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23h42 - Brasil soma 27.345 infeções em 24 horas e supera 20,7 milhões de casos
O Brasil registou 27.345 infeções pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas e ultrapassou a barreira de 20,7 milhões de casos positivos (20.703.906), informou hoje o Ministério brasileiro da Saúde.
Em relação ao número de mortes, o país sul-americano, com 213 milhões de habitantes, concentra 578.326 óbitos desde o início da pandemia, após ter contabilizado 761 vítimas mortais entre quinta-feira e hoje.
Contudo, os dados de hoje são parciais, não contabilizando os números do Ceará, um dos 10 estados brasileiros mais afetados pela pandemia e que não conseguiu comunicar atempadamente os registos das últimas 24 horas, devido a problemas técnicos.
Os dados fazem parte do último boletim epidemiológico divulgado pela tutela da Saúde, que dá ainda conta de uma incidência da doença no Brasil de 275 mortes e 9.852 casos por 100 mil habitantes.
O Brasil registou 27.345 infeções pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas e ultrapassou a barreira de 20,7 milhões de casos positivos (20.703.906), informou hoje o Ministério brasileiro da Saúde.
Em relação ao número de mortes, o país sul-americano, com 213 milhões de habitantes, concentra 578.326 óbitos desde o início da pandemia, após ter contabilizado 761 vítimas mortais entre quinta-feira e hoje.
Contudo, os dados de hoje são parciais, não contabilizando os números do Ceará, um dos 10 estados brasileiros mais afetados pela pandemia e que não conseguiu comunicar atempadamente os registos das últimas 24 horas, devido a problemas técnicos.
Os dados fazem parte do último boletim epidemiológico divulgado pela tutela da Saúde, que dá ainda conta de uma incidência da doença no Brasil de 275 mortes e 9.852 casos por 100 mil habitantes.
22h59 - Franceses retomam protestos contra vacinação e `passe sanitário`
Mais de 100 mil franceses vão voltar a sair às ruas no sábado, pela oitava semana consecutiva, contra a obrigatoriedade de apresentação do `passe sanitário` e de vacinação contra a covid-19 para setores como saúde ou restauração.
Este sábado, esperam-se mais de 200 manifestações em todo o país contra as recentes medidas sanitárias, com as autoridades a estimarem cerca de 180 mil participantes, a maior parte nas cidades de Paris, Lyon e Nice.
Mais de 100 mil franceses vão voltar a sair às ruas no sábado, pela oitava semana consecutiva, contra a obrigatoriedade de apresentação do `passe sanitário` e de vacinação contra a covid-19 para setores como saúde ou restauração.
Este sábado, esperam-se mais de 200 manifestações em todo o país contra as recentes medidas sanitárias, com as autoridades a estimarem cerca de 180 mil participantes, a maior parte nas cidades de Paris, Lyon e Nice.
22h47 - Detetada em circulação a variante Delta na Guiné-Bissau
A variante Delta do novo coronavírus foi detetada na Guiné-Bissau, informou hoje o Alto Comissariado para a Covid-19, na sequência dos resultados de amostras laboratoriais.
"Em resultado do sequenciamento genético de 34 amostras colhidas entre 23 de julho e 08 de agosto de 2021, foi detetada a presença da variante Delta em todas as amostras sequenciadas", revelou um comunicado.
A variante Delta do novo coronavírus foi detetada na Guiné-Bissau, informou hoje o Alto Comissariado para a Covid-19, na sequência dos resultados de amostras laboratoriais.
"Em resultado do sequenciamento genético de 34 amostras colhidas entre 23 de julho e 08 de agosto de 2021, foi detetada a presença da variante Delta em todas as amostras sequenciadas", revelou um comunicado.
17h43 - Moçambique retoma aulas presenciais e alivia horários do recolher obrigatório
O Presidente moçambicano anunciou hoje o alívio de parte das medidas de restrição para travar a pandemia de covid-19 no país, com destaque para a retoma das aulas presenciais e o alívio dos horários do recolher obrigatório.
"É autorizada a retoma das aulas presenciais do ensino primário, secundário, técnico-profissional e superior. No entanto, esta medida é flexível, dependendo da capacidade de cumprimento das orientações", afirmou o chefe de Estado moçambicano, numa declaração à nação a partir da Presidência da República, em Maputo.
Além de autorizar a retoma das aulas presenciais, o chefe de Estado moçambicano avançou que o recolher obrigatório passa a vigorar entre as 22:00 e as 04:00, sendo que no período anterior vigorava das 21:00 às 04:00.
Por outro lado, nas novas medidas, que vão vigorar pelos próximos 30 dias a partir de sábado, o horário dos serviços de restauração é estendido das 06:00 até as 20:00, quando no período anterior eram obrigados a encerrar às 18:00.
O Presidente moçambicano anunciou hoje o alívio de parte das medidas de restrição para travar a pandemia de covid-19 no país, com destaque para a retoma das aulas presenciais e o alívio dos horários do recolher obrigatório.
"É autorizada a retoma das aulas presenciais do ensino primário, secundário, técnico-profissional e superior. No entanto, esta medida é flexível, dependendo da capacidade de cumprimento das orientações", afirmou o chefe de Estado moçambicano, numa declaração à nação a partir da Presidência da República, em Maputo.
Além de autorizar a retoma das aulas presenciais, o chefe de Estado moçambicano avançou que o recolher obrigatório passa a vigorar entre as 22:00 e as 04:00, sendo que no período anterior vigorava das 21:00 às 04:00.
Por outro lado, nas novas medidas, que vão vigorar pelos próximos 30 dias a partir de sábado, o horário dos serviços de restauração é estendido das 06:00 até as 20:00, quando no período anterior eram obrigados a encerrar às 18:00.
17h30 - São Tomé e Príncipe com 9 casos e três recuperações em 24 horas
17h10 - África do Sul recebe 2,2 milhões de doses doadas pelos EUA
A África do Sul vai receber este fim de semana 2,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer-BioNTech, doadas pelos Estados Unidos da América, que se juntam às 5,6 milhões de doses enviadas por Washington em julho.
As novas doses surgem quando o país, de longe o mais afetado pela pandemia no continente africano, continua a lutar contra um ressurgimento prolongado de infeções por covid-19 e pretende alcançar a imunização de 67% da população de 60 milhões de pessoas até fevereiro do próximo ano.
De acordo com o ministro da Saúde sul-africano, Joen Phaahla, espera-se que estas sejam entregues no sábado, noticia a Associated Press.
A África do Sul vai receber este fim de semana 2,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer-BioNTech, doadas pelos Estados Unidos da América, que se juntam às 5,6 milhões de doses enviadas por Washington em julho.
As novas doses surgem quando o país, de longe o mais afetado pela pandemia no continente africano, continua a lutar contra um ressurgimento prolongado de infeções por covid-19 e pretende alcançar a imunização de 67% da população de 60 milhões de pessoas até fevereiro do próximo ano.
De acordo com o ministro da Saúde sul-africano, Joen Phaahla, espera-se que estas sejam entregues no sábado, noticia a Associated Press.
16h40 - Governo dos Açores satisfeito com inclusão na “lista verde” do Reino Unido
O Governo dos Açores congratulou-se hoje com a inclusão do arquipélago na "lista verde" para as viagens internacionais do Reino Unido, considerando ser o "reconhecimento da evolução do combate à covid-19 no arquipélago".
"O Governo dos Açores reage com satisfação à decisão do Reino Unido em integrar a região na lista ‘verde’ para viagens internacionais, reconhecimento da evolução do combate à covid-19 no arquipélago, numa altura em que mais de 70% da população açoriana está completamente vacinada contra a doença", lê-se numa nota enviada às redações.
A decisão britânica "foi comunicada por carta ao presidente do Governo [Regional], José Manuel Bolieiro, pelo embaixador do Reino Unido em Portugal, Christopher Sainty", é ainda referido no mesmo comunicado.
O executivo açoriano, de coligação PSD/CDS-PP/PPM, sublinha ainda que, "a partir de segunda-feira, não será necessário a quem viaja dos Açores para o Reino Unido fazer qualquer isolamento depois da chegada", o que representa "uma mais-valia para os fluxos turísticos e para diversos setores económicos" da região.
O Governo dos Açores congratulou-se hoje com a inclusão do arquipélago na "lista verde" para as viagens internacionais do Reino Unido, considerando ser o "reconhecimento da evolução do combate à covid-19 no arquipélago".
"O Governo dos Açores reage com satisfação à decisão do Reino Unido em integrar a região na lista ‘verde’ para viagens internacionais, reconhecimento da evolução do combate à covid-19 no arquipélago, numa altura em que mais de 70% da população açoriana está completamente vacinada contra a doença", lê-se numa nota enviada às redações.
A decisão britânica "foi comunicada por carta ao presidente do Governo [Regional], José Manuel Bolieiro, pelo embaixador do Reino Unido em Portugal, Christopher Sainty", é ainda referido no mesmo comunicado.
O executivo açoriano, de coligação PSD/CDS-PP/PPM, sublinha ainda que, "a partir de segunda-feira, não será necessário a quem viaja dos Açores para o Reino Unido fazer qualquer isolamento depois da chegada", o que representa "uma mais-valia para os fluxos turísticos e para diversos setores económicos" da região.
16h27 - Lisboa e Vale do Tejo e Algarve com tendência decrescente ou estável de infeções
As regiões de Lisboa e Vale do Tejo e do Algarve apresentam uma “tendência decrescente ou estável” do número de novas infeções, registando um índice de transmissibilidade (Rt) do vírus SARS-CoV-2 inferior a 1.
Segundo o relatório sobre a curva epidémica do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) hoje divulgado, em sentido contrário estão quatro regiões com um valor médio do Rt igual ou superior a 1, caso do Norte (1,00), do Centro (1,10), do Alentejo (1,02) e da Madeira (1,08).
Lisboa e Vale do Tejo apresenta agora um Rt - que estima o número de casos secundários de covid-19 resultantes de uma pessoa infetada – de 0,94 e o Algarve de 0,95, mas é nos Açores que se regista o valor mais baixo, com 0,84.
No que se refere à incidência de novos casos por 100 mil habitantes a 14 dias, o Algarve destaca-se com uma taxa acumulada superior a 480 casos, estando as regiões Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo no patamar intermédio entre 240 e 479,9 casos de infeção.
Em melhor situação neste indicador estão as regiões autónomas dos Açores e da Madeira, que registam uma incidência acumulada a 14 dias entre 120 e 239,9 casos por 100 mil habitantes, refere o relatório.
As regiões de Lisboa e Vale do Tejo e do Algarve apresentam uma “tendência decrescente ou estável” do número de novas infeções, registando um índice de transmissibilidade (Rt) do vírus SARS-CoV-2 inferior a 1.
Segundo o relatório sobre a curva epidémica do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) hoje divulgado, em sentido contrário estão quatro regiões com um valor médio do Rt igual ou superior a 1, caso do Norte (1,00), do Centro (1,10), do Alentejo (1,02) e da Madeira (1,08).
Lisboa e Vale do Tejo apresenta agora um Rt - que estima o número de casos secundários de covid-19 resultantes de uma pessoa infetada – de 0,94 e o Algarve de 0,95, mas é nos Açores que se regista o valor mais baixo, com 0,84.
No que se refere à incidência de novos casos por 100 mil habitantes a 14 dias, o Algarve destaca-se com uma taxa acumulada superior a 480 casos, estando as regiões Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo no patamar intermédio entre 240 e 479,9 casos de infeção.
Em melhor situação neste indicador estão as regiões autónomas dos Açores e da Madeira, que registam uma incidência acumulada a 14 dias entre 120 e 239,9 casos por 100 mil habitantes, refere o relatório.
16h08 - Sobe para sete número de concelhos com nível máximo de incidência
Portugal tem hoje sete concelhos com incidência do coronavírus SARS-CoV-2 superior a 960 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias, mais dois do que na última sexta-feira.
Albufeira (1.047), Boticas (1.441), Lagos (1.364) e Mourão (1.397) mantém-se entre os concelhos que apresentam maior incidência de infeções a 14 dias pelo coronavírus da covid-19, juntando-se esta semana à lista Beja (1.002), Marvão (1.838) e Ribeira de Pena (1.219).
Segundo os dados hoje divulgados no boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS), há 236 concelhos com uma incidência superior a 120 casos de infeção pelo vírus SARS-COV-2 por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias (mais 16).
Destes 236 concelhos, 31 registam incidência cumulativa a 14 dias superior a 480 casos entre 12 e 24 de agosto, o que representa um aumento de quatro em relação à semana anterior.
Os dados da DGS indicam ainda que, nos últimos 14 dias, 130 concelhos ultrapassaram os 240 casos de infeção por 100 mil habitantes.
Sem qualquer caso de infeção pelo novo coronavírus nos últimos 14 dias estão agora nove concelhos: Alvaiázere, Alvito, Barrancos, Corvo, Lajes das Flores, Madalena, Penedono, Porto Moniz e Santa Cruz das Flores.
Portugal tem hoje sete concelhos com incidência do coronavírus SARS-CoV-2 superior a 960 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias, mais dois do que na última sexta-feira.
Albufeira (1.047), Boticas (1.441), Lagos (1.364) e Mourão (1.397) mantém-se entre os concelhos que apresentam maior incidência de infeções a 14 dias pelo coronavírus da covid-19, juntando-se esta semana à lista Beja (1.002), Marvão (1.838) e Ribeira de Pena (1.219).
Segundo os dados hoje divulgados no boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS), há 236 concelhos com uma incidência superior a 120 casos de infeção pelo vírus SARS-COV-2 por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias (mais 16).
Destes 236 concelhos, 31 registam incidência cumulativa a 14 dias superior a 480 casos entre 12 e 24 de agosto, o que representa um aumento de quatro em relação à semana anterior.
Os dados da DGS indicam ainda que, nos últimos 14 dias, 130 concelhos ultrapassaram os 240 casos de infeção por 100 mil habitantes.
Sem qualquer caso de infeção pelo novo coronavírus nos últimos 14 dias estão agora nove concelhos: Alvaiázere, Alvito, Barrancos, Corvo, Lajes das Flores, Madalena, Penedono, Porto Moniz e Santa Cruz das Flores.
14h10 - R(t) sobe ligeiramente, de 0,98 para 0,99
O índice de transmissibilidade, ou R(t), subiu ligeiramente de 0,98 para 0,99, tanto a nível nacional como continental.
Já a taxa de incidência de infeções pelo SARS-CoV-2 nos últimos 14 dias registou uma descida ligeira a nível nacional. Desceu de 312,8 para 312,7 a nível nacional.
Em Portugal continental, a taxa de incidência subiu de 317,1 para 317,7.
Em Portugal continental, a taxa de incidência subiu de 317,1 para 317,7.
14h00 - Mais 14 óbitos e 2370 novos casos
De acordo com o boletim epidemiológico, Portugal regista mais 14 óbitos e 2370 novos casos. Recuperaram da doença mais 2338 pessoas, aumentando o total de recuperados para 967.662.
Há mais cinco pessoas internadas em enfermaria (675 no total) e menos seis em cuidados intensivos, num total de 144 internamentos.
Do total de novos casos, 866 foram registados na região norte, 772 em Lisboa e Vale do Tejo, 315 no centro, 239 no Algarve e 114 no Alentejo. Foram ainda reportadas 39 novas infeções na Madeira e 25 nos Açores.
Do total de óbitos, cinco foram registados na região centro, quatro em Lisboa e Vale do Tejo, três no norte, um no Alentejo e um no Algarve.
O boletim reporta ainda mais 18 casos ativos (45.426 no total) e mais 363 contactos em vigilância (46.973 no total).
Desde que foi identificado o primeiro caso de Covid-19 em Portugal já foram confirmadas 1.030.791 infeções e 17.703 mortes associadas à doença.
13h34 - Açores com 25 novos casos de infeção em quatro ilhas
Os Açores diagnosticaram, nas últimas 24 horas, 25 novos casos de covid-19 nas ilhas de São Miguel, Pico, Faial e São Jorge, e 12 pessoas recuperaram da doença, informa hoje a Autoridade de Saúde Regional.
Os Açores diagnosticaram, nas últimas 24 horas, 25 novos casos de covid-19 nas ilhas de São Miguel, Pico, Faial e São Jorge, e 12 pessoas recuperaram da doença, informa hoje a Autoridade de Saúde Regional.
13h10 - Polícia Marítima interrompe ajuntamentos de cerca de 500 pessoas na Figueira da Foz
Os elementos do Comando-local da Polícia Marítima da Figueira da Foz interromperam, durante esta madrugada, dois ajuntamentos com um total de cerca de 500 pessoas, na Praça do Forte e na praia da Claridade, no concelho da Figueira da Foz, tendo sido elaborados 11 autos de notícia, anuncia a Autoridade Martítima Nacional em comunicado.
Às 02h00, os elementos do Comando-local da Polícia Marítima da Figueira da Foz, em colaboração com a PSP, observaram 200 pessoas "que se encontravam a causar algum ruído e a consumir bebidas alcoólicas na Praça do Forte". Mais tarde, às 05h30, os elementos da Polícia Marítima detetaram um outro ajuntamento, com cerca de 300 pessoas, a consumir bebidas alcoólicas na praia da Claridade.
13h04 - Mais de 214,5 milhões já foram infetados em todo o mundo
Mais de 214.500.660 infetados com o novo coronavírus foram diagnosticados no mundo desde que a doença foi identificada em dezembro de 2019 na China, segundo um balanço da AFP até às 10:00 TMG (11:00 em Lisboa) de hoje.
A pandemia da covid-19 causou pelo menos 4.472.486 mortos em todo o mundo no mesmo período, indica o mesmo balanço da agência France-Presse. A grande maioria dos doentes recupera, mas uma parte ainda mal avaliada continua com sintomas durante semanas ou até meses.
Nas últimas 24 horas foram registados 10.907 mortos e 713.070 casos em todo o mundo. Os países com maior número de mortos foram os Estados Unidos com 1.238 novos óbitos, o Brasil (920) e o México (835).
Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 633.564 mortes em 38.384.553 casos, de acordo com a contagem realizada pela universidade norte-americana Johns Hopkins.
Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 577.565 mortos e 20.676.561 infetados, a Índia, com 436.861 mortes (32.603.188 casos), o México, com 256.287 óbitos (3.291.761 casos) e o Peru, com 198.064 óbitos (2.146.169 infetados).
Mais de 214.500.660 infetados com o novo coronavírus foram diagnosticados no mundo desde que a doença foi identificada em dezembro de 2019 na China, segundo um balanço da AFP até às 10:00 TMG (11:00 em Lisboa) de hoje.
A pandemia da covid-19 causou pelo menos 4.472.486 mortos em todo o mundo no mesmo período, indica o mesmo balanço da agência France-Presse. A grande maioria dos doentes recupera, mas uma parte ainda mal avaliada continua com sintomas durante semanas ou até meses.
Nas últimas 24 horas foram registados 10.907 mortos e 713.070 casos em todo o mundo. Os países com maior número de mortos foram os Estados Unidos com 1.238 novos óbitos, o Brasil (920) e o México (835).
Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 633.564 mortes em 38.384.553 casos, de acordo com a contagem realizada pela universidade norte-americana Johns Hopkins.
Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 577.565 mortos e 20.676.561 infetados, a Índia, com 436.861 mortes (32.603.188 casos), o México, com 256.287 óbitos (3.291.761 casos) e o Peru, com 198.064 óbitos (2.146.169 infetados).
12h48 - Utentes passam a poder ser vacinados em qualquer centro de vacinação de Portugal continental à escolha a partir de hoje
Em comunicado, a task-force da vacinação anuncia que a partir desta sexta-feira, os utentes poderão ser vacinados contra a Covid-19 em qualquer centro de vacinação de Portugal Continental à sua escolha, bastando para isso recorrer ao sistema de senha digital da modalidade “Casa Aberta”.
"A partir desta data, estes utentes poderão ainda escolher um ponto de vacinação distinto para tomar a segunda dose. Para o efeito, deverão solicitá-lo aquando da toma da primeira dose", esclarece.
"A partir desta data, estes utentes poderão ainda escolher um ponto de vacinação distinto para tomar a segunda dose. Para o efeito, deverão solicitá-lo aquando da toma da primeira dose", esclarece.
Também as pessoas que agendaram a toma da vacina poderão, a partir desta mesma data, apresentar-se em qualquer centro de vacinação.
Os horários da modalidade “Casa Aberta” encontram-se disponíveis em https://covid19.min-saude.pt/casa_aberta/.
"Estas alterações surgem no decorrer muito positivo do processo de vacinação contra a Covid-19 em Portugal. Uma vez que grande parte da população portuguesa elegível já se encontra vacinada, há uma maior disponibilidade nos vários centros de vacinação abertos ao momento", explica a task-force.
12h37 - Centros de vacinação começam a fechar no final de agosto no distrito de Bragança
Os centros de vacinação contra a covid-19 instalados nos 12 concelho do distrito de Bragança começam a encerrar no final de agosto e até 19 de setembro todo o processo passa para os centros de saúde.
A informação foi avançada hoje pela Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste, a entidade responsável pelo processo de vacinação em parceria com as câmaras municipais, que disponibilizaram os espaços para a vacinação em massa da população.
A ULS do Nordeste decidiu iniciar a desativação dos centros de vacinação e passar o processo para os centros de saúde numa altura em que, como avança em comunicado, "a taxa de cobertura vacinal global no distrito é superior a 80% com pelo menos uma dose de vacina e superior a 70% com a vacinação completa".
Os 12 centros de vacinação vão ser desativados gradualmente, a começar no final de agosto, ou seja, na próxima semana, em Alfândega da Fé, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro e Torre de Moncorvo.
Em Vinhais, o centro de vacinação mantém-se em funcionamento até ao dia 08 de setembro e, nos restantes concelhos, concretamente Bragança, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Mirandela, Mogadouro, Vila Flor e Vimioso, vão funcionar até ao dia 19 de setembro.
Os centros de vacinação contra a covid-19 instalados nos 12 concelho do distrito de Bragança começam a encerrar no final de agosto e até 19 de setembro todo o processo passa para os centros de saúde.
A informação foi avançada hoje pela Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste, a entidade responsável pelo processo de vacinação em parceria com as câmaras municipais, que disponibilizaram os espaços para a vacinação em massa da população.
A ULS do Nordeste decidiu iniciar a desativação dos centros de vacinação e passar o processo para os centros de saúde numa altura em que, como avança em comunicado, "a taxa de cobertura vacinal global no distrito é superior a 80% com pelo menos uma dose de vacina e superior a 70% com a vacinação completa".
Os 12 centros de vacinação vão ser desativados gradualmente, a começar no final de agosto, ou seja, na próxima semana, em Alfândega da Fé, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro e Torre de Moncorvo.
Em Vinhais, o centro de vacinação mantém-se em funcionamento até ao dia 08 de setembro e, nos restantes concelhos, concretamente Bragança, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Mirandela, Mogadouro, Vila Flor e Vimioso, vão funcionar até ao dia 19 de setembro.
12h20 - Área Metropolitana de Lisboa de fora da lista vermelha da Alemanha
As autoridades alemãs revelaram esta sexta-feira a avaliação das zonas consideradas de alto risco. A área metropolitana de Lisboa sai dessa lista de alto risco, mas o Algarve mantém-se na lista vermelha.
A lista de classificação de áreas de risco abaixo entra em vigor a partir da meia noite de domingo, 29 de agosto.
As autoridades alemãs revelaram esta sexta-feira a avaliação das zonas consideradas de alto risco. A área metropolitana de Lisboa sai dessa lista de alto risco, mas o Algarve mantém-se na lista vermelha.
A lista de classificação de áreas de risco abaixo entra em vigor a partir da meia noite de domingo, 29 de agosto.
12h13 - Liga de clubes confirma aumento da lotação dos estádios para metade
O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) confirmou hoje o aumento para metade da lotação dos estádios, face às restrições da pandemia de covid-19, considerando ser “mais um passo firme e seguro no regresso à normalidade”.
Na quinta-feira, a Direção-Geral da Saúde (DGS) atualizou a orientação 009/2021, permitindo o aumento da taxa de ocupação dos recintos desportivos de 33% para 50%.
“Mais do que tudo, este aumento na lotação é o reconhecimento por parte das autoridades de saúde do trabalho árduo que todas as sociedades desportivas, e instituições de todas as modalidades, têm efetuado para demonstrar, sem margem para duvidas, que os estádios são lugares seguros”, escreveu Pedro Proença, na sua página oficial na rede social Facebook.
Esta medida vai ser adotada já nos jogos da quarta jornada da I Liga, que vai ser disputada entre hoje e domingo, e da II Liga, que arrancou na quinta-feira e tem o último encontro marcado para 15 de setembro.
O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) confirmou hoje o aumento para metade da lotação dos estádios, face às restrições da pandemia de covid-19, considerando ser “mais um passo firme e seguro no regresso à normalidade”.
Na quinta-feira, a Direção-Geral da Saúde (DGS) atualizou a orientação 009/2021, permitindo o aumento da taxa de ocupação dos recintos desportivos de 33% para 50%.
“Mais do que tudo, este aumento na lotação é o reconhecimento por parte das autoridades de saúde do trabalho árduo que todas as sociedades desportivas, e instituições de todas as modalidades, têm efetuado para demonstrar, sem margem para duvidas, que os estádios são lugares seguros”, escreveu Pedro Proença, na sua página oficial na rede social Facebook.
Esta medida vai ser adotada já nos jogos da quarta jornada da I Liga, que vai ser disputada entre hoje e domingo, e da II Liga, que arrancou na quinta-feira e tem o último encontro marcado para 15 de setembro.
11h11 - Timor-Leste regista mais dois mortos e 357 novos casos
Timor-Leste registou hoje mais duas mortes devido à covid-19 e 357 novos casos, com o número de infeções ativas e de hospitalizações de pessoas em estado grave a atingirem novos máximos, segundo dados oficiais.
Timor-Leste registou hoje mais duas mortes devido à covid-19 e 357 novos casos, com o número de infeções ativas e de hospitalizações de pessoas em estado grave a atingirem novos máximos, segundo dados oficiais.
10h43 - África com mais 825 mortes e 38.907 casos nas últimas 24 horas
África registou mais 825 mortes por covid-19, totalizando 192.643 óbitos desde o início da pandemia, e 38.907 novos casos nas últimas 24 horas, segundo os dados oficiais mais recentes.
África registou mais 825 mortes por covid-19, totalizando 192.643 óbitos desde o início da pandemia, e 38.907 novos casos nas últimas 24 horas, segundo os dados oficiais mais recentes.
9h55 – Mais estado de emergência em Jacarta
O governo indonésio estendeu o período de aplicação do estado de emergência, com restrições de mobilidade pública, de 24 até 30 de agosto de 2021 em Jacarta, Indonésia.
O governo indonésio estendeu o período de aplicação do estado de emergência, com restrições de mobilidade pública, de 24 até 30 de agosto de 2021 em Jacarta, Indonésia.
9h30 - Merkel, FMI, BM e OMC alertam para recuperação a duas velocidades
O Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial (BM) e a Organização Mundial do Comércio (OMC) alertam que a recuperação "a duas velocidades" da crise do novo coronavirus ameaça deixar para trás os países em vias de desenvolvimento.
Os líderes destas instituições, reunidos na quinta-feira em Berlim com a chanceler alemã, Angela Merkel, apontaram que esta divergência se deve a um acesso desigual à vacina contra o novo coronavírus e às dificuldades dos países emergentes e em vias de desenvolvimento em manter as ajudas à economia, relatou o jornalista Juan Palop, da Efe.
"Na pandemia estamos a viver uma recuperação a duas velocidades", disse Merkel, que dirigiu pela 13.ª e última vez este encontro na chefia do governo com os dirigentes destas organizações multilaterais.
A diretora-geral do Fundo, Kristalina Georgieva, indicou que as últimas previsões são otimistas, mas que as médias ocultam tendências preocupantes, uma vez que "as divergências se agravam e aprofundam".
Para este ano, o FMI espera um crescimento médio global de seis por cento. Mas, desde que publicou esta previsão, as perspetivas para os países industrializados "melhoraram", enquanto para a maioria dos emergentes se "agravaram".
O Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial (BM) e a Organização Mundial do Comércio (OMC) alertam que a recuperação "a duas velocidades" da crise do novo coronavirus ameaça deixar para trás os países em vias de desenvolvimento.
Os líderes destas instituições, reunidos na quinta-feira em Berlim com a chanceler alemã, Angela Merkel, apontaram que esta divergência se deve a um acesso desigual à vacina contra o novo coronavírus e às dificuldades dos países emergentes e em vias de desenvolvimento em manter as ajudas à economia, relatou o jornalista Juan Palop, da Efe.
"Na pandemia estamos a viver uma recuperação a duas velocidades", disse Merkel, que dirigiu pela 13.ª e última vez este encontro na chefia do governo com os dirigentes destas organizações multilaterais.
A diretora-geral do Fundo, Kristalina Georgieva, indicou que as últimas previsões são otimistas, mas que as médias ocultam tendências preocupantes, uma vez que "as divergências se agravam e aprofundam".
Para este ano, o FMI espera um crescimento médio global de seis por cento. Mas, desde que publicou esta previsão, as perspetivas para os países industrializados "melhoraram", enquanto para a maioria dos emergentes se "agravaram".
9h00 - Rússia regista 798 mortes de COVID-19, 19.509 casos
A Rússia registou esta sexta-feira 798 mortes relacionadas ao coronavírus nas últimas 24 horas, bem como 19.509 novos casos, incluindo 1.509 em Moscovo.
Os números oficiais de casos têm caído gradualmente desde o pico de infeções causadas pela variante Delta em julho.
Os números oficiais de casos têm caído gradualmente desde o pico de infeções causadas pela variante Delta em julho.
8h30 - Nova Zelândia anuncia confinamento menos rigoroso a partir de setembro
A primeira-ministra da Nova Zelândia anunciou hoje que, a partir de 1 de setembro, que será aliviado o confinamento, em vigor desde a semana passada devido à covid-19.
Em conferência de imprensa, Jacinda Ardern disse que o nível de alerta nacional será reduzido de 4 para 3 a partir da meia-noite de 31 de agosto, o que significa que algumas empresas podem começar a funcionar com distanciamento social, enquanto eventos sociais, como casamentos e funerais, serão limitados a dez pessoas.
A medida será aplicável a toda a Nova Zelândia exceto Auckland, a cidade mais populosa e centro do surto no país, e a região limítrofe de Northland, que poderá manter a contenção total por mais duas semanas, disse Ardern.
O Governo da Nova Zelândia ordenou um confinamento geral no início da semana passada, depois de identificar a primeira infeção local de covid-19 em seis meses.
A primeira-ministra da Nova Zelândia anunciou hoje que, a partir de 1 de setembro, que será aliviado o confinamento, em vigor desde a semana passada devido à covid-19.
Em conferência de imprensa, Jacinda Ardern disse que o nível de alerta nacional será reduzido de 4 para 3 a partir da meia-noite de 31 de agosto, o que significa que algumas empresas podem começar a funcionar com distanciamento social, enquanto eventos sociais, como casamentos e funerais, serão limitados a dez pessoas.
A medida será aplicável a toda a Nova Zelândia exceto Auckland, a cidade mais populosa e centro do surto no país, e a região limítrofe de Northland, que poderá manter a contenção total por mais duas semanas, disse Ardern.
O Governo da Nova Zelândia ordenou um confinamento geral no início da semana passada, depois de identificar a primeira infeção local de covid-19 em seis meses.
8h10 – Os rastreios nas escolas
As escolas do 3.º ciclo e secundário vão realizar rastreios dos alunos à covid-19 no início do ano letivo e a testagem vai abranger professores e funcionários de todos os níveis de ensino, anunciou hoje o Ministério da Educação.
A decisão do Ministério da Educação surge na sequência de um parecer emitido hoje pela Direção-Geral da Saúde (DGS), que recomenda "um 'screening' dirigido à comunidade escolar", independentemente de as pessoas estarem ou não vacinadas.
O próximo ano letivo arranca entre 14 e 17 de setembro e até 15 de outubro deverão ser testados todos os alunos do 3.º ciclo e secundário e os funcionários de todos os níveis de ensino. Segundo a tutela, os rastreios vão decorrer em três fases.
Até ao final da primeira semana de aulas, serão testados os professores e funcionários, num exercício que começa a 06 de setembro e termina no dia 17. Seguem-se os alunos do secundário nas duas semanas seguintes, entre 20 de setembro e 01 de outubro, e finalmente os alunos do 3.º ciclo, entre 04 e 15 de outubro.
As escolas do 3.º ciclo e secundário vão realizar rastreios dos alunos à covid-19 no início do ano letivo e a testagem vai abranger professores e funcionários de todos os níveis de ensino, anunciou hoje o Ministério da Educação.
A decisão do Ministério da Educação surge na sequência de um parecer emitido hoje pela Direção-Geral da Saúde (DGS), que recomenda "um 'screening' dirigido à comunidade escolar", independentemente de as pessoas estarem ou não vacinadas.
O próximo ano letivo arranca entre 14 e 17 de setembro e até 15 de outubro deverão ser testados todos os alunos do 3.º ciclo e secundário e os funcionários de todos os níveis de ensino. Segundo a tutela, os rastreios vão decorrer em três fases.
Até ao final da primeira semana de aulas, serão testados os professores e funcionários, num exercício que começa a 06 de setembro e termina no dia 17. Seguem-se os alunos do secundário nas duas semanas seguintes, entre 20 de setembro e 01 de outubro, e finalmente os alunos do 3.º ciclo, entre 04 e 15 de outubro.
8h00 – Japão sem detetar problemas com doses retiradas da vacina da Moderna
O Ministério da Saúde japonês indicou hoje que não detetaram quaisquer problemas em doentes inoculados com a vacina Moderna contra a covid-19, da qual a administração de um lote de doses foi suspensa.
O Ministério da Saúde japonês indicou hoje que não detetaram quaisquer problemas em doentes inoculados com a vacina Moderna contra a covid-19, da qual a administração de um lote de doses foi suspensa.
As autoridades japonesas disseram que continuam a investigar as causas da presença de impurezas em 39 frascos da vacina Moderna, o que levou ao bloqueio preventivo de 1,63 milhões de doses, provenientes de Espanha, que deviam ser utilizadas ou já tinham sido administradas a alguns pacientes.
O ministro da Saúde do Japão, Norihisa Tamura, pediu à farmacêutica norte-americana Moderna e à distribuidora nipónica Takeda para "tomarem medidas para evitar que isto volte a acontecer e para encontrar a causa em breve", e "evitar preocupar as pessoas que se vacinam".
DGS aumenta para 50% a capacidade de ocupação dos recintos desportivos
A taxa de ocupação do público nos recintos desportivos vai aumentar para 50% da lotação, substituindo o limite atual de 33% imposto no âmbito das restrições da pandemia de covid-19, anunciou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).
De acordo com a orientação 009/2021 hoje divulgada pela autoridade de saúde nacional no seu site oficial, "a referência de lotação para o público em bancada com lugares individuais é de 50% excluindo a primeira fila" junto à área desportiva. Paralelamente, a "ocupação dos lugares sentados deve ser efetuada com um lugar entre espetadores, sendo os lugares ocupados desencontrados em cada fila".
A DGS continua a desaconselhar qualquer contacto entre espetadores e outros intervenientes do evento desportivo e recomendou ainda que os lugares desocupados "devem ter sinalética a proibir a sua ocupação" pelo público em estádios e pavilhões, além do uso obrigatório de máscara no interior destes espaços.
O acesso aos recintos, sempre que o número de espetadores seja superior a 1000, em ambiente aberto, ou superior a 500, em ambiente fechado, vai continuar a exigir a apresentação do certificado digital de vacinação completa ou teste com resultado negativo para o vírus SARS-CoV-2.
Entretanto, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) já confirmou que a orientação da DGS será seguida "com efeitos imediatos" nas competições por si organizadas.
Portugal regista hoje 15 mortes atribuídas à covid-19, 2.552 novos casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2, uma redução nos internamentos em enfermaria e um aumento nas unidades de cuidados intensivos, segundo dados oficiais.
De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) estão hoje internadas 670 pessoas com covid-19, menos 18 em relação a quarta-feira, 150 das quais em cuidados intensivos, mais seis.
A área de Lisboa e Vale do Tejo, com 819 novos casos e a região Norte, com 899, têm 67,3% do total das novas infeções verificadas nas últimas 24 horas.
Em Portugal, desde março de 2020, morreram 17.689 pessoas e foram contabilizados 1.028.421 casos de infeção confirmados, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.
Custos da pandemia
A pandemia já custou 9.300 milhões de euros aos cofres do Estado.
É o valor contabilizado desde março de 2020, até ao mês passado.
Nos primeiros 7 meses deste ano já foram gastos mais de 4.700 milhões de euros
Um valor superior ao despendido no total de 2020.
A taxa de ocupação do público nos recintos desportivos vai aumentar para 50% da lotação, substituindo o limite atual de 33% imposto no âmbito das restrições da pandemia de covid-19, anunciou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).
De acordo com a orientação 009/2021 hoje divulgada pela autoridade de saúde nacional no seu site oficial, "a referência de lotação para o público em bancada com lugares individuais é de 50% excluindo a primeira fila" junto à área desportiva. Paralelamente, a "ocupação dos lugares sentados deve ser efetuada com um lugar entre espetadores, sendo os lugares ocupados desencontrados em cada fila".
A DGS continua a desaconselhar qualquer contacto entre espetadores e outros intervenientes do evento desportivo e recomendou ainda que os lugares desocupados "devem ter sinalética a proibir a sua ocupação" pelo público em estádios e pavilhões, além do uso obrigatório de máscara no interior destes espaços.
O acesso aos recintos, sempre que o número de espetadores seja superior a 1000, em ambiente aberto, ou superior a 500, em ambiente fechado, vai continuar a exigir a apresentação do certificado digital de vacinação completa ou teste com resultado negativo para o vírus SARS-CoV-2.
Entretanto, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) já confirmou que a orientação da DGS será seguida "com efeitos imediatos" nas competições por si organizadas.
Portugal regista hoje 15 mortes atribuídas à covid-19, 2.552 novos casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2, uma redução nos internamentos em enfermaria e um aumento nas unidades de cuidados intensivos, segundo dados oficiais.
De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) estão hoje internadas 670 pessoas com covid-19, menos 18 em relação a quarta-feira, 150 das quais em cuidados intensivos, mais seis.
A área de Lisboa e Vale do Tejo, com 819 novos casos e a região Norte, com 899, têm 67,3% do total das novas infeções verificadas nas últimas 24 horas.
Em Portugal, desde março de 2020, morreram 17.689 pessoas e foram contabilizados 1.028.421 casos de infeção confirmados, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.
Custos da pandemia
A pandemia já custou 9.300 milhões de euros aos cofres do Estado.
É o valor contabilizado desde março de 2020, até ao mês passado.
Nos primeiros 7 meses deste ano já foram gastos mais de 4.700 milhões de euros
Um valor superior ao despendido no total de 2020.