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A líder parlamentar do PS afirmou hoje que as reivindicações das associações representativas das forças de segurança estão a ser analisadas pelo Governo e defendeu que nos últimos quatro anos houve mais investimento e descongelamento de carreiras.
"As forças de segurança prezam todos os dias a segurança dos cidadãos e fazem um trabalho extraordinário na proteção dos nossos cidadãos. É evidente que hoje a manifestação será pacífica e nela vai reivindicar-se aquilo que se acha justo para as suas profissões e categoria", declarou.
Ana Catarina Mendes defendeu depois que o PS está "muito atento às reivindicações" e "tem confiança que nesta legislatura se continuará a aprofundar as respostas para as necessidades que têm as forças de segurança".
Neste contexto, a líder da bancada socialista recorreu à história da democracia portuguesa pós 25 de Abril para advogar que o PS "foi o partido que contribuiu ativamente para que houvesse o direito a manifestação das forças de segurança, para que tivessem o direito ao associativismo e à participação".
"Por isso, é com respeito que olhamos para o seu direito consagrado em Portugal", frisou, antes de fazer uma comparação entre a última legislatura e o período de assistência financeira externa a Portugal em matéria de medidas para as forças de segurança.
“Esta luta deles é também muito importante. E é também muito importante, ainda mais, numa altura em que o Governo ainda não entregou qualquer tipo de proposta aos sindicatos, nem respondeu às reivindicações dos trabalhadores”, realçou Ana Avoila.
A coordenadora da Frente Comum recordou ainda que toda a Administração Pública está “com rendimentos muito baixos e toda a gente sabe disso”.
O trânsito na Calçada da Estrela está cortado e a circulação do elétrico 28 está suspensa.
Sob o lema “Tolerância Zero” afirmam-se desrespeitados e humilhados com a degradação da profissão.
Ontem, a PSP isolou a zona da Assembleia da República, com barreiras metálicas e blocos de betão, para impedir o acesso dos manifestantes às escadarias do Parlamento.
A medida de segurança da PSP é uma forma de travar acessos à escadaria, trazendo à memória a tensão vivida a 21 de novembro de 2013. Na altura, a invasão da escadaria do Parlamento colocou peito a peito polícias contra polícias, quando os manifestantes furaram o cordão policial.
20h34 - O que se segue?
Com o protesto dado como terminado e a homenagem no Terreiro do Paço concluída, resta agora saber se a ameaça de greve a 21 de janeiro se irá concretizar caso o Governo não responda às reivindicações.
Esta quinta-feira o hino nacional foi cantado pelos polícias em protesto de costas voltadas para o Parlamento. O recado foi repetido por milhares de agentes da PSP e militares da GNR, muitos vestidos com a mesma camisola.
Os polícias exigiram que o Governo cumpra promessas antigas e reclamaram a atualização salarial, o pagamento do subsídio de risco, e ainda mais e melhor equipamento de proteção pessoal.
Vários partidos mostraram solidariedade com as forças de segurança. O deputado do Chega protagonizou um dos momentos da tarde ao discursar perante os manifestantes. As associações sindicais demarcaram-se, defendendo que esta foi uma manifestação apartidária.
Esta quinta-feira o hino nacional foi cantado pelos polícias em protesto de costas voltadas para o Parlamento. O recado foi repetido por milhares de agentes da PSP e militares da GNR, muitos vestidos com a mesma camisola.
Os polícias exigiram que o Governo cumpra promessas antigas e reclamaram a atualização salarial, o pagamento do subsídio de risco, e ainda mais e melhor equipamento de proteção pessoal.
Vários partidos mostraram solidariedade com as forças de segurança. O deputado do Chega protagonizou um dos momentos da tarde ao discursar perante os manifestantes. As associações sindicais demarcaram-se, defendendo que esta foi uma manifestação apartidária.
20h22 - Alguns polícias permanecem na Praça do Comércio
No Terreiro do Paço continuam a esta hora alguns dos polícias que se deslocaram ao local para prestar homenagem ao colega da GNR que há dois dias morreu num acidente e também para recordar os "secos e molhados", como ficaram conhecidos os agentes que há 30 anos se manifestaram na Praça do Comércio.
19h16 - Movimento Zero dá ação por terminada
19h13 - Marcelo espera que sejam encontradas respostas
O Presidente da República disse esperar que sejam encontradas respostas para o estatuto das forças de segurança, com diálogo entre o Governo e a associações representativas desses profissionais.
"O mais importante é, através do diálogo, as autoridades, neste caso o Governo, e os representantes das associações do setor irem encontrando resposta para problemas do estatuto das forças de segurança, como aliás, também, do estatuto das Forças Armadas", reforçou.
O chefe de Estado insistiu que "o importante é que as respostas vão chegando e que haja diálogo", escusando-se a prestar mais declarações sobre esta matéria.
Interrogado se entende que essas respostas devem chegar no Orçamento do Estado para 2020, retorquiu: "Não vou querer antecipar-me ao diálogo que está em curso entre o Governo e entidades representativas das forças de segurança".
O Presidente da República disse esperar que sejam encontradas respostas para o estatuto das forças de segurança, com diálogo entre o Governo e a associações representativas desses profissionais.
"O mais importante é, através do diálogo, as autoridades, neste caso o Governo, e os representantes das associações do setor irem encontrando resposta para problemas do estatuto das forças de segurança, como aliás, também, do estatuto das Forças Armadas", reforçou.
O chefe de Estado insistiu que "o importante é que as respostas vão chegando e que haja diálogo", escusando-se a prestar mais declarações sobre esta matéria.
Interrogado se entende que essas respostas devem chegar no Orçamento do Estado para 2020, retorquiu: "Não vou querer antecipar-me ao diálogo que está em curso entre o Governo e entidades representativas das forças de segurança".
18h54 - Movimento Zero agradece
O Movimento Zero agradeceu, no Facebook, a todos os que participaram na manifestação de hoje. “Obrigado pela atitude ponderada. O M0 mostra a todos que os bandidos não estão na polícia”, pode ler-se.
O Movimento Zero agradeceu, no Facebook, a todos os que participaram na manifestação de hoje. “Obrigado pela atitude ponderada. O M0 mostra a todos que os bandidos não estão na polícia”, pode ler-se.
18h46 - Manifestação reuniu cerca de 13 mil profissionais da PSP e GNR
A organização da manifestação conjunta de elementos da PSP e militares da GNR calcula em cerca de 13 mil o número de participantes no protesto por melhores condições salariais e profissionais.
Face a este número, este protesto é um dos maiores de sempre de forças de segurança, deixando a ameaça de uma nova concentração de protesto a 21 de janeiro caso o Governo, através do Ministério da Administração Interna, não solucione as reivindicações da classe.
A organização da manifestação conjunta de elementos da PSP e militares da GNR calcula em cerca de 13 mil o número de participantes no protesto por melhores condições salariais e profissionais.
Face a este número, este protesto é um dos maiores de sempre de forças de segurança, deixando a ameaça de uma nova concentração de protesto a 21 de janeiro caso o Governo, através do Ministério da Administração Interna, não solucione as reivindicações da classe.
18h20 – Agentes prestam homenagem no Terreiro do Paço
No Terreiro do Paço, local onde há 30 anos ocorreu uma manifestação que colocou polícias contra polícias, agentes da PSP e militares da GNR prestam homenagem aos que ficaram conhecidos por “secos e molhados”.
“Sem que nada o fizesse prever, os canhões de água da PSP começaram a bombardear-nos”, recordou um dos agentes que se encontra no Terreiro do Paço e que há 30 anos esteve presente no protesto. “O que estamos aqui a fazer é uma homenagem aos que aqui estiveram”.
No Terreiro do Paço, local onde há 30 anos ocorreu uma manifestação que colocou polícias contra polícias, agentes da PSP e militares da GNR prestam homenagem aos que ficaram conhecidos por “secos e molhados”.
“Sem que nada o fizesse prever, os canhões de água da PSP começaram a bombardear-nos”, recordou um dos agentes que se encontra no Terreiro do Paço e que há 30 anos esteve presente no protesto. “O que estamos aqui a fazer é uma homenagem aos que aqui estiveram”.
18h08 - Manifestação termina
O Movimento Zero anunciou oficialmente, na sua página do Facebook, que a ação hoje iniciada terminou, pedindo aos manifestantes que se dirijam agora até ao Terreiro do Paço, em Lisboa, para fazerem um minuto de silêncio.
O Movimento Zero anunciou oficialmente, na sua página do Facebook, que a ação hoje iniciada terminou, pedindo aos manifestantes que se dirijam agora até ao Terreiro do Paço, em Lisboa, para fazerem um minuto de silêncio.
17h29 – Manifestantes começam a dispersar
Os polícias que se concentraram frente à Assembleia da República já começaram a dispersar depois de terem sido informados que os autocarros que os transportarão partem às 18h00.
Os polícias que se concentraram frente à Assembleia da República já começaram a dispersar depois de terem sido informados que os autocarros que os transportarão partem às 18h00.
“Aquilo que nós pretendíamos através do número de participantes, demonstrar que estamos unidos e que o descontentamento é enorme, esse trabalho já foi feito”, declarou César Nogueira, da Associação Sindical da Guarda Nacional Republicana.
Nogueira voltou ainda a referir-se à intervenção de André Ventura na manifestação e ao facto de o deputado ter proferido um discurso a partir da carrinha dos polícias que se encontrava no local. "Infelizmente isso aconteceu", lamentou.
"Não entendemos como é que o deputado utilizou uma manifestação que é apartidária para usar da palavra. Não o deveria ter feito", considerou.
17h21 - Rui Rio apela a manifestação pacífica
Rui Rio compreende as reivindicações dos profissionais das forças de seguranças, mas apelou a uma manifestação pacífica. O presidente do PSD garante que, se os polícias entrarem em confrontos, vão perder a razão no protesto.
Rui Rio compreende as reivindicações dos profissionais das forças de seguranças, mas apelou a uma manifestação pacífica. O presidente do PSD garante que, se os polícias entrarem em confrontos, vão perder a razão no protesto.
17h13 - Associação da GNR pede a André Ventura que regresse ao Parlamento
André Ventura, deputado do Chega, decidiu juntar-se aos manifestantes que se encontram frente à escadaria da Assembleia da República e levou um megafone que utilizou para proferir um discurso junto dos polícias em protesto.
César Nogueira, da Associação da Guarda Nacional Republicana, relembrou, porém, que a manifestação de hoje não deveria ser política e espera que a intervenção de André Ventura não prejudique o movimento.
“Vamos pedir ao deputado, que já fez a parte que lhe competia ao vir agradecer e juntar-se aos manifestantes, mas está na hora de ele voltar para o Parlamento, porque nós somos apartidários e é assim que queremos continuar”, declarou à RTP.
André Ventura, deputado do Chega, decidiu juntar-se aos manifestantes que se encontram frente à escadaria da Assembleia da República e levou um megafone que utilizou para proferir um discurso junto dos polícias em protesto.
César Nogueira, da Associação da Guarda Nacional Republicana, relembrou, porém, que a manifestação de hoje não deveria ser política e espera que a intervenção de André Ventura não prejudique o movimento.
“Vamos pedir ao deputado, que já fez a parte que lhe competia ao vir agradecer e juntar-se aos manifestantes, mas está na hora de ele voltar para o Parlamento, porque nós somos apartidários e é assim que queremos continuar”, declarou à RTP.
17h05 - BE, PCP e IL solidários com polícias
BE, PCP e Iniciativa Liberal solidarizaram-se com os milhares de polícias e elementos da GNR na manifestação.
"Neste caso concreto a solidariedade é absoluta, é total com as reivindicações laborais destes profissionais que têm sido ignorados, esquecidos e desprezados por governos sucessivos naquilo que respeita a resolver uma série de problemas e de condições que se mantêm e que se têm degradado ao longo dos últimos anos", disse à Agência Lusa a deputada bloquista Sandra Cunha.
De acordo com a parlamentar, a bancada do BE já enviou uma mensagem de correio eletrónico "a todas as associações socioprofissionais da GNR e aos sindicatos da PSP, precisamente a mostrar a disponibilidade para reunir", tendo já obtido respostas positivas, com o objetivo de trabalhar medidas a incluir no Orçamento do Estado para 2020 (OE2020).
"Deslocámo-nos ao Marquês de Pombal para manifestar a nossa compreensão e solidariedade relativamente às razões que assistem aos promotores desta manifestação, os sindicatos e associações socioprofissionais representativas da PSP e GNR porquanto as suas reivindicações têm obtido, ao longo dos anos, um total silêncio e uma total inação por parte dos Governos", afirmou o deputado comunista António Filipe.
"Há um conjunto de reivindicações sobre o funcionamento e operação das forças de segurança e, essas sim, parecem-nos mais críticas, como o reequipamento, o número de efetivos e a própria forma de funcionar em termos de higiene, de saúde, de condições de trabalho das esquadras e dos postos da GNR. Tudo isso indica que há muito tempo vários governos têm desconsiderado estas forças de segurança que são pilar do Estado de direito", disse o deputado único da Iniciativa Liberal (IL), João Cotrim Figueiredo.
BE, PCP e Iniciativa Liberal solidarizaram-se com os milhares de polícias e elementos da GNR na manifestação.
"Neste caso concreto a solidariedade é absoluta, é total com as reivindicações laborais destes profissionais que têm sido ignorados, esquecidos e desprezados por governos sucessivos naquilo que respeita a resolver uma série de problemas e de condições que se mantêm e que se têm degradado ao longo dos últimos anos", disse à Agência Lusa a deputada bloquista Sandra Cunha.
De acordo com a parlamentar, a bancada do BE já enviou uma mensagem de correio eletrónico "a todas as associações socioprofissionais da GNR e aos sindicatos da PSP, precisamente a mostrar a disponibilidade para reunir", tendo já obtido respostas positivas, com o objetivo de trabalhar medidas a incluir no Orçamento do Estado para 2020 (OE2020).
"Deslocámo-nos ao Marquês de Pombal para manifestar a nossa compreensão e solidariedade relativamente às razões que assistem aos promotores desta manifestação, os sindicatos e associações socioprofissionais representativas da PSP e GNR porquanto as suas reivindicações têm obtido, ao longo dos anos, um total silêncio e uma total inação por parte dos Governos", afirmou o deputado comunista António Filipe.
"Há um conjunto de reivindicações sobre o funcionamento e operação das forças de segurança e, essas sim, parecem-nos mais críticas, como o reequipamento, o número de efetivos e a própria forma de funcionar em termos de higiene, de saúde, de condições de trabalho das esquadras e dos postos da GNR. Tudo isso indica que há muito tempo vários governos têm desconsiderado estas forças de segurança que são pilar do Estado de direito", disse o deputado único da Iniciativa Liberal (IL), João Cotrim Figueiredo.
17h00 - Ameaça de novo protesto
As associações de profissionais da PSP e da GNR que se concentraram junto ao Parlamento anunciaram para 21 de janeiro um novo protesto, caso o Governo não atenda às suas reivindicações.
O anúncio foi feito por megafone, em frente à Assembleia da República, onde mais de três mil polícias, militares da GNR e apoiantes se manifestaram para reivindicar direitos salariais e sociais que exigem ao Governo desde a anterior legislatura.
Após esta declaração, os milhares de manifestantes efetuaram um minuto de silêncio.
As associações de profissionais da PSP e da GNR que se concentraram junto ao Parlamento anunciaram para 21 de janeiro um novo protesto, caso o Governo não atenda às suas reivindicações.
O anúncio foi feito por megafone, em frente à Assembleia da República, onde mais de três mil polícias, militares da GNR e apoiantes se manifestaram para reivindicar direitos salariais e sociais que exigem ao Governo desde a anterior legislatura.
Após esta declaração, os milhares de manifestantes efetuaram um minuto de silêncio.
16h56 - Manifestantes cantam o hino
Em frente à Assembleia da República, os polícias em protesto cantaram o hino nacional.
16h54 - Augusto Santos Silva espera manifestação pacífica
O ministro Augusto Santos Silva, que se encontra em Bruxelas, onde participou numa reunião preparatória da Cimeira de NATO, disse esperar que tudo decorra com normalidade.
"As manifestações são uma prática comum em democracia e eu estou certo de que os promotores da manifestação terão os cuidados indispensáveis", declarou.
16h49 - André Ventura: "Talvez em breve os portugueses sejam chamados às urnas"
André Ventura vestiu uma camisola do Movimento Zero enquanto condenou o Governo por não respeitar as forças policiais que hoje se manifestam.
"O senhor primeiro-ministro ontem não estava aqui presente, o Chega denunciou que os polícias tinham de adquirir material do seu próprio bolso", explicou o deputado.
"Hoje, a esquerda ri-se e acha que tem maioria e que fará o que entender. Talvez em breve (...) os portugueses sejam chamados às urnas novamente e talvez tenham uma surpresa de perceber que as pessoas estão fartas", argumentou.
André Ventura vestiu uma camisola do Movimento Zero enquanto condenou o Governo por não respeitar as forças policiais que hoje se manifestam.
"O senhor primeiro-ministro ontem não estava aqui presente, o Chega denunciou que os polícias tinham de adquirir material do seu próprio bolso", explicou o deputado.
"Hoje, a esquerda ri-se e acha que tem maioria e que fará o que entender. Talvez em breve (...) os portugueses sejam chamados às urnas novamente e talvez tenham uma surpresa de perceber que as pessoas estão fartas", argumentou.
16h45 - Deputado do CDS-PP junta-se aos manifestantes
Telmo Correia, deputado do CDS-PP, saiu da Assembleia da República para dirigir "uma palavra de apreço e de respeito" aos manifestantes que se encontram frente à escadaria.
"Quando quiserem, estaremos cá para os ouvir, como sempre estivemos, e esperamos que todas as forças políticas estejam", declarou.
"Os homens e as mulheres que estão nas forças de segurança chegaram ao limite da sua capacidade de resistência, de aguentar com uma ignorância que aconteceu em relação ao seu trabalho e às suas necessidades durante muito tempo", acrescentou o deputado.
Telmo Correia, deputado do CDS-PP, saiu da Assembleia da República para dirigir "uma palavra de apreço e de respeito" aos manifestantes que se encontram frente à escadaria.
"Quando quiserem, estaremos cá para os ouvir, como sempre estivemos, e esperamos que todas as forças políticas estejam", declarou.
"Os homens e as mulheres que estão nas forças de segurança chegaram ao limite da sua capacidade de resistência, de aguentar com uma ignorância que aconteceu em relação ao seu trabalho e às suas necessidades durante muito tempo", acrescentou o deputado.
Telmo Correia explicou também que o CDS-PP entregou ontem três propostas que têm como objetivo melhorar as condições das forças de segurança.
16h28 - PSD "entende" manifestação e reivindicações e está disponível para receber forças de segurança
O PSD disse entender a manifestação das forças de segurança e as suas reivindicações, acusando o Governo de "brutal desinvestimento", e manifestou disponibilidade para receber no parlamento qualquer associação ou sindicato que o solicite.
Em declarações aos jornalistas no parlamento, o vice-presidente da bancada social-democrata Carlos Peixoto explicou as razões pelas quais o PSD não pretende juntar-se, na rua, ao protesto convocado pela Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) e Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), que terminará precisamente em frente à Assembleia da República.
"Entendemos que esse é o palco para os agentes de autoridade que se estão a manifestar, o palco para os decisores políticos é no interior do parlamento para, de forma institucional, receber as instituições, ouvi-las e acolher ou não as suas pretensões", justificou.
Por isso, manifestou a disponibilidade da bancada do PSD para receber "quaisquer associações ou sindicatos" que solicitem uma audiência - o que ainda não aconteceu -, "quer hoje ou em qualquer outro dia".
Carlos Peixoto começou por salientar que "a manifestação é um direito constitucional e um exercício de cidadania".
O PSD disse entender a manifestação das forças de segurança e as suas reivindicações, acusando o Governo de "brutal desinvestimento", e manifestou disponibilidade para receber no parlamento qualquer associação ou sindicato que o solicite.
Em declarações aos jornalistas no parlamento, o vice-presidente da bancada social-democrata Carlos Peixoto explicou as razões pelas quais o PSD não pretende juntar-se, na rua, ao protesto convocado pela Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) e Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), que terminará precisamente em frente à Assembleia da República.
"Entendemos que esse é o palco para os agentes de autoridade que se estão a manifestar, o palco para os decisores políticos é no interior do parlamento para, de forma institucional, receber as instituições, ouvi-las e acolher ou não as suas pretensões", justificou.
Por isso, manifestou a disponibilidade da bancada do PSD para receber "quaisquer associações ou sindicatos" que solicitem uma audiência - o que ainda não aconteceu -, "quer hoje ou em qualquer outro dia".
Carlos Peixoto começou por salientar que "a manifestação é um direito constitucional e um exercício de cidadania".
16h08 - Cordão humano frente à Assembleia
Em frente à escadaria da Assembleia da República, um grupo de manifestantes criou um cordão humano.
Um dos agentes considera que os manifestantes estão a ser “recebidos como verdadeiros bandidos”, referindo-se aos blocos de betão e grades antimotim que se encontram no local.
“Nós não somos criminosos, somos defensores do Estado de Direito português”, referiu. “Todas as manifestações de polícias são pacíficas (…), embora exista um sentimento de revolta”.
Em frente à escadaria da Assembleia da República, um grupo de manifestantes criou um cordão humano.
Um dos agentes considera que os manifestantes estão a ser “recebidos como verdadeiros bandidos”, referindo-se aos blocos de betão e grades antimotim que se encontram no local.
“Nós não somos criminosos, somos defensores do Estado de Direito português”, referiu. “Todas as manifestações de polícias são pacíficas (…), embora exista um sentimento de revolta”.
15h56 - Dirigentes associativos satisfeitos com manifestação
Os dirigentes associativos da manifestação dizem que a taxa de participação no movimento de hoje é bastante elevada e destacaram o apoio que a população tem dado. "Batem-nos palmas ao passar, o que é muito importante", disse um dos dirigentes.
"Só mesmo o Governo é que não compreende as nossas reivindicações. Só o Governo é que não quer resolver o problema", afirmou.
Os dirigentes associativos da manifestação dizem que a taxa de participação no movimento de hoje é bastante elevada e destacaram o apoio que a população tem dado. "Batem-nos palmas ao passar, o que é muito importante", disse um dos dirigentes.
"Só mesmo o Governo é que não compreende as nossas reivindicações. Só o Governo é que não quer resolver o problema", afirmou.
15h48 - Dispositivo de segurança já está na Assembleia da República
Nas escadarias da Assembleia da República encontram-se já um forte dispositivo de segurança que foi montado para receber a manifestação dos polícias.
As equipas de prevenção e reação imediata têm no local dezenas de viaturas e encontram-se atrás de grades e blocos de betão à espera de receber os manifestantes.
As grades metálicas e blocos de betão apenas costumam ser utilizados em situações nas quais se preveem perigos e, neste caso, impedem que os manifestantes consigam subir a escadaria.
Nas escadarias da Assembleia da República encontram-se já um forte dispositivo de segurança que foi montado para receber a manifestação dos polícias.
As equipas de prevenção e reação imediata têm no local dezenas de viaturas e encontram-se atrás de grades e blocos de betão à espera de receber os manifestantes.
As grades metálicas e blocos de betão apenas costumam ser utilizados em situações nas quais se preveem perigos e, neste caso, impedem que os manifestantes consigam subir a escadaria.
15h22 - Protesto conta com milhares de polícias e militares
Cerca de três mil polícias e militares da GNR concentraram-se no Marquês de Pombal para iniciar o cortejo de protesto até ao parlamento com uma tarja branca onde se lê "exigimos respeito".
Os manifestantes que encabeçam o cortejo, onde se encontravam vários sindicalistas das estruturas que marcaram a manifestação, agarravam a tarja gigante e preparavam-se para começar o cortejo até ao parlamento
Também se via uma faixa verde, amarela e vermelha com a inscrição Movimento Zero, um movimento social inorgânico criado em maio deste ano por elementos da PSP e da GNR que, segundo a sua página no Facebook, luta pela "valorização, dignidade e respeito" das forças de segurança.
A grande maioria dos elementos da GNR e da PSP que aderiram ao protesto vestem camisolas brancas do Movimento Zero e manifestavam-se apitando e mostrando vários cartazes com as suas reivindicações.
Os autocarros continuavam a chegar ao ponto de encontro do protesto e, segundo fonte da organização, da zona norte do país vieram pelo menos 20.
Cerca de três mil polícias e militares da GNR concentraram-se no Marquês de Pombal para iniciar o cortejo de protesto até ao parlamento com uma tarja branca onde se lê "exigimos respeito".
Os manifestantes que encabeçam o cortejo, onde se encontravam vários sindicalistas das estruturas que marcaram a manifestação, agarravam a tarja gigante e preparavam-se para começar o cortejo até ao parlamento
Também se via uma faixa verde, amarela e vermelha com a inscrição Movimento Zero, um movimento social inorgânico criado em maio deste ano por elementos da PSP e da GNR que, segundo a sua página no Facebook, luta pela "valorização, dignidade e respeito" das forças de segurança.
A grande maioria dos elementos da GNR e da PSP que aderiram ao protesto vestem camisolas brancas do Movimento Zero e manifestavam-se apitando e mostrando vários cartazes com as suas reivindicações.
Os autocarros continuavam a chegar ao ponto de encontro do protesto e, segundo fonte da organização, da zona norte do país vieram pelo menos 20.
14h50 -PS afirma que Governo está a analisar reivindicações das forças de segurança
A líder parlamentar do PS afirmou hoje que as reivindicações das associações representativas das forças de segurança estão a ser analisadas pelo Governo e defendeu que nos últimos quatro anos houve mais investimento e descongelamento de carreiras.
"As forças de segurança prezam todos os dias a segurança dos cidadãos e fazem um trabalho extraordinário na proteção dos nossos cidadãos. É evidente que hoje a manifestação será pacífica e nela vai reivindicar-se aquilo que se acha justo para as suas profissões e categoria", declarou.
Ana Catarina Mendes defendeu depois que o PS está "muito atento às reivindicações" e "tem confiança que nesta legislatura se continuará a aprofundar as respostas para as necessidades que têm as forças de segurança".
Neste contexto, a líder da bancada socialista recorreu à história da democracia portuguesa pós 25 de Abril para advogar que o PS "foi o partido que contribuiu ativamente para que houvesse o direito a manifestação das forças de segurança, para que tivessem o direito ao associativismo e à participação".
"Por isso, é com respeito que olhamos para o seu direito consagrado em Portugal", frisou, antes de fazer uma comparação entre a última legislatura e o período de assistência financeira externa a Portugal em matéria de medidas para as forças de segurança.
14h15 – Ana Avoila solidária
A coordenadora da Frente Comum afirma que “está solidária” com a luta dos agentes das Forças de Segurança, porque “efetivamente é comum na Administração Pública um conjunto de reivindicações que estão aqui hoje em discussão”.
A coordenadora da Frente Comum afirma que “está solidária” com a luta dos agentes das Forças de Segurança, porque “efetivamente é comum na Administração Pública um conjunto de reivindicações que estão aqui hoje em discussão”.
“Esta luta deles é também muito importante. E é também muito importante, ainda mais, numa altura em que o Governo ainda não entregou qualquer tipo de proposta aos sindicatos, nem respondeu às reivindicações dos trabalhadores”, realçou Ana Avoila.
A coordenadora da Frente Comum recordou ainda que toda a Administração Pública está “com rendimentos muito baixos e toda a gente sabe disso”.
14h12 – Iniciativa Liberal presente no protesto
O deputado do Iniciativa Liberal deslocou-se ao Marquês de Pombal para manifestar a solidariedade com “as reivindicações das Forças de Segurança”.
João Cotrim de Figueiredo “a função de soberania de assegurar a ordem pública é absolutamente fundamental”.
“Sem isso não há liberdades individuais”, acrescentou.
O deputado do Iniciativa Liberal deslocou-se ao Marquês de Pombal para manifestar a solidariedade com “as reivindicações das Forças de Segurança”.
João Cotrim de Figueiredo “a função de soberania de assegurar a ordem pública é absolutamente fundamental”.
“Sem isso não há liberdades individuais”, acrescentou.
14h09- PCP solidário com agentes das Forças de Segurança
António Filipe afirmou à repórter Rita Marrafa de Carvalho que é importante estar um representante do PCP no protesto.
“Consideramos que é justo o descontentamento dos profissionais. Porque de facto os problemas têm vindo a suscitar ao longo dos anos ao Governo não têm obtido resposta”, afirmou o dirigente comunista.
António Filipe recordou que os profissionais da PSP e da GNR têm uma “ação mioto meritória”, mas “depois não há o devido reconhecimento para as longas horas de trabalho a que são submetidos”.
“O Governo não tem olhado para isso com a necessária atenção”, rematou.
António Filipe afirmou à repórter Rita Marrafa de Carvalho que é importante estar um representante do PCP no protesto.
“Consideramos que é justo o descontentamento dos profissionais. Porque de facto os problemas têm vindo a suscitar ao longo dos anos ao Governo não têm obtido resposta”, afirmou o dirigente comunista.
António Filipe recordou que os profissionais da PSP e da GNR têm uma “ação mioto meritória”, mas “depois não há o devido reconhecimento para as longas horas de trabalho a que são submetidos”.
“O Governo não tem olhado para isso com a necessária atenção”, rematou.
A PSP e a GNR exigem a rápida resolução dos problemas que ficaram por resolver na anterior legislatura. Em particular, o aumento dos salários e a atualização dos suplementos. Reivindicam ainda o pagamento de um subsídio de risco e mais e melhor equipamento de proteção policial.
Vários elementos da PSP e GNR juntam-se na rotunda do Marquês de Pombal antes do início da manifestação.
PSP e GNR querem que seja o maior protesto de sempre.
O trânsito entre o Marquês de Pombal e São Bento está com fortes restrições. O protesto vai passar pelas Rua Braamcamp, Avenida Alexandre Herculano, Largo do Rato e Rua de São Bento.
A manifestação é organizada pela Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) e Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR).
O especialista em Segurança Interna, António Nunes, explicou na Antena 1 que foram tomadas medidas máximas de segurança. O presidente do OSCOT - Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo espera que o protesto decorra com normalidade, mas entende as precauções tomadas, uma vez que o Movimento Zero pode ser difícil de controlar.
O chamado Movimento Zero, que não está ligado a nenhum sindicato nem organização, pode ser difícil de controlar, admite.
O chamado Movimento Zero, que não está ligado a nenhum sindicato nem organização, pode ser difícil de controlar, admite.
Em declarações à RTP afirmam que "imperativo estar presente na manifestação", porque se sentem "maltratados e desapoiados pelo sistema político".
Da cidade do Porto partiram, ao início da manhã, em dois autocarros, cerca de 700 elementos das duas forças de segurança rumo a Lisboa.
Garantem que chegaram ao limite e que o lema "Tolerância Zero" é para ser levado à letra.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu hoje, questionado sobre a manifestação de profissionais da PSP e da GNR, que esse é "um direito legítimo dos portugueses", que "deve ser encarado com serenidade".
A medida de segurança da PSP é uma forma de travar acessos à escadaria, trazendo à memória a tensão vivida a 21 de novembro de 2013. Na altura, a invasão da escadaria do Parlamento colocou peito a peito polícias contra polícias, quando os manifestantes furaram o cordão policial.