Mais atualizações
Numa altura em que Portugal está na 'lista vermelha' de muitos países da União Europeia (UE) para restrições às viagens devido à pandemia, a Comissão Europeia admite tensões entre os Estados-membros, exigindo a adoção de medidas "proporcionais".
Em entrevista à agência Lusa, em Bruxelas, a comissária europeia para os Assuntos Internos, Ylva Johansson, admitiu que "existem algumas tensões entre alguns Estados-membros quando estes entendem que um país vizinho não tem agido de forma correta, não tem informado ou não tem cooperado".
"Para haver uma boa relação entre os países é importante eles estarem em contacto uns com os outros antes de, por exemplo, colocarem outro país numa 'lista vermelha', (de forma a) terem um diálogo para perceber se essa é a melhor abordagem ou se existe outra forma de atuar e também para informar o outro Estado-membro sobre esse processo", defendeu Ylva Johansson.
A Direção-Geral da Saúde publicou a norma que define quais os contactos de alto e baixo risco com um doente.
A Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública reconhece a vantagem da iniciativa, mas considera que que peca por tardia. O documento da Direção-Geral da Saúde define que os contactos de alto risco são aqueles que devem ficar em vigilância ativa e isolamento durante 14 dias.
A Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública considera que há omissões importantes no documento.
VEJA A INFOGRAFIA COM TODOS OS DADOS ATUALIZADOS DA SITUAÇÃO EM PORTUGAL. CLIQUE AQUI
00h12 - Brasil regista mais de 50 mil casos e 1.211 óbitos em 24 horas
Ao todo, o maior país da América do Sul já confirmou 2.394.513 casos e 86.449 mortes provocadas pela doença desde 26 de fevereiro, quando a primeira infeção foi confirmada no país.
O Executivo também informou que 1.617.480 pessoas já são consideradas recuperadas e 690.584 infetados permanecem em acompanhamento.
Ao todo, o maior país da América do Sul já confirmou 2.394.513 casos e 86.449 mortes provocadas pela doença desde 26 de fevereiro, quando a primeira infeção foi confirmada no país.
O Executivo também informou que 1.617.480 pessoas já são consideradas recuperadas e 690.584 infetados permanecem em acompanhamento.
22h44 - Israelitas protestam contra Benjamin Netanyahu
Milhares de israelitas manifestaram-se hoje novamente contra o seu primeiro-ministro pela forma como Benjamin Netanyahu lidou com a pandemia, com manifestações em várias cidades do país e frente à sua residência oficial, em Jerusalém.
22h15 - Infarmed reconhece nunca ter visto ventiladores que autorizou
O Infarmed reconheceu que nunca sequer viu os ventiladores que autorizou a serem utilizados em vários hospitais. O organismo alegou que é normal registar produtos apenas com base em documentos. Em causa estão os ventiladores produzidos em Portugal que não estão certificados, nem nunca foram testados em seres humanos, mas que já foram inclusive exportados.
O Infarmed reconheceu que nunca sequer viu os ventiladores que autorizou a serem utilizados em vários hospitais. O organismo alegou que é normal registar produtos apenas com base em documentos. Em causa estão os ventiladores produzidos em Portugal que não estão certificados, nem nunca foram testados em seres humanos, mas que já foram inclusive exportados.
22h10 - Marcelo Rebelo de Sousa em homenagem na cidade de Ovar
O Presidente da República esteve em Ovar para homenagear as quarenta vítimas da pandemia do novo coronavírus.
O Presidente da República esteve em Ovar para homenagear as quarenta vítimas da pandemia do novo coronavírus.
22h07 - Marcelo garante pandemia estabilizada na Grande Lisboa
O Presidente considerou estabilizada a pandemia na Grande Lisboa. Marcelo Rebelo de Sousa foi a Ovar homenagear as vítimas da pandemia.
O Presidente considerou estabilizada a pandemia na Grande Lisboa. Marcelo Rebelo de Sousa foi a Ovar homenagear as vítimas da pandemia.
22h05 - Pandemia obriga muitos brasileiros a regressar a casa
A comunidade brasileira é a maior comunidade estrangeira em Portugal. Há 150 mil residentes, mas com a pandemia muitas centenas que ficaram no desemprego estão a voltar a casa.
A comunidade brasileira é a maior comunidade estrangeira em Portugal. Há 150 mil residentes, mas com a pandemia muitas centenas que ficaram no desemprego estão a voltar a casa.
22h04 - Covid-19 continua a registar recordes por todo o mundo
Na última semana, foi batido um novo recorde no número diário de novos casos positivos em todo o mundo para covid-19. Em apenas uma semana, o número de novos casos registados por dia duplicou em 37 países. Estados Unidos, Brasil e Índia são os países que mais contribuíram para este recorde.
Na última semana, foi batido um novo recorde no número diário de novos casos positivos em todo o mundo para covid-19. Em apenas uma semana, o número de novos casos registados por dia duplicou em 37 países. Estados Unidos, Brasil e Índia são os países que mais contribuíram para este recorde.
22h03 - Inglaterra coloca Espanha na lista negra de países inseguros
Termina assim a ponte aérea de turistas ingleses para território espanhol, decisão tomada devido ao recente disparar de novos casos em Espanha. A União Europeia está a tomar decisões semelhantes, só que em relação ao resto do mundo, com Bruxelas a propor que as fronteiras externas da União permaneçam fechadas até ao final do ano.
Termina assim a ponte aérea de turistas ingleses para território espanhol, decisão tomada devido ao recente disparar de novos casos em Espanha. A União Europeia está a tomar decisões semelhantes, só que em relação ao resto do mundo, com Bruxelas a propor que as fronteiras externas da União permaneçam fechadas até ao final do ano.
22h02 - Fuenlabrada tem 28 pessoas infetadas
O clube da região de Madrid disse que quatro dos jogadores que testaram positivo permanecem na capital espanhola e não tiveram contacto com a equipa na última semana. Os outros oito elementos agora infetados tinham tido resultados negativos nos testes anteriores, mas testaram positivo este sábado.###1247584&###
O clube da região de Madrid disse que quatro dos jogadores que testaram positivo permanecem na capital espanhola e não tiveram contacto com a equipa na última semana. Os outros oito elementos agora infetados tinham tido resultados negativos nos testes anteriores, mas testaram positivo este sábado.###1247584&###
19H01 - Madeira com mais um caso suspeito
O Instituto de Administração de Saúde da Madeira (IASAUDE) informou que existe hoje mais um caso suspeito de covid-19 na região, que regista 10 situações ativas, num total 105 doentes e 95 recuperados.
17h59 - Itália regista mais cinco mortes
A Itália registou cinco mortes com covid-19, nas últimas 24 horas, o mesmo aumento registado na sexta-feira, confirmando 274 novos contágios, num valor consonante com a média dos últimos dias, disseram as autoridades sanitárias italianas. No total, foram infetadas com o novo coronavírus 245.864 pessoas.
A Itália registou cinco mortes com covid-19, nas últimas 24 horas, o mesmo aumento registado na sexta-feira, confirmando 274 novos contágios, num valor consonante com a média dos últimos dias, disseram as autoridades sanitárias italianas. No total, foram infetadas com o novo coronavírus 245.864 pessoas.
O aumento de 274 novos contágios é um pouco maior do que o dia anterior (252), mas permanece dentro dos valores das últimas semanas, o que indica que Itália se encontra numa fase estacionária da pandemia.
No boletim hoje divulgado pelo Ministério da Saúde de Itália, as vítimas fatais são agora 35.102.
No boletim hoje divulgado pelo Ministério da Saúde de Itália, as vítimas fatais são agora 35.102.
17h55 - Rio de Janeiro cancela Réveillon de 2021
A prefeitura da cidade brasileira anunciou o cancelamento da festa de Réveillon que aconteceria na passagem deste ano para 2021, por causa da pandemia de covid-19.
Segundo os responsáveis, a celebração "não é viável neste cenário de pandemia sem a existência de uma vacina".
A prefeitura da cidade brasileira anunciou o cancelamento da festa de Réveillon que aconteceria na passagem deste ano para 2021, por causa da pandemia de covid-19.
Segundo os responsáveis, a celebração "não é viável neste cenário de pandemia sem a existência de uma vacina".
17h51 - Guiné-Bissau com 28 novos casos e total de 1.981
O país registou na última semana 28 novos casos de infeção pelo novo coronavírus. "Há um total acumulado de 1.981. Há 28 novos casos", disse a alta comissária para a covid-19, Magda Robalo.
O país registou na última semana 28 novos casos de infeção pelo novo coronavírus. "Há um total acumulado de 1.981. Há 28 novos casos", disse a alta comissária para a covid-19, Magda Robalo.
Dos 1.981 casos, 1.088 permanecem ativos no país. A Guiné-Bissau regista também 26 vítimas mortais e 893 recuperados.
No âmbito do combate à pandemia provocada pelo novo coronavírus, o Presidente guineense, Umaro Sissoco Embaló, prolongou hoje o estado de emergência, pela sétima vez, até 24 de agosto.
No âmbito do combate à pandemia provocada pelo novo coronavírus, o Presidente guineense, Umaro Sissoco Embaló, prolongou hoje o estado de emergência, pela sétima vez, até 24 de agosto.
17h24 - Bruxelas admite tensões e exige restrições "adequadas" para viagens na UE
Numa altura em que Portugal está na 'lista vermelha' de muitos países da União Europeia (UE) para restrições às viagens devido à pandemia, a Comissão Europeia admite tensões entre os Estados-membros, exigindo a adoção de medidas "proporcionais".
Em entrevista à agência Lusa, em Bruxelas, a comissária europeia para os Assuntos Internos, Ylva Johansson, admitiu que "existem algumas tensões entre alguns Estados-membros quando estes entendem que um país vizinho não tem agido de forma correta, não tem informado ou não tem cooperado".
"Para haver uma boa relação entre os países é importante eles estarem em contacto uns com os outros antes de, por exemplo, colocarem outro país numa 'lista vermelha', (de forma a) terem um diálogo para perceber se essa é a melhor abordagem ou se existe outra forma de atuar e também para informar o outro Estado-membro sobre esse processo", defendeu Ylva Johansson.
17h03 - Reino Unido regista 61 novas mortes e total de óbitos sobe para 45.738
O Reino Unido registou mais 61 mortes com covid-19, nas últimas 24 horas, fazendo subir o número total de óbitos para 45.738, no dia em que ginásios e piscinas reabriram, na fase final de desconfinamento.
O Governo britânico reconhece que a situação da pandemia de covid-19 ainda não está controlada, anunciando um reforço do seu programa de deteção e rastreamento de contágios, com medidas de confinamento em locais seletivos mais afetados.
Como medida de proteção adicional, desde sexta-feira que o uso da máscara é obrigatório em lojas, supermercados, correios e bancos, embora seja opcional em restaurantes, pubs, cinemas e teatros.
Com base no plano de desconfinamento, em 01 de agosto, vários equipamentos públicos poderão reabrir na Inglaterra, a região mais populosa, como casinos e pistas de patinagem, enquanto a Escócia, o País de Gales e a Irlanda do Norte têm os seus próprios calendários.
Na mesma data, teatros e salas de concerto podem reabrir e casamentos com até 30 convidados serão permitidos e em setembro está planeado a abertura total de escolas e jardins de infância.
O Reino Unido registou mais 61 mortes com covid-19, nas últimas 24 horas, fazendo subir o número total de óbitos para 45.738, no dia em que ginásios e piscinas reabriram, na fase final de desconfinamento.
O Governo britânico reconhece que a situação da pandemia de covid-19 ainda não está controlada, anunciando um reforço do seu programa de deteção e rastreamento de contágios, com medidas de confinamento em locais seletivos mais afetados.
Como medida de proteção adicional, desde sexta-feira que o uso da máscara é obrigatório em lojas, supermercados, correios e bancos, embora seja opcional em restaurantes, pubs, cinemas e teatros.
Com base no plano de desconfinamento, em 01 de agosto, vários equipamentos públicos poderão reabrir na Inglaterra, a região mais populosa, como casinos e pistas de patinagem, enquanto a Escócia, o País de Gales e a Irlanda do Norte têm os seus próprios calendários.
Na mesma data, teatros e salas de concerto podem reabrir e casamentos com até 30 convidados serão permitidos e em setembro está planeado a abertura total de escolas e jardins de infância.
16h45 - OMS relata o maior aumento de casos num único dia
Está batido um novo recorde de infecções no mundo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, num só dia o número de casos registados ultrapassou os 284 mil.
Os Estados Unidos ajudaram com quase 70 mil infectados e mais de mil mortos. O Brasil registou quase 68 mil infecções. E a Índia, mais de 49 mil.
Está batido um novo recorde de infecções no mundo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, num só dia o número de casos registados ultrapassou os 284 mil.
Os Estados Unidos ajudaram com quase 70 mil infectados e mais de mil mortos. O Brasil registou quase 68 mil infecções. E a Índia, mais de 49 mil.
16h08 - Turismo da Galiza enfrenta crise acentuada com a falta dos turistas portugueses
Há poucos portugueses de férias na Galiza. Todos os anos, esta região de Espanha era o destino preferido de milhares de famílias do norte do país. Este verão, hotéis e restaurantes galegos sentem a falta dos clientes de sempre.
De Sanxenxo até La Guardia regista-se uma descida de mais de sessenta por cento.
Há poucos portugueses de férias na Galiza. Todos os anos, esta região de Espanha era o destino preferido de milhares de famílias do norte do país. Este verão, hotéis e restaurantes galegos sentem a falta dos clientes de sempre.
De Sanxenxo até La Guardia regista-se uma descida de mais de sessenta por cento.
15h50 - Vários países europeus reforçam medidas de prevenção
Depois do desconfinamento, vários países europeus estão agora a reforçar as medidas de prevenção, contra novas infeções. Medidas que passam pelo reforço do controlo nas fronteiras e pela proibição de viagens para zonas de alto risco.
Depois do desconfinamento, vários países europeus estão agora a reforçar as medidas de prevenção, contra novas infeções. Medidas que passam pelo reforço do controlo nas fronteiras e pela proibição de viagens para zonas de alto risco.
15h40 - Caso raro de feto de 8 meses que morre infetado com SARS-Cov-2 no Amadora-Sintra
Um feto de oito meses morreu infetado com o vírus SARS-Cov-2. O caso, que os especialistas garantem ser extremamente raro, aconteceu no Hospital Amadora-Sintra. A mãe era assintomática e transmitiu durante a gravidez.
Um feto de oito meses morreu infetado com o vírus SARS-Cov-2. O caso, que os especialistas garantem ser extremamente raro, aconteceu no Hospital Amadora-Sintra. A mãe era assintomática e transmitiu durante a gravidez.
15h25 - Surto no Vimieiro com nove casos positivos
Há um surto de Covid 19 no Vimieiro, em Arraiolos. Na quinta-feira foram identificados nove casos positivos, todos da mesma família. Por precaução, as autoridades sanitárias encerraram alguns cafés, restaurantes e a creche.
Há um surto de Covid 19 no Vimieiro, em Arraiolos. Na quinta-feira foram identificados nove casos positivos, todos da mesma família. Por precaução, as autoridades sanitárias encerraram alguns cafés, restaurantes e a creche.
15h00 - Pessoas mais pobres e em idade ativa são os mais afetadas
As classes mais baixas estão a ser as mais afetadas pela crise e pela a quebra de rendimentos provocada pela pandemia.
O barómetro Covid-19 da Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa, dá conta de que os que têm menos rendimentos e menos escolaridade têm sofrido mais com a crise. O barómetro diz mais: encontram dificuldades, por exemplo, no simples acesso a consultas médicas.
O barómetro Covid-19 da Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa, dá conta de que os que têm menos rendimentos e menos escolaridade têm sofrido mais com a crise. O barómetro diz mais: encontram dificuldades, por exemplo, no simples acesso a consultas médicas.
14h45 - Diretor do CEiiA diz que apenas versão 2 do ventilador será submetida a certificação CE
O diretor do CEiiA - Centro de Engenharia e Desenvolvimento Miguel Braga afirmou hoje que, apesar da autorização do Infarmed para a utilização do ventilador no âmbito da covid-19, apenas a versão 2 do equipamento será submetida a certificação CE.
Em declarações à agência Lusa, Miguel Braga, diretor de desenvolvimento de negócio e da unidade de serviços de engenharia do CEiiA, em Matosinhos, explicou que a autorização dada pelo Infarmed, no dia 14 de julho, no âmbito do procedimento especial de autorização, para a utilização do modelo 1 do ventilador Atena teve em conta "o contexto de emergência" vivido face à pandemia.
"Se vivemos uma emergência, se faltavam ventiladores para salvar vidas, tinha de existir um processo excecional e especial porque a situação, ela própria, é excecional. O que se pretendeu foi desburocratizar um processo que, tendencialmente, é demorado, para que não ficássemos nas questões burocráticas e se perdessem vidas por causa disso", referiu.
Segundo Miguel Braga, a autorização do Infarmed, à semelhança das entidades reguladores europeias suas homólogas, foi dada com "um prazo de seis meses" com vista a, durante esse período, o CEiiA submeter o equipamento médico invasivo a um "organismo notificado" com competência para certificar o ventilador Atena.
Apesar da versão 1 do ventilador, que seguiu "rigorosamente a longa lista de ensaios e requisitos" do procedimento especial de autorização do Infarmed, estar autorizada para utilização em casos de emergência no contexto da covid-19, o CEiiA pretende submeter à marcação CE a versão 2 do equipamento, uma versão "otimizada" e com "mais funcionalidades".
"A decisão do CEiiA foi submeter a certificação CE a versão 2 do ventilador, que está em desenvolvimento desde maio e que mantém a segurança e fiabilidade do ventilador versão 1", afirmou Miguel Braga, observando que o centro vai tirar partido da mesma base tecnológica para "melhorar do ponto de vista económico, da estrutura, do peso e das funcionalidades eletrónicas" o equipamento.
Se, por um lado, a versão 1 do Atena pretendeu responder a "uma emergência e desafio" colocado pela covid-19, a versão 2 pretende "competir com os ventiladores mais desenvolvidos que estão no mercado" e "responder à necessidade estrutural" do país se tornar "mais soberano e independente do estrangeiro".
"A versão 1 serve apenas para uma emergência, a versão 2 do ventilador, a ambição de produção será visada por aquilo que será o mercado. Não justificaria, dado que o processo de certificação demorará pelo menos um ano, olhar apenas para o que é o tratamento da covid-19. Será um ventilador para estar no mercado e competir", disse.
Miguel Braga acrescentou ainda que o CEiiA e a comunidade 4Life estão já em contacto com o "organismo notificado" de origem alemã para que o processo "se inicie o mais depressa possível".
O modelo 1 do ventilador Atena, que foi produzido em 45 dias, tem autorização de utilização para três dos quatro modos de ventilação - ventilação em pressão, ventilação em volume e ventilação em pressão controlada -, sendo que o CEiiA prevê nas próximas duas semanas conseguir, através de ensaios que vão ser realizados fora de Portugal, que o modo de ventilação assistida passe ser também autorizado pelo Infarmed.
O diretor do CEiiA - Centro de Engenharia e Desenvolvimento Miguel Braga afirmou hoje que, apesar da autorização do Infarmed para a utilização do ventilador no âmbito da covid-19, apenas a versão 2 do equipamento será submetida a certificação CE.
Em declarações à agência Lusa, Miguel Braga, diretor de desenvolvimento de negócio e da unidade de serviços de engenharia do CEiiA, em Matosinhos, explicou que a autorização dada pelo Infarmed, no dia 14 de julho, no âmbito do procedimento especial de autorização, para a utilização do modelo 1 do ventilador Atena teve em conta "o contexto de emergência" vivido face à pandemia.
"Se vivemos uma emergência, se faltavam ventiladores para salvar vidas, tinha de existir um processo excecional e especial porque a situação, ela própria, é excecional. O que se pretendeu foi desburocratizar um processo que, tendencialmente, é demorado, para que não ficássemos nas questões burocráticas e se perdessem vidas por causa disso", referiu.
Segundo Miguel Braga, a autorização do Infarmed, à semelhança das entidades reguladores europeias suas homólogas, foi dada com "um prazo de seis meses" com vista a, durante esse período, o CEiiA submeter o equipamento médico invasivo a um "organismo notificado" com competência para certificar o ventilador Atena.
Apesar da versão 1 do ventilador, que seguiu "rigorosamente a longa lista de ensaios e requisitos" do procedimento especial de autorização do Infarmed, estar autorizada para utilização em casos de emergência no contexto da covid-19, o CEiiA pretende submeter à marcação CE a versão 2 do equipamento, uma versão "otimizada" e com "mais funcionalidades".
"A decisão do CEiiA foi submeter a certificação CE a versão 2 do ventilador, que está em desenvolvimento desde maio e que mantém a segurança e fiabilidade do ventilador versão 1", afirmou Miguel Braga, observando que o centro vai tirar partido da mesma base tecnológica para "melhorar do ponto de vista económico, da estrutura, do peso e das funcionalidades eletrónicas" o equipamento.
Se, por um lado, a versão 1 do Atena pretendeu responder a "uma emergência e desafio" colocado pela covid-19, a versão 2 pretende "competir com os ventiladores mais desenvolvidos que estão no mercado" e "responder à necessidade estrutural" do país se tornar "mais soberano e independente do estrangeiro".
"A versão 1 serve apenas para uma emergência, a versão 2 do ventilador, a ambição de produção será visada por aquilo que será o mercado. Não justificaria, dado que o processo de certificação demorará pelo menos um ano, olhar apenas para o que é o tratamento da covid-19. Será um ventilador para estar no mercado e competir", disse.
Miguel Braga acrescentou ainda que o CEiiA e a comunidade 4Life estão já em contacto com o "organismo notificado" de origem alemã para que o processo "se inicie o mais depressa possível".
O modelo 1 do ventilador Atena, que foi produzido em 45 dias, tem autorização de utilização para três dos quatro modos de ventilação - ventilação em pressão, ventilação em volume e ventilação em pressão controlada -, sendo que o CEiiA prevê nas próximas duas semanas conseguir, através de ensaios que vão ser realizados fora de Portugal, que o modo de ventilação assistida passe ser também autorizado pelo Infarmed.
14h30 - Açores com mais um caso registado nas últimas 24 horas
Os Açores registaram nas últimas 24 horas um novo caso de covid-19, ao mesmo tempo que um doente infetado recuperou da doença, informou hoje a Autoridade de Saúde regional.
Em nota, a entidade realça que, "decorrente das 1.268 análises realizadas nos dois laboratórios de referência da região nas últimas 24 horas", foi diagnosticado um novo caso positivo de covid-19 na ilha de São Miguel.
O caso diagnosticado reporta-se a um homem, de 30 anos de idade, não residente nos Açores, que desembarcou proveniente de ligação aérea com o território continental na quinta-feira.
"O mesmo apresenta situação clínica estável e foram já diligenciados, pela delegação de saúde concelhia, os procedimentos definidos para caso confirmado, testagem e vigilância de contactos próximos", prossegue a autoridade.
Há a registar também um caso de recuperação de um homem, de 49 anos de idade, que havia desembarcado a 8 de julho na ilha de São Miguel, onde cumpriu isolamento até à sua recuperação, proveniente de ligação aérea com o território continental, tendo como destino a ilha Terceira.
Os Açores registaram nas últimas 24 horas um novo caso de covid-19, ao mesmo tempo que um doente infetado recuperou da doença, informou hoje a Autoridade de Saúde regional.
Em nota, a entidade realça que, "decorrente das 1.268 análises realizadas nos dois laboratórios de referência da região nas últimas 24 horas", foi diagnosticado um novo caso positivo de covid-19 na ilha de São Miguel.
O caso diagnosticado reporta-se a um homem, de 30 anos de idade, não residente nos Açores, que desembarcou proveniente de ligação aérea com o território continental na quinta-feira.
"O mesmo apresenta situação clínica estável e foram já diligenciados, pela delegação de saúde concelhia, os procedimentos definidos para caso confirmado, testagem e vigilância de contactos próximos", prossegue a autoridade.
Há a registar também um caso de recuperação de um homem, de 49 anos de idade, que havia desembarcado a 8 de julho na ilha de São Miguel, onde cumpriu isolamento até à sua recuperação, proveniente de ligação aérea com o território continental, tendo como destino a ilha Terceira.
14h15 - Polícia Marítima fiscalizou jovens em Troia com álcool e em grupo
A Polícia Marítima (PM) de Setúbal realizou na madrugada de hoje ações de fiscalização e sensibilização de jovens que se encontravam em Troia a confraternizar com bebidas alcoólicas, o que é proibido devido às medidas de contenção da covid-19.
Em comunicado, esta força de segurança referiu que uma das ações se realizou na praia Atlântica-Soltroia, em Troia, após "queixas de aglomerados de jovens na praia".
"Foi detetado um grupo de jovens a confraternizar e na posse de garrafas de bebidas alcoólicas", lê-se no comunicado da PM.
O grupo foi "identificado e sensibilizado para a proibição de consumo de bebidas alcoólicas em espaços públicos à noite, em especial por menores, bem como para as limitações em relação aos aglomerados de pessoas".
A Polícia Marítima alertou ainda os jovens para "os perigos que as fogueiras em tempo quente podem acarretar", tendo depois os jovens regressado às suas residências.
Antes desta ação, a PM já tinha efetuado o levantamento de sete tendas em situação de acampamento selvagem não autorizado, por parte de um grupo de jovens de nacionalidade estrangeira, na Praia do Creiro, Serra da Arrábida.
A Polícia Militar também dispersou um grupo que se encontrava a consumir bebidas alcoólicas na Praia de Albarquel, em Setúbal.
A Polícia Marítima (PM) de Setúbal realizou na madrugada de hoje ações de fiscalização e sensibilização de jovens que se encontravam em Troia a confraternizar com bebidas alcoólicas, o que é proibido devido às medidas de contenção da covid-19.
Em comunicado, esta força de segurança referiu que uma das ações se realizou na praia Atlântica-Soltroia, em Troia, após "queixas de aglomerados de jovens na praia".
"Foi detetado um grupo de jovens a confraternizar e na posse de garrafas de bebidas alcoólicas", lê-se no comunicado da PM.
O grupo foi "identificado e sensibilizado para a proibição de consumo de bebidas alcoólicas em espaços públicos à noite, em especial por menores, bem como para as limitações em relação aos aglomerados de pessoas".
A Polícia Marítima alertou ainda os jovens para "os perigos que as fogueiras em tempo quente podem acarretar", tendo depois os jovens regressado às suas residências.
Antes desta ação, a PM já tinha efetuado o levantamento de sete tendas em situação de acampamento selvagem não autorizado, por parte de um grupo de jovens de nacionalidade estrangeira, na Praia do Creiro, Serra da Arrábida.
A Polícia Militar também dispersou um grupo que se encontrava a consumir bebidas alcoólicas na Praia de Albarquel, em Setúbal.
13h43 - Novo teste a Jair Bolsonaro deu resultado negativo
O Presidente do Brasil informou hoje que o último teste que fez à Covid-16 deu negativo. No entanto, Jair Bolsonaro não revelou quando é que realizou este último teste.
"RT-PCR para Sars-Cov 2: negativo. Bom dia a todos", escreveu na rede social Twitter.
O Presidente do Brasil informou hoje que o último teste que fez à Covid-16 deu negativo. No entanto, Jair Bolsonaro não revelou quando é que realizou este último teste.
"RT-PCR para Sars-Cov 2: negativo. Bom dia a todos", escreveu na rede social Twitter.
- RT-PCR para Sars-Cov 2: negativo.
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) July 25, 2020
- BOM DIA A TODOS. pic.twitter.com/CkdV59yGXP
A informação foi publicada juntamente com uma foto na qual Bolsonaro aparece segurando uma caixa de cloroquina, droga usada para combater a covid-19 no Brasil, que não tem eficácia científica comprovada.
O Presidente brasileiro, de 65 anos, não disse quando fez o novo teste, sendo que na quarta-feira, ele testou positivo pela terceira vez.
Desde que confirmou a infeção por covid-19, no dia 07 de julho, Bolsonaro passou a despachar por videoconferência a partir da sua residência oficial em Brasília, o Palácio da Alvorada, onde garantiu que permanecia isolado e sem contato com os seus familiares.
O chefe de Estado brasileiro não esclareceu quando planeia retomar sua agenda oficial, embora se acredite que o fará a partir da próxima segunda-feira.
O Presidente brasileiro, de 65 anos, não disse quando fez o novo teste, sendo que na quarta-feira, ele testou positivo pela terceira vez.
Desde que confirmou a infeção por covid-19, no dia 07 de julho, Bolsonaro passou a despachar por videoconferência a partir da sua residência oficial em Brasília, o Palácio da Alvorada, onde garantiu que permanecia isolado e sem contato com os seus familiares.
O chefe de Estado brasileiro não esclareceu quando planeia retomar sua agenda oficial, embora se acredite que o fará a partir da próxima segunda-feira.
13h25 - Pandemia fez 639.981 mortos e infetou 15,8 milhões em todo o mundo
A pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus já provocou a morte de 639.981 pessoas em todo o mundo e infetou 15.815.830, em 196 países, de acordo com o último b
De acordo com o balanço da AFP, que se reporta às 11:00, estão oficialmente notificados 15.815.830 casos de infeção, dos quais 8.891.100 estão considerados curados.
Os dois maiores aumentos diários de casos desde o início da pandemia foram observados na quinta e sexta-feira, com mais de 280.000 novas infeções registadas em cada um dos dois dias.
Mais de cinco milhões de novos casos foram oficialmente comunicados desde 01 de julho, o que é superior a um terço dos casos de covid-19 detetados desde o início da pandemia.
Este ritmo crescente e os sinais de ressurgimento da epidemia em vários países são preocupantes para as autoridades sanitárias, levando a novas medidas de contenção e à multiplicação de outras medidas de proteção, tais como o uso obrigatório de máscaras.
Na sexta-feira, registaram-se 6.241 novas mortes e 282.042 novos casos em todo o mundo. Os países com o maior número de mortes foram os Estados Unidos, com 1.157 novas mortes, Brasil (1.156) e Índia (757).alanço feito pela Agência France-Presse (AFP).
A pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus já provocou a morte de 639.981 pessoas em todo o mundo e infetou 15.815.830, em 196 países, de acordo com o último b
De acordo com o balanço da AFP, que se reporta às 11:00, estão oficialmente notificados 15.815.830 casos de infeção, dos quais 8.891.100 estão considerados curados.
Os dois maiores aumentos diários de casos desde o início da pandemia foram observados na quinta e sexta-feira, com mais de 280.000 novas infeções registadas em cada um dos dois dias.
Mais de cinco milhões de novos casos foram oficialmente comunicados desde 01 de julho, o que é superior a um terço dos casos de covid-19 detetados desde o início da pandemia.
Este ritmo crescente e os sinais de ressurgimento da epidemia em vários países são preocupantes para as autoridades sanitárias, levando a novas medidas de contenção e à multiplicação de outras medidas de proteção, tais como o uso obrigatório de máscaras.
Na sexta-feira, registaram-se 6.241 novas mortes e 282.042 novos casos em todo o mundo. Os países com o maior número de mortes foram os Estados Unidos, com 1.157 novas mortes, Brasil (1.156) e Índia (757).alanço feito pela Agência France-Presse (AFP).
13h00 - Portugal com mais quatro óbitos e 263 novas infeções
Os últimos dados da Direção-Geral da Saúde referem um aumento do número de mortos, nas últimas 24 horas, em quatro. Os casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus aumentaram em 263 e o número de pessoas recuperadas subiu em 323.
Dos 263 novos casos de infeção, 183 foram registados em Lisboa e Vale do Tejo.
Há agora registo de 49.955 casos confirmados desde o advento da pandemia, 1.716 casos mortais e 35.010 pessoas recuperadas.
Aguardam nesta altura resultados laboratoriais 1.564 pessoas. As autoridades sanitárias mantêm debaixo de vigilância 34.980 casos.
Estão internados 410 doentes, dos quais 50 em unidades de cuidados intensivos.
Dos 263 novos casos de infeção, 183 foram registados em Lisboa e Vale do Tejo.
Há agora registo de 49.955 casos confirmados desde o advento da pandemia, 1.716 casos mortais e 35.010 pessoas recuperadas.
Aguardam nesta altura resultados laboratoriais 1.564 pessoas. As autoridades sanitárias mantêm debaixo de vigilância 34.980 casos.
Estão internados 410 doentes, dos quais 50 em unidades de cuidados intensivos.
12h45 - Primeira máscara que inativa novo coronavírus criada em Portugal
A primeira máscara têxtil e reutilizável com capacidade comprovada para inativar o novo coronavírus, responsável pela covid-19, foi criada em Portugal, numa projeto de cooperação entre a comunidade empresarial, académica e científica, foi hoje anunciado.
Em causa está a máscara MOxAd-Tech, que "superou com sucesso os testes realizados pelo Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes, tornando-a na primeira máscara com capacidade de inativar o vírus SARS-CoV-2", informa em comunicado o consórcio responsável pela inovação.
A primeira máscara têxtil e reutilizável com capacidade comprovada para inativar o novo coronavírus, responsável pela covid-19, foi criada em Portugal, numa projeto de cooperação entre a comunidade empresarial, académica e científica, foi hoje anunciado.
Em causa está a máscara MOxAd-Tech, que "superou com sucesso os testes realizados pelo Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes, tornando-a na primeira máscara com capacidade de inativar o vírus SARS-CoV-2", informa em comunicado o consórcio responsável pela inovação.
Composto pela fabricante Adalberto, a retalhista do grupo Sonae Fashion (Mo), o Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes, o Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal e a Universidade do Minho, este projeto "de cooperação entre a comunidade empresarial, académica e científica" permitiu, então, "o desenvolvimento de uma máscara reutilizável de elevado desempenho", que além de ser feita de um tecido com características antimicrobianas, tem agora "proteção adicional" comprovada.Primeira máscara que inativa novo coronavírus criada em Portugal https://t.co/eQLpcl17m2
— RTPNotícias (@RTPNoticias) July 25, 2020
12h30 - África ultrapassa barreira dos 800 mil casos e tem mais de 17 mil mortos
O número de casos de covid-19 em África ultrapassou a barreira dos 800 mil, com 810.008 infetados, mais 22.507 que no dia anterior, segundo os dados atualizados da pandemia.
De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número de mortos ultrapassou nas últimas horas a barreira dos 17.000, contabilizando 17.088 (mais 391).
Em relação aos recuperados, estão neste momento contabilizados 462.374, mais 16.292 que na véspera.
O maior número de casos de covid-19 continua a atingir a África Austral: 438.864 infetados (mais 14.702) e 6.689 mortos (mais 269).
A grande maioria dos casos regista-se na África do Sul, o país com mais infetados e mais mortos em todo o continente, e que regista 438.864 casos (mais 30.812) e 6.689 mortos (mais 596).
Na África do Norte, os casos ascendem a 145.339 casos, registando-se 6.206 mortos.
A África Ocidental contabiliza agora 116.069 infetados e 1.811 mortos e na África Oriental há 63.855 casos e 1.496 mortos, enquanto na África Central a doença já atinge 45.281 pessoas, tendo provocado 886 mortos.
O Egito é o segundo país com mais vítimas mortais, a seguir à África do Sul, contabilizando 91.072 casos e 4.518 vítimas mortais. Segue-se a Argélia, com 25.552 infetados e 1.127 mortos.
Entre os cinco países mais afetados, está também a Nigéria, com 39.539 casos e 845 mortos, e o Sudão, com 11.302 casos e 706 mortos.
Em relação aos países africanos lusófonos e segundo dados das autoridades locais, Cabo Verde é o que tem mais infeções (2.220, dos quais 22 mortes), enquanto Angola lidera em termos de vítimas mortais - 35 mortos entre os 880 casos diagnosticados.
A Guiné-Bissau regista 1.949 casos positivos, que resultaram em 26 mortes, enquanto Moçambique contabiliza 1.590 casos e 11 vítimas mortais.
São Tomé e Príncipe tem 749 casos de infeção pelo novo coronavírus, que causou 14 mortos.
A Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), mantém há várias semanas 3.071 casos e 51 mortos, segundo o África CDC, embora as autoridades equato-guineenses relatem menos casos positivos (2.350) e o mesmo número de falecimentos.
O número de casos de covid-19 em África ultrapassou a barreira dos 800 mil, com 810.008 infetados, mais 22.507 que no dia anterior, segundo os dados atualizados da pandemia.
De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número de mortos ultrapassou nas últimas horas a barreira dos 17.000, contabilizando 17.088 (mais 391).
Em relação aos recuperados, estão neste momento contabilizados 462.374, mais 16.292 que na véspera.
O maior número de casos de covid-19 continua a atingir a África Austral: 438.864 infetados (mais 14.702) e 6.689 mortos (mais 269).
A grande maioria dos casos regista-se na África do Sul, o país com mais infetados e mais mortos em todo o continente, e que regista 438.864 casos (mais 30.812) e 6.689 mortos (mais 596).
Na África do Norte, os casos ascendem a 145.339 casos, registando-se 6.206 mortos.
A África Ocidental contabiliza agora 116.069 infetados e 1.811 mortos e na África Oriental há 63.855 casos e 1.496 mortos, enquanto na África Central a doença já atinge 45.281 pessoas, tendo provocado 886 mortos.
O Egito é o segundo país com mais vítimas mortais, a seguir à África do Sul, contabilizando 91.072 casos e 4.518 vítimas mortais. Segue-se a Argélia, com 25.552 infetados e 1.127 mortos.
Entre os cinco países mais afetados, está também a Nigéria, com 39.539 casos e 845 mortos, e o Sudão, com 11.302 casos e 706 mortos.
Em relação aos países africanos lusófonos e segundo dados das autoridades locais, Cabo Verde é o que tem mais infeções (2.220, dos quais 22 mortes), enquanto Angola lidera em termos de vítimas mortais - 35 mortos entre os 880 casos diagnosticados.
A Guiné-Bissau regista 1.949 casos positivos, que resultaram em 26 mortes, enquanto Moçambique contabiliza 1.590 casos e 11 vítimas mortais.
São Tomé e Príncipe tem 749 casos de infeção pelo novo coronavírus, que causou 14 mortos.
A Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), mantém há várias semanas 3.071 casos e 51 mortos, segundo o África CDC, embora as autoridades equato-guineenses relatem menos casos positivos (2.350) e o mesmo número de falecimentos.
12h00 - Fuenlabrada com mais 12 infetados e um total de 28
Os mais recentes testes à covid-19 no Fuenlabrada tiveram como resultado 12 novos casos confirmados de infeção, elevando o total para 28, anunciou hoje o clube que alinha na segunda divisão espanhola de futebol.
O clube da região de Madrid precisou que quatro dos novos casos "não tiveram contacto (com elementos da equipa) desde o jogo com o Elche, em 17 de julho, e que os restantes oito tiveram resultados negativos em 18 de julho, mas os testes agora efetuados acusaram positivo.
O Fuenlabrada manifestou "profunda dor e preocupação" com os mais recentes resultados dos testes à covid-19 e revelou que o jogador da equipa que está hospitalizado na Corunha está "estável e com sintomatologia sem gravidade".
Na segunda-feira, o encontro entre o Deportivo e o Fuenlabrada, da 42.ª e última jornada da segunda liga de futebol, foi cancelado, após terem sido detetados vários casos de covid-19 na comitiva da formação de Madrid.
A Real Federação Espanhola de Futebol abriu na quarta-feira um inquérito disciplinar ao Fuenlabrada, depois de o Conselho Superior do Desporto ter considerado que o clube madrileno incumpriu com as normas sanitárias na visita à Corunha.
O Fuenlabrada, através do presidente, Jonathan Praena, garantiu que o clube "não foi negligente", tendo cumprido as baterias de testes requeridas e o isolamento assim que foram detetados os casos, insurgindo-se contra as acusações de que o clube tem sido alvo.
A Liga Espanhola de Futebol comunicou que a primeira eliminatória do 'play-off' de subida à primeira divisão foi adiada, até que fique resolvido o caso que envolve o Deportivo e o Fuenlabrada.
A formação galega já não tem hipóteses de manutenção, mas recorreu às instâncias disciplinares sobre este adiamento, enquanto o Fuenlabrada, oitavo colocado, ainda pode chegar ao sexto lugar e, assim, disputar o 'play-off' de subida ao principal escalão.
Os mais recentes testes à covid-19 no Fuenlabrada tiveram como resultado 12 novos casos confirmados de infeção, elevando o total para 28, anunciou hoje o clube que alinha na segunda divisão espanhola de futebol.
O clube da região de Madrid precisou que quatro dos novos casos "não tiveram contacto (com elementos da equipa) desde o jogo com o Elche, em 17 de julho, e que os restantes oito tiveram resultados negativos em 18 de julho, mas os testes agora efetuados acusaram positivo.
O Fuenlabrada manifestou "profunda dor e preocupação" com os mais recentes resultados dos testes à covid-19 e revelou que o jogador da equipa que está hospitalizado na Corunha está "estável e com sintomatologia sem gravidade".
Na segunda-feira, o encontro entre o Deportivo e o Fuenlabrada, da 42.ª e última jornada da segunda liga de futebol, foi cancelado, após terem sido detetados vários casos de covid-19 na comitiva da formação de Madrid.
A Real Federação Espanhola de Futebol abriu na quarta-feira um inquérito disciplinar ao Fuenlabrada, depois de o Conselho Superior do Desporto ter considerado que o clube madrileno incumpriu com as normas sanitárias na visita à Corunha.
O Fuenlabrada, através do presidente, Jonathan Praena, garantiu que o clube "não foi negligente", tendo cumprido as baterias de testes requeridas e o isolamento assim que foram detetados os casos, insurgindo-se contra as acusações de que o clube tem sido alvo.
A Liga Espanhola de Futebol comunicou que a primeira eliminatória do 'play-off' de subida à primeira divisão foi adiada, até que fique resolvido o caso que envolve o Deportivo e o Fuenlabrada.
A formação galega já não tem hipóteses de manutenção, mas recorreu às instâncias disciplinares sobre este adiamento, enquanto o Fuenlabrada, oitavo colocado, ainda pode chegar ao sexto lugar e, assim, disputar o 'play-off' de subida ao principal escalão.
11h40 - Treinador Xavi Hernández está infetado e falha retoma da liga do Qatar
O treinador Xavi Hernández está infetado com covid-19 e não poderá orientar o Al-Sadd no jogo com o Al-Khor, na retoma do campeonato de futebol do Qatar, após a suspensão devido à pandemia, anunciou hoje o ex-internacional espanhol.
"Hoje, não poderei acompanhar minha equipa no regresso à competição oficial. Há alguns dias, seguindo o protocolo da Liga, acusei positivo no último teste à covid-19", informou Xavi Hernández, através da rede social Instagram.
O técnico, de 40 anos, revelou que se sente "perfeitamente bem" e adiantou que o Al-Sadd, terceiro classificado no campeonato, será orientado pelo compatriota David Prats, treinador da equipa B, no confronto com o Al-Khor, da 18.ª jornada da prova.
O treinador Xavi Hernández está infetado com covid-19 e não poderá orientar o Al-Sadd no jogo com o Al-Khor, na retoma do campeonato de futebol do Qatar, após a suspensão devido à pandemia, anunciou hoje o ex-internacional espanhol.
"Hoje, não poderei acompanhar minha equipa no regresso à competição oficial. Há alguns dias, seguindo o protocolo da Liga, acusei positivo no último teste à covid-19", informou Xavi Hernández, através da rede social Instagram.
O técnico, de 40 anos, revelou que se sente "perfeitamente bem" e adiantou que o Al-Sadd, terceiro classificado no campeonato, será orientado pelo compatriota David Prats, treinador da equipa B, no confronto com o Al-Khor, da 18.ª jornada da prova.
11h25 -DGS publicou norma que define os contactos de alto e baixo risco com um doente
A Direção-Geral da Saúde publicou a norma que define quais os contactos de alto e baixo risco com um doente.
A Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública reconhece a vantagem da iniciativa, mas considera que que peca por tardia. O documento da Direção-Geral da Saúde define que os contactos de alto risco são aqueles que devem ficar em vigilância ativa e isolamento durante 14 dias.
A Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública considera que há omissões importantes no documento.
11h00 - Aumento de casos na Alemanha leva governos estaduais a temerem segunda vaga
O aumento do número de novos casos de covid-19 na Alemanha está a levar os governos estaduais a falar numa segunda vaga da pandemia no país, numa altura em que se registam 200 mil infetados e nove mil mortes.
Em entrevista hoje ao jornal regional Rhenischer Post, o chefe de Governo de Sachsen (na zona oriental da Alemanha), Michael Kretschmer, defendeu que “a segunda [vaga] já está aí”.
“Todos os dias temos novo focos de infeção que podem originar um elevado número de casos”, alertou o responsável.
A Alemanha identificou 781 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o Instituto Robert Koch, um número ainda assim abaixo das 815 novas infeções identificadas na sexta-feira.
Ao todo, desde o início da pandemia, foram registados 204.964 casos de covid-19 e 9.118 mortes.
De acordo com este instituto, os números dos últimos dias representam uma mudança na tendência, dado que até agora o número médio de novas infeções era de cerca de 500.
O aumento tem sido registado em várias regiões do país, embora cerca de 60% dos novos casos tenham sido registados nos Estados do oeste (Nordrhein-Westfalen) e do sudoeste (Baden-Württemberg)
Depois de as autoridades de saúde alemãs terem admitido que estes são dados preocupantes, Michael Kretschmer disse na entrevista àquela publicação regional ser necessário “quebrar” esta nova tendência.
O aumento do número de novos casos de covid-19 na Alemanha está a levar os governos estaduais a falar numa segunda vaga da pandemia no país, numa altura em que se registam 200 mil infetados e nove mil mortes.
Em entrevista hoje ao jornal regional Rhenischer Post, o chefe de Governo de Sachsen (na zona oriental da Alemanha), Michael Kretschmer, defendeu que “a segunda [vaga] já está aí”.
“Todos os dias temos novo focos de infeção que podem originar um elevado número de casos”, alertou o responsável.
A Alemanha identificou 781 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o Instituto Robert Koch, um número ainda assim abaixo das 815 novas infeções identificadas na sexta-feira.
Ao todo, desde o início da pandemia, foram registados 204.964 casos de covid-19 e 9.118 mortes.
De acordo com este instituto, os números dos últimos dias representam uma mudança na tendência, dado que até agora o número médio de novas infeções era de cerca de 500.
O aumento tem sido registado em várias regiões do país, embora cerca de 60% dos novos casos tenham sido registados nos Estados do oeste (Nordrhein-Westfalen) e do sudoeste (Baden-Württemberg)
Depois de as autoridades de saúde alemãs terem admitido que estes são dados preocupantes, Michael Kretschmer disse na entrevista àquela publicação regional ser necessário “quebrar” esta nova tendência.
10h45 - Viagem em transporte sem redução da lotação máxima considerada de "alto risco"
A Direção-Geral da Saúde (DGS) define como "contacto com exposição de alto risco" quem viaje em meio de transporte que não efetue paragens frequentes ou não tenha redução da lotação máxima, conforme é descrito numa norma publicada sexta-feira.
A norma "Covid-19: Rastreio de contactos", publicada no 'site' da DGS com a data de sexta-feira, não especifica os meios de transporte considerados nesta análise, para além de navios e aeronaves, mas diz que é considerado "contacto com exposição de alto risco" qualquer viagem em "outro meio de transporte" que "não tenha boa ventilação, não efetue paragens frequentes com abertura de portas e não tenha redução da lotação máxima".
Quanto às viagens em navios, a DGS considera que fica exposto a risco elevado quem seja "companheira de viagem, partilhe a mesma cabine, efetue prestação direta de cuidados e seja tripulante de bordo".
Também a viagem com caso de covid-19 numa aeronave aparece na grelha dedicada a "exposição de Alto Risco", alertando-se quem "esteja sentada até dois lugares para qualquer direção em relação ao caso", sendo, por fim, frisado que "todas as pessoas podem ser consideradas como contacto" se o caso detetado apresentar "sintomatologia grave ou grande movimentação dentro da aeronave".
A par destas explicações sobre transportes, a DGS alerta para a exposição maior de pessoas que tenham contacto frente a frente com uma pessoa infetada, especificando que o risco aumento quando a distância é de menos de dois metros e durante 15 minutos ou mais.
O contacto físico direto com um caso de covid-19 ou o contacto direto desprotegido com secreções contaminadas de um caso de covid-19 também é considerado como "alto risco", bem como o contacto em ambiente fechado, por exemplo em coabitação, sala de aula, sala de reuniões ou sala de espera, durante 15 minutos ou mais.
"A duração do contacto com um caso de covid-19 aumenta o risco de transmissão, pelo que é definido um limite de 15 minutos, de acordo com as recomendações internacionais, por questões de organização e exequibilidade", lê-se na norma que antes sublinha também as medidas a adotar por um "contacto de alto risco" durante o período de vigilância ativa.
A automonitorização diária de sintomas compatíveis com covid-19, bem como a medição e registo de temperatura corporal, duas vezes por dia, são medidas obrigatórias.
A DGS também exige que a pessoa esteja contactável, implemente "rigorosamente as medidas de higiene das mãos e etiqueta respiratória" e se mantenha em isolamento/confinamento obrigatório, nos termos definidos na legislação em vigor, no domicílio ou outro local designado para o efeito.
A norma "Covid-19: Rastreio de contactos", publicada no 'site' da DGS com a data de sexta-feira, não especifica os meios de transporte considerados nesta análise, para além de navios e aeronaves, mas diz que é considerado "contacto com exposição de alto risco" qualquer viagem em "outro meio de transporte" que "não tenha boa ventilação, não efetue paragens frequentes com abertura de portas e não tenha redução da lotação máxima".
Quanto às viagens em navios, a DGS considera que fica exposto a risco elevado quem seja "companheira de viagem, partilhe a mesma cabine, efetue prestação direta de cuidados e seja tripulante de bordo".
Também a viagem com caso de covid-19 numa aeronave aparece na grelha dedicada a "exposição de Alto Risco", alertando-se quem "esteja sentada até dois lugares para qualquer direção em relação ao caso", sendo, por fim, frisado que "todas as pessoas podem ser consideradas como contacto" se o caso detetado apresentar "sintomatologia grave ou grande movimentação dentro da aeronave".
A par destas explicações sobre transportes, a DGS alerta para a exposição maior de pessoas que tenham contacto frente a frente com uma pessoa infetada, especificando que o risco aumento quando a distância é de menos de dois metros e durante 15 minutos ou mais.
O contacto físico direto com um caso de covid-19 ou o contacto direto desprotegido com secreções contaminadas de um caso de covid-19 também é considerado como "alto risco", bem como o contacto em ambiente fechado, por exemplo em coabitação, sala de aula, sala de reuniões ou sala de espera, durante 15 minutos ou mais.
"A duração do contacto com um caso de covid-19 aumenta o risco de transmissão, pelo que é definido um limite de 15 minutos, de acordo com as recomendações internacionais, por questões de organização e exequibilidade", lê-se na norma que antes sublinha também as medidas a adotar por um "contacto de alto risco" durante o período de vigilância ativa.
A automonitorização diária de sintomas compatíveis com covid-19, bem como a medição e registo de temperatura corporal, duas vezes por dia, são medidas obrigatórias.
A DGS também exige que a pessoa esteja contactável, implemente "rigorosamente as medidas de higiene das mãos e etiqueta respiratória" e se mantenha em isolamento/confinamento obrigatório, nos termos definidos na legislação em vigor, no domicílio ou outro local designado para o efeito.
10h29 - Coreia do Sul regista 113 novos casos, a quase totalidade importados
A Coreia do Sul comunicou hoje novos surtos de covid-19 no país, após a identificação de 113 novos casos, a quase totalidade importados, sendo este o número diário mais elevado em quase quatro meses.
Dados do Centro Coreano para Controlo e Prevenção de Doenças (KCDC), hoje divulgados, dão conta da existência de 113 novos casos, incluindo 86 de pessoas vindas do estrangeiro, o que perfaz 14.092 casos de covid-19 no país desde o início da pandemia.
Este número diário é o mais elevado desde 31 de março, quando o país comunicou 125 novos casos, sendo também a primeira vez que mais de 100 casos foram relatados na Coreia do Sul desde 01 de abril.
A Coreia do Sul era, em fevereiro passado, o segundo país mais afetado pela pandemia, a seguir à China, o que levou as autoridades sul-coreanas a adotar uma estratégia minuciosa de teste e rastreamento de contactos das pessoas infetadas, sem sequer impor um confinamento obrigatório.
Estas regras de distanciamento social, que foram entretanto ‘aliviadas’ no início de maio após a estabilização da covid-19, foram reimpostas dias depois, após surtos em Seul e nos arredores da capital.
O aumento de casos agora registado acontece numa altura em que o país tinha previsto a presença de um número limitado de espetadores em eventos desportivos a partir de domingo.
Para quem chega do estrangeiro à Coreia do Sul, é imposta uma quarentena de duas semanas.
A Coreia do Sul comunicou hoje novos surtos de covid-19 no país, após a identificação de 113 novos casos, a quase totalidade importados, sendo este o número diário mais elevado em quase quatro meses.
Dados do Centro Coreano para Controlo e Prevenção de Doenças (KCDC), hoje divulgados, dão conta da existência de 113 novos casos, incluindo 86 de pessoas vindas do estrangeiro, o que perfaz 14.092 casos de covid-19 no país desde o início da pandemia.
Este número diário é o mais elevado desde 31 de março, quando o país comunicou 125 novos casos, sendo também a primeira vez que mais de 100 casos foram relatados na Coreia do Sul desde 01 de abril.
A Coreia do Sul era, em fevereiro passado, o segundo país mais afetado pela pandemia, a seguir à China, o que levou as autoridades sul-coreanas a adotar uma estratégia minuciosa de teste e rastreamento de contactos das pessoas infetadas, sem sequer impor um confinamento obrigatório.
Estas regras de distanciamento social, que foram entretanto ‘aliviadas’ no início de maio após a estabilização da covid-19, foram reimpostas dias depois, após surtos em Seul e nos arredores da capital.
O aumento de casos agora registado acontece numa altura em que o país tinha previsto a presença de um número limitado de espetadores em eventos desportivos a partir de domingo.
Para quem chega do estrangeiro à Coreia do Sul, é imposta uma quarentena de duas semanas.
10h00 - Bruxelas elogia Portugal por regularização de imigrantes na pandemia
A Comissão Europeia elogia Portugal por ter regularizado imigrantes com processos pendentes devido à covid-19, considerando que foi um "bom sinal", numa altura em que a União Europeia (UE) gere "bastante bem" o impacto na pandemia nesta população.
"Valorizo bastante essa medida. Penso que foi uma medida muito boa a adotada por Portugal", afirmou a comissária europeia para os Assuntos Internos, Ylva Johansson, em entrevista à agência Lusa, em Bruxelas.
Notando que Estados-membros como Itália adotaram medidas semelhantes, para assegurar cuidados de saúde e proteção social aos migrantes devido à pandemia, a responsável destacou que "Portugal foi o primeiro a fazê-lo e deu um sinal muito bom".
A Comissão Europeia elogia Portugal por ter regularizado imigrantes com processos pendentes devido à covid-19, considerando que foi um "bom sinal", numa altura em que a União Europeia (UE) gere "bastante bem" o impacto na pandemia nesta população.
"Valorizo bastante essa medida. Penso que foi uma medida muito boa a adotada por Portugal", afirmou a comissária europeia para os Assuntos Internos, Ylva Johansson, em entrevista à agência Lusa, em Bruxelas.
Notando que Estados-membros como Itália adotaram medidas semelhantes, para assegurar cuidados de saúde e proteção social aos migrantes devido à pandemia, a responsável destacou que "Portugal foi o primeiro a fazê-lo e deu um sinal muito bom".
9h47 - Comissão Europeia prevê que reabertura da Europa ao estrangeiro "demore"
A Comissão Europeia estima que a reabertura total das fronteiras externas da União Europeia (UE) aos países terceiros "demore algum tempo", não esperando que isso aconteça ainda este ano, e aconselha os Estados-membros a não tomarem decisões unilaterais.
"Isso pode demorar algum tempo", declarou a comissária europeia para os Assuntos Internos, Ylva Johansson, em entrevista à agência Lusa, em Bruxelas.
Depois de a UE ter encerrado, a 17 de março, as suas fronteiras externas a todas as viagens "não indispensáveis", no quadro dos esforços para conter a propagação da covid-19, a comissária europeia responsável por esta tutela disse "não acreditar" que haja uma reabertura integral ainda este ano, escusando-se também a prever se isso acontecerá nos primeiros meses de 2021.
"Na Europa, temos a situação sob controlo e se isso mudar podemos implementar novas restrições para algumas regiões e isso é algo com que podemos lidar, mas a nível global não está sob controlo", destacou Ylva Johansson, notando que nos parceiros terceiros ainda "existem áreas com uma situação ainda muito problemática e fora de controlo".
Além disso, "coloca-se sempre a questão de quão confiável é a informação que é dada por esse país [terceiro], por exemplo no que toca à taxa de infeção, e é por isso que julgo que vai demorar algum tempo antes de as fronteiras externas estarem totalmente reabertas", justificou a responsável sueca.
Na entrevista à Lusa, Ylva Johansson aconselhou os Estados-membros da UE "a seguirem a lista" e a "não abrirem as suas fronteiras para outros países fora da lista".
"Se um Estado-membro se abre para outro [país terceiro], claro que todo o espaço Schengen fica em risco", alertou a comissária europeia.
Já questionada sobre eventuais viagens de cidadãos europeus para fora da UE, Ylva Johansson disse que estes "podem viajar para países que estão na lista", mas recordou que "viajar acarreta sempre riscos", dada a pandemia.
Isentos destas restrições às viagens de países terceiros para a UE estão cidadãos europeus e familiares, residentes de longa data na União e respetivas famílias e viajantes com funções ou necessidades especiais.
A Comissão Europeia estima que a reabertura total das fronteiras externas da União Europeia (UE) aos países terceiros "demore algum tempo", não esperando que isso aconteça ainda este ano, e aconselha os Estados-membros a não tomarem decisões unilaterais.
"Isso pode demorar algum tempo", declarou a comissária europeia para os Assuntos Internos, Ylva Johansson, em entrevista à agência Lusa, em Bruxelas.
Depois de a UE ter encerrado, a 17 de março, as suas fronteiras externas a todas as viagens "não indispensáveis", no quadro dos esforços para conter a propagação da covid-19, a comissária europeia responsável por esta tutela disse "não acreditar" que haja uma reabertura integral ainda este ano, escusando-se também a prever se isso acontecerá nos primeiros meses de 2021.
"Na Europa, temos a situação sob controlo e se isso mudar podemos implementar novas restrições para algumas regiões e isso é algo com que podemos lidar, mas a nível global não está sob controlo", destacou Ylva Johansson, notando que nos parceiros terceiros ainda "existem áreas com uma situação ainda muito problemática e fora de controlo".
Além disso, "coloca-se sempre a questão de quão confiável é a informação que é dada por esse país [terceiro], por exemplo no que toca à taxa de infeção, e é por isso que julgo que vai demorar algum tempo antes de as fronteiras externas estarem totalmente reabertas", justificou a responsável sueca.
Na entrevista à Lusa, Ylva Johansson aconselhou os Estados-membros da UE "a seguirem a lista" e a "não abrirem as suas fronteiras para outros países fora da lista".
"Se um Estado-membro se abre para outro [país terceiro], claro que todo o espaço Schengen fica em risco", alertou a comissária europeia.
Já questionada sobre eventuais viagens de cidadãos europeus para fora da UE, Ylva Johansson disse que estes "podem viajar para países que estão na lista", mas recordou que "viajar acarreta sempre riscos", dada a pandemia.
Isentos destas restrições às viagens de países terceiros para a UE estão cidadãos europeus e familiares, residentes de longa data na União e respetivas famílias e viajantes com funções ou necessidades especiais.
9h20 - Bruxelas admite tensões e exige restrições "adequadas" para viagens na União Europeia
Numa altura em que Portugal está na `lista vermelha` de muitos países da União Europeia (UE) para restrições às viagens devido à pandemia, a Comissão Europeia admite tensões entre os Estados-membros, exigindo a adoção de medidas "proporcionais".
Em entrevista à agência Lusa, em Bruxelas, a comissária europeia para os Assuntos Internos, Ylva Johansson, admitiu que "existem algumas tensões entre alguns Estados-membros quando estes entendem que um país vizinho não tem agido de forma correta, não tem informado ou não tem cooperado".
"Este tipo de medidas não são más por si só, mas é importante que sejam proporcionais porque, por vezes, englobam todo o país", quando deviam antes "ser mais direcionadas para determinadas áreas, onde existem mais problemas", argumentou a responsável.
E avisou: "[Os países] têm de agir de forma adequada".
Para a comissária europeia que tutela a livre circulação na UE e no espaço Schengen -- fortemente afetada pela pandemia de covid-19 dado o encerramento de algumas fronteiras internas durante algumas semanas -- são "necessárias melhorias".
"Para haver uma boa relação entre os países é importante eles estarem em contacto uns com os outros antes de, por exemplo, colocarem outro país numa `lista vermelha`, [de forma a] terem um diálogo para perceber se essa é a melhor abordagem ou se existe outra forma de atuar e também para informar o outro Estado-membro sobre esse processo", defendeu Ylva Johansson.
Porém, "eu sei [que não está a acontecer]", reconheceu a responsável.
Dados os elevados números de casos diários, essencialmente na região de Lisboa e Vale de Tejo, Portugal chegou a ser colocado na `lista vermelha` de vários países europeus como Grécia, Hungria, Reino Unido ou Bélgica, com algumas destas restrições a terem sido ou a estarem a ser entretanto revistas.
As autoridades belgas, por exemplo, passaram antes a impor restrições a quem regressa de uma das 19 freguesias sinalizadas na região de Lisboa e não a todo o país.
"Quando existe um aumento das infeções, claro que existe um problema, e nós temos de lidar com isso, mas isso deve ser feito de forma proporcional", reforçou Ylva Johansson, falando também na existência de reuniões semanais entre os Estados-membros para que todos disponham das "informações certas sobre como é que a pandemia se está a desenvolver nos diferentes países".
Em março passado, a Europa tornou-se dos maiores epicentros do surto de covid-19 no mundo, o que levou os países a imporem confinamento à população e a restringirem as viagens, com 17 Estados-membros e associados do espaço Schengen a fecharem as suas fronteiras internas.
Segundo Ylva Johansson, e uma vez que a situação estabilizou, as fronteiras internas já foram praticamente todas reabertas, excetuando-se as de países como Finlândia, Dinamarca, Noruega e Lituânia.
"A minha recomendação é que levantem imediatamente todas as restrições nas fronteiras", vincou a comissária europeia.
Isto porque, para a responsável sueca, "os Estados-membros estão agora a adotar outro tipo de medidas como a imposição de quarentena ou a obrigação de realização de testes", o que se traduz num "método melhor do que as restrições nas fronteiras".
Embora não consiga prever quando, a certeza de Ylva Johansson é que, em breve, a livre circulação volte a ser uma realidade: "Tenho a certeza que iremos voltar a um espaço Schengen completamente funcional, não estou preocupada relativamente a isso".
Numa altura em que Portugal está na `lista vermelha` de muitos países da União Europeia (UE) para restrições às viagens devido à pandemia, a Comissão Europeia admite tensões entre os Estados-membros, exigindo a adoção de medidas "proporcionais".
Em entrevista à agência Lusa, em Bruxelas, a comissária europeia para os Assuntos Internos, Ylva Johansson, admitiu que "existem algumas tensões entre alguns Estados-membros quando estes entendem que um país vizinho não tem agido de forma correta, não tem informado ou não tem cooperado".
"Este tipo de medidas não são más por si só, mas é importante que sejam proporcionais porque, por vezes, englobam todo o país", quando deviam antes "ser mais direcionadas para determinadas áreas, onde existem mais problemas", argumentou a responsável.
E avisou: "[Os países] têm de agir de forma adequada".
Para a comissária europeia que tutela a livre circulação na UE e no espaço Schengen -- fortemente afetada pela pandemia de covid-19 dado o encerramento de algumas fronteiras internas durante algumas semanas -- são "necessárias melhorias".
"Para haver uma boa relação entre os países é importante eles estarem em contacto uns com os outros antes de, por exemplo, colocarem outro país numa `lista vermelha`, [de forma a] terem um diálogo para perceber se essa é a melhor abordagem ou se existe outra forma de atuar e também para informar o outro Estado-membro sobre esse processo", defendeu Ylva Johansson.
Porém, "eu sei [que não está a acontecer]", reconheceu a responsável.
Dados os elevados números de casos diários, essencialmente na região de Lisboa e Vale de Tejo, Portugal chegou a ser colocado na `lista vermelha` de vários países europeus como Grécia, Hungria, Reino Unido ou Bélgica, com algumas destas restrições a terem sido ou a estarem a ser entretanto revistas.
As autoridades belgas, por exemplo, passaram antes a impor restrições a quem regressa de uma das 19 freguesias sinalizadas na região de Lisboa e não a todo o país.
"Quando existe um aumento das infeções, claro que existe um problema, e nós temos de lidar com isso, mas isso deve ser feito de forma proporcional", reforçou Ylva Johansson, falando também na existência de reuniões semanais entre os Estados-membros para que todos disponham das "informações certas sobre como é que a pandemia se está a desenvolver nos diferentes países".
Em março passado, a Europa tornou-se dos maiores epicentros do surto de covid-19 no mundo, o que levou os países a imporem confinamento à população e a restringirem as viagens, com 17 Estados-membros e associados do espaço Schengen a fecharem as suas fronteiras internas.
Segundo Ylva Johansson, e uma vez que a situação estabilizou, as fronteiras internas já foram praticamente todas reabertas, excetuando-se as de países como Finlândia, Dinamarca, Noruega e Lituânia.
"A minha recomendação é que levantem imediatamente todas as restrições nas fronteiras", vincou a comissária europeia.
Isto porque, para a responsável sueca, "os Estados-membros estão agora a adotar outro tipo de medidas como a imposição de quarentena ou a obrigação de realização de testes", o que se traduz num "método melhor do que as restrições nas fronteiras".
Embora não consiga prever quando, a certeza de Ylva Johansson é que, em breve, a livre circulação volte a ser uma realidade: "Tenho a certeza que iremos voltar a um espaço Schengen completamente funcional, não estou preocupada relativamente a isso".
9h11 - Segunda vaga não causará novo fecho de fronteiras na UE
A Comissão Europeia confia que uma eventual segunda vaga de covid-19 não causará, novamente, o fecho de fronteiras internas na União Europeia (UE), como aconteceu em 17 Estados-membros, por esta não ser "uma forma eficaz" de combater o vírus.
"Não penso que cheguemos a um tipo de situação em que as restrições nas fronteiras voltarão a ser necessárias ou que essa seja uma forma eficaz de lidar com o vírus", disse em entrevista à agência Lusa, em Bruxelas, a comissária europeia para os Assuntos Internos, Ylva Johansson.
Para a comissária europeia que tutela a livre circulação na UE e no espaço Schengen -- fortemente afetada pela pandemia de covid-19 dado o encerramento de algumas fronteiras internas durante algumas semanas -- "não haverá uma nova situação de fronteiras encerradas".
"A minha impressão é que a nível interno, na UE e no espaço Schengen, os Estados-membros têm sido muito bons a adotar outras medidas para proteger os seus cidadãos", declarou Ylva Johansson, numa alusão à implementação de regras de higienização, de distanciamento social e do reforço dos testes e do rastreamento.
Além disso, "também sabemos muito melhor como nos comportar, enquanto indivíduos", argumentou.
Para a comissária europeia, o fecho de fronteiras internas "já não é uma forma eficaz de lidar com o vírus ao dia de hoje".
"A Europa foi o centro das infeções, depois da China, e por isso claro que Estados-membros como Itália [tiveram de fechar as fronteiras] porque, de repente, o vírus estava lá, mas agora estamos a avançar cada vez mais para um novo normal no qual nos habituaremos cada vez mais a outras medidas para nos protegermos", defendeu Ylva Johansson na entrevista à Lusa.
Em março passado, a Europa tornou-se dos maiores epicentros do surto de covid-19 no mundo, o que levou os países a imporem confinamento à população e a restringirem as viagens, com 17 Estados-membros e associados do espaço Schengen a fecharem as suas fronteiras internas.
Segundo Ylva Johansson, e uma vez que a situação estabilizou, as fronteiras internas já foram praticamente todas reabertas, excetuando-se as de países como Finlândia, Dinamarca, Noruega e Lituânia.
"A situação está a melhorar agora e sabemos como nos proteger, mas também como testar e rastrear os casos", comentou a comissária europeia.
Destacando a melhor preparação da Europa para lidar com o surto do novo coronavírus, a responsável sueca disse, ainda, esperar que "uma segunda vaga [de contágios] não seja tão difícil foi esta".
A Comissão Europeia confia que uma eventual segunda vaga de covid-19 não causará, novamente, o fecho de fronteiras internas na União Europeia (UE), como aconteceu em 17 Estados-membros, por esta não ser "uma forma eficaz" de combater o vírus.
"Não penso que cheguemos a um tipo de situação em que as restrições nas fronteiras voltarão a ser necessárias ou que essa seja uma forma eficaz de lidar com o vírus", disse em entrevista à agência Lusa, em Bruxelas, a comissária europeia para os Assuntos Internos, Ylva Johansson.
Para a comissária europeia que tutela a livre circulação na UE e no espaço Schengen -- fortemente afetada pela pandemia de covid-19 dado o encerramento de algumas fronteiras internas durante algumas semanas -- "não haverá uma nova situação de fronteiras encerradas".
"A minha impressão é que a nível interno, na UE e no espaço Schengen, os Estados-membros têm sido muito bons a adotar outras medidas para proteger os seus cidadãos", declarou Ylva Johansson, numa alusão à implementação de regras de higienização, de distanciamento social e do reforço dos testes e do rastreamento.
Além disso, "também sabemos muito melhor como nos comportar, enquanto indivíduos", argumentou.
Para a comissária europeia, o fecho de fronteiras internas "já não é uma forma eficaz de lidar com o vírus ao dia de hoje".
"A Europa foi o centro das infeções, depois da China, e por isso claro que Estados-membros como Itália [tiveram de fechar as fronteiras] porque, de repente, o vírus estava lá, mas agora estamos a avançar cada vez mais para um novo normal no qual nos habituaremos cada vez mais a outras medidas para nos protegermos", defendeu Ylva Johansson na entrevista à Lusa.
Em março passado, a Europa tornou-se dos maiores epicentros do surto de covid-19 no mundo, o que levou os países a imporem confinamento à população e a restringirem as viagens, com 17 Estados-membros e associados do espaço Schengen a fecharem as suas fronteiras internas.
Segundo Ylva Johansson, e uma vez que a situação estabilizou, as fronteiras internas já foram praticamente todas reabertas, excetuando-se as de países como Finlândia, Dinamarca, Noruega e Lituânia.
"A situação está a melhorar agora e sabemos como nos proteger, mas também como testar e rastrear os casos", comentou a comissária europeia.
Destacando a melhor preparação da Europa para lidar com o surto do novo coronavírus, a responsável sueca disse, ainda, esperar que "uma segunda vaga [de contágios] não seja tão difícil foi esta".
9h00 - Venezuela regista 650 novos casos, recorde diário desde início da pandemia
A Venezuela registou 650 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, o maior número diário desde que em março o país diagnosticou a primeira pessoa infetada, segundo dados oficiais.
“Hoje, devemos reportar 620 casos nacionais de transmissão comunitária e 30 casos importados da covid-19”, anunciou o ministro venezuelano da Comunicação e Informação, Jorge Rodríguez.
Em declarações à televisão estatal venezuelana, Jorge Rodríguez precisou que o maior número de contágios nas últimas 24 horas foi registado no Distrito Capital (237), seguindo-se os estados de Miranda (126), Zúlia (54), Vargas (52) e Sucre (51).
Registaram-se ainda casos nos estados de Táchira (23), Nova Esparta (19), Bolívar (16), Monágas (14), Falcón (11), Carabobo e Delta Amacuro (ambos com quatro), Lara (três), Guárico e Arágua (com dois), Amazonas e Cojedes (com um cada).
Segundo Jorge Rodríguez, foram ainda diagnosticados 21 casos importados da Colômbia, oito do Brasil e um do Peru.
Desde o início da pandemia, a Venezuela contabilizou 14.263 infeções com o novo coronavírus e 134 mortes. O país deu como recuperados 8.127 doentes.
A Venezuela está atualmente em quarentena rigorosa a nível nacional.
A Venezuela registou 650 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, o maior número diário desde que em março o país diagnosticou a primeira pessoa infetada, segundo dados oficiais.
“Hoje, devemos reportar 620 casos nacionais de transmissão comunitária e 30 casos importados da covid-19”, anunciou o ministro venezuelano da Comunicação e Informação, Jorge Rodríguez.
Em declarações à televisão estatal venezuelana, Jorge Rodríguez precisou que o maior número de contágios nas últimas 24 horas foi registado no Distrito Capital (237), seguindo-se os estados de Miranda (126), Zúlia (54), Vargas (52) e Sucre (51).
Registaram-se ainda casos nos estados de Táchira (23), Nova Esparta (19), Bolívar (16), Monágas (14), Falcón (11), Carabobo e Delta Amacuro (ambos com quatro), Lara (três), Guárico e Arágua (com dois), Amazonas e Cojedes (com um cada).
Segundo Jorge Rodríguez, foram ainda diagnosticados 21 casos importados da Colômbia, oito do Brasil e um do Peru.
Desde o início da pandemia, a Venezuela contabilizou 14.263 infeções com o novo coronavírus e 134 mortes. O país deu como recuperados 8.127 doentes.
A Venezuela está atualmente em quarentena rigorosa a nível nacional.
8h33 - China regista 34 novos casos
A China diagnosticou mais 34 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, 20 dos quais na região de Xinjiang e nove na de Liaoning, indicaram hoje as autoridades chinesas.
O país asiático registou cinco casos em viajantes oriundos do exterior, os chamados casos importados, dois na província de Cantão, dois em Xangai e um na região da Mongólia Interior.
Urumqi, a capital da região autónoma de Xinjiang, no extremo noroeste da China, detetou um surto há mais de uma semana, interrompendo um período de quase duas semanas sem novos casos por contágio local na China.
A China diagnosticou mais 34 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, 20 dos quais na região de Xinjiang e nove na de Liaoning, indicaram hoje as autoridades chinesas.
O país asiático registou cinco casos em viajantes oriundos do exterior, os chamados casos importados, dois na província de Cantão, dois em Xangai e um na região da Mongólia Interior.
Urumqi, a capital da região autónoma de Xinjiang, no extremo noroeste da China, detetou um surto há mais de uma semana, interrompendo um período de quase duas semanas sem novos casos por contágio local na China.
8h00 - Vietname regista primeira infeção local após 99 dias sem novos casos
O Vietname confirmou hoje o primeiro caso de infeção local com covid-19 nos últimos 99 dias, colocando em quarentena pelo menos 50 pessoas que tiveram contacto com o doente, residente em Danang, no centro do país.
O Ministério da Saúde vietnamita informou que o doente, de 57 anos, sofreu os primeiros sintomas de pneumonia em 17 de julho.
Os testes realizados confirmaram que estava infetado com o novo coronavírus, tornando-se no 416.º caso registado no país.
Esta é a primeira infeção comunitária no Vietname desde 16 de abril. Todos os casos detetados desde então foram diagnosticados em vietnamitas repatriados ou trabalhadores vindos do estrangeiro, colocados em quarentena em instalações militares desde a chegada ao país.
O Vietname, que continua sem vítimas mortais da doença, fica assim impedido de assinalar o 100.º dia sem infeções comunitárias, com o novo caso a lançar dúvidas sobre a presença real do vírus no país.
O Vietname confirmou hoje o primeiro caso de infeção local com covid-19 nos últimos 99 dias, colocando em quarentena pelo menos 50 pessoas que tiveram contacto com o doente, residente em Danang, no centro do país.
O Ministério da Saúde vietnamita informou que o doente, de 57 anos, sofreu os primeiros sintomas de pneumonia em 17 de julho.
Os testes realizados confirmaram que estava infetado com o novo coronavírus, tornando-se no 416.º caso registado no país.
Esta é a primeira infeção comunitária no Vietname desde 16 de abril. Todos os casos detetados desde então foram diagnosticados em vietnamitas repatriados ou trabalhadores vindos do estrangeiro, colocados em quarentena em instalações militares desde a chegada ao país.
O Vietname, que continua sem vítimas mortais da doença, fica assim impedido de assinalar o 100.º dia sem infeções comunitárias, com o novo caso a lançar dúvidas sobre a presença real do vírus no país.
Ponto da Situação
Ministra da Saúde aponta "bons resultados" na região de Lisboa
A ministra da Saúde afirmou que começa a haver "bons resultados" no combate à Covid-19 na região de Lisboa e que o rácio de transmissibilidade nacional está em 0,92, com uma "evolução muito favorável".
Ontem, na conferência de imprensa de acompanhamento da pandemia, Marta Temido afirmou que continuam ativos 198 surtos em todo o país, a maior parte (127) na região de Lisboa e Vale do Tejo, 40 na região Norte, 13 no Centro, 13 no Algarve e cinco no Alentejo.
A ministra admitiu que reduzir os números é "um caminho lento, moroso, difícil" para o qual é preciso olhar "com prudência", mas salientou que "começam a surgir bons resultados".
Marta Temido indicou que na região de Lisboa e Vale do Tejo, onde têm surgido a maior parte dos novos casos nas últimas semanas, "a incidência nos últimos sete dias registou uma variação positiva em três concelhos e nos últimos 14 dias mantém uma tendência decrescente em todos os concelhos, registando agora valores entre 90 a 120 novos casos por cem mil habitantes".
No país inteiro, houve uma taxa de incidência nos últimos sete dias de 15,7 novos casos por 100 mil habitantes, 37,1 novos casos por 100 mil habitantes, o que coloca Portugal "num padrão bastante confortável" em relação a este indicador, "embora haja ainda muito trabalho a fazer", salientou.
De acordo com a avaliação do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge sobre o risco de transmissão ao longo do tempo, "a evolução é muito favorável", situando-se nos 0,92 para os dias de 16 a 20 de julho, com uma confiança de 95 por cento.
A maioria dos casos ativos (68%) continua concentrada em Lisboa e Vale do Tejo, mas "tem vindo a reduzir-se".
Os doentes da região de Lisboa e Vale do Tejo são também a maior parte dos 420 internados: 353, 271 dos quais estão nos hospitais de referência para os concelhos com maior incidência de casos: Centros hospitalares de Lisboa Norte, Lisboa Centro, Lisboa Oeste, hospital Beatriz Ângelo (Loures), hospital de Cascais e Hospital Fernando Fonseca (Amadora).
A ministra da Saúde afirmou que começa a haver "bons resultados" no combate à Covid-19 na região de Lisboa e que o rácio de transmissibilidade nacional está em 0,92, com uma "evolução muito favorável".
Ontem, na conferência de imprensa de acompanhamento da pandemia, Marta Temido afirmou que continuam ativos 198 surtos em todo o país, a maior parte (127) na região de Lisboa e Vale do Tejo, 40 na região Norte, 13 no Centro, 13 no Algarve e cinco no Alentejo.
A ministra admitiu que reduzir os números é "um caminho lento, moroso, difícil" para o qual é preciso olhar "com prudência", mas salientou que "começam a surgir bons resultados".
Marta Temido indicou que na região de Lisboa e Vale do Tejo, onde têm surgido a maior parte dos novos casos nas últimas semanas, "a incidência nos últimos sete dias registou uma variação positiva em três concelhos e nos últimos 14 dias mantém uma tendência decrescente em todos os concelhos, registando agora valores entre 90 a 120 novos casos por cem mil habitantes".
No país inteiro, houve uma taxa de incidência nos últimos sete dias de 15,7 novos casos por 100 mil habitantes, 37,1 novos casos por 100 mil habitantes, o que coloca Portugal "num padrão bastante confortável" em relação a este indicador, "embora haja ainda muito trabalho a fazer", salientou.
De acordo com a avaliação do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge sobre o risco de transmissão ao longo do tempo, "a evolução é muito favorável", situando-se nos 0,92 para os dias de 16 a 20 de julho, com uma confiança de 95 por cento.
A maioria dos casos ativos (68%) continua concentrada em Lisboa e Vale do Tejo, mas "tem vindo a reduzir-se".
Os doentes da região de Lisboa e Vale do Tejo são também a maior parte dos 420 internados: 353, 271 dos quais estão nos hospitais de referência para os concelhos com maior incidência de casos: Centros hospitalares de Lisboa Norte, Lisboa Centro, Lisboa Oeste, hospital Beatriz Ângelo (Loures), hospital de Cascais e Hospital Fernando Fonseca (Amadora).
Ministra da Saúde lembra que ainda não há uma vacina
A ministra da Saúde sublinhou que o país está em fase decrescente e diz que há neste momento em Portugal 198 surtos ativos. Marta Temido pede, por isso, prudência uma vez que não há uma vacina.
A ministra da Saúde sublinhou que o país está em fase decrescente e diz que há neste momento em Portugal 198 surtos ativos. Marta Temido pede, por isso, prudência uma vez que não há uma vacina.
Quadro em Portugal
Segundo o último boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde. Portugal regista 49.692 casos de infeção confirmados e 1.712 mortes.
São mais três mortos do que na véspera e mais 313 casos de infeção.
São mais três mortos do que na véspera e mais 313 casos de infeção.
Lisboa e Vale do Tejo, onde há mais surtos ativos, soma 25.110 casos, mais 253 infetados do que na véspera e seis do total de sete mortos desde quinta-feira.
Em termos percentuais, o aumento de óbitos foi de 0,6% (passou de 1.705 para 1712) e o de casos confirmados de 0,4% (de 49.379 para 49.692).
Lisboa e Vale do Tejo é a região onde o aumento dos casos continua a ser mais significativo, contabilizando 80,8% dos novos casos, com 253 dos 313 contabilizados. Na zona de Lisboa ocorreram seis dos sete casos mortais. O outro óbito registou-se no Alentejo.
Em número de casos, Lisboa e Vale do Tejo lidera com 25.110, seguida pela região Norte (18.415, com 26 novos casos), a região Centro (4.387, com cinco novos casos), o Algarve (806 e 11 casos novos) e o Alentejo (667, mais 14 casos).
Nos Açores, o número de infetados subiu (160) e de óbitos manteve-se (15), tal como aconteceu na Madeira, agora com 105 infetado, mas sem registo de mortes.
Apesar dos aumentos diários de óbitos na zona de Lisboa e Vale do Tejo, é o Norte que continua a registar o maior número de mortes (828), depois surge a região de Lisboa e Vale do Tejo (582), o Centro (252), Alentejo (20), Algarve (15) e Açores (15).
Nas últimas 24 horas, o número de pessoas internadas diminuiu para as 420 (menos 11) e nos cuidados intensivos estão agora 52 pessoas, menos sete.
OMS preocupada com reacendimento da pandemia
A Catalunha fechou os estabelecimentos noturnos - tudo porque os novos casos de covid-19 dispararam na região. A OMS mostra-se preocupada com o reaparecimento de casos de Covid-19 em alguns países da Europa, América e Ásia.
Na Bélgica, uma menina de três anos e já com outras patologias morreu devido ao novo coronavírus.
O país tem uma das maiores taxas de mortalidade por Covid-19 e nesta altura enfrenta um aumento significativo de novos contágios - mais 89% em relação à semana passada.
Na Bélgica, uma menina de três anos e já com outras patologias morreu devido ao novo coronavírus.
O país tem uma das maiores taxas de mortalidade por Covid-19 e nesta altura enfrenta um aumento significativo de novos contágios - mais 89% em relação à semana passada.
Quadro internacional
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 627 mil mortos e infetou mais de 15,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 627 mil mortos e infetou mais de 15,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.