Centro e à abertura da época balnear no sábado, a praia do Alto do Viso terá capacidade para 8.700 utentes, mais 100 do que a de Buarcos, as duas neste concelho do litoral do distrito de Coimbra.

A praia do Relógio apresenta-se com capacidade para 6.400 pessoas, o Cabedelo, muito usada por surfistas, para 4.100 (variação até 5.100 dependente da maré) e Quiaios, a norte da cidade, para 7.200. A Murtinheira poderá receber 3.500 banhistas.

Na região Centro, destaque também para a praia da Barra, em Ílhavo, com capacidade para 11.800, praia de Mira (11.200), Tocha, em Cantanhede (8.000), Torreira, na Murtosa, com 8.800 ou Esmoriz, em Ovar, com 6.900.

Em Aveiro, São Jacinto recebe 1.900 e, em Leiria, Pedrógão chega aos 5.600 e Pedrógão Sul aos 600.

Na Marinha Grande, a Praia Velha pode receber 6.100 pessoas, mais 300 do que a Vieira.

Em Pombal, o Osso da Baleia tem capacidade para 1.900 utentes e, em Vagos, a praia com maior capacidade é a do Areão, com 1.100 pessoas.

"Em contexto covid importa garantir a distância de segurança, o que pode implicar a redução da capacidade de ocupação do areal em determinadas praias. Contudo, em algumas praias, em particular nas de grande dimensão, os valores agora obtidos podem ser superiores à capacidade de carga definida nos `Planos de Ordenamento da Orla Costeira/Programas da Orla Costeira`, tendo em conta que, nas atuais condições, os utilizadores estão mais disponíveis para ocuparem uma área de areal que ultrapassa os limites das áreas de conforto", consideradas naqueles documentos, explica a APA.

No caso das "águas costeiras e de transição", o cálculo da capacidade de cada praia foi apurado através de uma conjugação de critérios como a "definição da área de areal utilizável para a prática balnear com a profundidade possível", "as características biofísicas e faixas de salvaguarda ao risco costeiro", "o limite lateral das praias", a "influência da maré" e a "utilização de uma área de 8,5 m2/pessoa, considerando o distanciamento físico necessário por razões sanitárias", entre outros.

Quanto a "águas interiores", foi definida a área utilizável para a prática balnear "considerando a extensão da frente da zona balnear e uma faixa com a profundidade passível de utilização contada a partir do limite do plano de água", sendo considerados também "os espaços envolventes disponíveis para o uso balnear", como parques de merendas, esplanadas, relvados, campos de jogos e piscinas com plataformas flutuantes.

22h40 - Praia de Matosinhos lidera lista a Norte com capacidade para mais de 8 mil banhistas

A Praia de Matosinhos, no distrito do Porto, lidera a Norte a lista de areais com maior lotação autorizada em tempo de pandemia, com capacidade para 8.300 banhistas, revela a proposta da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) conhecida hoje.

Segue-se a praia da Aguda, em Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, com capacidade para 5.700 banhistas e a praia de Moledo, no concelho de Caminha, distrito de Viana do Castelo com uma lotação máxima de 4.500 pessoas.

Entre os areais com maior lotação destacam-se ainda as praias da Rua 37 (4.300) e da Frente Azul (3.800) no concelho de Espinho, de Canide Norte (3.600), em Vila Nova de Gaia, e de Suave Mar (3.000), em Esposende.

Na proposta de lotação hoje conhecida, a APA especifica a capacidade máxima de cada um dos areais existentes em cada concelho, num total de 120 praias, 25 pequenas e 95 grandes.

De acordo com o documento, em Caminha, além praia de Moledo, com uma capacidade até 4.500 banhistas, o areal com maior lotação é o de Vila Praia de Âncora com uma capacidade para 2.700 pessoas.

Já em Matosinhos, as praias de Leça da Palmeira (3.700) e Angeiras Norte (2.400) são as que apresentam maior capacidade, depois do areal de Matosinhos.

No concelho do Porto, destaca-se a praia do Homem do Leme (800). Na Póvoa de Varzim, o areal da Fragosa (2.600) e em Viana do Castelo, a praia de Arda/Bico (1.400).

No concelho de Vila do Conde, a praia de Mindelo é a que tem maior capacidade (2.400). Em Gaia, depois da praia da Aguda que lidera a tabela logo a seguir ao areal de Matosinhos, destaca-se a praia de Canide Norte (3.600).

22h20 - Perú ultrapassa 200 mil casos

O Ministério da Saúde do Perú anunciou que se registaram no país até esta terça-feira 203.736 casos de infeção do novo coronavírus, que fizeram 5.738 mortos.

O Perú registo o seu primeiro caso dia 6 de março. Tem o segundo maior número de casos da América Latina, a seguir ao Brasil, e o oitavo em termos globais.

22h10 - Praias de Oeiras têm `semáforo` à porta para indicar nível de ocupação

As praias do município de Oeiras vão ter instalado, à entrada, um `semáforo` que, ligado à `app` Info Praia, irá dar a ocupação de cada areal, podendo ser consultado mesmo antes de sair de casa.

Na véspera da abertura oficial das quatro praias do município galardoadas com a Bandeira Azul, foi instalado um sistema de semáforos e sinalética de contagem da `capacidade de carga` de cada praia, que tem como base os dados da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

Em declarações à agência Lusa, a vereadora do Ambiente da Câmara Municipal de Oeiras, Joana Baptista, explicou que o investimento realizado pela autarquia, tendo em conta todas as medidas implementadas de segurança nas praias, rondou um milhão de euros.

"Este ano o mundo inteiro vai ter de viver com o vírus e, em Oeiras, preconizamos todas as normas de segurança determinadas pela Direção-Geral da Saúde e pela Agência Portuguesa do Ambiente. Tivemos de reorganizar funcionalmente os areais das praias, com a introdução de entradas e saídas, a colocação de corredores principais, além da sinalética", começou por explicar.

Segundo a responsável, será a sinalética de contagem, "com Oeiras provavelmente a ser o único município do país a dispor do sistema físico", uma medida de "segurança adicional e de conforto", tanto para os visitantes de Oeiras como para os próprios moradores no concelho, e que permite consultar, ainda em casa, uma `app` fornecida pela APA, através da qual se percebe a taxa de ocupação das praias, e se está ou não com a ocupação plena.

De acordo com a APA, as praias do município de Oeiras autorizadas a banhos permitem a permanência no areal de 9.800 banhistas, sendo a praia de Santo Amaro de Oeiras aquela que permite um maior numero, com 4.100 utilizadores, seguida da praia da Torre, com 3.000, Caxias com 1.700 e Paço de Arcos com mil.

Joana Baptista explicou ainda que "o sinal verde do `semáforo` refere que a ocupação do areal é baixa, o amarelo que é elevada e o vermelho que está no seu pleno de ocupação".

De fora da sinalética estão as praias da Cruz Quebrada e Dafundo e também a praia de Algés, onde, embora sejam permitidos a estada e banhos de sol, "não são permitidos banhos de mar", adiantou.

A vereadora lembrou também que o atraso na abertura das praias do concelho para 10 de junho, e não na segunda-feira passada, como no restante país, teve a ver com o facto de a autarquia ter feito tudo de forma a ter no terreno "todas as medidas de segurança implementadas".

"Apoiando também os concessionários, a autarquia fez a contratação de 22 nadadores salvadores para a assistência aos banhistas", e de "todos os equipamentos necessários para o efeito", acrescentou Joana Baptista.

A autarquia vai ainda desenvolver, várias vezes ao dia, uma limpeza e desinfeção regular dos equipamentos e principais superfícies de contacto, como tampas dos ecopontos, chuveiros, lava-pés, instalações sanitárias, papeleiras e corrimãos.

22h00 - Vírus já matou mais de 407 mil pessoas e infetou 7,1 milhões no mundo

A pandemia de covid-19 já matou 407.914 pessoas e infetou 7,1 milhões em todo mundo desde dezembro, segundo um balanço da agência AFP, às 19:00 TMG de hoje, baseado em dados oficiais.

De acordo com o balanço da agência noticiosa francesa, às 19:00 TMG (20:00 de Lisboa) de hoje, 7.169.550 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados em 196 países e territórios desde o início da epidemia, no final de dezembro na cidade chinesa de Wuhan, dos quais pelo menos 3.148.200 agora são considerados curados.

Desde a contagem feita no dia anterior às 19:00 TMG de segunda-feira, 3.653 novas mortes e 102.424 novos casos ocorreram em todo o mundo. Os países com mais óbitos nas últimas 24 horas são o Brasil, com 679 novas mortes, os Estados Unidos (604) e o México (354).

21h50 -Hollywood aponta regresso em força em setembro e prevê mudanças permanentes no setor

O regresso em força às filmagens em Hollywood deverá acontecer em setembro, disseram hoje executivos de estúdios de filmes e televisão na sessão "Perspetiva de crescimento futuro", apesar de a Califórnia ter autorização para retomar a 12 de junho.

"É um começo ter autorização do governador e isso é entusiasmante", afirmou Jesse Sisgold, presidente da Skydance Media ("Exterminador Implacável - Destino Sombrio", "Grace and Frankie", "Jack Ryan"), na sessão `online` "Perspetiva de crescimento futuro", organizada hoje pela revista de entretenimento Variety.

"Mas agora, para nós, será uma análise caso a caso", indicou Jesse Sisgold, durante a sessão. "É preciso olhar para o elenco, as condições de saúde", disse. "Estamos a caminho de voltar a rolar as câmaras em setembro, é o nosso objetivo".

A vice presidente sénior de Entretenimento e Conteúdo da Telemundo, Romina Rosado, apontou para um calendário semelhante. "Em termos de voltar em força a produção com `script`, antecipamos que seja em setembro", declarou.

O governador da Califórnia, Gavin Newsom, anunciou que as produções de filmes e televisão serão autorizadas novamente a partir de 12 de junho, sexta-feira, três meses depois da suspensão, devido à pandemia de covid-19.

21h30 - Comércio externo português caíu a pique



21h10 - Mais de 10 trabalhadores da DHL na Azambuja infetados com Covid-19



20h55 - MAAT reabre já amanhã


20h40 - Troia-Mar é a praia com maior capacidade da costa alentejana

A praia Troia-Mar, no concelho de Grândola, distrito de Setúbal, que abre a época balnear no sábado, é a que tem a maior lotação da costa alentejana, segundo uma proposta da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

De acordo com a proposta hoje disponibilizada no `site` da APA para "consulta informal" da população, respeitante à região do litoral alentejano, a praia Troia-Mar terá capacidade para 3.500 utentes, mais 1.500 do que as praias da Comporta, Carvalhal, Pego e Melides, também no concelho de Grândola, que terão capacidade para 2.000 pessoas cada.

A praia Troia-Bico das Lulas terá capacidade para 1.900 pessoas, a Troia-Galé e a Atlântica podem receber até 1.300 e, por último, na praia das Camarinhas prevê-se uma lotação de 1.100 utentes.

No concelho de Odemira, que abre a época balnear em 15 de junho, a praia das Furnas-Mar é a que terá maior capacidade, atingindo os 1.500 utentes, mais 100 do que a praia da Franquia, com 1.400. Furnas-Rio terá capacidade para 1.000 pessoas e a praia do Malhão Norte para 800.

Já a praia do Farol poderá receber, segundo a proposta, 700 utentes, Malhão Sul terá uma lotação para 600, Zambujeira do Mar fica com uma capacidade para 500 pessoas, Almograve Norte para 300, Carvalhal para 200 e as praias de Alterinhos e Almograve Sul para 100 pessoas cada.

Seguem-se as praias do concelho de Santiago do Cacém, que conta com a vigilância dos nadadores-salvadores a partir de 20 de junho e que este ano devem poder receber em simultâneo 2.900 pessoas.

Segundo a proposta divulgada no `site` da APA, a Costa de Santo André terá capacidade para 2.500 pessoas e a Fonte do Cortiço terá uma lotação d 400 pessoas.

No concelho de Sines, as praias Vasco da Gama e São Torpes, conhecida pela água quente e pela prática do surf, terão uma capacidade para 2.000 pessoas cada, seguindo-se a praia da Vieirinha/Vale Figueiros (1.300 utentes), Ilha do Pessegueiro (700 pessoas) e a Grande de Porto Covo (300).

No total, as 30 praias consideradas de uso balnear na costa alentejana podem receber em simultâneo 36.600 pessoas.

20h25 - Governo anuncia reabertura dos centros comerciais para segunda-feira



20h10 - Guterres alerta para "emergência alimentar" global que poderá afetar milhões

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, alerta para a "emergência alimentar global iminente", decorrente da pandemia e que poderá ter "impactos a longo prazo" para milhões de pessoas "a menos que sejam tomadas medidas".

"É cada vez mais claro que existe uma emergência alimentar global iminente que pode ter impacto a longo prazo em centenas de milhões de crianças e adultos", sublinhou o secretário-geral das Nações Unidas, através de uma mensagem em vídeo publicada na página da ONU News na Internet.

As declarações de Guterres surgem na sequência da publicação, hoje, do Documento Político sobre o Impacto da Covid-19 na Segurança Alimentar e Nutricional.

De acordo com o responsável das Nações Unidas, "os sistemas alimentares estão a falhar e a pandemia está a agravar a situação".

Contudo, o português considerou que "há alimentos mais do que suficientes no mundo para alimentar a população" de cerca de 7,8 mil milhões de pessoas, mas "a menos que tomadas medidas imediatas, é cada vez mais claro" que milhões de pessoas não tenham acesso a bens alimentares.

Por isso, é necessário "designar os serviços de alimentação e de nutrição como essenciais" e implementar "proteções adequadas para os trabalhadores".

Isto significa que é imperativo fomentar os mercados locais, apoiar o processamento de alimentos e o seu transporte.

"Os corredores comerciais devem continuar abertos para garantir o funcionamento contínuo dos sistemas alimentares", prossegue o secretário-geral da ONU.

Os Estados-membros das Nações Unidas devem garantir a chegada dos "pacotes de ajuda e de estímulo" aos "mais vulneráveis, incluindo as necessidades de liquidez dos pequenos produtores de alimentos" e também das empresas rurais.

19h45 - Angola com quatro novas infeções para total de 96

Angola registou quatro novos casos de covid-19, todos importados da Rússia por cidadãos nacionais, elevando para 96 infeções pelo novo coronavírus, anunciou a ministra da Saúde angolana.

Sílvia Lutucuta referiu que os quatro novos casos, três homens e uma mulher, com idades entre os 21 e 32 anos, estão internados no centro de tratamento da convid-19, na zona económica especial, os primeiros doentes naquele espaço.

Segundo a governante, até hoje existem 96 amostras positivas, 12.047 negativas e 781 em processamento. Dos 96 casos de infeção resultaram quatro óbitos e 38 doentes recuperados.

19h21 - Lojistas dos centros comerciais Alegro compensados

A Ceetrus Portugal, que gere os centros comerciais Alegro, vai compensar os lojistas em 15 milhões de euros, através de descontos, isenções e moratórias nas rendas.

"Estamos dispostos a ajudar os nossos lojistas, porque acreditamos que a economia não vai relançar da noite para o dia", disse Rui Vacas, responsável pela gestão de ativos do grupo, no final de uma reunião com o secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, João Torres.

De acordo com o responsável da Ceetrus, o apoio de 15 milhões de euros aos lojistas dos seus centros comerciais vai abarcar não só o período de confinamento, em que as lojas estiveram fechadas, mas também o período de reabertura da economia.

19h15 - Madeira mantém 90 casos há mais de um mês

A Madeira mantém 90 casos de covid-19 desde 7 de maio, 85 dos quais recuperados e cinco ativos, revela o Instituto de Administração da Saúde (IASAÚDE). Os cinco casos ativos, contudo, "permanecem sem necessidades de cuidados hospitalares".

"Até ao dia 9 de junho foram contabilizadas 1.543 notificações de casos suspeitos de covid-19, dos quais 1.453 não se confirmaram", observa o IASAÚDE.

19h05 - Itália regista menor número diário de mortos desde março

Itália registou 47 mortos com coronavírus e 283 novos casos de contaminação nas últimas 24 horas, a maioria na região da Lombardia (norte).

A Proteção Civil italiana explicou que ao número de mortes hoje anunciado é preciso acrescentar mais 32, comunicados também hoje pela região de Abruzzo, mas relativos a dias anteriores.

O número total de vítimas mortais em Itália aumenta assim para 33.964.

No total, 235.561 pessoas foram contagiadas com o novo coronavírus desde o início da epidemia no país, dia 21 de fevereiro, quando foi detetado o primeiro caso.

18h54 - Espanha sem mortes registadas pelo segundo dia consecutivo

O Ministério da Saúde anunciou que pelo segundo dia consecutivo não foram registados óbitos nas últimas 24 horas devido à covid-19, mantendo-se em 27.136 o número total de mortes desde o início da pandemia.

Segundo os números divulgados, houve 84 novos casos diagnosticados nas últimas 24 horas, elevando para 241.966 o total de infetados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia.

18h35 - Índice de transmissão é semelhante em crianças e adultos

O estudo "Kids Corona" vem agora dizer-nos que o índice de transmissão do coronaviírus em crianças e adultos é semelhante, mas os mais novos apresentam quase sempre quadros clínicos muito leves ou assintomáticos.

Esta é uma das principais conclusões apresentadas hoje pela equipa do Hospital de São João de Deus de Esplugues de Llobregat, que estudou 411 famílias com filhos, em que um dos pais estava contagiado.

O trabalho permitiu concluir que cerca de 17,5% das crianças e 18,9% dos adultos que coabitavam se infetaram.

No entanto, nas 127 crianças infetadas, num total de 724 estudadas, nenhuma apresentou qualquer sintoma, as outras desenvolveram um quadro clínico muito leve, com uma pequena tosse ou febre autocontrolada, e apenas um necessitou de hospitalização, o que significa que em mais de 99% dos casos as crianças apresentavam sintomas ligeiros.

Enquanto espera mais resultados que permitam saber por que as crianças parecem estar mais protegidas face ao vírus, a equipa científica desenhou um segundo estudo que levará a cabo este verão em casas e acampamentos de Barcelona para comprovar como as crianças transmitem o vírus, com vista ao regresso à escola em setembro.

"No hospital estamos conscientes de que existe uma necessidade científica e social de conhecer dados, ou seja, que todas aquelas decisões que tomamos nesta época em que temos de conviver com a covid-19 são baseadas em dados e podemos tomar decisões da forma mais adequada", explicou o chefe da Pediatria, Juanjo Garcia, ao justificar por que apresentaram estes dados preliminares.

Este estudo, que foi realizado nas casas das famílias, coincide com os dados do mesmo hospital, onde desde que começou a pandemia só foram hospitalizadas 34 crianças, seis das quais na Unidade de Cuidados Intensivos, e se registou a morte de uma criança com outras patologias graves.

Além de comprovar que as crianças se contagiam da mesma forma que os adultos, uma das perguntas que se colocava no estudo era se também transmitiam o vírus da mesma forma.

18h20 - Chipre reabre parcialmente os aeroportos para voos internacionais

Três meses depois do anúncio do confinamento na ilha, o Chipre reabriu hoje os aeroportos para voos procedentes de alguns países estrangeiros, na esperança de que as praias e a promessa de tratamento médico gratuito para casos de covid-19 permitam a recuperação do turismo.

18h15 - Líder do PCP alerta para "ilusões" do teletrabalho

Jerónimo de Sousa prometeu num debate com sindicalistas combater "as ilusões" e os riscos de perda de direitos dos trabalhadores da "generalização do teletrabalho em casa", em tempos de pandemia de covid-19.

"Contribuiremos para esclarecer as ilusões sobre a generalização do teletrabalho em casa como solução alternativa de prestação de trabalho, combateremos as linhas de fragilização dos trabalhadores", disse, numa altura em que este tipo de organização está a ser usado por muitas empresas e até pela função pública devido ao surto do novo coronavírus.

Sem pôr em causa a utilidade dos meios digitais no mundo laboral, o secretário-geral dos comunistas avisou para "os riscos" do uso do teletrabalho pelas empresas e pelo "grande capital": "Querem fazer o caminho para acabar com componentes da remuneração dos trabalhadores, no imediato ou a prazo, nomeadamente o subsídio de refeição, de transportes e outros de incidência familiar".

Jerónimo alertou que as empresas querem "desresponsabilizar-se das questões de segurança e saúde no trabalho e da proteção de acidentes de trabalho", estabelecendo "a confusão entre o que é esfera privada ou de trabalho em condições de teletrabalho no domicílio, para fugir às responsabilidades" que "têm que assumir".

O "grande capital", segundo Jerónimo de Sousa, quer agravar a "exploração com intensificação do trabalho, na duração e ritmo, uma maior pressão para alargamento do período de trabalho, para a disponibilidade permanente".

Jerónimo de Sousa aponta ainda "a redução de custos das empresas com a transferência para o trabalhador de custos de instalações, água, eletricidade, bem como a pressão para o uso de instrumentos de trabalho do trabalhador ao serviço da empresa".

17h32 - Fronteiras terrestres com Espanha fechadas até 30 de junho

As fronteiras terrestres entre Portugal e Espanha vão continuar encerradas até às 23:59 de 30 de junho devido à pandemia, decisão que saiu do Conselho de Ministros.

"Foi aprovada a resolução que prorroga a reposição, a título excecional e temporário, do controlo de pessoas na fronteira com Espanha, até às 23:59 do dia 30 de junho de 2020, no âmbito da pandemia da doença covid-19, sem prejuízo de reavaliação a cada 10 dias e possível prorrogação" refere o comunicado do Conselho de Ministros.

No âmbito do controlo das fronteiras, estão impedidas as deslocações turísticas e de lazer entre os dois países, sendo apenas permitida circulação de transportes de mercadorias, de trabalhadores transfronteiriços, trabalhadores sazonais, veículos de emergência e socorro e de serviço de urgência.

Os pontos de fronteira em funcionamento são Valença-Tuy, Vila Verde da Raia-Verín, Quintanilha-San Vitero, Vilar Formoso-Fuentes de Oñoro, Termas de Monfortinho-Cilleros, Marvão-Valência de Alcântara, Caia-Badajoz, Vila Verde de Ficalho-Rosal de la Frontera e Castro Marim-Ayamonte.

17h25 - 600 mil euros por mês em testes

O Governo da Madeira prevê gastar cerca de 600 mil euros por mês na realização de testes à covid-19 aos passageiros desembarcados nos aeroportos do arquipélago a partir de 1 de julho, indicou hoje o chefe do executivo.

"Os testes vão-nos custar à volta de 600 mil euros por mês, mas eu prefiro gastar este dinheiro nos testes e em criar condições de segurança do que gastar no apoio ao desemprego", afirmou o chefe do executivo, Miguel Albuquerque.

16h43 - Moçambique com mais 20 casos para total de 453 infetados

Moçambique registou nas últimas 24 horas mais 20 casos positivos de covid-19, elevando o total de infetados pelo novo coronavírus para 453 e mantendo dois óbitos, anunciou hoje a diretora de Saúde Pública.

Os 20 novos doentes, três dos quais menores, foram registados nas províncias de Maputo (7), Nampula (10) e cidade de Maputo (3), afirmou Rosa Marlene, acrescentando os doentes estão todos em isolamento domiciliar.

"Decorre neste momento o mapeamento da rede de contacto destas pessoas", acrescentou.

Do total, as províncias de Cabo Delgado (164), Nampula (136) e cidade de Maputo (71) lideram com o maior número de casos. O Ministério da Saúde indicou que 136 pessoas estão recuperadas.

16h39 - Governo vai apoiar cerca de 30 órgãos de comunicação social na diáspora

Três dezenas de órgãos de comunicação social na diáspora vão receber apoio do Governo para minimizar os impactos da pandemia. O anúncio foi feito pela secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes.

Para debelar o cenário em que se encontram órgãos de comunicação social na diáspora, alguns com risco de encerrar, esses apoios são semelhantes aos destinados à comunicação social em Portugal.

16h31 - Compras em loja através de multibanco sobem 6%

Na primeira semana de junho, as compras em loja através de Multibanco subiram 6% face à semana anterior, aproximando-se dos valores registados antes do primeiro caso de covid-19 em Portugal.

De acordo com a SIBS, gestora da rede Multibanco, entre 1 e 7 de junho, a média diária de compras físicas através daquele sistema de pagamento foi equivalente a 87% da média pré-pandemia, o valor mais alto desde que foi decretado o estado de emergência em Portugal.

As compras em loja nos restantes setores além dos super e hipermercados, pequena distribuição alimentar, bebidas e tabaco e farmácias e parafarmácias representaram um peso acumulado de 51% de todas as compras físicas na rede Multibanco, voltando a ganhar preponderância com a reabertura gradual da economia.

Os setores acima nomeados representaram 49% das compras, no mesmo período, o valor mais baixo desde o início do estado de Emergência, e próximo do valor antes da crise, segundo a SIBS.

Também a frequência de consumo no comércio eletrónico ('e-commerce') atingiu o valor mais alto desde a primeira semana de março, logo após a confirmação do primeiro caso do novo coronavírus em Portugal, aumentando 7% face à semana anterior. Os setores com maior crescimento face ao período antes da pandemia são o da restauração, 'food delivery' e 'take away', com um aumento de 78%, o de entretenimento, cultura e subscrições, que registou um crescimento de 57%, bem como o de comércio alimentar e retalho, com um acréscimo de 23%.

A SIBS destaca também, nos dias de 1 a 7, a média de compras em loja através do MB WAY, que atingiu um valor 2,22 vezes superior ao do início da pandemia, o que significa que a utilização do serviço mais do que duplicou desde o registo do primeiro caso em território nacional.

O pagamento através de MB WAY aumentou 15% em comparação com a semana anterior, registando a décima primeira semana consecutiva de crescimento.

16h10 - Procuradoria de Paris abre inquérito à gestão da pandemia

A Procuradoria de Paris anunciou um inquérito à gestão da pandemia em França, na sequência de meia centena de denúncias, nomeadamente de "homicídio involuntário".

O procurador Rémy Heitz indicou que o inquérito "não é para definir responsabilidades políticas ou administrativas", mas "trazer à luz do dia eventuais infrações penais" de decisores como membros de departamentos ministeriais, responsáveis administrativos ou cargos públicos.

A investigação não abrange o Presidente, protegido por imunidade, nem os membros do Governo, sobre os quais apenas pode pronunciar-se o Tribunal da Justiça da República, que recebeu 80 queixas relativas à gestão da crise sanitária.

O inquérito junta 13 procedimentos relativos a queixas apresentadas por associações e organizações sindicais a um conjunto de 33 queixas, na maioria de particulares, apresentadas através do `site` plaintecovid.fr.

Em causa, estarão "homicídios involuntários", "ferimentos involuntários", "colocação em perigo da vida de terceiros", "abstenção voluntária de combate a um sinistro" e "não assistência a pessoa em perigo".

16h06 - Lisboa e Vale do Tejo com 92% dos novos casos

Lisboa e Vale do Tejo (LVT) concentra hoje 92% dos 421 novos casos diários de infeção por covid-19, com Sintra a ser o concelho que regista o maior número de casos reportados desde segunda-feira, segundo a Direção-Geral da Saúde.

No relatório da situação epidemiológica em Portugal, LVT tem hoje 92% dos novos casos, depois de ter 78% das infeções na segunda-feira, 75% no domingo, 90% no sábado, 89% na sexta-feira e 93,3% na quinta-feira.

Dos 421 novos casos reportados desde segunda-feira, a região regista 386, o Norte 19, o Centro 11 e o Alentejo cinco.

Não foram reportados novos casos no Algarve (continua com 389), na Região Autónoma dos Açores (142) e na Região Autónoma da Madeira (90).

Relativamente aos óbitos, o boletim hoje divulgado revela que foram registadas mais sete mortes, para um total de 1.492 desde o início da contagem em Portugal, cinco na região de LVT e duas na região Norte.

Em comparação com os dados divulgados na segunda-feira, na região de LVT foram reportados mais 386 casos de infeção por covid-19, para um total de 13.608; a região Norte tem 19 novos casos, 4,5% dos novos infetados, para um total de 16.967; o Centro tem 11 novos casos, representando 2,6%, para 3.837; e o Alentejo tem cinco novos casos, representando 1,1%, para 273.

Lisboa continua a ser o concelho do país com mais infetados, num total de 2.700 (mais 60 do que na segunda-feira).

Depois de na segunda-feira ter ultrapassado Vila Nova de Gaia e passado a ser o segundo concelho do país com mais infetados, o município de Sintra contabiliza agora 1.701 casos, mais 86 do que na segunda-feira.

Sintra, que integra a Área Metropolitana de Lisboa (AML), voltou a ser o município onde foram reportados mais casos nas últimas 24 horas.

Ainda na AML, Loures está com 1.288 casos (mais 52 do que na segunda-feira), Amadora com 1.094 (+42), Odivelas com 724 (+35), Cascais com 662 (+10), Oeiras com 514 (+13), Vila Franca de Xira com 507 (+16), Almada com 464 (+6) e o Seixal igualmente com 464 (+10).

Os cinco concelhos da região Norte com mais infetados não registaram qualquer alteração no número de infetados desde sábado, permanecendo Vila Nova de Gaia com 1.592, Porto com 1.414, Matosinhos com 1.292, Braga com 1.256 e Gondomar com 1.093.

Portugal regista hoje 1.492 mortes relacionadas com a covid-19, mais sete do que na segunda-feira, e 35.306 infetados, mais 421, segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde.

15h59 - Guimarães retoma dia 19 "cultura ao vivo"

A cultura ao vivo volta a Guimarães a partir de 19 de junho com espetáculos em locais "mais ou menos improváveis", como pátios e jardins, e com os cuidados recomendados pelas autoridades de saúde.

A programação abrangerá as duas últimas sextas-feiras de junho e as duas primeiras de julho, naquela que, segundo a presidente da direção de A Oficina, Adelina Pinto, pretende ser uma "lufada" cultural antes do "vendaval" que deverá acontecer a partir de setembro.

15h38 - Cineasta Sérgio Tréfaut dirige uma carta aberta a Marcelo Rebelo de Sousa

A evolução da pandemia no Brasil levou hoje o cineasta brasileiro Sérgio Tréfaut a dirigir uma carta aberta ao Presidente da Republica, Marcelo Rebelo de Sousa. Pede a intervenção do chefe de Estado face ao que chama de genocídio do governo de Jair Bolsonaro.


15h30 - Retoma de consultas e cirurgias é prioridade

Questionado sobre a retoma de consultas e cirurgias que não estará a ser assegurada em alguns hospitais, o secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, justifica que a retoma desta atividade “é uma preocupação do Governo, mas queremos fazê-lo de forma segura e, portanto, terá de ser uma retoma gradual, proporcional à própria evolução do surto, mantendo sempre a segurança e assegurando que os circuitos são separados”.

O secretário de Estado da Saúde sublinhou que o programa de estabilização económica e social prevê um montante de 33,7 milhões de euros para a recuperação desta atividade assistencial, nomeadamente de consultas de especialidade e cirurgias, bem como a contratação de mais profissionais.

António Lacerda Sales garante que a retoma da atividade já está em curso e mais de 35 por cento destas consultas já estão reagendadas.

“Agora é preciso que as pessoas não tenham medo e se dirijam aos serviços”, apelou o secretário de Estado. “Temos de recuperar esta atividade com a celeridade possível, mantendo a segurança”, concluiu Lacerda Sales.

15h14 - Remdesivir foi utilizado em Portugal em “circunstâncias excecionais”

Questionada sobre o fármaco Remdesivir, que tem sido testado para o tratamento da Covid-19, Graça Freitas disse que o medicamento já foi utilizado em Portugal em doentes internados em estado grave.

A diretora-geral da Saúde explica que a utilização deste medicamento é apelidada de compassiva e é efetuada uma “autorização especial” para que o fármaco seja utilizado “em circunstâncias excecionais em que a gravidade clínica justifique a sua utilização”.

Relativamente à informação recente da OMS sobre a pouca capacidade de transmissão do vírus por parte de pessoas assintomáticas, Graça Freitas diz esperar que seja verdade uma vez que aliviaria “as medidas e a necessidade de se fazer testes”.

A diretora da DGS diz que a informação da OMS vai ao encontro “daquilo que já se esperava”, explicando que as pessoas assintomáticas terão uma menor carga viral e, portanto, terão menos capacidade de transmissão do vírus.

15h03 - “Estão criadas condições” para abertura de centros comerciais em Lisboa

António Costa anunciou que os centros comerciais na região de Lisboa e Vale do Tejo irão reabrir na próxima segunda-feira, dia 15, com Graça Freitas a considerar que “estão criadas as condições para que possam abrir”.

A diretora-geral da Saúde voltou a sublinhar que “a grande maioria dos casos positivos em Lisboa e Vale do Tejo estarão já identificados”, mas apelou a quem está infetado para não sair de casa e não frequentar espaços públicos.

Graça Freitas acrescentou que os centros comerciais vão reabrir com regras muito restritas de circulação de pessoas, considerando que os “ciclos estão muito bem organizados”.

A responsável máxima da DGS considera por isso que sendo cumpridas as diretrizes de segurança não existirá “um risco muito grande de propagação da doença” nestes espaços comerciais.

14h44 - Regresso dos adeptos aos estádios “não está a ser equacionado”

Relativamente ao futebol, Graça Freitas revelou que “neste momento não está a ser equacionado” nem se perspetiva o regresso dos adeptos aos estádios.

“Isto é o que se está a passar nos países da europa que retomaram os seus campeonatos de futebol”, disse a diretora-geral da Saúde, sublinhando que “neste momento nós somos muito cautelosos”.

14h39 - Situação na Azambuja está “em resolução”

Sobre a Azambuja, Graça Freitas garante que o foco “não está ativo” e está já na fase de resolução com grande parte dos casos em recuperação.

A diretora-geral da Saúde explicou que a população infetada nesta região é maioritariamente jovem, saudável e com doença ligeira e tende, por isso, a recuperar rapidamente.

“Portanto, o foco da Azambuja, que já teve um grande impacto e muitos casos ativos, neste momento é um foco que está em resolução”, sublinhou Graça Freitas.

Neste momento, os focos “estão dispersos e associados a grandes obras” e existem ainda focos mais pequenos em empresas de trabalho temporário.

Os cinco concelhos mais atingidos da região de Lisboa e Vale do Tejo são Lisboa, Loures, Amadora, Odivelas e Sintra.

14h25 - Graça Freitas explica “situação mista” em Lisboa

Graça Freitas voltou a sublinhar que a situação epidemiológica em Lisboa e Vale do Tejo é mista, o que significa que existem alguns focos de infeção, casos ativos em unidades familiares e casos dispersos.

A diretora-geral da Saúde explica que “o vírus circula” e a densidade populacional nos espaços de trabalho “condiciona uma maior transmissibilidade entre as pessoas”.

Graça Freitas diz ainda que no norte do país a epidemia começou muito cedo e em Lisboa estão agora a surgir outros focos a partir dos quais se originaram novos casos.

“A epidemia não é linear”, sublinha a diretora-geral da Saúde.

14h17 - Aumento de casos em Lisboa deve-se a “testagem massiva”

Questionado sobre a razão do aumento do número de casos de infeção na região de Lisboa e Vale do Tejo nas últimas semanas, Lacerda Sales explica que está relacionado com “estratégia de testagem massiva”.

“É evidente que se testamos mais, é natural que possamos também encontrar mais casos”, disse o secretário de Estado da Saúde, sublinhando que apenas demonstra que “foi uma medida acertada”.

Lacerda Sales diz que a estratégia é agora a de seguimento de casos ativos e em vigilância nas empresas do setor da construção civil e trabalho temporário, onde se têm registado focos de infeção.

“A nossa estratégia é a partir de agora diferente da última semana”, disse o secretário de Estado, ressalvado que continuam à procura de novos casos.

14h06 - Conferência de imprensa das autoridades de saúde em curso

O secretário de Estado da Saúde anunciou na conferência de imprensa desta terça-feira que 90 por cento dos novos casos de infeção registados nas últimas 24 horas (383) são na região de Lisboa e Vale do Tejo.

Lacerda Sales diz que foram efetuados “rastreios massivos” a funcionários de empresas com risco associado. Ainda não existem resultados, mas o secretário de Estado revela que dados preliminares mostram uma taxa de positivos de 4,5 por cento do total de testes efetuados.

Do total de profissionais de saúde infetados, 75 por cento estão já recuperados. Apenas 25 por cento são casos ativos neste momento, assegura Lacerda Sales.

A taxa de letalidade global é agora de 4,2 por cento e acima dos 70 anos é de 17,4 por cento.

14h01 - Açores sem casos ativos

Os Açores continuam sem qualquer caso positivo ativo de infeção pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, segundo a Autoridade de Saúde açoriana, que revelou esta terça-feira que não foram detetados novos infetados nas últimas 24 horas.

De acordo com o comunicado diário daquela entidade, "as 310 análises realizadas nos dois laboratórios de referência da região nas últimas 24 horas não revelaram novos casos positivos de Covid-19".

"A região não apresenta neste momento qualquer caso positivo ativo de infeção pelo novo coronavírus SARS-CoV-2", informa ainda a Autoridade de Saúde Regional.

O último caso ativo foi dado como recuperado na passada sexta-feira.

Até à data foram detetados na região um total de 146 casos, registando-se 130 recuperações e 16 mortes.

13h19 - Novos números da pandemia em Portugal

Acaba de ser publicado o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, que dá conta de mais sete mortes decorrentes da Covid-19 em território português, além de 421 novos casos confirmados de infeção pelo SARS-CoV-2. O número de recuperados aumentou em 183.

O número total de óbitos registados em Portugal é agora de 1492. Há registo de 35.306 casos confirmados de infeção e o número de pessoas dadas como recuperadas ascende a 21.339.

Há nesta altura 30.176 contactos debaixo de vigilância das autoridades sanitárias.

Desde o dia 1 de janeiro, foram reportados 342.060 casos suspeitos de infeção.

Em Lisboa e Vale do Tejo, região que tem concentrado as atenções das autoridades, o número de casos confirmados é agora de 13.608, tendo morrido 408 pessoas.

Lisboa e Vale do Tejo representa mesmo 91,7 por cento dos novos casos e foi nesta região que ocorreram cinco das sete mortes registadas desde segunda-feira.

13h10 - Japão disponibiliza 745 mil dólares a Moçambique

O Governo do Japão disponibilizou, através do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), 745 mil dólares, o equivalente a 660 mil euros, para Moçambique, montante que vai servir para o combate à Covid-19.

"Estamos muito felizes com este apoio do Governo do Japão para mitigar o impacto da Covid-19 nas comunidades moçambicanas e, em particular, suas crianças", afirmou Katarina Johansson, representante da Unicef em Moçambique, citada em comunicado.

O apoio anunciado chega em resposta ao apelo das autoridades moçambicanas e vai "responder às prioridades identificadas no Plano de Resposta à covid-19 em Moçambique".

O valor vai ser destinado à aquisição de material médico, de saneamento e higiene, reforço da comunicação de riscos, envolvendo a comunidade, assim como apoiar perto de 250 famílias através de "transferências monetárias multissetoriais".

12h50 - Creche encerrada em Faro após teste positivo

Uma creche em Santa Bárbara de Nexe, no concelho de Faro, foi encerrada na segunda-feira depois de ter sido detetado um caso de Covid-19 numa criança de dois anos, adiantou a delegada regional de Saúde do Algarve, Ana Cristina Guerreiro, citada pela agência Lusa.

A mãe do menino que frequenta o Jardim de Infância "A Joaninha" fazia parte de um grupo em observação pela autoridade de saúde, por apresentar "uma sintomatologia ligeira", tendo testado positivo na sexta-feira.

O menino e o pai "foram testados no sábado, tendo apenas o resultado da criança sido positivo", sublinhou a mesma responsável, para acrescentar que as 18 crianças e funcionários que tiveram contacto mais próximo com o menino "vão ser testados" e que todas as crianças e funcionários "foram colocados de quarentena" por 14 dias.

12h09 - Nova Deli trava na decisão de limitar testes

As autoridades de Nova Deli reverteram as ordens que limitavam os testes para identificar o novo coronavírus e a reserva de camas hospitalares aos moradores da cidade, depois de o Governo central ter manifestado a sua oposição.

O Governo liderado pelo ministro-chefe de Nova Deli, Arvind Kejriwal, anunciara no domingo que as camas hospitalares para pacientes com Covid-19 seriam reservadas aos residentes da cidade e os testes limitados àqueles com sintomas, mas o Governo do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, opôs-se de forma veemente.

Arvind Kejriwal disse, numa mensagem publicada na rede social Twitter, que "tomar providências para o tratamento de pessoas de todo o país durante a pandemia de Covid-19 é um grande desafio".

"Mas talvez seja a vontade de Deus que tenhamos de servir a todos no país", acrescentou o ministro-chefe de Nova Deli.

O número de infetados em Nova Deli cresceu esta terça-feira para 29.943, dos 266.598 casos da Índia, um dos países mais atingidos pela pandemia.

A Índia já registou mais de 7400 mortes.

11h25 - Economia portuguesa entre as mais penalizadas da União

Portugal registou a sexta maior quebra da economia dos primeiros três meses deste ano.

Os dados divulgados esta terça-feira pelo gabinete de estatísticas da União Europeia referem uma quebra de 3,6 por cento do PIB da Zona Euro em comparação com os três meses anteriores.
Andrea Neves, correspondente da Antena 1 em Bruxelas

Quanto ao emprego, Portugal registou a terceira maior quebra no indicador (-0,5 por cento).

10h49 - VIH/Sida e desnutrição agravam quadro em Moçambique

O Instituto Nacional da Saúde de Moçambique veio hoje considerar que a elevada prevalência de VIH/Sida e a desnutrição crónica no país acentuam a incerteza em relação ao impacto da Covid-19 no país.

"Há uma grande incerteza, porque não se sabe o que o novo coronavírus pode fazer numa população como a nossa, num quadro epidemiológico prévio", afirmou Sérgio Chicumbe, diretor para a Área de Inquéritos e Observação em Saúde no INS, em entrevista ao canal público Televisão de Moçambique.

Moçambique regista 433 casos de Covid-19 e dois óbitos.

10h26 - Número de mortos em África aumenta para 5334

O número de vítimas mortais da Covid-19 em África aumentou, nas últimas 24 horas, para 5334, mais 159 face à véspera, em quase 196 mil casos nos 54 países do continente.

Segundo o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana, o número de mortos passou de 5175 para 5334, ao passo que o número de infetados subiu de 189.434 para 195.875.

Os mesmos dados referem que o número de doentes recuperados é de 86.068, mais 3180 do que no dia anterior.

A região mais afetada pelo novo coronavírus continua a ser o Norte de África, com 2291 mortos em 56.251 casos.

Segue-se a África Austral, com 53.749 casos e 1108 mortos, a maioria concentrada na África do Sul, o país com maior número de casos no continente.

10h12 - Inflamação alérgica pode funcionar como barreira

Os dados conhecidos até agora mostram que a inflamação alérgica pode funcionar como uma barreira de proteção contra o novo coronavírus. A ideia é defendida pelo presidente da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica. Manuel Branco Ferreira explica que tudo aponta para uma proteção dupla.

Apesar desta indicação, que se retira nestes primeiros meses de novo coronavírus, o alergologista alerta que não se deve facilitar.
Antena 1

Manuel Branco Ferreira refere que ninguém se deve expor ao vírus só porque pensa que pode estar protegido e explica que nem todos os doentes alérgicos poderão estar protegidos.

O alergologista sublinha que não há ainda estudos suficientes para tirar essa conclusão.

O presidente da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica refere também que, este ano, os sintomas de alergia manifestaram-se mais tarde do que é habitual. Tudo porque houve chuva até mais tarde, o que adiou a manifestação de sintomas para o final de maio.

9h45 - China deteta três casos em 24 horas

A Comissão de Saúde da China indicou que os novos casos são oriundos do exterior e foram detetados nas províncias de Guangdong, próxima de Macau, e Sichuan, no sudoeste do país.

A China proíbe a entrada de cidadãos estrangeiros, incluindo residentes, desde 28 de março, pelo que a maioria dos casos "importados" são chineses que regressam.

As autoridades sanitárias locais acrescentaram que dez pacientes receberam alta nas últimas 24 horas. O número de pessoas infetadas ativas é de 58.

Desde o início da pandemia, segundo os dados de Pequim, a China registou 83.043 infetados e 4634 mortes decorrentes da Covid-19. Até ao momento, tiveram alta 78.351 pessoas.

As autoridades chinesas referiram que 747.232 pessoas que tiveram contacto próximo com infetados estiveram sob vigilância médica, das quais 2971 continuam debaixo de observação.

9h35 - Projeto piloto nas Baleares

O arquipélago espanhol das Baleares prepara-se para pôr em marcha um projeto piloto com cerca de cinco mil turistas alemães, que vão chegar à região a partir da próxima segunda-feira sem necessidade de cumprir 14 dias de confinamento.

A administração regional adianta que o Governo central autorizou a criação de corredores seguros para canalizar o turismo internacional.

O projeto envolve "a chegada de um número significativo de turistas a cada uma das ilhas" baleares, havia já explicado na semana passada Iago Negueruela, conselheiro regional para o Turismo e o Emprego.

9h28 - Rússia soma 485.253 casos

As autoridades de saúde da Rússia reportaram 8595 novos casos de infeção pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas. O total é agora de 485.253.

Morreram mais 171 pessoas vítimas da Covid-19, para um total de 6142.

9h20 - Avanços e recuos no Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, o Tribunal de Justiça anulou os processos de desconfinamento anunciados pelo município e pelo Governo estadual. Volta tudo a ficar como estava.
A reportagem é do correspondente da RTP no Rio de Janeiro, Pedro Sá Guerra.

9h10 - Mais 16 mortes na Alemanha

O número de casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus na Alemanha aumentou em 252, nas últimas 24 horas, para um total de 184.193, de acordo com os dados do Instituto Robert Koch para doenças infecciosas.

O número casos mortais da Covid-19 subiu em 16 para 8674.

9h00 - Tempo de espera para cirurgias no SNS disparou

Pode ser preciso um ano para recuperar as milhares de cirurgias que foram adiadas em Portugal, devido à pandemia. A previsão é de um estudo feito por vários investigadores da Universidade de Birmingham, no Reino Unido.

Por exemplo, na região norte do território português, a suspensão das consultas e dos exames de diagnóstico teve duas consequências: a quebra nos doentes inscritos para uma operação e também o aumento do tempo de espera.
Antena 1

Durante o confinamento, foram suspensas consultas e exames e as cirurgias registaram uma queda de dez por cento nos hospitais da região norte.

Um estudo da universidade de Birmingham aponta para 100 mil cirurgias adiadas em Portugal.

8h34 - Previsão de recessão em França

A economia francesa deverá regredir cerca de dez por cento este ano, de acordo com a estimativa agora publicada pelo Banco de França. O PIB não deverá voltar aos níveis pré-crise antes de meados de 2022.

Só no segundo trimestre, o banco central calcula que o Produto Interno Bruto encolha cerca de 15 por cento.

O Banco de França prevê também que o desemprego atinja um pico superior a 11,5 por cento em meados de 2021.

Desde o início da pandemia, a França registou cerca de 191 mil casos de infeção pelo novo coronavírus e 29.209 mortos, segundo um balanço da France Presse.

8h22 - Supremo do Brasil determina divulgação de dados acumulados

O Supremo Tribunal Federal do Brasil determinou na segunda-feira que o Ministério da Saúde retome a divulgação dos dados acumulados da pandemia da Covid-19 no prazo de 48 horas, noticiou o portal G1.

O juiz Alexandre de Morais tomou a decisão depois de analisar uma ação apresentada pelos partidos Rede Sustentabilidade, PSOL e PCdoB.

O magistrado decidiu "determinar ao ministro da Saúde que mantenha, na sua integralidade, a divulgação diária dos dados epidemiológicos relativos à pandemia, inclusive no sítio do Ministério da Saúde e com os números acumulados de ocorrências, exatamente conforme realizado até ao último dia 4 de junho".

"A gravidade da emergência causada pela pandemia da Covid-19 exige das autoridades brasileiras, em todos os níveis de Governo, a efetivação concreta da proteção à saúde pública, com a adoção de todas as medidas possíveis para o apoio e manutenção das atividades do Sistema Único de Saúde", escreveu o mesmo juiz.

8h00 - Independentes e sócios-gerentes. Termina prazo para pedir apoio

Termina esta terça-feira o prazo para que trabalhadores independentes e sócios-gerentes requisitem apoio extraordinário à redução da atividade económica relativo a maio, no âmbito da pandemia da Covid-19.

Este apoio extraordinário foi instituído em março e alterado várias vezes pelo Governo, tendo agora como limite mínimo o valor correspondente a 50 por cento do valor do IAS (219,41 euros) e como máximo os 635 euros.

O prazo para apresentação de pedidos dos novos apoios, publicados a 7 de maio, para trabalhadores independentes sem contribuições e para os trabalhadores informais também termina esta terça-feira.

Ao abrigo desta nova medida, os trabalhadores independentes isentos do pagamento de contribuições ou que tenham iniciado atividade há menos de 12 meses podem aceder a um apoio até 219,4 euros.

Para os trabalhadores que não estão enquadrados no sistema de Segurança Social está previsto um apoio 219,4 euros durante dois meses, desde que se vinculem à Segurança Social durante um período de 24 meses.

7h42 - Bolsonaro diz que "milhões perderam empregos" por causa da OMS

O Presidente brasileiro afirma que milhões de pessoas "perderam os empregos", depois de a Organização Mundial de Saúde ter classificado de "rara" a possível transmissão da Covid-19 por pessoas assintomáticas.


"Após pedirem desculpas pela hidroxicloroquina, agora a OMS conclui que pacientes assintomáticos não têm potencial de infetar outras pessoas. Milhões ficaram trancados em casa, perderam seus empregos e afetaram negativamente a Economia", escreveu Bolsonaro na rede social Twitter, ao publicar também uma notícia sobre as recentes declarações da OMS sobre pacientes sem sintomas. A epidemiologista e principal responsável técnica da resposta à covid-19 da OMS, Maria van Kerkhove, afirmou ontem que a transmissão da Covid-19 por pessoas sem sintomas da doença, como febre ou tosse, parece ser "rara". Contudo, frisou que há diferença entre assintomáticos e pré-sintomáticos.


As declarações de Bolsonaro surgem após o Presidente brasileiro ter ameaçado na sexta-feira retirar o país da OMS, acusando a organização de atuar de forma "política", "partidária" e "ideológica".

"Eu adianto aqui, os Estados Unidos saíram da OMS. Nós estudamos isso, no futuro... ou a OMS trabalha sem viés ideológico, ou saímos de lá também. Não precisamos de gente de lá de fora a dar palpite na saúde aqui dentro", afirmou Bolsonaro à entrada do Palácio da Alvorada.

"Ou a OMS realmente deixa de ser uma organização política e partidária ou nós estudamos sair de lá", acrescentou.
O Brasil regista 679 óbitos e 15.654 infetados pelo novo coronavírus, totalizando 37.134 mortes e 707.412 casos confirmados desde o início da pandemia, segundo os últimos dados oficiais, contestados por um consórcio de investigação jornalística.

7h33 - México com mais de 14 mil mortos

As autoridades sanitárias do México registaram 354 novas mortes por Covid-19, atingindo 14.053 óbitos desde o início da pandemia.

Segundo dados oficiais, o território mexicano regista um total de 120.102 infeções confirmadas, o que representa um aumento de 2999 nas últimas 24 horas.

As autoridades de saúde também registam 1284 mortes suspeitas que estão em processo de estudos de laboratório para confirmar se a causa da morte foi devido à Covid-19.

Investigações jornalísticas apontaram que, em cidades como a capital mexicana, o número de mortos devido à Covid-19 pode ser até três vezes maior que o oficial.   

7h08 - Estados Unidos registam 450 mortos em 24 horas

Os Estados Unidos registaram 450 óbitos relacionados com a Covid-19 nas últimas 24 horas, o número mais baixo em cerca de dois meses, de acordo com a contagem realizada pela Universidade Johns Hopkins.

O país regista agora 110.932 desde o início da pandemia.

Até às 20h30 de segunda-feira (1h30 de hoje em Lisboa) os Estados Unidos registavam mais de 1.955.000 de casos de contágio, sendo que cerca de 506 mil pessoas foram dadas como curadas.

O país começou a ultrapassar a barreira de 500 mortes diárias no final de março, até registar mais de três mil mortes em 24 horas em meados de abril. Nas últimas duas semanas os relatórios diários caíram regularmente abaixo de mil mortos.

Contudo, os EUA continuam a registar cerca de 20.000 novos casos diariamente e têm o maior número de casos fatais e de casos confirmados em todo o mundo.

6h45 - Ponto de situação

O Governo aprova esta terça-feira, em Conselho de Ministros, o orçamento suplementar. Será traçado um novo cenário para responder à crise provocada pela pandemia.

A estimativa aponta para a necessidade de um financiamento extra na ordem dos 13 mil milhões de euros.

Esta proposta do Governo de revisão do Orçamento do Estado vai ser debatida na Assembleia da República no dia 17 deste mês.

Olhando ao Programa de Estabilização Económica e Social já apresentado pelo Governo, verifica-se uma previsão de
recuperação da economia a partir do próximo ano: em 2021 a riqueza produzida no país já deverá crescer 4,3 por cento, depois de uma contração este ano de 6,9.

Este ano, as exportações recuam mais de 15 por cento, mas no próximo ano recuperam 8,4. Quanto às importações, este ano caem mais de 11 por cento.

O investimento desliza 12,2 por cento este ano para subir no próximo mais de seis por cento. Em 2020, só o consumo público regista uma subida superior a três por cento.
Taxa adicional sobre a banca
A banca está contra a taxa adicional de solidariedade decretada pelo Governo. A Associação Portuguesa de Bancos sustenta que esse encargo não devia ser só para o sector.

Salienta a mesma estrutura que, apesar da crise, os bancos já estão a ajudar a economia e a apoiar famílias e empresas.

Esta contribuição da banca deverá render 33 milhões de euros. Dinheiro que caberá ao Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social. É uma taxa de 0,02 por cento. Vem somar-se aos 182 milhões de euros da outra contribuição extraordinária paga pelos bancos para financiar o Fundo de Resolução.
O quadro em Portugal
O país registava na terça-feira 1485 mortes resultantes da Covid-19, mais seis do que no domingo, e 34.885 infetados, mais 192.

Face aos números da véspera, em que se registavam 1479 mortes, deu-se um aumento de óbitos de 0,4 por cento. Já os casos e infeção subiram 0,6 por cento.

Na região de Lisboa e Vale do Tejo (13.222), onde se tem registado maior número de surtos, há mais 149 casos de infeção.
A região Norte continua a registar o maior número de infeções, totalizando 16.948, seguida de Lisboa e Vale do Tejo, com 13.222, do Centro, com 3826, do Algarve (389) e do Alentejo (268).

Os Açores registam 142 casos de covid-19 e a Madeira contabiliza 90 casos confirmados, de acordo com o último boletim epidemiológico.

A região Norte continua também a ser a que regista o maior número de mortos (807), seguida de Lisboa e Vale do Tejo (403), do Centro (244), do Algarve e dos Açores (ambos com 15) e do Alentejo, que regista um óbito.
O quadro internacional
A pandemia da Covid-19 já causou mais de 404 mil mortos e infetou mais de sete milhões de pessoas em 196 países e territórios, de acordo com o balanço compilado pela agência France Presse, a partir de diferentes fontes oficiais.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia, em fevereiro, o Continente Americano passou a ser o que tem mais casos confirmados, ainda que com menos óbitos.