Mais atualizações
15h00 - Deputados aprovam audição de Marta Temido e ERS sobre transferência de utentes
A ministra da Saúde, Marta Temido, e a Entidade Reguladora da Saúde (ERS) vão ser ouvidas no parlamento por causa das divergências sobre o regulamento de transferência de utentes entre prestadores de cuidados de saúde.
A audição foi hoje decidida com a aprovação do requerimento do PSD na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia de covid-19, que foi validado por todos os partidos presentes, com exceção do PCP, que optou pela abstenção.
Em causa está o despacho da ministra da Saúde, publicado em 10 de dezembro em Diário da República, a declarar a invalidade do regulamento n.º 964/2020, de 16 de outubro, da ERS. A decisão foi já contestada pelo regulador, presidido por Sofia Nogueira da Silva, que alegou em comunicado que Marta Temido “não tem competência legal para declarar a invalidade de um regulamento de uma entidade administrativa independente”.
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23h20 - PR realça que violação de normas do estado de emergência é crime de desobediência
O Presidente da República realça no diploma do estado de emergência com efeitos entre 24 de dezembro e 07 de janeiro que a violação das normas desta declaração configura crime de desobediência.
Este é o único artigo novo no projeto enviado hoje por Marcelo Rebelo de Sousa para a Assembleia da República em relação ao diploma que está atualmente em vigor, com efeitos até 23 de dezembro.
"A violação do disposto na declaração do estado de emergência, incluindo na sua execução, faz incorrer os respetivos autores em crime de desobediência, nos termos do artigo 7º da Lei n.º 44/86, de 30 de setembro, na sua redação atua", lê-se nesta nova norma.
O chefe de Estado realça assim o disposto na Lei n.º 44/86, de 30 de setembro, o Regime do estado de sítio e do estado de emergência, que estabelece, no seu artigo 7.º: "A violação do disposto na declaração do estado de sítio ou do estado de emergência ou na presente lei, nomeadamente quanto à execução daquela, faz incorrer os respetivos autores em crime de desobediência".
O Presidente da República realça no diploma do estado de emergência com efeitos entre 24 de dezembro e 07 de janeiro que a violação das normas desta declaração configura crime de desobediência.
Este é o único artigo novo no projeto enviado hoje por Marcelo Rebelo de Sousa para a Assembleia da República em relação ao diploma que está atualmente em vigor, com efeitos até 23 de dezembro.
"A violação do disposto na declaração do estado de emergência, incluindo na sua execução, faz incorrer os respetivos autores em crime de desobediência, nos termos do artigo 7º da Lei n.º 44/86, de 30 de setembro, na sua redação atua", lê-se nesta nova norma.
O chefe de Estado realça assim o disposto na Lei n.º 44/86, de 30 de setembro, o Regime do estado de sítio e do estado de emergência, que estabelece, no seu artigo 7.º: "A violação do disposto na declaração do estado de sítio ou do estado de emergência ou na presente lei, nomeadamente quanto à execução daquela, faz incorrer os respetivos autores em crime de desobediência".
23h00 - Brasil regista mais de 70 mil casos em 24 horas e supera 7 milhões de infetados
O Brasil registou 70.574 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, montante que elevou as notificações de casos da doença para um total de 7.040.608, segundo dados atualizados pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira.
O maior país da América do Sul contabilizou 936 vítimas mortais neste período, dado que elevou para 183.735 o número de óbitos provocados pelo novo coronavírus.
O Brasil registou 70.574 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, montante que elevou as notificações de casos da doença para um total de 7.040.608, segundo dados atualizados pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira.
O maior país da América do Sul contabilizou 936 vítimas mortais neste período, dado que elevou para 183.735 o número de óbitos provocados pelo novo coronavírus.
22h40 - Enfermeiros põem em causa administração hospitalar
Uma equipa de enfermeiros acusou o Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa de colocar doentes ventilados numa unidade sem condições. Os enfermeiros queixaram-se também à Ordem que esses doentes ventilados não têm acompanhamento de profissionais com formação adequada.
Uma equipa de enfermeiros acusou o Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa de colocar doentes ventilados numa unidade sem condições. Os enfermeiros queixaram-se também à Ordem que esses doentes ventilados não têm acompanhamento de profissionais com formação adequada.
22h30 - Centros de Saúde inundados com perguntas sobre a vacinação
A Associação de Unidades de Saúde Familiar queixou-se de que os profissionais de saúde não conseguem dar resposta aos utentes por falta de informação e considerou necessário um reforço de profissionais na segunda fase da vacinação.
A Associação de Unidades de Saúde Familiar queixou-se de que os profissionais de saúde não conseguem dar resposta aos utentes por falta de informação e considerou necessário um reforço de profissionais na segunda fase da vacinação.
22h17 - Conselho de Ministros dá parecer favorável à proposta de decreto do PR para a renovação do estado de emergência
O Conselho de Ministros deu parecer favorável à proposta de decreto do Presidente da República para renovar o estado de emergência até 7 de janeiro.
22h10 - França com 17.615 novos casos e 292 mortes nas últimas 24 horas
A França contabilizou nas últimas 24 horas mais 17.615 novos casos e 292 óbitos resultantes da covid-219, indicam hoje os dados do Ministério da Saúde francês.
A França contabilizou nas últimas 24 horas mais 17.615 novos casos e 292 óbitos resultantes da covid-219, indicam hoje os dados do Ministério da Saúde francês.
21h33 - Vacinação em Portugal deverá começar logo que cheguem as vacinas
As autoridades confirmaram que a vacina contra a Covid-19 deve chegar a Portugal antes de janeiro. O coordenador da "Task-Force" disse que o país está pronto para começar a vacinar de imediato.
As autoridades confirmaram que a vacina contra a Covid-19 deve chegar a Portugal antes de janeiro. O coordenador da "Task-Force" disse que o país está pronto para começar a vacinar de imediato.
21h10 - Universidade de Évora com "diversos" novos casos suspende aulas presenciais
A Universidade de Évora (UÉ) suspendeu as aulas presenciais na academia, a partir de quinta-feira, por terem sido reportados “diversos casos” de alunos e professores com resultados positivos para o SARS-CoV-2, revelou hoje a instituição.
A suspensão das atividades letivas presenciais, entre quinta-feira e o início das férias de Natal, agendado para a próxima segunda-feira, foi decidida hoje pela reitora da UÉ, Ana Costa Freitas, revelou a instituição de ensino superior, em comunicado enviado à agência Lusa.
“Nesta última semana, têm sido reportados diversos casos de estudantes e docentes com resultados positivos para o SARS-CoV-2”, comunicou a reitora numa informação interna, à qual alude o comunicado enviado à Lusa.
Segundo a UÉ, a suspensão das aulas é “uma medida adicional a fim de evitar um maior número de casos”.
A Universidade de Évora (UÉ) suspendeu as aulas presenciais na academia, a partir de quinta-feira, por terem sido reportados “diversos casos” de alunos e professores com resultados positivos para o SARS-CoV-2, revelou hoje a instituição.
A suspensão das atividades letivas presenciais, entre quinta-feira e o início das férias de Natal, agendado para a próxima segunda-feira, foi decidida hoje pela reitora da UÉ, Ana Costa Freitas, revelou a instituição de ensino superior, em comunicado enviado à agência Lusa.
“Nesta última semana, têm sido reportados diversos casos de estudantes e docentes com resultados positivos para o SARS-CoV-2”, comunicou a reitora numa informação interna, à qual alude o comunicado enviado à Lusa.
Segundo a UÉ, a suspensão das aulas é “uma medida adicional a fim de evitar um maior número de casos”.
20h45 - Madeira regista mais uma morte
A Madeira registou hoje mais uma morte associada à covid-19, elevando o número de óbitos para sete, indicou a Secretaria Regional da Saúde e Proteção Civil, esclarecendo que se trata de uma mulher com 87 anos.
"No dia 16 de dezembro, faleceu no Hospital [Central do Funchal] Dr. Nélio Mendonça uma doente, de 87 anos, com covid-19", refere em comunicado, explicando que a mulher estava internada na unidade dedicada à doença desde o dia 03 de dezembro e tinha várias comorbilidades associadas.
A Madeira registou hoje mais uma morte associada à covid-19, elevando o número de óbitos para sete, indicou a Secretaria Regional da Saúde e Proteção Civil, esclarecendo que se trata de uma mulher com 87 anos.
"No dia 16 de dezembro, faleceu no Hospital [Central do Funchal] Dr. Nélio Mendonça uma doente, de 87 anos, com covid-19", refere em comunicado, explicando que a mulher estava internada na unidade dedicada à doença desde o dia 03 de dezembro e tinha várias comorbilidades associadas.
20h38 - Madeira decreta encerramento dos centros de dia até janeiro de 2021
Os centros de dia, centros de convívio e centros comunitários na Madeira vão encerrar a partir de sexta-feira por um período de quinze dias, indicou hoje o Governo Regional, sublinhando que a medida é de "natureza excecional".
"O estabelecido nesta resolução é de natureza excecional, sem prejuízo de prorrogação ou modificação na medida em que a evolução da situação epidemiológica o justificar", refere o executivo em comunicado, após a reunião do Conselho do Governo, no Funchal.
A medida já tinha sido anunciada na terça-feira pelo presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, e foi hoje aprovada na reunião semanal do executivo madeirense.
Os centros de dia, centros de convívio e centros comunitários na Madeira vão encerrar a partir de sexta-feira por um período de quinze dias, indicou hoje o Governo Regional, sublinhando que a medida é de "natureza excecional".
"O estabelecido nesta resolução é de natureza excecional, sem prejuízo de prorrogação ou modificação na medida em que a evolução da situação epidemiológica o justificar", refere o executivo em comunicado, após a reunião do Conselho do Governo, no Funchal.
A medida já tinha sido anunciada na terça-feira pelo presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, e foi hoje aprovada na reunião semanal do executivo madeirense.
20h28 - Angola regista mais sete mortes e 45 casos nas últimas 24 horas
Angola registou mais sete óbitos por covid-19, nas últimas 24 horas, 45 novas infeções e recuperou 204 doentes, informou hoje o secretário de Estado para a Saúde Pública angolano.
Angola registou mais sete óbitos por covid-19, nas últimas 24 horas, 45 novas infeções e recuperou 204 doentes, informou hoje o secretário de Estado para a Saúde Pública angolano.
20h22 - BE pede uso da requisição civil para colocar “toda a capacidade de saúde” ao comando do SNS
A coordenadora do BE defendeu hoje que o Governo deve usar a requisição civil, prevista em anteriores decretos presidenciais, para colocar toda "a capacidade de saúde instalada em Portugal" sob o comando do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Após ser recebida, no Palácio de Belém, em Lisboa, pelo Presidente da República sobre a renovação do estado de emergência, de 24 de dezembro até 07 de janeiro no âmbito da pandemia de covid-19, a coordenadora do BE, Catarina Martins disse ter transmitido a Marcelo Rebelo de Sousa que considera que janeiro vai ser "um mês particularmente difícil" e em que o Serviço Nacional de Saúde vai "sofrer uma pressão extraordinária".
"Por isso, nós viemos hoje dizer ao Presidente da República que, aquilo que sempre defendemos, é agora particularmente urgente: precisamos de toda a capacidade instalada da saúde em Portugal sob o comando do SNS", defendeu.
A coordenadora do BE salientou que a possibilidade de requisição civil de meios de saúde aos privados tem estado prevista “em anteriores decretos presidenciais”, apesar de o Governo nunca a ter, até agora, utilizado.
"É muito importante que o decreto continue a prever essa possibilidade e o Governo deve depois utilizá-la. Se isso foi sempre importante, e julgo que foi um erro o Governo não o ter feito na preparação da segunda fase, será mais importante a partir de agora, se a uma eventual terceira vaga de covid-19 se juntar um plano de vacinação que é exigente e todos os cuidados de saúde não covid", apelou.
Catarina Martins não quis adiantar como votará o BE na quinta-feira o a provável renovação do estado de emergência, dizendo querer ver primeiro o texto do decreto presidencial.
A coordenadora do BE defendeu hoje que o Governo deve usar a requisição civil, prevista em anteriores decretos presidenciais, para colocar toda "a capacidade de saúde instalada em Portugal" sob o comando do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Após ser recebida, no Palácio de Belém, em Lisboa, pelo Presidente da República sobre a renovação do estado de emergência, de 24 de dezembro até 07 de janeiro no âmbito da pandemia de covid-19, a coordenadora do BE, Catarina Martins disse ter transmitido a Marcelo Rebelo de Sousa que considera que janeiro vai ser "um mês particularmente difícil" e em que o Serviço Nacional de Saúde vai "sofrer uma pressão extraordinária".
"Por isso, nós viemos hoje dizer ao Presidente da República que, aquilo que sempre defendemos, é agora particularmente urgente: precisamos de toda a capacidade instalada da saúde em Portugal sob o comando do SNS", defendeu.
A coordenadora do BE salientou que a possibilidade de requisição civil de meios de saúde aos privados tem estado prevista “em anteriores decretos presidenciais”, apesar de o Governo nunca a ter, até agora, utilizado.
"É muito importante que o decreto continue a prever essa possibilidade e o Governo deve depois utilizá-la. Se isso foi sempre importante, e julgo que foi um erro o Governo não o ter feito na preparação da segunda fase, será mais importante a partir de agora, se a uma eventual terceira vaga de covid-19 se juntar um plano de vacinação que é exigente e todos os cuidados de saúde não covid", apelou.
Catarina Martins não quis adiantar como votará o BE na quinta-feira o a provável renovação do estado de emergência, dizendo querer ver primeiro o texto do decreto presidencial.
19h40 - PSD vai votar a favor da renovação do estado de emergência
Depois da audição com Marcelo Rebelo de Sousa, Rui Rio confirmou que o Partido Social Democrata vai votar a favor do "prolongamento do estado de emergência".
"Obviamente que é mais como uma abstenção, (...) mas é um voto favorável", esclareceu o líder do PSD, acrescentando que é "isto que o país precisa".
Lembrando que a altura das Festas, como o Natal, está a chegar, Rui Rio frisou que cabia agora a todos ter os comportamentos "mais prudentes".
"Espero, no entanto, que se se verificar um agravamento da situação por forças do Natal, haja da parte do Governo a coragem para depois na Passagem de Ano haver efetivamente medidas mais rigorosas", salientou ainda Rui Rio.
Quanto à vacinação, o PSD considera que "era prudente" que fosse realizada em mais locais para além do Serviço Nacional de Saúde.
"Acho aconselhável que o Governo alargasse o número de sítios onde as pessoas de podem vacinar", explicou.
19h35 - Casos num lar particular de Montemor-o-Novo sobem para 65
Os casos de infeção pelo vírus da covid-19 num lar do concelho de Montemor-o-Novo, no distrito de Évora, subiram para 65 e a câmara municipal já criou uma zona de concentração e apoio à população (ZCAP). Segundo divulgou hoje o município, citando os dados mais recentes da Autoridade de Saúde Pública, o surto de covid-19 no lar particular Quinta da Ponte contabiliza 48 utentes e 17 trabalhadores infetados.
Em relação ao anterior balanço no dia 10 por fonte da Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde do Alentejo Central, registam-se agora mais cinco infetados, nomeadamente dois utentes e três trabalhadores.
Os casos de infeção pelo vírus da covid-19 num lar do concelho de Montemor-o-Novo, no distrito de Évora, subiram para 65 e a câmara municipal já criou uma zona de concentração e apoio à população (ZCAP). Segundo divulgou hoje o município, citando os dados mais recentes da Autoridade de Saúde Pública, o surto de covid-19 no lar particular Quinta da Ponte contabiliza 48 utentes e 17 trabalhadores infetados.
Em relação ao anterior balanço no dia 10 por fonte da Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde do Alentejo Central, registam-se agora mais cinco infetados, nomeadamente dois utentes e três trabalhadores.
19h18 - Reino Unido regista maior aumento de casos desde meados de novembro
O Reino Unido registou 612 mortes e 25.161 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, mais do que na véspera, segundo o Ministério da Saúde, após um apelo do primeiro-ministro, Boris Johnson às pessoas para tomarem "extrema precaução".
Na terça-feira tinham sido notificadas 505 mortes e 18.450 novos casos.
O número diário de infeções relatadas esta quarta-feira é o maior aumento de casos desde o dia 14 de novembro.
Em Londres, onde entraram em vigor novas restrições mais rígidas para limitar o contacto social, nomeadamente o encerramento de bares e restaurantes, a taxa de infeção é atualmente de 270 por 100.000 habitantes.
Johnson reconheceu que "a situação geral é, infelizmente, pior e mais complicada" do que se esperava quando foi anunciado, há três semanas, uma trégua para o Natal, aliviando as regras para permitir a reunião de três agregados familiares na mesma casa entre 23 e 27 de dezembro.
Numa conferência de imprensa extraordinária hoje à tarde, o chefe do executivo britânico, que dita as regras de saúde em Inglaterra, urgiu os britânicos a reduzirem a dimensão e duração dos ajuntamentos.
"Um Natal menor será um Natal mais seguro, e um Natal mais curto será um Natal mais seguro. Quando dizemos que três famílias podem reunir-se em cinco dias, quero enfatizar que esses são máximos, não metas a atingir", avisou.
"Não seria certo, acreditamos, criminalizar as pessoas que fizeram planos e simplesmente querem passar mais tempo com seus entes queridos", disse Johnson.
"Tenham um pequeno Natal feliz", disse Johnson, usando o título do jingle popular.
Na terça-feira tinham sido notificadas 505 mortes e 18.450 novos casos.
O número diário de infeções relatadas esta quarta-feira é o maior aumento de casos desde o dia 14 de novembro.
Em Londres, onde entraram em vigor novas restrições mais rígidas para limitar o contacto social, nomeadamente o encerramento de bares e restaurantes, a taxa de infeção é atualmente de 270 por 100.000 habitantes.
Johnson reconheceu que "a situação geral é, infelizmente, pior e mais complicada" do que se esperava quando foi anunciado, há três semanas, uma trégua para o Natal, aliviando as regras para permitir a reunião de três agregados familiares na mesma casa entre 23 e 27 de dezembro.
Numa conferência de imprensa extraordinária hoje à tarde, o chefe do executivo britânico, que dita as regras de saúde em Inglaterra, urgiu os britânicos a reduzirem a dimensão e duração dos ajuntamentos.
"Um Natal menor será um Natal mais seguro, e um Natal mais curto será um Natal mais seguro. Quando dizemos que três famílias podem reunir-se em cinco dias, quero enfatizar que esses são máximos, não metas a atingir", avisou.
"Não seria certo, acreditamos, criminalizar as pessoas que fizeram planos e simplesmente querem passar mais tempo com seus entes queridos", disse Johnson.
"Tenham um pequeno Natal feliz", disse Johnson, usando o título do jingle popular.
19h10 - Surto com três meninas e quatro funcionárias infetadas num lar em Beja
Um surto de covid-19 com três meninas e quatro funcionárias infetadas foi detetado no lar de uma fundação em Beja que acolhe crianças e jovens em risco, disse hoje à agência Lusa a presidente da instituição.
O primeiro caso de infeção pelo vírus que provoca a doença covid-19 no Lar de Crianças e Jovens em Risco da Fundação Manuel Gerardo de Sousa e Castro foi relativo a uma funcionária, precisou Conceição Casa Nova, presidente do conselho executivo.
Foram então feitos testes de despiste do vírus às 33 meninas e aos outros funcionários da instituição, tendo seis dado resultado positivo - os de três meninas e mais três funcionárias - e os restantes negativo.
Um surto de covid-19 com três meninas e quatro funcionárias infetadas foi detetado no lar de uma fundação em Beja que acolhe crianças e jovens em risco, disse hoje à agência Lusa a presidente da instituição.
O primeiro caso de infeção pelo vírus que provoca a doença covid-19 no Lar de Crianças e Jovens em Risco da Fundação Manuel Gerardo de Sousa e Castro foi relativo a uma funcionária, precisou Conceição Casa Nova, presidente do conselho executivo.
Foram então feitos testes de despiste do vírus às 33 meninas e aos outros funcionários da instituição, tendo seis dado resultado positivo - os de três meninas e mais três funcionárias - e os restantes negativo.
18h57 - Dinamarca vai paralisar atividade económica durante as festas natalícias
O Governo dinamarquês anunciou hoje o encerramento de centros comerciais e comércio não-essencial no Natal devido à segunda vaga da covid-19, que juntamente com a paragem parcial da vida pública vai significar uma paralisação da atividade económica.
Os centros comerciais vão encerrar a partir desta quinta-feira, as escolas (já parcialmente fechadas) vão fechar para todos os anos desde segunda-feira, assim como os cabeleireiros e fisioterapias, enquanto a partir do Natal e até 03 de janeiro só vão abrir os supermercados e farmácias.
Desde há uma semana estava imposto o encerramento em parte do país – estendido para o resto do território – em escolas a partir do quinto ano, liceus e universidades, os bares e restaurantes e a vida cultural e desportivo, incluindo teatros, cinemas, ginásios e instalações, com exceção para o desporto profissional.
"A situação é muito grave, há transmissão comunitária em todo o país e a saúde está sob pressão", afirmou a primeira-ministra, a social-democrata Mette Frederiksen, em conferência de imprensa na qual foram anunciadas novas medidas de ajuda para os setores afetados.
O Governo dinamarquês anunciou hoje o encerramento de centros comerciais e comércio não-essencial no Natal devido à segunda vaga da covid-19, que juntamente com a paragem parcial da vida pública vai significar uma paralisação da atividade económica.
Os centros comerciais vão encerrar a partir desta quinta-feira, as escolas (já parcialmente fechadas) vão fechar para todos os anos desde segunda-feira, assim como os cabeleireiros e fisioterapias, enquanto a partir do Natal e até 03 de janeiro só vão abrir os supermercados e farmácias.
Desde há uma semana estava imposto o encerramento em parte do país – estendido para o resto do território – em escolas a partir do quinto ano, liceus e universidades, os bares e restaurantes e a vida cultural e desportivo, incluindo teatros, cinemas, ginásios e instalações, com exceção para o desporto profissional.
"A situação é muito grave, há transmissão comunitária em todo o país e a saúde está sob pressão", afirmou a primeira-ministra, a social-democrata Mette Frederiksen, em conferência de imprensa na qual foram anunciadas novas medidas de ajuda para os setores afetados.
18h50 - Surto em lar de freguesia rural de Avis regista 13 infetados e um óbito- Autarca
Um surto de covid-19 num lar de uma freguesia rural do concelho de Avis (Portalegre) já infetou, pelo menos, 13 utentes e funcionários, registando-se hoje a primeira vítima mortal, disse à agência Lusa fonte do município.
"O utente do lar de São Saturnino de Valongo que faleceu estava internado no hospital de Portalegre, tinha 91 anos", lamentou o presidente do município, Nuno Silva.
De acordo com o autarca, estão infetados "nove utentes e quatro funcionários", num universo de 32 utentes (contando com os utentes do apoio domiciliário) e cerca de 16 funcionários.
Um surto de covid-19 num lar de uma freguesia rural do concelho de Avis (Portalegre) já infetou, pelo menos, 13 utentes e funcionários, registando-se hoje a primeira vítima mortal, disse à agência Lusa fonte do município.
"O utente do lar de São Saturnino de Valongo que faleceu estava internado no hospital de Portalegre, tinha 91 anos", lamentou o presidente do município, Nuno Silva.
De acordo com o autarca, estão infetados "nove utentes e quatro funcionários", num universo de 32 utentes (contando com os utentes do apoio domiciliário) e cerca de 16 funcionários.
18h37 - Cabo Verde com mais 63 infetados nas últimas 24 horas
As autoridades sanitárias de Cabo Verde diagnosticaram mais 63 infetados pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, elevando a 11.458 os casos acumulados desde 19 de março, segundo dados divulgados hoje pelo Ministério da Saúde.
Em comunicado, o ministério referiu que os laboratórios de virologia do arquipélago processaram 364 amostras desde terça-feira e 15 deram resultado positivo para o novo coronavírus no concelho da Praia, capital do país, que tem agora 43 casos ativos.
As autoridades sanitárias de Cabo Verde diagnosticaram mais 63 infetados pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, elevando a 11.458 os casos acumulados desde 19 de março, segundo dados divulgados hoje pelo Ministério da Saúde.
Em comunicado, o ministério referiu que os laboratórios de virologia do arquipélago processaram 364 amostras desde terça-feira e 15 deram resultado positivo para o novo coronavírus no concelho da Praia, capital do país, que tem agora 43 casos ativos.
18h32 - COSOC identifica três problemas principais na distribuição global de vacinas
O Conselho Económico e Social das Nações Unidas identificou hoje os acordos para a compra prioritária de vacinas em países ricos, a propriedade intelectual e a fraqueza das cadeias de abastecimento como problemas principais no combate à covid-19.
Munir Akram, representante permanente do Paquistão junto da ONU e presidente do ECOSOC disse hoje, numa conferência virtual, que a distribuição igual em todo o mundo das vacinas de covid-19 enfrenta três problemas principais.
O primeiro problema identificado pelo presidente do ECOSOC foi a assinatura de acordos e ordens executivas em alguns países para a compra antecipada de vacinas e distribuição prioritária apenas a algumas nacionalidades, o que, segundo Munir Akram, vai contra a solidariedade e os princípios de desenvolvimento sustentável. Os Estados Unidos da América e a Rússia são exemplos de países onde tais acordos foram assinados e que o embaixador paquistanês sublinhou que serão "contribuidores importantes" na distribuição de vacinas se prestarem ajudas internacionais.
Em segundo lugar, Munir Akram destacou que pode haver "constrangimentos" na distribuição global de vacinas por causa de possíveis patentes de "propriedade intelectual" sobre a preparação química que confere imunidade contra a doença de covid-19, o que pode ameaçar a distribuição das vacinas à escala global.
Por último, os países em desenvolvimento poderão encontrar grandes desafios devido à fraqueza das cadeias de abastecimento para locais com poucas infraestruturas e que não têm produção de vacinas, declarou Munir Akram.
"É dolorosamente óbvio que os mais pobres foram os mais afetados", afirmou o representante do Paquistão.
O presidente do ECOSOC destacou a colaboração global na iniciativa ACT Accelerator para a aceleração de desenvolvimento, produção e acessibilidade dos diagnósticos, terapias e vacinas na luta contra a doença de covid-19 e da COVAX, uma iniciativa da Organização Mundial da Saúde.
O Conselho Económico e Social das Nações Unidas identificou hoje os acordos para a compra prioritária de vacinas em países ricos, a propriedade intelectual e a fraqueza das cadeias de abastecimento como problemas principais no combate à covid-19.
Munir Akram, representante permanente do Paquistão junto da ONU e presidente do ECOSOC disse hoje, numa conferência virtual, que a distribuição igual em todo o mundo das vacinas de covid-19 enfrenta três problemas principais.
O primeiro problema identificado pelo presidente do ECOSOC foi a assinatura de acordos e ordens executivas em alguns países para a compra antecipada de vacinas e distribuição prioritária apenas a algumas nacionalidades, o que, segundo Munir Akram, vai contra a solidariedade e os princípios de desenvolvimento sustentável. Os Estados Unidos da América e a Rússia são exemplos de países onde tais acordos foram assinados e que o embaixador paquistanês sublinhou que serão "contribuidores importantes" na distribuição de vacinas se prestarem ajudas internacionais.
Em segundo lugar, Munir Akram destacou que pode haver "constrangimentos" na distribuição global de vacinas por causa de possíveis patentes de "propriedade intelectual" sobre a preparação química que confere imunidade contra a doença de covid-19, o que pode ameaçar a distribuição das vacinas à escala global.
Por último, os países em desenvolvimento poderão encontrar grandes desafios devido à fraqueza das cadeias de abastecimento para locais com poucas infraestruturas e que não têm produção de vacinas, declarou Munir Akram.
"É dolorosamente óbvio que os mais pobres foram os mais afetados", afirmou o representante do Paquistão.
O presidente do ECOSOC destacou a colaboração global na iniciativa ACT Accelerator para a aceleração de desenvolvimento, produção e acessibilidade dos diagnósticos, terapias e vacinas na luta contra a doença de covid-19 e da COVAX, uma iniciativa da Organização Mundial da Saúde.
18h20 - Espanha com nível de contágios a subir tem 11.000 novos casos positivos
O número de pessoas contagiadas está a subir em Espanha que registou nas últimas 24 horas 11.078 novos casos de covid-19, elevando para 1.773.290 o total de infetados até agora no país, segundo números divulgados hoje. As autoridades sanitárias espanholas também contabilizaram mais 195 mortes desde terça-feira atribuídas à covid-19, passando o total de óbitos para 48.596.
O nível de incidência acumulada (pessoas contagiadas) em Espanha está a aumentar desde sexta-feira passada, havendo hoje 201 casos diagnosticados por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias (mais dois do que na terça-feira), sendo as regiões com os níveis mais elevados a de Baleares (307), País Basco (267), Madrid (248).
O ministro da Saúde espanhol, Salvador Illa defendeu hoje à tarde que "há que tomar medidas com prontidão e celeridade" para alterar a tendência de subida dos contágios.
O número de pessoas contagiadas está a subir em Espanha que registou nas últimas 24 horas 11.078 novos casos de covid-19, elevando para 1.773.290 o total de infetados até agora no país, segundo números divulgados hoje. As autoridades sanitárias espanholas também contabilizaram mais 195 mortes desde terça-feira atribuídas à covid-19, passando o total de óbitos para 48.596.
O nível de incidência acumulada (pessoas contagiadas) em Espanha está a aumentar desde sexta-feira passada, havendo hoje 201 casos diagnosticados por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias (mais dois do que na terça-feira), sendo as regiões com os níveis mais elevados a de Baleares (307), País Basco (267), Madrid (248).
O ministro da Saúde espanhol, Salvador Illa defendeu hoje à tarde que "há que tomar medidas com prontidão e celeridade" para alterar a tendência de subida dos contágios.
18h03 - Rápido plano de vacinação recupera em breve a economia, avança comissário da economia
No Parlamento Europeu, o comissário europeu da Economia, Paolo Gentiloni, admite que o terceiro trimestre deste ano foi, em temos económicos, melhor do que o previsto pela Comissão Europeia, mas tudo indica que os últimos 3 meses deste ano vão ser piores que o esperado.
No entanto, Paolo Gentiloni admite que se os planos de vacinação avançarem rapidamente a recuperação pode ser mais rápida que o previsto.
No Parlamento Europeu, o comissário europeu da Economia, Paolo Gentiloni, admite que o terceiro trimestre deste ano foi, em temos económicos, melhor do que o previsto pela Comissão Europeia, mas tudo indica que os últimos 3 meses deste ano vão ser piores que o esperado.
No entanto, Paolo Gentiloni admite que se os planos de vacinação avançarem rapidamente a recuperação pode ser mais rápida que o previsto.
17h42 - Líbano pode receber primeiras vacinas dentro de dois meses
O Líbano deve assinar um acordo esta semana para adquirir vacinas da Pfizer-BioNTech contra a covid-19 e deve receber o primeiro lote oito semanas depois, anunciou o ministro interino da Saúde.
Apesar da situação social, económica e de saúde no país, o governo libano espera assinar o acordo para o fornecimento da vacina Pfizer-BioNTech esta semana, disse o ministro da Saúde, Hamad Hassan.
O ministro avaliou inicialmente o valor do negócio em 18 milhões de dólares, mas esclareceu na quarta-feira que esse valor ainda está em negociação. As autoridades tinham anunciado anteriormente que o Líbano estava em negociações para garantir 1,5 milhões de vacinas.
Apesar da situação social, económica e de saúde no país, o governo libano espera assinar o acordo para o fornecimento da vacina Pfizer-BioNTech esta semana, disse o ministro da Saúde, Hamad Hassan.
O ministro avaliou inicialmente o valor do negócio em 18 milhões de dólares, mas esclareceu na quarta-feira que esse valor ainda está em negociação. As autoridades tinham anunciado anteriormente que o Líbano estava em negociações para garantir 1,5 milhões de vacinas.
17h15 - Lar Dona Beatriz no Porto com 16 infetados
Doze idosos e quatro funcionários do Lar Dona Beatriz, no Porto, receberam teste positivo à Covid-19, tendo o espaço sido desinfetado por uma empresa especializada, informou hoje a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-Norte).
Doze idosos e quatro funcionários do Lar Dona Beatriz, no Porto, receberam teste positivo à Covid-19, tendo o espaço sido desinfetado por uma empresa especializada, informou hoje a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-Norte).
17h00 - Eslováquia vai fechar lojas e limitar circulação a partir de sábado
A Eslováquia vai fechar a maioria das lojas e limitar a circulação de pessoas a partir da manhã de sábado para ajudar a conter o aumento de casos de Covid-19, anunciou o ministro da Saúde, Marek Krajci, esta quarta-feira.
Movimentos não essenciais serão proibidos, com exceções para compras essenciais, trabalho e passeios na natureza.
"A situação está mais séria do que nunca", disse Krajci aos jornalistas. "O feriado é muito perigoso do ponto de vista de espalhar o vírus".
A maioria dos serviços estará fechada, mas desportos individuais, incluindo ski, serão permitidos.
O país com 5,5 milhões registou 7.962 novas infeções na terça-feira. Segundo Krajci, esse número diário pode traduzir-se em cerca de 500 hospitalizações e 100 mortes.
O governo apelou às famílias a formarem "bolhas" com outras pessoas da família durante o período de férias e não se encontrarem com mais ninguém.
Os limites de circulação podem durar até 10 de janeiro.
A Eslováquia vai fechar a maioria das lojas e limitar a circulação de pessoas a partir da manhã de sábado para ajudar a conter o aumento de casos de Covid-19, anunciou o ministro da Saúde, Marek Krajci, esta quarta-feira.
Movimentos não essenciais serão proibidos, com exceções para compras essenciais, trabalho e passeios na natureza.
"A situação está mais séria do que nunca", disse Krajci aos jornalistas. "O feriado é muito perigoso do ponto de vista de espalhar o vírus".
A maioria dos serviços estará fechada, mas desportos individuais, incluindo ski, serão permitidos.
O país com 5,5 milhões registou 7.962 novas infeções na terça-feira. Segundo Krajci, esse número diário pode traduzir-se em cerca de 500 hospitalizações e 100 mortes.
O governo apelou às famílias a formarem "bolhas" com outras pessoas da família durante o período de férias e não se encontrarem com mais ninguém.
Os limites de circulação podem durar até 10 de janeiro.
16h51 - Brasil divulga plano e inclui imunizante chinês alvo de disputa política
O Brasil divulgou hoje um plano de vacinação contra a Covid-19 com a CoronaVac, da farmacêutica chinesa Sinovac, que está no centro de uma disputa política entre o Presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria.
Com a chegada da pandemia, Bolsonaro e Doria adotaram posturas opostas. O Presidente brasileiro relativizou a perigosidade da Covid-19 enquanto o governador 'paulista' tomou medidas duras para evitar a proliferação da doença e uma possível sobrecarga no sistema de saúde do estado.
Ao longo do ano, os dois governantes passaram a trocar palavras duras e iniciaram uma disputa política em relação à Coronavac, imunizante chinês testado no Brasil numa parceria da Sinovac com o Instituto Butantan, instituição científica ligada ao governo regional de São Paulo. Bolsonaro proibiu publicamente a conclusão de um acordo entre o Ministério da Saúde e o Instituto Butantan para a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, que classificou como "vacina chinesa do Dóri".
No documento apresentado hoje, o Ministério da Saúde não estima data para começo da vacinação, mas informa que negoceia a compra de milhões de doses de vacina contra a Covid-19, incluindo a CoronaVac. Segundo o Governo, os medicamentos serão distribuídos assim que forem aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e estiverem disponíveis para a distribuição em todo o país.
O executivo destacou que negoceia a compra de vacinas contra o novo coronavírus com os laboratórios Pfizer, Janssen, Bharat Biotech, Moderna, Gamaleya e o Instituto Butantan, que testa e fabricará a CoronaVac.
O documento do Governo brasileiro enfatizou que já foi acertada através da Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) e o laboratório AstraZeneca, que desenvolve um imunizante contra a covid-19 em parceria com a Universidade de Oxford, a compra de 100 milhões de doses desta vacina, com previsão de entrega até julho 2021.
O Brasil deve receber 42,5 milhões de doses das vacinas que fazem parte da Covax Facility, programa global liderado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O Brasil divulgou hoje um plano de vacinação contra a Covid-19 com a CoronaVac, da farmacêutica chinesa Sinovac, que está no centro de uma disputa política entre o Presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria.
Com a chegada da pandemia, Bolsonaro e Doria adotaram posturas opostas. O Presidente brasileiro relativizou a perigosidade da Covid-19 enquanto o governador 'paulista' tomou medidas duras para evitar a proliferação da doença e uma possível sobrecarga no sistema de saúde do estado.
Ao longo do ano, os dois governantes passaram a trocar palavras duras e iniciaram uma disputa política em relação à Coronavac, imunizante chinês testado no Brasil numa parceria da Sinovac com o Instituto Butantan, instituição científica ligada ao governo regional de São Paulo. Bolsonaro proibiu publicamente a conclusão de um acordo entre o Ministério da Saúde e o Instituto Butantan para a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, que classificou como "vacina chinesa do Dóri".
No documento apresentado hoje, o Ministério da Saúde não estima data para começo da vacinação, mas informa que negoceia a compra de milhões de doses de vacina contra a Covid-19, incluindo a CoronaVac. Segundo o Governo, os medicamentos serão distribuídos assim que forem aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e estiverem disponíveis para a distribuição em todo o país.
O executivo destacou que negoceia a compra de vacinas contra o novo coronavírus com os laboratórios Pfizer, Janssen, Bharat Biotech, Moderna, Gamaleya e o Instituto Butantan, que testa e fabricará a CoronaVac.
O documento do Governo brasileiro enfatizou que já foi acertada através da Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) e o laboratório AstraZeneca, que desenvolve um imunizante contra a covid-19 em parceria com a Universidade de Oxford, a compra de 100 milhões de doses desta vacina, com previsão de entrega até julho 2021.
O Brasil deve receber 42,5 milhões de doses das vacinas que fazem parte da Covax Facility, programa global liderado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
16h40 - Itália com mais 17.572 e mais 680 mortos em 24 horas
A Itália relatou mais 680 mortes devido à Covid-19 e mais 17.572 de casos de infeção, de acordo com o Ministério da Saúde.
16h20 - Incerteza associada ao Natal não deixa Norte livre de nova subida
As medidas de combate à covid-19 continuam a resultar a Norte, afirmou hoje um especialista da Universidade do Porto, alertando, contudo, que a incerteza e liberdade associadas ao Natal não deixam a região livre de uma nova subida.
"A fatura vem em janeiro. Só estamos à espera para perceber ao certo qual foi o resultado do Natal, sendo que neste momento há, acima de tudo, um risco", afirmou Óscar Felgueiras, matemático especialista em epidemiologia da Universidade do Porto.
O especialista afirmou à Lusa que a situação da evolução epidemiológica a Norte "é francamente melhor do que há um mês", mas que as medidas já anunciadas para o Natal e Ano Novo, ao darem "espaço de liberdade e acarretar incertezas", não deixam a região livre de uma "arrancada", à semelhança do que está a acontecer noutros países europeus, como a Alemanha e Holanda.
Se, porventura, a região Norte estacionar num patamar de incidência muito elevado, por exemplo nos 500 novos casos por 100 mil habitantes a cada 14 dias, "o potencial de subida pode ser grande", alertou o especialista.
"O risco existe e, acima de tudo, é importante que a população perceba que ele existe. No Natal, temos de nos proteger a nós e aos outros, principalmente aqueles com quem não costumamos estar, assim como temos de evitar contactos de risco. Se houver um esforço geral nesse sentido, pode ser que o efeito do Natal não seja tão sentido", disse.
No entanto, tal permanece "uma incógnita" que só será possível analisar e perceber em janeiro.
As medidas de combate à covid-19 continuam a resultar a Norte, afirmou hoje um especialista da Universidade do Porto, alertando, contudo, que a incerteza e liberdade associadas ao Natal não deixam a região livre de uma nova subida.
"A fatura vem em janeiro. Só estamos à espera para perceber ao certo qual foi o resultado do Natal, sendo que neste momento há, acima de tudo, um risco", afirmou Óscar Felgueiras, matemático especialista em epidemiologia da Universidade do Porto.
O especialista afirmou à Lusa que a situação da evolução epidemiológica a Norte "é francamente melhor do que há um mês", mas que as medidas já anunciadas para o Natal e Ano Novo, ao darem "espaço de liberdade e acarretar incertezas", não deixam a região livre de uma "arrancada", à semelhança do que está a acontecer noutros países europeus, como a Alemanha e Holanda.
Se, porventura, a região Norte estacionar num patamar de incidência muito elevado, por exemplo nos 500 novos casos por 100 mil habitantes a cada 14 dias, "o potencial de subida pode ser grande", alertou o especialista.
"O risco existe e, acima de tudo, é importante que a população perceba que ele existe. No Natal, temos de nos proteger a nós e aos outros, principalmente aqueles com quem não costumamos estar, assim como temos de evitar contactos de risco. Se houver um esforço geral nesse sentido, pode ser que o efeito do Natal não seja tão sentido", disse.
No entanto, tal permanece "uma incógnita" que só será possível analisar e perceber em janeiro.
16h12 - Surto com 37 infetados em lar privado da Lourinhã
Trinta e sete pessoas, entre utentes e funcionários, estão infetadas com covid-19 no lar privado Delicado Raminho, no Vimeiro, no concelho da Lourinhã, informou hoje este município do distrito de Lisboa.
Em comunicado, a autarquia refere que no sábado foi identificado um caso positivo na residência geriátrica, tendo a autoridade local de saúde decidido testar todos os 65 utentes e os 27 funcionários na terça-feira. Nessa sequência, 27 utentes e 10 funcionários tiveram teste positivo à covid-19.
Trinta e sete pessoas, entre utentes e funcionários, estão infetadas com covid-19 no lar privado Delicado Raminho, no Vimeiro, no concelho da Lourinhã, informou hoje este município do distrito de Lisboa.
Em comunicado, a autarquia refere que no sábado foi identificado um caso positivo na residência geriátrica, tendo a autoridade local de saúde decidido testar todos os 65 utentes e os 27 funcionários na terça-feira. Nessa sequência, 27 utentes e 10 funcionários tiveram teste positivo à covid-19.
16h01 - Moçambique regista mais uma morte e 101 novos casos
Moçambique registou, nas últimas 24 horas, mais um óbito por covid-19, elevando o total de mortes para 145, e mais 101 casos de infeção pelo novo coronavírus, anunciou o Ministério da Saúde.
Moçambique registou, nas últimas 24 horas, mais um óbito por covid-19, elevando o total de mortes para 145, e mais 101 casos de infeção pelo novo coronavírus, anunciou o Ministério da Saúde.
15h45 - Ex-futebolista do Vitória de Guimarães Renê Weber morre aos 59 anos
O antigo futebolista e treinador brasileiro Renê Weber, que jogou no Vitória de Guimarães, da I Liga portuguesa, morreu hoje, aos 59 anos, vítima de covid-19, no Rio de Janeiro, informou o Botafogo, clube brasileiro onde era adjunto.
"O Botafogo lamenta profundamente a morte de Renê Weber, ex-auxiliar do clube nesta temporada e campeão brasileiro em 1995 [pelo Botafogo]. Profissional de alto nível, Renê era querido por todos, zelava pela excelência no trabalho e pela manutenção do bom ambiente. Ele foi mais uma vítima da Covid-19", lê-se na nota publicada na rede social Twitter pelo emblema do Rio de Janeiro, 20.º e último classificado da Série A brasileira.
O antigo futebolista e treinador brasileiro Renê Weber, que jogou no Vitória de Guimarães, da I Liga portuguesa, morreu hoje, aos 59 anos, vítima de covid-19, no Rio de Janeiro, informou o Botafogo, clube brasileiro onde era adjunto.
"O Botafogo lamenta profundamente a morte de Renê Weber, ex-auxiliar do clube nesta temporada e campeão brasileiro em 1995 [pelo Botafogo]. Profissional de alto nível, Renê era querido por todos, zelava pela excelência no trabalho e pela manutenção do bom ambiente. Ele foi mais uma vítima da Covid-19", lê-se na nota publicada na rede social Twitter pelo emblema do Rio de Janeiro, 20.º e último classificado da Série A brasileira.
15h16 - Empresas podem pagar em três ou seis vezes IVA do primeiro semestre de 2021
As empresas e empresários em nome individual vão poder pagar de forma faseada, em três ou seis prestações mensais sem juros, o IVA do primeiro semestre de 2021, abrangendo a medida as que estão no regime mensal e trimestral.
As regras deste regime excecional e temporário do cumprimento das obrigações fiscais constam de um decreto-lei agora publicado em Diário da República, com entrada em vigor hoje, e visam, no essencial, assegurar liquidez às empresas confrontadas com quebra de atividade e de faturação devido às restrições impostas pela pandemia de covid-19.
“No seguimento das medidas aprovadas e atendendo à evolução da pandemia, em complemento às medidas anteriormente tomadas, o Governo decide agora, com vista ao objetivo essencial de assegurar liquidez às empresas e preservar a atividade destas, criar um regime complementar de diferimento de obrigações fiscais relativas ao primeiro semestre de 2021”, lê-se no diploma.
Assim, no primeiro semestre de 2021, as empresas com um volume de negócios até dois milhões de euros em 2019 ou que tenham iniciado ou reiniciado a atividade a partir de 01 de janeiro de 2020 podem proceder ao pagamento do IVA mensal até ao termo do prazo do pagamento voluntário ou em três ou seis prestações mensais “de valor igual ou superior a 25 euros, sem juros”.
As empresas e empresários em nome individual vão poder pagar de forma faseada, em três ou seis prestações mensais sem juros, o IVA do primeiro semestre de 2021, abrangendo a medida as que estão no regime mensal e trimestral.
As regras deste regime excecional e temporário do cumprimento das obrigações fiscais constam de um decreto-lei agora publicado em Diário da República, com entrada em vigor hoje, e visam, no essencial, assegurar liquidez às empresas confrontadas com quebra de atividade e de faturação devido às restrições impostas pela pandemia de covid-19.
“No seguimento das medidas aprovadas e atendendo à evolução da pandemia, em complemento às medidas anteriormente tomadas, o Governo decide agora, com vista ao objetivo essencial de assegurar liquidez às empresas e preservar a atividade destas, criar um regime complementar de diferimento de obrigações fiscais relativas ao primeiro semestre de 2021”, lê-se no diploma.
Assim, no primeiro semestre de 2021, as empresas com um volume de negócios até dois milhões de euros em 2019 ou que tenham iniciado ou reiniciado a atividade a partir de 01 de janeiro de 2020 podem proceder ao pagamento do IVA mensal até ao termo do prazo do pagamento voluntário ou em três ou seis prestações mensais “de valor igual ou superior a 25 euros, sem juros”.
15h04 - Mike Pompeo em quarentena depois de contacto com infetado
O Secretário de Estado norte-americano testou negativo para a Covid-19, mas vai entrar em quarentena depois de ter tido contacto com um infetado.
"O secretário Pompeo foi identificado como tendo entrado em contacto com alguém com teste positivo à Covid-19. Por motivos de privacidade, não podemos identificar esse indivíduo", disse um porta-voz do Departamento de Estado norte-americano.
"O secretário foi testado e deu negativo. De acordo com as diretrizes do CDC, estará em quarentena e está a ser monitorado de perto pela equipa médica do departamento".
Não ficou claro em que circunstâncias Pompeo terá entrado em contacto com o indivíduo infetado, mas o Washington Post avançou na terça-feira que o Secretário de Estado cancelou um discurso que devia fazer numa festa organizada pelo Departamento de Estado.
"O secretário foi testado e deu negativo. De acordo com as diretrizes do CDC, estará em quarentena e está a ser monitorado de perto pela equipa médica do departamento".
Não ficou claro em que circunstâncias Pompeo terá entrado em contacto com o indivíduo infetado, mas o Washington Post avançou na terça-feira que o Secretário de Estado cancelou um discurso que devia fazer numa festa organizada pelo Departamento de Estado.
15h00 - Deputados aprovam audição de Marta Temido e ERS sobre transferência de utentes
A ministra da Saúde, Marta Temido, e a Entidade Reguladora da Saúde (ERS) vão ser ouvidas no parlamento por causa das divergências sobre o regulamento de transferência de utentes entre prestadores de cuidados de saúde.
A audição foi hoje decidida com a aprovação do requerimento do PSD na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia de covid-19, que foi validado por todos os partidos presentes, com exceção do PCP, que optou pela abstenção.
Em causa está o despacho da ministra da Saúde, publicado em 10 de dezembro em Diário da República, a declarar a invalidade do regulamento n.º 964/2020, de 16 de outubro, da ERS. A decisão foi já contestada pelo regulador, presidido por Sofia Nogueira da Silva, que alegou em comunicado que Marta Temido “não tem competência legal para declarar a invalidade de um regulamento de uma entidade administrativa independente”.
14h44 - Pfizer entrega menos 20% das vacinas no primeiro trimestre
A primeira fase de vacinação contra a Covid-19 deverá terminar perto de abril e não em fevereiro, como estava previsto. A Pfizer não vai conseguir entregar o número de vacinas que estava contratualizado para o primeiro trimestre de 2021, revelou o coordenador do plano de vacinação contra a doença.
Ouvido esta quarta-feira no Parlamento, Francisco Ramos deu conta de um "incumprimento contratual" por parte da empresa farmacêutica, que resultará no prolongamento da primeira fase de vacinação até "março ou abril", quando o inicialmente previsto era estar concluída em fevereiro.
A primeira fase de vacinação contra a Covid-19 deverá terminar perto de abril e não em fevereiro, como estava previsto. A Pfizer não vai conseguir entregar o número de vacinas que estava contratualizado para o primeiro trimestre de 2021, revelou o coordenador do plano de vacinação contra a doença.
Ouvido esta quarta-feira no Parlamento, Francisco Ramos deu conta de um "incumprimento contratual" por parte da empresa farmacêutica, que resultará no prolongamento da primeira fase de vacinação até "março ou abril", quando o inicialmente previsto era estar concluída em fevereiro.
14h40 - Estetoscópio eletrónico facilita a auscultação de doentes Covid-19
Uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra e dois médicos do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra desenvolveram um estetoscópio electrónico. A solução permite a auscultação convencional em pacientes Covid-19, até aqui impossível devido ao risco de contágio.
Uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra e dois médicos do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra desenvolveram um estetoscópio electrónico. A solução permite a auscultação convencional em pacientes Covid-19, até aqui impossível devido ao risco de contágio.
14h34 - PCP vai votar contra a renovação do estado de emergência
Jerónimo de Sousa reafirmou a posição do PCP em relação ao estado de emergência, com a indicação do voto contra. O secretário-geral do PCP afirmou ainda, no final do encontro com o Presidente da República, sobre a vacinação, que "havendo garantia e sustentação cientifica é importante tomá-la".
Jerónimo de Sousa disse ainda que não se pode "esquecer neste período outras patologias. Verificamos o adiamento sistemático de consultas e exames. Isto envolve centenas de milhares de portugueses".
14h28 - Cinco mortos em lar da Misericórdia de Amarante
A Santa Casa da Misericórdia de Amarante comunicou hoje a morte de cinco utentes, entre os 83 e 99 anos, de um lar da instituição, infetados pelo novo coronavírus e com outras patologias associadas.
Segundo um comunicado da instituição, os óbitos ocorreram desde 04 de dezembro, envolvendo utentes do Lar Estância Nossa Senhora da Piedade, em Amarante, distrito do Porto.
"Após a realização, esta terça-feira, de nova testagem, confirmámos a existência de 83 utentes positivos, todos assintomáticos ou com sintomas ligeiros", lê-se no comunicado, indicando ainda que aqueles utentes estão "isolados, medicados e com acompanhamento permanente do médico da Santa Casa da Misericórdia, sempre de acordo com as indicações da Direção-Geral da Saúde (DGS)".
A instituição refere também ter-se verificado ainda a existência de 16 funcionários infetados, colocados em isolamento domiciliário.
No Lar Estância Nossa Senhora da Piedade residem 120 pessoas, informa a instituição.
A Santa Casa da Misericórdia de Amarante comunicou hoje a morte de cinco utentes, entre os 83 e 99 anos, de um lar da instituição, infetados pelo novo coronavírus e com outras patologias associadas.
Segundo um comunicado da instituição, os óbitos ocorreram desde 04 de dezembro, envolvendo utentes do Lar Estância Nossa Senhora da Piedade, em Amarante, distrito do Porto.
"Após a realização, esta terça-feira, de nova testagem, confirmámos a existência de 83 utentes positivos, todos assintomáticos ou com sintomas ligeiros", lê-se no comunicado, indicando ainda que aqueles utentes estão "isolados, medicados e com acompanhamento permanente do médico da Santa Casa da Misericórdia, sempre de acordo com as indicações da Direção-Geral da Saúde (DGS)".
A instituição refere também ter-se verificado ainda a existência de 16 funcionários infetados, colocados em isolamento domiciliário.
No Lar Estância Nossa Senhora da Piedade residem 120 pessoas, informa a instituição.
14h16 - CDS vai abster-se na votação da renovação do estado de emergência
No final do encontro com o Presidente da República, o CDS lamentou o facto de a vacinação estar a ser preparada para ser administrada em "espaços fechados e pequenos" ao contrário do que acontece, dizem, noutros países.
Sobre o estado de emergência, a posição do partido é a de que "a abstenção do CDS foi sempre uma abstenção preocupada com a saúde pública. É a nossa primeira preocupação".
Sobre o estado de emergência, a posição do partido é a de que "a abstenção do CDS foi sempre uma abstenção preocupada com a saúde pública. É a nossa primeira preocupação".
14h14 - Portugal regista mais 4720 infetados e 82 óbitos
Portugal registou nas últimas 24 horas 4720 novos casos de Covid-19, num total de 358.296 casos desde o início da pandemia. Quanto ao número de óbitos, houve mais 82 mortes, num total de 5815.
Segundo o último boletim epidemiológico da DGS, recuperaram da doença mais 3681 pessoas, o que eleva o total para 283.719.
Quanto ao número de casos em internamento, há menos 25 pessoas internadas em enfermaria com Covid-19, num total de 3181 doentes, e mais menos 20 internados em cuidados intensivos (total de 486 pessoas internadas em cuidados intensivos em todo o país).
A região Norte continua a ser a que regista mais casos e óbitos, com 2182 novos casos e 35 óbitos só nas últimas 24 horas. Segue-se Lisboa e Vale do Tejo, com mais 1375 casos e 30 óbitos, e a região Centro, com 840 novos casos e 14 óbitos. No Alentejo houve mais 177 casos e dois óbitos e no Algarve mais 62 novos casos e um óbito.
Quanto ao número de casos em internamento, há menos 25 pessoas internadas em enfermaria com Covid-19, num total de 3181 doentes, e mais menos 20 internados em cuidados intensivos (total de 486 pessoas internadas em cuidados intensivos em todo o país).
A região Norte continua a ser a que regista mais casos e óbitos, com 2182 novos casos e 35 óbitos só nas últimas 24 horas. Segue-se Lisboa e Vale do Tejo, com mais 1375 casos e 30 óbitos, e a região Centro, com 840 novos casos e 14 óbitos. No Alentejo houve mais 177 casos e dois óbitos e no Algarve mais 62 novos casos e um óbito.
Nas ilhas, a região autónoma dos Açores teve mais 16 casos e a Madeira registou 36 novos casos.
As autoridades de saúde mantêm sob vigilância 74.290 pessoas, menos 282 que na véspera.
Portugal tem nesta altura 98.762 casos ativos, mais 957 do que ontem.
14h13 Reino Unido mantém planos de flexibilizar regras durante o Natal
O Reino Unido mantém os planos de flexibilizar as restrições durante o Natal para permitir reuniões de famílias, confirmou hoje o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, mesmo perante avisos do risco de aumento da pandemia covid-19 no país.
“Houve um acordo unânime entre governo britânico e todas as regiões autónomas em que devemos prosseguir, em princípio, com os regulamentos existentes porque não queremos criminalizar os planos feitos pelas pessoas há muito tempo”, disse hoje no parlamento, no debate semanal com os deputados.
No entanto, o primeiro-ministro vincou ser "vital neste momento muito complicado assumir um grau elevado de responsabilidade pessoal, especialmente no contacto com pessoas idosas, evitando contacto com idosos quando possível”.
O Reino Unido mantém os planos de flexibilizar as restrições durante o Natal para permitir reuniões de famílias, confirmou hoje o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, mesmo perante avisos do risco de aumento da pandemia covid-19 no país.
“Houve um acordo unânime entre governo britânico e todas as regiões autónomas em que devemos prosseguir, em princípio, com os regulamentos existentes porque não queremos criminalizar os planos feitos pelas pessoas há muito tempo”, disse hoje no parlamento, no debate semanal com os deputados.
No entanto, o primeiro-ministro vincou ser "vital neste momento muito complicado assumir um grau elevado de responsabilidade pessoal, especialmente no contacto com pessoas idosas, evitando contacto com idosos quando possível”.
14h09 - Vacinação "não vai prejudicar" atividade não-Covid nos centros de saúde
A primeira fase de vacinação contra a Covid-19 vai recorrer a "não mais do que 20 por cento" dos enfermeiros dos centros de saúde, "sem prejudicar" a atividade assistencial não-Covid, revela o coordenador da 'task-force' criada pelo Governo, Francisco Ramos.
Em declarações prestadas no parlamento, o responsável disse esperar que “a atividade não-Covid se mantenha, porque não se espera utilizar mais de 20% dos enfermeiros dos centros de saúde”, sustentando ainda a capacidade dos centros de saúde para conduzir e gerir a logística da vacinação.
A primeira fase de vacinação contra a Covid-19 vai recorrer a "não mais do que 20 por cento" dos enfermeiros dos centros de saúde, "sem prejudicar" a atividade assistencial não-Covid, revela o coordenador da 'task-force' criada pelo Governo, Francisco Ramos.
Em declarações prestadas no parlamento, o responsável disse esperar que “a atividade não-Covid se mantenha, porque não se espera utilizar mais de 20% dos enfermeiros dos centros de saúde”, sustentando ainda a capacidade dos centros de saúde para conduzir e gerir a logística da vacinação.
14h02 - Estação de Tratamento de Resíduos na Madeira desencadeia desinfeção após caso positivo
A Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos (ETRS) da Meia Serra, na Madeira, vai desencadear uma ação de desinfeção dos espaços, após um trabalhador ter testado positivo para covid-19, indicou hoje a empresa responsável pela gestão.
"Conforme previsto no plano de contingência interno, serão realizados trabalhos de desinfeção dos espaços da referida estação, pelo que o horário de receção de resíduos na ETRS, hoje, dia 16 de dezembro de 2020, será limitado até às 16:00", refere a empresa pública Águas e Resíduos da Madeira (ARM), em comunicado.
Após a operação de desinfeção, o horário de funcionamento da ETRS voltará ao normal.
A Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos (ETRS) da Meia Serra, na Madeira, vai desencadear uma ação de desinfeção dos espaços, após um trabalhador ter testado positivo para covid-19, indicou hoje a empresa responsável pela gestão.
"Conforme previsto no plano de contingência interno, serão realizados trabalhos de desinfeção dos espaços da referida estação, pelo que o horário de receção de resíduos na ETRS, hoje, dia 16 de dezembro de 2020, será limitado até às 16:00", refere a empresa pública Águas e Resíduos da Madeira (ARM), em comunicado.
Após a operação de desinfeção, o horário de funcionamento da ETRS voltará ao normal.
14h00 - Aprovação da vacina antecipada
Foi antecipado o processo de aprovação europeia da vacina contra o novo coronavírus. A reunião marcada para dia 29 será final no dia 21 de dezembro.
O coordenador do Plano de Vacinação em Portugal garante que está assegurada a distribuição, mesmo que isso aconteça na noite de Natal.
Foi antecipado o processo de aprovação europeia da vacina contra o novo coronavírus. A reunião marcada para dia 29 será final no dia 21 de dezembro.
O coordenador do Plano de Vacinação em Portugal garante que está assegurada a distribuição, mesmo que isso aconteça na noite de Natal.
13h55 - Bruxelas propõe alívio das regras dos ‘slots’ também no verão de 2021
A Comissão Europeia adotou hoje uma nova proposta de flexibilização das regras de atribuição de faixas horárias nos aeroportos, os ‘slots’, também durante o verão de 2021, de modo a dar à aviação “um alívio de que muito necessita”.
Por regra, as companhias aéreas devem utilizar 80% dos ‘slots’ que lhes são atribuídos para aterragens e descolagens de modo a garantir o mesmo número de lugares na temporada seguinte, mas a proposta da Comissão reduz esta taxa efetiva de utilização para os 40%, além de uma série de outras medidas também com vista a assegurar que a capacidade dos aeroportos é utilizada de modo eficiente e sem distorções de concorrência durante o período de recuperação da crise da covid-19.
Bruxelas justifica esta iniciativa com as perspetivas pouco animadoras de tráfego aéreo para o verão de 2021, apontando que “é razoável esperar que os níveis de tráfego sejam pelo menos 50% inferior aos de 2019”.
A Comissão Europeia adotou hoje uma nova proposta de flexibilização das regras de atribuição de faixas horárias nos aeroportos, os ‘slots’, também durante o verão de 2021, de modo a dar à aviação “um alívio de que muito necessita”.
Por regra, as companhias aéreas devem utilizar 80% dos ‘slots’ que lhes são atribuídos para aterragens e descolagens de modo a garantir o mesmo número de lugares na temporada seguinte, mas a proposta da Comissão reduz esta taxa efetiva de utilização para os 40%, além de uma série de outras medidas também com vista a assegurar que a capacidade dos aeroportos é utilizada de modo eficiente e sem distorções de concorrência durante o período de recuperação da crise da covid-19.
Bruxelas justifica esta iniciativa com as perspetivas pouco animadoras de tráfego aéreo para o verão de 2021, apontando que “é razoável esperar que os níveis de tráfego sejam pelo menos 50% inferior aos de 2019”.
13h50 - Enfermeiros recusam responsabilidades por cuidados a doentes ventilados
Uma equipa de enfermeiros acusa o Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa de colocar doentes ventilados numa unidade sem condições e sem o acompanhamento de profissionais com formação adequada.
A denúncia chegou à Ordem dos Enfermeiros que já remeteu o caso para o Ministério da Saúde e para a Procuradoria Geral da República.
Uma equipa de enfermeiros acusa o Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa de colocar doentes ventilados numa unidade sem condições e sem o acompanhamento de profissionais com formação adequada.
A denúncia chegou à Ordem dos Enfermeiros que já remeteu o caso para o Ministério da Saúde e para a Procuradoria Geral da República.
13h47 - Vacinação vai assentar em 20% dos enfermeiros dos centros de saúde
A primeira fase de vacinação contra a covid-19 vai assentar no recurso a 20% dos enfermeiros dos centros de saúde, sem prejuízo da atividade assistencial não covid, adiantou hoje o coordenador da `task-force` criada pelo Governo, Francisco Ramos.
Em declarações prestadas no âmbito da audição conjunta da Comissão de Saúde e da Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia, o responsável disse esperar que "a atividade não covid se mantenha, porque não se espera utilizar mais de 20% dos enfermeiros dos centros de saúde", sustentando ainda a capacidade dos centros de saúde para conduzir e gerir a logística da inoculação das vacinas.
"Se eventualmente, por algum passo de mágica, chegassem agora vacinas, à tarde tínhamos condições para estar a administrar num qualquer centro de saúde em Portugal. Temos uma prática de vacinação enorme e não será por falta de capacidade dos centros de saúde que as vacinas deixarão de ser administradas", frisou.
Francisco Ramos revelou que serão ainda criadas unidades móveis para a administração das doses, bem como "centros de vacinação" específicos a nível local sob a coordenação dos centros de saúde e "com profissionais 100 por cento dedicados", com as equipas de enfermagem a assegurar "a qualidade e tranquilidade" do processo.
A capacidade diária de inoculações contra a covid-19 será de 50 mil, segundo o coordenador da `task-force`, que destacou as unidades de cuidados na comunidade entre os "principais agentes da vacinação".
Confrontado com o ritmo do processo de identificação e contacto das pessoas dos grupos prioritários para a primeira fase de vacinação, Francisco Ramos confirmou que "a identificação está já em curso e será acelerada nos próximos dias", esclarecendo que "as pessoas que não têm registo no Serviço Nacional de Saúde devem munir-se de declaração médica atestando que pertencem ao grupo de risco e dirigir-se ao centro de saúde", sem deixar de alertar para a necessidade do "timing adequado" para esse passo.
"Já foram contratados 22,8 milhões de doses de vacinas. Diria que já temos vacinas de sobra para a população portuguesa. O que falta é critérios para priorizar a administração, mas todos terão direito a ser vacinados e ninguém será obrigado. O que está a ser feito é identificar a ordem de prioridades de acesso à vacina", acrescentou.
Sobre a questão da conservação da vacina da Pfizer/BioNTech que será administrada na primeira fase - cujo arranque poderá ocorrer antes de janeiro face à antecipação da decisão da Agência Europeia do Medicamento (EMA) para 21 de dezembro -, o coordenador da `task-force` assegurou que "o único ponto de frio que tem de cumprir os 70 graus é onde as vacinas são recebidas", pelo que os centros de saúde apenas precisam de um frigorífico comum.
"O que é necessário é ter uma cadeia de distribuição ágil, que garanta que as vacinas não andam a passear por Portugal e que são distribuídas", observou, salientando a capacidade das caixas específicas para o transporte: "Depois de aberta a caixa há cinco dias para serem administradas as vacinas que contêm, podem ser conservadas no frigorífico. Os pontos de vacinação não precisam de mais do que um frigorífico idêntico aos das nossas casas".
A primeira fase de vacinação contra a covid-19 vai assentar no recurso a 20% dos enfermeiros dos centros de saúde, sem prejuízo da atividade assistencial não covid, adiantou hoje o coordenador da `task-force` criada pelo Governo, Francisco Ramos.
Em declarações prestadas no âmbito da audição conjunta da Comissão de Saúde e da Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia, o responsável disse esperar que "a atividade não covid se mantenha, porque não se espera utilizar mais de 20% dos enfermeiros dos centros de saúde", sustentando ainda a capacidade dos centros de saúde para conduzir e gerir a logística da inoculação das vacinas.
"Se eventualmente, por algum passo de mágica, chegassem agora vacinas, à tarde tínhamos condições para estar a administrar num qualquer centro de saúde em Portugal. Temos uma prática de vacinação enorme e não será por falta de capacidade dos centros de saúde que as vacinas deixarão de ser administradas", frisou.
Francisco Ramos revelou que serão ainda criadas unidades móveis para a administração das doses, bem como "centros de vacinação" específicos a nível local sob a coordenação dos centros de saúde e "com profissionais 100 por cento dedicados", com as equipas de enfermagem a assegurar "a qualidade e tranquilidade" do processo.
A capacidade diária de inoculações contra a covid-19 será de 50 mil, segundo o coordenador da `task-force`, que destacou as unidades de cuidados na comunidade entre os "principais agentes da vacinação".
Confrontado com o ritmo do processo de identificação e contacto das pessoas dos grupos prioritários para a primeira fase de vacinação, Francisco Ramos confirmou que "a identificação está já em curso e será acelerada nos próximos dias", esclarecendo que "as pessoas que não têm registo no Serviço Nacional de Saúde devem munir-se de declaração médica atestando que pertencem ao grupo de risco e dirigir-se ao centro de saúde", sem deixar de alertar para a necessidade do "timing adequado" para esse passo.
"Já foram contratados 22,8 milhões de doses de vacinas. Diria que já temos vacinas de sobra para a população portuguesa. O que falta é critérios para priorizar a administração, mas todos terão direito a ser vacinados e ninguém será obrigado. O que está a ser feito é identificar a ordem de prioridades de acesso à vacina", acrescentou.
Sobre a questão da conservação da vacina da Pfizer/BioNTech que será administrada na primeira fase - cujo arranque poderá ocorrer antes de janeiro face à antecipação da decisão da Agência Europeia do Medicamento (EMA) para 21 de dezembro -, o coordenador da `task-force` assegurou que "o único ponto de frio que tem de cumprir os 70 graus é onde as vacinas são recebidas", pelo que os centros de saúde apenas precisam de um frigorífico comum.
"O que é necessário é ter uma cadeia de distribuição ágil, que garanta que as vacinas não andam a passear por Portugal e que são distribuídas", observou, salientando a capacidade das caixas específicas para o transporte: "Depois de aberta a caixa há cinco dias para serem administradas as vacinas que contêm, podem ser conservadas no frigorífico. Os pontos de vacinação não precisam de mais do que um frigorífico idêntico aos das nossas casas".
13h38 - Mais de 1,63 milhões de mortos no mundo desde início da pandemia
A pandemia da covid-19 já causou pelo menos 1.636.687 mortos no mundo desde que o novo coronavírus foi descoberto em 2019 na China, indicou hoje o balanço diário realizado pela agência France-Presse (AFP) com base em fontes oficiais.
Mais de 73.462.340 casos de infeção com o novo coronavírus (SARS-Cov-2) foram diagnosticados oficialmente no mesmo período no mundo, dos quais pelo menos 47.202.800 são pessoas já consideradas como recuperadas e curadas, de acordo com os dados reunidos pela agência francesa.
Nas últimas 24 horas, registaram-se mais 13.816 mortes e 709.087 novos casos da doença covid-19 em todo o mundo, segundo a AFP.
A pandemia da covid-19 já causou pelo menos 1.636.687 mortos no mundo desde que o novo coronavírus foi descoberto em 2019 na China, indicou hoje o balanço diário realizado pela agência France-Presse (AFP) com base em fontes oficiais.
Mais de 73.462.340 casos de infeção com o novo coronavírus (SARS-Cov-2) foram diagnosticados oficialmente no mesmo período no mundo, dos quais pelo menos 47.202.800 são pessoas já consideradas como recuperadas e curadas, de acordo com os dados reunidos pela agência francesa.
Nas últimas 24 horas, registaram-se mais 13.816 mortes e 709.087 novos casos da doença covid-19 em todo o mundo, segundo a AFP.
13h30 - PAN não revela sentido de voto sobre prolongamento do estado de emergência
13h27 - RDCongo impõe recolher obrigatório para enfrentar segunda vaga
A presidência da República Democrática do Congo (RDCongo) anunciou hoje que a partir de sexta-feira entrará em vigor o recolher obrigatório, entre outras medidas, para enfrentar a "segunda vaga" de covid-19, que afeta principalmente a capital, Kinshasa.
Esta medida estará em vigor "das 21h00 às 5h00", disse a presidência do maior país da África Subsaariana.
A RDCongo, que tem mais de 80 milhões de habitantes, é relativamente poupada em termos do número total de infeções pelo novo coronavírus, um pouco menos de 15.000 casos desde 10 de março, e de mortes, 364 em igual período, segundo números oficiais, comparando com os mais de 860.000 na África do Sul, por exemplo.
A presidência da República Democrática do Congo (RDCongo) anunciou hoje que a partir de sexta-feira entrará em vigor o recolher obrigatório, entre outras medidas, para enfrentar a "segunda vaga" de covid-19, que afeta principalmente a capital, Kinshasa.
Esta medida estará em vigor "das 21h00 às 5h00", disse a presidência do maior país da África Subsaariana.
A RDCongo, que tem mais de 80 milhões de habitantes, é relativamente poupada em termos do número total de infeções pelo novo coronavírus, um pouco menos de 15.000 casos desde 10 de março, e de mortes, 364 em igual período, segundo números oficiais, comparando com os mais de 860.000 na África do Sul, por exemplo.
13h19 - Coordenador da task-force adverte contra obrigatoriedade de vacina
O coordenador da task-force formada pelo Governo para gerir o plano de vacinação contra a Covid-19, Francisco Ramos, sustentou no Parlamento que seria "um enorme erro" tornar a vacina obrigatória.
"Esta vacinação é voluntária e acho que seria um enorme erro torná-la obrigatória. Temos 40 anos de experiência de plano de vacinação, que é uma joia de coroa do Serviço Nacional de Saúde", disse.
"Quem recusar receber a vacina deve ser respeitado. Os relatórios dizem que menos de dez por cento da população recusa tomar a vacina e esses números são animadores", enfatizou o responsável.
Ouvido em audição conjunta das comissões de Saúde e eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia, o responsável pela task-force acentuou que a "confiança é essencial" neste processo e que terá de existir "clareza e facilidade na comunicação".
12h57 - PEV vota contra renovação do estado de emergência
À saída da audiência com o Presidente da República, o deputado do Partido Ecologista "Os Verdes" José Luís Ferreira disse não haver motivos para alterar o sentido de voto da formação. "Temos consciência da gravidade da situação, defendemos que é necessário o reforço das medidas de contenção, mas não misturamos nem confundimos estado de emergência com as medidas de contenção, porque são realidades distintas, a menos que se queira confundir as pessoas", argumentou.
12h51 - Vacinação europeia "é demonstração da mais-valia da UE"
O primeiro-ministro considerou uma "excelente notícia" a antecipação para dia 21 de dezembro da apreciação, por parte da Agência Europeia do Medicamento, da vacina da BioNTech/Pfizer, acrescentando que os países-membros da União estão a "fazer um grande esforço" para iniciar o plano de vacinação no mesmo dia.
"A Comissão [Europeia] fez um grande trabalho, ao assegurar a compra conjunta. É muito importante e uma excelente demonstração da mais-valia que constitui a União Europeia a garantia de que todos os cidadãos da Europeia, sejam de que Estado forem, um Estado maior ou mais pequeno, mais rico ou mais pobre, do norte ou do sul, de leste ou de oeste, todos vamos ter acesso simultaneamente à vacina", afirmou António Costa, em resposta à correspondente da RTP em Paris, Rosário Salgueiro. O governante deixou por esclarecer, todavia, se o plano de vacinação estará em marcha antes do fim do ano.
Costa deslocou-se esta quarta-feira a Paris para um almoço de trabalho com o Presidente francês, Emmanuel Macron. O principal tema sobre a mesa foi a preparação da presidência portuguesa da União Europeia.
12h46 - Missão da OMS para descobrir origem do vírus parte em janeiro para a China
Uma equipa científica internacional coordenada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) partirá em janeiro para a China para descobrir a origem do novo coronavírus, afirmou hoje aquela agência das Nações Unidas.
"Posso confirmar que [a missão à China] ocorrerá em janeiro", disse um porta-voz da OMS, Hedinn Halldorson, à agência France Presse, confirmando o que um dos peritos indicados tinha dito à imprensa.
Desde agosto que a OMS está em diálogo com peritos chineses e de outros países para uma missão cujo objetivo é descobrir a origem do SARS-CoV-2, que provoca a covid-19, e que a organização afirma ser zoonótica, ou seja, foi transmitido de um animal para os humanos.
Os primeiros casos de infeção foram registados em Wuhan, uma cidade no centro da China.
O coordenador da task-force formada pelo Governo para gerir o plano de vacinação contra a Covid-19, Francisco Ramos, sustentou no Parlamento que seria "um enorme erro" tornar a vacina obrigatória.
"Esta vacinação é voluntária e acho que seria um enorme erro torná-la obrigatória. Temos 40 anos de experiência de plano de vacinação, que é uma joia de coroa do Serviço Nacional de Saúde", disse.
"Quem recusar receber a vacina deve ser respeitado. Os relatórios dizem que menos de dez por cento da população recusa tomar a vacina e esses números são animadores", enfatizou o responsável.
Ouvido em audição conjunta das comissões de Saúde e eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia, o responsável pela task-force acentuou que a "confiança é essencial" neste processo e que terá de existir "clareza e facilidade na comunicação".
12h57 - PEV vota contra renovação do estado de emergência
À saída da audiência com o Presidente da República, o deputado do Partido Ecologista "Os Verdes" José Luís Ferreira disse não haver motivos para alterar o sentido de voto da formação. "Temos consciência da gravidade da situação, defendemos que é necessário o reforço das medidas de contenção, mas não misturamos nem confundimos estado de emergência com as medidas de contenção, porque são realidades distintas, a menos que se queira confundir as pessoas", argumentou.
12h51 - Vacinação europeia "é demonstração da mais-valia da UE"
O primeiro-ministro considerou uma "excelente notícia" a antecipação para dia 21 de dezembro da apreciação, por parte da Agência Europeia do Medicamento, da vacina da BioNTech/Pfizer, acrescentando que os países-membros da União estão a "fazer um grande esforço" para iniciar o plano de vacinação no mesmo dia.
"A Comissão [Europeia] fez um grande trabalho, ao assegurar a compra conjunta. É muito importante e uma excelente demonstração da mais-valia que constitui a União Europeia a garantia de que todos os cidadãos da Europeia, sejam de que Estado forem, um Estado maior ou mais pequeno, mais rico ou mais pobre, do norte ou do sul, de leste ou de oeste, todos vamos ter acesso simultaneamente à vacina", afirmou António Costa, em resposta à correspondente da RTP em Paris, Rosário Salgueiro. O governante deixou por esclarecer, todavia, se o plano de vacinação estará em marcha antes do fim do ano.
Costa deslocou-se esta quarta-feira a Paris para um almoço de trabalho com o Presidente francês, Emmanuel Macron. O principal tema sobre a mesa foi a preparação da presidência portuguesa da União Europeia.
12h46 - Missão da OMS para descobrir origem do vírus parte em janeiro para a China
Uma equipa científica internacional coordenada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) partirá em janeiro para a China para descobrir a origem do novo coronavírus, afirmou hoje aquela agência das Nações Unidas.
"Posso confirmar que [a missão à China] ocorrerá em janeiro", disse um porta-voz da OMS, Hedinn Halldorson, à agência France Presse, confirmando o que um dos peritos indicados tinha dito à imprensa.
Desde agosto que a OMS está em diálogo com peritos chineses e de outros países para uma missão cujo objetivo é descobrir a origem do SARS-CoV-2, que provoca a covid-19, e que a organização afirma ser zoonótica, ou seja, foi transmitido de um animal para os humanos.
Os primeiros casos de infeção foram registados em Wuhan, uma cidade no centro da China.
12h40 - Um morto em lar de idosos de Ílhavo onde foram detetados 51 casos
Um homem de 90 anos infetado pelo novo coronavírus, no surto do lar do Centro Social e Paroquial da Gafanha da Nazaré, no concelho de Ílhavo, morreu hoje no hospital de Aveiro, informou fonte da instituição.
Em declarações à agência Lusa, a diretora técnica do lar, Inês Cucu, disse que a vítima é um utente que “já estava acamado há muito tempo, com patologias pulmonares associadas”.
A mesma responsável referiu ainda que existem mais três utentes que estão internados no Hospital, devido à covid-19.
Na semana passada foi detetado um surto no lar gerido pela paróquia da Gafanha da Nazaré, que tem atualmente 51 casos de infeção confirmados.
De um total de 60 utentes, 40 foram diagnosticados com o novo coronavírus. Os restantes 11 casos foram detetados nos funcionários.
A diretora técnica afirma que a situação “é estável”, até porque a maioria dos infetados “estão sem sintomas associados à covid-19”.
Um homem de 90 anos infetado pelo novo coronavírus, no surto do lar do Centro Social e Paroquial da Gafanha da Nazaré, no concelho de Ílhavo, morreu hoje no hospital de Aveiro, informou fonte da instituição.
Em declarações à agência Lusa, a diretora técnica do lar, Inês Cucu, disse que a vítima é um utente que “já estava acamado há muito tempo, com patologias pulmonares associadas”.
A mesma responsável referiu ainda que existem mais três utentes que estão internados no Hospital, devido à covid-19.
Na semana passada foi detetado um surto no lar gerido pela paróquia da Gafanha da Nazaré, que tem atualmente 51 casos de infeção confirmados.
De um total de 60 utentes, 40 foram diagnosticados com o novo coronavírus. Os restantes 11 casos foram detetados nos funcionários.
A diretora técnica afirma que a situação “é estável”, até porque a maioria dos infetados “estão sem sintomas associados à covid-19”.
12h33 - Mais de 24 mil pessoas contactadas pelas equipas multidisciplinares de Lisboa e Vale do Tejo
As equipas multidisciplinares criadas no âmbito do combate à Covid-19 na área Metropolitana de Lisboa contactaram, entre 30 de junho e 14 de dezembro, um total de 24.032 pessoas nos concelhos da Amadora, Lisboa, Sintra, Almada, Seixal, Moita, Barreiro, Setúbal, Loures e Odivelas.
As equipas multidisciplinares criadas no âmbito do combate à Covid-19 na área Metropolitana de Lisboa contactaram, entre 30 de junho e 14 de dezembro, um total de 24.032 pessoas nos concelhos da Amadora, Lisboa, Sintra, Almada, Seixal, Moita, Barreiro, Setúbal, Loures e Odivelas.
12h25 - Lares com mais de 80% dos óbitos do envelhecido distrito de Bragança
Desde o início da pandemia, o distrito de Bragança registou 77 óbitos associados à covid-19, mais de 80% dos quais de utentes de lares de idosos, a maioria em apenas uma instituição.
A Santa Casa da Misericórdia de Bragança teve o maior surto do distrito, com 28 mortes, que representam perto de metade das 64 conhecidas em lares e mais de um terço do total de óbitos em toda a região somado pelas autoridades de saúde.
Os números “batem certo com as características da população idosa da região”, onde 30% dos cerca de 125 mil habitantes têm mais de 65 anos, acima da média nacional de 20%, e os mais debilitados dos mais velhos estão concentrados no número elevado de lares que existem neste território, na análise de Fernando Pereira, professor/investigador do Instituto Politécnico de Bragança.
Desde o início da pandemia, o distrito de Bragança registou 77 óbitos associados à covid-19, mais de 80% dos quais de utentes de lares de idosos, a maioria em apenas uma instituição.
A Santa Casa da Misericórdia de Bragança teve o maior surto do distrito, com 28 mortes, que representam perto de metade das 64 conhecidas em lares e mais de um terço do total de óbitos em toda a região somado pelas autoridades de saúde.
Os números “batem certo com as características da população idosa da região”, onde 30% dos cerca de 125 mil habitantes têm mais de 65 anos, acima da média nacional de 20%, e os mais debilitados dos mais velhos estão concentrados no número elevado de lares que existem neste território, na análise de Fernando Pereira, professor/investigador do Instituto Politécnico de Bragança.
12h19 - Porto de Sines estima crescimento de 10% na carga contentorizada este ano
O presidente do conselho de administração do Porto de Sines, José Luís Cacho, estimou hoje um crescimento de cerca de 10% na carga contentorizada em 2020, apesar das dificuldades criadas pela pandemia de covid-19.
“Por termos sabido resistir, vamos crescer perto de 10% na carga contentorizada, a que somaremos outros resultados positivos também”, perspetivou José Luís Cacho, citado num comunicado, por ocasião do 43.º aniversário da Administração do Porto de Sines (APS), no distrito de Setúbal, que se assinalou na segunda-feira.
O presidente do conselho de administração do Porto de Sines, José Luís Cacho, estimou hoje um crescimento de cerca de 10% na carga contentorizada em 2020, apesar das dificuldades criadas pela pandemia de covid-19.
“Por termos sabido resistir, vamos crescer perto de 10% na carga contentorizada, a que somaremos outros resultados positivos também”, perspetivou José Luís Cacho, citado num comunicado, por ocasião do 43.º aniversário da Administração do Porto de Sines (APS), no distrito de Setúbal, que se assinalou na segunda-feira.
12h13 - PE aprova período de transição para nova PAC e fundos para crise Covid-19
O Parlamento Europeu (PE) aprovou hoje as medidas transitórias até a nova Política Agrícola Comum (PAC) estar em plena execução, permitindo manter os pagamentos aos agricultores, e uma ajuda de oito mil milhões de euros devido à covid-19.
Para além de terem aprovado as medidas que asseguram uma transição suave entre PAC em vigor e a futura (2021-2027), os eurodeputados deram luz verde às regras relativas à forma como agricultores, produtores agrícolas e áreas rurais podem usar os oito mil milhões de euros de ajudas contra a crise da covid-19 para financiar a sua recuperação digital, resiliente e sustentável nos próximos dois anos.
Cerca de 30% deste montante estará disponível já em 2021, enquanto os restantes 70% serão distribuídos em 2022.
O Parlamento Europeu (PE) aprovou hoje as medidas transitórias até a nova Política Agrícola Comum (PAC) estar em plena execução, permitindo manter os pagamentos aos agricultores, e uma ajuda de oito mil milhões de euros devido à covid-19.
Para além de terem aprovado as medidas que asseguram uma transição suave entre PAC em vigor e a futura (2021-2027), os eurodeputados deram luz verde às regras relativas à forma como agricultores, produtores agrícolas e áreas rurais podem usar os oito mil milhões de euros de ajudas contra a crise da covid-19 para financiar a sua recuperação digital, resiliente e sustentável nos próximos dois anos.
Cerca de 30% deste montante estará disponível já em 2021, enquanto os restantes 70% serão distribuídos em 2022.
12h08 - Chega vai votar contra a renovação do estado de emergência
André Ventura, deputado e líder do Chega, anunciou que o seu partido vai votar contra a renovação do estado de emergência.
O partido foi recebido pelo Presidente da República e apelou a Marcelo Rebelo de Sousa para que não haja alteração das medidas e restrições que já foram anunciadas para o Natal e a Passagem do Ano para haver um quadro de estabilidade e previsibilidade e que transmita isso ao Governo. Sob pena de o estado de emergência se tornar "ineficaz" com a constante mudança de medidas e consequente desrespeito das medidas adotadas.
André Ventura diz que o Chega vai votar contra a renovação do estado de emergência, porque considera que há medidas que não fazem sentido como o do encerramento de restaurantes às 13h00. "O Chega não pode dar um voto em branco" ao Governo, diz.
O líder partidário e também candidato presidencial, diz ter alertado o Presidente para a necessidade de as autoridades de saúde emitirem normas relativas ao período da campanha eleitoral, dizendo que é "mais ou menos consensual" que esta será a primeira vez na história de uma campanha em estado de emergência.
André Ventura considera que a campanha tem de ser adaptada às circunstâncias da pandemia, pedindo a definição de normas sanitárias para os atos de campanha, para que não haja uma percepção da população de um tratamento de exceção quando lhes são pedidos sacrifícios.
André Ventura diz que o Chega vai votar contra a renovação do estado de emergência, porque considera que há medidas que não fazem sentido como o do encerramento de restaurantes às 13h00. "O Chega não pode dar um voto em branco" ao Governo, diz.
O líder partidário e também candidato presidencial, diz ter alertado o Presidente para a necessidade de as autoridades de saúde emitirem normas relativas ao período da campanha eleitoral, dizendo que é "mais ou menos consensual" que esta será a primeira vez na história de uma campanha em estado de emergência.
André Ventura considera que a campanha tem de ser adaptada às circunstâncias da pandemia, pedindo a definição de normas sanitárias para os atos de campanha, para que não haja uma percepção da população de um tratamento de exceção quando lhes são pedidos sacrifícios.
12h05 - UTAD testa funcionários de lares para prevenir surtos
A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) está a testar funcionários de lares do distrito de Vila Real não atingidos pela covid-19 para prevenir surtos, anunciou hoje a instituição.
O rastreio está a ser feito no âmbito de um protocolo celebrado com o Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social (MTSS), através do Instituto da Segurança Social (ISS), e foi anunciado numa altura que continuam a surgir surtos em lares do distrito transmontano.
A UTAD explicou, em comunicado, que iniciou a 11 de dezembro a realização de testes à covid-19 em profissionais de estruturas residenciais para idosos e unidades de cuidados continuados de resposta a pessoas idosas, crianças, jovens e pessoas com deficiência, onde não exista identificação de casos suspeitos ou positivos.
A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) está a testar funcionários de lares do distrito de Vila Real não atingidos pela covid-19 para prevenir surtos, anunciou hoje a instituição.
O rastreio está a ser feito no âmbito de um protocolo celebrado com o Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social (MTSS), através do Instituto da Segurança Social (ISS), e foi anunciado numa altura que continuam a surgir surtos em lares do distrito transmontano.
A UTAD explicou, em comunicado, que iniciou a 11 de dezembro a realização de testes à covid-19 em profissionais de estruturas residenciais para idosos e unidades de cuidados continuados de resposta a pessoas idosas, crianças, jovens e pessoas com deficiência, onde não exista identificação de casos suspeitos ou positivos.
12h00 - Papa pede que restrições façam do Natal uma celebração menos consumista
O Papa Francisco desejou hoje que as restrições e dificuldades decorrentes da pandemia possam servir para descobrir um Natal mais autêntico e menos consumista.
Durante a sua catequese na audiência geral, na biblioteca do palácio apostólico, onde se realizam audiências sem fiéis por causa da pandemia, o Papa convidou a celebrar “o Natal, o verdadeiro, isto é, o nascimento de Jesus Cristo”.
«Neste ano de restrições e incómodos, pensemos no Natal da Virgem Maria e de São José: não foram fáceis! Quantas dificuldades! Quantas preocupações! No entanto, a fé, a esperança e o amor os guiaram e incitaram. Que assim seja para nós também", afirmou o chefe da Igreja Católica.
O Papa disse ainda esperar que as dificuldades devido ao coronavírus ajudem "a purificar um pouco a forma de viver o Natal, de festejar, de sair do consumismo, e que sejam mais religiosos, mais autênticos e mais verdadeiros".
O Papa Francisco desejou hoje que as restrições e dificuldades decorrentes da pandemia possam servir para descobrir um Natal mais autêntico e menos consumista.
Durante a sua catequese na audiência geral, na biblioteca do palácio apostólico, onde se realizam audiências sem fiéis por causa da pandemia, o Papa convidou a celebrar “o Natal, o verdadeiro, isto é, o nascimento de Jesus Cristo”.
«Neste ano de restrições e incómodos, pensemos no Natal da Virgem Maria e de São José: não foram fáceis! Quantas dificuldades! Quantas preocupações! No entanto, a fé, a esperança e o amor os guiaram e incitaram. Que assim seja para nós também", afirmou o chefe da Igreja Católica.
O Papa disse ainda esperar que as dificuldades devido ao coronavírus ajudem "a purificar um pouco a forma de viver o Natal, de festejar, de sair do consumismo, e que sejam mais religiosos, mais autênticos e mais verdadeiros".
11h54 - Forças Armadas ficam fora da distribuição da vacina
As Forças Armadas vão ficar de fora do processo de distribuição das vacinas contra a Covid-19, esclareceu hoje o coordenador da `task-force` criada pelo Governo para esse trabalho em audição na Assembleia da República.
"É a empresa que vai entregar as vacinas. A distribuição no continente não será feita pelas Forças Armadas, a responsabilidade do processo de distribuição será dos elementos a colaborar connosco. Não serão veículos das Forças Armadas a fazer essa distribuição, será feita através de organizações e instrumentos certificados e licenciados para isso", afirmou.
Questionado no âmbito da Comissão de Saúde e da Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia sobre a logística de distribuição da vacina da Pfizer/BioNtech prevista para a primeira fase do plano de vacinação, Francisco Ramos confirmou também os três locais de entrega das doses: um no Continente e outro em cada uma das regiões autónomas.
O coordenador da `task-force` assegurou ainda que as normas de administração da vacina serão conhecidas "esta semana", que os consumíveis para o `kit` de vacinação "estão previstos" e que a "segurança está garantida pelas forças de segurança", lembrando que o Ministério da Administração Interna está também representado no grupo constituído para definir o plano e meios de vacinação da população.
No mesmo sentido, Francisco Ramos reiterou que até ao final desta semana será apresentada uma "versão desenvolvida e aumentada do plano de vacinação". Porém, adiantou que podem surgir ainda alterações durante o processo, por ser "um plano que tem de estar sempre preparado para ser revisto".
As Forças Armadas vão ficar de fora do processo de distribuição das vacinas contra a Covid-19, esclareceu hoje o coordenador da `task-force` criada pelo Governo para esse trabalho em audição na Assembleia da República.
"É a empresa que vai entregar as vacinas. A distribuição no continente não será feita pelas Forças Armadas, a responsabilidade do processo de distribuição será dos elementos a colaborar connosco. Não serão veículos das Forças Armadas a fazer essa distribuição, será feita através de organizações e instrumentos certificados e licenciados para isso", afirmou.
Questionado no âmbito da Comissão de Saúde e da Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia sobre a logística de distribuição da vacina da Pfizer/BioNtech prevista para a primeira fase do plano de vacinação, Francisco Ramos confirmou também os três locais de entrega das doses: um no Continente e outro em cada uma das regiões autónomas.
O coordenador da `task-force` assegurou ainda que as normas de administração da vacina serão conhecidas "esta semana", que os consumíveis para o `kit` de vacinação "estão previstos" e que a "segurança está garantida pelas forças de segurança", lembrando que o Ministério da Administração Interna está também representado no grupo constituído para definir o plano e meios de vacinação da população.
No mesmo sentido, Francisco Ramos reiterou que até ao final desta semana será apresentada uma "versão desenvolvida e aumentada do plano de vacinação". Porém, adiantou que podem surgir ainda alterações durante o processo, por ser "um plano que tem de estar sempre preparado para ser revisto".
11h44 - Universidade da Beira Interior com aulas ‘online’ para evitar contágio após Natal
As aulas teóricas e teórico-práticas na Universidade da Beira Interior (UBI) vão passar para o regime ‘online', em janeiro, para evitar o risco de contágio da covid-19 após o Natal, foi anunciado pela academia da Covilhã, distrito de Castelo Branco.
Em comunicado, a UBI refere que a medida visa "criar melhores condições para as avaliações de final do semestre e reduzir o risco de contágio na cidade, após o Natal".
A decisão foi comunicada pelo reitor da UBI, António Fidalgo, e é justificada por duas razões: "Libertam-se salas para podermos fazer as avaliações em regime presencial, nomeadamente as habituais frequências no final do semestre, e evitamos o risco de aumentar o contágio na Covilhã após o término das festas natalícias".
As aulas laboratoriais e os ateliês devem continuar a ser ministrados presencialmente e também poderão realizar-se presencialmente aulas teórico-práticas, após acordo entre o docente e os alunos.
As aulas teóricas e teórico-práticas na Universidade da Beira Interior (UBI) vão passar para o regime ‘online', em janeiro, para evitar o risco de contágio da covid-19 após o Natal, foi anunciado pela academia da Covilhã, distrito de Castelo Branco.
Em comunicado, a UBI refere que a medida visa "criar melhores condições para as avaliações de final do semestre e reduzir o risco de contágio na cidade, após o Natal".
A decisão foi comunicada pelo reitor da UBI, António Fidalgo, e é justificada por duas razões: "Libertam-se salas para podermos fazer as avaliações em regime presencial, nomeadamente as habituais frequências no final do semestre, e evitamos o risco de aumentar o contágio na Covilhã após o término das festas natalícias".
As aulas laboratoriais e os ateliês devem continuar a ser ministrados presencialmente e também poderão realizar-se presencialmente aulas teórico-práticas, após acordo entre o docente e os alunos.
11h36 - Iniciativa Liberal vai votar contra a renovação do estado de emergência
O partido foi o primeiro a ser recebido pelo Presidente da República esta quarta-feira para a análise de uma eventual renovação do estado de emergência em Portugal devido à pandemia.
João Cotrim de Figueiredo argumenta que as medidas previstas estão pouco justificadas e afiança que o partido não tem confiança neste Governo.
O partido sugeriu que fossem revistas alíneas previstas no decreto do estado de emergência que nunca foram usadas, como a de diminuição de direitos dos trabalhadores, e de outras que consideram exageradas, como a impossibilidade de profissionais de saúde saírem do SNS.
Por outro lado, querem mais esclarecimentos sobre a cronologia do plano de vacinação e sobre a capacidade diária de administração de vacinas, para uma melhor gestão de expetativas.
Questionado sobre uma eventual revisão das medidas previstas para o Natal, o responsável partidário diz que não perspetiva mudanças em relação ao já anunciado até porque a evolução da pandemia aconteceu conforme estava previsto.
Revelou que haverá nova reunião de especialistas no Infarmed no dia 5 de janeiro e desvalorizou a não marcação de uma reunião por estes dias, admitindo que possa haver algumas dificuldades de agendamento dada a época festiva.
João Cotrim de Figueiredo argumenta que as medidas previstas estão pouco justificadas e afiança que o partido não tem confiança neste Governo.
O partido sugeriu que fossem revistas alíneas previstas no decreto do estado de emergência que nunca foram usadas, como a de diminuição de direitos dos trabalhadores, e de outras que consideram exageradas, como a impossibilidade de profissionais de saúde saírem do SNS.
Por outro lado, querem mais esclarecimentos sobre a cronologia do plano de vacinação e sobre a capacidade diária de administração de vacinas, para uma melhor gestão de expetativas.
Questionado sobre uma eventual revisão das medidas previstas para o Natal, o responsável partidário diz que não perspetiva mudanças em relação ao já anunciado até porque a evolução da pandemia aconteceu conforme estava previsto.
Revelou que haverá nova reunião de especialistas no Infarmed no dia 5 de janeiro e desvalorizou a não marcação de uma reunião por estes dias, admitindo que possa haver algumas dificuldades de agendamento dada a época festiva.
11h34 - Incentivos para recuperar consultas e cirurgias estendidos até final de 2021
O Governo estendeu até final do próximo ano os incentivos pagos aos profissionais de saúde pela recuperação de consultas e cirurgias que ficaram por fazer por causa da pandemia, segundo uma portaria hoje publicada em Diário da República.
Segundo o documento, este regime excecional de incentivos à realização de atividade assistencial não realizada ou adiada por força da situação epidemiológica provocada pela covid-19 abrange as primeiras consultas, pagas até um limite de 85%, e as cirurgias, pagas a 75%, realizadas no âmbito do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Este ano, o Governo já tinha lançado um regime de incentivos idêntico, mas vigorava apenas até final de dezembro. Com esta portaria, o pagamento destes incentivos é estendido até final de 2021.
O Governo estendeu até final do próximo ano os incentivos pagos aos profissionais de saúde pela recuperação de consultas e cirurgias que ficaram por fazer por causa da pandemia, segundo uma portaria hoje publicada em Diário da República.
Segundo o documento, este regime excecional de incentivos à realização de atividade assistencial não realizada ou adiada por força da situação epidemiológica provocada pela covid-19 abrange as primeiras consultas, pagas até um limite de 85%, e as cirurgias, pagas a 75%, realizadas no âmbito do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Este ano, o Governo já tinha lançado um regime de incentivos idêntico, mas vigorava apenas até final de dezembro. Com esta portaria, o pagamento destes incentivos é estendido até final de 2021.
11h15 - OMS alerta para “alto risco” nova vaga na Europa e recomenda uso de máscara nas reuniões familiares
A Organização Mundial de Saúde alerta para o “alto risco” de uma terceira vaga da pandemia na Europa no início de 2021 e aconselha o uso de máscara em reuniões familiares.
“A transmissão de Covid-19 na Europa continua generalizada e intensa. Há um alto risco de um novo ressurgimento nas primeiras semanas e meses de 2021”, alerta a OMS.
A Organização Mundial de Saúde alerta para o “alto risco” de uma terceira vaga da pandemia na Europa no início de 2021 e aconselha o uso de máscara em reuniões familiares.
“A transmissão de Covid-19 na Europa continua generalizada e intensa. Há um alto risco de um novo ressurgimento nas primeiras semanas e meses de 2021”, alerta a OMS.
"Os encontros devem ser em espaços exteriores, se possível, e os participantes devem usar máscaras e manter a distância física. Em espaços interiores, deve limitar-se o tamanho dos grupos e assegurar boa ventilação para reduzir o risco de exposição [ao novo coronavírus], recomendou o departamento europeu da agência das Nações Unidas em comunicado.
Alerta ainda que "apesar de um progresso frágil" na contenção de novas infeções, "a transmissão da covid-19 continua ampla e intensamente e há um grande risco de uma nova vaga nas primeiras semanas e meses de 2021".
Alerta ainda que "apesar de um progresso frágil" na contenção de novas infeções, "a transmissão da covid-19 continua ampla e intensamente e há um grande risco de uma nova vaga nas primeiras semanas e meses de 2021".
11h03 - Suíça reporta mais 5.625 novos infetados e 89 óbitos
10h56 - Cabo Verde garante acesso de famílias mais pobres a eletricidade e água
O Estado cabo-verdiano vai assumir as dívidas e custos de religação ou ligação às redes de eletricidade e água das famílias mais pobres do arquipélago, conforme resoluções governamentais a que a Lusa teve hoje acesso.
A medida “excecional” e de “empoderamento” das famílias mais pobres no “consumo digno” de eletricidade e de água, segundo as duas resoluções, que entraram em vigor em 15 de dezembro e que vão ser válidas até 31 de dezembro de 2021, visa colmatar as dificuldades económicas agravadas este ano pela crise provocada pela pandemia de covid-19.
Prevê a “assunção pelo Estado das dívidas atrasadas e do custo de religação de água dos agregados familiares pobres, com corte de serviço derivado dessas mesmas dívidas”, no acesso à rede de eletricidade e de água.
O Estado cabo-verdiano vai assumir as dívidas e custos de religação ou ligação às redes de eletricidade e água das famílias mais pobres do arquipélago, conforme resoluções governamentais a que a Lusa teve hoje acesso.
A medida “excecional” e de “empoderamento” das famílias mais pobres no “consumo digno” de eletricidade e de água, segundo as duas resoluções, que entraram em vigor em 15 de dezembro e que vão ser válidas até 31 de dezembro de 2021, visa colmatar as dificuldades económicas agravadas este ano pela crise provocada pela pandemia de covid-19.
Prevê a “assunção pelo Estado das dívidas atrasadas e do custo de religação de água dos agregados familiares pobres, com corte de serviço derivado dessas mesmas dívidas”, no acesso à rede de eletricidade e de água.
10h42 - Indonésia garante vacina gratuita para todos os cidadãos do país
A Indonésia, o quarto país mais populoso do mundo, vai administrar gratuitamente a vacina contra o covid-19 aos seus 267 milhões de habitantes, disse hoje o presidente Joko Widodo numa mensagem ao país.
"Após muitos comentários públicos e de cálculos realizados às finanças do Estado posso anunciar que o acesso à vacina contra o covid-19 vai ser gratuito para todos", declarou.
Joko Widodo ordenou ao Ministério das Finanças para "estabelecer prioridades e acertar outros orçamentos para que seja assegurada a vacinação".
"Desta forma, as pessoas não podem ter razões para não se vacinarem", acrescentou o presidente da Indonésia sem adiantar mais detalhes sobre os valores totais do processo de vacinação que vai ser implementado no país.
O chefe de Estado adiantou que vai ser o "primeiro a vacinar-se" para dar "confiança" aos indonésios sobre a "segurança" do processo.
No princípio do mês, a Indonésia, o país do sudeste asiático com mais infetados e vítimas mortais provocadas pelo SARS CoV-2 recebeu um primeiro carregamento de 1,2 milhões de doses de vacina fabricada pela farmacêutica chinesa Sinovac.
A Indonésia, o quarto país mais populoso do mundo, vai administrar gratuitamente a vacina contra o covid-19 aos seus 267 milhões de habitantes, disse hoje o presidente Joko Widodo numa mensagem ao país.
"Após muitos comentários públicos e de cálculos realizados às finanças do Estado posso anunciar que o acesso à vacina contra o covid-19 vai ser gratuito para todos", declarou.
Joko Widodo ordenou ao Ministério das Finanças para "estabelecer prioridades e acertar outros orçamentos para que seja assegurada a vacinação".
"Desta forma, as pessoas não podem ter razões para não se vacinarem", acrescentou o presidente da Indonésia sem adiantar mais detalhes sobre os valores totais do processo de vacinação que vai ser implementado no país.
O chefe de Estado adiantou que vai ser o "primeiro a vacinar-se" para dar "confiança" aos indonésios sobre a "segurança" do processo.
No princípio do mês, a Indonésia, o país do sudeste asiático com mais infetados e vítimas mortais provocadas pelo SARS CoV-2 recebeu um primeiro carregamento de 1,2 milhões de doses de vacina fabricada pela farmacêutica chinesa Sinovac.
10h35 - Madrid preparada para endurecer medidas durante o Natal se necessário
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, alertou hoje para o "aumento preocupante das infeções" de covid-19 nos últimos dias e assegurou que, caso necessário, irá propor o endurecimento das medidas contra a pandemia durante o período do Natal.
"Não podemos relaxar. Não podemos baixar a guarda [...]. Lutámos muito durante todo o ano, unidos, e estamos perante este último esforço", disse o chefe do executivo de esquerda durante um debate no parlamento em que deu conta da situação sanitária no país, que tinha prometido fazer de dois em dois meses enquanto estiver a vigorar o estado de emergência.
Pedro Sánchez pediu aos cidadãos que façam um esforço derradeiro e que não baixem a guarda às portas do início da vacinação, prevista para o início de 2021.
"Não vamos deitar tudo a perder. Depende de nós não abrir a porta a uma terceira vaga", disse o chefe do Governo.
No entanto, o chefe do Governo espanhol manifestou-se convicto de que o país está agora a entrar numa "terceira e última fase" que representa "o início do fim" da pandemia, com a estratégia de vacinação, para a qual garantiu que a Espanha está pronta.
"A Espanha está pronta, todas as suas instituições estão prontas para enfrentar esta estratégia de vacinação", disse Sánchez que recordou que o país foi, juntamente com a Alemanha, o primeiro país da União Europeia a ter um plano de vacinas.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, alertou hoje para o "aumento preocupante das infeções" de covid-19 nos últimos dias e assegurou que, caso necessário, irá propor o endurecimento das medidas contra a pandemia durante o período do Natal.
"Não podemos relaxar. Não podemos baixar a guarda [...]. Lutámos muito durante todo o ano, unidos, e estamos perante este último esforço", disse o chefe do executivo de esquerda durante um debate no parlamento em que deu conta da situação sanitária no país, que tinha prometido fazer de dois em dois meses enquanto estiver a vigorar o estado de emergência.
Pedro Sánchez pediu aos cidadãos que façam um esforço derradeiro e que não baixem a guarda às portas do início da vacinação, prevista para o início de 2021.
"Não vamos deitar tudo a perder. Depende de nós não abrir a porta a uma terceira vaga", disse o chefe do Governo.
No entanto, o chefe do Governo espanhol manifestou-se convicto de que o país está agora a entrar numa "terceira e última fase" que representa "o início do fim" da pandemia, com a estratégia de vacinação, para a qual garantiu que a Espanha está pronta.
"A Espanha está pronta, todas as suas instituições estão prontas para enfrentar esta estratégia de vacinação", disse Sánchez que recordou que o país foi, juntamente com a Alemanha, o primeiro país da União Europeia a ter um plano de vacinas.
10h23 - África com mais 410 mortes e 18.089 infetados em 24 horas
África registou mais 410 mortes devido à covid-19 e somou mais 18.089 novos casos nas últimas 24 horas, atingindo um total 57.057 óbitos desde o início da pandemia, segundo dados oficiais.
De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o continente africano regista agora um total de 2.408.064 pessoas infetadas desde o início da pandemia nos 55 estados-membros da União Africana.
O número de recuperados nas últimas 24 horas foi de 13.138, para um total de 2.037.148.
África registou mais 410 mortes devido à covid-19 e somou mais 18.089 novos casos nas últimas 24 horas, atingindo um total 57.057 óbitos desde o início da pandemia, segundo dados oficiais.
De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o continente africano regista agora um total de 2.408.064 pessoas infetadas desde o início da pandemia nos 55 estados-membros da União Africana.
O número de recuperados nas últimas 24 horas foi de 13.138, para um total de 2.037.148.
10h05 - Reino Unido já vacinou 137.897 pessoas, revela o ministro da Saúde
Quase 140 mil pessoas foram vacinadas nos últimos sete dias com a vacina da Pfiizer-BioNTech.
10h03 - China deteta pela primeira vez vírus em alimentos congelados produzidos no país
As autoridades de uma cidade do leste da China anunciaram hoje que encontraram, pela primeira vez, vestígios do novo coronavírus numa embalagem de carne de frango congelada de produção doméstica, noticiou a imprensa oficial.
A China relatou nos últimos meses vários casos em que detetou vestígios de SARS-CoV-2 em embalagens de alimentos congelados oriundos de outros países, entre os quais o Brasil foi particularmente visado.
As autoridades de uma cidade do leste da China anunciaram hoje que encontraram, pela primeira vez, vestígios do novo coronavírus numa embalagem de carne de frango congelada de produção doméstica, noticiou a imprensa oficial.
A China relatou nos últimos meses vários casos em que detetou vestígios de SARS-CoV-2 em embalagens de alimentos congelados oriundos de outros países, entre os quais o Brasil foi particularmente visado.
9h55 - Livro do projeto fotográfico português "Everyday covid" apresentado hoje
As imagens captadas por 87 fotógrafos e fotojornalistas portugueses num ano marcado pela pandemia da covid-19, no âmbito do projeto “Everyday Covid”, foram reunidas num livro, “um documento para memória futura”, que é apresentado hoje em Lisboa.
“Everyday Covid - Diários fotográficos em estado de emergência” é definido como “um documento para memória futura”, é a materialização de um projeto que começou em março deste ano com uma página na rede social Instagram, everydaycovid, iniciada pelos fotojornalistas Gonçalo Borges Dias e Miguel A. Lopes.
A página funcionou, entre 16 de março e 13 de junho, como um diário visual. Ao longo de três meses, diariamente, iam sendo partilhadas imagens relacionadas com a pandemia da covid-19, “estruturadas em vários formatos: reportagem, documental, retrato de sociedade e diários caseiros”, captadas por jornalistas e fotojornalistas, em Portugal e em Macau.
As imagens captadas por 87 fotógrafos e fotojornalistas portugueses num ano marcado pela pandemia da covid-19, no âmbito do projeto “Everyday Covid”, foram reunidas num livro, “um documento para memória futura”, que é apresentado hoje em Lisboa.
“Everyday Covid - Diários fotográficos em estado de emergência” é definido como “um documento para memória futura”, é a materialização de um projeto que começou em março deste ano com uma página na rede social Instagram, everydaycovid, iniciada pelos fotojornalistas Gonçalo Borges Dias e Miguel A. Lopes.
A página funcionou, entre 16 de março e 13 de junho, como um diário visual. Ao longo de três meses, diariamente, iam sendo partilhadas imagens relacionadas com a pandemia da covid-19, “estruturadas em vários formatos: reportagem, documental, retrato de sociedade e diários caseiros”, captadas por jornalistas e fotojornalistas, em Portugal e em Macau.
As imagens captadas por 87 fotógrafos e fotojornalistas portugueses num ano marcado pela pandemia da covid-19, no âmbito do projeto “Everyday Covid”, foram reunidas num livro, “um documento para memória futura”, que é apresentado hoje em Lisboa.
“Everyday Covid - Diários fotográficos em estado de emergência” é definido como “um documento para memória futura”, é a materialização de um projeto que começou em março deste ano com uma página na rede social Instagram, everydaycovid, iniciada pelos fotojornalistas Gonçalo Borges Dias e Miguel A. Lopes.
A página funcionou, entre 16 de março e 13 de junho, como um diário visual. Ao longo de três meses, diariamente, iam sendo partilhadas imagens relacionadas com a pandemia da covid-19, “estruturadas em vários formatos: reportagem, documental, retrato de sociedade e diários caseiros”, captadas por jornalistas e fotojornalistas, em Portugal e em Macau.
As imagens captadas por 87 fotógrafos e fotojornalistas portugueses num ano marcado pela pandemia da covid-19, no âmbito do projeto “Everyday Covid”, foram reunidas num livro, “um documento para memória futura”, que é apresentado hoje em Lisboa.
“Everyday Covid - Diários fotográficos em estado de emergência” é definido como “um documento para memória futura”, é a materialização de um projeto que começou em março deste ano com uma página na rede social Instagram, everydaycovid, iniciada pelos fotojornalistas Gonçalo Borges Dias e Miguel A. Lopes.
A página funcionou, entre 16 de março e 13 de junho, como um diário visual. Ao longo de três meses, diariamente, iam sendo partilhadas imagens relacionadas com a pandemia da covid-19, “estruturadas em vários formatos: reportagem, documental, retrato de sociedade e diários caseiros”, captadas por jornalistas e fotojornalistas, em Portugal e em Macau.
9h41 - Distribuidores apelam ao Governo para retirar medidas de restrição no comércio
As medidas de restrição impostas ao comércio devido à pandemia estão a provocar “danos nefastos” ao setor e à produção nacional, alertou hoje a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), apelando ao Governo para as retirar.
“As sucessivas medidas de restrição impostas ao retalho estão a provocar danos nefastos ao setor e à produção nacional, com prejuízos avaliados em dezenas de milhões de euros e impacto considerável na estabilidade de mais de 100.000 postos de trabalho, quer do retalho alimentar quer do retalho especializado”, adverte a associação em comunicado.
Perante esta situação, a APED apela ao Governo para que “retire medidas sem qualquer efeito prático na defesa da saúde pública, em concreto a redução dos horários de funcionamento ao fim de semana, o rácio de número de pessoas permitida em loja e proibição da venda de álcool a partir das 20h00”.
As medidas de restrição impostas ao comércio devido à pandemia estão a provocar “danos nefastos” ao setor e à produção nacional, alertou hoje a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), apelando ao Governo para as retirar.
“As sucessivas medidas de restrição impostas ao retalho estão a provocar danos nefastos ao setor e à produção nacional, com prejuízos avaliados em dezenas de milhões de euros e impacto considerável na estabilidade de mais de 100.000 postos de trabalho, quer do retalho alimentar quer do retalho especializado”, adverte a associação em comunicado.
Perante esta situação, a APED apela ao Governo para que “retire medidas sem qualquer efeito prático na defesa da saúde pública, em concreto a redução dos horários de funcionamento ao fim de semana, o rácio de número de pessoas permitida em loja e proibição da venda de álcool a partir das 20h00”.
9h33 - Venezuela com mais 355 novos casos e cinco óbitos
Desde o início da pandemia, o país já registou um total de 108.480 infetados e 965 mortos.
Desde o início da pandemia, o país já registou um total de 108.480 infetados e 965 mortos.
9h20 - Um em cada quatro portugueses querem esperar até decidirem vacinar-se
A sondagem da Universidade Católica para RTP mostra que só 61% é que querem levar a vacina a assim que forem chamados. Ao fim de nove meses de pandemia, a grande maioria dos portugueses concorda com o atual estado de emergência e com as medidas previstas para o Natal e o Ano Novo.
A sondagem da Universidade Católica para RTP mostra que só 61% é que querem levar a vacina a assim que forem chamados. Ao fim de nove meses de pandemia, a grande maioria dos portugueses concorda com o atual estado de emergência e com as medidas previstas para o Natal e o Ano Novo.
9h10 - Von der Leyen quer 27 a iniciar no mesmo dia erradicação do vírus
A presidente da Comissão Europeia exortou hoje a União Europeia a iniciar "tão cedo quanto possível" uma campanha de vacinação contra a Covid-19, a arrancar em simultâneo nos 27 Estados-membros, para assegurar a erradicação do "vírus horrível".
Num debate no Parlamento Europeu sobre a cimeira de líderes da UE da semana passada, Ursula von der Leyen, sublinhou que "ninguém deve pensar que está a salvo [da pandemia], não quando mais de 3.000 europeus morrem de covid-19 a cada dia", mas apontou que "finalmente há boas notícias", com o desenvolvimento de vacinas, sendo que a primeira deverá ser aprovada já no início da próxima semana.
Reiterando que "a Comissão Europeia negociou a mais ampla carteira de candidatas a vacinas", nada menos que seis, von der Leyen apontou que a primeira vacina deverá ser autorizada já dentro de poucos dias, depois de a Agência Europeia do Medicamento (EMA) ter anunciado na véspera que antecipou a reunião para tomar uma decisão sobre a vacina Pfizer-BioNTech para 21 de dezembro, uma semana mais cedo que o previsto.
"A vacinação pode assim começar imediatamente, e outras [vacinas] seguir-se-ão no Ano Novo. E, no total, comprámos doses mais que suficientes para toda a gente na Europa, e ainda estaremos em condições de apoiar os nossos vizinhos e parceiros no mundo, para que ninguém fique para trás", afirmou a presidente do executivo comunitário.
Von der Leyen ressalvou que, "para chegar ao fim da pandemia, é, no entanto, necessário que 70% da população vacinada", o que admitiu ser uma "missão gigantesca".
"Por isso, comecemos tão cedo quanto possível a vacinação, juntos, a 27, a começar no mesmo dia. Iniciemos a erradicação deste vírus horrível juntos e unidos", disse.
A presidente da Comissão Europeia exortou hoje a União Europeia a iniciar "tão cedo quanto possível" uma campanha de vacinação contra a Covid-19, a arrancar em simultâneo nos 27 Estados-membros, para assegurar a erradicação do "vírus horrível".
Num debate no Parlamento Europeu sobre a cimeira de líderes da UE da semana passada, Ursula von der Leyen, sublinhou que "ninguém deve pensar que está a salvo [da pandemia], não quando mais de 3.000 europeus morrem de covid-19 a cada dia", mas apontou que "finalmente há boas notícias", com o desenvolvimento de vacinas, sendo que a primeira deverá ser aprovada já no início da próxima semana.
Reiterando que "a Comissão Europeia negociou a mais ampla carteira de candidatas a vacinas", nada menos que seis, von der Leyen apontou que a primeira vacina deverá ser autorizada já dentro de poucos dias, depois de a Agência Europeia do Medicamento (EMA) ter anunciado na véspera que antecipou a reunião para tomar uma decisão sobre a vacina Pfizer-BioNTech para 21 de dezembro, uma semana mais cedo que o previsto.
"A vacinação pode assim começar imediatamente, e outras [vacinas] seguir-se-ão no Ano Novo. E, no total, comprámos doses mais que suficientes para toda a gente na Europa, e ainda estaremos em condições de apoiar os nossos vizinhos e parceiros no mundo, para que ninguém fique para trás", afirmou a presidente do executivo comunitário.
Von der Leyen ressalvou que, "para chegar ao fim da pandemia, é, no entanto, necessário que 70% da população vacinada", o que admitiu ser uma "missão gigantesca".
"Por isso, comecemos tão cedo quanto possível a vacinação, juntos, a 27, a começar no mesmo dia. Iniciemos a erradicação deste vírus horrível juntos e unidos", disse.
9h00 - Natal em Portugal com menos emigrantes devido às restrições, medo e crise
A secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, acredita que Portugal terá este Natal menos emigrantes por causa das restrições e do receio de contágios, mas também devido às dificuldades económicas que muitos atravessam como consequência da pandemia.
“Virá menos gente, esta é a indicação que temos”, disse Berta Nunes em entrevista à agência Lusa, ressalvando que esta convicção não é, de todo, um conselho aos emigrantes e às comunidades portuguesas para não passarem esta quadra na terra de origem.
“A situação está pior. Há mais restrições em todos os países, muitos mais casos de infeção, muitos mais mortos, mais internamentos, mais pessoas em cuidados intensivos e todas as pessoas são atentas, ouvem as notícias, sabem que a situação está pior, apesar de, pelo menos em Portugal, já não estarmos a subir o número de casos”, referiu.
A secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, acredita que Portugal terá este Natal menos emigrantes por causa das restrições e do receio de contágios, mas também devido às dificuldades económicas que muitos atravessam como consequência da pandemia.
“Virá menos gente, esta é a indicação que temos”, disse Berta Nunes em entrevista à agência Lusa, ressalvando que esta convicção não é, de todo, um conselho aos emigrantes e às comunidades portuguesas para não passarem esta quadra na terra de origem.
“A situação está pior. Há mais restrições em todos os países, muitos mais casos de infeção, muitos mais mortos, mais internamentos, mais pessoas em cuidados intensivos e todas as pessoas são atentas, ouvem as notícias, sabem que a situação está pior, apesar de, pelo menos em Portugal, já não estarmos a subir o número de casos”, referiu.
8h52 - Grupo chinês Fosun compra 100 milhões de vacinas do consórcio Pfizer-BioNTech
O grupo chinês Fosun, que detém várias empresas em Portugal, anunciou hoje um acordo com a BioNTech para a compra de 100 milhões de doses da vacina para a covid-19, desenvolvida pela empresa alemã em conjunto com a norte-americana Pfizer.
Numa nota enviada à Bolsa de Valores de Hong Kong, a Fosun explicou que o negócio está ainda dependente da autorização da China para a comercialização daquela vacina.
A primeira parte do acordo prevê a venda de 50 milhões de doses, para as quais será feito um pagamento equivalente a 125 milhões de euros, até 30 de dezembro. O restante será pago quando as autoridades chinesas derem luz verde para comercializar a vacina no país.
A empresa chinesa ficará com 65% das receitas brutas anuais obtidas com a comercialização da vacina na China. A BioNTech fica com os restantes 35%.
O grupo chinês Fosun, que detém várias empresas em Portugal, anunciou hoje um acordo com a BioNTech para a compra de 100 milhões de doses da vacina para a covid-19, desenvolvida pela empresa alemã em conjunto com a norte-americana Pfizer.
Numa nota enviada à Bolsa de Valores de Hong Kong, a Fosun explicou que o negócio está ainda dependente da autorização da China para a comercialização daquela vacina.
A primeira parte do acordo prevê a venda de 50 milhões de doses, para as quais será feito um pagamento equivalente a 125 milhões de euros, até 30 de dezembro. O restante será pago quando as autoridades chinesas derem luz verde para comercializar a vacina no país.
A empresa chinesa ficará com 65% das receitas brutas anuais obtidas com a comercialização da vacina na China. A BioNTech fica com os restantes 35%.
8h41 - Rússia está a testar menos
A Rússia realizou cerca de menos dez por cento de testes à Covid-19, em comparação com o mês anterior, apesar do aumento de infeções, avança a Reuters.
Apesar de as autoridades terem anunciado um aumento de testes a 16 de novembro, o número realizado na primeira quinzena de dezembro caiu 825 mil, ou seja menos 11 por cento, em comparação com a primeira quinzena de novembro.
Hoje, o país reportou 26.509 novos casos de infeção e mais 596 óbitos.
A Rússia realizou cerca de menos dez por cento de testes à Covid-19, em comparação com o mês anterior, apesar do aumento de infeções, avança a Reuters.
Apesar de as autoridades terem anunciado um aumento de testes a 16 de novembro, o número realizado na primeira quinzena de dezembro caiu 825 mil, ou seja menos 11 por cento, em comparação com a primeira quinzena de novembro.
Hoje, o país reportou 26.509 novos casos de infeção e mais 596 óbitos.
8h30 - China soma 12 casos importados
A Comissão de Saúde da China anunciou hoje ter identificado 12 casos de covid-19, nas últimas 24 horas, todos oriundos do exterior.
Os casos importados foram diagnosticados nos municípios de Xangai (leste), Pequim (norte) e Tianjin (norte) e nas províncias de Yunnan (sudoeste), Fujian (leste), Guangdong (sudeste) e Shandong (nordeste).
A Comissão de Saúde da China anunciou hoje ter identificado 12 casos de covid-19, nas últimas 24 horas, todos oriundos do exterior.
Os casos importados foram diagnosticados nos municípios de Xangai (leste), Pequim (norte) e Tianjin (norte) e nas províncias de Yunnan (sudoeste), Fujian (leste), Guangdong (sudeste) e Shandong (nordeste).
8h22 - Com 952 óbitos, Alemanha bate novo recorde diário
A Alemanha, que entrou em novo confinamento na quarta-feira para tentar travar os contágios de Covid-19, registou um novo recorde diário de óbitos. 952 em 24 horas.
O maior aumento diário tinha sido registado na sexta-feira, com 598 mortos.
O Instituto Robert Koch estima o número de infetados em 1.379.238, um aumento de 23.427 nas últimas 24 horas.
A Alemanha, que entrou em novo confinamento na quarta-feira para tentar travar os contágios de Covid-19, registou um novo recorde diário de óbitos. 952 em 24 horas.
O maior aumento diário tinha sido registado na sexta-feira, com 598 mortos.
O Instituto Robert Koch estima o número de infetados em 1.379.238, um aumento de 23.427 nas últimas 24 horas.
8h10 - México com 801 mortos e mais de 11 mil casos em 24 horas
O México contou 801 mortes causadas pela covid-19 e 11.228 casos da doença nas últimas 24 horas, disseram na terça-feira as autoridades de saúde.
O país registou 115.099 mortos e 1.267.202 de contágios desde o início da pandemia, em fevereiro passado.
Na apresentar o relatório técnico diário, a Secretaria da Saúde reconheceu que o número de casos estimados é de 1.442.136, se forem considerados aqueles que aguardam um teste de confirmação.
O México contou 801 mortes causadas pela covid-19 e 11.228 casos da doença nas últimas 24 horas, disseram na terça-feira as autoridades de saúde.
O país registou 115.099 mortos e 1.267.202 de contágios desde o início da pandemia, em fevereiro passado.
Na apresentar o relatório técnico diário, a Secretaria da Saúde reconheceu que o número de casos estimados é de 1.442.136, se forem considerados aqueles que aguardam um teste de confirmação.
8h00 - Unilabs lança hoje solução 'via verde' digital para testes de rastreio
A Unilabs, prestadora de diagnóstico clínico, lançou hoje uma solução 'via verde' digital para testes de rastreio covid-19, desenvolvida em parceria com a 7egend de Cristiano Ronaldo, que permite fazer a marcação através de 'smartphone' ou computador.
"A solução vai estar disponível em todos os 'drive-thru' da Unilabs de Norte a Sul do país", adianta a empresa.
Para o efeito, na marcação do teste, no 'site' da Unilabs, além dos dados pessoais, os utilizadores indicam a matrícula do seu veículo, escolhem o dia, hora e o 'drive-thru' onde pretendem fazer o teste, podendo ainda realizar o pagamento do mesmo.
A Unilabs, prestadora de diagnóstico clínico, lançou hoje uma solução 'via verde' digital para testes de rastreio covid-19, desenvolvida em parceria com a 7egend de Cristiano Ronaldo, que permite fazer a marcação através de 'smartphone' ou computador.
"A solução vai estar disponível em todos os 'drive-thru' da Unilabs de Norte a Sul do país", adianta a empresa.
Para o efeito, na marcação do teste, no 'site' da Unilabs, além dos dados pessoais, os utilizadores indicam a matrícula do seu veículo, escolhem o dia, hora e o 'drive-thru' onde pretendem fazer o teste, podendo ainda realizar o pagamento do mesmo.
7h26 - Ponto de situação
O Presidente da República recebe esta quarta-feira os partidos com assento parlamentar. Marcelo Rebelo de Sousa quer ouvir os lideres partidários sobre a renovação do estado de emergência.
A primeira formação a ser recebida é a Iniciativa Liberal, às 11h00. As reuniões terminam com a audiencia do PS, às 19h30.
Vacinação
A Direção-Geral da Saúde admite que a vacinação contra a Covid-19 possa começar ainda este ano, caso seja aprovada pela Agência Europeia do Medicamento. Uma antecipação de oito dias que, garante o subdiretor-geral da Saúde, só irá acontecer se estiverem salvaguardadas todas as normas europeias.
O quadro em Portugal
Morreram mais 84 pessoas com Covid-19 em Portugal, segundo o último boletim epidemiológico, conhecido ao início da tarde de terça-feira. O país acumula 5733 óbitos desde o início da pandemia.
Foram confirmados 2638 novos casos de infecção pelo novo coronavírus.
O número de internados desceu para 3206. Nos cuidados intensivos há menos sete doentes, num total de 506. A DGS veio ontem apelar aos portugueses para que passem o Natal apenas com o agregado familiar.
O quadro internacional
A pandemia da Covid-19 provocou pelo menos 1.621.397 mortos resultantes de mais de 72,7 milhões de casos de infeção, de acordo com o balanço em permanente atualização por parte da agência France Presse.
Foram prolongadas as medidas restritivas para o tráfego aéreo de fora da União Europeia e do espaço Schengen. As restrições duram até ao final do ano.
Em causa está o crescimento de número de casos de contágio e a evolução epidemiológica.
O tráfego aéreo está limitado a "viagens esenciais" e sujeito a teste prévio negativo à Covid-19. O diagnóstico tem de ser feito nas 72 horas antes do embarque.
A Covid-19 é a doença causada por um novo coronavírus, o SARS-CoV-2, identificado no final de dezembro de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.
O Presidente da República recebe esta quarta-feira os partidos com assento parlamentar. Marcelo Rebelo de Sousa quer ouvir os lideres partidários sobre a renovação do estado de emergência.
A primeira formação a ser recebida é a Iniciativa Liberal, às 11h00. As reuniões terminam com a audiencia do PS, às 19h30.
Vacinação
A Direção-Geral da Saúde admite que a vacinação contra a Covid-19 possa começar ainda este ano, caso seja aprovada pela Agência Europeia do Medicamento. Uma antecipação de oito dias que, garante o subdiretor-geral da Saúde, só irá acontecer se estiverem salvaguardadas todas as normas europeias.
O quadro em Portugal
Morreram mais 84 pessoas com Covid-19 em Portugal, segundo o último boletim epidemiológico, conhecido ao início da tarde de terça-feira. O país acumula 5733 óbitos desde o início da pandemia.
Foram confirmados 2638 novos casos de infecção pelo novo coronavírus.
O número de internados desceu para 3206. Nos cuidados intensivos há menos sete doentes, num total de 506. A DGS veio ontem apelar aos portugueses para que passem o Natal apenas com o agregado familiar.
O quadro internacional
A pandemia da Covid-19 provocou pelo menos 1.621.397 mortos resultantes de mais de 72,7 milhões de casos de infeção, de acordo com o balanço em permanente atualização por parte da agência France Presse.
Foram prolongadas as medidas restritivas para o tráfego aéreo de fora da União Europeia e do espaço Schengen. As restrições duram até ao final do ano.
Em causa está o crescimento de número de casos de contágio e a evolução epidemiológica.
O tráfego aéreo está limitado a "viagens esenciais" e sujeito a teste prévio negativo à Covid-19. O diagnóstico tem de ser feito nas 72 horas antes do embarque.
A Covid-19 é a doença causada por um novo coronavírus, o SARS-CoV-2, identificado no final de dezembro de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.