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A diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, encontra-se a cumprir isolamento profilático após exposição a um caso positivo de covid-19 na passada sexta-feira.
"As autoridades de saúde que realizaram o inquérito epidemiológico consideraram estar perante um contacto de alto risco, dando cumprimento ao disposto nas normas da Direção-Geral da Saúde", refere o comunicado da DGS.
Graça Freitas está recuperada da infeção por SARS-CoV-2 e foi vacinada há mais de 14 dias. Durante este período de isolamento ficará em teletrabalho, acrescenta o comunicado.
Os hospitais do Algarve têm 60 doentes internados em enfermarias covid-19, 13 dos quais em cuidados intensivos, o que representa cerca de 50% da capacidade da fase 2 do plano de contingência, disse hoje fonte do Centro Hospitalar.
"Neste momento estamos com 50% da nossa capacidade total de cuidados intensivos destinada para doentes covid, o que não afeta os outros serviços, estando os hospitais em operação normal", disse à Lusa um dos membros do conselho de administração do Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA), Paulo Neves.
Segundo o responsável, os 50% referem-se à capacidade de camas previstas para a fase 2 do plano de contingência, tendo os hospitais algarvios "ainda margem para aumentar essa capacidade, caso seja necessário".
"Temos um plano de contingência que pode ser ajustado e aumentado em função das necessidades, mas temos a perspetiva da não existência de um aumento substancial de casos da doença", indicou.
Segundo Paulo Neves, a perspetiva "tem a ver com o número de casos registados em média nos últimos quatro dias, dado que, nesse período, não houve variação sensível no número de internamentos nos hospitais do Algarve".
"A nossa previsão é a de que se mantenha a tendência que se verifica desde o início do mês de pessoas a necessitar de internamento hospitalar, embora estejamos preparados para responder a um eventual aumento de casos graves da doença", sublinhou.
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23h31 - Brasil com 745 mortes e 17.031 novos casos nas últimas 24 horas
O Brasil contabilizou 745 mortes e 17.031 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 534.233 óbitos e 19.106.971 infeções desde o início da pandemia, informou hoje o executivo.
De acordo com último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, a taxa de incidência da covid-19 no Brasil é hoje de 254 mortes e 9.092 casos por 100 mil habitantes. Já a taxa de letalidade permanece fixada em 2,8%.
A média móvel de óbitos dos últimos sete dias está em 1.303 no país sul-americano e a média de novos casos é de 44.923, ambas com tendência de queda.
A queda, quer no número de óbitos, quer nas infeções, é atribuída ao avanço da campanha de vacinação no Brasil, que se acelerou nas últimas semanas, apesar de ter começado tarde e lentamente.
Apesar da diminuição registada nos últimos dias, o Brasil continua a ser um dos três países mais afetados pela pandemia em todo o mundo, juntamente com os Estados Unidos da América e com a Índia.
A nível interno, o foco da pandemia continua a ser São Paulo, estado que concentra 3.869.300 diagnósticos positivos de Sars-CoV-2 e 132.205 vítimas mortais desde fevereiro de 2020, mês em que foi oficialmente registado o primeiro caso no país.
O Brasil contabilizou 745 mortes e 17.031 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 534.233 óbitos e 19.106.971 infeções desde o início da pandemia, informou hoje o executivo.
De acordo com último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, a taxa de incidência da covid-19 no Brasil é hoje de 254 mortes e 9.092 casos por 100 mil habitantes. Já a taxa de letalidade permanece fixada em 2,8%.
A média móvel de óbitos dos últimos sete dias está em 1.303 no país sul-americano e a média de novos casos é de 44.923, ambas com tendência de queda.
A queda, quer no número de óbitos, quer nas infeções, é atribuída ao avanço da campanha de vacinação no Brasil, que se acelerou nas últimas semanas, apesar de ter começado tarde e lentamente.
Apesar da diminuição registada nos últimos dias, o Brasil continua a ser um dos três países mais afetados pela pandemia em todo o mundo, juntamente com os Estados Unidos da América e com a Índia.
A nível interno, o foco da pandemia continua a ser São Paulo, estado que concentra 3.869.300 diagnósticos positivos de Sars-CoV-2 e 132.205 vítimas mortais desde fevereiro de 2020, mês em que foi oficialmente registado o primeiro caso no país.
22h47 - Estados Unidos apontam “risco acrescido” de desenvolver síndrome de Guillain-Barré com a vacina Johnson & Johnson
A Agência norte-americana de Drogas acaba de alertar para um “risco acrescido” de desenvolver a síndrome de Guillain-Barré, uma doença neurológica rara, associada à vacina covid-19 da Johnson & Johnson.
As autoridades de saúde norte-americanas identificaram 100 casos de pessoas que desenvolveram a síndrome de Guillain-Barré em cerca de 12,5 milhões de doses administradas. Destes 100 casos, 95 foram graves e necessitaram de internamento. Uma pessoa morreu.
A síndrome de Guillain-Barré afecta os nervos periféricos, caracterizando-se por fraqueza ou mesmo paralisia progressiva, começando na maioria das vezes ao nível das pernas. Por vezes atingindo os músculos da respiração e depois os nervos da cabeça e do pescoço.
21h57 - Graça Freitas em isolamento profilático
A diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, encontra-se a cumprir isolamento profilático após exposição a um caso positivo de covid-19 na passada sexta-feira.
"As autoridades de saúde que realizaram o inquérito epidemiológico consideraram estar perante um contacto de alto risco, dando cumprimento ao disposto nas normas da Direção-Geral da Saúde", refere o comunicado da DGS.
Graça Freitas está recuperada da infeção por SARS-CoV-2 e foi vacinada há mais de 14 dias. Durante este período de isolamento ficará em teletrabalho, acrescenta o comunicado.
21h46 - Reino Unido. Boris Johnson insiste no desconfinamento entre apelos à cautela
A pandemia está a aumentar no Reino Unido. Os cientistas britânicos acreditam que a partir de meados de agosto haverá todos os dias dois mil novos internados e 200 pessoas poderão morrer.
Apesar dos avisos, Boris Johnson insiste em abrir totalmente o país a partir da próxima semana.
A pandemia está a aumentar no Reino Unido. Os cientistas britânicos acreditam que a partir de meados de agosto haverá todos os dias dois mil novos internados e 200 pessoas poderão morrer.
Apesar dos avisos, Boris Johnson insiste em abrir totalmente o país a partir da próxima semana.
21h37 - BE quer impedir despedimentos em equipas com lucros na pandemia
21h35 - Mais de 700 trabalhadores sazonais vacinados contra a Covid-19
Mais de 700 trabalhadores estrangeiros foram vacinados contra a Covid-19 no Alentejo. A maioria são migrantes oriundos da Ásia que percorrem o país a fazer trabalhos agrícolas sazonais.
Mais de 700 trabalhadores estrangeiros foram vacinados contra a Covid-19 no Alentejo. A maioria são migrantes oriundos da Ásia que percorrem o país a fazer trabalhos agrícolas sazonais.
20h45 - Governo equaciona alargar certificado e teste negativo a atividades encerradas
O Governo está a equacionar alargar o uso de certificado digital ou teste negativo para acesso a outras atividades afetadas pelos encerramentos devido à covid-19, disse o ministro da Economia, Pedro Siza Vieira.
"Parece que há a possibilidade de alargar esta experiência a outras atividades", adiantou, explicando que à medida que a vacinação progride o objetivo é "utilizar outras formas de gerir a situação epidemiológica".
Na semana passada, o Governo aprovou em Conselho de Ministros que os restaurantes em concelhos de risco elevado ou muito elevado vão passar a ter de exigir certificado digital ou teste negativo à covid-19 a partir das 19:00 de sexta-feira, aos fins de semana e feriados para refeições no interior.
Além disso, determinou o executivo, o acesso a estabelecimentos turísticos e de alojamento local em todo o território continental vai passar a estar sujeito à existência de certificado digital ou teste negativo por parte dos clientes.
"Nós sabemos que em muitos países europeus é isso que se está a passar. Para aceder a um ginásio, museu, concerto ou hotel é preciso um certificado ou teste", recordou Siza Vieira.
"Ainda não estamos a pensar num alargamento desta natureza" e sim em abranger "atividades que se mantêm encerradas" e "se a população estiver satisfeita" assegurar "um funcionamento nestas condições", referiu.
Questionado sobre os bares e discotecas, que se mantêm encerrados, o ministro não se quis comprometer com datas, apontando antes para atividades como "parques aquáticos e outro tipo de atividades em que faz sentido pensar se podemos abrir com certificado ou teste negativo".
O ministro reconheceu ainda que as medidas foram aplicadas em cima da hora e geraram "algum incómodo" e "dificuldades de interpretação, dúvidas e questões a que o Governo foi tentando responder".
O Governo está a equacionar alargar o uso de certificado digital ou teste negativo para acesso a outras atividades afetadas pelos encerramentos devido à covid-19, disse o ministro da Economia, Pedro Siza Vieira.
"Parece que há a possibilidade de alargar esta experiência a outras atividades", adiantou, explicando que à medida que a vacinação progride o objetivo é "utilizar outras formas de gerir a situação epidemiológica".
Na semana passada, o Governo aprovou em Conselho de Ministros que os restaurantes em concelhos de risco elevado ou muito elevado vão passar a ter de exigir certificado digital ou teste negativo à covid-19 a partir das 19:00 de sexta-feira, aos fins de semana e feriados para refeições no interior.
Além disso, determinou o executivo, o acesso a estabelecimentos turísticos e de alojamento local em todo o território continental vai passar a estar sujeito à existência de certificado digital ou teste negativo por parte dos clientes.
"Nós sabemos que em muitos países europeus é isso que se está a passar. Para aceder a um ginásio, museu, concerto ou hotel é preciso um certificado ou teste", recordou Siza Vieira.
"Ainda não estamos a pensar num alargamento desta natureza" e sim em abranger "atividades que se mantêm encerradas" e "se a população estiver satisfeita" assegurar "um funcionamento nestas condições", referiu.
Questionado sobre os bares e discotecas, que se mantêm encerrados, o ministro não se quis comprometer com datas, apontando antes para atividades como "parques aquáticos e outro tipo de atividades em que faz sentido pensar se podemos abrir com certificado ou teste negativo".
O ministro reconheceu ainda que as medidas foram aplicadas em cima da hora e geraram "algum incómodo" e "dificuldades de interpretação, dúvidas e questões a que o Governo foi tentando responder".
20h42 - A França não vai permitir que os trabalhadores da área da saúde possam exercer funções se não estiverem vacinados contra a covid-19.
20h41 - Cabo Verde já recebeu 385 mil doses de vacinas e já aplicou 120 mil, correspondendo a 31% do total, informou hoje o diretor nacional de saúde, que voltou a apelar aos jovens para aderirem à campanha de vacinação.
Na habitual conferência de semanal para fazer o ponto de situação da pandemia no país, o diretor nacional de Saúde, Jorge Noel Barreto recordou que as últimas 150 mil doses foram recebidas pelo país há uma semana, doadas pelos Países Baixos, que também enviou uma equipa de técnicos para ajudar o país.
Cabo Verde já recebeu vacinas de outros países como Portugal, Hungria, França, China, a maior parte no âmbito do mecanismo Covax, iniciativa fundada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que visa garantir uma vacinação equitativa contra o novo coronavírus, e o país pretende vacinar pelo menos 70% da população adulta ainda este ano.
Do total de 385 mil doses já recebidas, o país já utilizou 120.410 doses, o que representa cerca de 31% do total, ainda segundo o porta-voz do Ministério da Saúde.
Em termos de pessoas adultas que já receberam pelo menos uma dose das vacinas da Pfizer, AstraZeneca ou da Sinopharm, Jorge Barreto avançou que já vai em 106.755, representando 28,8% da população adulta estimada de Cabo Verde.
Na habitual conferência de semanal para fazer o ponto de situação da pandemia no país, o diretor nacional de Saúde, Jorge Noel Barreto recordou que as últimas 150 mil doses foram recebidas pelo país há uma semana, doadas pelos Países Baixos, que também enviou uma equipa de técnicos para ajudar o país.
Cabo Verde já recebeu vacinas de outros países como Portugal, Hungria, França, China, a maior parte no âmbito do mecanismo Covax, iniciativa fundada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que visa garantir uma vacinação equitativa contra o novo coronavírus, e o país pretende vacinar pelo menos 70% da população adulta ainda este ano.
Do total de 385 mil doses já recebidas, o país já utilizou 120.410 doses, o que representa cerca de 31% do total, ainda segundo o porta-voz do Ministério da Saúde.
Em termos de pessoas adultas que já receberam pelo menos uma dose das vacinas da Pfizer, AstraZeneca ou da Sinopharm, Jorge Barreto avançou que já vai em 106.755, representando 28,8% da população adulta estimada de Cabo Verde.
20h40 - Angola registou 97 novas infeções, quatro mortes e 30 recuperados nas últimas 24 horas.
20h37 - As autoridades de saúde de Cabo Verde anunciaram hoje mais uma morte provocada pela covid-19 em São Vicente, chegando assim aos 290 mortos associados à doença no país, que contabiliza mais 20 novos infetados em 24 horas.
20h33 - Maioria dos portugueses quer liberdade de circulação
20h27 - Certificado digital pode ser alargado a outras atividades além da restauração
20h25 - Aberto autoagendamento da vacina Covid a menores de 23 anos
19h27 - OMS alerta para ritmo arrasador da variante delta que em breve será dominante
O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou hoje para o ritmo arrasador da variante delta da covid-19 no mundo, que deverá ser em breve a estirpe dominante.
"A [variante] delta está agora em mais de 104 países e esperamos que em breve seja a estirpe dominante da covid-19 que circula em todo o mundo", disse o diretor-geral numa conferência de imprensa `online` a partir de Genebra, para fazer um ponto da situação do coronavírus que provoca a covid-19.
Segundo Tedros Adhanom Ghebreyesus, a semana passada foi a quarta consecutiva com aumento de casos de covid-19 no mundo, as mortes estão a aumentar de novo, os hospitais estão a atingir a capacidade e o mundo está no meio de uma pandemia crescente de duas faces, com cada vez maiores diferenças entre países.
E se a variante delta se espalha rapidamente em países com elevada cobertura vacinal, em países onde as vacinas não chegam a situação é "particularmente má", alertou Tedros Adhanom Ghebreyesus, que falou em "ondas catastróficas de casos" de covid-19, em "surtos devastadores" e em "trabalhadores da saúde exaustos" e com falta de equipamentos, em países pobres.
"O mundo está a observar em tempo real como o vírus covid-19 continua a mudar e a tornar-se mais transmissível. A minha mensagem de hoje é que estamos a passar por uma emergência de saúde pública cada vez mais grave que ameaça ainda mais vidas, meios de subsistência e uma sólida recuperação económica global", disse na conferência de imprensa.
O responsável máximo da OMS afirmou também que a situação é mais grave nos países com poucas vacinas, mas alertou que a pandemia não acabou em nenhum lugar e que o mundo deveria lutar em conjunto, sublinhando ainda que o fosso global no fornecimento de vacinas é "extremamente desigual e injusto".
Tedros Adhanom Ghebreyesus disse também que as vacinas da Moderna e da Pfizer, em vez de darem prioridade a países com cobertura alta de vacinação deviam fornecer vacinas ao mecanismo COVAX (iniciativa de distribuição equitativa e global de vacinas) a África e aos países pobres, com poucas vacinas ainda.
E frisou que são precisos novos centros de fabrico de vacinas e que as empresas farmacêuticas devem partilhar as suas licenças e tecnologia, salientando o exemplo da AstraZeneca, que tem liderado o licenciamento das suas vacinas em todo o mundo para aumentar a produção.
Além da Europa, Índia e Coreia do Sul, vai haver mais dois locais de fabrico da vacina da AstraZeneca, Japão e Austrália, disse. E acrescentou: "Precisamos que outros fabricantes sigam este exemplo. Milhares de pessoas continuam a morrer todos os dias e isso merece uma ação urgente".
Apesar do aumento da prevalência da variante delta da covid-19, mais transmissível, responsáveis da OMS disseram hoje na conferência de imprensa que as vacinas são eficazes e que evitam a hospitalização e mortes. Mas também disseram que há uma "lacuna" entre a retórica e a distribuição de vacinas no mundo e que não se vê solidariedade.
O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou hoje para o ritmo arrasador da variante delta da covid-19 no mundo, que deverá ser em breve a estirpe dominante.
"A [variante] delta está agora em mais de 104 países e esperamos que em breve seja a estirpe dominante da covid-19 que circula em todo o mundo", disse o diretor-geral numa conferência de imprensa `online` a partir de Genebra, para fazer um ponto da situação do coronavírus que provoca a covid-19.
Segundo Tedros Adhanom Ghebreyesus, a semana passada foi a quarta consecutiva com aumento de casos de covid-19 no mundo, as mortes estão a aumentar de novo, os hospitais estão a atingir a capacidade e o mundo está no meio de uma pandemia crescente de duas faces, com cada vez maiores diferenças entre países.
E se a variante delta se espalha rapidamente em países com elevada cobertura vacinal, em países onde as vacinas não chegam a situação é "particularmente má", alertou Tedros Adhanom Ghebreyesus, que falou em "ondas catastróficas de casos" de covid-19, em "surtos devastadores" e em "trabalhadores da saúde exaustos" e com falta de equipamentos, em países pobres.
"O mundo está a observar em tempo real como o vírus covid-19 continua a mudar e a tornar-se mais transmissível. A minha mensagem de hoje é que estamos a passar por uma emergência de saúde pública cada vez mais grave que ameaça ainda mais vidas, meios de subsistência e uma sólida recuperação económica global", disse na conferência de imprensa.
O responsável máximo da OMS afirmou também que a situação é mais grave nos países com poucas vacinas, mas alertou que a pandemia não acabou em nenhum lugar e que o mundo deveria lutar em conjunto, sublinhando ainda que o fosso global no fornecimento de vacinas é "extremamente desigual e injusto".
Tedros Adhanom Ghebreyesus disse também que as vacinas da Moderna e da Pfizer, em vez de darem prioridade a países com cobertura alta de vacinação deviam fornecer vacinas ao mecanismo COVAX (iniciativa de distribuição equitativa e global de vacinas) a África e aos países pobres, com poucas vacinas ainda.
E frisou que são precisos novos centros de fabrico de vacinas e que as empresas farmacêuticas devem partilhar as suas licenças e tecnologia, salientando o exemplo da AstraZeneca, que tem liderado o licenciamento das suas vacinas em todo o mundo para aumentar a produção.
Além da Europa, Índia e Coreia do Sul, vai haver mais dois locais de fabrico da vacina da AstraZeneca, Japão e Austrália, disse. E acrescentou: "Precisamos que outros fabricantes sigam este exemplo. Milhares de pessoas continuam a morrer todos os dias e isso merece uma ação urgente".
Apesar do aumento da prevalência da variante delta da covid-19, mais transmissível, responsáveis da OMS disseram hoje na conferência de imprensa que as vacinas são eficazes e que evitam a hospitalização e mortes. Mas também disseram que há uma "lacuna" entre a retórica e a distribuição de vacinas no mundo e que não se vê solidariedade.
19h23 - África registou mais 713 mortes associadas à covid-19 e 41.720 novos casos face a domingo, num total de 5.961.128 infeções desde o início da pandemia, de acordo com os dados oficiais mais recentes.
19h18 - Boris Johnson quer levantar maioria das restrições mas pede cautela aos britânicos
É preciso avançar com cuidado, mas o plano é para manter. O parlamento britânico aprova a reabertura de todos os setores no país, a partir da próxima semana, e o levantamento de medidas como o uso obrigatório de máscara ou o distanciamento social.
É preciso avançar com cuidado, mas o plano é para manter. O parlamento britânico aprova a reabertura de todos os setores no país, a partir da próxima semana, e o levantamento de medidas como o uso obrigatório de máscara ou o distanciamento social.
19h07 - O presidente francês, Emmanuel Macron, fala de um forte ressurgimento da pandemia em França.
Macron adverte que se não agirem agora os franceses verão um rápido crescimento nos números dos internamentos nos hospitais.
19h05 - Governo dos Açores destaca "evolução espetacular" do turismo face a 2020
O secretário dos Transportes, Turismo e Energia do Governo dos Açores, Mário Mota Borges, destacou hoje a "evolução espetacular" dos indicadores turísticos na região em 2021 por comparação a 2020, ano marcado pela pandemia da covid-19.
"Há uma evolução espetacular relativamente ao ano passado. Vamos fazendo o caminho e vamos vendo a reação que o mercado vai tendo", declarou aos jornalistas, questionado sobre as expectativas para o verão deste ano.
Mário Mota Borges reforçou que já existem "sinais bastante positivos" quanto à retoma do setor turístico nos Açores, depois de, em 2020, a atividade ter sido bastante afetada pela pandemia da covid-19.
"Já conseguimos obter algum retorno do esforço do que temos vindo a fazer e esperemos, agora, que os passos seguintes venham a ter uma tendência cada vez mais rápida e que os resultados continuem a aparecer para que dentro de dois, três anos tenhamos reposto a normalidade", assinalou.
"Há uma evolução espetacular relativamente ao ano passado. Vamos fazendo o caminho e vamos vendo a reação que o mercado vai tendo", declarou aos jornalistas, questionado sobre as expectativas para o verão deste ano.
Mário Mota Borges reforçou que já existem "sinais bastante positivos" quanto à retoma do setor turístico nos Açores, depois de, em 2020, a atividade ter sido bastante afetada pela pandemia da covid-19.
"Já conseguimos obter algum retorno do esforço do que temos vindo a fazer e esperemos, agora, que os passos seguintes venham a ter uma tendência cada vez mais rápida e que os resultados continuem a aparecer para que dentro de dois, três anos tenhamos reposto a normalidade", assinalou.
18h45 - A incidência acumulada (contágios) de covid-19 continua a aumentar em Espanha tendo hoje atingido os 368 casos diagnosticados por cem mil habitantes nos últimos 14 dias, 52 unidades mais do que na sexta-feira, segundo o Ministério espanhol da Saúde.
"A previsão é que continuará a aumentar e dentro de alguns dias estaremos acima dos 400 casos por 100.000 habitantes", disse numa conferência de imprensa o diretor do Centro para a Coordenação de Alertas e Emergências Sanitárias, Fernando Simón, acrescentando que, no entanto, "já se está a assistir a uma redução da velocidade de incremento".
Este responsável advertiu ainda que o aumento das infeções se deve, para além da falta de vacinação, ao facto de não estarem a ser observadas medidas para prevenir contágios da mesma forma que era feito anteriormente.
Na faixa etária dos 20 aos 29 anos a incidência alcançou na passada sexta-feira números três vezes superiores à média nacional, 1.047 casos, enquanto na faixa entre 12 e 19 anos subiu para 891 casos por 100.000 habitantes nas últimas duas semanas.
O aumento de infetados não se traduz, de momento, num aumento significativo da pressão hospitalar, uma vez que os doentes ocupam apenas cerca de 3,0% das camas hospitalares (2,6% na sexta-feira) e 7,8 nos cuidados intensivos (6,9%).
De acordo com os dados oficiais, há quase 21,8 milhões de pessoas completamente vacinadas contra a covid-19 (45,9% da população total), e quase 28,0 milhões têm pelo menos uma das doses (59,0%), em cerca de 47,4 milhões de habitantes que tem o país.
As comunidades autónomas espanholas, que têm autonomia em matéria de saúde, continuam a tomar medidas para controlar a subida de contágios, tendo, por exemplo, hoje a Catalunha avançado com novas restrições à mobilidade e reuniões para controlar o aumento descontrolado dos casos positivos.
"A previsão é que continuará a aumentar e dentro de alguns dias estaremos acima dos 400 casos por 100.000 habitantes", disse numa conferência de imprensa o diretor do Centro para a Coordenação de Alertas e Emergências Sanitárias, Fernando Simón, acrescentando que, no entanto, "já se está a assistir a uma redução da velocidade de incremento".
Este responsável advertiu ainda que o aumento das infeções se deve, para além da falta de vacinação, ao facto de não estarem a ser observadas medidas para prevenir contágios da mesma forma que era feito anteriormente.
Na faixa etária dos 20 aos 29 anos a incidência alcançou na passada sexta-feira números três vezes superiores à média nacional, 1.047 casos, enquanto na faixa entre 12 e 19 anos subiu para 891 casos por 100.000 habitantes nas últimas duas semanas.
O aumento de infetados não se traduz, de momento, num aumento significativo da pressão hospitalar, uma vez que os doentes ocupam apenas cerca de 3,0% das camas hospitalares (2,6% na sexta-feira) e 7,8 nos cuidados intensivos (6,9%).
De acordo com os dados oficiais, há quase 21,8 milhões de pessoas completamente vacinadas contra a covid-19 (45,9% da população total), e quase 28,0 milhões têm pelo menos uma das doses (59,0%), em cerca de 47,4 milhões de habitantes que tem o país.
As comunidades autónomas espanholas, que têm autonomia em matéria de saúde, continuam a tomar medidas para controlar a subida de contágios, tendo, por exemplo, hoje a Catalunha avançado com novas restrições à mobilidade e reuniões para controlar o aumento descontrolado dos casos positivos.
18h41 - O Hospital Amadora-Sintra tem hoje 33 doentes covid-19 internados em enfermaria e sete em cuidados intensivos, com taxas de ocupação a rondar os 70%, disse à Lusa fonte da unidade, indicando que a situação não é preocupante.
"Hoje, houve um aumento significativo, porque recebemos mais sete doentes de domingo para segunda-feira, mas a situação não é preocupante. Estamos menos pressionados do que os hospitais de Lisboa", disse a mesma fonte.
Com 33 internamentos em enfermaria, o Hospital Fernando Fonseca tem uma ocupação de 68,75% das camas disponíveis (30 em enfermaria e 18 em urgência), enquanto a taxa na unidade de cuidados intensivos (UCI) se situa nos 70%, já que há 10 camas reservadas para os casos mais graves. Este número pode ser alargado para 15, se for necessário.
A quarta vaga da pandemia, marcada pelo aumento de casos de infeção desde o final de maio, não teve reflexos noutras valências do hospital, que mantém a programação de consultas e cirurgias.
"Hoje, houve um aumento significativo, porque recebemos mais sete doentes de domingo para segunda-feira, mas a situação não é preocupante. Estamos menos pressionados do que os hospitais de Lisboa", disse a mesma fonte.
Com 33 internamentos em enfermaria, o Hospital Fernando Fonseca tem uma ocupação de 68,75% das camas disponíveis (30 em enfermaria e 18 em urgência), enquanto a taxa na unidade de cuidados intensivos (UCI) se situa nos 70%, já que há 10 camas reservadas para os casos mais graves. Este número pode ser alargado para 15, se for necessário.
A quarta vaga da pandemia, marcada pelo aumento de casos de infeção desde o final de maio, não teve reflexos noutras valências do hospital, que mantém a programação de consultas e cirurgias.
18h38 - As autoridades madeirenses diagnosticaram nas últimas 24 horas 16 novos casos de covid-19, dos quais nove são importados, e identificaram 113 situações ativas no arquipélago.
18h17 - Moçambique registou mais 14 óbitos associados à covid-19 e 1.687 casos de infeção pelo novo coronavírus, nas últimas 24 horas.
17h40 - Hospital Santa Maria em Lisboa regista ocupação covid de 94%
O Hospital de Santa Maria, em Lisboa, regista hoje 39 doentes covid-19 internados em enfermaria e 18 em unidade de cuidados intensivos (UCI), com ocupação de 94% do limite de camas disponíveis, prevendo-se o alargamento da resposta a "curto prazo".
Fonte do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHLN), que integra o Hospital Santa Maria, disse que o plano de contingência para resposta a doentes covid-19, à data de hoje, tem como capacidade disponível 42 camas em enfermaria e 19 em UCI.
Com prontidão e capacidade de antecipação às necessidades registadas durante a pandemia da covid-19, o Hospital de Santa Maria tem "em curso o alargamento da sua resposta, a curto prazo, em enfermaria e em UCI", apontando como "muito provável" que o reforço aconteça já durante esta semana.
Em declarações à agência Lusa, fonte do CHLN adiantou que está prevista a abertura de mais uma enfermaria, com 21 camas, que se juntará às duas enfermarias já disponíveis (cada uma com capacidade para acolher 21 doentes), aumentando para 63 o número total de camas.
Relativamente à resposta aos doentes covid-19 em UCI, o reforço da capacidade vai ser "em função das necessidades".
O Hospital de Santa Maria, em Lisboa, regista hoje 39 doentes covid-19 internados em enfermaria e 18 em unidade de cuidados intensivos (UCI), com ocupação de 94% do limite de camas disponíveis, prevendo-se o alargamento da resposta a "curto prazo".
Fonte do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHLN), que integra o Hospital Santa Maria, disse que o plano de contingência para resposta a doentes covid-19, à data de hoje, tem como capacidade disponível 42 camas em enfermaria e 19 em UCI.
Com prontidão e capacidade de antecipação às necessidades registadas durante a pandemia da covid-19, o Hospital de Santa Maria tem "em curso o alargamento da sua resposta, a curto prazo, em enfermaria e em UCI", apontando como "muito provável" que o reforço aconteça já durante esta semana.
Em declarações à agência Lusa, fonte do CHLN adiantou que está prevista a abertura de mais uma enfermaria, com 21 camas, que se juntará às duas enfermarias já disponíveis (cada uma com capacidade para acolher 21 doentes), aumentando para 63 o número total de camas.
Relativamente à resposta aos doentes covid-19 em UCI, o reforço da capacidade vai ser "em função das necessidades".
17h17 - Hospitais do Algarve com 50% da capacidade para doentes covid
Os hospitais do Algarve têm 60 doentes internados em enfermarias covid-19, 13 dos quais em cuidados intensivos, o que representa cerca de 50% da capacidade da fase 2 do plano de contingência, disse hoje fonte do Centro Hospitalar.
"Neste momento estamos com 50% da nossa capacidade total de cuidados intensivos destinada para doentes covid, o que não afeta os outros serviços, estando os hospitais em operação normal", disse à Lusa um dos membros do conselho de administração do Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA), Paulo Neves.
Segundo o responsável, os 50% referem-se à capacidade de camas previstas para a fase 2 do plano de contingência, tendo os hospitais algarvios "ainda margem para aumentar essa capacidade, caso seja necessário".
"Temos um plano de contingência que pode ser ajustado e aumentado em função das necessidades, mas temos a perspetiva da não existência de um aumento substancial de casos da doença", indicou.
Segundo Paulo Neves, a perspetiva "tem a ver com o número de casos registados em média nos últimos quatro dias, dado que, nesse período, não houve variação sensível no número de internamentos nos hospitais do Algarve".
"A nossa previsão é a de que se mantenha a tendência que se verifica desde o início do mês de pessoas a necessitar de internamento hospitalar, embora estejamos preparados para responder a um eventual aumento de casos graves da doença", sublinhou.
16h53 - Auto-agendamento da vacina contra a covid-19 disponível para maiores de 23 anos.
A marcação é feita no portal da Direção Geral da Saúde, onde é permitido escolher o local e a data para receber a vacina. Na semana passada, o auto-agendamento já tinha sido alargado até aos 25 anos e assim vai continuar, até aos 18. A outra opção é esperar pelo agendamento feito plos serviços de saúde.
16h38 - PSP termina com festa de uma centena de estudantes em Coimbra
A PSP terminou na madrugada de domingo com uma festa na cidade de Coimbra onde estavam cerca de 100 estudantes, em incumprimento das medidas de prevenção da pandemia de covid-19, anunciou hoje esta força de segurança.
Em comunicado, o Comando Distrital de Coimbra da PSP informa que pelas 4h00 de domingo elementos da Divisão Policial "deslocaram-se à zona do Arco da Traição", dado "haver informação que ali estava a decorrer uma festa com cerca de 100 estudantes, a consumirem bebidas alcoólicas na via pública, sem cumprirem o devido distanciamento social e sem uso de máscara facial".
No local, ao aperceber-se da presença policial, a maioria das pessoas colocou-se em fuga, sendo apenas possível identificar nove, esclarece a PSP.
"Foram levantados três autos de contraordenação por falta de uso de máscara facial e seis por incumprimento das regras de consumo de bebidas alcoólicas na via pública", refere o comunicado, garantindo que o Comando Distrital de Coimbra da PSP "está atento a este tipo de ilícitos e exorta todos os cidadãos a cumprirem as normas da Direção-Geral da Saúde".
Fonte policial precisou que se tratava de "um aglomerado com cerca de 100 pessoas", que a PSP dispersou, tendo as pessoas identificadas idades entre os 19 e 22 anos.
A PSP terminou na madrugada de domingo com uma festa na cidade de Coimbra onde estavam cerca de 100 estudantes, em incumprimento das medidas de prevenção da pandemia de covid-19, anunciou hoje esta força de segurança.
Em comunicado, o Comando Distrital de Coimbra da PSP informa que pelas 4h00 de domingo elementos da Divisão Policial "deslocaram-se à zona do Arco da Traição", dado "haver informação que ali estava a decorrer uma festa com cerca de 100 estudantes, a consumirem bebidas alcoólicas na via pública, sem cumprirem o devido distanciamento social e sem uso de máscara facial".
No local, ao aperceber-se da presença policial, a maioria das pessoas colocou-se em fuga, sendo apenas possível identificar nove, esclarece a PSP.
"Foram levantados três autos de contraordenação por falta de uso de máscara facial e seis por incumprimento das regras de consumo de bebidas alcoólicas na via pública", refere o comunicado, garantindo que o Comando Distrital de Coimbra da PSP "está atento a este tipo de ilícitos e exorta todos os cidadãos a cumprirem as normas da Direção-Geral da Saúde".
Fonte policial precisou que se tratava de "um aglomerado com cerca de 100 pessoas", que a PSP dispersou, tendo as pessoas identificadas idades entre os 19 e 22 anos.
16h36 - Reino Unido regista mais 6 mortes e 34.471 novos caso de covid-19.
16h34 - Organização Mundial da Saúde pede que países não avancem com compra de vacinas de reforço enquanto houver outros países que ainda necessitem de vacinas para primeira fase de inoculação.
16h18 - A Alemanha registou nas últimas 24 horas 324 novos casos de covid-19 - mais 112 que na segunda-feira passada - e duas mortes, elevando o total de mortos no país para 91.233.
16h10 -Agências da ONU pedem reabertura de escolas e alertam para "catástrofe geracional"
O encerramento das escolas devido à covid-19, situação que ainda afeta "mais de 156 milhões de estudantes em 19 países", "não pode continuar", defenderam hoje duas agências da ONU, alertando para o risco de uma "catástrofe geracional".
"Passaram 18 meses desde que a pandemia de covid-19 começou e a educação de milhões de crianças continua a ser perturbada. (...) Esta situação não pode continuar. As escolas devem ser as últimas a fechar e as primeiras a reabrir", defenderam as diretoras-executivas do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), Henrietta Fore e Audrey Azoulay, respetivamente, numa declaração conjunta.
As representantes destas duas agências do sistema da Organização das Nações Unidas (ONU) entendem que a reabertura das escolas (primárias e secundárias) não pode esperar pelo fim da crise pandémica, nem mesmo pela conclusão da vacinação de todos os alunos e funcionários, argumentando que a abertura das salas de aula pode ser feita "com segurança", sobretudo porque os estabelecimentos de ensino "não constam entre os principais locais de propagação" do novo coronavírus.
Por outro lado, salientaram Henrietta Fore e Audrey Azoulay, "poderá ser impossível evitar o impacto que vão sentir as crianças e os jovens que não puderam frequentar a escola".
"Seja na perda de aprendizagem, na angústia psicológica, na exposição à violência e a abusos, na falta de refeições escolares e de vacinas, ou na falta de socialização, as consequências para as crianças serão sentidas a todos os níveis: no seu desempenho escolar, no seu envolvimento social e na sua saúde física e mental", frisaram as representantes.
Henrietta Fore e Audrey Azoulay lembraram ainda que o encerramento das escolas afeta em especial crianças e jovens que já vivem com poucos recursos - que não têm acesso, por exemplo, a meios e a ferramentas que possibilitam o ensino à distância -, e as crianças mais pequenas, que se encontram "em etapas chave do desenvolvimento".
"Para evitar uma catástrofe geracional, exortamos os decisores políticos e os Governos a darem prioridade à reabertura das escolas com toda a segurança. O encerramento das escolas coloca em risco o nosso futuro apenas para preservar o nosso presente de uma forma incerta", concluíram as diretoras-executivas da UNICEF e da UNESCO.
Esta declaração conjunta foi divulgada na véspera do Encontro Mundial de Educação 2021, evento realizado a nível ministerial promovido pela UNESCO que vai decorrer de forma virtual a partir de Paris, à margem do Fórum Político de Alto Nível sobre Desenvolvimento Sustentável.
O encerramento das escolas devido à covid-19, situação que ainda afeta "mais de 156 milhões de estudantes em 19 países", "não pode continuar", defenderam hoje duas agências da ONU, alertando para o risco de uma "catástrofe geracional".
"Passaram 18 meses desde que a pandemia de covid-19 começou e a educação de milhões de crianças continua a ser perturbada. (...) Esta situação não pode continuar. As escolas devem ser as últimas a fechar e as primeiras a reabrir", defenderam as diretoras-executivas do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), Henrietta Fore e Audrey Azoulay, respetivamente, numa declaração conjunta.
As representantes destas duas agências do sistema da Organização das Nações Unidas (ONU) entendem que a reabertura das escolas (primárias e secundárias) não pode esperar pelo fim da crise pandémica, nem mesmo pela conclusão da vacinação de todos os alunos e funcionários, argumentando que a abertura das salas de aula pode ser feita "com segurança", sobretudo porque os estabelecimentos de ensino "não constam entre os principais locais de propagação" do novo coronavírus.
Por outro lado, salientaram Henrietta Fore e Audrey Azoulay, "poderá ser impossível evitar o impacto que vão sentir as crianças e os jovens que não puderam frequentar a escola".
"Seja na perda de aprendizagem, na angústia psicológica, na exposição à violência e a abusos, na falta de refeições escolares e de vacinas, ou na falta de socialização, as consequências para as crianças serão sentidas a todos os níveis: no seu desempenho escolar, no seu envolvimento social e na sua saúde física e mental", frisaram as representantes.
Henrietta Fore e Audrey Azoulay lembraram ainda que o encerramento das escolas afeta em especial crianças e jovens que já vivem com poucos recursos - que não têm acesso, por exemplo, a meios e a ferramentas que possibilitam o ensino à distância -, e as crianças mais pequenas, que se encontram "em etapas chave do desenvolvimento".
"Para evitar uma catástrofe geracional, exortamos os decisores políticos e os Governos a darem prioridade à reabertura das escolas com toda a segurança. O encerramento das escolas coloca em risco o nosso futuro apenas para preservar o nosso presente de uma forma incerta", concluíram as diretoras-executivas da UNICEF e da UNESCO.
Esta declaração conjunta foi divulgada na véspera do Encontro Mundial de Educação 2021, evento realizado a nível ministerial promovido pela UNESCO que vai decorrer de forma virtual a partir de Paris, à margem do Fórum Político de Alto Nível sobre Desenvolvimento Sustentável.
15h40 - Concluída operação que levou mais de 14 mil vacinas a ilhas dos Açores sem hospital
A Ordem dos Enfermeiros nos Açores fez hoje um balanço positivo da “Operação Periferia”, com mais de 14 mil vacinas em cinco das seis ilhas sem hospital da região contra a covid-19, entre 06 de junho e domingo.
“Fica o registo da inoculação de mais de 14 mil vacinas num tempo que podemos considerar ‘record’, tendo em conta os recursos das ilhas envolvidas, mas num processo claramente positivo, em especial o trabalho realizado mais uma vez pelos enfermeiros açorianos”, salientou o presidente da Secção Regional dos Açores da Ordem dos Enfermeiros, Pedro Soares, citado em nota de imprensa.
Segundo dados revelados pelo executivo açoriano, foram administradas 14.695 doses de vacinas contra a covid-19 nesta operação, que deixou cinco das nove ilhas dos Açores com mais de 70% da população com vacinação completa.
A Ordem dos Enfermeiros nos Açores fez hoje um balanço positivo da “Operação Periferia”, com mais de 14 mil vacinas em cinco das seis ilhas sem hospital da região contra a covid-19, entre 06 de junho e domingo.
“Fica o registo da inoculação de mais de 14 mil vacinas num tempo que podemos considerar ‘record’, tendo em conta os recursos das ilhas envolvidas, mas num processo claramente positivo, em especial o trabalho realizado mais uma vez pelos enfermeiros açorianos”, salientou o presidente da Secção Regional dos Açores da Ordem dos Enfermeiros, Pedro Soares, citado em nota de imprensa.
Segundo dados revelados pelo executivo açoriano, foram administradas 14.695 doses de vacinas contra a covid-19 nesta operação, que deixou cinco das nove ilhas dos Açores com mais de 70% da população com vacinação completa.
15h32 - Região Centro com 60 doentes internados em enfermaria e 12 em UCI
As unidades hospitalares da Região Centro tinham às 00h00 de hoje 60 doentes com covid-19 internados em enfermaria e 12 em unidades de cuidados intensivos (UCI), revelou a Administração Regional de Saúde do Centro (ARS-Centro). O número de doentes internados com o novo coronavírus é de 72, "com 60 doentes em enfermaria e 12 em UCI, dos quais sete ventilados".
A taxa de ocupação é de cerca de 50 por cento em enfermaria e 39 por cento em UCI, adianta a ARS-Centro, explicando que “não houve alteração no número de camas ativas em enfermaria”, que é de 116, nem em UCI, que totalizam 31, para doentes com covid-19.
Os dados reportam-se aos centros hospitalares de Leiria, Baixo Vouga e Tondela Viseu, e aos centros hospitalares e universitários de Coimbra e Cova da Beira, assim como ao Hospital Distrital da Figueira da Foz, e unidades de saúde locais de Castelo Branco e Guarda.
As unidades hospitalares da Região Centro tinham às 00h00 de hoje 60 doentes com covid-19 internados em enfermaria e 12 em unidades de cuidados intensivos (UCI), revelou a Administração Regional de Saúde do Centro (ARS-Centro). O número de doentes internados com o novo coronavírus é de 72, "com 60 doentes em enfermaria e 12 em UCI, dos quais sete ventilados".
A taxa de ocupação é de cerca de 50 por cento em enfermaria e 39 por cento em UCI, adianta a ARS-Centro, explicando que “não houve alteração no número de camas ativas em enfermaria”, que é de 116, nem em UCI, que totalizam 31, para doentes com covid-19.
Os dados reportam-se aos centros hospitalares de Leiria, Baixo Vouga e Tondela Viseu, e aos centros hospitalares e universitários de Coimbra e Cova da Beira, assim como ao Hospital Distrital da Figueira da Foz, e unidades de saúde locais de Castelo Branco e Guarda.
15h27 - PSP encerrou seis estabelecimentos e registou 40 contraordenações no fim de semana
A PSP encerrou seis estabelecimentos comerciais e registou 40 contraordenações, durante o fim de semana, no âmbito da fiscalização às medidas para combater a pandemia, indicou hoje aquela polícia.
A Polícia de Segurança Pública refere que realizou 307 ações de fiscalização no último fim de semana, quando entraram em vigor novas regras para conter a pandemia de covid-19, nomeadamente a exigência de certificado digital ou teste negativo à covid-19 para se entrar no interior dos restaurantes dos concelhos de risco elevado ou muito elevado a partir das 19h00 de sexta-feira. Segundo a PSP, as 307 ações de fiscalização resultaram no encerramento de seis estabelecimentos e o levantamento de 40 contraordenações, principalmente por consumo de bebidas alcoólicas na via pública e pela não utilização de máscara.
Esta polícia realizou também 1.657 medidas de vigilância ativa que redundaram na elaboração de sete autos por não cumprimento da medida de confinamento obrigatório.
A PSP encerrou seis estabelecimentos comerciais e registou 40 contraordenações, durante o fim de semana, no âmbito da fiscalização às medidas para combater a pandemia, indicou hoje aquela polícia.
A Polícia de Segurança Pública refere que realizou 307 ações de fiscalização no último fim de semana, quando entraram em vigor novas regras para conter a pandemia de covid-19, nomeadamente a exigência de certificado digital ou teste negativo à covid-19 para se entrar no interior dos restaurantes dos concelhos de risco elevado ou muito elevado a partir das 19h00 de sexta-feira. Segundo a PSP, as 307 ações de fiscalização resultaram no encerramento de seis estabelecimentos e o levantamento de 40 contraordenações, principalmente por consumo de bebidas alcoólicas na via pública e pela não utilização de máscara.
Esta polícia realizou também 1.657 medidas de vigilância ativa que redundaram na elaboração de sete autos por não cumprimento da medida de confinamento obrigatório.
15h21 - Empresas ferroviárias querem exceção na apresentação de documentos para restauração e turismo
As empresas ferroviárias manifestaram hoje “preocupação” com o impacto operacional no setor da apresentação obrigatória de certificado digital ou teste negativo à covid-19 em hotéis e restaurantes, defendendo um regime de exceção para maquinistas e agentes de acompanhamento.
“A entrada em vigor, com efeitos imediatos, de medidas que obrigam qualquer cidadão a ter de apresentar certificado digital ou teste negativo à covid-19 não teve em consideração as circunstâncias de certas atividades profissionais, como por exemplo as dos trabalhadores ferroviários, nomeadamente maquinistas e agentes de acompanhamento, que, pela natureza da sua profissão, trabalham em horário contínuo na circulação de comboios, incluindo fins de semana”, refere a Associação Portuguesa de Empresas Ferroviárias (APEF) em comunicado.
Segundo salienta, as novas medidas tomadas no Conselho de Ministros da passada quinta-feira para tentar conter a progressão da pandemia “têm um impacto muito elevado” na atividade dos seus associados, dado que “grande parte das tripulações que se encontram em serviço necessitam de pernoitar cada dois ou três dias, bem como de recorrer a restaurantes de forma frequente”.
“A APEF não coloca em causa a necessidade de medidas adicionais para conter a pandemia, mas deveria ter sido acautelada a situação de quem necessita de recorrer a hotéis e restaurantes por razões de natureza profissional”, sustenta.
Conforma alerta a associação, estes trabalhadores “ver-se-ão na situação de ter de efetuar testes várias vezes por semana, em qualquer ponto do país, sendo que será necessário incorrer em custos que não estavam equacionados”.
As empresas ferroviárias manifestaram hoje “preocupação” com o impacto operacional no setor da apresentação obrigatória de certificado digital ou teste negativo à covid-19 em hotéis e restaurantes, defendendo um regime de exceção para maquinistas e agentes de acompanhamento.
“A entrada em vigor, com efeitos imediatos, de medidas que obrigam qualquer cidadão a ter de apresentar certificado digital ou teste negativo à covid-19 não teve em consideração as circunstâncias de certas atividades profissionais, como por exemplo as dos trabalhadores ferroviários, nomeadamente maquinistas e agentes de acompanhamento, que, pela natureza da sua profissão, trabalham em horário contínuo na circulação de comboios, incluindo fins de semana”, refere a Associação Portuguesa de Empresas Ferroviárias (APEF) em comunicado.
Segundo salienta, as novas medidas tomadas no Conselho de Ministros da passada quinta-feira para tentar conter a progressão da pandemia “têm um impacto muito elevado” na atividade dos seus associados, dado que “grande parte das tripulações que se encontram em serviço necessitam de pernoitar cada dois ou três dias, bem como de recorrer a restaurantes de forma frequente”.
“A APEF não coloca em causa a necessidade de medidas adicionais para conter a pandemia, mas deveria ter sido acautelada a situação de quem necessita de recorrer a hotéis e restaurantes por razões de natureza profissional”, sustenta.
Conforma alerta a associação, estes trabalhadores “ver-se-ão na situação de ter de efetuar testes várias vezes por semana, em qualquer ponto do país, sendo que será necessário incorrer em custos que não estavam equacionados”.
15h15 - Impacto indireto da Covid-19 é maior nas gerações mais novas
O impacto indireto da Covid-19 é maior nas gerações mais novas. As conclusões são de um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos que revela que 50% dos jovens inquiridos sentiram perturbações de peso e do sono. 20% aumentaram o consumo de álcool e tabaco. E 11% começaram mesmo a tomar medicamentos como ansiolíticos ou antidepressivos.
O impacto indireto da Covid-19 é maior nas gerações mais novas. As conclusões são de um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos que revela que 50% dos jovens inquiridos sentiram perturbações de peso e do sono. 20% aumentaram o consumo de álcool e tabaco. E 11% começaram mesmo a tomar medicamentos como ansiolíticos ou antidepressivos.
15h11 - GNR encerrou restaurante em Famalicão por incumprimento de horário
A GNR encerrou no domingo um estabelecimento de restauração e bebidas em Famalicão, no distrito de Braga, por se encontrar a funcionar fora do horário permitido com 37 pessoas no seu interior, anunciou hoje aquela força de segurança.
Em comunicado, a GNR refere que o incumprimento foi detetado no decorrer de uma operação de fiscalização a estabelecimentos, no âmbito do combate à pandemia de covid-19.
“Perante o incumprimento, foram elaborados os respetivos autos de contraordenação por violação da limitação à circulação, a todos os clientes, e dois autos de contraordenação ao proprietário por inobservância do dever de encerramento do estabelecimento e venda de bebidas alcoólicas”, acrescenta a GNR.
A operação foi realizada através do Destacamento de Barcelos do Comando Territorial de Braga, contando com o reforço da Unidade de Intervenção.
A GNR encerrou no domingo um estabelecimento de restauração e bebidas em Famalicão, no distrito de Braga, por se encontrar a funcionar fora do horário permitido com 37 pessoas no seu interior, anunciou hoje aquela força de segurança.
Em comunicado, a GNR refere que o incumprimento foi detetado no decorrer de uma operação de fiscalização a estabelecimentos, no âmbito do combate à pandemia de covid-19.
“Perante o incumprimento, foram elaborados os respetivos autos de contraordenação por violação da limitação à circulação, a todos os clientes, e dois autos de contraordenação ao proprietário por inobservância do dever de encerramento do estabelecimento e venda de bebidas alcoólicas”, acrescenta a GNR.
A operação foi realizada através do Destacamento de Barcelos do Comando Territorial de Braga, contando com o reforço da Unidade de Intervenção.
15h00 - Bruxelas preocupada com decisão de Malta de impedir entrada a não vacinados
A Comissão Europeia disse hoje estar "preocupada" com a decisão de Malta de apenas deixar entrar no país os portadores de um certificado de vacinação contra a covid-19, o que configura uma medida discriminatória.
"Preocupa-nos que estas medidas possam ser discriminatórias contras as pessoas não vacinadas", disse o porta-voz do executivo comunitário para a Justiça, Christian Wigand, na conferência de imprensa diária da Comissão, acrescentando que Bruxelas pediu explicações ao Governo de La Valeta.
"As medidas que restringem a livre circulação devem ser proporcionadas e não discriminatórias", salientou Wigand, acrescentando que "um certificado de vacinação não pode ser uma pré-condição para o exercício da livre circulação", um principio garantido no regulamento do certificado digital covid-19 da UE.
As autoridades de Malta informaram Bruxelas e os Estados-membros sobre as novas restrições entrarão em vigor em 14 de julho, invocando o aumento do número de casos de covid-19, nomeadamente devido à variante Delta.
A Comissão Europeia disse hoje estar "preocupada" com a decisão de Malta de apenas deixar entrar no país os portadores de um certificado de vacinação contra a covid-19, o que configura uma medida discriminatória.
"Preocupa-nos que estas medidas possam ser discriminatórias contras as pessoas não vacinadas", disse o porta-voz do executivo comunitário para a Justiça, Christian Wigand, na conferência de imprensa diária da Comissão, acrescentando que Bruxelas pediu explicações ao Governo de La Valeta.
"As medidas que restringem a livre circulação devem ser proporcionadas e não discriminatórias", salientou Wigand, acrescentando que "um certificado de vacinação não pode ser uma pré-condição para o exercício da livre circulação", um principio garantido no regulamento do certificado digital covid-19 da UE.
As autoridades de Malta informaram Bruxelas e os Estados-membros sobre as novas restrições entrarão em vigor em 14 de julho, invocando o aumento do número de casos de covid-19, nomeadamente devido à variante Delta.
14h51 - Luta contra a pandemia está mais difícil, alertam médicos
A Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública assume que a luta contra a pandemia está a ficar mais difícil. Passado já um longo período desde o aparecimento da Covid-19, o comportamento menos cauteloso ou até negligente de muitas pessoas está a causar problemas. A comunicação "confusa" por parte do poder político também recebe críticas da Associação
A Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública assume que a luta contra a pandemia está a ficar mais difícil. Passado já um longo período desde o aparecimento da Covid-19, o comportamento menos cauteloso ou até negligente de muitas pessoas está a causar problemas. A comunicação "confusa" por parte do poder político também recebe críticas da Associação
14h37 - Foram administradas um milhão de vacinas numa semana, garante Task Force
A Task Force informou, em comunicado que, na semana de 5 a 11 de julho, "foram administradas um milhão de vacinas contra a covid-19 aos residentes em Portugal continental, um resultado que superou a estimativa inicial de 850 mil inoculações".
Assim, na semana passada verificou-se "um ritmo de vacinação excecionalmente elevado em função da grande disponibilidade de vacinas e da decisão de antecipar para oito semanas o intervalo entre doses da vacina da AstraZeneca".
"Este foi um esforço adicional feito para reforçar a segurança de todos, numa altura de agravamento da situação epidemiológica no país", lê-se na nota.
A Task Force para a vacinação contra o SARS-CoV-2 afirma que este sucesso se deve "à entrega de todos os envolvidos neste complexo processo, desde os cerca de 4700 profissionais de saúde e funcionários de diversas entidades que colaboram em cada Centro de Vacinação, ao empenho das ARS, da SPMS (agendamento) e do SUCH (distribuição vacinas)".
Assim, na semana passada verificou-se "um ritmo de vacinação excecionalmente elevado em função da grande disponibilidade de vacinas e da decisão de antecipar para oito semanas o intervalo entre doses da vacina da AstraZeneca".
"Este foi um esforço adicional feito para reforçar a segurança de todos, numa altura de agravamento da situação epidemiológica no país", lê-se na nota.
A Task Force para a vacinação contra o SARS-CoV-2 afirma que este sucesso se deve "à entrega de todos os envolvidos neste complexo processo, desde os cerca de 4700 profissionais de saúde e funcionários de diversas entidades que colaboram em cada Centro de Vacinação, ao empenho das ARS, da SPMS (agendamento) e do SUCH (distribuição vacinas)".
14h13 - R(t) desce, mas incidência continua a aumentar
Segundo o relatório epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, a matriz de risco atualizada esta segunda-feira indica que o R(t) nacional e no continente desceu para 1,16.
Contudo, a incidência está a aumentar. A nível nacional é de 315,6 casos por 100 mil habitantes e a no continente é de 325,2 casos.
14h04 - Mais 1.782 casos de covid-19 e oito mortos em Portugal, nas últimas 24 horas
Portugal regista, esta segunda-feira, 1.782 novas infeções e oito vítimas mortais devido à covid-19. Há mais 746 casos ativos nas últimas 24 horas, 1.137 novos contactos em vigilância e 1.028 recuperados.
Embora continue a reportar a maioria dos casos, Lisboa e Vale do Tejo registou menos de 1000 novas infeções desde ontem (mais 864 desde domingo). A região Norte, por sua vez, reportou mais 536 casos, a região do Algarve mais 202, a região Centro mais 87 e o Alentejo mais 38.
Nos Açores registaram-se 40 novos casos e na Madeira 15.
Os internamentos também continuam a subir: há mais 57 doentes internados em enfermaria e mais dez em unidades de cuidados intensivos.
13h53 - Hospitais da região Norte têm 34 camas de UCI e 102 de enfermaria ocupadas
As unidades hospitalares da região Norte têm 34 camas de cuidados intensivos (UCI) destinadas a doentes covid-19 ocupadas e 102 de enfermaria, revelou hoje a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-Norte), acrescentando que este número é “dinâmico”.
A ARS-Norte afirmou que estão hoje internadas 34 pessoas com covid-19 em unidades de cuidados intensivos (UCI) e 102 em enfermaria.
Quanto à taxa de ocupação nas unidades hospitalares da região, a ARS-Norte disse ser “muito difícil” estimar esse número, uma vez que o número de camas destinado aos doentes com covid-19 é “dinâmico” e as unidades de saúde “tanto podem aumentar como reduzir” o número de camas destinadas a estes doentes.
Na segunda-feira, o relatório de situação da Direção-Geral da Saúde (DGS) revelava que Portugal continental tinha cerca de 55% das camas de cuidados intensivos destinadas a doentes covid-19 ocupadas, quando há cerca de um mês essa taxa de ocupação rondava os 20%.
As unidades hospitalares da região Norte têm 34 camas de cuidados intensivos (UCI) destinadas a doentes covid-19 ocupadas e 102 de enfermaria, revelou hoje a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-Norte), acrescentando que este número é “dinâmico”.
A ARS-Norte afirmou que estão hoje internadas 34 pessoas com covid-19 em unidades de cuidados intensivos (UCI) e 102 em enfermaria.
Quanto à taxa de ocupação nas unidades hospitalares da região, a ARS-Norte disse ser “muito difícil” estimar esse número, uma vez que o número de camas destinado aos doentes com covid-19 é “dinâmico” e as unidades de saúde “tanto podem aumentar como reduzir” o número de camas destinadas a estes doentes.
Na segunda-feira, o relatório de situação da Direção-Geral da Saúde (DGS) revelava que Portugal continental tinha cerca de 55% das camas de cuidados intensivos destinadas a doentes covid-19 ocupadas, quando há cerca de um mês essa taxa de ocupação rondava os 20%.
13h36 - Sintomas após a Covid-19
Um estudo a mais de três mil doentes Covid do Hospital de S.João, no Porto, revela que em 40% persistem sintomas três meses após o diagnóstico. Fadiga, distúrbios de sono e estados depressivos são os mais frequentes.
13h20 - Desde março que não havia tantos doentes internados por Covid-19
A pressão continua a ser maior em Lisboa e Vale do Tejo e no Algarve mas já se faz sentir noutras regiões do país.
13h00 - Pandemia já matou pelo menos 4,03 milhões de pessoas em todo o mundo
A pandemia provocada pelo novo coronavírus já fez pelo menos 4.035.567 mortos em todo o mundo desde que foi notificado o primeiro caso na China no final de 2019, segundo o balanço diário da agência France-Press.
Mais de 186.740.300 pessoas foram infetadas pelo novo coronavírus em todo o mundo.
A pandemia provocada pelo novo coronavírus já fez pelo menos 4.035.567 mortos em todo o mundo desde que foi notificado o primeiro caso na China no final de 2019, segundo o balanço diário da agência France-Press.
Mais de 186.740.300 pessoas foram infetadas pelo novo coronavírus em todo o mundo.
12h43 - GNR de Braga encerrou festa ilegal com mais de 100 pessoas
Num comunicado enviado às redações, o Comando Territorial de Braga informou que no domingo, dia 11 de julho, "cessou uma festa ilegal com mais de 100 pessoas, em desrespeito às medidas vigentes para a contenção da pandemia COVID-19, no concelho de Esposende".
"No seguimento de uma denúncia que estaria a decorrer uma festa ilegal numa residência particular, os militares da Guarda deslocaram-se ao local onde constataram a presença de cerca de 20 pessoas, que alegadamente seriam elementos da família do proprietário e alguns amigos", indicam em comunicado.
Mas, após uma segunda denúncia, a GNR voltou ao local e "verificou que decorria uma festa com mais de 100 pessoas em pleno desrespeito pelas normas vigentes de contenção da pandemia de COVID-19".
"Foi cessado de imediato, o proprietário foi identificado e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Esposende", concluiu a nota.
"No seguimento de uma denúncia que estaria a decorrer uma festa ilegal numa residência particular, os militares da Guarda deslocaram-se ao local onde constataram a presença de cerca de 20 pessoas, que alegadamente seriam elementos da família do proprietário e alguns amigos", indicam em comunicado.
Mas, após uma segunda denúncia, a GNR voltou ao local e "verificou que decorria uma festa com mais de 100 pessoas em pleno desrespeito pelas normas vigentes de contenção da pandemia de COVID-19".
"Foi cessado de imediato, o proprietário foi identificado e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Esposende", concluiu a nota.
12h26 - Covax recebe 110 milhões de doses de vacinas de duas empresas chinesas
A plataforma de distribuição de vacinas anti-covid-19 pelos países mais pobres Covax receberá 110 milhões de doses das chinesas Sinovac e Sinopharm para permiti lidar com uma escassez das vacinas, anunciou hoje a Aliança para a Vacinas (GAVI).
O acordo entre a GAVI e os dois grupos farmacêuticos chineses, o acordo também inclui opções para a compra de doses adicionais nos próximos meses, disse num comunicado a organização, um dos membros fundadores do Fundo de Acesso Global para Vacinas covid-19 (Covax), criando em conjunto com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e outras entidades.
“Graças a este acordo, e porque essas vacinas já receberam aprovação emergencial da OMS, podemos começar a entregar as doses aos países imediatamente”, disse Seth Berkley, que dirige a Aliança para as Vacinas.
Até hoje, o sistema Covax, que visa garantir acesso equitativo às vacinas contra a covid-19, distribuiu mais de 102 milhões de doses em 135 países.
A plataforma de distribuição de vacinas anti-covid-19 pelos países mais pobres Covax receberá 110 milhões de doses das chinesas Sinovac e Sinopharm para permiti lidar com uma escassez das vacinas, anunciou hoje a Aliança para a Vacinas (GAVI).
O acordo entre a GAVI e os dois grupos farmacêuticos chineses, o acordo também inclui opções para a compra de doses adicionais nos próximos meses, disse num comunicado a organização, um dos membros fundadores do Fundo de Acesso Global para Vacinas covid-19 (Covax), criando em conjunto com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e outras entidades.
“Graças a este acordo, e porque essas vacinas já receberam aprovação emergencial da OMS, podemos começar a entregar as doses aos países imediatamente”, disse Seth Berkley, que dirige a Aliança para as Vacinas.
Até hoje, o sistema Covax, que visa garantir acesso equitativo às vacinas contra a covid-19, distribuiu mais de 102 milhões de doses em 135 países.
12h07 - Surto da variante Delta está a agravar-se na Austrália
Sidney está em confinamento, depois de terem sido indentificados casos de covid-19, em particular da variante Delta.
O estado de New South Wales registou 112 novos casos de covid-19 transmitidos localmente, quase todos em Sidney, apesar da maior cidade do país entrar na sua terceira semana de confinamento. O número de casos atingiu níveis recorde por pelo menos três dias.
A governador estadual, Gladys Berejiklian, afirmou que o a diminuição ou aumento de casos nos próximo dias será determinante para decidir, na sexta-feira, se o confinamento termina ou é prolongado.
"Esse é o número que precisamos para chegar o mais próximo possível de zero", disse Berejiklian durante a conferência de imprensa diária. "Depende realmente de nós. O Conselho dos Especialistas em Saúde será baseado nesses números. Não posso ser mais claro do que isso".
O estado de New South Wales registou 112 novos casos de covid-19 transmitidos localmente, quase todos em Sidney, apesar da maior cidade do país entrar na sua terceira semana de confinamento. O número de casos atingiu níveis recorde por pelo menos três dias.
A governador estadual, Gladys Berejiklian, afirmou que o a diminuição ou aumento de casos nos próximo dias será determinante para decidir, na sexta-feira, se o confinamento termina ou é prolongado.
"Esse é o número que precisamos para chegar o mais próximo possível de zero", disse Berejiklian durante a conferência de imprensa diária. "Depende realmente de nós. O Conselho dos Especialistas em Saúde será baseado nesses números. Não posso ser mais claro do que isso".
11h45 - Quatro utentes da Unidade de Cuidados Continuados da Misericórdia de Vila Viçosa infetadas
Quatro utentes já vacinadas contra a covid-19 da Unidade de Cuidados Continuados da Misericórdia de Vila Viçosa (Évora) estão infetadas com o coronavírus e foram transferidas para uma estrutura de apoio, disse hoje o provedor da instituição.
Em declarações à agência Lusa, o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Vila Viçosa, Jorge Rosa, indicou que as utentes com covid-19, todas mulheres, "uma delas com 100 anos" e as outras "quase nos 90", "estão bem" e "têm apenas uma tosse ligeira".
Estas quatro utentes da Unidade de Cuidados Continuados da Misericórdia de Vila Viçosa, sublinhou o responsável, "estavam vacinadas" contra o vírus da covid-19 "há mais de dois meses".
Quatro utentes já vacinadas contra a covid-19 da Unidade de Cuidados Continuados da Misericórdia de Vila Viçosa (Évora) estão infetadas com o coronavírus e foram transferidas para uma estrutura de apoio, disse hoje o provedor da instituição.
Em declarações à agência Lusa, o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Vila Viçosa, Jorge Rosa, indicou que as utentes com covid-19, todas mulheres, "uma delas com 100 anos" e as outras "quase nos 90", "estão bem" e "têm apenas uma tosse ligeira".
Estas quatro utentes da Unidade de Cuidados Continuados da Misericórdia de Vila Viçosa, sublinhou o responsável, "estavam vacinadas" contra o vírus da covid-19 "há mais de dois meses".
11h44 - Indonésia com um número recorde de novos casos - mais 40.427 - esta segunda-feira
Morreram 891 pessoas.
11h05 - Especialistas dizem que o pedido da Pfizer para autorização de uma terceira dose da vacina ainda não é apoiada em evidências
10h55 - Catalunha regista uma explosão de contágios por Covid sem precedentes na Europa, escreve aqui o La Vanguardia
10h51 - A aliança mundial para a vacinação GAVI assinou acordos para o fornecimento de vacinas chinesas da Sinopharm e Sinovac
10h38 - Casos de Covid-19 mais graves e em pessoas mais jovens
10h26 - PM britânico pede "cautela" perante levantamento de restrições
O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, vai hoje pedir "cautela" aos britânicos e confirmar se Inglaterra pode avançar para a quarta e última fase de desconfinamento a 19 de julho perante pressão para manter algumas restrições.
Apesar de ter anunciado na semana passada que pretendia levantar a maioria das medidas ainda em vigor para controlar a pandemia covid-19, como o uso obrigatório de máscaras e os limites aos ajuntamentos em espaços abertos e fechados, a decisão final está dependente da análise dos últimos dados.
Reconhecendo que o número de infeções vai aumentar devido ao desconfinamento, Johnson diz que "a cautela é absolutamente essencial" e urgiu "responsabilidade" às pessoas para evitar comportamentos de risco.
O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, vai hoje pedir "cautela" aos britânicos e confirmar se Inglaterra pode avançar para a quarta e última fase de desconfinamento a 19 de julho perante pressão para manter algumas restrições.
Apesar de ter anunciado na semana passada que pretendia levantar a maioria das medidas ainda em vigor para controlar a pandemia covid-19, como o uso obrigatório de máscaras e os limites aos ajuntamentos em espaços abertos e fechados, a decisão final está dependente da análise dos últimos dados.
Reconhecendo que o número de infeções vai aumentar devido ao desconfinamento, Johnson diz que "a cautela é absolutamente essencial" e urgiu "responsabilidade" às pessoas para evitar comportamentos de risco.
09h38 - Epidemiologista da OMS "devastada" com falta de cuidados na final do Europeu
Uma epidemiologista da OMS ficou devastada ao ver na final do europeu, em Londres, multidões a gritar e a cantar sem qualquer proteção.
Esta responsável da OMS ficou muito preocupada depois do que viu, com receio do que possa acontecer nos próximos dias efeito de novas transmissões, numa altura em que a variante Delta propaga-se a toda a velocidade.
Uma epidemiologista da OMS ficou devastada ao ver na final do europeu, em Londres, multidões a gritar e a cantar sem qualquer proteção.
Esta responsável da OMS ficou muito preocupada depois do que viu, com receio do que possa acontecer nos próximos dias efeito de novas transmissões, numa altura em que a variante Delta propaga-se a toda a velocidade.
09h07 - Rússia com mais 25.140 casos e 710 vítimas mortais
08h30 - Covid-19. 70% da população com vacinação completa dentro de quatro semanas
08h09 - China administrou 8.32 milhões de doses da vacina durante este domingo
08h01 - Surto da variante Delta en Sydney na Austrália piora
07h59 - Vacinas oferecidas por Portugal chegam a Díli a 20 de julho
Um lote de 12 mil vacinas da AstraZeneca oferecido por Portugal, o primeiro de outros carregamentos, chega a Díli na próxima semana, num voo direto de Lisboa, disse à Lusa o embaixador português em Díli.
Um lote de 12 mil vacinas da AstraZeneca oferecido por Portugal, o primeiro de outros carregamentos, chega a Díli na próxima semana, num voo direto de Lisboa, disse à Lusa o embaixador português em Díli.
07h58 - Maioria de inquiridos em estudo satisfeita com gestão da pandemia
A maioria dos inquiridos num estudo hoje divulgado manifestou-se satisfeita com as medidas adotadas pelo Governo no último ano para combater a pandemia de covid-19, apesar das consequências económicas e ao nível da saúde mental.
As conclusões são inferidas dos resultados preliminares de um estudo promovido pela Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS), com o objetivo de medir os principais impactos da pandemia de covid-19 na economia, na sociedade, nas instituições democráticas e política internacional.
A maioria dos inquiridos num estudo hoje divulgado manifestou-se satisfeita com as medidas adotadas pelo Governo no último ano para combater a pandemia de covid-19, apesar das consequências económicas e ao nível da saúde mental.
As conclusões são inferidas dos resultados preliminares de um estudo promovido pela Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS), com o objetivo de medir os principais impactos da pandemia de covid-19 na economia, na sociedade, nas instituições democráticas e política internacional.
Situação em Portugal
O último boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde (DGS) reporta mais 2323 casos e oito mortes associadas à Covid-19.
O número de internamentos voltou a aumentar. Há neste momento 672 doentes internados em enfermaria (mais 40 do que na véspera) e 153 em unidades de cuidados intensivos (mais nove do que no dia anterior).
Do total de novos casos, 1058 foram registados em Lisboa e Vale do Tejo, 693 na região norte, 242 no Algarve, 226 no centro e 64 no Alentejo. Foram ainda reportados 31 novos casos nos Açores e nove na Madeira.
Do total de óbitos, seis foram reportados em Lisboa e Vale do Tejo, um no Algarve e outro no Alentejo.
Há ainda a reportar mais 1019 recuperados, para um total de 845.516. O boletim dá ainda conta de mais 1296 casos ativos (45.302 no total) e mais 1127 contactos em vigilância (73.762 no total).
Desde que foi identificado o primeiro caso de Covid-19 em Portugal já foram confirmados 907.974 casos de infeção e 17.156 óbitos associados à doença.
O número de internamentos voltou a aumentar. Há neste momento 672 doentes internados em enfermaria (mais 40 do que na véspera) e 153 em unidades de cuidados intensivos (mais nove do que no dia anterior).
Do total de novos casos, 1058 foram registados em Lisboa e Vale do Tejo, 693 na região norte, 242 no Algarve, 226 no centro e 64 no Alentejo. Foram ainda reportados 31 novos casos nos Açores e nove na Madeira.
Do total de óbitos, seis foram reportados em Lisboa e Vale do Tejo, um no Algarve e outro no Alentejo.
Há ainda a reportar mais 1019 recuperados, para um total de 845.516. O boletim dá ainda conta de mais 1296 casos ativos (45.302 no total) e mais 1127 contactos em vigilância (73.762 no total).
Desde que foi identificado o primeiro caso de Covid-19 em Portugal já foram confirmados 907.974 casos de infeção e 17.156 óbitos associados à doença.
Situação no Mundo
Marrocos vai impor uma quarentena de dez dias aos viajantes não vacinados contra a covid-19 de Portugal, Espanha e França a partir de terça-feira, 13 de julho, informou o Ministério dos Negócios Estrangeiros marroquino.
Em Timor, as autoridades anunciaram terem detetado um caso da variante Delta da covid-19 num passageiro que viajou para o país em abril e que estava em quarentena, segundo o relatório epidemiológico semanal.
O Brasil registou, nas últimas 24 horas, 595 mortes por covid-19, o número mais baixo em quase cinco meses, desde os 527 óbitos registados em 21 de fevereiro, anunciou este domingo o Governo.
Segundo o boletim diário divulgado pelo ministério da Saúde, o número de mortes no Brasil desde o início da pandemia atingiu as 533.488, mas a média de mortes na última semana caiu para 1.296 este domingo, a mais baixa dos últimos quatro meses.
É a primeira vez desde 02 de março, quando a média era de 1.262 mortes diárias, que a média de óbitos fica abaixo das 1.300 por dia.
Segundo o boletim diário divulgado pelo ministério da Saúde, o número de mortes no Brasil desde o início da pandemia atingiu as 533.488, mas a média de mortes na última semana caiu para 1.296 este domingo, a mais baixa dos últimos quatro meses.
É a primeira vez desde 02 de março, quando a média era de 1.262 mortes diárias, que a média de óbitos fica abaixo das 1.300 por dia.