Reportagem
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Covid-19. A situação ao minuto do novo coronavírus no país e no mundo

por RTP

José Sena Goulão - Lusa

Acompanhamos aqui todos os desenvolvimentos sobre a propagação do SARS-CoV-2 à escala internacional. Nas últimas 24 horas, Portugal registou 4.935 novas infeções e 79 óbitos.

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23h55 - Nenhum país consegue enfrentar sozinho problemas globais diz Presidente da República

O Presidente da República defendeu hoje que a pandemia demonstrou que "nenhum país e nenhuma superpotência" consegue, por si só, enfrentar um problema global, no encerramento da Web Summit, evento onde espera estar no próximo ano já presencialmente.

Numa mensagem pré-gravada que enviou à Web Summit, para o encerramento desta cimeira que decorreu este ano em formato exclusivamente digital, o Presidente da República congratulou-se por, afirmou, "o mundo estar a voltar ao multilateralismo" considerando que isso é que é "o razoável".

"Porque a pandemia mostrou que nenhum país e nenhuma superpotência consegue enfrentar sozinha com uma questão desta natureza. É impossível. Temos de agir em conjunto, com as organizações internacionais", declarou Marcelo Rebelo de Sousa.

23h40 - Autarca de São Francisco nos EUA anuncia novo confinamento e restrições

London Breed anunciou a aplicação de novo confinamento e restrições ao comércio em São Francisco, devido ao aumento das infeções com o novo coronavírus.

A autarca da cidade referiu que a decisão foi tomada em conjunto com outros responsáveis políticos da Área da Baía. Alameda, Contra Costa, Marin, Santa Clara assim como a cidade de Berkeley, vão impor igualmente as mesmas regras.

Breed afirmou não estar disposta a esperar pelo confinamento anunciado pelo governador da California, Gavin Newsom, que deverá ser aplicado região a região com base nas admissões de doentes Covid em UCI hospitalares.

"Estamos a assistir a um pico até agora nunca visto na pandemia", justificou a mayor de São Francisco, ao anunciar as restrições numa conferência de imprensa transmitida por ao vivo por via digital.

23h22 - Reino Unido. Autoridades esperam recuo da pandemia na primavera mas deixam advertências

As autoridades sanitárias britânicas consideraram "provável" esta sexta-feira uma regressão significativa da pandemia causada pelo coronavírus SARS-CoV-2 até à primavera de 2021, graças à vacinação, apesar de preverem uma recrudescência de casos após as festas de Natal e do Novo Ano.

"Os efeitos da vacinação vão começar a fazer-se sentir provavelmente entre agora e a primavera, através de uma importante redução do número de hospitalizações e mortes ligadas à Covid-19, mas será necessário esperar várias semanas para chegar lá", escreveram numa carta, enviada aos cuidadores, os diretores médicos para a Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte.

"Os contactos em torno do Natal poderão exercer uma pressão acrescida nos hospitais e nos cuidados médicos no Ano Novo, e devemos estar preparados para tal", advertiram.

As reuniões de família vão ser autorizadas no Natal em todo o país, num máximo de três lares ao mesmo tempo,  durante cinco dias, entre 23 e 27 de dezembro.

3h10 - "Pandemia acelerou a nossa dependência das tecnnologias digitais" diz António Guterres

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, considera que a pandemia de covid-19 acelerou a "dependência das tecnologias digitais", mas também exarcebou "desigualdades de todo tipo", incluindo no uso do digital.

A pandemia "acelerou a nossa dependência das tecnologias digitais e destacou os benefícios da conectividade que salva vidas", lê-se na mensagem enviada por António Guterres à Web Summit, hoje divulgada.

"As sociedades fecharam e colocaram as pessoas em isolamento, o acesso à Internet e os avanços digitais mantiveram as pessoas conectadas e as sociedades a funcionar", prossegue o secretário-geral na mensagem à cimeira tecnológica de Lisboa, que hoje terminou.

Mas, a pandemia "também está a destacar e a exarcebar desigualdades de todos os tipos, incluindo a divisão digital", e aqueles que "não têm acesso à tecnologia digital - quase metade do mundo - são-lhes negadas oportunidades de estudar, comunicar, trocar, trabalhar e participar na grande parte do que agora é a vida normal para a metade mais rica do mundo", apontou António Guterres.

"E para aqueles que estão 'online', a conectividade aumentou a vulnerabilidade a danos e abusos", alertou, sublinhando que "o assédio 'online' de mulheres e meninass aumentou desproporcionalmente sob as restrições da covid", enquanto o sistema que garante a aplicação da lei relatou um crescimento acentuado de cass de exploração sexual infantil no digital.

22h43 - Surto no hospital de Leiria afeta 16 profissionais e 19 utentes

O Centro Hospitalar de Leiria (CHL) confirmou hoje à Lusa que foi detetado um surto no Serviço de Medicina Interna do Hospital de Santo André, que atingiu 16 profissionais e 19 utentes.

Segundo fonte do CHL, o surto surgiu no passado dia 24 de novembro e todos os doentes e profissionais afetos àquela ala do serviço (3.º piso na torre poente no Hospital de Santo André) foram testados.

“Neste momento, confirmamos 16 profissionais e 19 utentes infetados. Quatro utentes faleceram e um recebeu alta hospitalar”, revelou o hospital.

O CHL salientou que a “situação está controlada e, em articulação com as autoridades de saúde e cumprindo os protocolos em vigor, já foram tomadas todas as medidas adequadas para salvaguardar os doentes e os profissionais, como a avaliação de risco de todos os profissionais afetos a esta ala do serviço”.

22h22 - Serviço de Saúde dos Açores não está em risco de rutura

Governo dos Açores apresentou hoje a capacidade de internamento de doentes com covid-19 nos três hospitais da região, sublinhando que o Serviço de Saúde não está "nesta fase" em "risco de rutura".

Em nota à imprensa, a Secretaria Regional de Saúde e Desporto do executivo açoriano informa que o Hospital do Divino Espírito Santo, de Ponta Delgada, "dispõe, atualmente, de 23 camas, sendo 15 em quartos de pressão negativa e 10 para cuidados intensivos, prevendo o Plano de Contingência a possibilidade de reforçar a capacidade instalada, numa segunda fase, para 80 camas, onde 20 são destinadas a cuidados intensivos e, numa eventual terceira fase, para 80 camas, acrescidas de 26 camas por enfermaria ativada, sendo 28 para cuidados intensivos".

Atualmente, estão no referido hospital "sete utentes internados, sendo que nenhum se encontra em Unidade de Cuidados Intensivos.

Já o Hospital de Santo Espírito, da Ilha Terceira dispõe, numa das unidades, de seis camas em quartos de pressão negativa, estando cinco dessas ocupadas; cinco em Unidade de Cuidados Intensivos, oito camas em internamento de pediatria e cuidados especiais pré-natais, sendo quatro delas em pressão negativa, para além de 16 outras camas preparadas para internamento, prevendo o Plano de Contingência a possibilidade de aumentar a capacidade instalada para mais 30 camas em enfermaria e mais cinco em Unidade de Cuidados Intensivos.

"Deste universo, à data de hoje, contam-se 10 utentes internados, dos quais dois em Unidade de Cuidados Intensivos", é referido.

O Hospital da Horta, por seu turno, "dispõe, neste momento, de sete camas, das quais duas em Unidade de Cuidados Intensivos, prevendo no seu Plano de Contingência também a possibilidade de reforçar a capacidade instalada, encontrando-se atualmente "somente uma pessoa internada em enfermaria".

"O Serviço Regional de Saúde, sem prejuízo da permanente monitorização da situação e da adoção das medidas necessárias e adequadas a cada momento e a cada local, não está, conforme demonstrado, nesta fase, em risco de rutura", concretiza o Governo dos Açores.

22h06 - Brasil ultrapassa os 6,5 milhões de infetados

O Brasil contabilizou 46.884 casos de infeção pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas e ultrapassou os 6,5 milhões (6.533.968) casos comfirmados desde o inicio da pandemia, informu hoje o executivo.

Os dados fazem parte do último boletim epidemiológico difundido pelo Ministério da Saúde, que indica que o Brasil somou mais 694 mortes, totalizando 175.964 óbitos devido à covid-19.

A taxa de incidência da covid-19 no país sul-amricano é agora de 84 mortes e 3.109 casos por cada 100 mil habitantes.

Das 27 unidades federativas do Brasil, São Paulo (1.276.149), Minas Gerais (433.081), Bahia (416.734) e Rio de Janeiro (367.641) são as que concentram maior núemro de infeções.

Já os Estados com mais mortes são São Paulo, (42.788), Rio de Janeiro (23.017), Minas Gerais (10.227) e Ceará (9.683).

21h58 - EUA. Biden vai tornar obrigatório o uso de máscara

Num só dia 2800 mortes e cerca de 101 mil novos internamentos. O presidente eleito dos Estados Unidos anunciou que vai tornar obrigatório o uso de máscara.


21h45 - Forças Armadas com papel predominante na distribuição das vacinas

As Forças Armadas vão ter um papel central na distribuição das vacinas da covid-19 em Portugal. Na primeira fase serão vacinadas, em média, 16 mil pessoas por dia, com a Proteção Civil, a GNR e a PSP a garantir a segurança.


21h30 - Decisão do Governo. Doentes oncológicos não serão vacinados na primeira fase

Não haverá exceções aos grupos prioritários de vacinação. Apesar de o plano ainda poder mudar no futuro, a RTP sabe que os grupos prioritários estão definidos e não haverá qualquer exceção.

O Governo afirma que a decisão de não incluir os doentes oncológicos na primeira fase de vacinação tem como base evidências científicas.

Em relação as pessoas que não são acompanhadas no Serviço Nacional de Saúde, o processo é o mesmo das outras vacinas. Para marcar é necessário ligar para o Centro de Saúde.

Fonte próxima do grupo coordenador do plano de vacinação explicou à RTP que tal como aconteceu no Reino Unido é pouco provável que a Agência Europeia do Medicamento autorize a vacinação de jovens e crianças até aos 18 anos e grávidas.

Por enquanto os privados ficam fora da vacinação. Será o Serviço Nacional de Saúde a assegurar o plano. Será criada uma página de internet e uma linha telefónica para o esclarecimento de dúvidas de utentes e profissionais de saúde. Até Julho o objetivo é que mais de 3,6 milhões de pessoas sejam vacinadas.

21h15 - Madeira assinala mais 32 casos e um total de 226 infeções ativas

A Madeira registou hoje 32 novos casos de covid-19, dos quais 31 de transmissão local, 14 recuperações e 136 situações suspeitas, indicou a Direção Regional de Saúde, referindo que o total de infeções ativas subiu para 226.

Entre os casos de transmissão local, na maioria associados a contactos com positivos já identificados, contam-se cinco crianças com idades entre os 02 e os 16 anos, sendo que quatro frequentam estabelecimentos de ensino nos concelhos do Funchal e Machico, onde os planos de contingência estão ativos.

As autoridades sinalizaram também um adulto com covid-19 que exerce atividade profissional no mesmo estabelecimento de ensino do concelho de Machico.

Em relação ao caso importado identificado hoje, trata-se de um viajante oriundo da região norte de Portugal, esclarece a Direção Regional de Saúde, referindo que o arquipélago passa a contabilizar 858 casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus, dos quais 226 estão ativos (42 importados e 184 de transmissão local).

21h00 - Autarca de Chaves aponta incapacidade da saúde pública face a aumento de casos

O presidente da Câmara de Chaves, Nuno Vaz, disse hoje que há uma "incapacidade manifesta da saúde pública" para gerir a situação epidemiológica no concelho que regista mais de 800 casos ativos de covid-19.

"Há incapacidade manifesta da saúde pública para gerir este processo. Essa incapacidade de recursos humanos, apesar de não reconhecida pela autoridade local de saúde, parece-me manifesta e em alguns casos poderá estar a gerar nas instituições e nos cidadãos alguma sensação de não estarem a ser acompanhadas", alertou o autarca de Chaves, no distrito de Vila Real.

Nuno Vaz, que falava após nos últimos dois dias ter realizado reuniões com a comunidade escolar, instituições que acolhem idosos e proteção civil municipal, apontou a incapacidade da autoridade de saúde pública em "responder em tempo útil, nas 24 e 48 horas aconselháveis, à identificação de todas as pessoas suspeitas e de realizar os inquéritos epidemiológicos às pessoas infetadas".

E ainda que não está a haver a "necessária coordenação entre a autoridade de saúde e a saúde familiar" e também que "nem sempre há a melhor articulação com as forças de segurança e bombeiros".

"Era importante provocar na comunidade um sentimento de confiança, que é absolutamente essencial nestes processos de pandemia", vincou, referindo que o aumento de casos nas última duas semanas no concelho criaram a incapacidade.

Segundo o boletim epidemiológico da Unidade de Saúde Pública do Alto Tâmega e Barroso, no concelho de Chaves registava-se na quinta-feira 844 casos na fase ativa da doença e 34 em isolamento, e uma `taxa de incidência` nos últimos 14 dias de 2.246,9 casos por cem mil habitantes.

20h45 - Navio atracado há oito dias no Porto de Sines com tripulação de quarentena

Um navio de transporte de animais vivos está atracado há oito dias no Porto de Sines, porque a tripulação encontra-se de quarentena, após ter sido confirmada a infeção pelo vírus que provoca a covid-19 em dois tripulantes.

O primeiro caso de infeção foi detetado, no passado dia 27 de novembro, num dos tripulantes do navio, com bandeira do Luxemburgo, que "apresentou sintomas" compatíveis com a doença covid-19, disse hoje à agência Lusa a responsável da Autoridade de Saúde Pública local, Fernanda Santos.

O tripulante "tinha sintomas, fez o teste que deu [resultado] positivo e isso levou-nos a alargar os testes a todos os tripulantes do navio, tendo sido detetado mais um [caso] positivo", explicou, referindo que, "como são contactos de alto risco, ficaram todos em quarentena".

Segundo Fernanda Santos, devido aos dois casos de infeção, o navio, oriundo de Israel e com 32 tripulantes de várias nacionalidades, vai manter-se no Porto de Sines, no distrito de Setúbal, até que seja levantada a quarentena.

"A tripulação está de quarentena por 14 dias, não entra, nem sai ninguém sem o consentimento da autoridade de saúde e foi suspensa a livre prática do navio", ou seja, as operações e movimentos no porto, disse.

A responsável adiantou que "os testes a toda a tripulação foram realizados no navio" e a embarcação foi "desinfetada por uma equipa especializada".

Todos os tripulantes estão em confinamento no navio, com restrições a bordo, e os infetados encontram-se "devidamente separados" dos que não têm a infeção, disse, indicando que, até hoje, não há mais pessoas com sintomas e, por isso, pode-se dizer que "o foco está controlado".

20h30 - Surto em lar em Gondomar provoca 19 infetados

Dezanove pessoas estão infetadas com o novo coronavírus no Lar de Atães, em Gondomar, disse hoje à Lusa o presidente da Câmara de Gondomar, Marco Martins, que assegurou estarem os utentes positivos separados dos negativos.

Segundo o autarca, os infetados distribuem-se "entre quinze utentes e quatro funcionários".

"Esta manhã a subcomissão de covid-19, acompanhada pela Segurança Social e pelo Delegado de Saúde, esteve no local e verificou-se que o lar possui condições físicas para a separação dos casos positivos dos negativos", afirmou o autarca, garantindo que a situação "está monitorizada e estabilizada".

Marco Martins afirmou "desconhecer se os casos positivos estão assintomáticos ou com sintomas ligeiros" bem como o total de utentes no lar gerido pelo Centro Cultural e Desportivo da Segurança Social do Porto, que a Lusa tentou, sem sucesso, contactar durante a tarde de hoje.

20h00 - Presidente da República explica as razões que levaram à renovação do estado de emergência

Marcelo Rebelo de Sousa apresentou as razões que levaram ao prolongamento do estado de emergência, esta tarde aprovado na Assembleia da República.

Em primeiro lugar, Marcelo sublinhou que, "apesar da nova descida da taxa de transmissão do vírus e de sinais claramente positivos de desaceleração na média de número de casos, continua preocupante a pressão nos internamentos e nos cuidados intensivos, assim como elevado número de mortos".

Em segundo lugar, o Presidente da República alerta que "mesmo que se entenda que o segundo pico da pandemia, de infetados e casos, foi irreversivelmente ultrapassado, o nível de infeções permite antever que a atenção ao esforço exigido às estruturas de saúde ao longo do mês de dezembro não pode diminuir".

A terceira razão está relacionada com as vacinas. Marcelo relembra que "a sua chegada a todos os portugueses que as queiram receber obedece a calendários prolongados no tempo", uma questão "de vários meses, não de dias ou de semanas, mesmo para os projetados grupos prioritários". Marcelo espera que "isto fique claro para que não se criem expectativas excessivas e, portanto, desilusões imediatas".

A quarta razão para a renovação consiste no facto de este novo estado de emergência terminar "em cima do Natal", a 23 de dezembro, o que leva a Marcelo a explicar o motivo por que estendeu esta nova renovação a 7 de janeiro. "Em vez de se encarar a intervenção do Estado quinzenal, passa a ser mensal, até 7 de janeiro", disse o Presidente.

"Esta perspetiva permitirá a todos saberem com o que poderão contar num tempo tão significativo como é o natal, o mesmo com o fim do ano", justificou Marcelo.

Sobre o natal, o Presidente da República explicou que a eventual procura de um regime menos intenso "destinar-se-á a permitir às famílias o tão legitimamente esperado encontro, evitando ao mesmo tempo abrir a porta a um descontrolo, com custo elevadíssimo". "A ideia será não pôr em causa o espírito de natal, mas sem a concentração num momento único e com respeito acrescido das regras que possam prevenir contágios familiares generalizados", disse Marcelo.

"O presente decreto mantém inalterado o quadro que permite impor, entre 9 e 23 de dezembro, o mesmo rigor do período em curso e está-lhe subjacente o mesmo propósito para o período seguinte, até 7 janeiro, com a possível exceção que se espera que seja bem entendida e bem vivida no natal", disse o Presidente. "É obviamente do interesse de todos que janeiro possa representar uma consolidação dos passos dados em dezembro e não uma nova e frustrante subida que acabe por acentuar a dimensão de uma temida terceira vaga", alertou.

Marcelo deixou ainda um elogio aos portugueses, afirmando que "estes derradeiros 15 dias demonstraram uma adesão massiva e impressionante de todos nós às medidas adotadas pelo Governo".

"Tudo isto para não entrarmos em 2021 com um novo agravamento da pandemia, antes mesmo de as vacinas poderem ter efeitos visíveis", disse Marcelo.

"O nosso objetivo essencial é um ano de 2021 que nos permita rapidamente esquecer o ano de 2020", concluiu o Presidente da República.

19h43 - Cabo Verde com mais 58 novos casos e um óbito em 24 horas

Cabo Verde registou mais 58 novos casos positivos de covid-19 e mais um óbito nas últimas 24, elevando para 108 o total de mortes no país associadas à doença, informou hoje o Ministério da Saúde.

19h27 - Angola com 132 novos casos e mais uma morte

As autoridades sanitárias angolanas anunciaram hoje 132 novos casos de covid-19 e mais uma morte, enquanto 55 pessoas recuperaram da doença.

O secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda, que fez hoje a atualização dos dados adiantou que 57 casos foram registados em Luanda, 23 no Zaire, 22 no Cuanza Norte, sete no Cuanza Sul, oito no Huambo, cinco no Cuando Cubango, quatro na Lunda Sul, três em Cabinda, um em Benguela, outro no Bié e mais um no Uíje.

Trata-se de 83 pacientes do sexo masculino e 49 do sexo feminino, cujas idades variam entre três meses e 71 anos.

Nas últimas 24 horas foi registada uma morte de covid-19, uma angolana de 20 anos, enquanto 55 pessoas recuperaram da doença.

O país contabiliza 15.493 casos positivos, com 353 óbitos, 8.299 recuperados e 6.841 ativos, entre os quais três críticos e oito graves.

19h15 - França regista 11.221 novos casos e 627 mortos

Nas últimas 24 horas, França reportou 11.221 novos casos confirmados de Covid-19, uma diminuição face aos 12.696 registados no dia anterior.

Foram ainda registados 627 óbitos, incluindo 282 em hospitais.

Desde o início da pandemia, o país contabiliza um total de 2.268.552 infeções e 54.767 mortes.

19h00 - Com menos 39 casos, lar de Minde em Alcanena tem 121 infetados

O número de infetados pelo novo coronavírus no Centro de Bem-Estar Social de Minde, em Alcanena, desceu hoje para 89 utentes e 32 trabalhadores, depois de os resultados dos testes realizados na quarta-feira terem mostrado a recuperação de 39 pessoas.

A presidente da Câmara Municipal de Alcanena (Santarém), Fernanda Asseiceira, disse à Lusa que "esperava uma maior percentagem de recuperados", o que poderá ser explicado pelo maior tempo para recuperação que se tem verificado entre a população mais idosa.

Segundo a autarca, o número de óbitos neste lar mantém-se igual desde a passada terça-feira, 15, havendo ainda 13 utentes internados no Centro Hospitalar do Médio Tejo, menos um do que naquele dia.

18h50 - Espanha reduz incidência acumulada para 231 casos por 100.000 habitantes

A taxa de incidência acumulada de infeções pelo novo coronavírus nos últimos 14 dias em Espanha desceu para 231,11 por 100.000 habitantes, quase metade da registada em novembro, indicou hoje o Ministério da Saúde espanhol.

Segundo as autoridades sanitárias espanholas, nas últimas 24 horas foram confirmados mais 214 óbitos, elevando o total de mortes para 46.252 desde o início da pandemia de covid-19, em fevereiro.

No mesmo período, foram identificados 8.745 novos casos de infeção, o que aumenta para 1.684.647 o total de injetados desde o início da pandemia.

A pressão no sistema hospitalar continua a descer ligeiramente, com uma taxa de ocupação de camas de 10,13% nos hospitais e de 24,64% nas unidades de cuidados intensivos.

Também hoje, em San Sabastian (norte de Espanha), o ministro da Saúde espanhol, Salvador Illa, anunciou que as autoridades de Madrid esperam conseguir vacinar entre 15 e 20 milhões de pessoas (de uma população total de cerca de 47 milhões) até maio ou junho de 2021, das quais 2,5 milhões até ao fim de fevereiro.

"Consideramos que podemos começar a campanha de vacinação no início de janeiro" de 2021, afirmou Illa.

18h20 - Moderna espera produzir 500 milhões de doses da vacina em 2021

A Moderna será capaz de produzir 500 milhões de doses da sua vacina contra a Covid-19 em 2021, segundo o diretor executivo da farmacêutica norte-americana, Stéphane Bancel.

“500 milhões, estou muito confiante de que chegaremos lá”, disse Bancel durante uma conferência esta sexta-feira.

18h15 - Surto na Misericórdia de Portalegre já provocou 13 mortes

O surto de covid-19 em valências da Santa Casa da Misericórdia de Portalegre (SCMP) já provocou 13 mortes, estando ainda infetados 56 residentes e 14 funcionários, divulgou hoje a comissão administrativa da instituição.

Em comunicado, a comissão explica que "de uma forma geral" os utentes infetados "estão assintomáticos ou com sintomatologia muito ligeira", acrescentando que, dos 56 utentes infetados, seis estão hospitalizados.

Desde que o surto foi detetado, em 12 de novembro, registaram-se 13 óbitos. Num universo de 91 funcionários, estão de baixa médica 31, "dos quais 14 têm testes positivos".

No comunicado, que indica haver 24 residentes que não estão infetados, é explicado ainda que os testes vão continuar a ser efetuados na instituição, devendo a próxima testagem ocorrer "no final da próxima semana".

18h00 - Itália soma 814 óbitos e 24.099 novos casos

A Itália registou 814 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, um decréscimo em relação ao dia anterior, e 24.099 novos casos de infeção, segundo o boletim de hoje do Ministério da Saúde italiano.

Com a contabilização das novas vítimas mortais (menos que as 993 verificadas na quinta-feira), o número total de mortes registadas no país desde o início da crise pandémica, em 21 de fevereiro, sobe para 58.852, de acordo com a mesma fonte.

Em termos totais, Itália contabiliza, até à data, 1.688.939 casos de pessoas que ficaram infetadas pelo novo coronavírus.

Os dados atualizados pelas autoridades italianas, que indicam que 24.099 novos casos foram recenseados nas últimas 24 horas, confirmam que o número de contágios tem vindo a aumentar ao longo dos últimos cinco dias.

No entanto, a curva epidemiológica em Itália continua a dar sinais de achatamento, uma vez que há três semanas o país registava cerca de 40 mil novas infeções diárias.

17h48 - Líder científica da OMS lembra que vacinas devem chegar às populações mais pobres

A OMS acredita que as vacinas contra a Covid-19 vão chegar a todo o mundo.

A pandemia tem sido um tema dominante na Web Summit. A cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde defende que as populações mais pobres não podem ser esquecidas.

A líder científica da OMS quer ver a vacinação a chegar para todos: países desenvolvidos, mas também para os do terceiro mundo.

17h30 - OMS alerta que “vacinas não equivalem a zero Covid” e que a pandemia ainda não terminou

O recente progresso nas vacinas contra a Covid-19 é positivo, mas a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que isso não significa que a pandemia tenha chegado ao fim.

“O progresso nas vacinas dá-nos um alento e agora podemos começar a ver a luz no fim do túnel. No entanto, a OMS está preocupada com a crescente perceção de que a pandemia terminou”, disse o diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

O diretor executivo da OMS, Michael Ryan, acrescentou mesmo que alguns dados recentes demonstram “que a proteção [da vacina] pode não ser vitalícia e, portanto, podem ocorrer reinfeções”. “As vacinas não equivalem a zero Covid”, alertou.

Tedros Adhanom Ghebreyesus afirmou que a pandemia ainda tem um longo caminho a percorrer e que as decisões tomadas pelos cidadãos e respetivos Governos determinarão o seu curso a curto prazo e quando terminará.

“A verdade é que atualmente muitos países estão a testemunhar uma transmissão muito alta do vírus, o que está a colocar uma enorme pressão sobre hospitais, unidades de cuidados intensivos e profissionais de saúde”, acrescentou.

17h13 - Reino Unido regista 504 mortes com aumento desde a véspera

O Reino Unido registou 504 mortes e 16.298 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, um aumento relativamente à véspera, segundo o Ministério da Saúde britânico.

Na quinta-feira tinham sido notificadas 414 e 14.879 novos casos, mas a média diária dos últimos sete dias tem vindo a decrescer, sendo atualmente de 438 mortes e 14.448 infeções.

Desde o início da pandemia covid-19, o Reino Unido contabilizou oficialmente 60.617 mortes de covid-19 e 1.690.432 casos.

Dados de quarta-feira indicavam estarem hospitalizados 14.917 pacientes, o número mais baixo desde 11 de novembro.

16h54 - Aprovada renovação do estado de emergência até 23 de dezembro

O decreto de renovação do estado de emergência foi aprovado pelo Parlamento com os votos favoráveis do PS, PSD e da deputada não inscrita Cristina Rodrigues, as abstenções do BE, CDS, PAN e de Joacine Katar Moreira e o voto contra do PCP, PEV, Chega e IL.

O estado de emergência foi renovado até 23 de dezembro, com a perspetiva praticamente assegurada de que será mantido até 7 de janeiro.

O conselho de ministros irá agora reunir-se para definir as medidas deste novo período de exceção que serão anunciadas amanhã, sábado, pelo primeiro-ministro.

16h50 - “Precisamos de unir-nos para lutar contra uma onda de populismo”, diz Joacine Katar Moreira

Durante a sua intervenção, a deputada não inscrita Joacine Katar Moreira defendeu que “precisamos de unir-nos para lutar contra uma onda de populismo”, defendendo que a direita “populista e oportunista” está a “agigantar as pandemias das desigualdades e pobreza” e a “onda do populismo”.

“Nao posso ir-me embora hoje sem saudar o primeiro-ministro, a ministra da Saúde e a Diretora-geral da Saúde e todos aqueles e aquelas que têm estado num esforço verdadeiro para salvar a vida de milhares de indivíduos e ao mesmo tempo relacionarem-se e terem que lidar com oportunismo político, negacionismo, manipulação mediática de indivíduos que não fariam melhor”, disse ainda Joacine.

16h44 - Iniciativa Liberal: “Há um dano desproporcionado” causado pelo estado de emergência

João Cotrim Figueiredo, do Iniciativa Liberal, considera que “há um dano desproporcionado” causado pelo estado de emergência e defende que a prioridade deveria ser a recuperação económica em Portugal.

O Iniciativa Liberal criticou ainda o plano de vacinaçáo, considerando que revela "falta de urgência".

16h40 - “Este estado de emergência é um desastre”, diz Chega

“Este estado de emergência é um desastre”, começou por afirmar André Ventura durante a sua intervenção no Parlamento. “É o estado de emergência mais desastroso na classificação ao nível de concelhos, que parece o maior jogo de tetris que alguma vez fizemos”, acrescentou.

O Chega vai voltar a votar contra a renovação do estado de emergência.

16h33 - PEV considera que estado de emergência é dispensável

“As medidas necessárias para conter a pandemia continuam a dispensar o recurso a este mecanismo extremo e por isso Os Verdes vão votar contra a renovação do estado de emergência”, disse José Luís Ferreira, deputado d’Os Verdes.

“Votamos contra porque não podemos confundir medidas de contenção com estado de emergência”, afirmou.

16h28 - PAN pede medidas “que permitam o funcionamento do setor de restauração e dos serviços”

André Silva, do PAN, que vai abster-se novamente na votação da renovação do estado de emergência, defendeu a adoção de medidas “que permitam o funcionamento do setor de restauração e dos erviços, com regras de segurança”.

"Pedimos sensibilidade para com os empresários que estão em protesto e que por todo o país estão a desesperar a cada dia pela acção do Governo", apelou o deputado.

“O recolher obrigatório tem levado à asfixia. Os empresários estão a desesperar”, afirmou André Silva.

16h20 - CDS: “Não podemos passar cheque em branco à renovação do estado de emergência”

“Não podemos aceitar nem nos conformar com este suposto novo normal. Aquilo que vivemos, bem como a declaração do estado de emergência, é anormal, excecional e tem de ser combatido para que tão depressa quanto possível recuperemos aquilo que efetivamente é normal”, disse João Almeida, deputado do CDS, que irá abster-se na renovação do estado de emergência.

O CDS deixou ainda várias críticas ao Governo, que “não respondeu bem e falhou na preparação” da segunda vaga da pandemia. “O Governo não preparou a resposta que devia ter dado e mudou de opinião dia sim, dia não”, disse João Almeida. "Vamos ver se não falha na vacina contra a Covid-19 como falhou na vacina contra a gripe", concluiu.

16h10 - “É preciso pôr fim às medidas que têm sido aplicadas sem certeza dos efeitos”, defende PCP

João Oliveira, líder parlamentar do PCP, confirmou que o partido vai votar contra a renovação do estado de emergência e defendeu que “é preciso pôr fim às medidas restritivas que têm sido aplicadas sem certeza nem confirmação dos efeitos que delas possam resultar, a não ser a ruina e falência de setores inteiros, o desemprego e a pobreza dos trabalhadores”.

“Não há nenhum dado que demonstre que as restrições de circulação entre concelhos tenham dado algum resultado positivo em termos de redução de contactos”, apontou o deputado comunista, afirmando mesmo que o decréscimo de contágios se iniciou antes de ter sido decretado o estado de emergência.

Desta forma, João Oliveira questiona: “Para que serve verdadeiramente o estado de emergência?”.

“O país não aguenta durante muito mais tempo os impactos económicos e sociais das medidas restritivas que têm sido impostas”, sublinhou o deputado, que insiste na necessidade de se dar resposta à epidemia com o reforço do SNS, a definição de regras de segurança sanitária nas diversas atividades e com medidas de apoio.

“Mas ponha-se travão às medidas que estão a afundar o país economia e socialmente, sem resolver os problemas da epidemia”, concluiu.

16h04 - BE não quer uma “banalização” do estado de emergência

Pedro Filipe Soares, líder parlamentar do Bloco de Esquerda, considera que “corremos o risco de entrar numa banalização destes debates e esquecermos que estamos perante um elemento extraordinário no quadro constitucional”.

O líder parlamentar do BE, que se vai abster na votação final, considera que “os resultados que estamos agora a ver têm de ser continuados no tempo para garantir que a saúde pública não vai faltar a nenhum de nós” e questiona: “este Estado de Emergência está à altura desta resposta?”.

15h57 - "A renovação do estado de emergência é essencial", diz PSD

A deputada Mónica Quintela confirmou que o PSD irá votar a favor da renovação do estado de emergência, justificando que “a renovação do estado de emergência é essencial para dotar o Governo do que precisa para tomar as medidas necessárias”.

No entanto, deixa uma crítica ao Governo, que "passou o verão como a cigarra sem preparar a segunda vaga".

15h53 - Governo apela para "bom senso" dos portugueses no Natal

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, afirmou hoje que este Natal “vai ser diferente garantidamente” e apelou para o “bom senso” dos portugueses nesta quadra para se conseguir “bons resultados” no combate à covid-19.

Questionado no final de uma visita a duas unidades de saúde, em Matosinhos, no Porto, sobre como o Governo vai equilibrar os alertas de especialistas para o risco de aliviar as restrições no Natal e os partidos da oposição que pedem o contrário, o governante disse que “vai equilibrar como tem equilibrado, com medidas certas, no tempo certo e de uma forma moderada”.

“Há um decréscimo da doença neste momento, mas temos que manter a pressão sobre a cautela, sobre a prevenção e, portanto, não podemos aliviar essa pressão”, disse António Lacerda Sales.

Lembrou que a época de Natal é um período em que as famílias tentam encontrar-se e há uma maior mobilidade.

“O que nós pensamos e apelamos é ao bom senso dos portugueses (…) que percebem que este Natal tem garantidamente que ser diferente e, por isso, o bom senso dos portugueses com certeza conduzirá a bons resultados”, vincou o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, que hoje se deslocou ao Norte do país, no âmbito do acompanhamento da situação epidemiológica e resposta à pandemia na região.

15h45 - Estado de Emergência é um instrumento que “não usamos nem por gosto, nem por motivos ocultos”

Num discurso na Assembleia da República, a ministra da Saúde começou por afirmar que “o estado de emergência não é um instrumento para travar o vírus, é um instrumento constitucional e não usamos nem por gosto nem por motivos ocultos”. “Aliás, lançamos mão dele porque acreditamos na democracia”, acrescentou Marta Temido.

“Não há noites mais duras e mais escuras do que aquelas em que o Governo procura equilíbrios difíceis”, afirmou.

Marta Temido explicou que o anterior estado de emergência permitiu a limitação às liberdades de deslocação, o controlo do estado da saúde de pessoas com meios mais agressivos do que o habitual, a utilização de meios de cuidados do setor privado, social e cooperativo e a convocação de reforços humanos para reforço da capacidade de rastreio.

“Os resultados estão à vista: o pico foi atingido, os portugueses estão a vencer, estamos todos a conseguir”, concluiu a ministra.

15h30 - Parlamento debate diploma de renovação do estado de emergência

Já começou o debate e votação do decreto do Presidente da República que prevê o prolongamento do estado de emergência em Portugal até 7 de janeiro para permitir medidas de contenção da Covid-19.

O decreto tem aprovação assegurada com os votos de PS e PSD, que juntos somam mais de dois terços dos deputados.

15h10 - Número médio de novos casos desceu 40% em duas semanas

O número de novos casos semanais de covid-19 desceu 40% em duas semanas, passando de 45 mil para cerca de 27 mil, revela o relatório do INE hoje divulgado.

Segundo o relatório do Instituto Nacional de Estatística, na semana entre 11 e 18 de novembro registaram-se 44.998 novos infetados.

Desde então, os casos têm vindo a diminuir gradualmente: nos sete dias antes de 2 de dezembro foram identificados 27.224 novos casos de covid-19, ou seja, menos 40%.

15h00 - Açores com mais 24 infeções e uma morte

Os Açores diagnosticaram 24 novos casos de infeção com o vírus da covid-19 nas últimas 24 horas, sete dos quais na Terceira e 17 em São Miguel, ilha onde se registou também morreu uma mulher de 70 anos.

A informação consta do boletim de hoje da Autoridade de Saúde dos Açores, segundo o qual os novos casos foram detetados nas 1.590 análises realizadas nos dois laboratórios de referência da Região e do rastreio na freguesia de Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel, iniciado na quinta-feira.

14h50 - Madeira vai prolongar medidas restritivas até janeiro de 2021

O Governo da Madeira pretende prolongar até janeiro de 2021 as medidas restritivas de contenção da covid-19 adotadas no início de novembro, indicou hoje o chefe do executivo, vincando que esta é a "fase mais complicada" da pandemia.

O Governo da Madeira decretou o encerramento das discotecas e a suspensão das competições desportivas regionais em todas as modalidades entre 6 de novembro e 6 de dezembro, impondo também novos horários de fecho para restaurantes e bares (às 23h00 e às 00h00), bem como outras medidas restritivas ao nível socioeconómico.

14h43 - Doentes oncológicos estão chocados por terem ficado de fora dos grupos prioritários de vacinação

A Liga Portuguesa contra o Cancro diz mesmo que isso vai provocar mais mortes desnecessariamente.

Já os médicos de família garantem que os centros de saúde não vão ter recursos para cumprir o Plano de Vacinação.

14h30 - Áustria começou a testar voluntários em massa

A Áustria começou a realizar testes massivos para a covid-19 em voluntários, uma medida que as autoridades esperam que ajude a prevenir longos e difíceis confinamentos no futuro.

Os testes rápidos de antígenos começaram hoje em Viena e nas províncias mais a ocidente de Vorarleberga e Tirol, dias antes de o país começar a relaxar as duras medidas de confinamento, em vigor desde meados de novembro.

14h23 - Galiza em confinamento até 9 de dezembro impede viagens a Portugal

A Galiza entrou em confinamento ao meio dia e assim vai ficar até ao próximo dia 9, quarta feira.

A medida impede a tradicional invasão de espanhóis que aproveitavam os feriados de dezembro para passar férias em Portugal.

A decisão do governo da Galiza agrava ainda mais a situação difícil do comércio e do turismo das zonas de fronteira, como é o caso de de Valença.

14h18 - Mais uma morte e 120 novos casos em Moçambique

Moçambique registou a morte de mais um paciente infetado pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, elevando o número de óbitos para 133, tendo também 120 novos casos, anunciou hoje o Ministério da Saúde.

A vítima, de 69 anos, perdeu a vida hoje durante o internamento numa unidade hospitalar da Cidade de Maputo, referiu-se no comunicado de atualização de dados da covid-19.

No mesmo dia, segundo o documento, mais 120 casos novos foram registados, elevando o total para 16.038, dos quais 15.731 são de transmissão local e 307 importados.

14h02 - Portugal com mais 4.935 infetados e 79 óbitos

Portugal registou, nas últimas 24 horas, mais 4935 casos de infeção pelo novo coronavírus, elevando 312.553 o total acumulado desde o início da pandemia no país. Foram ainda contados 79 novos óbitos no último dia, para um total de 4803.

Segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, dos novos casos detetados, o Norte continua a ser a região com um maior aumento diário (2577 novos casos), seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo (1508), a região centro (626), Alentejo (111). Algarve (73). Os Açores registaram mais 26 novos casos e a Madeira mais 14.

Dos 79 óbitos, 45 foram registados na Região Norte, 15 na Região de Lisboa e Vale do Tejo, 14 na Região Centro, três no Algarve, um no Alentejo e um nos Açores.

Foram dadas como recuperadas da doença mais 5020 pessoas nas últimas 24 horas, passando o total acumulado para 234.038.

Há hoje menos 35 pessoas internadas em hospitais do país, num total de 3295, das quais 526 em unidades de cuidados intensivos, mais uma que na véspera

Há menos 164 casos ativos, passando o total acumulado para 73.712.

Estão sob vigilância por parte das autoridades de saúde menos 345 pessoas do que ontem. São agora 77.643 os contactos em vigilância.

14h00 - Suécia vai dar prioridade aos idosos na vacinação

O primeiro-ministro sueco, Stefan Löfven, disse que utentes e funcionários em lares de idosos, cerca de 570 mil pessoas, vão ser os primeiros a serem vacinados contra a covid-19, assim que os reguladores europeus deem a sua aprovação.

Hoje, o chefe do Governo apontou que, depois de a Agência Europeia de Medicamentos e a Comissão Europeia aprovarem uma vacina, vão dar início ao processo de vacinação e a “vacina vai chegar a todas as partes do país”.

13h54 - Tribunal manda libertar mulher obrigada a isolamento após teste negativo

O Tribunal de Sintra determinou o fim do isolamento de uma mulher a quem a autoridade de saúde tinha obrigado a ficar em casa mesmo depois de um teste negativo ao novo coronavírus e sem sintomas de covid-19.

13h47 - Ultrapassado surto em bairro social de Pombal

O surto de covid-19 no bairro social Margens do Arunca, em Pombal, que infetou 47 pessoas, está ultrapassado, anunciou hoje a Câmara.

"A comunidade pode iniciar a sua vida normal, os que fizeram teste no dia 17 [de novembro]", afirmou a vereadora com o pelouro do Desenvolvimento Social e Saúde, Ana Cabral, na conferência de imprensa sobre a evolução da pandemia do novo coronavírus neste concelho do distrito de Leiria.

Ana Cabral adiantou que, segundo informação que obteve na quinta-feira às 18h30 da Saúde Pública, mantêm-se quatro casos ativos neste bairro.

De acordo com a vereadora, o surto "está controlado, está ultrapassado".

13h43 - Mortes aumentaram 1,24 vezes nas últimas quatro semanas

O número de mortes nas últimas quatro semanas em Portugal foi 1,24 vezes superior aos valores dos últimos cinco anos em período homólogo, com o norte a apresentar o maior aumento deste o início da pandemia, segundo o INE.

Quase dois em cada três municípios (em 199 dos 308) registaram mais mortos entre 26 de outubro e 22 de novembro do que o valor médio entre 2015 e 2019, revelam os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) hoje divulgados.

Nestes 199 municípios vivem 83% da população nacional. E é aqui que se encontram os 70 municípios, onde o número de óbitos foi 1,5 vezes superior ao registado no período de referência.

Os casos mais dramáticos encontram-se num grupo de 15 municípios contíguos das sub-regiões Tâmega e Sousa, Ave e Área Metropolitana do Porto, segundo os dados do INE.

Desde março, quando surgiram os primeiros casos de covid-19 no país, Portugal tem vindo a registar invariavelmente mais mortos do que o valor médio registado entre 2015 e 2019.

13h30 - Cazaquistão começa a produzir a vacina Sputnic V a 22 de dezembro

O Cazaquistão vai começar a produzir a vacina russa Sputnik V contra a covid-19 no dia 22 de dezembro, anunciaram hoje as autoridades do país, que também está a desenvolver a sua própria vacina.

“O lançamento da vacinação em massa da população do Cazaquistão está programado para o início de 2021. Inicialmente, serão vacinados os grupos mais vulneráveis, incluindo médicos, professores e polícias”, indicou a Presidência do país, em comunicado.

13h20 - Alandroal instala estrutura de apoio para doentes Covid-19

A Câmara de Alandroal, no distrito de Évora, está a instalar uma Zona de Concentração e Apoio à População (ZCAP), no parque de feiras da vila, para dar resposta a possíveis surtos de Covid-19 em lares.

Em comunicado, o município explicou que a ZCAP de Alandroal também vai poder "dar resposta a doentes do concelho com sintomatologia leve e a requerer internamento, em caso de rutura de resposta dos hospitais".

13h11 - Mundiais de ‘freestyle’ e de ‘snowboard’ cancelados na China

Os Mundiais de esqui ‘freestyle’ e de ‘snowboard’, previstos para decorrer em Yanqing, em fevereiro de 2021, foram cancelados, devido às restrições impostas pela China no combate à pandemia de covid-19, foi hoje anunciado pela federação internacional (FIS).

13h00 - Centro europeu de doenças alerta para “grandes riscos” de propagação no Natal

O Centro Europeu para Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) alertou hoje para “riscos adicionais significativos” das festividades de fim de ano, como o Natal, notando que o aumento das infeções de covid-19 é “muito provável” nesta época.

“A probabilidade de infeção com SARS-CoV-2 durante a próxima época festiva de fim de ano é considerada muito elevada tanto para a população em geral como para os indivíduos vulneráveis”, avisa o ECDC num relatório hoje divulgado sobre o risco de transmissão da covid-19 relacionado com a época festiva de fim de ano.

No documento, esta agência europeia aponta que as restrições adotadas pelos Estados-membros da União Europeia (UE) nas últimas semanas levaram a uma “tendência geral decrescente na taxa de notificação” de novos casos, nomeadamente em Portugal.

12h56 - Confinamento afundou transportes aéreos na UE na primavera

s medidas para conter a pandemia da covid-19 afetaram o setor do transporte aéreo na União Europeia, que afundou em abril, maio e junho, tendo recuperado parcialmente na época alta e voltado a recuar, segundo o Eurostat.

De acordo com dados hoje divulgados pelo gabinete estatístico europeu, o primeiro impacto das medidas de confinamento tomadas para conter a pandemia da covid-19 foi assinalado em março, quando os voos comerciais recuaram 44% na média da UE (passageiros, carga e correio) em comparação com o mesmo mês de 2019.

O primeiro impacto foi visível em março de 2020, com uma diminuição de 44,1% no número total de voos comerciais (passageiros, carga e correio) na UE, em comparação com o mesmo mês em 2019.

Com o confinamento em pleno e as alterações nas preferências de viagem, as quedas mais substanciais no número de voos comerciais na UE foram registadas em abril (-91,2% em comparação com o mesmo mês em 2019), maio (-89,8%) e junho (-84,2%).

Durante os meses de pico do verão, houve apenas uma recuperação parcial, com quedas de 63,5% em julho e de 53,4% em agosto, com novas descidas observadas em setembro (-58,7%) e outubro (-61,6%).

Portugal registou em abril um total de 1.600 voos comerciais (825 no aeroporto de Lisboa), um pico de 20.945 em agosto (dos quais 9.022 em Lisboa) e um recuo para 15.886 em outubro (7.411 no aeroporto de Lisboa), segundo o gabinete de estatísticas.

15h45 - Prémio Pessoa 2020 adiado para o próximo ano devido à pandemia

A atribuição do Prémio Pessoa 2020, prevista para o próximo dia 11, foi adiada para o próximo ano, pela necessidade de transferir para nova data a reunião do júri, devido ao riscos da pandemia, anunciaram hoje os organizadores.

Assim, a 34.ª edição do Prémio Pessoa acontecerá em 2021, mantendo-se válidas as candidaturas já recebidas.

12h35 - Covid-19. SNS vai assegurar a primeira fase da vacinação

O secretário de Estado da Saúde revelou que numa primeira fase vai ser o Serviço Nacional de Saúde a assegurar a vacinação contra a Covid-19. Segundo Lacerda Sales, "numa fase posterior podemos pensar noutros pontos de vacinação".

"Nesta primeira fase temos cerca de 1200 pontos de vacinação", acrescentou.

12h20 - Mundo ultrapassa os 65 milhões de casos

Mais de 65 milhões de casos de covid-19 e mais de 1,5 milhões de mortes foram oficialmente detetados em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo a contagem feita pela agência France-Presse hoje às 11:00.

Pelo menos 1.507.480 pessoas morreram e mais de 65.202.960 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia, dos quais 41.422.500 são já considerados curados.

Esse número de casos diagnosticados, no entanto, reflete apenas uma fração do número real de infeções.

Alguns países testam apenas os casos graves, outros priorizam o teste para rastreamento e muitos países pobres têm capacidade limitada de teste.

Hoje, foram registados 12.658 novos óbitos e 669.926 novos casos em todo o mundo.

12h15 - Surtos em dois centros infantis na origem do aumento de casos ativos em Évora

Os surtos de covid-19 em dois centros infantis de Évora são a principal preocupação das autoridades e o motivo do aumento do número de infeções ativas no concelho, que ronda as 400, disse hoje o presidente do município.

"Os principais surtos são em duas creches, uma delas com 62 casos e a outra com 17", indicou o autarca de Évora, Carlos Pinto de Sá, em declarações à agência Lusa.

Estes surtos "têm muitos casos ativos" e continuam a ser "acompanhados pela Autoridade de Saúde Pública", sublinhou, assinalando que os dados mais recentes recebidos pela câmara municipal mostram que ambos "começam a estar controlados".

12h09 - Defesa Nacional apoia Saúde na implementação do Plano de Vacinação de Combate à Covid-19

O Plano de Vacinação de Combate à Covid-19, apresentado esta quinta-feira, contará com o contributo das Forças Armadas no desenvolvimento da operação logística que permitirá garantir a distribuição das vacinas pelos diferentes pontos de vacinação, em todo o país.

12h00 - Melgaço sem “centenas” de visitantes em fim de semana com neve devido a restrições

A proibição de circulação entre concelhos prevista no estado de emergência vai impedir Melgaço de receber, no fim de semana, "centenas" de visitantes atraídos pelo primeiro manto de neve, que começou a cair hoje de madrugada.

"Este fim de semana de neve seria muito importante para dinamizar a economia local, tão afetada com a pandemia de covid-19. Seria um fim de semana de casa cheia para a restauração, cafetarias e pastelarias", afirmou hoje à agência Lusa o vereador com o pelouro da Proteção Civil, José Adriano Lima.

11h54 - Começou a testagem à população de Rabo de Peixe

A população da freguesia de Rabo de Peixe, que está com uma cerca sanitária, já começou a ser testada em massa. Os testes rápidos vão decorrer até domingo.

Pedro Santos, da Unidade de Saúde Familiar de São Miguel, revelou à reportagem da RTP que a testagem "está a decorrer de forma tranquila e a população está a aderir".

Na freguesia estão 270 profissionais de saúde que vão realizar cerca de nove mil testes em três dias em cinco postos móveis espalhados pela vila.

O resultado é conhecido entre 15 a 20 minutos.

11h40 - Um terço dos espanhóis quer ser vacinado assim que vacina esteja disponível

Uma sondagem revela que cerca de um terço da população espanhola (32,5 por cento) quer ser vacinada contra a Covid-19 logo que a vacina esteja disponível.

Já 55,2 por cento prefere esperar até serem conhecidos os efeitos da vacina. E apenas 8,4 por cento recusa tomar qualquer tipo de vacina.


11h24 - Suíça com mais 4.382 infetados e 101 óbitos

11h10 - Filipe Froes defende "maior fundamentação" dos grupos prioritários

O médico pneumologista considera que deve haver uma clarificação quanto aos grupos prioritários que constam no plano de vacinação contra a Covid-19, apresentado na quinta-feira. "Os grupos anunciados são superiores ao número de pessoas que estão previstas para receber a vacina. Tem de haver uma maior fundamentação", aponta.




10h56 - Lar do concelho de Nelas tem 52 utentes infetados

O lar da Fundação Lopes da Fonseca, no concelho de Nelas, tem 52 dos seus 80 utentes com covid-19 e uma equipa especializada dos bombeiros voluntários irá hoje desinfetar todas as instalações, informou o presidente da autarquia.

Em comunicado, José Borges da Silva explica que os utentes do lar, situado na freguesia de Lapa do Lobo, se encontram assintomáticos e foram testados na sequência de diagnósticos positivos a colaboradores no "início do seu turno de trabalho de sete dias".

Este turno, rotativo, era "há muito praticado em termos de prestação de trabalho, tendo-se revelado um método eficaz no controle da pandemia", conta o autarca, lembrando que foi até aconselhado pelas autoridades de saúde.

"Os utentes foram, de imediato, separados em instalações completamente diversas", realça.

José Borges da Silva explica que as refeições e os serviços de lavandaria passaram a ser assegurados "por empresas exteriores ao lar, minimizando qualquer efeito de contágio interno ou externo e libertando recursos humanos para apoio aos utentes, especialmente neste período de grande dificuldade".

"Os serviços de apoio médico e de enfermagem foram já reforçados no sentido de garantirem os melhores cuidados de saúde, sendo que todas as instituições ligadas à área da saúde, locais e regionais, se encontram mobilizadas para esta situação", assegura.


10h43 - Governo da Madeira favorável a prolongamento de estado de emergência

O presidente do Governo da Madeira deu parecer favorável ao projeto de decreto do Presidente da República que determina o prolongamento do estado de emergência, devido à pandemia da covid-19, informou hoje o seu gabinete.

“O presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, deu parecer favorável à declaração do estado de emergência, na sequência de parecer solicitado pela Presidência da Assembleia da República ao pedido de autorização do Senhor Presidente da República para renovação da declaração do estado de emergência”, pode ler-se na informação divulgada pela presidência do executivo madeirense.

O gabinete do social-democrata Miguel Albuquerque, que é também membro do Conselho de Estado, adianta que a posição do Governo Regional (de coligação PSD/CDS) foi comunicada na quinta-feira à noite a Marcelo Rebelo de Sousa.

10h24 - Hungria registou 189 mortes em 24 horas, o maior número diário desde o início da pandemia

O país regista agora 5.513 óbitos, o que significa 571 mortes opor milhão de habitantes.

Foram ainda registados mais 6.212 novos casos de infeção por SARS-CoV-2, o que elevou o número total para 238.056.

Ontem, a Hungria registava a quarta maior taxa de mortalidade da União Europeia.

O Governo de Viktor Orban impôs um bloqueio parcial há três semanas, entre as medidas está o recolher obrigatório a partir das 20 horas e o encerramento de escolas secundárias.

10h14 - Biden vai pedir aos norte-americanos que usem máscara nos primeiros cem dias após assumir presidência

“Apenas 100 dias com máscara. E acho que teremos uma redução significativa” de novos casos de Covid-19, afirmou o Presidente eleito dos Estados Unidos em entrevista à CNN.

10h10 - Milhares de consultas, cirurgias e tratamentos adiados em França

Não foi só por cá que a emergência no combate à Covid-19 levou os serviços de saúde a dar prioridade ao novo coronavírus em detrimento de outras áreas. Em França, a Covid 19 também levou ao adiamento de milhares de consultas, cirurgias e tratamentos.

Para salvaguardar a saúde de muitos pacientes, restam os profissionais ao domicílio.

A correspondente da Antena 1 em Paris, Rosário Salgueiro, acompanhou o trabalho de uma destas enfermeiras, que vai a casa das pessoas, em tempo de pandemia.

9h55 - África com mais 334 mortes e mais 18.959 infetados em 24 horas

África registou 334 mortes devido à covid-19 e mais 18.959 novos casos de infeção nas últimas 24 horas, contabilizando agora 52.824 óbitos causados pelo novo coronavírus, segundo dados oficiais.

De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o continente africano conta agora com 2.215.216 casos de pessoas infetadas nos 55 membros da União Africana.

O número de recuperados nas últimas 24 horas foi de 29.328, para um total de 1.892.013.

9h40 - Jogos Olímpicos vão custar mais dois mil milhões de euros

Os organizadores dos Jogos Olímpicos de Tóquio anunciaram hoje que o acontecimento desportivo adiado para 2021 vai custar mais 2,1 mil milhões de euros do que estava previsto.

As olimpíadas de verão foram adiadas para o próximo ano devido à pandemia de SARS CoV-2.

De acordo com o comité organizador, os valores adicionais ficam a dever-se aos custos operacionais e ao impacto financeiro provocado pelas medidas necessárias a adotar contra o novo coronavírus, que vão ser instalados nos jogos.

Os Jogos Olímpicos Tóquio2020, que deverão contar com a participação de cerca de 11.000 atletas, vão realizar-se entre 23 de julho e 8 de agosto do próximo ano, depois de terem sido adiados devido à pandemia de covid-19.

9h22 - Eslovénia vai realizar testes em massa

O ministro da Saúde da Eslovénia anunciou que o país vai receber 100 mil kits de testes rápidos, na próxima semana.

“Devido ao grande aumento de casos diários, não podemos rastrear todos os seus contactos, e é por isso que os testes em massa fazem sentido”, afirmou Tomaz Gantar.

O governante revelou ainda que as medidas de restrição que estão em vigor desde meados de novembro – incluindo a proibição de reuniões públicas, encerramento de empresas e suspensão dos transportes públicos – vão ser prolongadas por mais uma semana.

O país de dois milhões de habitantes foi gravemente atingindo por uma segunda vaga de infeções por SARS-CoV-2. Quase 1600 pessoas morreram e foram confirmados mais de 80 mil casos.

9h10 - Prémio de desempenho para profissionais do SNS publicado em Diário da República

Foi publicado em Diário da República o Decreto-Lei que prevê a majoração dos dias de férias e a atribuição de um prémio de desempenho aos profissionais de saúde correspondente a 50 por cento da remuneração base.

O diploma vem estabelecer as condições de acesso aos benefícios daqueles que estiveram especialmente expostos ao risco de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, durante o período correspondente à primeira declaração do estado de emergência e suas renovações, de 19 de março a 2 de maio de 2020.

9h05 - Coreia do Sul reporta 629 novos casos, novo máximo diário em nove meses

Das 629 novas infeções, 463 foram registadas em Seul, onde vivem cerca de 226 milhões de pessoas, mais de metade da população do país.

8h54 - Reino Unido facilita medidas durante o Natal

O Reino Unido vai abrandar as restrições entre 23 e 27 de dezembro para permitir reuniões familiares.

8h42 - Hospital de Gaia abre nova Unidade de Cuidados Intensivos e recebe primeiros doentes

Já está a receber doentes, a nova Unidade de Cuidados Intensivos do Centro Hospitalar Gaia/Espinho. O novo UCI demorou três meses para ser construído mas agora as camas passam de 39 para 67.

O investimento de sete milhões de euros já estava previsto no plano de restruturação do hospital, mas as obras foram antecipadas para que este novo serviço ainda conseguisse ficar operacional a tempo da segunda vaga da pandemia.

A repórter Isabel Cunha visitou esta unidade de UCI novinha em folha, que quase permite duplicar a capacidade de acolhimento de doentes.

8h30 - Índia com mais de 500 mortos nas últimas 24 horas

A Índia registou 540 mortos devido à covid-19 e 36.596 infetados, nas últimas 24 horas, disseram hoje as autoridades.

O país, que tem mantido uma tendência decrescente no número de contágios, conta agora com 139.188 óbitos registados desde o início da pandemia.

Os novos casos estão a diminuir de forma consistente depois de terem atingido um pico em meados de setembro, quando rondavam os 100 mil por dia.

8h16 - Ministro alemão da Saúde diz que números na Alemanha estão muito altos

A Alemanha registou nas últimas 24 horas mais 23.449 novos casos e mais 432 vítimas mortais.

8h16 - Rússia com 27.403 novos casos e 569 mortes nas últimas 24 horas

8h15 - Itália impõe quarentena no Natal para turistas nacionais e estrangeiros

8h14 - Brasil chega aos 175 mil mortos após somar 755 óbitos em 24 horas

8h10 -  Proibição de circulação entre concelhos

A circulação entre concelhos no território continental está proibida entre as 23h00 de hoje e as 23h59 de terça-feira, com 10 exceções à medida prevista no estado de emergência, decretado devido à pandemia de Covid-19. Saiba mais aqui.

8h07 - Docentes alertam que pandemia está a prejudicar alunos e pedem mais meios. Saiba mais aqui.

8h05 - Hospital de Gaia abre nova Unidade de Cuidados Intensivos e recebe primeiros doentes

8h00 - Infarmed recomenda não utilização de máscaras do fabricante Shantou T&K Medical Art

A Autoridade Nacional do Medicamento recomendou hoje a não utilização das máscaras de uso clínico, do fabricante Shantou T&K Medical equipment factory Co, Lda, depois de terem sido proibidas por incumprimento dos requisitos estabelecidos pela União Europeia. Saiba mais aqui.

O essencial das últimas horas:

O plano português de vacinação contra a Covid-19 foi apresentado na tarde desta quinta-feira no Infarmed, em Lisboa, e está dividido em três fases. A vacina deverá chegar a Portugal no início de janeiro e os grupos prioritários incluem doentes com mais de 50 anos, profissionais e residentes em lares e profissionais de saúde e das forças armadas. 


Presidente da República anuncia renovação do estado de emergência até 7 de janeiro

Depois de ouvido o Governo, "que se pronunciou esta noite em sentido favorável", o Presidente da República enviou "à Assembleia da República, para autorização desta, o projeto de diploma renovando, pelo período de 15 dias, até 23 de dezembro, o estado de emergência para todo o território nacional, mas anunciando nova renovação até 7 de janeiro, permitindo ao Governo adotar medidas necessárias à contenção da propagação da doença Covid-19 e desde já anunciar medidas previstas para os períodos de Natal e Ano Novo", lê-se na página oficial da Presidência da República.

"Esta renovação habilitará o Governo a manter e tomar medidas que considere adequadas para combater a pandemia e continuar a atenuar os riscos de contágio", lê-se no projeto do decreto. "As apresentações dos peritos na reunião no Infarmed de 3 de dezembro indicaram que cerca de duas semanas após a declaração do Estado de Emergência, a 9 de novembro, se começou a verificar um menor índice de risco de transmissão efetiva da doença (Rt) e da taxa média de novos casos, em consequência da limitação dos contactos pessoais, resultantes direta e indiretamente das medidas tomadas", refere o documento.

"Face a estas perspetivas, é previsível que esta renovação se tenha de estender pelo menos por um período até 7 de janeiro, permitindo desde já ao Governo prever e anunciar as medidas a tomar durante os períodos de Natal e Ano Novo, tanto mais que a boa notícia da vacinação só começará a ter repercussão generalizada ao longo do ano de 2021", conclui o Presidente da República.

Este é o sexto diploma do estado de emergência de Marcelo Rebelo de Sousa no atual contexto de pandemia de covid-19, para vigorar entre 9 e 23 de dezembro, e será debatido e votado na sexta-feira na Assembleia da República.