Afluência às urnas até às 16h00 foi de 45,51%
A afluência às urnas foi a mais elevada da última década. Há cinco anos, a afluência até às 16h00 rondou os 37% e nas eleições há dez anos rondou os 35%.
Ramalho Eanes vota e espera que eleições tragam um futuro que a todos convenha
Ramalho Eanes frisa ainda que o futuro presidente da República vai exercer “as competências em circunstâncias particularmente adversas” e “tem de estar disponível para apoiar o Governo a encontrar soluções, para, num meio perverso encontrar vias que nos permitam caminhar no presente e encarar o futuro”.
Manuel João Viera vota em Lisboa afirma que não é "candidato fantasma"
Portugueses desafiam distância para votar presencialmente em Londres
Vários portugueses viajaram cerca de duas horas para votar nas eleições presidenciais no Consulado-Geral de Londres esta manhã, onde era notória uma grande afluência, mas queixaram-se da falta de opção para votar remotamente.
Entre os eleitores que viajaram de mais longe estava o casal João e Patrícia Teodósio, que viajou de Maidstone, a cerca de 65 quilómetros da capital britânica, com uma criança recém-nascida.
"É um grande esforço. Agradecíamos ter uma forma de votar remotamente, de preferência digital", afirmou João Teodósio, recordando que o voto por correspondência falhou nas últimas eleições legislativas devido a uma mudança de residência.
Ao contrário das eleições legislativas, que permitem tanto o voto presencial como o voto postal, nas eleições presidenciais apenas é possível o voto presencial.
Também André Guerra e a companheira percorreram cerca de 100 quilómetros desde Cambridge, aproveitando para pernoitar com a família em Londres.
"Não estávamos cá nas presidenciais anteriores, por isso votámos por correspondência. Mas se fossem umas eleições europeias não teríamos vindo", admitiu.
Já Helena Sampaio, residente em Londres, elogiou a rapidez do processo, apesar da grande mobilização. No entanto, alertou que muitos compatriotas podem ficar sem exercer o direito de voto.
"Conheço pessoas que trabalham por turnos e não conseguem tirar o dia, e a minha prima telefonou-me hoje confusa porque ainda não tinha recebido o voto postal", disse.
Outros eleitores, como Helena Ferreira, José Silva e Ermelinda Rocha, afirmaram ter votado pela primeira vez "porque o país precisa de mudar".
Inês Câmara também se estreou a votar no estrangeiro, motivada pela importância desta eleição, mas lamentou que a mãe, de visita a Londres, não pudesse fazê-lo.
"Devia ser mais fácil votar para quem estivesse fora. Mas espero conseguir votar na segunda volta", afirmou Julieta Vicente.
Nestas eleições presidenciais, que decorrem hoje em Portugal, os eleitores portugueses residentes no estrangeiro puderam votar presencialmente ao longo do fim de semana, com urnas abertas desde sábado nos consulados e outros postos diplomáticos.
No Reino Unido, foram abertas mesas nos consulados de Londres, Manchester e Belfast e, adicionalmente, nas ilhas de Man, Jersey e Guernsey, mas continuou sem haver uma solução na Escócia.
Bolieiro espera que haja uma "baixíssima abstenção"
O presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, desejou que haja uma "baixíssima abstenção" nas presidenciais de hoje e está convicto que os portugueses farão a "melhor escolha".
Bolieiro, que votou na freguesia da Fajã de Baixo, no concelho de Ponta Delgada, destacou que o novo Presidente da República vai confrontar-se como uma "situação de instabilidade internacional" cujas preocupações subscreve.
Destacou a importância de, com outros atores políticos, "contribuir-se para serenidade, para a paz e, sobretudo para uma responsabilidade democrática cívica e de liderança nas nações e do país".
Bolieiro considera que "houve uma campanha eleitoral muito longa" e, se houver segunda volta, "ainda haverá continuidade de campanha".
O também líder do PSD/Açores voltou a reiterar que desejava ver o cargo de representante da República ser exercido por um açoriano.
Referiu também que desde a fase em que "primeiro [o representante da República] era militar e depois de se exigir que pudesse ser civil, finalmente poderia ser um açoriano", mas esta é uma "escolha legitima do Presidente da República".
Mais de 11 milhões de eleitores são hoje chamados a escolher o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa, numas eleições para a Presidência da República muito disputadas e com recorde de 11 candidatos.
De acordo com a Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI), estavam inscritos nos cadernos eleitorais 11.039.672 eleitores à data de referência de 03 de janeiro.
A 11.ª eleição para a Presidência da República desde a instauração da democracia em 25 de Abril de 1974 conta com um número recorde de candidatos (11).
Se algum candidato obtiver mais de 50% dos votos expressos será eleito já hoje chefe de Estado. Caso contrário, haverá uma segunda volta, em 08 de fevereiro, com os dois concorrentes mais votados.
CNE recebeu queixa sobre declarações de Miguel Albuquerque
Na queixa, o cidadão apontava para "referências ao candidato que [Albuquerque] apoia", sendo desta forma "suscetível de influenciar o livre exercício do direito de escolha por parte dos eleitores".
Por isso, a Comissão decidiu "determinar aos canais de televisão e rádios que cessem de imediato a transmissão da referida reportagem".
Líderes partidários exercem direito ao voto e apelam à participação
Quase todos os líderes partidários já votaram. O primeiro-ministro diz que a campanha mostrou que a democracia portuguesa é "muito saudável".
Líder do JPP apela à participação em eleições fundamentais para a democracia
O líder do Juntos Pelo Povo (JPP), Élvio Sousa, apelou hoje à participação dos portugueses nas eleições Presidenciais, vincando serem "eleições fundamentais no âmbito da democracia portuguesa".
"A mensagem que eu gostaria de transmitir hoje, em nome do JPP, é que os portugueses exerçam esse direito para a eleição desse cargo relevante para a magistratura de influência em Portugal e, nesse sentido, apelar para esse exercício do voto de expressão popular", afirmou.
As declarações de Élvio Sousa foram proferidas depois de ter votado numa sessão instalada no Salão Paroquial de Gaula, freguesia do concelho de Santa Cruz, na zona leste da ilha.
"As eleições para a Presidência da República são eleições fundamentais no âmbito da democracia portuguesa", reforçou.
O Juntos Pelo Povo começou como um movimento de cidadãos no município de Santa Cruz, em 2009, e hoje é o maior partido da oposição madeirense, com 11 deputados na Assembleia Legislativa, e tem representação na Assembleia da República.
Mais de 11 milhões de eleitores são hoje chamados a escolher o novo Presidente da República, que irá suceder a Marcelo Rebelo de Sousa, que atingiu o limite de mandatos, sendo 11 os candidatos aceites, um número recorde.
Se um dos candidatos obtiver mais de metade dos votos validamente expressos será eleito já hoje chefe de Estado. Caso contrário, haverá uma segunda volta, em 08 de fevereiro, com os dois mais votados no sufrágio.
No boletim de voto constam 14 nomes, incluindo os de Joana Amaral Dias, José Cardoso e Ricardo Sousa, cujas candidaturas não foram aceites pelo Tribunal Constitucional devido a irregularidades processuais.
As assembleias de voto para as eleições presidenciais abriram às 08:00 de hoje em Portugal Continental e na Madeira, encerrando às 19:00.
Nos Açores, as mesas de voto abrem e encerram uma hora depois em relação à hora de Lisboa, devido à diferença horária.
Para o sufrágio de hoje estão inscritos 11.039.672 eleitores, mais 174.662 do que nas eleições presidenciais de 2021.
Candidatos votam e apelam a maior participação cívica
Quase todos os candidatos a Belém também optaram por votar no período da manhã. O apelo a uma maior participação cívica foi a mensagem mais ouvida.
Albuquerque espera que o futuro PR nomeie representante madeirense para a região
O chefe do executivo da Madeira (PSD/CDS-PP), Miguel Albuquerque, disse hoje esperar que o futuro Presidente da República nomeie um representante para a região autónoma de origem madeirense, vincando ser este o "entendimento" da população do arquipélago.
"Hoje há do ponto de vista da população da Madeira um entendimento que a instituição de representante da República deve ser atribuída a um madeirense, como foi anteriormente, e correu muito bem, porque sendo uma pessoa de cá, conhece a realidade intrínseca e as particularidades e especificidades da região", afirmou.
Miguel Albuquerque, também líder da estrutura regional do PSD, falava aos jornalistas após ter votado numa mesa instalada na Escola Básica da Ajuda, na freguesia de São Martinho, no Funchal.
"Parece-me que vai acontecer uma segunda volta, mas o que vai acontecer nesta eleição [primeira volta] já vai ser importante para determinar qual o perfil do próximo Presidente da República", sustentou, acrescentado que, neste momento, Portugal precisa de um Presidente da República que seja "fator de estabilidade, de consistência e que garanta a governação e o progresso do país".
Quase todos os candidatos votaram durante a manhã
O país está a votar para escolher o futuro presidente da República. São as presidenciais mais concorridas de sempre. A esta hora, já votaram praticamente todos os candidatos.
Desde 2006. A taxa mais elevada até às 12h00
Foi aliás em 2006 que a administração eleitoral começou divulgar a afluência às urnas durante a tarde. Ou seja, desde que há registo, estas são já as eleições presidenciais com maior afluência até ao 12h00.
Secretário-geral do PS apela ao voto
Mais de 21% dos eleitores votaram até às 12h00
Esperada fraca participação nas eleições na aldeia mais a norte de Portugal
Na aldeia de Cristóval, na freguesia do concelho de Melgaço mais a norte de Portugal, tinham votado até às 12:25, 60 eleitores dos 516 inscritos nas eleições presidenciais e, até fecharam as urnas deverão votar cerca 160 pessoas.
A estimativa do presidente da Junta de Freguesia de Cristóval, David Barbeitos, é baseada na fraca participação em outros atos eleitorais.
"As pessoas não ligam muito, nem às [eleições] presidenciais e nem às europeias", afirmou à agência Lusa o presidente da Junta, junto ao edifício onde está instalada a mesa de voto.
A cumprir o último mandato autárquico, o socialista David Barbeitos explica a fraca participação com o envelhecimento da população.
"Era preciso andar porta a porta a explicar a importância do voto e, na televisão, mobilizarem mais as pessoas a virem votar", apontou.
"Costumam dizer que não vale a pena ir votar. Que já estão cansados. Quando é para as autárquicas, votam mais pessoas porque as vão buscar a casa", referiu.
Nas últimas autárquicas votaram 312 eleitores, nas legislativas 238, e nas europeias 180.
"Tem sido sempre assim", observou.
Contudo, nem o frio que se faz sentir, apesar do sol que vai aparecendo entre as nuvens, demoveu Arnaldo Abreu, de 93 anos, de cumprir com o seu dever cívico.
"Venho votar sempre. Nunca falhei. Só irei falhar quando morrer", desabafou o homem dos sete ofícios, que chegou a ser guarda-fiscal e a fazer contrabando.
"Andava com sacos às costas de 80 quilogramas. Ia [à Galiza] e vinha. Para lá ia café, entre outras coisas e, para cá, vinha amêndoa. Tanta coisa", contou.
António Pires também não perde uma eleição.
"Se vão votamos como vai ser?" questionou.
António Pires diz que Cristóval "só é bom para os reformados", tal como este ex-emigrante. Partiu jovem para França "porque no tempo de Salazar tinha de ir à tropa".
Hugo Afonso, de 25 anos, foi o eleitor mais jovem que falou à reportagem da Lusa. Vive no Porto, mas "de 15 em 15 dias vem visitar a terra", onde tem a sua residência fiscal.
"Voto em todas as eleições. Não falho nenhuma", afirmou Hugo Afonso que discorda da ideia dos jovens estarem afastados da política.
"Vejo pelo meu grupo de amigos, acho que os jovens estão bastante interessados. Querem mesmo exercer o seu direito de voto", frisou.
Cristóval está colada à Galiza, que de carro fica a cinco minutos de distância.
Do edifício da Junta, vislumbra-se, de um lado, a localidade galega de Pontevedra, separada de Cristóval pelo rio Minho e do outro, Ourense, pelo rio Trancoso.
A freguesia mais setentrional de Portugal, localizada no extremo norte do país, onde o rio Minho entra em Portugal deve o seu nome à Galiza.
Na aldeia, já não há mercearias e o único café que ainda trabalha está hoje fechado por motivos de doença.
A sede do concelho de Melgaço é onde a população se dirige para fazer compras ou, a Espanha.
Encontramos Manuel Rodrigues, conhecido por Manuel do trator, de 77 anos, a descer o monte. Disse que vai votar, mas logo mais à tarde. Primeiro vai a Espanha fazer umas compras.
Em 2021, dos 580 eleitores inscritos, menos 64 que nas presidenciais de hoje, votaram 134, cerca de 23,10%.
Mais de 11 milhões de eleitores são chamados a escolher o novo Presidente da República, que irá suceder a Marcelo Rebelo de Sousa, que atingiu o limite de mandatos, sendo 11 os candidatos aceites, um número recorde.
Se um dos candidatos obtiver mais de metade dos votos validamente expressos será eleito já hoje chefe de Estado. Caso contrário, haverá uma segunda volta, em 08 de fevereiro, com os dois mais votados no sufrágio.
Para o sufrágio de hoje estão inscritos 11.039.672 eleitores, mais 174.662 do que nas eleições presidenciais de 2021.
Rui Tavares sublinha a importância da Constituição
O porta-voz do Livre sublinhou a importância de defender a Constituição, num contexto internacional em mudança profunda.
Gouveia e Melo votou em Lisboa e garante que já passou por momentos mais difíceis na vida
Gouveia e Melo afirma que o estado de espírito é "sempre positivo" e qua já passou por momentos mais difíceis na vida. O candidato tem esperança que a abstenção seja pouco expressiva. "Tenho essa esperança".
Aguiar-Branco apela ao voto
André Ventura votou em Lisboa e pediu aos portugueses para "não ficarem no sofá"
Cavaco Silva votou em Lisboa e destaca importância do novo presidente da República no futuro do país
O ex-presidente da República votou em Lisboa e destacou a importância do cargo no futuro do país. “Vivemos um tempo internacional de grande instabilidade e incerteza”.
Líder do PAN reforça importância do voto independentemente de 2.ª volta
A porta-voz do PAN, Inês Sousa Real, sublinhou a importância dos eleitores votarem hoje independentemente de existir a possibilidade de uma segunda volta das eleições presidenciais, lembrando o papel do Presidente da República na "estabilidade" do país.
"Independentemente das pessoas saberem que existe a possibilidade de haver uma segunda volta, que não deixem de sair para ir votar, porque estamos a decidir aquilo que vão ser os próximos anos, de um papel, o mais alto papel da nação, que nos diz respeito a todos e a todas ao nível da nossa qualidade de vida", disse a deputada única, que votou esta manhã, pelas 11:20, na Escola Básica de Telheiras, em Lisboa.
A líder do PAN reforçou a importância do cargo de Presidente da República, que desempenha um papel que "diz muito à estabilidade e não apenas à representação do país lá fora", sobretudo num contexto de "instabilidade geopolítica".
Inês Sousa Real salientou ainda a importância da "adaptação dos votos em braile", que permite que as "pessoas com deficiência visual possam também participar".
Afluência na cidade suíça de Lugano acima de anteriores eleições
A afluência às urnas na cidade suíça de Lugano para as eleições presidenciais deste ano em Portugal está a ser maior do que em anteriores atos eleitorais, apesar da crónica abstenção elevada, sobretudo numa eleição que exige voto presencial.
Ao longo da manhã, o escritório consular de Portugal em Lugano, no cantão de Ticino, sul da Suíça, registou um movimento constante de emigrantes portugueses que aí se deslocaram para votar, constatou a reportagem da Lusa no local, tendo os responsáveis da mesa de voto confirmado que a afluência está a superar as de anteriores eleições.
Num universo de 5.337 eleitores inscritos em Lugano, já votaram entre sábado e hoje a meio da manhã mais de 200 eleitores, o que representa "pelo menos mais de 50% de taxa de participação face a anteriores atos eleitorais", quando ainda faltam mais de oito horas para o encerramento das urnas, indicaram à Lusa o presidente da mesa de voto, Pedro Gonçalves, e o vice-presidente, Carlos Dias.
"Pode-se dizer que estamos satisfeitos com esta participação, embora naturalmente que gostássemos que fosse mais elevada, já que estamos a falar de cerca de 200 eleitores num universo de mais de 5.000", declarou Pedro Gonçalves.
Nos atos eleitorais anteriores para escolha do Presidente da República, desde que foi estabelecido o voto emigrante para as presidenciais, em 2001, a abstenção foi sempre superior a 90%, o que também é atribuído ao facto de, nestas eleições, os portugueses que residem no estrangeiro apenas poderem votar presencialmente, algo que demove muitos devido às grandes distâncias que em alguns casos têm de percorrer.
Os emigrantes ouvidos pela Lusa à saída do escritório consular de Lugano -- um dos cinco locais onde os portugueses residentes na Suíça podem exercer o direito de voto, além da secção consular da embaixada em Berna, os consulados gerais de Genebra e Zurique e o escritório consular em Sion -- desvalorizam, no entanto, a exigência de voto presencial.
"Acho que é que muitos preferem ficar na cama a dormir ou ir para a tasca beber um copo de vinho", diz à Lusa José Rocha, um dos membros de uma família de quatro portugueses que viajaram até Lugano desde Cadenazzo, localidade a cerca de 30 quilómetros de distância, e que, asseguram, regressarão para uma mais do que provável segunda volta.
Cristina Oliveira da Silva, que reside em Mendrizio, a aproximadamente 20 quilómetros de Lugano, considera por seu turno que "era preferível que fosse possível o voto por correspondência", mas também não foi a exigência de voto presencial que a demoveu de votar hoje e, "se necessário, regressar para a segunda volta".
Por seu lado, Jorge Machado, residente em Lugano, admite que tem votado mais frequentemente desde que é possível fazê-lo no escritório consular desta cidade (o que acontece desde 2008), pois "antes era preciso ir até Zurique", a mais de 200 quilómetros de distância, e também este emigrante disse que "obviamente" vai voltar a votar na segunda volta.
André Pestana votou em Coimbra e apelou à participação dos portugueses
Nuno Melo votou no Porto e afirma que "portugueses estão cansados de campanhas e eleições"
O líder do CDS-PP votou no Porto, apelou ao voto dos portugueses e recordou que "quem for escolhido não vai governar. Mas, quem for escolhido tem funções muito importantes, deve conhecer as instituições e o seu funcionamento".
"A discussão política não é má, mas já vai sendo tempo de pararmos com eleições e podermos fazer tudo o resto. Em muito poucos anos foram muitas eleições seguidas. Os portugueses estão cansados de campanhas, estão cansados de eleições. É tempo de governar, é tempo de exercer outros magistérios, também na Presidência da República. Possa o fim deste ciclo dar-nos tempo de extenso sem campanhas políticas e sem confrontos político-partidários", desejou Nuno Melo.
Coordenador do Bloco de Esquerda acredita numa elevada afluência às urnas
Marques Mendes votou em Caxias e disse esperar uma "grande participação"
Jorge Pinto votou em Amarante e afirma que elevou debate com "assuntos que interessam"
O candidato apoiado pelo Livre votou na junta de freguesia de Cepelos, em Amarante e afirmou que está de "consciência tranquila por ter conseguido elevar o debate", com "assuntos que interessam aos portugueses".
“A República somos todos nós. A Democracia somos todos nós”, acrescentou Jorge Pinto que espera que a taxa de abstenção baixe porque “as pessoas estão com vontade de votar”.
“Baixar as taxas de abstenção é um bom sinal para a Democracia”.
Luís Montenegro votou em Espinho
Depois de exercer o direito de voto, o primeiro-ministro recordou que é uma "eleição altamente disputada" com muitos candidatos. Luís Montenegro espera uma forte participação.
O primeiro-ministro frisa que o futuro presidente da República vai enfrentar “cinco anos, que serão seguramente muito desafiantes”.
Montenegro considera ainda que “a campanha foi longa e não foi por falta de oportunidades que os candidatos não conseguiram afirmar as suas ideias e a forma como tencionam exercer esta função”.
“A Democracia portuguesa é muito saudável”, realçou.
Catarina Martins votou no Porto e apelou à participação: "A democracia é uma festa"
António Filipe já votou em Loures e pede aos portugueses que "honrem" esse direito
Seguro votou nas Caldas da Rainha e mostrou-se confiante numa afluência elevada às urnas
Cotrim Figueiredo vota em Lisboa e diz estar "confiante e otimista"
Resultado imprevisível
"É um dia feliz", diz o secretário-geral do PCP
Candidato Humberto Correia votou em Olhão
2021. O ano da maior abstenção de sempre
Mais de 200 mil eleitores já votaram no passado domingo
Destes, 218.481 dos votantes recenseados no território nacional inscreveram-se no voto antecipado em mobilidade, no passado domingo.
Um desses eleitores foi o próprio Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
Urnas já abriram. Onde devo votar?
Basta colocar o número de Cartão de Cidadão e a data de nascimento para ter acesso ao local de voto e à secção de voto a que se deve dirigir.