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Covid-19. A situação ao minuto do novo coronavírus no país e no mundo

Reportagem

Covid-19. A situação ao minuto do novo coronavírus no país e no mundo

Acompanhamos aqui todos os desenvolvimentos sobre a propagação do SARS-CoV-2 à escala internacional.

RTP /

Leonardo Fernandez Viloria - Reuters

Mais atualizações



23h49 - Brasil volta a aproximar-se de 2.500 mortos em 24 horas

O Brasil voltou hoje a aproximar-se do registo de 2.500 mortos devido à covid-19 em 24 horas (2.408) e totaliza 465.199 óbitos desde o início da pandemia, informou o Ministério da Saúde brasileiro.

O número de óbitos quase triplicou face às 860 vítimas mortais registadas na segunda-feira. Contudo, as autoridades de saúde justificam essa discrepância com a falta de recursos humanos para processar os dados ao fim de semana, com os números a acabarem por ser consolidados às terças-feiras.

Em relação às infeções, o país sul-americano somou 78.926 novos casos nas últimas 24 horas, totalizando agora 16.624.480 diagnósticos de covid-19, de acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pela tutela da Saúde.

No momento em que especialistas preveem uma terceira vaga da pandemia no Brasil nas próximas semanas, a taxa de incidência da doença está em 221 mortes e 7.911 casos por 100 mil habitantes.

Já a taxa de letalidade está fixada em 2,8% há várias semanas consecutivas.

22h15 - Fenprof diz que esperava mais das medidas do Plano de Recuperação de Aprendizagens

A Federação Portuguesa dos Professores (Fenprof) considera que as medidas anunciadas para o plano para a recuperação das aprendizagens afetadas durante a pandemia da covid-19 ficaram "aquém das expectativas" e espera ser ouvida pela tutela sobre o tema.

"O ministro da Educação apresentou hoje o designado plano para a recuperação de aprendizagens. Fê-lo de uma forma apressada e pouco explícita, deixando transparecer que a muita parra poderá corresponder pouca uva", escreve a organização sindical em comunicado.

O "Plano 21|23 Escola +" foi apresentado hoje pelo Governo, mas segundo o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, o próximo passo da tutela é ouvir os parceiros antes da aprovação do documento final.

É precisamente essa audição que a Fenprof espera, afirmando que para já, e ainda sem conhecer a totalidade do documento, o plano parece "pouco claro" e as medidas que foram apresentadas "aquém das expectativas".

"O que ouvimos hoje foi o enunciar de um conjunto de intenções de que resultarão algumas medidas que, no entanto, não ficaram claras e serão limitadas no tempo, aplicando-se, apenas, nos próximos dois anos letivos", lamentam os representantes dos professores.

A expectativa da Fenprof era, por outro lado, a implementação de "medidas de fundo para um problema que não é conjuntural, nem foi criado pela pandemia".

21h25 - Líder do CDS-PP defende santos populares "a uma escala reduzida"

Francisco Rodrigues dos Santos criticou a "dualidade de critérios" do Governo, em que "os ingleses podem tudo, e defendeu que os festejos dos santos populares decorram "em segurança" e numa "escala reduzida".

"Este Governo tem urgentemente de encontrar formas para que o país possa conviver socialmente com o vírus em circunstâncias de segurança e que respeitem a saúde pública", defendeu o líder centrista, considerando que o executivo "não pode continuar arbitrariamente a proibir os portugueses e a impedir o regresso às vidas normais".

Francisco Rodrigues dos Santos falava na abertura do Conselho Nacional do CDS-PP, órgão máximo entre congressos, que está reunido por videoconferência.

"O que se exige a este Governo é que consiga desenhar um quadro de organização destes eventos em segurança, a uma escala reduzida, que permita aos portugueses cumprir responsavelmente as suas festividades porque os portugueses demonstraram até aqui que são exemplares a cumprir as instruções do Governo quando o Governo sabe comunicar, não entra em incoerências nem em dualidade de critérios, sublinhou na intervenção que fez a partir da sede nacional do CDS-PP, em Lisboa, perante a comunicação social.

21h08 - Dia Mundial da Criança marcado pelo desconfinamento

As crianças passaram mais de um ano a lidar com problemas de adultos e aprenderam a viver com o novo vírus. Com o desconfinamento, aproveitam agora para fazer o que mais gostam: brincar ao ar livre no dia mundial da criança.
21h05 - Organização Mundial de Saúde aprova vacina chinesa da Sinovac
20h52 - A médica Nise Yamaguchi negou hoje à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado brasileiro ser a autora de uma minuta de decreto que pretendia incluir na bula da cloroquina a indicação para o tratamento contra a covid-19.

"Não minutei nenhuma mudança de bula", disse a médica, contrariando o que relataram o ex-ministro da saúde brasileiro Luiz Henrique Mandetta e o presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres.

Ambos disseram, na condição de testemunha desta investigação parlamentar que apura erros e alegas omissões na resposta dada pelo Governo brasileiro à pandemia, que ela teria, numa reunião governamental em abril do ano passado, defendido uma mudança por decreto para alterar a bula da cloroquina e incluir a sua indicação para o tratamento da covid-19.

"Não houve nenhuma tentativa de decreto de mudança de bula nessa ocasião", afirmou Nise Yamaguchi, que acrescentou que a alegada minuta não procurava alterar a bula do remédio, mas tratava da possibilidade de os médicos receitarem a substância à população.

Em outros momentos, a médica negou saber quem fez o rascunho do decreto e caiu em contradição ao ser questionada pelos senadores.

Defensora do uso da cloroquina e da hidroxicloroquina como forma de tratamento ao vírus SARS-CoV-2, que provoca a covid-19, Nise Yamaguchi também negou fazer parte de um grupo paralelo que supostamente aconselhava as ações do Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, no combate à pandemia.

A médica negou ter amizade com o chefe de Estado brasileiro embora tenha feito comentários em sentido oposto durante entrevistas concedidas aos 'media' locais e até mesmo diante dos senadores da CPI.

20h47 - A Madeira registou hoje nove novos casos de covid-19 e 16 recuperados, anunciou a Direção Regional da Saúde (DRS), referindo que a região contabiliza agora um total de 171 casos de infeção ativos.

20h45 - Cabo Verde registou mais 84 infetados com o novo coronavírus nas últimas 24 horas, elevando para 30.523 o acumulado de casos desde 19 de março de 2020.

20h39 - Esquerda mostra-se céptica sobre Plano de Recuperação de Aprendizagens

O Bloco de Esquerda critica o plano de recuperação de aprendizagens. Já o PCP diz que não adianta falar em pobreza ou insucesso escolar sem alterar a legislação laboral.
20h37 - Governo promete apoiar recuperação de aprendizagens adiadas na pandemia

O Governo vai investir mais de 900 milhões de euros em dois anos, num Plano de Recuperação de Aprendizagens nas escolas. A ideia é reforçar conhecimentos perdidos durante a pandemia. O plano foi apresentado numa escola da Amadora hoje dia mundial da criança.
20h26 - Odemira. Afinal não vai haver requisição civil de complexo turístico

Foi afastada requisição civil sobre empreendimento turístico Zmar, em Odemira. O Governo chegou a acordo com a massa insolvente. O Estado assegura a disponibilidade de 34 casas, pelas quais vai pagar 100 euros por dia.
20h25 - Rui Rio: festejos da Champions e explicações do Governo são uma "vergonha"

O presidente do PSD aproveitou para dizer que ficou insatisfeito com as explicações dadas pelo primeiro-ministro sobre os festejos da Liga dos Campeões, no Porto. Falou em "vergonha", escreveu que Governo e Câmara do Porto deveriam pedir "desculpa" aos portugueses.

Rui Rio diz que é preferível "fazer agora o sacrifício" de não ter festas populares. Ouviu as explicações do primeiro-ministro e mantém críticas aguçadas.
20h22 - Lisboa e Vale do Tejo com mais de metade das infeções de Portugal

Portugal regista hoje 445 novos casos de infeção. Lisboa e Vale do Tejo concentra 56 por cento deste número. Assim, 249 dos novos casos são na Região de Lisboa. E esta concentração de novas infecções em Lisboa já acontece há algum tempo.
20h20 - Jovens adultos começam a ser vacinados no início de agosto
20h18 - Três zonas de diversão previstas para a noite de S. João no Porto
20h07 - Covid. 19% da população portuguesa tem a vacinação completa
19h57 - A Guiné-Bissau registou mais quatro casos de infeção pelo novo coronavírus para um total acumulado de 3.770, segundo dados divulgados pelo Alto-Comissariado para a Covid-19.

19h45 - Crise pandémica aumenta pobreza

A crise provocada pela pandemia da covid-19 aumentou a pobreza e as desigualdades no mundo e colocou em evidência a importância da cooperação para o desenvolvimento, disse hoje o diretor de Cooperação para o Desenvolvimento da OCDE.

"A crise provocada pela pandemia de covid-19 colocou em maior evidência a importância da cooperação para o desenvolvimento", defendeu Jorge Moreira da Silva, diretor de Cooperação para o Desenvolvimento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), durante um seminário 'online'.

"Se todos sabemos que a pobreza e as desigualdades são o centro das preocupações das políticas de ajuda ao desenvolvimento, então com esta pandemia fica mais claro que sem mais cooperação, não conseguiremos sair desta crise", afirmou.

Moreira da Silva fez estas declarações no seminário "América Latina na nova política de Cooperação da UE: Desenvolvimento em transição", promovido pela Casa da América Latina e a Fundación Euroamérica, em colaboração com a Comissão Europeia.

Para Moreira da Silva, os países mais pobres e vulneráveis já estavam a ser afetados nos últimos anos pela crise de refugiados, pela crise económica e pelas alterações climáticas.

"Esta crise aumentou a pobreza. Cem milhões de pessoas foram atiradas para a pobreza extrema em 2020. Esta crise aumentou as desigualdades, basta ver que 55% da população mundial não tem qualquer proteção social" referiu.

Para Moreira da Silva, a crise provocada pela pandemia aumentou as desigualdades entre países e dentro dos próprios países.

"Esta crise veio evidenciar a importância da cooperação para o desenvolvimento do ponto de vista financeiro", sublinhou.

Moreira Silva declarou que, ao conhecer este cenário de crise que se vive, é preciso apostar em três planos para ajudar os países mais vulneráveis: reforço do multilateralismo, acesso equitativo a vacinas e reconstrução dos países -- ajudando a resolver as desigualdades e a minimizar as alterações climáticas.

19h08 - Angola reporta mais seis mortos e 201 novos casos positivos

Angola registou seis novas mortes associadas à covid-19, totalizando 772 óbitos, 201 novos casos positivos e 111 pacientes recuperados, nas últimas 24 horas, anunciaram hoje as autoridades sanitárias.

18h55 - Vacinação para maiores de 20 anos começa em agosto

As pessoas com mais de 20 anos vão começar a ser vacinadas contra a covid-10 em agosto, avançou hoje o coordenador da `Task Force` para o plano de vacinação contra a covid-19.

"Vamos acabar a vacinação das pessoas acima de 30 anos entre fim de julho e início de agosto e nessa altura vão começar a vacinar-se as pessoas com 20 anos", disse Henrique Gouveia e Melo aos jornalistas à margem do evento eHealth Summit.

18h43 - GAVI espera conseguir mais de 8,3 mil milhões de dólares para vacinas

A Aliança Global das Vacinas (GAVI) espera conseguir ultrapassar na quarta-feira 8,3 mil milhões de dólares em contribuições acumuladas para o mecanismo de partilha de vacinas contra a covid-19, disse à Lusa o seu presidente, Durão Barroso.

Durão Barroso será, juntamente com o primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, coanfitrião de uma cimeira organizada pela GAVI para recolher "as ajudas necessárias para conseguir vacinar 1.800 milhões de pessoas nos países mais vulneráveis".

"Espero que, com as contribuições que hoje serão anunciadas, ultrapassemos mesmo, em valores acumulados, o montante de 8.300 milhões de dólares", afirmou o presidente da GAVI em declarações enviadas à agência Lusa.

O ex-primeiro-ministro de Portugal e ex-presidente da Comissão Europeia salientou que "para além das vacinas propriamente ditas, há também que financiar a sua distribuição, o que em algumas geografias e contextos de guerra ou conflito, é especialmente difícil".

18h30 - Cerca de 63 mil jovens entre os 16 e 24 anos já foram vacinados em Portugal

Cerca de 63 mil jovens com idades entre os 16 e os 24 anos já foram vacinados contra a covid-19 em Portugal, onde 19% da população já está imunizada com as duas doses, revelam dados da DGS hoje divulgados.

Segundo os dados do relatório semanal da vacinação da DGS, foram vacinados 1.099 jovens entre os 16 e os 17 anos com a primeira dose e 323 têm a vacinação completa.

"A classe de pessoas com idade inferior a 18 anos contempla jovens entre os 16 e os 17 anos que têm indicação de vacinação segundo a Norma 2/2021 da DGS e a quem foi administrada vacina Comirnaty (Pfizer-BioNTech)", refere a DGS.

Segundo a DGS, a vacinação por faixas etárias decrescentes, até aos 16 anos, e de pessoas com 16 ou mais anos, aplica-se a quem tenham doenças com risco acrescido de covid-19 grave ou morte, como a diabetes, obesidade grave, doença oncológica ativa, transplantação e imunossupressão, doenças neurológicas graves e doenças mentais.

17h51 - Espanha regista 4.388 novos casos e 30 mortes nas últimas 24 horas

A Espanha registou 4.388 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, elevando para 3.682.778 o total de infetados até agora, segundo avançou hoje o Ministério da Saúde espanhol.

Os serviços sanitários também notificaram mais 30 mortes atribuídas à pandemia desde segunda-feira, um número que continua a descer de forma significativa depois dos 48 registadas durante o fim de semana, passando o total de óbitos para 79.983.

17h42 - Itália regista 2.483 novos casos e ultrapassa 12 milhões de imunizados

A Itália registou 2.483 novas infeções de covid-19 e 93 mortes nas últimas 24 horas, divulgou hoje o Ministério da Saúde italiano, acrescentando que a campanha de vacinação já imunizou totalmente 12,1 milhões de pessoas.

Desde que a pandemia começou no país, em fevereiro de 2020, um total de 126.221 pessoas morreram e 4.220.304 foram contagiadas no país.

Enquanto isso, a campanha de vacinação avança e já foram injetadas 35.131.484 doses para imunizar 12.169.081 pessoas, ou seja, 20,54% da população do país.

17h32 - Moçambique com 55 novos casos e sem mortes pelo quarto dia consecutivo

16h45 - Reino Unido regista zero mortes pela primeira vez desde início da pandemia

O Reino Unido registou zero mortes por covid-19 nas últimas 24 horas pela primeira vez desde o início da pandemia, mas o número de novos casos continua acima de 3.000, de acordo com os últimos dados do Governo britânico.

Os valores relativos aos óbitos ocorridos durante o fim de semana, que foi prolongado por causa do feriado de segunda-feira, são recorrentemente mais baixos devido ao atraso no processamento e adicionados aos totais dos dias seguintes.

Nos últimos sete dias, entre 26 de maio e hoje, a média diária foi de seis mortes e 4.441 casos, o que corresponde a uma descida de 10,4% no número de mortes, mas uma subida de 31,9% no número de novos infetados relativamente aos sete dias anteriores.

A recente subida no número de casos é atribuída à variante B1.617.2, identificada pela primeira vez na Índia, denominada pela Organização Mundial de Saúde como variante Delta.

16h30 - OMS aprova vacina chinesa da Sinovac Biotech

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou esta terça-feira a vacina contra a Covid-19 da Sinovac Biotech. Esta é a segunda vacina produzida na China a receber luz verde por parte da OMS para uso emergencial.

Esta vacina é recomendada para maiores de 18 anos.

No início de maio, a OMS autorizou também o uso da vacina chinesa da Sinopharm.

16h17 - Portugal já administrou mais de cinco milhões de doses de vacinas

Foram já administradas em Portugal 5.736.820 doses de vacinas contra a Covid-19.

Segundo o relatório de vacinação divulgado pela Direção-Geral da Saúde (DGS), 3.757.395 portugueses já receberam pelo menos uma dose da vacina, o que corresponde a 37 por cento da população portuguesa.

Por sua vez, cerca de dois milhões de portugueses (1.979.425) estão já totalmente imunizados, isto é, 19 por cento da população já recebeu as duas doses. 

Em relação à vacinação por faixas etárias, 96 por cento da população com mais de 80 anos já recebeu a primeira dose e 91 por cento está totalmente imunizada. Na faixa dos 65 aos 79 anos, 93 por cento foi vacinado com uma dose e 42 por cento tem já as duas doses administradas.

Apenas 18 por cento da população com idades entre os 50 e 64 tem a vacinação completa, enquanto 52 por cento já recebeu a primeira dose.

Na faixa dos 25 aos 49 anos, 14 por cento já recebeu uma dose e apenas nove por cento tem a vacinação completa. Entre as pessoas com idades entre os 18 e 24 anos, cinco por cento já receberam a primeira dose e três por cento estáo totalmente imunizadas.

15h23 - Surto na região de Cantão na China leva autoridades a medidas drásticas

Um surto de Covid-19 na região de Cantão, na China, levou as autoridades a tomarem medidas drásticas para conter os contágios. Tudo por causa de um único caso.
O treinador português Alexandre Castro foi apanhado de surpresa pelas decisões. Foi impedido de sair do edifício onde vive desde sexta-feira, mesmo que seja para comprar comida.

15h11 - Índia tenciona mais do que triplicar vacinações diárias

A Índia tem atualmente pouco mais de três milhões de vacinas disponíveis por dia, mas o Governo anunciou esta terça-feira que ambiciona ter até dez milhões de doses disponíveis por dia em julho e agosto.

A Índia é um dos maiores produtores de vacinas a nível mundial, mas o programa de vacinação está a decorrer lentamente, principalmente devido à escassez de vacinas.

Segundo o Ministério da Saúde da Índia, 45 milhões de pessoas estão já totalmente imunizadas, o que corresponde a apenas 4,7 por cento da população adulta.

O segundo país mais populoso do mundo foi duramente atingido por uma segunda vaga de infeções, que só agora está a diminuir. Esta terça-feira, a Índia reportou o menor aumento diário de novas infecções em mais de um mês, com 127.510 novos casos, enquanto as mortes aumentaram em 2.795, o menor aumento diário desde 27 de abril.

Os especialitas em saúde defendem que a única maneira de evitar outro surto é a vacinação em massa dos 1,3 mil milhões de habitantes. "Não temos dúvidas de que seremos capazes de aumentar o ritmo das vacinações, assim que o fornecimento aumentar", afirmou o porta-voz do Governo, V K Paul.

14h32 - Pandemia já matou 3.551.488 pessoas em todo o mundo

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 3.551.488 mortos no mundo desde o anúncio feito pela Organização Mundial de Saúde sobre o surgimento da doença, na China, em dezembro de 2019, indica um balanço da agência noticiosa AFP.

Na segunda-feira, foram registados no mundo 8.264 novas mortes e 386.023 novos casos. Os países que registaram mais óbitos nos seus últimos balanços foram a Índia, com 2.795 novos mortos, o Brasil (806) e a Argentina (637).

Os Estados Unidos permanecem o país mais atingido em número de mortos e de casos, com 594.568 óbitos por 33.264.429 casos recenseados, segundo os dados da universidade Johns Hopkins.

Após os Estados Unidos, os países mais atingidos são o Brasil, com 462.791 mortos e 16.545.554 casos, a Índia, com 331.895 mortos (28.175.044 casos), o México, com 223.568 mortos (2.413.742 casos), e o Reino Unido, com 127.782 mortos (4.487.339 casos).

14h05 - Portugal sem registo de mortes e com mais 445 infeções

O último boletim epidemiológico da Direção-Geral de Saúde reporta mais 445 casos confirmados de infeção em Portugal, sem registo de qualquer óbito associado à Covid-19.

Lisboa e Vale do Tejo continua a ser a região mais afetada, com 55 por cento dos novos casos (249). Segue-se a região norte, com 114 novas infeções, o centro com 42, o Alentejo com 13 e o Algarve com 12 novos casos. Foram ainda registados mais 12 casos nos Açores e três na Madeira.

Os internamentos voltaram a registar uma descida, com menos 15 doentes em enfermaria (268 no total) e menos dois em unidades de cuidados intensivos (50 no total).

Esta terça-feira há ainda a reportar mais 678 recuperados, para um total de 809.813. Portugal tem neste momento 22.700 casos ativos (menos 233 do que no dia anterior) e 24.489 contactos em vigilância (mais 363 do que na véspera).

Desde que foi detetado o primeiro caso de infeção por Covid-19 em Portugal, foram já confirmadas 849.538 infeções e 17.025 mortes.

13h58 - Liga dos Campeões. "Maior parte das coisas correu bem", diz Graça Freitas

Graça Freitas admite que turistas e adeptos não cumpriram as regras, mas afirma que isso não dá o direito aos portugueses de passarem a não cumprir.


13h48 - Centro Europeu recomenda cautela na vacinaçao de adolescentes

O Centro Europeu de Controlo de Doenças disse esta terça-feira que os países devem "considerar cuidadosamente a situação epidemiológica e do processo de vacinação em grupos etários mais velhos" antes de alargarem a vacinação a adolescentes.

O CEDC diz que é expectável uma "relação risco-benefício individual" reduzida em adolescentes.

"O benefício para a população em geral da vacinação de adolescentes será proporcional à transmissão do [coronavírus] SARS-CoV-2 dentro e a partir deste grupo etário", indica o CEDC.

Caso se opte por alargar a vacinação aos mais jovens, a prioridade deverá ser "os que estão em maior risco de formas graves de Covid-19", defende o CEDC

13h29 - Porto recebe o S. João em três zonas de divertimento

13h22 - Lisboa não festeja Santos Populares pelo segundo ano consecutivo

13h10 - Açores com 19 novos casos e 31 recuperações

Os Açores registaram nas últimas 24 horas 19 novos casos de covid-19, todos na ilha de São Miguel, a par de 31 recuperações, anunciou hoje a Autoridade Regional de Saúde.

12h58 - Rio considera que confusão no Porto pôs em risco sacrifício dos portugueses

Para Rui Rio, o que se passou no Porto com os adeptos ingleses, na final da Liga dos Campeões, foi algo que nunca deveria ter acontecido.
No que toca aos Santos Populares, tanto o Governo como a Câmara Municipal do Porto não deveriam criar condições que "atraíssem as pessoas para a rua" em aglomerado, acrescentou o líder do PSD.

12h26 - Número de pessoas a aguardar autoagendamento das vacinas passou de 60 mil para quatro mil

O vice-almirante Gouveia e Melo, responsável pela task-force da vacinação, adiantou esta terça-feira que o número de pessoas a aguardar a vacinação após agendamento é atualmente de quatro mil. Na segunda-feira, o número de pessoas em lista de espera era de 60 mil.

O responsável pela task-force explica estes atrasos com a “capacidade limitada” de vacinação. “As pessoas quando se autoagendaram esgotaram essa capacidade, portanto depois temos de esperar mais uma semana para abrir novas vagas e agendar as pessoas que ficaram em lista de espera”, explicou Gouveia e Melo.

Relativamente à vacinação das pessoas a partir dos 40 anos de idade, cujo início está previsto para a próxima semana, Gouveia e Melo explica que serão primeiro chamadas por agendamento local e cerca de uma semana depois irá abrir o agendamento online para essas faixas.

O vice-almirante defende que as pessoas acima dos 30 anos estarão vacinadas entre fim de julho e início de agosto e nessa altura começarão a ser vacinadas as pessoas com menos de 30 anos.

“É natural que no início de agosto estejamos a vacinar já pessoas na faixa etária dos 20 aos 30 anos”, afirmou Gouveia e Melo.

12h15 - Sete Estados-membros já emitem certificados digitais para viajar

Sete Estados-membros da União Europeia (UE) já começaram a emitir certificados digitais covid, um mês antes da data para a entrada em funcionamento do portal que permite a livre circulação de pessoas, sob condições.

A Bulgária, República Checa, Dinamarca, Alemanha, Grécia, Croácia e Polónia já concluíram os testes técnicos do portal e começaram a emitir e a utilizar os certificados digitais covid da UE, que atestam se um cidadão está vacinado, imunizado após ter contraído a covid-19 ou tem um teste negativo para o vírus.

Estes sete Estados membros ligaram-se hoje ao portal, tendo este sido já testado, com bons resultados, num total de 22 países.

11h59 - Câmara de Lisboa decide que não há arraiais populares este ano

A Câmara de Lisboa não vai autorizar a realização de arraiais populares este ano devido à pandemia de covid-19, anunciou hoje o presidente do município, Fernando Medina, apelando para que os cidadãos compreendam a situação e evitem aglomerações.

“Infelizmente, este ano não vamos poder ter arraiais, não vamos poder ter as comemorações do Santo António com arraiais, dada a situação que vivemos”, disse Fernando Medina (PS), acrescentando: “É a decisão sensata, é a decisão avisada nesta fase da pandemia em que são precisos ainda cuidados, são precisos alertas”.

Em declarações à agência Lusa, o autarca de Lisboa indicou que, tal como no ano passado, os arraiais “não vão ser licenciadas nem pela Câmara nem por Juntas de Freguesia e, por isso, a fiscalização cabe às autoridades, quer à Polícia Municipal, quer à Polícia de Segurança Pública (PSP)”.

“Infelizmente, já antecipávamos este cenário, por isso já tínhamos anunciado que não iríamos ter as marchas este ano e que os festejos não se iriam realizar, isso é óbvio. Isto agora estende-se a toda a noite de Santo António, na noite do dia 12 [de junho], os arraiais tão típicos desta altura não vão acontecer e, por isso, teremos que, infelizmente, aguardar mais um ano para podermos de novo celebrar o Santo António com a alegria que a cidade gosta de o fazer”, declarou o presidente da Câmara Municipal de Lisboa.

11h53 - Portugal é o primeiro país a disponibilizar o Selo Europeu de Segurança Covid-19

A partir desta terça-feira, Portugal passa a disponibilizar o selo europeu de segurança de Covid-19, sendo o primeiro país a fazê-lo.

O “European Tourism COVID-19 Safety Seal” foi criado pelo Comité Europeu de Normalização em parceria com a Comissão Europeia com o objetivo de criar um rótulo para a confiança dos turistas internacionais. Este é um selo opcional e, à semelhança do que sucede com o Selo Clean & Safe, só pode ser exibido por empresas e atividades da cadeia de valor do Turismo que garantam o cumprimento das medidas sanitárias e de segurança identificadas pelas autoridades de Saúde para evitar a disseminação da COVID-19.

Em comunicado, o gabinete do Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital explica que os aderentes do selo Clean & Safe passam, automaticamente, a poder utilizar a identidade visual do “European Tourism COVID-19 Safety Seal”.

Para a Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, “este é mais um importante passo que reforça a imagem de Portugal no exterior, colocando-nos mais uma vez na liderança quanto à implementação dos procedimentos necessários para a retoma segura e responsável da atividade turística em Portugal e na Europa”. “Aliando o processo de vacinação com o rigoroso cumprimento das regras, continuaremos a concretizar as condições para receber os melhores turistas”, acrescentou.

11h06 - Quatro grandes organizações internacionais pedem equidade nas vacinas

Quatro grandes organizações internacionais apelam hoje aos líderes mundiais para que assumam "um novo compromisso" no sentido de uma distribuição mais equitativa das vacinas contra a covid-19 no mundo, para que o planeta consiga vencer a pandemia.

O apelo comum, publicado hoje no diário norte-americano Washington Post e subscrito pelos líderes da Organização Mundial da Saúde (OMS), da Organização Mundial do Comércio (OMC), do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, alerta que as desigualdades facilitam o aparecimento de variantes do coronavírus, que por sua vez provocam novas vagas da pandemia nos países em desenvolvimento.

Segundo os especialistas, as desigualdades vacinais entre países ricos e pobres complicam e prolongam a pandemia, que já matou mais de 3,5 milhões de pessoas no mundo.

"É já abundantemente claro que não haverá uma recuperação vasta da pandemia de covid-19 sem que se ponha fim à crise sanitária. O acesso à vacinação é a chave para ambos", escrevem os quatro responsáveis.

"Acabar com a pandemia é possível - e requer uma ação global agora", sublinham a diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, o presidente do Banco Mundial, David Malpas, e a diretora geral da OMC, Ngozi Okonjo-Iweala.

Nas vésperas da cimeira do G7, que decorre no Reino Unido este mês, os quatro responsáveis pedem aos líderes mundiais que acordem "uma estratégia mais bem coordenada, apoiada em novos financiamentos, para vacinar o planeta", e que aceitem investir 50 mil milhões de dólares num plano anti-pandemia já apresentado pelo FMI.

10h52 - Revisão de números no Peru mais do que duplica mortes

O balanço de óbitos associados à Covid-19 no Peru mais do que duplicou nas últimas horas, na sequência de uma revisão da contagem.

O número oficial de mortes é agora superior a 180 mil, contra os anteriores 69.342.

Segundo a primeira-ministra peruana, Violeta Bermúdez, esta balanço foi corrigido com base em recomendações de peritos do país e estangeiros.

10h13 - Alemanha revê nível de risco de Covid-19

O Instituto Robert Koch prepara-se para reduzir o denominado nível de risco de Covid-19 de "muito elevado" para "elevado".

"Temos bases para estar otimistas", afirmou o ministro alemão da Saúde, Jens Spahn, durante uma conferência de imprensa ao lado do presidente do instituto, Lothar Wieler.

10h05 - Rússia retoma ligações aéreas com a Grã-Bretanha

As autoridades russas anunciaram a reativação, a partir de quarta-feira, das ligações aéreas ao território britânico e a outros países que haviam sido interrompidas por causa da pandemia.

Além da Grã-Bretanha, serão retomadas, a partir de 10 de junho, as ligações entre a Rússia e Áustria, Hungria, Líbano, Luxemburgo, Croácia, Maurícias e Marrocos.

Já os voos para a Turquia, um dos maiores destinos turísticos dos russos, vão permanecer suspensos até 21 de junho.

9h55 - Timor-Leste reporta 167 novos casos

O número de casos da Covid-19 aumentou ligeiramente nas últimas 24 horas, com as autoridades timorenses a registarem 167 pessoas infetadas - a quase totalidade em Díli.

Em comunicado, o Centro Integrado de Gestão de Crise explica que se registaram 161 casos em Díli, quatro em Bobonaro e um cada em Covalima e Viqueque.

9h30 - Arranca a época balnear nos Açores. Sem coimas

Tem hoje início a época balnear nos Açores, em 32 zonas. Está a ser ultimado um manual de utilização destes espaços no contexto da pandemia que não prevê coimas, mas alerta para a responsabilização dos utentes.

Nos Açores, as datas de início e de fim da época balnear, assim como a duração, variam de concelho para concelho e podem até ser distintas no mesmo município.

Em declarações à Lusa, o diretor regional dos Assuntos do Mar, Pedro Manuel Mendonça das Neves, adiantou que as primeiras zonas balneares a abrirem ao público situam-se nos concelhos de Ponta Delgada e Povoação, na ilha de São Miguel, concelhos das Lajes e da Madalena, na ilha do Pico, concelho da Calheta, em São Jorge, e concelho da Praia da Vitória, na ilha Terceira.

Ainda segundo Pedro Neves, a "abertura oficial das praias acontece de 1 de junho a 3 de julho, enquanto que o encerramento acontece de 31 de agosto a 30 de setembro, com exceção do Ilhéu de Vila Franca do Campo (São Miguel) cujo fecho aos visitantes termina a 14 de outubro".

8h45 - Vacinas. Arquivado inquérito sobre incidentes entre PSP e GNR

O inquérito desencadeado pelo ministro da Administração Interna sobre os incidentes com a PSP e GNR no acompanhamento de vacinas, em Évora, acabou arquivado por "não haver matéria disciplinar". Mas com uma recomendação às forças de segurança.

Em causa está um incidente nos primeiros dias do programa de vacinação sobre quem devia escoltar o transporte de vacinas no distrito de Évora.

Em declarações à rádio TSF, a Inspetora-Geral da Administração Interna, Anabela Cabral Ferreira, adiantou que a Inspeção-Geral da Administração Interna acabou por concluir "não haver matéria disciplinar", apesar de se ter identificado "a necessidade de reforçar e densificar o dever legal de cooperação existente entre forças de segurança".

8h40 - CONFAP diz que apoio para recuperação de aprendizagens é insuficiente

O Governo apresenta hoje o Plano de Recuperação de Aprendizagens. Vai incluir medidas para minimizar os estragos provocados pela pandemia de Covid-19 no processo de ensino e na evolução dos alunos, durante este último ano letivo.
A Confederação Nacional de Associações de Pais reconhece que muitas escolas reforçaram o apoio disponibilizado aos estudantes, mas diz também que esse apoio não é suficiente.

8h22 - Alemanha reporta mais de 1780 novos casos

O número de infeções pelo SARS-CoV-2 na Alemanha aumentou, nas últimas 24 horas, em 1785, para um total de 3.682.911 desde o início da pandemia.

Os dados do Instituto Robert Koch referem mais 153 mortes associadas à Covid-19, para um total acumulado de 88.595.

7h50 - Tribunal australiano mantém proibição de saídas

Um tribunal australiano negou um pedido para suspender a ordem do Governo, de março de 2020, de proibir as saídas do país, em resposta à pandemia.

No quadro da Lei de Biossegurança de 2015, o Governo australiano proibiu a saída do país de qualquer cidadão ou residente permanente e impôs a suspensão de quaisquer rotas aéreas internacionais, com exceções em casos humanitários, laborais ou de interesse nacional.

A decisão do tribunal surgiu depois de o think tank de direita Libertyworks ter denunciado a medida, que considerou "inválida por incompatibilidade com a (lei) ou por falta de autoridade na mesma".

7h46 - Recuperação de aprendizagens

O Governo apresenta hoje as medidas do plano de recuperação das aprendizagens perdidas pelos alunos do ensino obrigatório por causa da pandemia, que obrigou a aulas à distância e ao confinamento dos estudantes.

O Plano de Recuperação de Aprendizagens resulta da auscultação de vários intervenientes, entre os quais uma equipa de especialistas, e deverá ser aplicado nos dois próximos anos.

A criação do grupo de trabalho foi anunciada em finais de março pelo secretário de estado Adjunto e da Educação, João Costa, no mesmo dia em que foram divulgados os resultados de um estudo diagnóstico sobre o impacto do primeiro confinamento nas aprendizagens: mais de metade dos alunos não conseguiram atingir os níveis esperados em conhecimentos elementares a Leitura, Matemática e Ciências, de acordo com as provas realizadas pelo Instituto de Avaliação Educativa a mais de 23 mil estudantes dos 3.º, 6.º e 9.º anos de escolaridade.

7h37 - Estados Unidos com mais 135 mortos e 5725 casos

Os Estados Unidos registaram 135 mortes associadas à Covid-19 e 5725 casos da doença em 24 horas, indica a contagem independente da Universidade Johns Hopkins.

Desde o início da pandemia, os EUA reportaram 594.565 óbitos e 33.264.272 infeções, sendo o país com mais mortes e mais infeções no mundo.

7h25 - Índia com mais 2795 mortos

A Índia reporta 2795 mortes associadas à Covid-19 e 127.510 casos da doença nas últimas 24 horas.

Esta é a primeira vez em 34 dias que o número de óbitos diários é inferior a três mil, ao passo que o número de infeções diárias é o mais baixo dos últimos 54 dias.

Desde o início da pandemia, a Índia registou mais de 331 mil mortos e 28,1 milhões de infeções. É o segundo país do mundo com mais casos acumulados, depois dos Estados Unidos, e o terceiro em número de óbitos, a seguir a Estados Unidos e Brasil.

A Índia já administrou 213 milhões de doses de vacinas, um número ainda insuficiente para 1350 milhões de habitantes.

7h11 - Ponto de situação

Foram feitos mais de cinco mil testes à Covid-19 no contexto da final da Liga dos Campeões.
A diretora-geral da Saúde revela ainda que só foram encontrados dois casos positivos.Graça Freitas pede a quem esteve nos festejos para ter mais cuidados e fazer teste.


O primeiro-ministro admite que a final da Liga dos Campeões, no Porto, não correu bem. António Costa diz que o caso tem de servir de lição.

O governante afirma que a falta de respeito pelas regras de saúde está relacionada com a vinda espontânea de turistas.
Por sua vez, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defende que o equilíbrio entre saúde e economia não se resolve com fundamentalismos.
A RTP apurou que a prioridade da PSP no Porto era a manutenção da ordem pública e não a vigilância das regras da DGS.
A ministra da Saúde avisa que o aconteceu na Champions não pode servir de álibi para não se cumprirem as regras sanitárias.
Câmara do Porto autoriza festas de São João em três locais
A autarquia informa que vão ser criadas três zonas de diversão.

Os festejos só estão autorizados entre as 12h00 e as 22h30. E não haverá fogo de artifício ou concertos na Avenida dos Aliados.

O presidente da Câmara do Porto admite não saber como é que as pessoas se vão comportar e diz que esse trabalho é responsabilidade da polícia.
Em Lisboa
Ainda não se sabe se este ano vai haver arraiais em Lisboa.
Mas a RTP apurou que a Câmara deverá autorizar os grelhadores à porta dos restaurantes.
Autoagendamento
Cerca de 60 mil pessoas estão ainda à espera de data para tomar a vacina contra a Covid-19. Isto depois de terem feito o autoagendamento.

Na origem do atraso na resposta, está a grande afluência registada no final da semana passada. Quando o portal foi aberto a maiores de 50 anos, na passada quinta-feira, houve 100 mil inscrições.
O coordenador do plano de vacinação admite estes atrasos, mas garante que o problema vai ficar resolvido em três dias.

O vice-almirante Gouveia e Melo garante que as pessoas que fizeram o autoagendamento vão saber a data da vacinação ainda esta semana.
O quadro em Portugal
Em 24 horas, morreram mais duas pessoas, segundo o mais recente boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, divulgado ao início da tarde de segunda-feira.

Havia ontem registo de mais 435 casos confirmados de infeção.

Estavam interndas mais 12 pessoas, para um total de 283. Nos cuidados intensivos permaneciam 52.
O quadro internacional
A pandemia da Covid-19 provocou pelo menos 3.543.125 mortes, resultantes de mais de 170,2 milhões de casos de infeção, de acordo com o balanço em permanente atualização por parte da agência France Presse.

A Comissão Europeia aprovou a utilização da vacina da Pfizer para adolescentes dos 12 aos 15 anos. A decisão surge depois do avalda Agência Europeia de Medicamentos.
Esta é a primeira vacina aprovada para esta faixa etária e a utilização já estava autorizada nos Estados Unidos.

A comissária europeia da Saúde diz que "os Estados-membros podem agora optar por expandir o seu programa de vacinação aos jovens".