Mais atualizações
A questão foi levantada quarta-feira pela Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) mas o Ministério do Trabalho garante que os receios são infundados.
Em causa está a lei publicada em 13 de agosto que veio prolongar o apoio à retoma progressiva enquanto durarem as restrições no âmbito da pandemia de covid-19.
Esta lei determina que, no caso das empresas que mantêm a atividade encerrada, como bares, discotecas, organização e montagem de eventos e parques aquáticos, a modalidade do apoio que permite uma redução do horário dos trabalhadores a 100%, financiada pela Segurança Social, produz efeitos a partir de 01 de outubro.
Segundo a APAVT, esta lei estabelece assim que, "para determinada quebra de faturação, (as empresas) têm igual apoio em agosto e outubro, e menor apoio em setembro".
O Centro Hospitalar de São João, no Porto, vai desmontar na segunda-feira o Hospital de Campanha do INEM, instalado a 07 de março de 2020 e que deu resposta ao serviço de urgência durante os últimos 18 meses.
Em comunicado, aquela unidade hospitalar refere hoje que um ano e meio após os primeiros infetados com covid-19 terem dado entrada no hospital, a estrutura do INEM vai ser desmontada.
A infraestrutura, composta por tendas amarelas, foi instalada a 07 de março de 2020 e constituiu "uma resposta fundamental" do Serviço de Urgência durante os últimos 18 meses.
Os afegãos retirados do aeroporto de Cabul nos últimos dias e recebidos temporariamente no Qatar vão ser vacinados contra a Covid-19, anunciou o Ministério dos Negócios Estrangeiros qatari.
O Qatar acolhe a maior base militar dos Estados Unidos na região e tem vindo a facilitar os esforços de evacuação do aeroporto afegão. Até agora auxiliou na retirada de 40 mil pessoas e vai continuar a auxiliar os esforços internacionais "nos próximos dias", referiu um comunicado do mesmo Ministério.
Aqueles que não forem de imediato transferidos para outros países vão ter acesso a testes PCR e à vacinação contra a Covid-19, caso a solicitem, acrescentou. Doha está a acolher "um grande número de retirados, a maioria estudantes, famílias e jornalistas".
A
agência russa de estatisticas Rosstat, que segue linhas mais
abrangentes no que concerne uma morte lligada ao coronavírus,
contabilizava mais de 300 mil mortos no final de junho 2021. Só nesse
mês e de acordo com a Rosstat, a variante Delta fez pelo menos 21.000
mortos.
10h25 - Timor-Leste regista mais quatro mortes e 307 novos casos
Timor-Leste registou hoje mais quatro mortes, três em Díli e uma em Viqueque, devido à covid-19, entre as quais uma já vacinada mas com co-morbilidades.
O boletim diário do Centro Integrado de Gestão de Crise (CIGC) refere que os quatro mortos fizeram elevar o total de vítimas mortais desde o início da pandemia para 56, mais de metade das quais só este mês.
23h44 - Mais 920 mortes e 31.024 casos em 24 horas no Brasil
O Brasil contabilizou 920 mortes e 31.024 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 577.565 óbitos e 20.676.561 infeções desde o início da pandemia, informou hoje o Governo brasileiro.
Os dados fazem parte do último boletim epidemiológico difundido pelo Ministério brasileiro da Saúde, que dá ainda conta de uma taxa de letalidade da doença fixada em 2,8%.
A incidência da covid-19 é agora de 275 mortes e 9.839 casos por 100 mil habitantes no país sul-americano, com 212 milhões de habitantes.
Em números absolutos, o Brasil é o segundo país com mais mortes em todo o mundo, depois dos Estados Unidos, e o terceiro com mais casos, antecedido pelos norte-americanos e pela Índia.
A nível nacional, São Paulo continua a ser o foco da pandemia, concentrando 4.236.436 diagnósticos positivos de Sars-CoV-2 e 145.012 vítimas mortais.
O Brasil contabilizou 920 mortes e 31.024 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 577.565 óbitos e 20.676.561 infeções desde o início da pandemia, informou hoje o Governo brasileiro.
Os dados fazem parte do último boletim epidemiológico difundido pelo Ministério brasileiro da Saúde, que dá ainda conta de uma taxa de letalidade da doença fixada em 2,8%.
A incidência da covid-19 é agora de 275 mortes e 9.839 casos por 100 mil habitantes no país sul-americano, com 212 milhões de habitantes.
Em números absolutos, o Brasil é o segundo país com mais mortes em todo o mundo, depois dos Estados Unidos, e o terceiro com mais casos, antecedido pelos norte-americanos e pela Índia.
A nível nacional, São Paulo continua a ser o foco da pandemia, concentrando 4.236.436 diagnósticos positivos de Sars-CoV-2 e 145.012 vítimas mortais.
23h26 - DGS aumenta para 50% a capacidade de ocupação dos recintos desportivos
A taxa de ocupação do público nos recintos desportivos vai aumentar para 50% da lotação, substituindo o limite atual de 33% imposto no âmbito das restrições da pandemia de covid-19, anunciou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).
De acordo com a orientação 009/2021 hoje divulgada pela autoridade de saúde nacional no seu site oficial, "a referência de lotação para o público em bancada com lugares individuais é de 50% excluindo a primeira fila" junto à área desportiva. Paralelamente, a "ocupação dos lugares sentados deve ser efetuada com um lugar entre espetadores, sendo os lugares ocupados desencontrados em cada fila".
A DGS continua a desaconselhar qualquer contacto entre espetadores e outros intervenientes do evento desportivo e recomendou ainda que os lugares desocupados "devem ter sinalética a proibir a sua ocupação" pelo público em estádios e pavilhões, além do uso obrigatório de máscara no interior destes espaços.
A taxa de ocupação do público nos recintos desportivos vai aumentar para 50% da lotação, substituindo o limite atual de 33% imposto no âmbito das restrições da pandemia de covid-19, anunciou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).
De acordo com a orientação 009/2021 hoje divulgada pela autoridade de saúde nacional no seu site oficial, "a referência de lotação para o público em bancada com lugares individuais é de 50% excluindo a primeira fila" junto à área desportiva. Paralelamente, a "ocupação dos lugares sentados deve ser efetuada com um lugar entre espetadores, sendo os lugares ocupados desencontrados em cada fila".
A DGS continua a desaconselhar qualquer contacto entre espetadores e outros intervenientes do evento desportivo e recomendou ainda que os lugares desocupados "devem ter sinalética a proibir a sua ocupação" pelo público em estádios e pavilhões, além do uso obrigatório de máscara no interior destes espaços.
23h12 - Governo dos Açores extingue Comissão de Luta contra a pandemia
O Governo dos Açores anunciou hoje que vai extinguir, a partir de 1 de setembro, a Comissão Especial de Acompanhamento da Luta Contra a Pandemia da Covid-19 (CEALCPC), por entender que se encontra cumprida a sua missão.
"Em resultado do incremento do processo de vacinação, sobretudo num contexto de imunidade de grupo iminente, considera-se que se encontra cumprida a missão da CEALCPC, reconhecendo-se o mérito, a competência e o sucesso com que a mesma foi prosseguida", refere o executivo açoriano, em comunicado enviado às redações.
O Conselho de Governo, que esteve reunido por videoconferência, deliberou também atualizar as medidas de combate à pandemia de covid-19 no arquipélago, tendo em conta o valor de 70% de cobertura vacinal que já existe na região, e que permite reduzir as restrições que antes existiam.
O Governo dos Açores anunciou hoje que vai extinguir, a partir de 1 de setembro, a Comissão Especial de Acompanhamento da Luta Contra a Pandemia da Covid-19 (CEALCPC), por entender que se encontra cumprida a sua missão.
"Em resultado do incremento do processo de vacinação, sobretudo num contexto de imunidade de grupo iminente, considera-se que se encontra cumprida a missão da CEALCPC, reconhecendo-se o mérito, a competência e o sucesso com que a mesma foi prosseguida", refere o executivo açoriano, em comunicado enviado às redações.
O Conselho de Governo, que esteve reunido por videoconferência, deliberou também atualizar as medidas de combate à pandemia de covid-19 no arquipélago, tendo em conta o valor de 70% de cobertura vacinal que já existe na região, e que permite reduzir as restrições que antes existiam.
21h58 - Açores passam para "lista verde" do Reino Unido a partir de segunda-feira
O Ministério dos Transportes do Reino Unido anunciou hoje que os Açores, juntamente com outros territórios e países, vão passar para a "lista verde" de viagens a partir de segunda-feira, não sendo necessário qualquer isolamento depois da chegada.
De acordo com a atualização da lista, feita de três em três semanas, o governo britânico obriga apenas a que os passageiros provenientes dos Açores apresentem um teste à covid-19 feito antes da partida e outro no Reino Unido, mas já não é preciso cumprir período de isolamento.
Os Açores juntam-se assim, a partir das 04:00 de segunda-feira, à Região Autónoma da Madeira, que passou para a "lista verde" no final de junho.
Portugal continental permanece na "lista amarela".
O Ministério dos Transportes do Reino Unido anunciou hoje que os Açores, juntamente com outros territórios e países, vão passar para a "lista verde" de viagens a partir de segunda-feira, não sendo necessário qualquer isolamento depois da chegada.
De acordo com a atualização da lista, feita de três em três semanas, o governo britânico obriga apenas a que os passageiros provenientes dos Açores apresentem um teste à covid-19 feito antes da partida e outro no Reino Unido, mas já não é preciso cumprir período de isolamento.
Os Açores juntam-se assim, a partir das 04:00 de segunda-feira, à Região Autónoma da Madeira, que passou para a "lista verde" no final de junho.
Portugal continental permanece na "lista amarela".
18h15 - Madeira prolonga situação de calamidade até 30 de setembro
O Governo da Madeira decidiu hoje prolongar a situação de calamidade até 30 de setembro, mas reduziu uma hora no período de recolher obrigatório, que passa a vigorar entre as 02:00 e as 05:00 a partir de sexta-feira.
O executivo de coligação PSD/CDS-PP indicou, após reunião do Conselho do Governo, que os espaços comerciais ficam também autorizados a funcionar até à 01:00 a partir da mesma data.
O Governo da Madeira decidiu hoje prolongar a situação de calamidade até 30 de setembro, mas reduziu uma hora no período de recolher obrigatório, que passa a vigorar entre as 02:00 e as 05:00 a partir de sexta-feira.
O executivo de coligação PSD/CDS-PP indicou, após reunião do Conselho do Governo, que os espaços comerciais ficam também autorizados a funcionar até à 01:00 a partir da mesma data.
18h07 - Espanha com 7.115 novos casos e 171 mortes
A Espanha registou nas últimas 24 horas 7.115 novos casos de covid-19 e 171 mortes, anunciou hoje o Ministério da Saúde.
Embora o número de novas infeções tenha registado uma descida acentuada, menos 3.666 que no dia anterior, o mesmo não aconteceu com o número de mortes relacionadas com a doença que, mais uma vez, ficou acima da centena e com mais oito mortes que no dia anterior, elevando o total da pandemia no país para 83.861 mortes.
Apesar de não se refletir no número de vítimas mortais, a incidência acumulada a 14 dias continua a descer em Espanha, até aos 276,4 casos por cada 100.000 habitantes (menos 14,8 pontos que no dia anterior).
A Espanha registou nas últimas 24 horas 7.115 novos casos de covid-19 e 171 mortes, anunciou hoje o Ministério da Saúde.
Embora o número de novas infeções tenha registado uma descida acentuada, menos 3.666 que no dia anterior, o mesmo não aconteceu com o número de mortes relacionadas com a doença que, mais uma vez, ficou acima da centena e com mais oito mortes que no dia anterior, elevando o total da pandemia no país para 83.861 mortes.
Apesar de não se refletir no número de vítimas mortais, a incidência acumulada a 14 dias continua a descer em Espanha, até aos 276,4 casos por cada 100.000 habitantes (menos 14,8 pontos que no dia anterior).
18h00 - Mais 43 óbitos e 7.221 casos em Itália em 24h
As autoridades sanitárias italianas anunciaram mais 43 mortes com Covid-19 no país nas ultimas 24h, face a 59 no dia anterior. O numero de novos contágios no mesmo periodo foi de 7.221, uma queda ligeira quanto aos 7.548 de quarta-feira.
Ao todo o país conta 128.957 mortes com Covid-19 e 4.51 milhões de casos desde a emergência da pandemia em fevereiro de 2020.
Os internamentos hospitalares eram hoje de 4.059 pessoas, eram ontem 4.023. Nos cuidados intensivos foram admitidas mais 38 pessoas, além das 34 de quarta-feira. O numero de pacientes em UCI em Itália é agora de 503.
As autoridades sanitárias italianas anunciaram mais 43 mortes com Covid-19 no país nas ultimas 24h, face a 59 no dia anterior. O numero de novos contágios no mesmo periodo foi de 7.221, uma queda ligeira quanto aos 7.548 de quarta-feira.
Ao todo o país conta 128.957 mortes com Covid-19 e 4.51 milhões de casos desde a emergência da pandemia em fevereiro de 2020.
Os internamentos hospitalares eram hoje de 4.059 pessoas, eram ontem 4.023. Nos cuidados intensivos foram admitidas mais 38 pessoas, além das 34 de quarta-feira. O numero de pacientes em UCI em Itália é agora de 503.
17h50 - São Tomé e Príncipe com 15 casos e duas recuperações em 24 horas
São Tomé e Príncipe registou mais 15 novos casos de covid-19 e duas recuperações da doença nas últimas 24 horas, elevando o total de infetados desde o início da pandemia para 2.570, anunciaram hoje as autoridades do país.
De acordo com o boletim divulgado pelo Ministério da Saúde de São Tomé e Príncipe, o país não registou qualquer morte nas últimas 24 horas.
O documento esclarece que as novas infeções foram registadas na ilha de São Tomé.
São Tomé e Príncipe registou mais 15 novos casos de covid-19 e duas recuperações da doença nas últimas 24 horas, elevando o total de infetados desde o início da pandemia para 2.570, anunciaram hoje as autoridades do país.
De acordo com o boletim divulgado pelo Ministério da Saúde de São Tomé e Príncipe, o país não registou qualquer morte nas últimas 24 horas.
O documento esclarece que as novas infeções foram registadas na ilha de São Tomé.
17h45 - Empresas receiam menor apoio em setembro já Governo garante continuidade
As empresas com atividade encerrada, como bares e discotecas, receiam ficar, em setembro, sem a modalidade do apoio à retoma a 100% devido a uma gafe na lei, sobre a modalidade do apoio à retoma com redução do horário até 100% para as empresas que se mantêm encerradas, exigindo uma retificação ao Governo.
As empresas com atividade encerrada, como bares e discotecas, receiam ficar, em setembro, sem a modalidade do apoio à retoma a 100% devido a uma gafe na lei, sobre a modalidade do apoio à retoma com redução do horário até 100% para as empresas que se mantêm encerradas, exigindo uma retificação ao Governo.
A questão foi levantada quarta-feira pela Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) mas o Ministério do Trabalho garante que os receios são infundados.
Em causa está a lei publicada em 13 de agosto que veio prolongar o apoio à retoma progressiva enquanto durarem as restrições no âmbito da pandemia de covid-19.
Esta lei determina que, no caso das empresas que mantêm a atividade encerrada, como bares, discotecas, organização e montagem de eventos e parques aquáticos, a modalidade do apoio que permite uma redução do horário dos trabalhadores a 100%, financiada pela Segurança Social, produz efeitos a partir de 01 de outubro.
Segundo a APAVT, esta lei estabelece assim que, "para determinada quebra de faturação, (as empresas) têm igual apoio em agosto e outubro, e menor apoio em setembro".
17h38 - EUA doam mais de 596.700 doses adicionais de vacinas a Angola
Angola recebeu hoje mais um lote composto por 596.700 doses adicionais de vacina Pfizer contra a covid-19, resultantes de uma doação do Governo dos Estados Unidos da América, no âmbito do compromisso da administração Biden-Harris.
A remessa em causa chegou hoje ao país, no início da tarde, transportada por uma aeronave que aportou o Aeroporto de Internacional de Luanda.
Angola recebeu hoje mais um lote composto por 596.700 doses adicionais de vacina Pfizer contra a covid-19, resultantes de uma doação do Governo dos Estados Unidos da América, no âmbito do compromisso da administração Biden-Harris.
A remessa em causa chegou hoje ao país, no início da tarde, transportada por uma aeronave que aportou o Aeroporto de Internacional de Luanda.
17h30 - Itália. Clubes de futebol perderam mais de mil milhões de euros em receitas
A pandemia, sobretudo devido aos jogos à porta-fechada, impediu os clubes do futebol profissional italiano de ganhar mais de mil milhões de euros ao longo das duas ultimas épocas, de acordo um relatório publicado pela Federação de Itália.
"Globalmente, ao longo das duas primeiras épocas afetadas pela Covid-19 (2019/20 e 2020/21) estimamos que o futebol profissional perdeu cerca de mil milhões de euros de receitas", refere o relatório da Federação, "enquanto o custo da produção se manteve relativamente estável", tendo-se registado um "ligeiro aumento da ordem dos 163 milhões de euros".
"O impacto global é por isso estimado em mais de 1.1 milhões", acrescentam. A falta de receitas acumula-se com as perdas e dívidas de um setor já no vermelho antes da pandemia (-412 milhõe de euros), no final do exercício 2018/19, sublinham os autores do relatório.
A pandemia, sobretudo devido aos jogos à porta-fechada, impediu os clubes do futebol profissional italiano de ganhar mais de mil milhões de euros ao longo das duas ultimas épocas, de acordo um relatório publicado pela Federação de Itália.
"Globalmente, ao longo das duas primeiras épocas afetadas pela Covid-19 (2019/20 e 2020/21) estimamos que o futebol profissional perdeu cerca de mil milhões de euros de receitas", refere o relatório da Federação, "enquanto o custo da produção se manteve relativamente estável", tendo-se registado um "ligeiro aumento da ordem dos 163 milhões de euros".
"O impacto global é por isso estimado em mais de 1.1 milhões", acrescentam. A falta de receitas acumula-se com as perdas e dívidas de um setor já no vermelho antes da pandemia (-412 milhõe de euros), no final do exercício 2018/19, sublinham os autores do relatório.
17h15 - Alemanha vai remover Espanha da lista dos países de alto risco de Covid-19, onde o país se encontrava desde julho, afirma o grupo de imprensa Funke.
Viajantes que entrem no país vindos de Espanha que não tenham a vacinação completa já não terão de ficar confinados sob quarentena.
Viajantes que entrem no país vindos de Espanha que não tenham a vacinação completa já não terão de ficar confinados sob quarentena.
17h00 - EMA investiga incidente de contaminação em Espanha
A Agência Europeia do Medicamento, EMA, anunciou estar a invetigar o incidente de contaminação de vacinas anti-Covid-19 numa fábrica contratada em Espanha pela farmacêutica Moderna, para perceber o impacto eventual na distribuição europeia.
Esta quinta-feira de manha, o Japão suspendeu a administração de 1.63 milhões de doses da vacina da Moderna contra o SARS-CoV-2, com a empresa a reconhecer que a contaminação poderá dever-se a um problema detetado numa linha de produção.
"A EMA esta a investigar o problema e solicitou ao distribuidor informações sobre o impacto potencial em remessas remetidas à União Europeia, além dos detalhes sobre a investigação em curso à raiz da anomalia", referiu a agência europeia em comunicado.
A Agência Europeia do Medicamento, EMA, anunciou estar a invetigar o incidente de contaminação de vacinas anti-Covid-19 numa fábrica contratada em Espanha pela farmacêutica Moderna, para perceber o impacto eventual na distribuição europeia.
Esta quinta-feira de manha, o Japão suspendeu a administração de 1.63 milhões de doses da vacina da Moderna contra o SARS-CoV-2, com a empresa a reconhecer que a contaminação poderá dever-se a um problema detetado numa linha de produção.
"A EMA esta a investigar o problema e solicitou ao distribuidor informações sobre o impacto potencial em remessas remetidas à União Europeia, além dos detalhes sobre a investigação em curso à raiz da anomalia", referiu a agência europeia em comunicado.
16h50 - Três países recebem dois milhões de doses de vacinas dos EUA
Argélia, Gana e Iémen vão receber vacinas enviadas pelos Estados Unidos para combater a pandemia, anunciou a Casa Branca. Ao todo, vão ser enviados mais de dois milhões de doses, os quais deverão chegar até ao fim da semana.
Estas são as primeiras vacinas oferecidas pela Administração Biden a estes três países.
Os dois milhões vêm do excedente das reservas americanas, e incluem 604.800 doses da vacina da Johnson & Johnson, a enviar para a Argélia, 151.200 da mesma vacina, a enviar para o Iémen e mais de 1.2 milhões de doses da Moderna atribuídas ao Gana, detalhou uma fonte anónima ao corrente do processo.
Argélia, Gana e Iémen vão receber vacinas enviadas pelos Estados Unidos para combater a pandemia, anunciou a Casa Branca. Ao todo, vão ser enviados mais de dois milhões de doses, os quais deverão chegar até ao fim da semana.
Estas são as primeiras vacinas oferecidas pela Administração Biden a estes três países.
Os dois milhões vêm do excedente das reservas americanas, e incluem 604.800 doses da vacina da Johnson & Johnson, a enviar para a Argélia, 151.200 da mesma vacina, a enviar para o Iémen e mais de 1.2 milhões de doses da Moderna atribuídas ao Gana, detalhou uma fonte anónima ao corrente do processo.
16h34 - Reino Unido reportou mais 38.281 novos casos de infeção com SARS-CoV-2 e mais 140 óbitos com Covid-19 no espaºo de 28 dias desde um teste positivo.
Quarta-feira registaram-se 35.847 novos contágios e 149 mortes.
Quarta-feira registaram-se 35.847 novos contágios e 149 mortes.
16h20 - Ilha Terceira sem transmissão comunitária passa a nível "muito baixo risco"
A ilha Terceira, nos Açores, deixa de apresentar evidência de transmissão comunitária de covid-19, estando agora no nível de "muito baixo risco" de infeção pelo novo coronavírus, indicou hoje a Autoridade de Saúde Regional.
"Com o evoluir da situação pandémica na ilha Terceira, nomeadamente a redução do número de casos novos e a identificação das cadeias de transmissão local existentes, declara-se que a Terceira deixa de apresentar evidência de transmissão comunitária, passando a encontrar-se no nível de Muito Baixo Risco", lê-se no comunicado da Autoridade de Saúde Regional.
Em 21 de julho, a Autoridade de Saúde Regional dos Açores informava existir transmissão comunitária de covid-19 na ilha Terceira, que estava em "alto risco" de infeção pelo novo coronavírus.
A ilha Terceira, nos Açores, deixa de apresentar evidência de transmissão comunitária de covid-19, estando agora no nível de "muito baixo risco" de infeção pelo novo coronavírus, indicou hoje a Autoridade de Saúde Regional.
"Com o evoluir da situação pandémica na ilha Terceira, nomeadamente a redução do número de casos novos e a identificação das cadeias de transmissão local existentes, declara-se que a Terceira deixa de apresentar evidência de transmissão comunitária, passando a encontrar-se no nível de Muito Baixo Risco", lê-se no comunicado da Autoridade de Saúde Regional.
Em 21 de julho, a Autoridade de Saúde Regional dos Açores informava existir transmissão comunitária de covid-19 na ilha Terceira, que estava em "alto risco" de infeção pelo novo coronavírus.
16h10 - Terceira dose generalizada só faz sentido com vacina atualizada
A administração generalizada de uma terceira dose só faz sentido com uma vacina contra a covid-19 atualizada às novas variantes do vírus SARS-CoV-2, defendeu hoje o investigador Miguel Castanho, para quem persistir nas mesmas vacinas "é chover no molhado".
"Não creio que seja necessário, a breve trecho, uma terceira dose de forma generalizada - eventualmente para doentes do sistema imunitário, sim - e, em minha opinião, só faz sentido considerar essa hipótese para uma vacina atualizada", adiantou à Lusa o investigador do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.
Segundo disse, a administração generalizada na população de uma dose de reforço com as vacinas que já estão a ser utilizadas é "chover no molhado", face às novas variantes do coronavírus que provoca a covid-19, caso da Delta, predominante em Portugal e considerada mais transmissível.
"A imunidade conferida pelas vacinas em uso neste momento durará tempo suficiente para se atualizar, produzir e distribuir as vacinas atualizadas", defendeu Miguel Castanho.
Já para José Aranda da Silva, especialista em indústria farmacêutica e antigo bastonário da Ordem dos Farmacêuticos, a evolução da pandemia "será favorável" nos próximos meses, uma vez que os "dados referentes à vacinação são muito positivos", mas admitiu a possibilidade de um reforço da imunização.
"A evolução será favorável, mas possivelmente teremos de ter um reforço da vacinação. Até ao momento, as notícias sobre medicamentos que possam erradicar a doença, como acontece com outros vírus, não são animadoras", disse à Lusa o primeiro presidente do Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed).
Segundo Aranda da Silva, como acontece em todos os medicamentos, a eficácia das vacinas contra a covid-19 não é de 100%, "pelo que haverá sempre uma parte da população que não fica imunizada".
"Esta é uma realidade com todas as vacinas e a verdade é que, mesmo assim, com as vacinas conseguimos erradicar do planeta doenças infecciosas que foram devastadoras para a população de diversos continentes durante séculos", salientou o especialista.
O virologista José Miguel Pereira reitera também que a vacina contra a covid-19 não confere 100% de imunidade, uma vez que "há sempre um grupo de indivíduos que não adquirem a capacidade de criarem uma resposta imunologicamente competente para este agente viral".
"Não creio que seja necessário, a breve trecho, uma terceira dose de forma generalizada - eventualmente para doentes do sistema imunitário, sim - e, em minha opinião, só faz sentido considerar essa hipótese para uma vacina atualizada", adiantou à Lusa o investigador do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.
Segundo disse, a administração generalizada na população de uma dose de reforço com as vacinas que já estão a ser utilizadas é "chover no molhado", face às novas variantes do coronavírus que provoca a covid-19, caso da Delta, predominante em Portugal e considerada mais transmissível.
"A imunidade conferida pelas vacinas em uso neste momento durará tempo suficiente para se atualizar, produzir e distribuir as vacinas atualizadas", defendeu Miguel Castanho.
Já para José Aranda da Silva, especialista em indústria farmacêutica e antigo bastonário da Ordem dos Farmacêuticos, a evolução da pandemia "será favorável" nos próximos meses, uma vez que os "dados referentes à vacinação são muito positivos", mas admitiu a possibilidade de um reforço da imunização.
"A evolução será favorável, mas possivelmente teremos de ter um reforço da vacinação. Até ao momento, as notícias sobre medicamentos que possam erradicar a doença, como acontece com outros vírus, não são animadoras", disse à Lusa o primeiro presidente do Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed).
Segundo Aranda da Silva, como acontece em todos os medicamentos, a eficácia das vacinas contra a covid-19 não é de 100%, "pelo que haverá sempre uma parte da população que não fica imunizada".
"Esta é uma realidade com todas as vacinas e a verdade é que, mesmo assim, com as vacinas conseguimos erradicar do planeta doenças infecciosas que foram devastadoras para a população de diversos continentes durante séculos", salientou o especialista.
O virologista José Miguel Pereira reitera também que a vacina contra a covid-19 não confere 100% de imunidade, uma vez que "há sempre um grupo de indivíduos que não adquirem a capacidade de criarem uma resposta imunologicamente competente para este agente viral".
15h55 - OMS vai expedir vacinas chinesas ao abrigo do COVAX
O programa de vacinação da Organização Mundial de Saúde planeia expedir 100 milhões de doses das vacinas chinesas Sinovac e Sinopharm contra a Covid-19 até ao final de setembro, sobretudo para África e Ásia.
É a primeira vez que o mecanismo COVAX integra vacinas desenvolvidas e fabricadas na China. A OMS espera que o fornecimento permita cumprir em parte a promessa de entregar dois mil milhões de doses este ano, afetada por problemas de forncecimento e por cortes à exportação por parte da Índia, um dos maiores produtores mundiais.
Para Pequim, a distribuição das suas vacinas atraves da OMS poderá sustentar os seus esforços diplomáticos de venda dos séruns, afetados por desconfiança quanto à sua fiabilidade. Vários paises têm recusado as vacinas chinesas em favor das produzidas por farmacêuticas ocidentais ou administram as chinesas a par de reforços de outras firmas.
Das 100 milhões de doses, metade será fornecida pela Sinopharm e a outra pela Sinovac, com as entregas previstas até setembro de 2021, de acordo com um documento da OMS datado de 29 de julho passado. Em agosto a Sinopharm já expediu cerca de 10 milhões de doses.
O programa de vacinação da Organização Mundial de Saúde planeia expedir 100 milhões de doses das vacinas chinesas Sinovac e Sinopharm contra a Covid-19 até ao final de setembro, sobretudo para África e Ásia.
É a primeira vez que o mecanismo COVAX integra vacinas desenvolvidas e fabricadas na China. A OMS espera que o fornecimento permita cumprir em parte a promessa de entregar dois mil milhões de doses este ano, afetada por problemas de forncecimento e por cortes à exportação por parte da Índia, um dos maiores produtores mundiais.
Para Pequim, a distribuição das suas vacinas atraves da OMS poderá sustentar os seus esforços diplomáticos de venda dos séruns, afetados por desconfiança quanto à sua fiabilidade. Vários paises têm recusado as vacinas chinesas em favor das produzidas por farmacêuticas ocidentais ou administram as chinesas a par de reforços de outras firmas.
Das 100 milhões de doses, metade será fornecida pela Sinopharm e a outra pela Sinovac, com as entregas previstas até setembro de 2021, de acordo com um documento da OMS datado de 29 de julho passado. Em agosto a Sinopharm já expediu cerca de 10 milhões de doses.
15h45 - Dinamarca atenta a complicações inflamatórias após administração de vacina
A agência dinamarquesa para o medicamento está a estudar um eventual efeito secundário provocado por uma vacina contra a Covid-19. Um adolescente desenvolveu a "síndrome PIMS", uma sindrome inflamatória multi-sistémica pediátrica, considerada rara.
"Em colaboração com a EMA, a agência europeia para os medicamentos, estamos a tentar perceber se um estado inflamatório raro, o PIMS, anteriormente observado como efeito secundário da Covid-19 em crianças e adolescentes, pode igualmente surgir apos a vacinação", refere o comunicado da reguladora dinamarquesa.
De acod«rdo com a mesma fonte, "não foi documentada uma ligação com a vacina mas também não pode ser excluída".
Não foi fornecido qualquer calendário para o estudo e a recomendação das autoridades para a vacinação dos maiores de 12 mantém-se inalterada.
A síndrome inflamatória ulti-sistémica pediátrica afetou alguns jovens e adolescentes após contrairem a Covid-19. No inicio de agosto, um rapaz de 17 anos sem Covid-19 mas vacinado com o sérum da Pfizer/BioNTech, foi internado e o caso relatado às autoridades. Curou-se entretanto.
Mais de quatro milhões de pessoas estão ja vacinadas na Dinamarca, ou cerca de 70 por cento da população, incluindo 300 mil com idades dos 12 aos 19 anos. O programa vacinal do país retirou a vacina da Astrazeneca e depois a da vacina Johnson&Johnson devido a efeitos secundários sanguíneos raros mas graves.
A agência dinamarquesa para o medicamento está a estudar um eventual efeito secundário provocado por uma vacina contra a Covid-19. Um adolescente desenvolveu a "síndrome PIMS", uma sindrome inflamatória multi-sistémica pediátrica, considerada rara.
"Em colaboração com a EMA, a agência europeia para os medicamentos, estamos a tentar perceber se um estado inflamatório raro, o PIMS, anteriormente observado como efeito secundário da Covid-19 em crianças e adolescentes, pode igualmente surgir apos a vacinação", refere o comunicado da reguladora dinamarquesa.
De acod«rdo com a mesma fonte, "não foi documentada uma ligação com a vacina mas também não pode ser excluída".
Não foi fornecido qualquer calendário para o estudo e a recomendação das autoridades para a vacinação dos maiores de 12 mantém-se inalterada.
A síndrome inflamatória ulti-sistémica pediátrica afetou alguns jovens e adolescentes após contrairem a Covid-19. No inicio de agosto, um rapaz de 17 anos sem Covid-19 mas vacinado com o sérum da Pfizer/BioNTech, foi internado e o caso relatado às autoridades. Curou-se entretanto.
Mais de quatro milhões de pessoas estão ja vacinadas na Dinamarca, ou cerca de 70 por cento da população, incluindo 300 mil com idades dos 12 aos 19 anos. O programa vacinal do país retirou a vacina da Astrazeneca e depois a da vacina Johnson&Johnson devido a efeitos secundários sanguíneos raros mas graves.
15h35 - Inovio em parceria chinesa para testes a vacina em larga escala
A Inovio Pharmaceuticals Inc anunciou estudos em larga escala para a sua vacina experimental contra a Covid-19, depois de receber luz verde da agência reguladora brasileira.
A empresa decidiu realizar os seus estudos de eficácia fora dos Estados Unidos no início do ano, após a FDA, a agência federal norte-americana para a regulação alimentar e de medicamentos, ter colocado em espera parte da avaliação enquanto aguardava mais dados sobre o sistema de distribuiçao da vacina.
A Administração Biden desisitiu depois de financiar a última parte do estudo, devido à aprovação de várias outras vacinas.
A Inovio vai realizar o teste global de eficácia em parceria com a chinesa Advaccine Biopharmaceuticals, em zonas do planeta a necessitar de vacinação, referiu o comunicado da empresa.
A Inovio Pharmaceuticals Inc anunciou estudos em larga escala para a sua vacina experimental contra a Covid-19, depois de receber luz verde da agência reguladora brasileira.
A empresa decidiu realizar os seus estudos de eficácia fora dos Estados Unidos no início do ano, após a FDA, a agência federal norte-americana para a regulação alimentar e de medicamentos, ter colocado em espera parte da avaliação enquanto aguardava mais dados sobre o sistema de distribuiçao da vacina.
A Administração Biden desisitiu depois de financiar a última parte do estudo, devido à aprovação de várias outras vacinas.
A Inovio vai realizar o teste global de eficácia em parceria com a chinesa Advaccine Biopharmaceuticals, em zonas do planeta a necessitar de vacinação, referiu o comunicado da empresa.
15h15 - Madeira passa a ser considerada de risco elevado nos mapas sobre viagens na UE
A Madeira passou hoje a ser considerada de `risco elevado` relativamente à situação epidemiológica da covid-19 nos mapas do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC), que visam auxiliar decisões sobre viagens na União Europeia (UE).
Aquele que era o único território de Portugal ainda no `laranja`, passou hoje a estar coberto a `vermelho` (o que significa `risco elevado`) nos mapas do ECDC de indicadores combinados, abrangendo as taxas de notificação de casos nos últimos 14 dias, o número de testes realizados e o total de positivos, que são atualizados semanalmente, à quinta-feira.
A categoria `vermelho` significa que, nestas regiões europeias, a taxa cumulativa de notificação de casos de infeção nos últimos 14 dias varia de 75 a 200 por 100 mil habitantes ou é superior a 200 e inferior a 500 por 100 mil habitantes e a taxa de positividade dos testes de é de 4% ou mais.
A Madeira passou hoje a ser considerada de `risco elevado` relativamente à situação epidemiológica da covid-19 nos mapas do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC), que visam auxiliar decisões sobre viagens na União Europeia (UE).
Aquele que era o único território de Portugal ainda no `laranja`, passou hoje a estar coberto a `vermelho` (o que significa `risco elevado`) nos mapas do ECDC de indicadores combinados, abrangendo as taxas de notificação de casos nos últimos 14 dias, o número de testes realizados e o total de positivos, que são atualizados semanalmente, à quinta-feira.
A categoria `vermelho` significa que, nestas regiões europeias, a taxa cumulativa de notificação de casos de infeção nos últimos 14 dias varia de 75 a 200 por 100 mil habitantes ou é superior a 200 e inferior a 500 por 100 mil habitantes e a taxa de positividade dos testes de é de 4% ou mais.
15h10 - Açores com 14 novos casos de infeção e 82 recuperações
Os Açores diagnosticaram, nas últimas 24 horas, 14 novos casos de covid-19, dos quais 12 em São Miguel, um na Terceira e outro no Pico, e 82 pessoas recuperaram da doença, informou hoje a Autoridade de Saúde.
No seu boletim diário, a Autoridade de Saúde dos Açores adianta que os novos casos detetados resultam de 775 análises realizadas nos laboratórios de referência.
Em São Miguel, dos novos casos registados, dois são "viajantes, não residentes, com rastreio por sintomatologia", refere a mesma entidade.
Ainda de acordo com a Autoridade de Saúde Regional, foi "criada uma nova cadeia de transmissão local primária na ilha do Pico, com origem num cidadão, não residente, que após investigação epidemiológica, verificou-se ser a origem de contágio do caso reportado no comunicado de ontem (quarta-feira)" e que "estava por aferir".
No seu boletim diário, a Autoridade de Saúde dos Açores adianta que os novos casos detetados resultam de 775 análises realizadas nos laboratórios de referência.
Em São Miguel, dos novos casos registados, dois são "viajantes, não residentes, com rastreio por sintomatologia", refere a mesma entidade.
Ainda de acordo com a Autoridade de Saúde Regional, foi "criada uma nova cadeia de transmissão local primária na ilha do Pico, com origem num cidadão, não residente, que após investigação epidemiológica, verificou-se ser a origem de contágio do caso reportado no comunicado de ontem (quarta-feira)" e que "estava por aferir".
14h55 - Homem infetado fura quarentena para ir ao casamento do irmão em Amares
Um homem com covid-19 que estava obrigado pelas autoridades de saúde a cumprir quarentena foi detetado no domingo a participar no casamento do irmão em Amares, distrito de Braga, disse hoje fonte da GNR à Lusa.
Segundo a fonte, o caso já foi participado ao Ministério Público, incorrendo o suspeito nos crimes de desobediência e de propagação de doença contagiosa.
Um homem com covid-19 que estava obrigado pelas autoridades de saúde a cumprir quarentena foi detetado no domingo a participar no casamento do irmão em Amares, distrito de Braga, disse hoje fonte da GNR à Lusa.
Segundo a fonte, o caso já foi participado ao Ministério Público, incorrendo o suspeito nos crimes de desobediência e de propagação de doença contagiosa.
14h40 - Boletim. LVT e região Norte com 67,3% dos casos
A área de Lisboa e Vale do Tejo, com 819 novos casos e a região Norte, com 899, têm 67,3% do total das novas infeções verificadas nas últimas 24 horas.
As mortes ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo (7), na região Norte (3), na região Centro (3) e no Algarve (2).
Relativamente às idades das vítimas, 10 tinham mais de 80 anos, dois entre os 70 e os 79, um entre os 60 e os 69 e dois entre os 50 e os 59 anos.
As mortes ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo (7), na região Norte (3), na região Centro (3) e no Algarve (2).
Relativamente às idades das vítimas, 10 tinham mais de 80 anos, dois entre os 70 e os 79, um entre os 60 e os 69 e dois entre os 50 e os 59 anos.
14h15 - Açores com 70% de vacinação completa esperam chegar aos 85% em outubro
O anúncio foi feito pelo secretário regional da Saúde e Desporto, Clélio Meneses,
em declarações aos jornalistas, à margem de uma visita ao centro de vacinação de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira.
"Atingimos 70% da população açoriana completamente vacinada. Ao final do dia de ontem [quarta-feira] eram 70,6% dos açorianos completamente vacinados, alcançando aqui o objetivo do Governo Regional de, durante o mês de agosto, termos este nível de vacinação", afirmou o titular da pasta da Saúde nos Açores.
Seis das nove ilhas dos Açores (Corvo, Faial, Pico, São Jorge, Graciosa e Santa Maria) já tinham atingido a meta de 70%, valor assumido pelo executivo açoriano para alcançar a imunidade de grupo e levantar medidas restritivas de controlo da pandemia de covid-19.
Quanto às restantes três, a ilha das Flores alcançou os 70% recentemente e Terceira e São Miguel (as mais populosas) deverão fazê-lo em breve, segundo Clélio Meneses.
O anúncio foi feito pelo secretário regional da Saúde e Desporto, Clélio Meneses,
em declarações aos jornalistas, à margem de uma visita ao centro de vacinação de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira.
"Atingimos 70% da população açoriana completamente vacinada. Ao final do dia de ontem [quarta-feira] eram 70,6% dos açorianos completamente vacinados, alcançando aqui o objetivo do Governo Regional de, durante o mês de agosto, termos este nível de vacinação", afirmou o titular da pasta da Saúde nos Açores.
Seis das nove ilhas dos Açores (Corvo, Faial, Pico, São Jorge, Graciosa e Santa Maria) já tinham atingido a meta de 70%, valor assumido pelo executivo açoriano para alcançar a imunidade de grupo e levantar medidas restritivas de controlo da pandemia de covid-19.
Quanto às restantes três, a ilha das Flores alcançou os 70% recentemente e Terceira e São Miguel (as mais populosas) deverão fazê-lo em breve, segundo Clélio Meneses.
14h03 -Mais 15 mortes e 2552 casos em Portugal nas últimas 24h
De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) estão hoje internadas 670 pessoas com covid-19, 18 pessoas do que terça-feira, mas mais seis pessoas internadas nos Cuidados Intensivos, para um total de 150.
A incidência é de 312,8 casos de infeção por SARS-CoV-2/COVID-19 por 100 000 habitantes em todo o país. O Rt situa-se nos 0,98.
Portugal conta atualmente com 45.408 casos ativos (mais 418) e 965.324 recuperados (mais 2.119), de acordo com o relatório da Direção Geral de Saúde.
13h55 - África. Vacinação triplicou mas está muito aquém do necessário
A Organização Mundial de Saúde afirma que uma terceira vaga de contágios estabilizou em África na semana passada, com cerca de 248.000 casos. Já as vacinas administradas no mesmo periodo triplicaram, para 13 milhões comparativamente à semana anterior.
Contudo, o continente deve vacinar entre 70 e 80% da população para garantir imunidade à Covid-19, disse hoje o diretor dos Centros Africanos de Controlo e Prevenção de Doenças (África CDC).
Na conferência de imprensa semanal, John Nkengasong referiu que as autoridades sanitárias estimaram inicialmente que pelo menos 60% da população africana de 1,3 mil milhões de pessoas precisava de ser vacinada para alcançar a chamada imunidade de grupo, mas que essa percentagem subiu devido à prevalência da variante Delta em 32 países.
Nkengasong defendeu assim que agora a percentagem deve ser "superior a 70%, 80%", questionando, no entanto, se esta meta será suficiente.
África está muito aquém do seu objetivo original de vacinação, com os profissionais de saúde a criticarem os países mais ricos por açambarcarem doses e darem doses de reforço enquanto as pessoas nos países mais pobres ainda estão à espera de vacinas.
Segundo o responsável, apenas 2,5% da população africana está agora totalmente vacinada, tendo sido administradas 93 milhões de doses. O CDC de África estimou que talvez apenas 30% da população africana possa ser vacinada até ao final do ano.
"As coisas vão ficar mais difíceis antes de melhorarem", disse Nkengasong.
A Organização Mundial de Saúde afirma que uma terceira vaga de contágios estabilizou em África na semana passada, com cerca de 248.000 casos. Já as vacinas administradas no mesmo periodo triplicaram, para 13 milhões comparativamente à semana anterior.
Contudo, o continente deve vacinar entre 70 e 80% da população para garantir imunidade à Covid-19, disse hoje o diretor dos Centros Africanos de Controlo e Prevenção de Doenças (África CDC).
Na conferência de imprensa semanal, John Nkengasong referiu que as autoridades sanitárias estimaram inicialmente que pelo menos 60% da população africana de 1,3 mil milhões de pessoas precisava de ser vacinada para alcançar a chamada imunidade de grupo, mas que essa percentagem subiu devido à prevalência da variante Delta em 32 países.
Nkengasong defendeu assim que agora a percentagem deve ser "superior a 70%, 80%", questionando, no entanto, se esta meta será suficiente.
África está muito aquém do seu objetivo original de vacinação, com os profissionais de saúde a criticarem os países mais ricos por açambarcarem doses e darem doses de reforço enquanto as pessoas nos países mais pobres ainda estão à espera de vacinas.
Segundo o responsável, apenas 2,5% da população africana está agora totalmente vacinada, tendo sido administradas 93 milhões de doses. O CDC de África estimou que talvez apenas 30% da população africana possa ser vacinada até ao final do ano.
"As coisas vão ficar mais difíceis antes de melhorarem", disse Nkengasong.
13h40 - Ginásios e discotecas não foram contemplados na segunda fase do plano de desconfinamento
13h35 - Pfizer iniciou nos EUA processo para dose de reforço da vacina da Covid-19
13h35 - Pfizer iniciou nos EUA processo para dose de reforço da vacina da Covid-19
13h30 - São João no Porto desmonta segunda-feira hospital de campanha do INEM
O Centro Hospitalar de São João, no Porto, vai desmontar na segunda-feira o Hospital de Campanha do INEM, instalado a 07 de março de 2020 e que deu resposta ao serviço de urgência durante os últimos 18 meses.
Em comunicado, aquela unidade hospitalar refere hoje que um ano e meio após os primeiros infetados com covid-19 terem dado entrada no hospital, a estrutura do INEM vai ser desmontada.
A infraestrutura, composta por tendas amarelas, foi instalada a 07 de março de 2020 e constituiu "uma resposta fundamental" do Serviço de Urgência durante os últimos 18 meses.
13h20 - Bruxelas já concedeu 48,5 mil ME a nove países em pré-financiamento
A Comissão Europeia já avançou com 48,5 mil milhões de euros para nove Estados-membros da União Europeia (UE) de pré-financiamento das verbas da recuperação pós-crise da covid-19, incluindo Portugal e hoje a Alemanha, antevendo mais desembolsos em setembro.
"Até ao momento, a Comissão Europeia já concedeu 48,5 mil milhões de euros a nove Estados-membros em pré-financiamento", anunciou hoje a porta-voz dos assuntos económicos e financeiros do executivo comunitário, Veerle Nuyts, falando na conferência de imprensa diária da instituição, em Bruxelas.
"Esperamos continuar com o desembolso de pré-financiamento a outros Estados-membros ao longo do mês de setembro", acrescentou Veerle Nuyts.
No início de agosto, a Comissão Europeia desembolsou 2,2 mil milhões de euros a Portugal referente ao pré-financiamento de 13% do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), num montante global de 16,6 mil milhões de euros, aprovado no mês anterior.
Hoje, a Comissão Europeia desembolsou 2,25 mil milhões de euros para a Alemanha em pré-financiamento, o equivalente a 9% da dotação financeira do PRR do país.
"Estes pagamentos de pré-financiamento ajudarão a dar início à implementação das medidas cruciais de investimento e reforma delineadas no PRR da Alemanha", adiantou Veerle Nuyts à imprensa.
Além de Portugal (2,2 mil milhões) e da Alemanha (2,25 mil milhões), estes nove Estados-membros que já dispõem de verbas iniciais para suportar a recuperação pós-crise da covid-19 são Luxemburgo (12,1 milhões), Bélgica (770 milhões), Grécia (quatro mil milhões), Itália (24,9 mil milhões), Lituânia (289 milhões), Espanha (nove mil milhões) e França (5,1 mil milhões).
A Comissão Europeia já avançou com 48,5 mil milhões de euros para nove Estados-membros da União Europeia (UE) de pré-financiamento das verbas da recuperação pós-crise da covid-19, incluindo Portugal e hoje a Alemanha, antevendo mais desembolsos em setembro.
"Até ao momento, a Comissão Europeia já concedeu 48,5 mil milhões de euros a nove Estados-membros em pré-financiamento", anunciou hoje a porta-voz dos assuntos económicos e financeiros do executivo comunitário, Veerle Nuyts, falando na conferência de imprensa diária da instituição, em Bruxelas.
"Esperamos continuar com o desembolso de pré-financiamento a outros Estados-membros ao longo do mês de setembro", acrescentou Veerle Nuyts.
No início de agosto, a Comissão Europeia desembolsou 2,2 mil milhões de euros a Portugal referente ao pré-financiamento de 13% do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), num montante global de 16,6 mil milhões de euros, aprovado no mês anterior.
Hoje, a Comissão Europeia desembolsou 2,25 mil milhões de euros para a Alemanha em pré-financiamento, o equivalente a 9% da dotação financeira do PRR do país.
"Estes pagamentos de pré-financiamento ajudarão a dar início à implementação das medidas cruciais de investimento e reforma delineadas no PRR da Alemanha", adiantou Veerle Nuyts à imprensa.
Além de Portugal (2,2 mil milhões) e da Alemanha (2,25 mil milhões), estes nove Estados-membros que já dispõem de verbas iniciais para suportar a recuperação pós-crise da covid-19 são Luxemburgo (12,1 milhões), Bélgica (770 milhões), Grécia (quatro mil milhões), Itália (24,9 mil milhões), Lituânia (289 milhões), Espanha (nove mil milhões) e França (5,1 mil milhões).
13h15 - Testes rápidos comparticipados nas farmácias
Três farmácias do concelho de Setúbal constam da lista nacional de estabelecimentos que efetuam testes rápidos de antigénio comparticipados a utentes sem vacinação completa, para facilitar o acesso à emissão do Certificado Digital Covid da UE.
A comparticipação dos testes rápidos de deteção da SARS-CoV-2 nas farmácias é uma medida da Estratégia Nacional de Testes para reforçar o controlo da pandemia e facilitar o acesso dos cidadãos à emissão do Certificado Digital.
Nas farmácias do Viso, Farinha Pascoal e Cunha Pinheiro, no concelho de Setúbal, é possível fazer testes rápidos de antigénio de uso profissional, comparticipados a 100 por cento pelo Serviço Nacional de Saúde, mediante o cumprimento de determinados requisitos.
Três farmácias do concelho de Setúbal constam da lista nacional de estabelecimentos que efetuam testes rápidos de antigénio comparticipados a utentes sem vacinação completa, para facilitar o acesso à emissão do Certificado Digital Covid da UE.
A comparticipação dos testes rápidos de deteção da SARS-CoV-2 nas farmácias é uma medida da Estratégia Nacional de Testes para reforçar o controlo da pandemia e facilitar o acesso dos cidadãos à emissão do Certificado Digital.
Nas farmácias do Viso, Farinha Pascoal e Cunha Pinheiro, no concelho de Setúbal, é possível fazer testes rápidos de antigénio de uso profissional, comparticipados a 100 por cento pelo Serviço Nacional de Saúde, mediante o cumprimento de determinados requisitos.
13h00 - Pandemia já matou pelo menos 4.461.431 pessoas no mundo
A pandemia de covid-19 matou, até hoje, pelo menos 4.461.431 pessoas no mundo desde o final de dezembro de 2019, segundo um levantamento realizado pela agência de notícias francesa AFP com base em fontes oficiais.
Mais de 213.795.270 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia.
Os números são baseados em relatórios diários das autoridades de saúde de cada país até às 11:00 em Lisboa, e excluem revisões posteriores de agências estatísticas, como ocorre na Rússia, Espanha e Reino Unido.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estimou que, levando em consideração o excesso de mortalidade direta e indiretamente vinculado à covid-19, os resultados da pandemia podem ser duas a três vezes superiores aos registados oficialmente.
Na quarta-feira, 11.899 novas mortes e 767.147 novos casos foram registados em todo o mundo.
Os países que registaram o maior número de novas mortes em seus levantamentos mais recentes são os Estados Unidos com 2.322 novas mortes, Indonésia (1.041) e México (986).
A pandemia de covid-19 matou, até hoje, pelo menos 4.461.431 pessoas no mundo desde o final de dezembro de 2019, segundo um levantamento realizado pela agência de notícias francesa AFP com base em fontes oficiais.
Mais de 213.795.270 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia.
Os números são baseados em relatórios diários das autoridades de saúde de cada país até às 11:00 em Lisboa, e excluem revisões posteriores de agências estatísticas, como ocorre na Rússia, Espanha e Reino Unido.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estimou que, levando em consideração o excesso de mortalidade direta e indiretamente vinculado à covid-19, os resultados da pandemia podem ser duas a três vezes superiores aos registados oficialmente.
Na quarta-feira, 11.899 novas mortes e 767.147 novos casos foram registados em todo o mundo.
Os países que registaram o maior número de novas mortes em seus levantamentos mais recentes são os Estados Unidos com 2.322 novas mortes, Indonésia (1.041) e México (986).
12h50 - Pfizer e BioNTech anunciam colaboração para produzir vacinas no Brasil
A Pfizer/BioNTech assinou um acordo de entendimentocom com a empresa farmacêutica brasileira Eurofarma Laboratórios SA, para produzir no Brasil doses da sua vacina COMIRNATY® contra a Covid-19. de forma a fornecer exclusivamente a América Latina.
A Eurofarma irá produzir a vacina integrada na rede de manufatura e distribuição da vacina anti-Covid da Pfizer e da BioNtech, que passa a integrar quatro continentes e mais de 20 fábricas.
A farmacêutica brasileira vai beneficiar de transferência tecnológica e do desenvolvimento das suas instalações, a iniciar imediatamente, refere o comunicado da congénere norte-americana.
A Eurofarma irá ainda receber produtos framacêuticos expedidos dos Estados Unidos e prevê-se o início da produção em 2022, para uma produção superior a 100 milhões de doses concluídas anuais, quando alcançar a plena capacidade operacional.
A Pfizer/BioNTech assinou um acordo de entendimentocom com a empresa farmacêutica brasileira Eurofarma Laboratórios SA, para produzir no Brasil doses da sua vacina COMIRNATY® contra a Covid-19. de forma a fornecer exclusivamente a América Latina.
A Eurofarma irá produzir a vacina integrada na rede de manufatura e distribuição da vacina anti-Covid da Pfizer e da BioNtech, que passa a integrar quatro continentes e mais de 20 fábricas.
A farmacêutica brasileira vai beneficiar de transferência tecnológica e do desenvolvimento das suas instalações, a iniciar imediatamente, refere o comunicado da congénere norte-americana.
A Eurofarma irá ainda receber produtos framacêuticos expedidos dos Estados Unidos e prevê-se o início da produção em 2022, para uma produção superior a 100 milhões de doses concluídas anuais, quando alcançar a plena capacidade operacional.
12h30 - Estados com risco agravado de consequências legais nas doses de reforço
A Comissão Europeia alertou que os paises da União Europeia que decidam administrar doses de reforça das vacinas contra a Covid-19 antes da agência reguladora europeia o recomendar, poderão correr riscos legais agravados.
A Agência Europeia para o Medicamento, EMA, tem afirmado repetidamente que necessita de mais dados antes de aprovar a administraçao de novas doses, mas oito países europeus decidiram recomendá-la e mais de uma dezena preveem segui-los em breve.
"A responsabilidade de decidir a inclusão de doses de reforço nas respetivas campanhas de vacinação continua a caber aos Estados Membros", refere o comunicado da Comissão, para logo advertir que, "enquanto as doses de reforço não forem abrangidas pelas autorizações acordadas, a responsabilidades das empresas se altera".
Isto pode significar que em caso de reações adversas inesperadas potencialmente atribuíveis às doses de reforço, os Estados Membros poderão ter de suportar as consquências legais e indemnizações eventuais. A exceção é o defeito de fabrico das vacinas, caso em que o produtor se mantém responsável.
O Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças, ECDC, reporta que a Áustria, a Bélgica, a França, a Hungria, o Liechtenstein, a Lituânia, o Luxemburgo e a Eslovénia estao a recomendar atualmente a administração de doses de reforço, a Alemanha planeia seguir o exemplo no outono e 13 outros países estão a debater a questão.
A Agência Europeia para o Medicamento, EMA, tem afirmado repetidamente que necessita de mais dados antes de aprovar a administraçao de novas doses, mas oito países europeus decidiram recomendá-la e mais de uma dezena preveem segui-los em breve.
"A responsabilidade de decidir a inclusão de doses de reforço nas respetivas campanhas de vacinação continua a caber aos Estados Membros", refere o comunicado da Comissão, para logo advertir que, "enquanto as doses de reforço não forem abrangidas pelas autorizações acordadas, a responsabilidades das empresas se altera".
Isto pode significar que em caso de reações adversas inesperadas potencialmente atribuíveis às doses de reforço, os Estados Membros poderão ter de suportar as consquências legais e indemnizações eventuais. A exceção é o defeito de fabrico das vacinas, caso em que o produtor se mantém responsável.
O Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças, ECDC, reporta que a Áustria, a Bélgica, a França, a Hungria, o Liechtenstein, a Lituânia, o Luxemburgo e a Eslovénia estao a recomendar atualmente a administração de doses de reforço, a Alemanha planeia seguir o exemplo no outono e 13 outros países estão a debater a questão.
12h00 - Portugal fora da nova lista vermelha do Reino Unido
O governo britânico vai anunciar novos países incluídos na lista vermelha de destinos a evitar devido à pandemia ou que exigem cuidados específicos antes e após entrar no país.
Portugal fica de fora, de acordo com informações apuradas pela RTP, assim como Espanha, França e Grécia.
O governo britânico vai anunciar novos países incluídos na lista vermelha de destinos a evitar devido à pandemia ou que exigem cuidados específicos antes e após entrar no país.
Portugal fica de fora, de acordo com informações apuradas pela RTP, assim como Espanha, França e Grécia.
O nosso país figura na lista âmbar britânica desde 8 de junho de 2021, o que significa que quem entra no Reino Unido vindo de Portugal é obrigado a apresentar dois testes e a cumprir quarentena durante 10 dias.
A região da Madeira é a excepção e está incluída na lista verde.
11h35 - Risco de consequências cardíacas mais alto ao contrair Covid-19 do que após tomar vacina
A toma da vacina da Pfizer/BioNTech contra a Covid-19 aumenta marginalmente o risco de inflamação do coração, contudo o risco é maior naqueles infetados com o SARS-CoV-2, indica um estudo publicado pelo New England Journal of Medicine.
Em cada 100.000 pessoas vacinadas, uma a cinco irão provavelmente desenvolver miocardite que não iriam de outra forma desenvolver a condição, reportou a pesquisa, baseada em dados do Clalit Health Services, um grande grupo de cuidados de saúde israelita.
A possibilidade é muito maior, 11 em cada 100.000, entre as pessoas infetadas com o coronavírus, acrescentam os investigadores.
A análise das taxas de efeitos adversos em mais de 240 mil pacientes mostrou que a infeção com Covid-19 é ela própria um fator de risco sério para a miocardite e aumenta também de forma substancial o risco de outras consequências graves, concluiu o estudo.
A toma da vacina da Pfizer/BioNTech contra a Covid-19 aumenta marginalmente o risco de inflamação do coração, contudo o risco é maior naqueles infetados com o SARS-CoV-2, indica um estudo publicado pelo New England Journal of Medicine.
Em cada 100.000 pessoas vacinadas, uma a cinco irão provavelmente desenvolver miocardite que não iriam de outra forma desenvolver a condição, reportou a pesquisa, baseada em dados do Clalit Health Services, um grande grupo de cuidados de saúde israelita.
A possibilidade é muito maior, 11 em cada 100.000, entre as pessoas infetadas com o coronavírus, acrescentam os investigadores.
A análise das taxas de efeitos adversos em mais de 240 mil pacientes mostrou que a infeção com Covid-19 é ela própria um fator de risco sério para a miocardite e aumenta também de forma substancial o risco de outras consequências graves, concluiu o estudo.
11h15 - África com mais 1.009 mortes e 35.959 casos nas últimas 24 horas
África registou mais 1.009 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 191.818 óbitos desde o início da pandemia, e 35.959 novos casos, segundo os dados oficiais mais recentes.
De acordo com o boletim do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC) divulgado hoje, o total acumulado de casos é de 7.620.106, enquanto o de recuperados é de 6.739.014, mais 27.608 nas últimas 24 horas.
A África Austral continua a ser a região mais afetada, com um acumulado de 3.632.538 infetados e 100.467 mortes associadas à doença, desde o início da pandemia no continente.
África registou mais 1.009 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 191.818 óbitos desde o início da pandemia, e 35.959 novos casos, segundo os dados oficiais mais recentes.
De acordo com o boletim do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC) divulgado hoje, o total acumulado de casos é de 7.620.106, enquanto o de recuperados é de 6.739.014, mais 27.608 nas últimas 24 horas.
A África Austral continua a ser a região mais afetada, com um acumulado de 3.632.538 infetados e 100.467 mortes associadas à doença, desde o início da pandemia no continente.
Em relação aos países de língua oficial portuguesa, Moçambique continua a ser o mais atingido pela covid-19, registando 1.822 mortes e 144.032 casos, seguido de Angola com 1.176 óbitos e um total de 46.539 pessoas infetadas pela doença.
Cabo Verde regista 307 mortes associadas à doença e 34.919 casos positivos, a Guiné Equatorial 123 óbitos e 9.173 casos, a Guiné-Bissau regista um total de 110 óbitos e 5.634 infetados. Já São Tomé e Príncipe mantém-se há algum tempo com 37 óbitos, mas regista 2.555 infeções no acumulado desde o início da pandemia.
11h05 - Qatar oferece vacinas a refugiados afegãos em trânsito no país
Cabo Verde regista 307 mortes associadas à doença e 34.919 casos positivos, a Guiné Equatorial 123 óbitos e 9.173 casos, a Guiné-Bissau regista um total de 110 óbitos e 5.634 infetados. Já São Tomé e Príncipe mantém-se há algum tempo com 37 óbitos, mas regista 2.555 infeções no acumulado desde o início da pandemia.
11h05 - Qatar oferece vacinas a refugiados afegãos em trânsito no país
Os afegãos retirados do aeroporto de Cabul nos últimos dias e recebidos temporariamente no Qatar vão ser vacinados contra a Covid-19, anunciou o Ministério dos Negócios Estrangeiros qatari.
O Qatar acolhe a maior base militar dos Estados Unidos na região e tem vindo a facilitar os esforços de evacuação do aeroporto afegão. Até agora auxiliou na retirada de 40 mil pessoas e vai continuar a auxiliar os esforços internacionais "nos próximos dias", referiu um comunicado do mesmo Ministério.
Aqueles que não forem de imediato transferidos para outros países vão ter acesso a testes PCR e à vacinação contra a Covid-19, caso a solicitem, acrescentou. Doha está a acolher "um grande número de retirados, a maioria estudantes, famílias e jornalistas".
10h55 - Aeroporto de Nanjing, leste da China, reabre após quase um mês encerrado
O Aeroporto Internacional de Lukou, que esteve na origem do mais recente surto de covid-19 na China, retomou hoje as suas operações, após ter estado parado durante mais de um mês.
O primeiro voo comercial do principal aeroporto da cidade de Nanjing, no leste da China, foi o MU2923, da China Eastern Airline, que partiu às 10:16 locais (03:16 em Lisboa), com destino à cidade de Qingdao, no norte do país, informou a agência noticiosa oficial Xinhua.
As autoridades cancelaram todos os voos, desde o final de julho, após descobrirem, no dia 20 daquele mês, um surto no aeroporto entre vários empregados de limpeza do aeródromo.
O Aeroporto Internacional de Lukou, que esteve na origem do mais recente surto de covid-19 na China, retomou hoje as suas operações, após ter estado parado durante mais de um mês.
O primeiro voo comercial do principal aeroporto da cidade de Nanjing, no leste da China, foi o MU2923, da China Eastern Airline, que partiu às 10:16 locais (03:16 em Lisboa), com destino à cidade de Qingdao, no norte do país, informou a agência noticiosa oficial Xinhua.
As autoridades cancelaram todos os voos, desde o final de julho, após descobrirem, no dia 20 daquele mês, um surto no aeroporto entre vários empregados de limpeza do aeródromo.
10h45 - Mais 820 óbitos na Rússia, novo recorde diário
De acordo com números oficiais, morreram no país 820 pessoas com Covid-19 nas últimas 24h, mais uma que no anterior recorde de óbitos desde o início da pandemia registado a 14 de agosto.
De acordo com números oficiais, morreram no país 820 pessoas com Covid-19 nas últimas 24h, mais uma que no anterior recorde de óbitos desde o início da pandemia registado a 14 de agosto.
No total, a Rússia conta 179.243 vítimas mortais com Covid-19, em números governamentais.
O país registou ainda 19.630 novos casos de infeção em 24h, os quais
têm vindo a decrescer, para mais de 6,8 milhões de
contágios desde o inicio da pandemia.
Os principais focos de contágio permanecem a capital, Moscovo, e São Petersburgo, a segunda maior cidade do país, com 1.712 e 1.301 novos casos respetivamente.
Os principais focos de contágio permanecem a capital, Moscovo, e São Petersburgo, a segunda maior cidade do país, com 1.712 e 1.301 novos casos respetivamente.
No país a vacinação com a vacina russa, a Sputnik V, continua lenta. Nem 30 por cento das pessoas receberam uma dose desde dezembro de 2020. As medidas de confinamento são também praticamente inexistentes, apesar da presença da variante Delta, de forma a preservar a economia.
Timor-Leste registou hoje mais quatro mortes, três em Díli e uma em Viqueque, devido à covid-19, entre as quais uma já vacinada mas com co-morbilidades.
O boletim diário do Centro Integrado de Gestão de Crise (CIGC) refere que os quatro mortos fizeram elevar o total de vítimas mortais desde o início da pandemia para 56, mais de metade das quais só este mês.
Registaram-se ainda em todo o país um total de 307 novos casos, a maior parte em Díli (243) e Baucau (30), e houve 152 recuperados.
10h10 - Todas as mulheres na Guiné-Bissau podem tomar vacina da Jansen
A Alta-Comissária Contra a Covid-19 na Guiné-Bissau, Magda Robalo, esclareceu hoje que todas as mulheres, com mais ou menos de 50 anos, as grávidas e as que amamentam podem tomar a vacina da Johnson & Johnson.
À pedido da Lusa, a médica reagiu às especulações que circulam na Guiné-Bissau e na comunidade guineense emigrada no estrangeiro, segundo as quais as mulheres que não atingiram os 50 anos não poderiam tomar a vacina do fabricante norte-americano Jansen.
"Recomendamos as mulheres acima e abaixo dos 50 anos para irem vacinar-se e podem tomar a vacina Janssen", disse Magda Robalo.
A Alta-Comissária Contra a Covid-19 na Guiné-Bissau, Magda Robalo, esclareceu hoje que todas as mulheres, com mais ou menos de 50 anos, as grávidas e as que amamentam podem tomar a vacina da Johnson & Johnson.
À pedido da Lusa, a médica reagiu às especulações que circulam na Guiné-Bissau e na comunidade guineense emigrada no estrangeiro, segundo as quais as mulheres que não atingiram os 50 anos não poderiam tomar a vacina do fabricante norte-americano Jansen.
"Recomendamos as mulheres acima e abaixo dos 50 anos para irem vacinar-se e podem tomar a vacina Janssen", disse Magda Robalo.
9h55 - Doses de reforço nos Estados Unidos
Os organismos reguladores dos Estados Unidos poderão aprovar uma terceira dose de vacinas contra a Covid-19 para adultos ao fim de seis meses após a segunda, ao invês de oitos meses, como fora anteriormente aventado.
A notícia é avançada pelo Wall Street Journal.
9h31 - Moderna. Potencial contaminação investigada
A propósito da suspensão de 1,63 milhões de doses da vacina da Moderna no Japão, a farmacêutica espanhola Rovi, que integra a cadeia de produção do imunizante, confirma estar a investigar a potencial contaminação, acrescentando que esta parece estar limitada "a alguns lotes".
9h00 - Campanha britânica debaixo de críticas
Uma nova campanha do Governo de Boris Johnson exorta os estudantes de Inglaterra a submeterem-se a dois testes semanais à Covid-19, tendo em vista um "ano mais normal". Uma iniciativa que está ser considerada ingénua por parte de estruturas sindicais do pessoal escolar.
8h40 - Vacinas doadas a São Tomé e Príncipe
Trinta e sete mil doses de vacinas da AstraZeneca ontem entregues por Portugal a São Tomé e Príncipe vão ser utilizadas na próxima fase de vacinação no arquipélago, com início marcado para a próxima segunda-feira.
O embaixador português em São Tomé e Príncipe, Rui Carmo, reafirmou durante o ato de entrega, no aeroporto internacional de São Tomé, que "este segundo lote de vacinas corresponde ao compromisso assumido pelo governo português de disponibilizar cinco por cento das vacinas" para os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e Timor Leste.
8h19 - Novo máximo de infeções em Nova Gales do Sul
O Estado australiano de Nova Gales do Sul reportou 1029 casos em 24 horas. É um novo máximo diário.
Os hospitais de Sydney, epicentro do surto de Covid-19, começam a mostrar dificuldades para acolher doentes, com o sindicato de enfermeiros a advertir para uma "enorme pressão" dos serviços de urgência.
8h08 - OMS considera "imoral" dose de reforço quando há escassez em muitos países
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde considera "imoral" dar a terceira dose da vacina contra a Covid19, quando há escassez de vacinas em muitos países. Sublinha que ainda não há conclusões sobre os supostos benefícios de doses adicionais.
8h03 - Índia acima dos 46 mil casos diários
As autoridades de saúde da China reportaram mais 46.164 casos de infeção e 607 mortes associadas à Covid-19 em 24 horas.
Na véspera, o país registara 37.593 casos e 648 óbitos.
O balanço oficial de mortes ligadas à pandemia é de 426.365.
7h50 - Qantas espera retomar voos internacionais em dezembro
A transportadora aérea australiana Qantas anunciou que deverá reiniciar os voos internacionais para países seguros em dezembro, na sequência de prejuízos líquidos de 1,07 mil milhões de euros no corrente ano financeiro.
A companhia, que cancelou todos os voos internacionais no início da pandemia, planeia começar a voar do país para "destinos seguros Covid-19", como Singapura, Estados Unidos, Japão, Reino Unido e Canadá, em meados de dezembro.
A Quantas adiantou ainda que planeia voltar a usar os cinco aparelhos A380 para as ligações aéreas com EUA e Reino Unido, a partir de meados de 2022.
"Com base nas atuais projeções, espera-se que a Austrália atinja o limiar de 80 por cento de vacinação até dezembro de 2021, o que desencadearia a reabertura gradual das fronteiras internacionais", diz a companhia em comunicado.
7h28 - Japão suspende 1,63 milhões de doses da Moderna
O Japão suspendeu hoje a utilização de 1,63 milhões de doses da vacina da farmacêutica norte-americana Moderna contra a Covid-19, depois de encontradas impurezas em três lotes distribuídos no país.
O grupo farmacêutico japonês Takeda, importador e distribuidor no país da vacina da Moderna, declarou ter recebido "informações de vários centros de vacinação, de acordo com os quais corpos estranhos foram descobertos em embalagens de vacina selados e de lotes específicos", de acordo com um comunicado.
7h19 - China soma três novos casos por contágio local e 23 importados
A China anunciou esta quinta-feira que foram diagnosticados 26 casos de Covid-19 em 24 horas, incluindo três por contágio local, detetados na província de Yunnan, no sudoeste do país.
As demais infeções foram detetadas em viajantes oriundos do exterior nos municípios de Xangai (leste) e Tianjin (norte) e nas províncias de Guangdong (sudeste), Yunnan (sul), Liaoning (nordeste), Zhejiang (leste) e Fujian (sudeste).
A Comissão de Saúde da China indicou que o número total de infetados ativos no país asiático se fixou em 1.497, entre os quais 14 em estado grave.
Desde o início da pandemia, 94.733 pessoas ficaram infetadas na China, tendo morrido 4.636 doentes.
7h05 - Ponto de situação
Já saíram as primeiras contas da pandemia. A Covid-19 custou este ano aos cofres do Estado 4697 milhões de euros.
O balanço é da Direção-Geral do Orçamento e tem em conta os meses entre janeiro e junho. Baseia-se na redução da receita e no aumento das despesas.
A maior parcela de despesa diz respeito aos apoios às empresas e ao emprego.
Terceira dose
Portugal deverá avançar para a terceira dose da vacina contra a Covid-19.
A Comissão Técnica para a Vacinação entregou à Direção-Geral da Saúde um parecer onde aconselha um reforço da vacina. Todavia, a recomendação abrange apenas pessoas imunosuprimidas: por exemplo, doentes com cancro a fazer quimioterapia, alguns recém-transplantados, infetados com VIH e pessoas com sindrome de Down. A terceira dose deverá ser dada a 100 mil portugueses.
Os organismos reguladores dos Estados Unidos poderão aprovar uma terceira dose de vacinas contra a Covid-19 para adultos ao fim de seis meses após a segunda, ao invês de oitos meses, como fora anteriormente aventado.
A notícia é avançada pelo Wall Street Journal.
9h31 - Moderna. Potencial contaminação investigada
A propósito da suspensão de 1,63 milhões de doses da vacina da Moderna no Japão, a farmacêutica espanhola Rovi, que integra a cadeia de produção do imunizante, confirma estar a investigar a potencial contaminação, acrescentando que esta parece estar limitada "a alguns lotes".
9h00 - Campanha britânica debaixo de críticas
Uma nova campanha do Governo de Boris Johnson exorta os estudantes de Inglaterra a submeterem-se a dois testes semanais à Covid-19, tendo em vista um "ano mais normal". Uma iniciativa que está ser considerada ingénua por parte de estruturas sindicais do pessoal escolar.
8h40 - Vacinas doadas a São Tomé e Príncipe
Trinta e sete mil doses de vacinas da AstraZeneca ontem entregues por Portugal a São Tomé e Príncipe vão ser utilizadas na próxima fase de vacinação no arquipélago, com início marcado para a próxima segunda-feira.
O embaixador português em São Tomé e Príncipe, Rui Carmo, reafirmou durante o ato de entrega, no aeroporto internacional de São Tomé, que "este segundo lote de vacinas corresponde ao compromisso assumido pelo governo português de disponibilizar cinco por cento das vacinas" para os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e Timor Leste.
8h19 - Novo máximo de infeções em Nova Gales do Sul
O Estado australiano de Nova Gales do Sul reportou 1029 casos em 24 horas. É um novo máximo diário.
Os hospitais de Sydney, epicentro do surto de Covid-19, começam a mostrar dificuldades para acolher doentes, com o sindicato de enfermeiros a advertir para uma "enorme pressão" dos serviços de urgência.
8h08 - OMS considera "imoral" dose de reforço quando há escassez em muitos países
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde considera "imoral" dar a terceira dose da vacina contra a Covid19, quando há escassez de vacinas em muitos países. Sublinha que ainda não há conclusões sobre os supostos benefícios de doses adicionais.
8h03 - Índia acima dos 46 mil casos diários
As autoridades de saúde da China reportaram mais 46.164 casos de infeção e 607 mortes associadas à Covid-19 em 24 horas.
Na véspera, o país registara 37.593 casos e 648 óbitos.
O balanço oficial de mortes ligadas à pandemia é de 426.365.
7h50 - Qantas espera retomar voos internacionais em dezembro
A transportadora aérea australiana Qantas anunciou que deverá reiniciar os voos internacionais para países seguros em dezembro, na sequência de prejuízos líquidos de 1,07 mil milhões de euros no corrente ano financeiro.
A companhia, que cancelou todos os voos internacionais no início da pandemia, planeia começar a voar do país para "destinos seguros Covid-19", como Singapura, Estados Unidos, Japão, Reino Unido e Canadá, em meados de dezembro.
A Quantas adiantou ainda que planeia voltar a usar os cinco aparelhos A380 para as ligações aéreas com EUA e Reino Unido, a partir de meados de 2022.
"Com base nas atuais projeções, espera-se que a Austrália atinja o limiar de 80 por cento de vacinação até dezembro de 2021, o que desencadearia a reabertura gradual das fronteiras internacionais", diz a companhia em comunicado.
7h28 - Japão suspende 1,63 milhões de doses da Moderna
O Japão suspendeu hoje a utilização de 1,63 milhões de doses da vacina da farmacêutica norte-americana Moderna contra a Covid-19, depois de encontradas impurezas em três lotes distribuídos no país.
O grupo farmacêutico japonês Takeda, importador e distribuidor no país da vacina da Moderna, declarou ter recebido "informações de vários centros de vacinação, de acordo com os quais corpos estranhos foram descobertos em embalagens de vacina selados e de lotes específicos", de acordo com um comunicado.
7h19 - China soma três novos casos por contágio local e 23 importados
A China anunciou esta quinta-feira que foram diagnosticados 26 casos de Covid-19 em 24 horas, incluindo três por contágio local, detetados na província de Yunnan, no sudoeste do país.
As demais infeções foram detetadas em viajantes oriundos do exterior nos municípios de Xangai (leste) e Tianjin (norte) e nas províncias de Guangdong (sudeste), Yunnan (sul), Liaoning (nordeste), Zhejiang (leste) e Fujian (sudeste).
A Comissão de Saúde da China indicou que o número total de infetados ativos no país asiático se fixou em 1.497, entre os quais 14 em estado grave.
Desde o início da pandemia, 94.733 pessoas ficaram infetadas na China, tendo morrido 4.636 doentes.
7h05 - Ponto de situação
Já saíram as primeiras contas da pandemia. A Covid-19 custou este ano aos cofres do Estado 4697 milhões de euros.
O balanço é da Direção-Geral do Orçamento e tem em conta os meses entre janeiro e junho. Baseia-se na redução da receita e no aumento das despesas.
A maior parcela de despesa diz respeito aos apoios às empresas e ao emprego.
Terceira dose
Portugal deverá avançar para a terceira dose da vacina contra a Covid-19.
A Comissão Técnica para a Vacinação entregou à Direção-Geral da Saúde um parecer onde aconselha um reforço da vacina. Todavia, a recomendação abrange apenas pessoas imunosuprimidas: por exemplo, doentes com cancro a fazer quimioterapia, alguns recém-transplantados, infetados com VIH e pessoas com sindrome de Down. A terceira dose deverá ser dada a 100 mil portugueses.
Balanço da campanha
Em Portugal, já tem vacinação completa 72 por cento da população.
Há mais pessoas com o processo concluído nas faixas etárias acima dos 80 anos e entre os 64 e os 79 anos, com a vacinação na ordem dos 97 por cento. Segue-se a faixa etária entre os 50 e os 64 anos, com 91 por cento.
Também já têm vacinação completa três em cada quatro pessoas com idade entre 25 e os 49 anos. Entre os 18 e os 24 anos, quatro em dez já completaram o processo.
No total, Portugal já administrou 14,9 milhões de doses de vacinas.
Em Portugal, já tem vacinação completa 72 por cento da população.
Há mais pessoas com o processo concluído nas faixas etárias acima dos 80 anos e entre os 64 e os 79 anos, com a vacinação na ordem dos 97 por cento. Segue-se a faixa etária entre os 50 e os 64 anos, com 91 por cento.
Também já têm vacinação completa três em cada quatro pessoas com idade entre 25 e os 49 anos. Entre os 18 e os 24 anos, quatro em dez já completaram o processo.
No total, Portugal já administrou 14,9 milhões de doses de vacinas.
O quadro em Portugal
Em 24 horas, morreram mais 16 pessoas, segundo o último boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, divulgado ao início da tarde de quarta-feira.
Houve registo de mais 3062 casos, 966 na região de Lisboa e Vale do Tejo e 1124 no Norte.
Estavam ontem internadas 688 pessoas, menos 28 do que na véspera. Nos cuidados intensivos permaneciam 144 doentes, menos quatro face a terça-feira.
Em 24 horas, morreram mais 16 pessoas, segundo o último boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, divulgado ao início da tarde de quarta-feira.
Houve registo de mais 3062 casos, 966 na região de Lisboa e Vale do Tejo e 1124 no Norte.
Estavam ontem internadas 688 pessoas, menos 28 do que na véspera. Nos cuidados intensivos permaneciam 144 doentes, menos quatro face a terça-feira.
O quadro internacional
A Covid-19 provocou pelo menos 4.451.888 mortes em todo o mundo, entre mais de 213,1 milhões de infeções, de acordo com o balanço em permanente atualização por parte da agência France Presse.
A Pfizer pediu autorização à reguladora do medicamento nos Estados Unidos para a aplicação de uma dose de reforço da sua vacina contra o novo coronavírus.
A farmacêutica adiantou na quarta-feira ter começado o processo de pedido de autorização para uma terceira dose da sua vacina para pessoas com 16 ou mais anos, devendo estar terminado até ao final da semana.
No início do mês, a FDA indicou que as pessoas que tenham recebido transplantes ou outras com sistemas imunitários enfraquecidos podem receber uma dose extra da vacina da Pfizer ou da Moderna.
A Pfizer pediu autorização à reguladora do medicamento nos Estados Unidos para a aplicação de uma dose de reforço da sua vacina contra o novo coronavírus.
A farmacêutica adiantou na quarta-feira ter começado o processo de pedido de autorização para uma terceira dose da sua vacina para pessoas com 16 ou mais anos, devendo estar terminado até ao final da semana.
No início do mês, a FDA indicou que as pessoas que tenham recebido transplantes ou outras com sistemas imunitários enfraquecidos podem receber uma dose extra da vacina da Pfizer ou da Moderna.