A participação cívica e política tem sido apontada como um fator de integração dos portugueses nos países onde residem. Na União Europeia existe, desde 1995, uma diretiva que permite a qualquer cidadão da União que não seja nacional do país da União onde vive ter o direito de votar e ser eleito nas eleições autárquicas desse país nas mesmas condições que os nacionais. Com o passar dos anos esta participação política tem vindo a acentuar-se e um caso muito evidente é o de França que vai a votos em março, daqui a um mês, e que nas últimas autárquicas em 2020 elegeu 7.200 portugueses e lusodescendentes.
Este é o tema do Decisão Nacional de hoje. Temos connosco Paulo Marques, presidente da Cívica, uma associação que reúne eleitos de origem portuguesa.