Os guardas prisionais no estabelecimento prisional do Linhó declararam greve total entre os dias 2 e 31 de julho. O anúncio foi feito esta segunda-feira pelo Sindicato Nacional dos Guardas Prisionais e deve-se ao que consideram ser a "contínua falta de condições de segurança" nessa prisão, destacando as agressões a vários profissionais desde o início do ano.
Em comunicado, o Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP) anuncia que os guardas prisionais no estabelecimento do Linhó, freguesia de Alcabideche, vão estar em greve total das 00h00 do dia 2 de julho às 23h59 do dia 31 de julho.
Como justificação, alegam “a contínua falta de condições de segurança no estabelecimento prisional de Linhó, como as dez agressões a elementos da guarda prisional comprovam, desde o início deste ano”. Em abril último, o dirigente do SNCGP, Frederico Morais, confirmou à agência Lusa que tinham sido registadas 14 agressões a guardas prisionais em todas as prisões, oito delas no estabelecimento de Linhó.
O comunicado refere ainda que o sindicato se reuniu com a diretora do estabelecimento prisional em março para pedir que os reclusos desocupados, que não estudam nem trabalham no interior do estabelecimento, “e que são os que estão a provocar problemas com os guardas”, passassem a ficar fechados 22 horas por dia, “o máximo que a lei permite”.
O dirigente sindical referiu à Lusa que a diretora do estabelecimento prisional do Linhó pediu nesse momento mais tempo para avaliar a situação.
Como justificação, alegam “a contínua falta de condições de segurança no estabelecimento prisional de Linhó, como as dez agressões a elementos da guarda prisional comprovam, desde o início deste ano”. Em abril último, o dirigente do SNCGP, Frederico Morais, confirmou à agência Lusa que tinham sido registadas 14 agressões a guardas prisionais em todas as prisões, oito delas no estabelecimento de Linhó.
O comunicado refere ainda que o sindicato se reuniu com a diretora do estabelecimento prisional em março para pedir que os reclusos desocupados, que não estudam nem trabalham no interior do estabelecimento, “e que são os que estão a provocar problemas com os guardas”, passassem a ficar fechados 22 horas por dia, “o máximo que a lei permite”.
O dirigente sindical referiu à Lusa que a diretora do estabelecimento prisional do Linhó pediu nesse momento mais tempo para avaliar a situação.