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Deputados debatem o Estado da Nação

Ofensiva russa na Ucrânia. A evolução da guerra ao minuto

por Joana Raposo Santos, Inês Moreira Santos, Cristina Sambado, Carlos Santos Neves - RTP

Johanna Geron - Reuters

Acompanhamos aqui todos os desenvolvimentos sobre a ofensiva militar desencadeada pela Rússia na Ucrânia.

Mais atualizações

00h55 - Adesão à União Europeia. Ucrânia e Moldova são os novos países candidatos

A União Europeia abriu formalmente as portas à Ucrânia, Moldova e Geórgia. Os 27 prometem dar impulso às negociações de adesão dos países dos Balcãs Ocidentais, que saíram desiludidos da reunião com os líderes europeus.

00h40 - Zelensky considera que aprovação dos líderes europeus é vitória para a Ucrânia

O presidente da Ucrânia saudou a decisão dos líderes dos 27 Estados-Membros da União Europeia. Volodymyr Zelensky considera que a aprovação dos líderes europeus é uma vitória para a Ucrânia.

23h40 - Balcãs Ocidentais indignados com bloqueio da sua adesão à UE

Vários líderes dos países dos Balcãs Ocidentais que se candidataram para aderir à União Europeia (UE) expressaram a sua "insatisfação" e denunciaram a falta de "credibilidade" do grupo dos 27, agravada pelo estatuto concedido à Ucrânia.

"Não conseguimos nada", resumiu o Presidente sérvio, Aleksandar Vucic, durante uma conferência de imprensa conjunta com os seus colegas albanês e macedónio.

O veto da Bulgária à abertura de negociações de adesão com a Macedónia do Norte por motivos de disputas históricas e culturais amargurou os líderes dos Balcãs.

O parlamento búlgaro, que o derrubou, pode decidir na sexta-feira levantar o veto.

"Acredito que estamos muito próximos de um acordo", declarou o Presidente francês, Emmanuel Macron, pedindo aos búlgaros "que cumpram o seu dever como europeus".

O primeiro-ministro da Macedónia do Norte, Dimitar Kovacevski, no entanto, havia julgado que esta proposta de compromisso "na sua forma atual" era "inaceitável".

Devido à disputa Sofia-Skopje, as negociações com a Albânia também estão paralisadas. O primeiro-ministro albanês, Edi Rama, disse que a situação atual é "verdadeiramente muito, muito preocupante". "Sinto muito pela UE", acrescentou.

Ainda assim, Edi Rama saudou a UE por ter concedido à Ucrânia o estatuto de país candidato à adesão, mas alertou Kiev para não pensar que será um processo rápido.

"Bem-vinda, Ucrânia. É bom que a Ucrânia tenha estatuto (de país candidato). Mas espero que os ucranianos não tenham ilusões", realçou.

Por sua vez, Dimitar Kocavski disse que o quadro atual "é um golpe muito forte na credibilidade da UE".

(Agência Lusa)

23h10 - Senador americano pede inspeção de segurança a aviões russos

O senador Marco Rubio pediu à Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) que faça uma revisão de segurança às companhias aéreas russas e alerte para os riscos de aeronaves russas continuarem a operar no espaço aéreo internacional.

As sanções impostas pela Europa, Estados Unidos e outros países negaram à Rússia o acesso a novos aviões, peças de reposição e serviços de manutenção e forçaram a indústria de aviação russa a reduzir os voos.

“Enquanto as companhias aéreas russas mantiverem essas operações, elas representam uma ameaça potencial para viajantes internacionais, bem como para russos que voam internamente”, referiu Rubio.

(Agência Reuters)

22h40 - Estados Unidos fornecem mais 427 milhões de euros em ajuda militar a Kiev

Os Estados Unidos vão dar mais 450 milhões de dólares (cerca de 427 milhões de euros) em ajuda militar para a Ucrânia resistir à invasão russa, anunciou o porta-voz da Casa Branca encarregado das questões de segurança nacional.

John Kirby adiantou que o apoio eleva "cerca de 6,1 mil milhões (de dólares)" (5,8 mil milhões de euros) a quantia total de ajuda militar disponibilizada por Washington a Kiev desde o início do conflito russo-ucraniano.

O novo pacote de assistência vai incluir uma entrega adicional de foguetes avançados.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia já matou 4.662 civis, de acordo com dados da ONU, que sublinha que os números reais poderão ser muito superiores. O conflito levou ainda à fuga de mais de 15 milhões de pessoas de suas casas, 7,7 milhões das quais para os países vizinhos.

(Agência Lusa)

22h13 - PR considera "justa e lúcida" atribuição à Ucrânia de estatuto de candidato à UE

O presidente da República considerou hoje que a decisão da União Europeia de atribuir o estatuto de candidato à Ucrânia é "justa, inteligente, lúcida e de futuro".

"Estou muito feliz, estamos todos muito felizes. É uma decisão justa, inteligente, lúcida e de futuro e ainda bem que cobriu [decisão] quer a situação da Ucrânia, quer a situação da Moldova", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas nas festas do São João, no Porto.

Segundo o chefe de Estado, esta decisão é "muito importante" porque mostra que a Europa está "unida, forte e corajosa".

"É preciso coragem para tomar esta decisão, sobretudo, tomar por unanimidade", sublinhou.

21h44 – Aceitação da candidatura à UE é momento decisivo para a Ucrânia

A União Europeia aceitou a candidatura da Ucrânia e na capital Kiev, só o recolher obrigatório estará a impedir os cidadãos de festejar na rua refere o enviado especial da RTP em Kiev, Paulo Jerónimo.

O presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky já agradeceu nas redes sociais aos líderes europeus.

Agradeceu ainda a todos "os heróis que estão a combater na defesa do país e da liberdade da Ucrânia".

21h30 – Macron fala em "mensagem muito forte" também para Moscovo

O presidente francês considerou hoje que a atribuição à Ucrânia do estatuto de candidato à União Europeia é "uma mensagem muito forte", dirigida também a Moscovo, e "coerente" com a resposta dos 27 desde o início da ofensiva russa.

Numa conferência de imprensa conjunta com os presidentes do Conselho Europeu imediatamente após os 27 terem concordado em atribuir o estatuto de países candidatos à Ucrânia e Moldova, Emmanuel Macron, que preside até ao final do corrente mês à presidência rotativa do Conselho da União Europeia (UE), sublinhou "a importância deste momento histórico no atual contexto, o desta guerra decidida pela Rússia em solo ucraniano".

"A mensagem que hoje enviamos de forma muito clara é muito forte e coerente com aquilo que a nossa Europa soube fazer desde o primeiro dia do conflito: reagir de forma rápida, histórica e unida", disse, recordando "a adoção de sanções, o apoio macroeconómico e militar à Ucrânia e, agora, por este gesto político".

"Hoje é uma perspetiva europeia que reconhecemos à Ucrânia, Moldova e à Geórgia. É uma mensagem muito forte para a Rússia, no atual contexto", considerou.

(Agência Lusa)

21h11 – Putin planeia ir a cimeira na próxima semana, 1.ª viagem desde invasão da Ucrânia

O presidente russo, Vladimir Putin, planeia estar presente na cimeira dos países que fazem fronteira com o mar Cáspio, na próxima quarta-feira no Turquemenistão, naquela que seria a sua primeira viagem ao estrangeiro desde a invasão russa da Ucrânia.

"Está nos planos dele", disse hoje o porta-voz da Presidência russa, Dmitry Peskov, na sua conferência de imprensa diária.

Os líderes dos cinco países limítrofes do Cáspio (Azerbaijão, Cazaquistão, Irão, Rússia e Turquemenistão) abordarão vários aspetos da cooperação regional.

Peskov recusou-se a comentar se o presidente russo planeia realizar reuniões bilaterais à margem da cimeira, limitando-se a dizer que “haverá informação” posterior.

(Agência Lusa)

20h16 – António Costa: “Rússia constitui um desafio global”

Em declarações após a decisão da UE de aprovar o estatuto de candidato da Ucrânia e da Moldova à UE, António Costa referiu que “a Rússia constitui um desafio global”.

“A Rússia não desenvolve a sua atividade só na Ucrânia. Na Ucrânia é onde é mais visível, mais brutal, uma violação clara do direito internacional, com uma invasão, com uma guerra, com ataques indiscriminados a civis; mas age de outras formas noutras regiões do mundo e também em outros países da Europa”, alertou.

É, por, isso, “evidente que a União Europeia tem de olhar de uma forma global, como a NATO”, considerou o primeiro-ministro.

20h06 – Costa fala em “responsabilidade da UE de não criar falsas expectativas”

António Costa já reagiu à atribuição do estatuto de candidato à Ucrânia e à Moldova, considerando que esta “constitui uma enorme responsabilidade para a União Europeia de não criar falsas expectativas, de não gerar frustrações que necessariamente serão um amargo futuro na nossa relação”.

“Este tem de ser um processo conduzido de forma leal, empenhada, correta. E Portugal, como o presidente Zelensky disse, continuará a reforçar a cooperação bilateral que temos estabelecido, nomeadamente no apoio técnico a esta candidatura”, acrescentou o primeiro-ministro português.

19h51 – Zelensky saúda decisão da UE de conceder estatuto de candidato à Ucrânia

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acaba de saudar a decisão da União Europeia de aceitar o seu país como candidato à adesão à UE, considerando este "um momento único e histórico" nas relações com o bloco dos 27.

"O futuro da Ucrânia está na UE", escreveu o líder no Twitter.

19h47 – “Este é um dia bom para a Europa”, diz Von der Leyen

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, fala num "dia bom para a Europa", saudando a aprovação dos líderes europeus.

“Esta decisão fortalece-nos. Fortalece a Ucrânia, a Moldova e a Geórgia, perante o imperialismo russo. E fortalece a UE. Porque mostra ao mundo, mais uma vez, que estamos unidos e fortes face às ameaças externas”, escreveu a líder europeia no Twitter.

“Este é um dia bom para a Europa”, continua. “Os vossos países são parte na nossa família europeia. E a decisão histórica de hoje por parte dos líderes confirma isso mesmo”.

19h29 – 27 aprovam estatuto de candidato da Ucrânia e da Moldova à União Europeia

“Acordo. O Conselho Europeu acabou de aprovar o estatuto de candidato da Ucrânia e da Moldova. Um momento histórico”, escreveu Charles Michel no Twitter.

“O dia de hoje marca um passo crucial no vosso caminho em direção à União Europeia. Parabéns a [Volodymyr] Zelensky, a Maia Sandu e aos povos da Ucrânia e da Moldova. O nosso futuro é unidos”, acrescentou o presidente do Conselho Europeu.

18h54 – Cimeira do Conselho Europeu continua a discutir situação da Bósnia

Neste momento, na cimeira do Conselho Europeu discute-se a proposta de adesão da Bósnia e Herzegovina à União Europeia. A discussão tem sido longa, já que esse país dos Balcãs considera estar a ser deixado para trás devido ao acelerar do processo de adesão da Ucrânia.

O correspondente da RTP em Bruxelas, Duarte Valente, dá conta dos últimos desenvolvimentos.

18h35 – “Evacuação silenciosa” continua em Lysychansk apesar dos bombardeamentos, diz governador

Sergei Haidai, governador ucraniano de Luhansk, escreveu no Telegram que “a luta continua em todas as direções”.

“Muitas estruturas defensivas já foram destruídas na zona industrial de Sievierodonetsk, pelo que não descartamos a possibilidade de recuar para novas posições mais fortificadas”, declarou o responsável.

Segundo Haidai, a cidade de Lysychansk continua a ser alvo de “fortes bombardeamentos”. “Continuamos a apoiar a vida da cidade. A evacuação silenciosa continua - hoje restam cerca de 40 pessoas”, avançou.

“Caso Sievierodonetsk seja ocupada, as pessoas escondidas nos abrigos [da fábrica de produtos químicos Azot] tornar-se-ão reféns de racistas. O acesso será apenas à parte ocupada da região de Luhansk”, alertou ainda.

De acordo com o governador, “nos territórios recém-ocupados, os racistas [como Haidai classifica as forças pró-russas] já começaram a chamada ‘filtragem’. Ativistas e pessoas envolvidas em assuntos militares estão a ser perseguidas”.

18h21 – EUA deverão enviar 450 milhões de dólares à Ucrânia

Os Estados Unidos deverão fornecer mais 450 milhões de dólares em assistência de segurança à Ucrânia, incluindo mais quatro sistemas de rockets de longo alcance, avançaram duas autoridades norte-americanas à Reuters.

18h10 - Albânia e Macedónia do Norte desiludidos após reunião com 27 europeus

Os líderes da Macedónia do Norte e da Albânia deixaram duras críticas à União Europeia depois da cimeira dos 27 com os países dos Balcãs Ocidentais.

A reunião demorou mais que o previsto, quatro horas, e apesar de fontes europeias dizerem que foi positiva, o certo é que nenhum dos seis países da região saiu satisfeito.

A Albânia e a Macedónia do Norte já têm estatuto de candidatos, mas as negociações ainda nem sequer começaram.

Esta tarde, o Conselho Europeu está reunido para decidir se concede ou não o estatuto de país candidato à Ucrânia.

Reportagem de Andrea Neves, Correspondente em Bruxelas.

17h01 - Dmytro Kuleba pede a África que recuse mentiras russas sobre crise alimentar

O chefe da diplomacia ucraniana, Dmytro Kuleba, pediu hoje aos africanos que recusem as “mentiras" de Moscovo sobre a crise alimentar e responsabilizou o presidente russo de disputar os "jogos da fome" com África e o resto do mundo.

Kuleba explicou que a Ucrânia quer voltar a exportar os seus produtos agrícolas, cruciais em muitos mercados, o mais rápido possível, mas que atualmente é impossível devido à crise do bloqueio dos portos ucranianos pela Rússia e o impacto da guerra nas colheitas.

Segundo Kuleba, "a Rússia está neste momento a bloquear 57 navios cheios de cereais", lamentou, criticando que "a cadeia tradicional de exportação foi interrompida" devido ao bloqueio imposto pela frota russa no mar Negro. “Agora só podemos usar estradas, ferrovias e rios”.

"Moscovo receia que as nações africanas lhe virem as costas por causa da crise alimentar que causou", sublinhou o ministro, depois de argumentar que as autoridades russas tentam culpar a Ucrânia e as sanções impostas pelo Ocidente pelas perturbações que atingem o mercado alimentar à escala global.

A este respeito, Kuleba pediu aos países africanos que tenham em conta que a Ucrânia sempre foi um fornecedor fiável e sublinhou que a economia do seu país depende em grande medida das suas exportações agrícolas.

(Agência Lusa)


16h46 - EBU confirma que Ucrânia não vai receber Eurovisão em 2023

A União Europeia de Radiodifusão (EBU, na sigla original) emitiu um comunicado esta tarde a reafirmar a sua decisão de que a Ucrânia não poderá receber a Eurovisão em 2023.

“A EBU compreende perfeitamente a deceção originada pelo anúncio de que a Eurovisão 2023 não pode ser realizada na Ucrânia. A decisão foi norteada pela responsabilidade da EBU em garantir as condições para a segurança de todos os que trabalham e participam no evento”, lê-se no comunicado.

15h41 - Forças russas reclamam avanços em Lugansk e morte de 150 soldados

A Rússia e as milícias suas aliadas de Lugansk reclamaram hoje avanços na conquista desta região do leste da Ucrânia, onde as forças russas disseram ter matado mais de 150 soldados ucranianos nos últimos dias. O porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov, disse que os combates ocorreram em Myrna Dolyna, 18 quilómetros a sul de Lysychansk, onde as tropas russas têm vindo a registar avanços, segundo a agência espanhola EFE.

Além dos soldados mortos, registaram-se cerca de 450 feridos entre as forças ucranianas, disse Konashenkov. O porta-voz militar não referiu a existência de baixas entre as forças russas.

Um representante russo da autoproclamada república popular de Lugansk, Rodion Miroshnik, disse que entre 5.000 e 7.000 tropas ucranianas ficaram sem mantimentos em Lysychansk.

Segundo Miroshnik, as milícias pró-russas “assumiram o controlo da única estrada que liga as cidades de Lysychansk e Siversk", que distam cerca de 20 quilómetros.

(Agência Lusa)

15h20 - Nike vai sair totalmente da Rússia

A Nike vai sair totalmente da Rússia três meses depois de suspender as operações no país, disse a fabricante de roupas sesportivas norte-americana à Reuters, esta quinta-feira, à medida que o ritmo de saída de empresas ocidentais do país se acelera.

"A Nike tomou a decisão de deixar o mercado russo. A nossa prioridade é garantir que estamos a apoiar totalmente os nossos funcionários enquanto reduzimos as nossas operações com responsabilidade nos próximos meses", disse a Nike em comunicado.

14h50 - Moscovo convida diplomata francês a sair da Rússia

O Ministério russo dos Negócios Estrangeiros informou o embaixador francês na Rússia que um dos funcionários diplomáticos de França não era mais bem-vindo no país. À Reuters, a embaixada francesa em Moscovo confirmou que o diplomata foi convidado a sair.

14h42 - Rússia e Bielorrússia precisam de melhorias urgentes na Defesa

A Rússia e a Bielorrússia têm de tomar medidas conjuntas urgentes para melhorar as capacidades de defesa e a prontidão de combate dos militares nas atuais circunstâncias, disse o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, esta quinta-feira, segundo agências de notícias russas.

"As circunstâncias ditam a necessidade de tomar medidas conjuntas urgentes para fortalecer as capacidades de defesa, aumentar a prontidão de combate dos agrupamentos de tropas e o sistema unificado de defesa aérea regional", citou a Interfax.

14h35 - Forças ucranianas não estão isoladas em Seveorodonetsk

As tropas ucranianas na cidade de Seveorodonetsk, na linha de frente, ainda podem receber armas e retirar os feridos, apesar dos danos nas rotas de abastecimento, disse um alto oficial militar ucraniano, à Reuters. Oleksiy Gromov, vice-chefe do Departamento Operacional Principal do Estado-Maior, disse que a situação na cidade era difícil, mas estável.

14h15 - Europol identificou nove suspeitos de tráfico de pessoas que fugiram da Ucrânia

A agência europeia para a cooperação policial (Europol) anunciou hoje que identificou nove suspeitos de tráfico de seres humanos que, através de esquemas ‘online’, se aproveitavam de ucranianos vulneráveis que tentam fugir da guerra no seu país. Além daqueles suspeitos foram identificadas nove vítimas potenciais e mais de 40 plataformas suspeitas durante a operação policial a 23 de maio, indicou a Europol em comunicado.

A agência da União Europeia explicou que 93 investigadores tiveram como alvo "redes criminosas que preparam refugiados ucranianos para exploração sexual e laboral através de ‘sites’ e plataformas de redes sociais". Os agentes concentraram-se em rastrear publicações que oferecem.

(Agência Lusa)

13h53 - Adesão à UE. Dia histórico para a Ucrânia vivido com expectativa em Kiev

Nas próximas horas, os líderes reunidos em Conselho Europeu deverão aprovar a atribuição à Ucrânia do estatuto de país candidato à UE. Em Kiev as expectativas são muito elevadas e a população aguarda com ansiedade a decisão.
O enviado da RTP à capital ucraniana, Paulo Jerónimo, revela como está a situação no terreno, onde os combates prosseguem.

13h44 - Cidades do Donbass vivem situações semelhantes a Mariupol

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, diz que há várias cidades na região do Donbass a viver situações como aquela que se viveu em Mariupol.
Há cidades completamente destruídas e de onde os civis só conseguem sair com a arriscada ajuda de carrinhas de voluntários.

13h32 - Rússia tenta cercar forças ucranianas em Lysychansk

As forças russas estão a tentar cercar as tropas ucranianas que defendem a cidade de Lysychansk, no leste da linha de frente, segundo um alto funcionário da Defesa ucraniana.

"O inimigo não parou de tentar criar condições para o cerco de unidades das nossas forças na área de Lysychanskarea", disse Oleksiy Gromov, vice-chefe do Departamento Operacional Principal do Estado-Maior.

12h55 - Ministro da Defesa da Ucrânia saúda chegada de sistemas de mísseis dos EUA

Os sistemas de mísseis de artilharia de alta mobilidade (HIMARS) dos Estados Unidos chegaram à Ucrânia, anunciou o ministro da Defesa ucraniano, Oleksii Reznikov, esta quinta-feira.

"Obrigado ao meu colega e amigo secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, por estas ferramentas poderosas! O verão será quente para os ocupantes russos. E o último para alguns deles", disse no Twitter.



12h34 - Zelensky afirma que aderir à UE é o futuro escolhido pela Ucrânia

O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky afirmou que a adesão à UE é a "escolha da nossa visão de futuro".

"Hoje ou amanhã, e sei que sabem isto, temos uma grande oportunidade de receber o estatuto de candidato a membro da UE", frisou Zelensky durante uma sessão de perguntas e respostas após um discurso virtual na Universidade Hebraica de Jerusalém.

"A Ucrânia fez a sua própria escolha, um futuro mais próximo da União Europeia e em breve faremos parte dessa família. Sacrificámo-nos muito por isso", realçou.

Para o presidente ucraniano, “o mais importante, esta é a nossa escolha, a escolha da nossa visão de futuro".

Segundo Zelensky após o fim da guerra, o país irá concentrar-se na "construção de um Estado europeu que fará parte da UE", mas a ameaça de Moscovo permanecerá.

"Compreenderemos muito claramente que o nosso vizinho é a Rússia, e que a Rússia, mesmo que terminemos a guerra e triunfemos, dentro de 10 ou 20 anos a Rússia poderá voltar a atacar-nos. Não estou a dizer que isso irá acontecer, mas há uma possibilidade".

O desenvolvimento das instituições de segurança da Ucrânia será uma parte importante do processo de reconstrução. "A segurança em todos os espaços públicos - desde as fronteiras do nosso país até ao centro", acrescentou.

"Preparámos muitos projetos de lei, muitas reformas", recordou Volodymyr Zelensky.

12h19- Kremlin insiste que não roubou cereais à Ucrânia

Moscovo reiterou que a Rússia não roubou cereais à Ucrânia. A declaração surge depois de a Turquia ter afirmado que estava a investigar o alegado roubo de cereais ucranianos.

12h00 - PE recomenda que 27 aprovem "sem demora" candidatura de Ucrânia e Moldova

O Parlamento Europeu (PE) recomendou hoje ao Conselho Europeu que atribua “sem demora” o estatuto de país candidato ao bloco europeu à Ucrânia e à Moldova, numa resolução aprovada por larga maioria.

A resolução, aprovada por 529 votos a favor, 45 contra e 14 abstenções, apela aos líderes da União Europeia (UE) que deem “um sinal claro à Ucrânia, Moldova e Geórgia, confirmando a sua perspetiva europeia”.

A Ucrânia e a Moldova deverão ver hoje aprovado pelos líderes da UE o estatuto de candidato ao bloco europeu, sendo que a Geórgia deverá fazer ainda progressos no cumprimento das condições fixadas pela Comissão Europeia.

Os eurodeputados apelam também aos líderes dos três países referidos que acelerem as reformas de modo a cumprirem os critérios de adesão à UE o mais brevemente possível.

(Agência Lusa)

11h34 - PM albanês diz à Ucrânia para não se iludir com aceitação de candidatura

O primeiro-ministro albanês, Edi Rama, aconselhou hoje a Ucrânia a “não se iludir” com promessas de adesão à União Europeia (UE), adiantando que o seu país aguarda há oito anos a luz verde dos 27.

“É bom que seja dado o estatuto [de país candidato à UE] à Ucrânia, mas espero que o povo ucraniano não se encha de ilusões”, disse Rama, em declarações à entrada de uma cimeira UE-Balcãs.

“A Macedónia do Norte é candidata há 17 anos, se não me perdi nas contas, e a Albânia há oito, então boas-vindas à Ucrânia”, ironizou o líder albanês.

Nesta cimeira está particularmente em causa a decisão de abrir as negociações com a Macedónia do Norte e a Albânia, tendo estes dois países e a Sérvia ameaçado faltar à reunião como forma de protesto pela lentidão do processo.

(Agência Lusa)

11h12 - Moscovo afirma ter atingido Mykolaiv com armas de alta precisão

O Ministério da Defesa russo revelou que usou armas de alta precisão para atacar postos de combustível e equipamento militar ucraniano perto da cidade de Mykolaiv.

Moscovo acrescenta ainda que “o inimigo continua a sofrer perdas significativas” e que pelo menos 650 soldados ucranianos morreram em combate nas últimas 24 horas.

10h54 - Soldado russo acusado de violar mulher ucraniana

A Ucrânia deverá realizar hoje uma audiência preliminar no seu primeiro julgamento de um soldado russo acusado de violar uma mulher ucraniana durante a invasão russa, o primeiro do que poderiam ser dezenas de casos deste tipo.

O suspeito, Mikhail Romanov, 32 anos, que não se encontra sob custódia ucraniana e será julgado à revelia, é acusado de assassinar um civil na região de Kiev a 9 de março e depois de violar repetidamente a mulher do homem, segundo os ficheiros do tribunal.

Moscovo negou as alegações de crimes de guerra.

10h35 -Candidatura da Ucrânia à UE. "Um longo e penoso caminho a percorrer"

O correspondente da RTP em Bruxelas, Duarte Valente, resumiu a ordem de trabalhos de uma reunião do Conselho Europeu que se advinha histórica. Sobre a mesa estão as candidaturas da Ucrânia e da Moldova à adesão à UE. Espera-se que a recomendação em sentido positivo da Comissão Europeia tenha agora a luz verde dos líderes.

À entrada para as primeiras horas dos trabalhos, dedicadas aos países dos Balcãs, o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, falou de "um momento decisivo para a União".

"É uma escolha política que faremos hoje e estou confiante em que hoje concederemos o estatuto de candidatos à Ucrânia e à Moldova e expressaremos uma perspetiva europeia clara e forte para a Ucrânia, a Geórgia e a Moldova", afirmou o responsável.

10h25 - Mais de 150 monumentos ou sítios danificados ou destridos pela guerra

Mais de 150 monumentos ou sítios históricos protegidos foram total ou parcialmente destruídos em quase quatro meses de guerra na Ucrânia, anunciou hoje a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Educação e a Cultura (Unesco).

"De acordo com as verificações realizadas pelos especialistas, 152 sítios culturais foram parcial ou totalmente destruídos devido aos combates, incluindo 70 edifícios religiosos, 30 edifícios históricos, 18 centros culturais, 15 monumentos, 12 museus e sete bibliotecas", indica a Unesco, em comunicado.

A região de Donetsk, com 45 locais afetados, a região de Kharkiv, com 40, e a região de Kiev, com 26, sofreram três quartos dos danos.

"Esses ataques repetidos a locais culturais ucranianos devem parar", disse a diretora-geral da Unesco, Audrey Azoulay, acrescentando: “O património cultural, em todas as suas formas, não deve de forma alguma ser o alvo”.

Em meados de abril, o diretor do Centro do Património Mundial da UNESCO, Lazare Eloundou Assomo, já tinha dado conta de cerca de uma centena de locais danificados ou destruídos, incluindo "monumentos históricos, alguns (datados) do século XI, XII e outros de arquitetura da era soviética".

“Temos também igrejas, catedrais, com objetos litúrgicos únicos, teatros, como o de Mariupol, bibliotecas e outros edifícios de arquivo, monumentos construídos para glorificar a história da Ucrânia”, afirmou, qualificando estas destruições como “dramáticas”.

Desde o início da invasão, a Unesco adotou uma série de medidas para evitar a destruição de sítios protegidos e aconselha os profissionais a fazer inventários e evitar danos ao máximo.

Alguns abrigos foram identificados para colocar objetos que podem ser transportados em segurança, enquanto os dispositivos de combate a incêndio de alguns desses locais foram reforçados.

A Unesco colabora ainda com as autoridades ucranianas para marcar locais protegidos com um emblema azul, que significa que danificá-lo pode trazer consequências para os autores.

Signatários da Convenção de Haia de 1954, a Ucrânia e a Rússia têm a obrigação de proteger o património cultural em caso de conflito armado, lembrou Audrey Azoulay.

Até ao momento, segundo a organização, os sete sítios Património Mundial da Ucrânia não foram danificados.

(Agência Lusa)

10h06 - Turquia investiga roubo de cereais ucranianos

O Ministro dos Negócios Estrangeiros Mevlüt Çavuşoğlu revelou que a Turquia está a levar a sério as alegações de que os cereais ucranianos foram roubados pela Rússia e está a investigar.

Numa conferência de imprensa com a sua homóloga britânica, Mevlüt Çavuşoğlu acrescentou que a Turquia não permite que cereais roubados pela Rússia fossem levados para o país.

Já a secretária britânica dos Negócios Estrangeiros Liz Truss advertiu que a crise dos cereais na Ucrânia deve ser resolvida pelos líderes globais no próximo mês, caso contrário o mundo poderá ver "consequências devastadoras".

"Esta crise dos cereais é urgente e precisa de ser resolvida no próximo mês, caso contrário poderíamos ver consequências devastadoras", acrescentou Truss durante uma conferência de imprensa conjunta.

9h54 - Ouvidas explosões em Mykolaiv

Várias explosões foram ouvidas esta manhã na cidade de Mykolaiv, no sul da Ucrânia, revelou o presidente da câmara, Oleksandr Senkevych.

9h41 - Cortes de gás russo atingiram 12 países europeus

Uma dúzia de países da União Europeia foram afetados por cortes no fornecimento de gás da Rússia, afirmou o chefe da política climática da União Europeia, Frans Timmermans.

Segundo Timmermans, dez dos 27 países membros da UE emitiram um "alerta precoce" sobre o fornecimento de gás - o primeiro e menos importante dos três níveis de crise identificados nos regulamentos de segurança do fornecimento de energia.

Os países da União Europeia são obrigados a ter planos para a forma como geririam uma rutura de abastecimento nos três níveis.

9h20 - Petroleiros russos com cobertura de segurança na Índia através de companhia do Dubai

A Índia está a fornecer certificados de segurança para dezenas de navios geridos por uma filial do Dubai do grupo de navegação russo Sovcomflot, revelam dados oficiais, permitindo a exportação de petróleo para a Índia e outros locais após os certificadores ocidentais terem retirado os seus serviços devido sanções contra Moscovo.

Os dados compilados a partir do website do IRClass mostram que o mesmo certificou mais de 80 navios geridos pela SCF Management Services (Dubai) Ltd, uma entidade sediada no Dubai listada como subsidiária no website da Sovcomflot, avança a Reuters.

A certificação pelo Registo de Navios da Índia (IRClass), uma das principais empresas de certificação do mundo, proporciona um elo final na cadeia burocrática - após cobertura de seguro - necessária para manter a frota de petroleiros estatais Sovcomflot a flutuar e a entregar petróleo bruto russo a mercados estrangeiros.

O sector russo do petróleo bruto, atingido por sanções rigorosas devido à invasão da Ucrânia por Moscovo, foi forçado a procurar compradores fora do Ocidente enquanto se dirigia aos transportadores e seguradores russos para tratar das suas exportações.

A Índia, que se absteve de condenar a Rússia devido aos seus laços de segurança prolongados, impulsionou acentuadamente as compras de petróleo bruto russo nos últimos meses.

8h56 - Britânicos condenados à morte em Donetsk preparam apelos

A agência noticiosa russa Tass revela que os cidadãos britânicos Sean Pinner e Aiden Aslin, juntamente com o marroquino Saadoun Brahim, estão a preparar um recurso contra as suas sentenças de morte.

"Os meus colegas e eu estamos a preparar o texto completo do recurso contra o veredicto, no interesse dos nossos clientes", avança a agência que cita Yulia Tserkovnikova, advogada de Pinner.

As autoridades britânicas descreveram o julgamento como uma "farsa", com um deputado a afirmar que os homens estavam essencialmente a ser mantidos como reféns. Os detidos argumentam que faziam parte das forças armadas da Ucrânia, e que deveriam estar sujeitos à convenção de Genebra sobre prisioneiros de guerra.

A autoproclamada República Popular de Donetsk acusou os homens de "atividades mercenárias e de cometerem ações destinadas a tomar o poder e a derrubar a ordem constitucional do RPD".

8h30 - Forças russas a cinco quilómetros de Lysychansk

As forças russas estão a colocar a bolsa de Lysychansk-Sieverodonetsk sob uma pressão crescente, avançando constantemente à volta da zona, segundo a Inteligência britânica.

Desde 19 de junho, as forças russas avançaram “provavelmente” mais de cinco quilómetros em direção à cidade de Lysychansk, na região do Dondass, acrescenta o Ministério da Defesa do Reino Unido numa uma atualização diária no Twitter.


8h06 - Sirenes tocaram em Lviv

O governador de Lviv, Maksym Kozytskyi, afirmou no Telegram que as sirenes de alarme aéreo tocaram nas últimas 24 horas.

Segundo Maksym Kozytskyi, nas últimas 24 horas chegaram à cidade 191 pessoas, através de comboios de evacuação do leste do país.

Duas pessoas foram retiradas da região de Donetsk para hospitais em Lviv, uma delas em estado grave.

7h43 - Kiev espera apoio unânime dos líderes da UE

A dirigente responsável pelo pedido de estatuto de país candidato à adesão à União Europeia afirmou estar "100 por cento" segura de que todos os 27 países aprovarão a candidatura da Ucrânia, no Conselho Europeu que tem início esta quinta-feira.

Olha Stefanishyna, vice-primeira-ministra para a Integração Europeia e Euro-Atlântica da Ucrânia recorda que a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, já demonstrou apoio à candidatura, uma decisão que "mudou as regras do jogo" e abalou "os mais indecisos".

Entrevistada pela Associated Press, Stefanishyna admitiu que os Países Baixos, a Suécia e a Dinamarca estavam relutantes em iniciar negociações de adesão durante a invasão da Rússia, mas afiança que, entretanto, mudaram de opinião.

7h28 - Ponto de situação


  • O Conselho Europeu começa esta quinta-feira a discutir se vai conceder à Ucrânia o estatuto de candidata a membro da União Europeia. No debate de preparação do Conselho Europeu, no Parlamento, o primeiro-ministro afirmou não ter nenhum ceticismo com o estatuto a atribuir à Ucrânia. Contudo, António Costa alerta para os riscos de “implosão” da União Europeia, caso não seja alterada a “arquitetura institucional” com a adesão do país invadido pela Rússia.

  • O presidente ucraniano revelou ter falado com 11 líderes europeus na quarta-feira sobre o dossier de candidatura da Ucrânia. Também António Costa falou com Volodymyr Zelensky esta semana, tendo expressado o apoio de Portugal à atribuição do estatuto de candidato ao país em guerra. “Nós merecemos”, disse Zelensky ao intervir perante uma multidão em Amesterdão, através de uma ligação em vídeo.

  • O Kremlin voltou à carga contra as sanções da União Europeia que levaram a Lituânia a bloquear o trânsito de mercadorias para o enclave de Kaliningrado. Moscovo considera estas medidas “absolutamente inaceitáveis” e promete retaliar a tais “sanções ilegais”.

  • As forças russas estão cada vez mais perto de capturar a derradeira bolsa de resistência ucraniana na região de Lugansk, no Donbass. As cidades de Severodonetsk e Lysychansk continuam a ser alvo de sucessivas vagas de bombardeamentos. Na quarta-feira, o governador regional, Serhiy Haidai, adiantou que as tropas de Moscovo têm atacado edifícios das autoridades policiais e judiciais.

  • Um video divulgado a partir da Rússia mostra o que aparenta ser um ataque com um drone a uma refinaria de petróleo em território russo. A estrutura ficou em chamas, após uma explosão. O alvo foi a refinaria de Novoshakhtinsk, na região de Rostov.

  • Um ataque com mísseis russos matou pelo menos uma pessoa na cidade portuária de Mykolaiv, no sul da Ucrânia. O presidente da câmara local, Oleksandr Senkevych, deu conta de múltiplos incêndios e vários edifícios danificados, incluindo uma escola. Por sua vez, o governador regional, Vitaliy Kim, afirma que caíram, ao todo, sete mísseis sobre a cidade.

  • Residentes e trabalhadores da central nuclear de Enerhodar, na região de Zaporizhia, terão sido sequestrados por militares russos, segundo Dmytro Orlov, da administração local: “O paradeiro de alguns é desconhecido. Os restantes estão em condições difíceis. Estão a ser torturados com choques elétricos e a ser vítimas de abusos físicos e morais”.

  • O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, apoiou-se em dados dos serviços secretos para estimar que o ímpeto das forças russas na Ucrânia deverá abrandar nos próximos meses, uma vez que estas terão “esgotado os seus recursos”.

  • Os líderes chamados à próxima cimeira do G7, na Alemanha, vão anunciar novas medidas destinadas a pressionar a Rússia, adiantou um alto responsável norte-americano.