Covid-19. A situação ao minuto do novo coronavírus no país e no mundo

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Covid-19. A situação ao minuto do novo coronavírus no país e no mundo

Acompanhamos aqui todos os desenvolvimentos sobre a propagação do SARS-CoV-2 à escala internacional.

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22h33 - É cada vez maior o desgaste político de Jair Bolsonaro

Aumenta o desgaste político do Presidente brasileiro e do governo. Aos casos de corrupção na aquisição de vacinas, somam-se os pedidos de destituição e aumentam os protestos nas ruas.


21h42 - Moçambique registou hoje mais sete mortes e 938 novos casos de covid-19, de acordo com o boletim diário do Ministério da Saúde.

21h31 - Albufeira. Quase um milhar de jovens na praia como se não houvesse covid

21h30 - Cabo Verde registou mais 30 infetados com o novo coronavírus nas últimas 24 horas, e uma morte, elevando para 32.735 o acumulado de casos desde março de 2020.

21h28 - Um em cada 10 mil. Vacinação não impede infeção por covid

21h27 - Esquerda exige mais do Governo no combate à pandemia

21h26 - Uso de máscara passa a ser opção pessoal no Reino Unido

21h25 - António Costa termina período de isolamento profilático

19H05 - Angola registou 58 novas infeções por covid-19, três óbitos e 155 recuperados nas últimas 24 horas.

18h28 - As autoridades de saúde da Madeira diagnosticaram 12 novos casos de covid-19 e mais 10 doentes recuperados nas últimas 24 horas, registando a região 80 situações ativas.

18h00 - Itália com 12 mortos e 808 novos casos nas últimas 24 horas

Itália registou, nas últimas 24 horas, doze mortos e 808 novos casos de contágio com o coronavírus, confirmaram hoje as autoridades sanitárias, numa altura em que já foram administradas 53 milhões de doses de vacinas.

O registo do último dia é inferior ao da véspera, quando se registaram 932 contágios e 22 vítimas morais.

A pressão sobre os hospitais também está a diminuir: das 44.644 pessoas atualmente infetadas com covid-19, 1.561 estão internadas, menos 37 do que na véspera, e 197 requerem cuidados intensivos (menos sete).

A vacinação em Itália já contabiliza 53.203.327 doses administradas, tendo 36,71 por cento da população concluído o processo.

“O desafio ainda não está ganho e as variantes requerem a máxima atenção”, frisou o ministro italiano da Saúde, Roberto Speranza, adiantando que a campanha de vacinação decorre a bom ritmo.

“Temos que agir de forma gradual. As variantes não nos deixam tranquilos. Vejamos os indicadores do Reino Unido. A epidemia ainda não terminou”, alertou.

Desde que a pandemia começou em Itália, em fevereiro de 2020, registaram-se 4.263.317 casos de infeção e 127.640 mortos.

17h51 - Primeiro-ministro do Luxemburgo hospitalizado para observação

O primeiro-ministro do Luxemburgo, Xavier Bettel, foi hoje hospitalizado para observação por 24 horas "por precaução" e para fazer análises complementares, uma semana após ter testado positivo à covid-19, segundo um comunicado do governo.

Xavier Bettel, 48 anos, iniciou no passado dia 27 de junho um período de 10 dias de isolamento, menos de 48 horas após uma cimeira europeia em Bruxelas, onde esteve com outros dirigentes da União Europeia (UE).

Nenhum outro participante foi considerado caso de contacto, tendo sido mantidas as normas de distanciamento, indicou então o governo luxemburguês.

Bettel apresentava na altura sintomas ligeiros (febre e dores de cabeça).

O primeiro-ministro luxemburguês recebeu uma primeira dose de vacina da AstraZeneca no dia 6 de maio.

17h34 - Portugal disponibiliza vacinas a Moçambique

Portugal vai disponibilizar a Moçambique 50 mil doses de vacinas contra a covid-19, assim como o material necessário para viabilizar a sua administração, entre o qual seringas e agulhas.

A informação foi avançada pelo gabinete do secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, que adiantou ainda que as vacinas chegam já segunda-feira a Maputo para serem entregues às competentes autoridades moçambicanas.

“A curto prazo, está previsto o envio de um segundo lote de vacinas semelhante, perfazendo um total de 100.000 doses”, lê-se numa nota enviada à imprensa.

“Esta disponibilização decorre do compromisso político de disponibilizar aos PALOP e Timor-Leste pelos menos 5% das vacinas contra a covid-19 adquiridas por Portugal, estando igualmente enquadrada na segunda fase do Plano de Ação na resposta sanitária à pandemia covid-19 entre Portugal e os países africanos lusófonos e Timor-Leste”, acrescenta.

16h51 - Madeira permite entrada de pessoas inoculadas com qualquer vacina

O Governo da Madeira decidiu que podem entrar na região as pessoas que tenham sido inoculadas com qualquer das diferentes vacinas que estão a ser administradas a nível mundial, disse o secretário da Saúde do arquipélago.

“A Madeira considerou receber todas as vacinas administradas até agora no mundo inteiro”, declarou Pedro Ramos aos jornalistas, no Centro de Vacinação do Funchal.

Além das vacinas aprovadas pela Agência Europeia do Medicamento, [BioTech Pfizer, a Moderna, a AstraZeneca e Janssen], a resolução adotada pelo executivo madeirense permite a entrada de viajantes com vacinas produzidas por outras farmacêuticas.

Este é o caso da SinoPharm ou Sinovac (da China), Covaxin (Índia), Epivaccorona (Rússia) ou a Soberana (Cuba).

“Estão na resolução do Governo Regional e serão aceites na Região Autónoma da Madeira porque se milhões de pessoas fizeram a vacinação com estas vacinas, o seu grau de proteção é semelhante aos outros”, considerou o responsável madeirense.

Falando sobre o facto de o verão ser uma altura de regresso de muitos emigrantes, Pedro Ramos, considerou que “a probabilidade de muitos terem feito outro tipo de vacina também é menor porque a maioria dos países tem adotado as vacinas que a nível da União Europeia estão a ser autorizadas e disponibilizadas para esses mesmos países”.

16h13 - "É preciso acelerar vacinação" em opção do tempo de espera nos locais de inoculação

O coordenador do plano de vacinação contra a covid-19 afirma que as próximas duas semanas são decisivas no combate à nova vaga e diz que é necessário, nesta fase, trocar a qualidade do processo pelo ritmo de vacinação.

Para Gouveia e Melo até pode haver mais filas e tempo de espera, mas o importante é o acelerar da vacinação.

O vice-almirante estima mesmo que os tempos de espera possam até ser inferiores a uma hora, mas não esconde que possa haver situações com demoras superiores.

Para o coordenador do plano de vacinação contra a covid-19, em entrevista à SIC, está tudo na máxima força para que se consiga mais de 120 mil inoculações diárias.

15h15 - Coordenador da `task force` diz que país está "numa corrida contra o tempo"

O coordenador da `task force` afirmou que o país está numa "corrida contra o tempo" para aumentar o número de vacinados e travar os contágios, apontando que em setembro 70% da população já tenha a vacinação completa.

"Por isso, estamos a aumentar o ritmo de vacinação, comprometendo de alguma forma alguma qualidade no processo, porque é uma corrida contra o tempo. Por um lado, a vacinação por outro lado, os contágios que se estão a espalhar", afirmou o vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, numa entrevista hoje ao Primeiro Jornal da SIC.

O coordenador da `task force" do plano de vacinação contra a covid-19 adiantou que Portugal irá atingir "os 85% das primeiras inoculações na segunda ou terceira semana de setembro", altura em que será também atingido os 70% da população com o esquema vacinal completo,

"Penso que aí estaremos fortemente protegidos contra esta nova variante Delta", sublinhou, salientado que "a vacinação tem efeito sobre os contágios" e como tal é preciso acelerar.

Em causa, está a batalha contra a variante Delta, que é prevalente em Portugal, sendo nesta altura o desafio vacinar 100 a 120 mil pessoas por dia.

Sobre os riscos acarreta este ritmo de vacinação, disse que "o primeiro risco é que os sistemas de agendamento, seja o agendamento online centralizado seja o agendamento local e a `casa aberta`, vão ser postos ao rubro".

As consequências serão mais filas, mas Gouveia e Melo espera que não ultrapassem uma hora e que não seja generalizado.

14h18 - BE quer apoios prolongados até final do ano e OE "capaz" de responder à crise

A coordenadora do BE exigiu hoje ao Governo que prolongue até ao final do ano todos os apoios decorrentes dos efeitos da pandemia, e defendeu a necessidade de um Orçamento do Estado "capaz" de responder à crise.

"O que nós precisamos agora e já, sim, é uma medida que prolongue todos os apoios até ao final do ano para todas as pessoas cuja atividade, seja por decreto ou pelas condições objetivas no nosso país, não está a acontecer ou está muito limitada", defendeu Catarina Martins, pedindo que não se deixe "ninguém na mão", nem se condene "à mais absoluta pobreza aqueles que, por causa da pandemia, ficaram sem o seu ganha pão".

Falando na apresentação dos candidatos do partido autárquicos à Câmara e à Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira, a líder bloquista defendeu que "esta é uma exigência tão simples como absolutamente essencial".

"E se o primeiro-ministro reconhece que a recuperação será lenta em toda a Europa, reconheça também a dificuldade de quem trabalha neste país, essa recuperação lenta e a necessidade absoluta de prolongar todos os apoios pelo menos até ao final do ano", salientou.

14h11 – Internamentos em Portugal continuam a aumentar

Ainda nas últimas 24 horas deram-se em Portugal mais 24 internamentos por todo o país devido à covid-19, para um total de 567. Em Unidades de Cuidados Intensivos estão mais seis doentes do que na véspera (128 no total).

14h05 - Portugal com 2041 novos casos e nenhuma morte nas últimas 24 horas

Foram registadas pelas autoridades de saúde mais 2041 infeções por covid-19 nas últimas 24 horas em Portugal, elevando para 889088 o total de casos desde que a pandemia chegou ao país.

O número total de mortes mantém-se em 17112, uma vez que não ocorreu qualquer óbito no último dia.

De acordo com o boletim da DGS, do total de novas infeções no último dia, 928 foram registadas em Lisboa e Vale do Tejo. No Norte do país há 564 novos casos, no Centro 171, no Alentejo 63, no Algarve 252, nos Açores 52 e 11 na Madeira.

14h04 - Único estudo nacional com autópsias a vítimas de covid-19 conduzido no S. João

É no Centro Hospitalar Universitário de São João que está a ser conduzido o único estudo a nível nacional feito através de autópsias a vítimas mortais de covid-19.

Apesar de estar ainda em discussão, há conclusões que saltam à vista.

O vírus destrói por completo o sistema imunitário, afeta os pulmões como nenhum outro e danifica órgãos vitais como o coração, os rins, o fígado e pode provocar até hemorragias cerebrais.

13h50 - Madeira ultrapassou os 100 mil residentes com vacinação completa

A Madeira atingiu hoje a marca dos 100 mil residentes na região com vacinação completa, o que representa 40% da população do arquipélago, anunciou o Governo Regional.

Esta meta foi alcançada no Centro de Vacinação do Funchal, no Madeira, com uma administração de uma vacina da AstraZeneca dada a uma residente na região.

Para assinalar a ocasião, a utente recebeu do secretário regional da Saúde e Proteção Civil, Pedro Ramos, uma orquídea.

“Isto significa que 40% da população madeirense tem a vacinação completa”, afirmou o governante madeirense.

Pedro Ramos salientou que este objetivo concretizado “não imuniza na sua totalidade” as pessoas, “mas protege de uma forma adicional”.

“Por isso, queremos acelerar este processo de vacinação, esperando que a ‘Task-force’ nacional tenha a possibilidade de receber mais vacinas da União Europeia”, disse, complementando que “se Portugal receber mais vacinas”, a Madeira também vai beneficiar.

13h33 - Organização intensifica administração de vacinas

Há casos em que é necessário tentar acomodar as necessidades específicas. Para a intensificação do esforço de vacinação, há sempre o desafio da necessidade de recursos humanos para avançar.

13h25 - Certificado Digital tem sido dor de cabeça para emigrantes portugueses de fora da UE

O Certificado Digital tem sido uma dor de cabeça para os emigrantes portugueses de fora da União Europeia que tomaram vacinas não aprovadas pela Agência Europeia de Medicamentos.

Sem acesso a esta espécie de livre-trânsito, de Macau ao Brasil, muitos veem as deslocações a Portugal e a outros países da Europa dificultadas ao ter de fazer testes e fazer quarentena.

12h58 - Irão impõe restrições à medida que a variante Delta se expande

O Irão anunciou hoje a reposição de restrições face ao novo coronavírus nas principais cidades, à medida que a disseminação da variante Delta, altamente contagiosa, estimula o medo do aparecimento de outro surto devastador no país.

Depois de mais de um ano a lutar contra o pior surto pandémico no Médio Oriente, o Irão ordenou o encerramento de negócios não essenciais em 275 cidades, incluindo a capital, Teerão.

O encerramento de todos os parques públicos, restaurantes, salões de beleza, centros comerciais e livrarias aplica-se às zonas "vermelha" e "laranja" do país ou nos municípios classificados com risco elevado de covid-19.

O Governo anunciou também a proibição de viagens entre cidades com altas taxas de infeção pelo SARS-CoV-2.

As novas restrições no Irão visam desacelerar a disseminação da variante Delta, altamente transmissível e detetada pela primeira vez na Índia.

12h49 - Pandemia já matou pelo menos 3.974.841 pessoas em todo o mundo

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 3.974.841 mortos em todo o mundo, resultantes de mais de 188,4 milhões de infeções, segundo o balanço diário da agência de notícias francesa AFP.

Mais de 183.416.370 pessoas foram infetadas em todo o mundo pelo novo coronavírus Sars-Cov-2, que causa a doença da covid-19, segundo o balanço da France-Presse, feito às 10h00 TMG (11h00 em Lisboa) de hoje com base em fontes oficiais.

No sábado, registaram-se mais 7.796 mortes e 395.360 novas infeções em todo o mundo, referem os dados, indicando que os países que registaram mais mortes neste dia foram o Brasil (1.635, a Índia (955) e o Uganda (799).

Os Estados Unidos continuam a ser o país mais afetado, tanto em número de mortes como de infeções, com um total de 605.493 mortes e 33.713.912 casos, segundo dados da universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 523.587 mortes e 18.742.025 casos, a Índia, com 402.005 mortes (30.545.433 casos), o México, com 233.580 mortes (2.537.457 casos) e o Peru, com 193.069 mortos (2.063.112 casos).

12h17 - PM diz que não valoriza "em excesso" interdição alemã de viagens a Portugal

O primeiro-ministro disse, em entrevista ao jornal Público, que não valoriza "em excesso" o facto de a Alemanha ter colocado Portugal na "lista vermelha" de viagens, considerando que pode estar em causa "uma dúvida sobre a aplicação de regras novas".

Em entrevista ao jornal Público, divulgada hoje, o chefe de Governo destacou que o certificado digital covid-19 permite "estabilizar os critérios de circulação dentro da União", mas ressalvou que "a própria regulamentação prevê que qualquer Estado pode recorrer a uma espécie de travão de mão para situações específicas".

Apontando que "a Alemanha, por razões várias, tem tido uma política particularmente restritiva e cautelosa na gestão da pandemia, umas vezes com razão, outras sem ela", António Costa considerou que a atitude alemã "pode ser apenas uma dúvida sobre a aplicação de regras novas" que os países estão "todos a aprender a aplicar".

Por isso, indicou, não valoriza "em excesso" esta situação.

Na entrevista, o primeiro-ministro (que se encontra em isolamento profilático) explicou também que os dados "da sequenciação genómica apontavam para que a entrada da variante Delta em Portugal não se tinha dado a partir dos contactos com o Reino Unido, mas por contacto direto com população que provinha da região do Indostão".

De acordo com Costa, "não por voos diretos para Portugal", mas "através de outros países da Europa e de outros sítios".

O primeiro-ministro indicou também que "não é por acaso que o litoral sul português, o litoral sul e leste da Espanha são as zonas com maior intensidade", apontando que "há nessas regiões uma grande densidade da população com origem na região do Indostão, que trabalha na agricultura e também no turismo".

11h53 - Rússia com novo máximo ao superar 25 mil casos num dia

A Rússia registou 25.142 novos casos de contágio pelo coronavírus SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas, máximo diário desde 2 de janeiro deste ano, disseram hoje as autoridades sanitárias do país.

Nas últimas 24 horas o país registou 663 mortes por covid-19, elevando o número de óbitos devido à pandemia para os 137.925.

O aumento explosivo dos contágios nas últimas semanas fez disparar o número de óbitos, que duplicou em comparação com os dados do início de junho.

Na última semana registaram-se cinco máximos diários consecutivos de mortes por covid-19.

As autoridades sanitárias atribuem 90% dos novos casos à variante Delta do coronavírus.

Os principais focos de infeção são Moscovo e São Petersburgo, as duas maiores cidades do país, onde nas últimas 24 horas ocorreram, respetivamente, 111 e 104 mortes por covid-19, quase um terço das registadas em toda a Rússia.

A Rússia, com 5.610.941 infeções, é o quinto país do mundo com maior número de casos, depois dos Estados Unidos, Índia, Brasil e França.

11h28 - Novo ministro da Saúde britânico alerta que é preciso "aprender a conviver" com o SARS-CoV-2

O novo ministro da Saúde do Reino Unido, Sajud Javid, disse hoje que o Governo conservador se prepara para levantar as últimas restrições em vigor face à covid-19, alertando que o país deve "aprender a conviver" com a doença.

Javid, que em 26 de junho substituiu o demissionário Matt Hancock - saiu por ter quebrado as normas de saneamento ao beijar uma assessora -, disse, num artigo no "The Daily Mail", que "há razões de saúde" para eliminar os limites introduzidos pela pandemia.

"Estamos a caminho de 19 de julho [quando o executivo planeia completar a desaceleração do confinamento imposto em janeiro passado], mas devemos ser honestos com as pessoas sobre o facto de que não podemos eliminar a covid-19", escreveu o ministro, citado pela Efe.

Javid, que anteriormente dirigiu as pastas da Economia e do Interior, entre outros ministérios, explicou que o seu primeiro trabalho na pasta da Saúde é "restaurar as liberdades e aprender a conviver com a covid-19".

O ministro da Habitação, Robert Jenrick, também afirmou hoje, em várias entrevistas, que o governo do primeiro-ministro Boris Johnson planeia levantar todas as restantes restrições até 19 de julho, incluindo o uso de máscara, e deixará as práticas de segurança sanitária nas mãos da "responsabilidade individual" dos cidadãos.

10h15 - Reino Unido. Máscaras faciais devem ser escolha pessoal após o levantamento das restrições

Robert Jenrick, secretário das Comunidades do Reino Unido, sugeriu que as medidas de controle do coronavírus na Inglaterra, como a exigência legal de usar coberturas faciais em ambientes públicos fechados, seriam deixadas à escolha pessoal após o levantamento das restrições, dando peso aos relatórios agora conhecidos que defendem que uma série de requisitos devem ser abandonados.

10h00 - Governo mantém apoios ao setor social e reforça no envelhecimento

O Governo pretende manter os apoios dados até aqui ao setor social, e reforçar na área do envelhecimento, com as negociações para o compromisso de cooperação bienal "bem encaminhadas" e em conclusão, revelou a ministra Ana Mendes Godinho.

Em entrevista à agência Lusa, a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social assumiu que a preocupação relativamente ao setor social é, não só, continuar a responder ao momento atual de pandemia de covid-19, mas também procurar respostas a longo prazo.

9h30 - Dever de Recolhimento decretado pelo Governo é uma obrigação

É proibido circular na rua entre as 11 da noite e as 5 da manhã nos 45 concelhos de risco elevado e muito elevado. O Governo esclarece que quem violar a regra pode incorrer num "crime de desobediência".


8h30 - PAN quer que partidos voltem a ser ouvidos sobre medidas para conter pandemia

O PAN quer que o Governo e o Presidente da República voltem a ouvir os partidos quanto às medidas a implementar para conter a pandemia de covid-19 e considerou que as restrições mais recentes "estão feridas de constitucionalidade".

"Nestas medidas que foram adotadas pelo Governo, é de lamentar que não tenham sido ouvidos os partidos políticos porque à semelhança do que aconteceu lá atrás, seja para a declaração do estado de emergência, tendo em conta que estamos a adotar medidas que beliscam ou que estão feridas de constitucionalidade, teria sido importante ouvir, fazer a auscultação, e isso não aconteceu e é de facto lamentável", afirmou a porta-voz.

Em entrevista à Lusa a poucos dias de assinalar um mês desde a sua eleição como líder do Pessoas-Animais-Natureza, em congresso, Inês de Sousa Real defendeu que "não só deveriam voltar as reuniões do Infarmed, como a auscultação do primeiro-ministro e do senhor Presidente da República em momentos-chave como este".

8h00 - África enfrenta 3ª vaga com armas desiguais, como as vacinas chinesas

O virologista Celso Cunha considera que a terceira vaga da pandemia de covid-19 em África deverá ser mais grave, pois, além das dificuldades logísticas e uma menor capacidade de testagem, o continente está a vacinas comprovadamente menos eficazes, como as chinesas.

Em entrevista à Lusa, o virologista do Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT) reconheceu que uma má vacina, ainda assim, é melhor do que nenhuma, mas alertou para a necessidade de as pessoas continuarem a manter as medidas de proteção, como o uso de máscaras, higiene de mãos e afastamento social, o que nem sempre é fácil, e em algumas situações impossível, no continente africano.

Covid-19: Vacinação das pessoas entre os 18 e os 29 anos arranca hoje
As pessoas entre os 18 e os 29 anos começam hoje a ser vacinadas contra a covid-19 por ordem decrescente de idade, adianta a `task force´ que coordena o plano de vacinação.

A convocação desta faixa etária é feita através do agendamento central, com os utentes a receberem uma mensagem SMS ou um telefonema dos serviços de saúde, mas o autoagendamento ficará, gradualmente, disponível até aos 18 anos.

Na sequência da fase 2 do plano de vacinação e de um maior número de vacinas recebidas por Portugal, o portal para autoagendamento entrou em funcionamento em 23 de abril para pessoas com 65 ou mais anos e, desde então, tem ficado disponível para marcações das faixas etárias dos 50, 40 e 30 anos.

Um estudo da Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa, divulgado na última semana, indica que 85,7% dos jovens entre os 16 e os 25 pretendem ser vacinados, mas 14,3% ainda não decidiram se vão receber a vacina contra o vírus SARS-CoV-2.

Segundo os últimos dados da Direção-Geral da Saúde, 6% da faixa etária entre os 18 e os 24 anos (49.206 pessoas) já receberam a primeira dose da vacina e 5% (35.621) têm a vacinação completa.
Vacinação acelera
Nos próximos 15 dias, podem ser vacinadas um milhão e 700 mil pessoas em Portugal.

A equipa responsável pelo Programa Nacional decidiu intensificar o esforço de Vacinação até ao limite da capacidade dos Centros.

Na origem da decisão está a rápida disseminação da Variante Delta e o aumento da disponibilidade de doses.

Está previsto vacinar 850 mil pessoas por semana.

Os utentes que tomaram a primeira dose da Vacina AstraZeneca, até 23 de maio, podem também vir a receber a segunda dose, sem marcação.

Os coordenadores do Programa Nacional de Vacinação alertam para a possibilidade de filas e de tempos de espera maiores e apelam à compreensão, tolerância e colaboração dos utentes.