Mais atualizações
As medidas de confinamento decorrentes da pandemia de covid-19 geraram "resultados animadores" em Tomar, tendo o município dado hoje conta de uma descida superior a 50% dos casos de infeção na primeira semana de fevereiro, comparativamente à semana anterior.
"A situação epidemiológica na comunidade em geral evoluiu positivamente" e a "transmissão comunitária reduziu significativamente nas últimas semanas, consequência do confinamento obrigatório", concluiu hoje o município de Tomar, no distrito de Santarém, numa reunião de análise do Posto de Comando Municipal (PCMPC) aos dados da primeira semana de fevereiro.
Em comunicado, a autarquia indicou que "a análise feita (...) aos dados da primeira semana de fevereiro revela resultados animadores, observando-se uma descida superior a 50% dos casos de infeção, quando comparado com a semana anterior"
No entanto, a câmara refere a ocorrência de "vários casos de infeções em lares", situações que, assegura, "estão a ser devidamente acompanhadas e que são em espaços controlados".
22h28 - O Brasil, país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo, contabilizou 636 mortes e 23.439 infeções pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, tendo desde o início da pandemia 232.170 óbitos e 9.548.079 casos de covid-19.
22h20 - Angola regista 26 novos casos e 56 pacientes recuperados, para um total de 20.112 infeções, das quais 470 óbitos e 18.596 recuperados.
22h17 - Empresários do Brasil unem-se para levar vacinas a todo o país até setembro
Um grupo de empresários brasileiros, liderado por Luiza Helena Trajano, um das mulheres mais ricas do Brasil, anunciou hoje o movimento "Unidos pela Vacina", visando distribuir imunizantes contra a covid-19 a todo o país até setembro.
"O nosso objetivo é vacinar todos os brasileiros ate´ setembro deste ano. (...) A gente na~o discute poli´tica, na~o procura culpado. A gente discute sim, como levar a vacina ate´ todas as pessoas do nosso pai´s. Queremos ajudar a garantir que as vacinas cheguem a qualquer ponto do pai´s, superando todo e qualquer obsta´culo", escreveu nas redes sociais Luiza Helena Trajano, fundadora da empresa brasileira de distribuição Magazine Luiza.
O movimento "Unidos pela Vacina" é coordenado pelo Grupo Mulheres do Brasil, que tem mais de 75 mil participantes, e tem como meta ajudar o Sistema Único de Saúde a agilizar a compra, o transporte, a distribuição e a aprovação de imunizantes no Brasil, mas sem fazer aquisição direta de vacinas.
A compra de materiais imprescindíveis para a vacinação, como seringas e agulhas, também faz parte do foco do movimento.
A iniciativa pretende ainda investir numa campanha publicitária, que será veiculada em todo o país via televisão, visando diminuir a resistência à vacina.
Ao contrário de mobilizações anteriores feitas pela iniciativa privada, que visavam a imunização de funcionários, este grupo será focado na vacinação via rede pública, respeitando os grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde.
Um grupo de empresários brasileiros, liderado por Luiza Helena Trajano, um das mulheres mais ricas do Brasil, anunciou hoje o movimento "Unidos pela Vacina", visando distribuir imunizantes contra a covid-19 a todo o país até setembro.
"O nosso objetivo é vacinar todos os brasileiros ate´ setembro deste ano. (...) A gente na~o discute poli´tica, na~o procura culpado. A gente discute sim, como levar a vacina ate´ todas as pessoas do nosso pai´s. Queremos ajudar a garantir que as vacinas cheguem a qualquer ponto do pai´s, superando todo e qualquer obsta´culo", escreveu nas redes sociais Luiza Helena Trajano, fundadora da empresa brasileira de distribuição Magazine Luiza.
O movimento "Unidos pela Vacina" é coordenado pelo Grupo Mulheres do Brasil, que tem mais de 75 mil participantes, e tem como meta ajudar o Sistema Único de Saúde a agilizar a compra, o transporte, a distribuição e a aprovação de imunizantes no Brasil, mas sem fazer aquisição direta de vacinas.
A compra de materiais imprescindíveis para a vacinação, como seringas e agulhas, também faz parte do foco do movimento.
A iniciativa pretende ainda investir numa campanha publicitária, que será veiculada em todo o país via televisão, visando diminuir a resistência à vacina.
Ao contrário de mobilizações anteriores feitas pela iniciativa privada, que visavam a imunização de funcionários, este grupo será focado na vacinação via rede pública, respeitando os grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde.
21h45 - A Madeira registou hoje 83 novos casos de covid-19 e uma morte, elevando para 55 o número de óbitos na região devido ao novo coronavírus desde o início da pandemia.
21h33 - A França registou 460 mortes devido à covid-19 nas últimas 24 horas, elevando assim o total de óbitos no país desde o início da pandemia para 79.423.
21h32 - Aulas online. Governo cria tarifa social de Internet mas só para junho
21h31 - Setor dos casamentos está a ser um dos mais penalizados pela pandemia
21h30 - Metade dos restaurantes em Portugal estão fechados
21h27 - África do Sul suspende administração da vacina da AstraZeneca
21h26 - Hospital da Guarda procura soluções para enfrentar situação de quase ruptura
21h25 - Hospital de S. João alarga formação de médicos e enfermeiros
21h23 - BE critica atraso no acesso à internet para as aulas à distância
21h20 - Aulas à distância. Autarquias procuram soluções para alunos sem internet
21h18 - Aulas à distância estão na TDT
21h17 - Aulas à distância começaram hoje
21h15 - Número de mortes com Covid em janeiro igualou todos os meses anteriores
21h07 - Profissionais de saúde alemães iniciaram o trabalho
21h03 - Vacina da AstraZeneca em Portugal só para pessoas com menos de 65 anos
20h59 - Idosos infoexcluídos têm problemas no acesso à vacinação
19h43 - Morreram 3.750 residentes em lares até 4 de fevereiro
O número de mortes de residentes nos lares portugueses por covid-19 ascende a 3.750 desde o início da pandemia e até 4 de fevereiro, mostram números da Direção-geral da Saúde (DGS) obtidos pela Agência Lusa.
Do total de mortes de residentes em lares, 1.583 aconteceram entre 4 de janeiro e 4 de fevereiro.
"Desde o início da pandemia até ao dia 4 de fevereiro registaram-se em Portugal 3.750 óbitos acumulados por covid-19 de pessoas residentes em lares (óbitos ocorridos dentro dos lares ou em hospitais), dos quais 739 no Norte, 1.027 no Centro, 1.520 em Lisboa e Vale do Tejo, 400 no Alentejo e 64 no Algarve", revelou hoje a DGS em resposta à Lusa.
Desde 16 de março de 2020 (quando foi anunciada a primeira morte por covid-19 em Portugal), até 4 de janeiro deste ano, registaram-se 2.167 óbitos por covid-19 de pessoas residentes em lares - 591 no Norte, 574 no Centro, 841 em Lisboa e Vale do Tejo, 143 no Alentejo e 18 no Algarve -, enquanto entre 4 de janeiro e 4 de fevereiro o número de mortes foi de 1.583, 42% do total.
Do total de mortes de residentes em lares, 1.583 aconteceram entre 4 de janeiro e 4 de fevereiro.
"Desde o início da pandemia até ao dia 4 de fevereiro registaram-se em Portugal 3.750 óbitos acumulados por covid-19 de pessoas residentes em lares (óbitos ocorridos dentro dos lares ou em hospitais), dos quais 739 no Norte, 1.027 no Centro, 1.520 em Lisboa e Vale do Tejo, 400 no Alentejo e 64 no Algarve", revelou hoje a DGS em resposta à Lusa.
Desde 16 de março de 2020 (quando foi anunciada a primeira morte por covid-19 em Portugal), até 4 de janeiro deste ano, registaram-se 2.167 óbitos por covid-19 de pessoas residentes em lares - 591 no Norte, 574 no Centro, 841 em Lisboa e Vale do Tejo, 143 no Alentejo e 18 no Algarve -, enquanto entre 4 de janeiro e 4 de fevereiro o número de mortes foi de 1.583, 42% do total.
19h38 - Marcelo, Costa e partidos reúnem-se terça-feira com peritos agora por videoconferência
O Presidente da República, o primeiro-ministro e os partidos reúnem-se novamente na terça-feira com epidemiologistas, mas desta vez por videoconferência, num momento em que o país se encontra em confinamento geral por causa da covid-19.
No Infarmed, em Lisboa, a partir das 10:00, estarão presentes a maioria dos epidemiologistas e a ministra da Saúde, Marta Temido, e os restantes participantes vão acompanhar a reunião por videoconferência.
Esta reunião, a décima terceira nas instalações do Infarmed em Lisboa, num total de 14 até agora realizadas, será transmitida nas redes sociais do Governo, adiantou à agência Lusa a mesma fonte do executivo.
O Presidente da República, o primeiro-ministro e os partidos reúnem-se novamente na terça-feira com epidemiologistas, mas desta vez por videoconferência, num momento em que o país se encontra em confinamento geral por causa da covid-19.
No Infarmed, em Lisboa, a partir das 10:00, estarão presentes a maioria dos epidemiologistas e a ministra da Saúde, Marta Temido, e os restantes participantes vão acompanhar a reunião por videoconferência.
Esta reunião, a décima terceira nas instalações do Infarmed em Lisboa, num total de 14 até agora realizadas, será transmitida nas redes sociais do Governo, adiantou à agência Lusa a mesma fonte do executivo.
19h29 - Reino Unido vai vacinar imigrantes ilegais
Os imigrantes ilegais e indocumentados no Reino Unido terão o direito de ser vacinados gratuitamente contra a covid-19 sem necessidade de provarem o direito de residência, anunciou o Governo britânico.
"As vacinas contra o coronavírus serão oferecidas gratuitamente a todos os que vivem no Reino Unido, independentemente de seu estatuto de imigração. Os que estão registados com um médico de família serão contactados o mais rápido possível e estamos a trabalhar em estreita colaboração com parceiros e organizações externas para contactar aqueles que não estão registados e garantir que tenham acesso à vacina", disse um porta-voz.
O Ministério do Interior tem acesso a determinados dados relativos a pacientes registados em centros de saúde do sistema nacional, mas o Governo disse aos funcionários que a vacinação, assim como os testes e o tratamento para o coronavírus, não estariam sujeitos a controlos de vistos.
Os imigrantes ilegais e indocumentados no Reino Unido terão o direito de ser vacinados gratuitamente contra a covid-19 sem necessidade de provarem o direito de residência, anunciou o Governo britânico.
"As vacinas contra o coronavírus serão oferecidas gratuitamente a todos os que vivem no Reino Unido, independentemente de seu estatuto de imigração. Os que estão registados com um médico de família serão contactados o mais rápido possível e estamos a trabalhar em estreita colaboração com parceiros e organizações externas para contactar aqueles que não estão registados e garantir que tenham acesso à vacina", disse um porta-voz.
O Ministério do Interior tem acesso a determinados dados relativos a pacientes registados em centros de saúde do sistema nacional, mas o Governo disse aos funcionários que a vacinação, assim como os testes e o tratamento para o coronavírus, não estariam sujeitos a controlos de vistos.
19h19 - Novos casos caíram para metade na primeira semana de fevereiro
Os novos casos de covid-19 em Portugal caíram para metade na primeira semana de fevereiro quando comparados com a última de janeiro, o pior mês de sempre da pandemia.
Entre 1 de fevereiro e hoje foram registados 47.403 novos casos de infeção e de 25 a 31 de janeiro o valor foi de 84.326 o que equivale a uma redução na ordem dos 56,2 por cento.
No domingo, o virologista Pedro Simas disse em declarações à agência Lusa que Portugal está a ter uma redução abrupta no número de novos contágios resultante do confinamento, considerando que o encerramento das escolas ocorrido há duas semanas foi determinante para este resultado.
"Isto era perfeitamente previsível e dependia do bom comportamento e adesão ao confinamento total e o que eu vejo é que houve uma adesão fantástica e o resultado está à vista porque a biologia é factual. Se não houver contactos e as pessoas aderirem às regras os vírus não se conseguem transmitir. Está nas nossas mãos. É por isso que a curva de decréscimo é tão abrupta", frisou o virologista do Instituto Molecular da Universidade de Lisboa.
"O encerramento das escolas foi determinante porque é uma mensagem clara para a sociedade portuguesa. Quando se fecha as escolas é porque o assunto é sério ", disse, adiantando que ter as escolas abertas implicava muito movimento dos adultos.
Além da redução de novos casos, os números divulgados diariamente pela Direção-Geral de Saúde dão ainda conta que nos últimos oito dias Portugal registou uma descida acima dos 20% do número de casos ativos.
A 1 de fevereiro Portugal tinham 179.180 casos ativos. Uma semana depois esse valor passou para os 140.644 casos, com uma redução diária consistente.
Na última semana de janeiro o número de casos ativos subia diariamente atingindo os 181.623 a 31 de janeiro.
Os dados revelam também um decréscimo no número de contactos em vigilância. Numa semana o país tem menos 39.448 contactos em vigilância passando de 220.353 para 180.905
Em uma semana há também o registo da recuperação de um total de 78.537 doentes.
Relativamente ao número de pessoas que morreram, os boletins diários da DGS dão conta que na primeira semana de fevereiro Portugal registou 1.597 óbitos, 50,4 por cento dos quais na região de Lisboa e Vale do Tejo.
Na última semana de janeiro morreram em Portugal 2.013 pessoas com covid-19. No primeiro mês do ano morreram 5.569 pessoas com a doença o que coloca janeiro como o pior de sempre desde o início de uma pandemia em março de 2020.
Portugal registou hoje 196 mortes relacionadas com a covid-19 e 2.505 casos de infeção com o novo coronavirus, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).
Desde o dia 28 de dezembro que Portugal não registava um número de novos casos tão baixo, quando o país teve 2.093 novas infeções diárias, também uma segunda-feira, dia em que habitualmente os valores são mais reduzidos.
O número de óbitos hoje é igualmente o mais baixo desde 18 de janeiro, dia em que se registaram 167 mortes.
Desde março de 2020, Portugal já registou 14.354 mortes associadas à covid-19 e 767.919 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2.
Os novos casos de covid-19 em Portugal caíram para metade na primeira semana de fevereiro quando comparados com a última de janeiro, o pior mês de sempre da pandemia.
Entre 1 de fevereiro e hoje foram registados 47.403 novos casos de infeção e de 25 a 31 de janeiro o valor foi de 84.326 o que equivale a uma redução na ordem dos 56,2 por cento.
No domingo, o virologista Pedro Simas disse em declarações à agência Lusa que Portugal está a ter uma redução abrupta no número de novos contágios resultante do confinamento, considerando que o encerramento das escolas ocorrido há duas semanas foi determinante para este resultado.
"Isto era perfeitamente previsível e dependia do bom comportamento e adesão ao confinamento total e o que eu vejo é que houve uma adesão fantástica e o resultado está à vista porque a biologia é factual. Se não houver contactos e as pessoas aderirem às regras os vírus não se conseguem transmitir. Está nas nossas mãos. É por isso que a curva de decréscimo é tão abrupta", frisou o virologista do Instituto Molecular da Universidade de Lisboa.
"O encerramento das escolas foi determinante porque é uma mensagem clara para a sociedade portuguesa. Quando se fecha as escolas é porque o assunto é sério ", disse, adiantando que ter as escolas abertas implicava muito movimento dos adultos.
Além da redução de novos casos, os números divulgados diariamente pela Direção-Geral de Saúde dão ainda conta que nos últimos oito dias Portugal registou uma descida acima dos 20% do número de casos ativos.
A 1 de fevereiro Portugal tinham 179.180 casos ativos. Uma semana depois esse valor passou para os 140.644 casos, com uma redução diária consistente.
Na última semana de janeiro o número de casos ativos subia diariamente atingindo os 181.623 a 31 de janeiro.
Os dados revelam também um decréscimo no número de contactos em vigilância. Numa semana o país tem menos 39.448 contactos em vigilância passando de 220.353 para 180.905
Em uma semana há também o registo da recuperação de um total de 78.537 doentes.
Relativamente ao número de pessoas que morreram, os boletins diários da DGS dão conta que na primeira semana de fevereiro Portugal registou 1.597 óbitos, 50,4 por cento dos quais na região de Lisboa e Vale do Tejo.
Na última semana de janeiro morreram em Portugal 2.013 pessoas com covid-19. No primeiro mês do ano morreram 5.569 pessoas com a doença o que coloca janeiro como o pior de sempre desde o início de uma pandemia em março de 2020.
Portugal registou hoje 196 mortes relacionadas com a covid-19 e 2.505 casos de infeção com o novo coronavirus, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).
Desde o dia 28 de dezembro que Portugal não registava um número de novos casos tão baixo, quando o país teve 2.093 novas infeções diárias, também uma segunda-feira, dia em que habitualmente os valores são mais reduzidos.
O número de óbitos hoje é igualmente o mais baixo desde 18 de janeiro, dia em que se registaram 167 mortes.
Desde março de 2020, Portugal já registou 14.354 mortes associadas à covid-19 e 767.919 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2.
19h15 - Cabo Verde com mais 28 infetados e um morto em 24 horas, elevando para 136 óbitos e 14.451 os casos acumulados desde 19 de março.
19h11 - Facebook aumenta esforços para remover alegações falsas sobre epidemia e vacinas
O Facebook diz ter aumentado os seus esforços para remover as alegações falsas na rede social e no Instagram sobre a covid-19 e as vacinas, bem como a realização da "maior campanha mundial" para promover informações fiáveis.
"Hoje estamos a aumentar os nossos esforços para remover falsas alegações no Facebook e no Instagram sobre a covid-19, as vacinas da covid-19 e as vacinas em geral, durante a pandemia", refere a rede social, em comunicado.
"Desde dezembro temos removido alegações falsas sobre as vacinas de covid-19 que foram desmascaradas por especialistas em saúde pública", acrescenta a rede social.
Seguindo as indicações recolhidas junto das organizações de saúde, incluindo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Facebook está a alargar "a lista de afirmações falsas" que serão removidas.
Na lista estão alegações falsas de que a covid-19 "é feita ou fabricada pelo homem", que "as vacinas não são eficazes na prevenção da doença contra a qual se destinam a proteger", "as vacinas são tóxicas, perigosas ou causam autismo" ou "é mais seguro ter a doença do que tomar a vacina".
O Facebook recorda que já proíbe aquelas falsas alegações em anúncios.
O Facebook diz ter aumentado os seus esforços para remover as alegações falsas na rede social e no Instagram sobre a covid-19 e as vacinas, bem como a realização da "maior campanha mundial" para promover informações fiáveis.
"Hoje estamos a aumentar os nossos esforços para remover falsas alegações no Facebook e no Instagram sobre a covid-19, as vacinas da covid-19 e as vacinas em geral, durante a pandemia", refere a rede social, em comunicado.
"Desde dezembro temos removido alegações falsas sobre as vacinas de covid-19 que foram desmascaradas por especialistas em saúde pública", acrescenta a rede social.
Seguindo as indicações recolhidas junto das organizações de saúde, incluindo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Facebook está a alargar "a lista de afirmações falsas" que serão removidas.
Na lista estão alegações falsas de que a covid-19 "é feita ou fabricada pelo homem", que "as vacinas não são eficazes na prevenção da doença contra a qual se destinam a proteger", "as vacinas são tóxicas, perigosas ou causam autismo" ou "é mais seguro ter a doença do que tomar a vacina".
O Facebook recorda que já proíbe aquelas falsas alegações em anúncios.
18h57 - Município de Leiria disponibiliza mais 200 computadores às escolas
O Município de Leiria anunciou o reforço do Centro de Recursos para a Inovação das Aprendizagens com mais 200 computadores às escolas, para dar resposta às necessidades do ensino à distância face à covid-19.
Em articulação com as direções escolares, a autarquia desenvolveu um projeto de resposta à necessidade de material informático, com a criação de um banco de material informático com computadores e 'hotspots' (acesso à internet) para gestão das necessidades identificadas pelas escolas, refere uma nota de imprensa.
O Centro de Recursos para a Inovação das Aprendizagens (CRIA) conta já com meio milhar de equipamentos, desde a sua implementação, em março de 2020, quando as escolas encerraram no primeiro confinamento da pandemia da covid-19.
A autarquia salientou que, aquando do encerramento dos jardins-de-infância e escolas, como resposta às restrições causadas pelo contexto pandémico então anunciado, foram cedidos cerca de 300 equipamentos.
No decurso do presente ano letivo, os materiais estiveram à disposição das escolas sempre que, em casos de isolamento profilático de alunos, fosse manifestada a necessidade para alunos do escalão A e B da Ação Social Escolar.
Face a um novo período de ensino à distância e à semelhança das medidas tomadas em março de 2020, o Município diligenciou o empréstimo de todo o material municipal disponível nos jardins-de-infância e escolas do 1.º ciclo do ensino básico, e disponibilizou de novo o banco de material informático, agora com reforço de mais 200 computadores e acesso à internet, sendo o empréstimo efetuado a partir do CRIA, sedeado na Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira.
O Município de Leiria anunciou o reforço do Centro de Recursos para a Inovação das Aprendizagens com mais 200 computadores às escolas, para dar resposta às necessidades do ensino à distância face à covid-19.
Em articulação com as direções escolares, a autarquia desenvolveu um projeto de resposta à necessidade de material informático, com a criação de um banco de material informático com computadores e 'hotspots' (acesso à internet) para gestão das necessidades identificadas pelas escolas, refere uma nota de imprensa.
O Centro de Recursos para a Inovação das Aprendizagens (CRIA) conta já com meio milhar de equipamentos, desde a sua implementação, em março de 2020, quando as escolas encerraram no primeiro confinamento da pandemia da covid-19.
A autarquia salientou que, aquando do encerramento dos jardins-de-infância e escolas, como resposta às restrições causadas pelo contexto pandémico então anunciado, foram cedidos cerca de 300 equipamentos.
No decurso do presente ano letivo, os materiais estiveram à disposição das escolas sempre que, em casos de isolamento profilático de alunos, fosse manifestada a necessidade para alunos do escalão A e B da Ação Social Escolar.
Face a um novo período de ensino à distância e à semelhança das medidas tomadas em março de 2020, o Município diligenciou o empréstimo de todo o material municipal disponível nos jardins-de-infância e escolas do 1.º ciclo do ensino básico, e disponibilizou de novo o banco de material informático, agora com reforço de mais 200 computadores e acesso à internet, sendo o empréstimo efetuado a partir do CRIA, sedeado na Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira.
18h55 - Matosinhos investiu mais de 770 mil euros em equipamentos para aulas `online´
A Câmara de Matosinhos investiu mais de 770 mil euros em computadores portáteis, tablets e routers de internet desde o início da pandemia, para que nenhum aluno "fique para trás" nas aulas `online´, adiantou hoje à Lusa.
No total, esta autarquia do distrito do Porto disponibilizou 800 computadores portáteis aos agrupamentos escolares, no primeiro e segundo confinamentos, que levou os alunos a ter aulas à distância devido ao encerramento das escolas.
A estes computadores somam-se ainda 800 tablets, 530 routers de internet e 430 cartões de dados móveis, num investimento que ascende aos 772 mil euros, referiu a autarquia, num esclarecimento enviado à Lusa.
As necessidades dos alunos, tanto de equipamentos informáticos como de acesso à rede de internet, foram identificadas pelas direções dos agrupamentos escolares e, posteriormente, comunicadas à autarquia, explicou o município.
"Sabemos que as alturas de crise acentuam as desigualdades e não queremos que em Matosinhos nenhum estudante fique para trás por falta de recursos financeiros", afirmou a presidente da câmara, Luísa Salgueiro, citada na informação remetida à Lusa.
Os alunos do 1.º ao 12.º ano retomaram hoje as atividades letivas, mas longe das escolas, regressando das férias antecipadas para o já conhecido ensino a distância que marcou o final do ano letivo passado.
No total, são cerca de 1,2 milhões de alunos que voltam a ser obrigados a trocar, por tempo indefinido, as salas de aula pelas suas casas, quase um ano depois de, em março, o Governo ter encerrado as escolas e implementado o ensino a distância para conter a pandemia de covid-19.
A Câmara de Matosinhos investiu mais de 770 mil euros em computadores portáteis, tablets e routers de internet desde o início da pandemia, para que nenhum aluno "fique para trás" nas aulas `online´, adiantou hoje à Lusa.
No total, esta autarquia do distrito do Porto disponibilizou 800 computadores portáteis aos agrupamentos escolares, no primeiro e segundo confinamentos, que levou os alunos a ter aulas à distância devido ao encerramento das escolas.
A estes computadores somam-se ainda 800 tablets, 530 routers de internet e 430 cartões de dados móveis, num investimento que ascende aos 772 mil euros, referiu a autarquia, num esclarecimento enviado à Lusa.
As necessidades dos alunos, tanto de equipamentos informáticos como de acesso à rede de internet, foram identificadas pelas direções dos agrupamentos escolares e, posteriormente, comunicadas à autarquia, explicou o município.
"Sabemos que as alturas de crise acentuam as desigualdades e não queremos que em Matosinhos nenhum estudante fique para trás por falta de recursos financeiros", afirmou a presidente da câmara, Luísa Salgueiro, citada na informação remetida à Lusa.
Os alunos do 1.º ao 12.º ano retomaram hoje as atividades letivas, mas longe das escolas, regressando das férias antecipadas para o já conhecido ensino a distância que marcou o final do ano letivo passado.
No total, são cerca de 1,2 milhões de alunos que voltam a ser obrigados a trocar, por tempo indefinido, as salas de aula pelas suas casas, quase um ano depois de, em março, o Governo ter encerrado as escolas e implementado o ensino a distância para conter a pandemia de covid-19.
18h53 - Confinamento reduz em 50% número de novos casos em Tomar
As medidas de confinamento decorrentes da pandemia de covid-19 geraram "resultados animadores" em Tomar, tendo o município dado hoje conta de uma descida superior a 50% dos casos de infeção na primeira semana de fevereiro, comparativamente à semana anterior.
"A situação epidemiológica na comunidade em geral evoluiu positivamente" e a "transmissão comunitária reduziu significativamente nas últimas semanas, consequência do confinamento obrigatório", concluiu hoje o município de Tomar, no distrito de Santarém, numa reunião de análise do Posto de Comando Municipal (PCMPC) aos dados da primeira semana de fevereiro.
Em comunicado, a autarquia indicou que "a análise feita (...) aos dados da primeira semana de fevereiro revela resultados animadores, observando-se uma descida superior a 50% dos casos de infeção, quando comparado com a semana anterior"
No entanto, a câmara refere a ocorrência de "vários casos de infeções em lares", situações que, assegura, "estão a ser devidamente acompanhadas e que são em espaços controlados".
18h51 - Câmara de Mira disponibiliza equipamentos informáticos e refeições aos alunos
A Câmara de Mira está a garantir refeições e equipamentos aos alunos mais vulneráveis do concelho, disse hoje este município do litoral do distrito de Coimbra.
Numa nota de imprensa enviada à agência Lusa, o município presidido por Raul Almeida, diz que, "perante a suspensão das atividades letivas e não letivas presenciais, a Câmara Municipal de Mira garantiu, desde logo, a distribuição das refeições escolares aos alunos beneficiários dos escalões A e B da ação social escolar, cujos encarregados de educação tenham solicitado o serviço".
"As refeições são distribuídas diariamente nas diversas localidades e entregues diretamente aos alunos, evitando deslocações. Tudo isto possível através da articulação dos serviços da área da Ação Social e da Educação do Município e do Agrupamento de Escolas de Mira, chegando aos alunos do ensino pré-escolar, 1.º, 2.º,3.º ciclos e secundário", explana a nota de imprensa.
O presidente do município garante que a Câmara está determinada em "garantir que, em plena pandemia, ninguém no concelho passe necessidades, principalmente no que diz respeito à alimentação".
"Assim, decidimos continuar a disponibilizar refeições aos alunos carenciados durante o período em que as escolas se vão manter encerradas", explica Raul Almeida.
A Câmara diz também ter preparado "vários equipamentos informáticos que, sob coordenação do Agrupamento de Escolas de Mira, foram distribuídos aos alunos sem acesso a este tipo de material e que comprovaram necessitarem do mesmo para acompanhar as aulas 'online'.
O município de Mira vai ainda "garantir o transporte de alguns alunos (de apoios ou indicados por medidas de prevenção) para as aulas presenciais, uma vez que também os transportes públicos não estão a realizar as carreiras habituais".
"Queremos que todos os alunos possam retomar as aulas em casa devidamente preparados e equipados. Não vamos deixar nenhum aluno do nosso concelho para trás", frisou Raul Almeida.
A Câmara de Mira está a garantir refeições e equipamentos aos alunos mais vulneráveis do concelho, disse hoje este município do litoral do distrito de Coimbra.
Numa nota de imprensa enviada à agência Lusa, o município presidido por Raul Almeida, diz que, "perante a suspensão das atividades letivas e não letivas presenciais, a Câmara Municipal de Mira garantiu, desde logo, a distribuição das refeições escolares aos alunos beneficiários dos escalões A e B da ação social escolar, cujos encarregados de educação tenham solicitado o serviço".
"As refeições são distribuídas diariamente nas diversas localidades e entregues diretamente aos alunos, evitando deslocações. Tudo isto possível através da articulação dos serviços da área da Ação Social e da Educação do Município e do Agrupamento de Escolas de Mira, chegando aos alunos do ensino pré-escolar, 1.º, 2.º,3.º ciclos e secundário", explana a nota de imprensa.
O presidente do município garante que a Câmara está determinada em "garantir que, em plena pandemia, ninguém no concelho passe necessidades, principalmente no que diz respeito à alimentação".
"Assim, decidimos continuar a disponibilizar refeições aos alunos carenciados durante o período em que as escolas se vão manter encerradas", explica Raul Almeida.
A Câmara diz também ter preparado "vários equipamentos informáticos que, sob coordenação do Agrupamento de Escolas de Mira, foram distribuídos aos alunos sem acesso a este tipo de material e que comprovaram necessitarem do mesmo para acompanhar as aulas 'online'.
O município de Mira vai ainda "garantir o transporte de alguns alunos (de apoios ou indicados por medidas de prevenção) para as aulas presenciais, uma vez que também os transportes públicos não estão a realizar as carreiras habituais".
"Queremos que todos os alunos possam retomar as aulas em casa devidamente preparados e equipados. Não vamos deixar nenhum aluno do nosso concelho para trás", frisou Raul Almeida.
18h48 - Vítimas mortais no domicílio quase triplicam para 342 em janeiro
A covid-19 provocou 342 mortes no domicílio em janeiro, mais 183% do que no mês anterior, e mais de metade dos óbitos no domicílio causados pela doença desde o início da pandemia em Portugal, segundo dados oficiais.
Os indicadores da Direção-Geral da Saúde (DGS), solicitados pela Lusa, mostram que, entre os dias 01 e 31 de janeiro de 2021, morreram 5.798 pessoas em Portugal devido à covid-19, sendo, de longe, o mês com maior número de mortes provocadas pela doença, das quais, 342 foram registadas no domicílio, ou seja, 5,9% dos óbitos relacionados com o novo coronavírus e 55% do total de vítimas mortais no domicílio causadas pela pandemia.
De acordo com a DGS, dos certificados de óbito emitidos em janeiro deste ano, 22,4 % dos óbitos por todas as causas e 5,9 % dos óbitos devido a covid-19 ocorreram no domicílio.
"A proporção de óbitos no domicílio por todas as causas tem permanecido estável, em torno dos 25%, nos anos anteriores. A proporção de óbitos covid-19 no domicílio tem apresentado nos últimos meses uma tendência ligeiramente crescente", sublinhou a entidade liderada por Graça Freitas.
Porém, "a proporção de óbitos devido a covid-19 ocorridos no domicílio é menor do que a observada para a mortalidade por todas as causas ocorrida no domicílio", vincou, revelando que, "face à evolução de óbitos covid-19 no domicílio, a DGS está a investigar contactando os médicos que emitem o certificado de óbito para entender melhor o contexto em que ocorrem estas mortes".
Das 5.798 mortes provocadas pela covid-19 em Portugal, em janeiro, 4.909 (84,7%) foram nos hospitais, 544 noutros locais, com os lares 'à cabeça', (9,4), 342 no domicílio (6%) e 3 em locais desconhecidos (0,1%).
Desde o início da pandemia, em Portugal, registaram-se 12.784 mortes, das quais 11.263 nos hospitais (88,1%), 891 noutros locais (6,9%), 622 no domicílio (4,9%) e oito em locais (0,06%) desconhecidos.
De resto, o mês de janeiro é responsável por 45% do total de mortes por covid-19 em Portugal.
A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.316.812 mortos no mundo, resultantes de mais de 106 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em Portugal, morreram 14.354 pessoas dos 767.919 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
A covid-19 provocou 342 mortes no domicílio em janeiro, mais 183% do que no mês anterior, e mais de metade dos óbitos no domicílio causados pela doença desde o início da pandemia em Portugal, segundo dados oficiais.
Os indicadores da Direção-Geral da Saúde (DGS), solicitados pela Lusa, mostram que, entre os dias 01 e 31 de janeiro de 2021, morreram 5.798 pessoas em Portugal devido à covid-19, sendo, de longe, o mês com maior número de mortes provocadas pela doença, das quais, 342 foram registadas no domicílio, ou seja, 5,9% dos óbitos relacionados com o novo coronavírus e 55% do total de vítimas mortais no domicílio causadas pela pandemia.
De acordo com a DGS, dos certificados de óbito emitidos em janeiro deste ano, 22,4 % dos óbitos por todas as causas e 5,9 % dos óbitos devido a covid-19 ocorreram no domicílio.
"A proporção de óbitos no domicílio por todas as causas tem permanecido estável, em torno dos 25%, nos anos anteriores. A proporção de óbitos covid-19 no domicílio tem apresentado nos últimos meses uma tendência ligeiramente crescente", sublinhou a entidade liderada por Graça Freitas.
Porém, "a proporção de óbitos devido a covid-19 ocorridos no domicílio é menor do que a observada para a mortalidade por todas as causas ocorrida no domicílio", vincou, revelando que, "face à evolução de óbitos covid-19 no domicílio, a DGS está a investigar contactando os médicos que emitem o certificado de óbito para entender melhor o contexto em que ocorrem estas mortes".
Das 5.798 mortes provocadas pela covid-19 em Portugal, em janeiro, 4.909 (84,7%) foram nos hospitais, 544 noutros locais, com os lares 'à cabeça', (9,4), 342 no domicílio (6%) e 3 em locais desconhecidos (0,1%).
Desde o início da pandemia, em Portugal, registaram-se 12.784 mortes, das quais 11.263 nos hospitais (88,1%), 891 noutros locais (6,9%), 622 no domicílio (4,9%) e oito em locais (0,06%) desconhecidos.
De resto, o mês de janeiro é responsável por 45% do total de mortes por covid-19 em Portugal.
A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.316.812 mortos no mundo, resultantes de mais de 106 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em Portugal, morreram 14.354 pessoas dos 767.919 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
18h31 - Mais de um milhão de imunizados em Itália
A Itália registou 7.970 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, um aumento em linha com o registado nas últimas semanas, enquanto mais de um milhão de pessoas já estão imunizadas.
No total, a Itália (60,3 milhões de habitantes) regista 2.644.707 pessoas que contraíram o vírus desde o primeiro caso detetado no país, em 21 de fevereiro de 2020, com um total de 91.580 mortos.
A Itália registou 7.970 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, um aumento em linha com o registado nas últimas semanas, enquanto mais de um milhão de pessoas já estão imunizadas.
No total, a Itália (60,3 milhões de habitantes) regista 2.644.707 pessoas que contraíram o vírus desde o primeiro caso detetado no país, em 21 de fevereiro de 2020, com um total de 91.580 mortos.
18h25 - A Espanha registou desde sexta-feira 47.095 casos de covid-19, elevando para 2.989.085 o total de infetados, com mais 909 mortes durante este fim de semana, totalizando 62.295 óbitos.
18h05 - Noventa e sete por cento dos vacinados nos Hospitais de Coimbra apresentam anticorpos
O Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) revelou que 97% dos seus profissionais vacinados contra a covid-19 apresentam anticorpos protetores contra a doença.
Em comunicado, o CHUC informa que vacinou até agora 4.458 funcionários, o que representa 55% do universo de trabalhadores da instituição, que reúne vários hospitais e serviços de saúde públicos de Coimbra.
"Na primeira avaliação pós vacinal dos cerca de 2.100 funcionários vacinados (primeiro grupo que aderiu e já com as duas doses), cerca de 97% respondeu de forma adequada produzindo anticorpos em níveis elevados, garantindo assim, com elevado grau de probabilidade, uma proteção contra a estirpe para a qual foi desenvolvida esta vacina", adianta, ao divulgar "alguns dados preliminares" do processo.
O Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) revelou que 97% dos seus profissionais vacinados contra a covid-19 apresentam anticorpos protetores contra a doença.
Em comunicado, o CHUC informa que vacinou até agora 4.458 funcionários, o que representa 55% do universo de trabalhadores da instituição, que reúne vários hospitais e serviços de saúde públicos de Coimbra.
"Na primeira avaliação pós vacinal dos cerca de 2.100 funcionários vacinados (primeiro grupo que aderiu e já com as duas doses), cerca de 97% respondeu de forma adequada produzindo anticorpos em níveis elevados, garantindo assim, com elevado grau de probabilidade, uma proteção contra a estirpe para a qual foi desenvolvida esta vacina", adianta, ao divulgar "alguns dados preliminares" do processo.
18h01 - Secil vai pagar subsídio refeição a trabalhadores da cimenteira de Setúbal em teletrabalho
A cimenteira Secil anunciou que vai pagar os subsídios de refeição em atraso a trabalhadores da fábrica do Outão em regime de teletrabalho, na sequência de uma denúncia pública da União de Sindicatos de Setúbal (USS).
Em comunicado, a estrutura sindical afeta à CGTP acusa a Secil de não pagar os subsídios de refeição a trabalhadores da fábrica do Outão, em Setúbal, que se encontram em regime de teletrabalho, salientando que a empresa já tinha sido alertada para a situação.
Confrontada com as acusações da USS, a Secil admite que houve "alguma incerteza no enquadramento dos benefícios sociais atribuídos a um grupo limitado de colaboradores" em situação de teletrabalho que não beneficiam de subsídio de refeição porque utilizam habitualmente o refeitório da fábrica de forma gratuita, tal como previsto no Acordo de Empresa".
A cimenteira Secil anunciou que vai pagar os subsídios de refeição em atraso a trabalhadores da fábrica do Outão em regime de teletrabalho, na sequência de uma denúncia pública da União de Sindicatos de Setúbal (USS).
Em comunicado, a estrutura sindical afeta à CGTP acusa a Secil de não pagar os subsídios de refeição a trabalhadores da fábrica do Outão, em Setúbal, que se encontram em regime de teletrabalho, salientando que a empresa já tinha sido alertada para a situação.
Confrontada com as acusações da USS, a Secil admite que houve "alguma incerteza no enquadramento dos benefícios sociais atribuídos a um grupo limitado de colaboradores" em situação de teletrabalho que não beneficiam de subsídio de refeição porque utilizam habitualmente o refeitório da fábrica de forma gratuita, tal como previsto no Acordo de Empresa".
17h55 - Hospitais do Centro registam novo aumento ligeiro de internados
Os hospitais da região Centro registaram no domingo um ligeiro aumento no número de internados em enfermaria e unidades de cuidados intensivos, de acordo com o relatório de hoje da Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC).
Segundo aquele organismo, no domingo registaram-se 1.213 internados em enfermaria, mais sete, e 155 em unidades de cuidados intensivos, mais seis, embora cinco das camas estejam ocupadas com doentes de outras regiões, no âmbito de uma cedência à ARS Lisboa e Vale do Tejo.
As taxas de ocupação nas enfermarias covid e unidades de cuidados intensivos nos hospitais da região, às 23:59 de domingo, eram de 88% e 87%, respetivamente.
De acordo com o relatório da ARSC, no domingo foram ainda registadas 27 altas em enfermaria e três em unidades de cuidados intensivos, além de 33 óbitos em meio hospitalar.
No setor social, privado, militar e Estruturas de Apoio de Retaguarda encontram-se internados 82 doentes com covid-19, menos um do que no sábado, e 95 doentes não covid-19, menos quatro.
No relatório de hoje, a ARSC informa ainda que a Unidade Local de Saúde da Guarda tem disponível uma Estrutura de Apoio de Retaguarda com uma capacidade até 60 camas, que pode receber doentes a partir de hoje.
Os hospitais da região Centro registaram no domingo um ligeiro aumento no número de internados em enfermaria e unidades de cuidados intensivos, de acordo com o relatório de hoje da Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC).
Segundo aquele organismo, no domingo registaram-se 1.213 internados em enfermaria, mais sete, e 155 em unidades de cuidados intensivos, mais seis, embora cinco das camas estejam ocupadas com doentes de outras regiões, no âmbito de uma cedência à ARS Lisboa e Vale do Tejo.
As taxas de ocupação nas enfermarias covid e unidades de cuidados intensivos nos hospitais da região, às 23:59 de domingo, eram de 88% e 87%, respetivamente.
De acordo com o relatório da ARSC, no domingo foram ainda registadas 27 altas em enfermaria e três em unidades de cuidados intensivos, além de 33 óbitos em meio hospitalar.
No setor social, privado, militar e Estruturas de Apoio de Retaguarda encontram-se internados 82 doentes com covid-19, menos um do que no sábado, e 95 doentes não covid-19, menos quatro.
No relatório de hoje, a ARSC informa ainda que a Unidade Local de Saúde da Guarda tem disponível uma Estrutura de Apoio de Retaguarda com uma capacidade até 60 camas, que pode receber doentes a partir de hoje.
17h37 - Restrições e novas variantes criam riscos à economia da zona euro
A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, afirmou que as restrições adotadas para conter a covid-19 e as novas variantes do vírus criam "riscos significativos" à economia da zona euro, mas disse ter esperança na vacinação.
"O início das campanhas de vacinação em toda a zona euro proporciona a luz ansiosamente esperada no final do túnel, mas ao mesmo tempo o ressurgimento dos casos de covid-19, as mutações do vírus e as medidas rigorosas de contenção constituem um risco negativo significativo para a atividade económica da zona euro", declarou Christine Lagarde.
Falando no arranque da sessão plenária do Parlamento Europeu, em Bruxelas, a responsável vincou que "a pandemia gerou uma grave crise de saúde pública e económica" e uma "contração económica sem precedentes".
E, apesar de os procedimentos de vacinação em curso "darem esperança", os cidadãos "em toda a Europa continuam a enfrentar as terríveis consequências sociais e económicas do vírus e o futuro permanece incerto", assinalou a líder do banco central.
"A produção permanece muito abaixo dos níveis pré-pandémicos e a incerteza sobre a forma como a pandemia irá evoluir permanece elevada", acrescentou.
A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, afirmou que as restrições adotadas para conter a covid-19 e as novas variantes do vírus criam "riscos significativos" à economia da zona euro, mas disse ter esperança na vacinação.
"O início das campanhas de vacinação em toda a zona euro proporciona a luz ansiosamente esperada no final do túnel, mas ao mesmo tempo o ressurgimento dos casos de covid-19, as mutações do vírus e as medidas rigorosas de contenção constituem um risco negativo significativo para a atividade económica da zona euro", declarou Christine Lagarde.
Falando no arranque da sessão plenária do Parlamento Europeu, em Bruxelas, a responsável vincou que "a pandemia gerou uma grave crise de saúde pública e económica" e uma "contração económica sem precedentes".
E, apesar de os procedimentos de vacinação em curso "darem esperança", os cidadãos "em toda a Europa continuam a enfrentar as terríveis consequências sociais e económicas do vírus e o futuro permanece incerto", assinalou a líder do banco central.
"A produção permanece muito abaixo dos níveis pré-pandémicos e a incerteza sobre a forma como a pandemia irá evoluir permanece elevada", acrescentou.
17h35 - Serviços identificaram 957 mil pessoas acima dos 50 anos para vacinar
Os serviços de saúde identificaram 957 mil pessoas para vacinar contra a covid-19 correspondentes a idosos acima de 80 anos e pessoas entre os 50 e os 79 com uma das comorbilidades de risco, adiantou o Governo.
De acordo com a ministra da Saúde, Marta Temido, "estas listagens foram comunicadas às unidades de cuidados de saúde primários, que começaram já a agendar e convocar as pessoas para a vacinação" contra a covid-19, esclarecendo ainda que há já "40 unidades a trabalhar nestes moldes" e que na terça-feira arrancam outras 59, com total cobertura do território nacional.
"Foram realizados já 2.380 agendamentos e foram enviados 1.677 SMS, tendo 902 pessoas respondido que sim. As pessoas que não estejam inscritas ou não tenham médico de família podem aceder ao médico qu as segue e pedir uma declaração. Já foram carregadas 4.140 declarações deste tipo", revelou Marta Temido.
Em declarações prestadas numa conferência de imprensa na qual fez um ponto de situação sobre o plano de vacinação contra a covid-19, após uma reunião, por videoconferência, com a 'task force' para o plano nacional de vacinação contra a covid-19, a governante reiterou também que a convocatória será feita "através de carta ou SMS dirigida ao telemóvel associado ao número de utente daquela pessoa e que identifica o destinatário da vacina", existindo um reforço de contacto em caso de ausência de resposta.
Paralelamente, a ministra da Saúde avançou que até ao final desta semana será lançado um simulador 'online' -- entre outras funcionalidades - no portal covid-19 para as pessoas com mais de 50 anos poderem saber se estão nas listas já definidas para a primeira fase de vacinação.
"Para tal bastará que sejam inseridos alguns dados, como o número do Serviço Nacional de Saúde, a data de nascimento ou o nome completo. E este simulador irá permitir às pessoas ter um melhor acompanhamento daquilo que é a sua inclusão no processo e, caso não estejam incluídas, poderem fazer a necessária correção", resumiu.
De acordo com a ministra da Saúde, Marta Temido, "estas listagens foram comunicadas às unidades de cuidados de saúde primários, que começaram já a agendar e convocar as pessoas para a vacinação" contra a covid-19, esclarecendo ainda que há já "40 unidades a trabalhar nestes moldes" e que na terça-feira arrancam outras 59, com total cobertura do território nacional.
"Foram realizados já 2.380 agendamentos e foram enviados 1.677 SMS, tendo 902 pessoas respondido que sim. As pessoas que não estejam inscritas ou não tenham médico de família podem aceder ao médico qu as segue e pedir uma declaração. Já foram carregadas 4.140 declarações deste tipo", revelou Marta Temido.
Em declarações prestadas numa conferência de imprensa na qual fez um ponto de situação sobre o plano de vacinação contra a covid-19, após uma reunião, por videoconferência, com a 'task force' para o plano nacional de vacinação contra a covid-19, a governante reiterou também que a convocatória será feita "através de carta ou SMS dirigida ao telemóvel associado ao número de utente daquela pessoa e que identifica o destinatário da vacina", existindo um reforço de contacto em caso de ausência de resposta.
Paralelamente, a ministra da Saúde avançou que até ao final desta semana será lançado um simulador 'online' -- entre outras funcionalidades - no portal covid-19 para as pessoas com mais de 50 anos poderem saber se estão nas listas já definidas para a primeira fase de vacinação.
"Para tal bastará que sejam inseridos alguns dados, como o número do Serviço Nacional de Saúde, a data de nascimento ou o nome completo. E este simulador irá permitir às pessoas ter um melhor acompanhamento daquilo que é a sua inclusão no processo e, caso não estejam incluídas, poderem fazer a necessária correção", resumiu.
17h21 - Moçambique registou mais cinco mortes e 312 novos casos de covid-19, para um total de 465 mortes e 44.912 casos de infeção, dos quais 61% são considerados recuperados e outros 318 estão atualmente internados.
17h18 - Portugal defende doação de vacinas a países africanos
O secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação fez saber que Portugal defende que uma parte das 2,3 mil milhões de doses de vacinas contra a covid-19 encomendadas pela União Europeia seja doada a países africanos.
"Até agora, a União Europeia recebeu alguns milhões de vacinas contra a covid-19 para uma população de 450 milhões, o que não é muito (...) Mas a União Europeia comprou antecipadamente 2,3 biliões de doses, com a possibilidade de doar parte dessas vacinas a outros países. Portugal apoia os esforços para um mecanismo em cadeia e, nesse contexto, precisamos de ajudar África em particular", referiu Francisco André.
O governante interveio hoje na conferência de alto nível organizada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre o tema "Igualdade na vacinação e resiliência: dois testes para a solidariedade global". A participação do secretário de Estado aconteceu no âmbito da presidência portuguesa do Conselho da União Europeia.
"Nenhuma região pode estar a salvo até que todo o mundo esteja protegido contra o vírus e é por isso que as vacinas têm de ser disponibilizadas para os nossos parceiros, especialmente nos países em desenvolvimento", defendeu Francisco André.
Nesta sessão virtual participou também Angel Gurría, secretário-geral da OCDE, opondo-se à nacionalização das vacinas pelos países ricos em detrimento dos países em vias de desenvolvimento.
"Cabe-nos a todos fazer um esforço comum para conseguirmos o nível mais alto possível de imunidade em todo o mundo e isso significa ter um acesso equitativo à vacina contra a covid-19", defendeu o líder da organização.
O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) partilhou da mesma opinião.
"Claro que cada Governo quer vacinar em primeiro lugar os seus cidadãos, mas não é correto vacinar jovens adultos saudáveis em países ricos antes de pessoal hospitalar e pessoas mais velhos nos países mais pobres", defendeu Tedros Adhanom Ghebreyesus.
Segundo a OMS, 94% dos países que estão a vacinar as suas populações são considerados ricos e 75% das doses existentes vão apenas para 10 países no mundo.
O secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação fez saber que Portugal defende que uma parte das 2,3 mil milhões de doses de vacinas contra a covid-19 encomendadas pela União Europeia seja doada a países africanos.
"Até agora, a União Europeia recebeu alguns milhões de vacinas contra a covid-19 para uma população de 450 milhões, o que não é muito (...) Mas a União Europeia comprou antecipadamente 2,3 biliões de doses, com a possibilidade de doar parte dessas vacinas a outros países. Portugal apoia os esforços para um mecanismo em cadeia e, nesse contexto, precisamos de ajudar África em particular", referiu Francisco André.
O governante interveio hoje na conferência de alto nível organizada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre o tema "Igualdade na vacinação e resiliência: dois testes para a solidariedade global". A participação do secretário de Estado aconteceu no âmbito da presidência portuguesa do Conselho da União Europeia.
"Nenhuma região pode estar a salvo até que todo o mundo esteja protegido contra o vírus e é por isso que as vacinas têm de ser disponibilizadas para os nossos parceiros, especialmente nos países em desenvolvimento", defendeu Francisco André.
Nesta sessão virtual participou também Angel Gurría, secretário-geral da OCDE, opondo-se à nacionalização das vacinas pelos países ricos em detrimento dos países em vias de desenvolvimento.
"Cabe-nos a todos fazer um esforço comum para conseguirmos o nível mais alto possível de imunidade em todo o mundo e isso significa ter um acesso equitativo à vacina contra a covid-19", defendeu o líder da organização.
O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) partilhou da mesma opinião.
"Claro que cada Governo quer vacinar em primeiro lugar os seus cidadãos, mas não é correto vacinar jovens adultos saudáveis em países ricos antes de pessoal hospitalar e pessoas mais velhos nos países mais pobres", defendeu Tedros Adhanom Ghebreyesus.
Segundo a OMS, 94% dos países que estão a vacinar as suas populações são considerados ricos e 75% das doses existentes vão apenas para 10 países no mundo.
17h17 - Tavira. Prorrogação de isenções para apoio a agentes económicos e grupos sociais desfavorecidos
A câmara de Tavira vai implementar um conjunto de medidas que visam reforçar a relação entre o município e a população na resposta à situação pandémica de emergência em saúde pública.
Foi aprovado a isenção, no ano 2021, das taxas de ocupação de espaço público e publicidade, cobradas no âmbito do Regulamento Municipal de Ocupação de Espaço Público e Publicidade de Tavira; nos meses de janeiro a março, do pagamento de rendas a todos os estabelecimentos comerciais em espaços municipais, que sejam propriedade da Câmara, sem prejuízo de, após esta data, a medida ser novamente reavaliada.
O município avança ainda com a suspensão do pagamento de rendas aos moradores em habitação municipal, nos meses de janeiro a março, um apoio às famílias, social e financeiramente, mais vulneráveis; a isenção, nos meses de fevereiro e março, sem qualquer formalidade, da totalidade do pagamento das tarifas de disponibilidade de Águas de Abastecimento, Saneamento e Resíduos Urbanos (com exceção dos contadores para jardins e piscinas) para clientes Não Domésticos e Não Domésticos Especiais.
Há ainda a isenção, no ano 2021, de todas as taxas municipais referentes aos estabelecimentos e atividades comerciais nos espaços balneares do concelho.
17h05 - Coimbra vai adquirir mais 1.150 equipamentos informáticos para ensino à distância
O município de Coimbra anunciou a aquisição de mais 1.150 equipamentos informáticos para os alunos mais necessitados puderem aceder ao ensino 'online' em igualdade de oportunidades.
Na reunião camarária de hoje, o presidente do município, Manuel Machado, deixou a garantia de que está em processo de adquisição mais 650 computadores portáteis e mais 500 acessos à internet.
Segundo o autarca, desde abril do ano passado, após o início do terceiro período do ano letivo em formato 'online', a Câmara Municipal de Coimbra já disponibilizou 1.300 equipamentos informáticos, entre tabletes e pontos de acesso à Internet.
O município de Coimbra disponibiliza gratuitamente ainda uma plataforma 'online' de apoio ao ensino à distância, a E@D.Coimbra, destinada a alunos e professores do pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino público do concelho.
"Ao todo são mais de 4.800 crianças, de 245 turmas, dos seis agrupamentos de escolas, que vão voltar a beneficiar desta medida que possibilita o trabalho em rede, em ambiente fechado e seguro, facilitando a partilha de conteúdos e a interação necessária ao desenvolvimento de atividades educativas bem como à sua monitorização e acompanhamento por parte dos docentes", destaca a autarquia.
A plataforma integra recursos educativos e pedagógicos que permitem "criar um ambiente inovador, interativo e estimulante, com centenas de atividades multimédia, interativas e dinâmicas, para serem utilizadas em casa, através das quais as crianças poderão aprender ao seu ritmo e de forma criativa".
Os alunos do 1.º ao 12.º ano retomam esta segunda-feira as atividades letivas, mas longe das escolas, regressando das férias antecipadas para o já conhecido ensino a distância que marcou o final do ano letivo passado.
No total, são cerca de 1,2 milhões de alunos que voltam a ser obrigados a trocar, por tempo indefinido, as salas de aula pelas suas casas, quase um ano depois de, em março, o Governo ter encerrado as escolas e implementado o ensino a distância para conter a pandemia de covid-19.
O município de Coimbra anunciou a aquisição de mais 1.150 equipamentos informáticos para os alunos mais necessitados puderem aceder ao ensino 'online' em igualdade de oportunidades.
Na reunião camarária de hoje, o presidente do município, Manuel Machado, deixou a garantia de que está em processo de adquisição mais 650 computadores portáteis e mais 500 acessos à internet.
Segundo o autarca, desde abril do ano passado, após o início do terceiro período do ano letivo em formato 'online', a Câmara Municipal de Coimbra já disponibilizou 1.300 equipamentos informáticos, entre tabletes e pontos de acesso à Internet.
O município de Coimbra disponibiliza gratuitamente ainda uma plataforma 'online' de apoio ao ensino à distância, a E@D.Coimbra, destinada a alunos e professores do pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino público do concelho.
"Ao todo são mais de 4.800 crianças, de 245 turmas, dos seis agrupamentos de escolas, que vão voltar a beneficiar desta medida que possibilita o trabalho em rede, em ambiente fechado e seguro, facilitando a partilha de conteúdos e a interação necessária ao desenvolvimento de atividades educativas bem como à sua monitorização e acompanhamento por parte dos docentes", destaca a autarquia.
A plataforma integra recursos educativos e pedagógicos que permitem "criar um ambiente inovador, interativo e estimulante, com centenas de atividades multimédia, interativas e dinâmicas, para serem utilizadas em casa, através das quais as crianças poderão aprender ao seu ritmo e de forma criativa".
Os alunos do 1.º ao 12.º ano retomam esta segunda-feira as atividades letivas, mas longe das escolas, regressando das férias antecipadas para o já conhecido ensino a distância que marcou o final do ano letivo passado.
No total, são cerca de 1,2 milhões de alunos que voltam a ser obrigados a trocar, por tempo indefinido, as salas de aula pelas suas casas, quase um ano depois de, em março, o Governo ter encerrado as escolas e implementado o ensino a distância para conter a pandemia de covid-19.
16h53 - Reino Unido registou 333 mortes, valor mais baixo desde dezembro
O Reino Unido registou 333 mortes devido a covid-19 nas últimas 24 horas, o valor mais baixo desde 26 de dezembro, somando 112.798 óbitos desde o início da pandemia, mostram dados publicados pelo Governo britânico.
Nas últimas 24 horas foram diagnosticados 14.104 novos casos de infeção pelo novo coronavirus, também o número mais baixo em dois meses, embora os valores relativos ao fim de semana sejam sempre mais baixos devido ao atraso no processamento administrativo de dados.
Mesmo assim, os dados de hoje confirmam a tendência das últimas semanas.
Entre 02 e 08 de fevereiro de 2021, houve uma redução de 22,4% nas mortes devido a covid-19 e de 25,4% no número de pessoas com um resultado de teste positivo confirmado, em relação aos sete dias anteriores.
Entretanto, até hoje 12.294.006 pessoas receberam no Reino Unido a primeira dose de uma vacina contra o novo coronavírus e 512.581 pessoas receberam uma segunda dose.
O Reino Unido registou 333 mortes devido a covid-19 nas últimas 24 horas, o valor mais baixo desde 26 de dezembro, somando 112.798 óbitos desde o início da pandemia, mostram dados publicados pelo Governo britânico.
Nas últimas 24 horas foram diagnosticados 14.104 novos casos de infeção pelo novo coronavirus, também o número mais baixo em dois meses, embora os valores relativos ao fim de semana sejam sempre mais baixos devido ao atraso no processamento administrativo de dados.
Mesmo assim, os dados de hoje confirmam a tendência das últimas semanas.
Entre 02 e 08 de fevereiro de 2021, houve uma redução de 22,4% nas mortes devido a covid-19 e de 25,4% no número de pessoas com um resultado de teste positivo confirmado, em relação aos sete dias anteriores.
Entretanto, até hoje 12.294.006 pessoas receberam no Reino Unido a primeira dose de uma vacina contra o novo coronavírus e 512.581 pessoas receberam uma segunda dose.
16h45 - Apresentado no Irão segundo projeto de vacina
Teerão divulgou hoje o segundo projeto de vacina contra a covid-19 desenvolvido no Irão, na véspera do início da campanha de vacinação no país mais afetado pela pandemia no Próximo e Médio Oriente.
"Vamos começar os testes nos próximos dias ou, no mais tardar, uma semana", afirmou Massoud Soleimani, membro do comité nacional de vacinas do Irão, em conferência de imprensa.
De acordo com Soleimani, a vacina "Razi Cov Pars" foi desenvolvida no Instituto Razi para Vacinas e Soros, vinculado ao Ministério da Agricultura.
A declaração chegou um dia depois de o ministro da Saúde, Said Namaki, anunciar que a campanha de vacinação com a vacina russa Sputnik V começaria na terça-feira.
"Vamos começar os testes nos próximos dias ou, no mais tardar, uma semana", afirmou Massoud Soleimani, membro do comité nacional de vacinas do Irão, em conferência de imprensa.
De acordo com Soleimani, a vacina "Razi Cov Pars" foi desenvolvida no Instituto Razi para Vacinas e Soros, vinculado ao Ministério da Agricultura.
A declaração chegou um dia depois de o ministro da Saúde, Said Namaki, anunciar que a campanha de vacinação com a vacina russa Sputnik V começaria na terça-feira.
16h43 - Marta Temido prefere manter tratamento de doentes em Portugal
A ministra da Saúde assumiu a preferência pelo tratamento dos doentes com covid-19 em Portugal ao invés de os transferir para outros países que se mostraram disponíveis para ajudar nesta fase mais aguda da pandemia.
"São hipóteses que, obviamente, consideramos com a maior atenção, sendo certo que, por razões de estabilidade do próprio doente e de resposta em saúde junto do meio familiar, preferiríamos garantir o tratamento no nosso país e o mais possível junto de casa. É um esforço que continuaremos a tentar fazer", disse hoje a governante, a propósito das propostas de auxílio que chegaram de Espanha e da Áustria.
Numa conferência de imprensa no Ministério da Saúde, em Lisboa, na qual fez um ponto de situação sobre o plano de vacinação contra a covid-19, após uma reunião, por videoconferência, com a 'task force', Marta Temido observou que a posição do ministério segue a visão da Comissão de Acompanhamento da Resposta Nacional em Medicina Intensiva para a covid-19 e destacou a aposta no reforço da capacidade instalada do país.
"Iremos procurar garantir primeiro que as respostas sejam ao nível do nosso país. Esperamos que estas duas semanas - que serão ainda semanas de muita pressão sobre os cuidados hospitalares e, sobretudo, os cuidados intensivos - nos permitam manter esta linha de resposta. O que mais nos preocupa é garantir os melhores cuidados aos utentes que deles precisem", acrescentou.
No entanto, a ministra da Saúde assegurou que Portugal vai continuar a "trabalhar e a articular com vários países da União Europeia apoios e colaborações no âmbito do mecanismo europeu", além de "cooperações bilaterais".
"São hipóteses que, obviamente, consideramos com a maior atenção, sendo certo que, por razões de estabilidade do próprio doente e de resposta em saúde junto do meio familiar, preferiríamos garantir o tratamento no nosso país e o mais possível junto de casa. É um esforço que continuaremos a tentar fazer", disse hoje a governante, a propósito das propostas de auxílio que chegaram de Espanha e da Áustria.
Numa conferência de imprensa no Ministério da Saúde, em Lisboa, na qual fez um ponto de situação sobre o plano de vacinação contra a covid-19, após uma reunião, por videoconferência, com a 'task force', Marta Temido observou que a posição do ministério segue a visão da Comissão de Acompanhamento da Resposta Nacional em Medicina Intensiva para a covid-19 e destacou a aposta no reforço da capacidade instalada do país.
"Iremos procurar garantir primeiro que as respostas sejam ao nível do nosso país. Esperamos que estas duas semanas - que serão ainda semanas de muita pressão sobre os cuidados hospitalares e, sobretudo, os cuidados intensivos - nos permitam manter esta linha de resposta. O que mais nos preocupa é garantir os melhores cuidados aos utentes que deles precisem", acrescentou.
No entanto, a ministra da Saúde assegurou que Portugal vai continuar a "trabalhar e a articular com vários países da União Europeia apoios e colaborações no âmbito do mecanismo europeu", além de "cooperações bilaterais".
16h41 - Hospital Santo António no Porto com situação "estável" mas "difícil" em UCI
O Hospital de Santo António, no Porto, que recebeu cerca de 30 doentes covid-19 de Lisboa e Vale do Tejo nas últimas semanas, regista uma situação "estável", embora "difícil" na unidade de cuidados intensivos, de acordo com o diretor clínico.
"Temos estado relativamente estáveis (quanto a ocupação de camas) e a receber doentes de outros centros hospitalares do sul do país. Em cuidados intensivos tem sido mais difícil, até pela nossa abertura a doentes de outros hospitais e pelo trabalho em rede", disse o diretor clínico do Centro Hospitalar e Universitário do Porto (CHUP), onde se inclui o Hospital de Santo António, José Barros.
Atualmente, estão internados neste hospital do Porto em enfermaria 122 doentes com o novo coronavírus e 50 em cuidados intensivos.
José Barros disse que existem 44 camas disponíveis em enfermaria e quatro vagas na unidade de cuidados intensivos.
Sobre o acolhimento de doentes de outras zonas do país, o diretor clínico disse que esse tem sido "esporádico e não diário", estimando que o Hospital de Santo António tenha recebido "cerca de 30 nas últimas semanas".
"Vieram fundamentalmente de Lisboa e Vale do Tejo, da periferia de Lisboa", apontou José Barros, que falava aos jornalistas à margem de uma cerimónia com a Federação Académica do Porto, na qual os estudantes entregaram 'kits' com lanches aos profissionais de saúde para agradecer o esforço diário no combate à covid-19.
O Hospital de Santo António, no Porto, que recebeu cerca de 30 doentes covid-19 de Lisboa e Vale do Tejo nas últimas semanas, regista uma situação "estável", embora "difícil" na unidade de cuidados intensivos, de acordo com o diretor clínico.
"Temos estado relativamente estáveis (quanto a ocupação de camas) e a receber doentes de outros centros hospitalares do sul do país. Em cuidados intensivos tem sido mais difícil, até pela nossa abertura a doentes de outros hospitais e pelo trabalho em rede", disse o diretor clínico do Centro Hospitalar e Universitário do Porto (CHUP), onde se inclui o Hospital de Santo António, José Barros.
Atualmente, estão internados neste hospital do Porto em enfermaria 122 doentes com o novo coronavírus e 50 em cuidados intensivos.
José Barros disse que existem 44 camas disponíveis em enfermaria e quatro vagas na unidade de cuidados intensivos.
Sobre o acolhimento de doentes de outras zonas do país, o diretor clínico disse que esse tem sido "esporádico e não diário", estimando que o Hospital de Santo António tenha recebido "cerca de 30 nas últimas semanas".
"Vieram fundamentalmente de Lisboa e Vale do Tejo, da periferia de Lisboa", apontou José Barros, que falava aos jornalistas à margem de uma cerimónia com a Federação Académica do Porto, na qual os estudantes entregaram 'kits' com lanches aos profissionais de saúde para agradecer o esforço diário no combate à covid-19.
16h37 - Baixo Vouga com 117 doentes em enfermaria e 9 em cuidados intensivos
O Centro Hospitalar do Baixo Vouga (CHBV), constituído pelos hospitais de Aveiro Águeda e Estarreja, informa que tem 117 doentes internados em enfermaria e nove na Unidade de Cuidados Intensivos.
De acordo com o ponto de situação daquele Centro Hospitalar, dos nove doentes internados em Cuidados Intensivos, cinco têm entre os 60 e os 69 anos e quatro são do sexo masculino.
No que respeita à testagem, o CHBV informa que, reportando dados de domingo, foram realizados 84 testes à covid-19, dos quais 6% tivera um resultado positivo.
O Centro Hospitalar do Baixo Vouga (CHBV), constituído pelos hospitais de Aveiro Águeda e Estarreja, informa que tem 117 doentes internados em enfermaria e nove na Unidade de Cuidados Intensivos.
De acordo com o ponto de situação daquele Centro Hospitalar, dos nove doentes internados em Cuidados Intensivos, cinco têm entre os 60 e os 69 anos e quatro são do sexo masculino.
No que respeita à testagem, o CHBV informa que, reportando dados de domingo, foram realizados 84 testes à covid-19, dos quais 6% tivera um resultado positivo.
16h34 - Serviços identificaram 957 mil pessoas acima dos 50 anos para vacinar
Os serviços de saúde identificaram 957 mil pessoas para vacinar contra a covid-19 correspondentes a idosos acima de 80 anos e pessoas entre os 50 e os 79 com uma das comorbilidades de risco, indicou o Governo.
De acordo com a ministra da Saúde, Marta Temido, "estas listagens foram comunicadas às unidades de cuidados de saúde primários, que começaram já a agendar e convocar as pessoas para a vacinação" contra a covid-19, esclarecendo ainda que há já "40 unidades a trabalhar nestes moldes" e que na terça-feira arrancam outras 59, com total cobertura do território nacional.
"Foram realizados já 2.380 agendamentos e foram enviados 1.677 SMS, tendo 902 pessoas respondido que sim. As pessoas que não estejam inscritas ou não tenham médico de família podem aceder ao médico qu as segue e pedir uma declaração. Já foram carregadas 4.140 declarações deste tipo", revelou Marta Temido.
Em declarações prestadas numa conferência de imprensa na qual fez um ponto de situação sobre o plano de vacinação contra a covid-19, após uma reunião, por videoconferência, com a 'task force' para o plano nacional de vacinação contra a covid-19, a governante reiterou também que a convocatória será feita "através de carta ou SMS dirigida ao telemóvel associado ao número de utente daquela pessoa e que identifica o destinatário da vacina", existindo um reforço de contacto em caso de ausência de resposta.
De acordo com a ministra da Saúde, Marta Temido, "estas listagens foram comunicadas às unidades de cuidados de saúde primários, que começaram já a agendar e convocar as pessoas para a vacinação" contra a covid-19, esclarecendo ainda que há já "40 unidades a trabalhar nestes moldes" e que na terça-feira arrancam outras 59, com total cobertura do território nacional.
"Foram realizados já 2.380 agendamentos e foram enviados 1.677 SMS, tendo 902 pessoas respondido que sim. As pessoas que não estejam inscritas ou não tenham médico de família podem aceder ao médico qu as segue e pedir uma declaração. Já foram carregadas 4.140 declarações deste tipo", revelou Marta Temido.
Em declarações prestadas numa conferência de imprensa na qual fez um ponto de situação sobre o plano de vacinação contra a covid-19, após uma reunião, por videoconferência, com a 'task force' para o plano nacional de vacinação contra a covid-19, a governante reiterou também que a convocatória será feita "através de carta ou SMS dirigida ao telemóvel associado ao número de utente daquela pessoa e que identifica o destinatário da vacina", existindo um reforço de contacto em caso de ausência de resposta.
16h25 - Presidente da República ouve partidos entre terça e quarta-feira sobre renovação do estado de emergência
Marcelo Rebelo de Sousa vai ouvir os nove partidos com assento parlamentar, por videoconferência, entre terça e quarta-feira sobre a renovação do estado de emergência.
De acordo com uma nota da Presidência da República enviada à comunicação social, as audiências acontecerão por ordem crescente de representação parlamentar, com Iniciativa Liberal, Chega, PEV, PAN e CDS-PP ouvidos na terça-feira, a partir das 15:00.
PCP, BE, PSD e PS serão ouvidos a partir das 15:15 quarta-feira pelo chefe de Estado, que estará no Palácio de Belém.
Na mesma nota, refere-se que na terça-feira de manhã o Presidente da República participará por videoconferência na 15ª sessão sobre a situação da covid-19 em Portugal, marcada para as 10:00.
Marcelo Rebelo de Sousa vai ouvir os nove partidos com assento parlamentar, por videoconferência, entre terça e quarta-feira sobre a renovação do estado de emergência.
De acordo com uma nota da Presidência da República enviada à comunicação social, as audiências acontecerão por ordem crescente de representação parlamentar, com Iniciativa Liberal, Chega, PEV, PAN e CDS-PP ouvidos na terça-feira, a partir das 15:00.
PCP, BE, PSD e PS serão ouvidos a partir das 15:15 quarta-feira pelo chefe de Estado, que estará no Palácio de Belém.
Na mesma nota, refere-se que na terça-feira de manhã o Presidente da República participará por videoconferência na 15ª sessão sobre a situação da covid-19 em Portugal, marcada para as 10:00.
16h10 - Portugal deixa de ter maior média de novos casos mas continua com mais mortes
Portugal deixou de ser o país com mais novos contágios pelo novo coronavírus por milhão de habitantes nos últimos sete dias, mas continua à frente no número de mortos, segundo os números do `site` estatístico Our World in Data.
Portugal era hoje o sétimo país do mundo de alguma dimensão com mais novos casos por dia confirmados por milhão de habitantes (344), superado por Israel (753), República Checa (454), Peru (414), Albânia (390), Brasil (364) e Bahrain (362).
Na segunda-feira passada, no mesmo `site`, Portugal apresentava uma média de 1.142 novos casos diários por milhão nos últimos sete dias.
Quanto à média diária de mortes por milhão de habitantes, Portugal continua no topo da lista, com 20 novos óbitos diários por milhão.
Abaixo estão Eslováquia (11,4), Peru (11,4), República Checa (9,9), Líbano (7,9) e Brasil (7,1).
Na semana passada, Portugal estava com uma média diária de novas mortes por milhão de habitantes de 29,7, segundo o Our World in Data, que recorre a dados compilados pela universidade norte-americana Johns Hopkins.
Portugal deixou de ser o país com mais novos contágios pelo novo coronavírus por milhão de habitantes nos últimos sete dias, mas continua à frente no número de mortos, segundo os números do `site` estatístico Our World in Data.
Portugal era hoje o sétimo país do mundo de alguma dimensão com mais novos casos por dia confirmados por milhão de habitantes (344), superado por Israel (753), República Checa (454), Peru (414), Albânia (390), Brasil (364) e Bahrain (362).
Na segunda-feira passada, no mesmo `site`, Portugal apresentava uma média de 1.142 novos casos diários por milhão nos últimos sete dias.
Quanto à média diária de mortes por milhão de habitantes, Portugal continua no topo da lista, com 20 novos óbitos diários por milhão.
Abaixo estão Eslováquia (11,4), Peru (11,4), República Checa (9,9), Líbano (7,9) e Brasil (7,1).
Na semana passada, Portugal estava com uma média diária de novas mortes por milhão de habitantes de 29,7, segundo o Our World in Data, que recorre a dados compilados pela universidade norte-americana Johns Hopkins.
15h49 - Mais de 70% dos concelhos portugueses em risco extremo
Mais de 70% dos 308 concelhos portugueses estão em risco extremo devido ao número de casos de covid-19, tendo registado uma taxa de incidência acumulada superior a 960 por 100 mil habitantes, entre 20 de janeiro e 2 de fevereiro, segundo dados oficiais.
De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, estão neste patamar 219 dos 308 concelhos portugueses (71,1%), ou seja, menos 15 em relação à análise divulgada a 25 de janeiro.
Na nota explicativa dos dados por concelhos é referido que a incidência cumulativa "corresponde ao quociente entre o número de novos casos confirmados nos 14 dias anteriores ao momento de análise e a população residente estimada".
Apenas 89 concelhos de um total de 308 não estão em risco extremo.
Com zero casos de infeção há somente um concelho: Velas, nos Açores.
Mais de 70% dos 308 concelhos portugueses estão em risco extremo devido ao número de casos de covid-19, tendo registado uma taxa de incidência acumulada superior a 960 por 100 mil habitantes, entre 20 de janeiro e 2 de fevereiro, segundo dados oficiais.
De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, estão neste patamar 219 dos 308 concelhos portugueses (71,1%), ou seja, menos 15 em relação à análise divulgada a 25 de janeiro.
Na nota explicativa dos dados por concelhos é referido que a incidência cumulativa "corresponde ao quociente entre o número de novos casos confirmados nos 14 dias anteriores ao momento de análise e a população residente estimada".
Apenas 89 concelhos de um total de 308 não estão em risco extremo.
Com zero casos de infeção há somente um concelho: Velas, nos Açores.
15h44 - "É ter recursos e não os usar em tempos de crise onde morrem pessoas"
O conselheiro da diáspora madeirense na África do Sul criticou a decisão do Governo português de permitir o envolvimento de médicos europeus no combate à pandemia da covid-19 em detrimento de profissionais de saúde portugueses e lusodescendentes.
"O Governo português deve reconhecer os profissionais de saúde que são portugueses e que pedem há anos o seu reconhecimento profissional no país", disse José Nascimento, em declarações à Lusa.
"Como é que os alemães ultrapassam a Ordem dos Médicos, há critérios diferentes?" - questionou o advogado lusodescendente na África do Sul, sublinhando que "um dos requisitos que a Ordem exige para que os profissionais lusodescendentes não residentes sejam reconhecidos profissionalmente no país é o domínio da língua portuguesa".
"Esta questão de não quererem reconhecer os profissionais de saúde portugueses que se formaram na diáspora é muito séria, estão a morrer portugueses, estamos a pedir auxílio a outros países, os profissionais de saúde nos hospitais dizem na televisão que não têm recursos humanos, que não aguentam tanto trabalho, andam a dizer isso há tanto tempo", adiantou à Lusa José Nascimento.
Sublinhando que há mais de 200 profissionais de saúde portugueses e lusodescendentes, falantes de português e espanhol, que não são reconhecidos profissionalmente em Portugal pelas respetivas Ordem dos Médicos e Ordem dos Enfermeiros, o conselheiro português referiu também que a atual situação em que se encontram esses profissionais pode expor o Estado a futuros "processos por danos".
"É ter recursos e não os usar em tempos de crise onde morrem pessoas, não podem invocar desconhecimento de causa, porque esta questão aparece todos os dias na televisão", frisou à Lusa o advogado e conselheiro da diáspora madeirense na África do Sul.
"Existe um dever e uma obrigação nestas circunstâncias de o Governo salvar vidas, a Assembleia da República pode legislar para remediar a situação e ultrapassar a Ordem", adiantou José Nascimento, considerando a conduta das referidas ordens profissionais em Portugal como estando "acima do Governo".
O conselheiro da diáspora madeirense na África do Sul criticou a decisão do Governo português de permitir o envolvimento de médicos europeus no combate à pandemia da covid-19 em detrimento de profissionais de saúde portugueses e lusodescendentes.
"O Governo português deve reconhecer os profissionais de saúde que são portugueses e que pedem há anos o seu reconhecimento profissional no país", disse José Nascimento, em declarações à Lusa.
"Como é que os alemães ultrapassam a Ordem dos Médicos, há critérios diferentes?" - questionou o advogado lusodescendente na África do Sul, sublinhando que "um dos requisitos que a Ordem exige para que os profissionais lusodescendentes não residentes sejam reconhecidos profissionalmente no país é o domínio da língua portuguesa".
"Esta questão de não quererem reconhecer os profissionais de saúde portugueses que se formaram na diáspora é muito séria, estão a morrer portugueses, estamos a pedir auxílio a outros países, os profissionais de saúde nos hospitais dizem na televisão que não têm recursos humanos, que não aguentam tanto trabalho, andam a dizer isso há tanto tempo", adiantou à Lusa José Nascimento.
Sublinhando que há mais de 200 profissionais de saúde portugueses e lusodescendentes, falantes de português e espanhol, que não são reconhecidos profissionalmente em Portugal pelas respetivas Ordem dos Médicos e Ordem dos Enfermeiros, o conselheiro português referiu também que a atual situação em que se encontram esses profissionais pode expor o Estado a futuros "processos por danos".
"É ter recursos e não os usar em tempos de crise onde morrem pessoas, não podem invocar desconhecimento de causa, porque esta questão aparece todos os dias na televisão", frisou à Lusa o advogado e conselheiro da diáspora madeirense na África do Sul.
"Existe um dever e uma obrigação nestas circunstâncias de o Governo salvar vidas, a Assembleia da República pode legislar para remediar a situação e ultrapassar a Ordem", adiantou José Nascimento, considerando a conduta das referidas ordens profissionais em Portugal como estando "acima do Governo".
15h37 - Portugal recebeu hoje 87.750 doses da vacina da BioNTech/Pfizer
Portugal recebeu hoje 87.750 doses da vacina contra a covid-19 da BioNTech/Pfizer, estando prevista a entrega ainda esta semana de 22.800 doses da vacina da Moderna, anunciou a ministra da Saúde.
"Hoje foi também recebida uma nova entrega de vacina da BioNTech/Pfizer, uma quantidade 87.750 doses, e, para esta semana, no calendário de entregas, está ainda prevista uma outra entrega, no final da semana, da vacina Moderna, com uma encomenda de 22.800 doses", afirmou Marta Temido.
"Hoje foi também recebida uma nova entrega de vacina da BioNTech/Pfizer, uma quantidade 87.750 doses, e, para esta semana, no calendário de entregas, está ainda prevista uma outra entrega, no final da semana, da vacina Moderna, com uma encomenda de 22.800 doses", afirmou Marta Temido.
15h35 - Roménia exclui administrar vacina da AstraZeneca a maiores de 55 anos
A Roménia vai administrar a vacina anti-covid da AstraZeneca apenas a pessoas entre os 18 e os 55 anos, indicou o primeiro-ministro romeno, Florin Citu, seguindo o exemplo de mais de uma dezena de países.
"Em fevereiro, esperamos receber cerca de 600.000 doses", sublinhou o chefe do executivo romeno sobre a vacina da AstraZeneca, que começará a ser administrada a partir da próxima quarta-feira às pessoas com idade no intervalo definido.
A Roménia é mais um dos países em que a vacina AstraZeneca/Oxford foi aprovada, mas alguns, incluindo mais de uma dezena de europeus, entre eles Portugal, preferiram recomendá-la apenas para pessoas com menos de 65 anos, devido à falta de dados sobre a eficácia em pessoas mais velhas.
A Roménia vai administrar a vacina anti-covid da AstraZeneca apenas a pessoas entre os 18 e os 55 anos, indicou o primeiro-ministro romeno, Florin Citu, seguindo o exemplo de mais de uma dezena de países.
"Em fevereiro, esperamos receber cerca de 600.000 doses", sublinhou o chefe do executivo romeno sobre a vacina da AstraZeneca, que começará a ser administrada a partir da próxima quarta-feira às pessoas com idade no intervalo definido.
A Roménia é mais um dos países em que a vacina AstraZeneca/Oxford foi aprovada, mas alguns, incluindo mais de uma dezena de europeus, entre eles Portugal, preferiram recomendá-la apenas para pessoas com menos de 65 anos, devido à falta de dados sobre a eficácia em pessoas mais velhas.
15h31 - Açores com oito novos casos em São Miguel e 51 recuperações
Os Açores registaram, nas últimas 24 horas, oito novos casos de covid-19, todos na ilha de São Miguel, e 51 recuperações no arquipélago, informa a Autoridade de Saúde Regional.
Dos novos casos diagnosticados, na sequência de 641 análises realizadas nas últimas 24 horas, cinco novos casos foram diagnosticados no concelho da Ribeira Grande, em concreto na vila de Rabo de Peixe, que se mantém em cerca sanitária, agora circunscrita à parte norte.
Os restantes três casos em São Miguel ocorreram na freguesia de São Pedro, no concelho de Ponta Delgada.
Quanto às recuperações, 44 pessoas recuperaram da doença na ilha de São Miguel, uma no Pico e seis na Terceira.
Ainda de acordo com o boletim diário da Autoridade de Saúde dos Açores, hoje há mais uma pessoa internada no arquipélago, que conta com 16 doentes hospitalizados.
Os Açores registaram, nas últimas 24 horas, oito novos casos de covid-19, todos na ilha de São Miguel, e 51 recuperações no arquipélago, informa a Autoridade de Saúde Regional.
Dos novos casos diagnosticados, na sequência de 641 análises realizadas nas últimas 24 horas, cinco novos casos foram diagnosticados no concelho da Ribeira Grande, em concreto na vila de Rabo de Peixe, que se mantém em cerca sanitária, agora circunscrita à parte norte.
Os restantes três casos em São Miguel ocorreram na freguesia de São Pedro, no concelho de Ponta Delgada.
Quanto às recuperações, 44 pessoas recuperaram da doença na ilha de São Miguel, uma no Pico e seis na Terceira.
Ainda de acordo com o boletim diário da Autoridade de Saúde dos Açores, hoje há mais uma pessoa internada no arquipélago, que conta com 16 doentes hospitalizados.
15h03 - Detetado em Portugal segundo caso da variante associada à África do Sul
Um segundo caso de Covid-19 associado à variante genética da África do Sul foi detetado em Portugal, segundo dados do Instituto Nacional de Ricardo Jorge, que indicam que a circulação desta variante ainda "é limitada" no país.
"Foram detetados, até à data, dois casos da variante associada à África do Sul, sendo que não se detetou nenhum caso desta variante na amostragem nacional do período de 10 a 19 de janeiro, o que sugere que a circulação desta variante é ainda limitada em Portugal", refere o último relatório de situação sobre a diversidade genética do SARS-CoV-2 do INSA.
"Foram detetados, até à data, dois casos da variante associada à África do Sul, sendo que não se detetou nenhum caso desta variante na amostragem nacional do período de 10 a 19 de janeiro, o que sugere que a circulação desta variante é ainda limitada em Portugal", refere o último relatório de situação sobre a diversidade genética do SARS-CoV-2 do INSA.
14h40 - Mais de 106 milhões de infetados desde o início da pandemia
A pandemia provocada pelo novo coronavírus já fez pelo menos de 2.316.812 mortes entre 106.080.500 casos de infeção em todo o mundo desde dezembro de 2019, segundo um balanço da agência France Presse às 11h00.
O balanço, realizado a partir de dados oficiais, indica que pelo menos 64.644.600 casos foram considerados curados.
14h23 – Inquéritos epidemiológicos
Marta Temido frisa que tem sido feito “um esforço muito significativo ao nível das regiões para melhorar os tempos de resposta”.
Os inquéritos epidemiológicos realizados até agora permitiram às autoridades de saúde “melhorar o nível de pendências”.
A ministra da Saúde frisa que o número de novos casos tem vindo a descer e “isso permite-nos estimar algum alívio”.
Marta Temido frisa que tem sido feito “um esforço muito significativo ao nível das regiões para melhorar os tempos de resposta”.
Os inquéritos epidemiológicos realizados até agora permitiram às autoridades de saúde “melhorar o nível de pendências”.
A ministra da Saúde frisa que o número de novos casos tem vindo a descer e “isso permite-nos estimar algum alívio”.
14h18 - Mais 196 óbitos e 2.505 novos casos em Portugal
Portugal registou mais 196 óbitos por Covid-19, num total de 14.354 vítimas desde o início da pandemia. Houve ainda registo de 2.505 novos casos, num total de 767.919 casos confirmados desde março de 2020.
Desde 28 de dezembro que Portugal não registava um número de novos casos tão baixo, quando o país teve 2.093 novas infeções diárias.
Quanto aos internamentos, há agora um total de 6.344 doentes internados, dos quais 877 em unidades de cuidados intensivos. Nas últimas 24 horas foram internadas mais 96 pessoas, 12 em UCI.
O número de casos ativos é agora de 140.644. Destaque ainda para os recuperados, com mais 6.755 pessoas dadas como recuperadas nas últimas 24 horas, num total de 612.921 desde o início da pandemia.
À semelhança do que se tem passado nas últimas semanas, a região de Lisboa e Vale do Tejo é a mais atingida. Só nas últimas 24 horas registam-se 100 óbitos e 1.760 novos casos nesta região. Seguem-se a região Norte, com 379 novos casos e 32 óbitos e ainda a região Centro, com 38 óbitos e 177 novos casos.
No Alentejo, houve registo de mais 19 óbitos e 60 novos casos, enquanto que na região do Algarve houve quatro óbitos e 61 casos confirmados.
Nas regiões autónomas, a Madeira contabilizou mais 58 novos casos e três óbitos. Nos Açores não houve qualque óbito, mas registaram-se mais dez novos casos.
14h18- 120 mil profissionais de saúde já foram vacinados
Marta Temido revelou que os profissionais de saúde do SNS são cerca de 146 mil, mas que o Governo não conhece “com precisão o universo de profissionais que só trabalham no setor privado”.
“Todos nós temos interesse em vacinar, o mais depressa possível, os grupos prioritários em termos de vacinação. Sejam eles profissionais de saúde ou de residentes em lares, ou estas pessoas que pela sua idade e condição de saúde precisam de ser vacinadas”.
No entanto, a ministra da Saúde frisa que “enfrentamos um período de escassez das vacinas”.
Marta Temido revelou que os profissionais de saúde do SNS são cerca de 146 mil, mas que o Governo não conhece “com precisão o universo de profissionais que só trabalham no setor privado”.
“Todos nós temos interesse em vacinar, o mais depressa possível, os grupos prioritários em termos de vacinação. Sejam eles profissionais de saúde ou de residentes em lares, ou estas pessoas que pela sua idade e condição de saúde precisam de ser vacinadas”.
No entanto, a ministra da Saúde frisa que “enfrentamos um período de escassez das vacinas”.
14h17 - "Não devemos normalizar nem sobrevalorizar o ensino à distância"
Tiago Brandão Rodrigues considerou, em entrevista à RTP, que "o lugar natural" dos alunos e professores é no ensino presencial e que "não devemos normalizar nem sobrevalorizar o ensino à distância".
O ministro da Educação frisou que, neste confinamento, as escolas e professores estão "mais bem preparados" para o ensino virtual, mas que sempre que este for ineficaz, "os alunos vão para escolas de acolhimento".
14h12
– Ministra já recebeu a carta aberta dos médicos
Numa carta aberta, 142 médicos reformados mostraram disponibilidade para
ajudar no combate à pandemia. Marta Temido afirma que “todos os
profissionais são bem vindos ao SNS e ao sistema de Saúde”.
14h11 – Portugal atingiu em janeiro um máximo de testes
Marta Temido revela que durante o mês de janeiro foram realizados um máximo de testes.
“Ultrapassou os 77 mil num determinado dia (…) Um número elevado de testes é a melhor forma de garantir a deteção mais precoce”.
As autoridades de saúde estão a trabalhar na possibilidade de rastreio de contactos de alto risco.
“Não podemos deixar cair o número de teste, mesmo que a pandemia pareça estar a exigir menos testes”
Marta Temido revela que durante o mês de janeiro foram realizados um máximo de testes.
“Ultrapassou os 77 mil num determinado dia (…) Um número elevado de testes é a melhor forma de garantir a deteção mais precoce”.
As autoridades de saúde estão a trabalhar na possibilidade de rastreio de contactos de alto risco.
“Não podemos deixar cair o número de teste, mesmo que a pandemia pareça estar a exigir menos testes”
14h10- Próximas semanas serão de muita pressão nos cuidados hospitalares
A ministra da Saúde afirma que as próximas semanas serão de muita pressão nos hospitais, “sendo certo, como sempre temos dito que o que mais nos preocupa é manter os cuidados aos utentes que deles precisem”.
A ministra da Saúde afirma que as próximas semanas serão de muita pressão nos hospitais, “sendo certo, como sempre temos dito que o que mais nos preocupa é manter os cuidados aos utentes que deles precisem”.
14h07 – Expansão das camas em cuidados intensivos
Quando questionada sobre o número de camas em unidades de cuidados intensivos, a ministra da Saúde afirmou que “toda a capacidade do país está colocada ao dispor do combate à pandemia”.
Marta Temido fala de uma reorganização entre o SNS e os privados e recorda que vários países da União Europeia se disponibilizaram para receber doentes portugueses.
Quando questionada sobre o número de camas em unidades de cuidados intensivos, a ministra da Saúde afirmou que “toda a capacidade do país está colocada ao dispor do combate à pandemia”.
Marta Temido fala de uma reorganização entre o SNS e os privados e recorda que vários países da União Europeia se disponibilizaram para receber doentes portugueses.
14h06 – Variante da África do Sul e a fraca eficácia da vacina da AstraZeneca
Válter Fonseca garante que essa é uma matéria que está a ser acompanhada "ao detalhe". "São dados muito recentes”, acrescenta.
Válter Fonseca garante que essa é uma matéria que está a ser acompanhada "ao detalhe". "São dados muito recentes”, acrescenta.
14h07 - Hungria vai começar a usar vacina Sputnik V esta semana
A Hungria vai ser o primeiro país da União Europeia a usar a vacina russa contra a Covid-19. A imunização já recebeu as autorizações nacionais necessárias.
As autoridades divulgaram que agora serão utilizadas 3.000 doses e depois outras 40.000 que já estão no país, mas que ainda precisam ser analisadas.
13h50 – Marta Temido faz ponto da situação sobre a vacinação
Portugal recebeu até ao final da semana passada 493.050 doses de vacinas. Desse total, 450.150 foram entregues no Continente e o restante nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores.
Ontem chegaram ao país as primeiras 43.200 doses de vacinas da farmacêutica AstraZeneca.
Até às 13h00 de hoje foram administradas 397.404 vacinas: Cerca de 292 mil primeiras doses e cerca de 104 mil as segundas doses.
Portugal recebeu até ao final da semana passada 493.050 doses de vacinas. Desse total, 450.150 foram entregues no Continente e o restante nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores.
Ontem chegaram ao país as primeiras 43.200 doses de vacinas da farmacêutica AstraZeneca.
Até às 13h00 de hoje foram administradas 397.404 vacinas: Cerca de 292 mil primeiras doses e cerca de 104 mil as segundas doses.
Os números foram avançados pela ministra da Saúde, depois de uma reunião sobre o plano de vacinação.
Segundo a ministra da Saúde ainda esta semana chegarão a Portugal mais 22.800 doses da vacina da Moderna.
Segundo a ministra da Saúde ainda esta semana chegarão a Portugal mais 22.800 doses da vacina da Moderna.
No primeiro trimestre Portugal prevê receber “1.9 milhões de doses de vacinas” segundo Marta Temido.
Ainda esta semana avança a vacinação em “19 mil profissionais de serviços não essenciais”.
Depois de ter iniciado a vacinação do segundo grupo em algumas cidades, a ministra da Saúde Temido anunciou que “todo o país está já a agendar e convocar pessoas para vacinação”.
Depois de ter iniciado a vacinação do segundo grupo em algumas cidades, a ministra da Saúde Temido anunciou que “todo o país está já a agendar e convocar pessoas para vacinação”.
Serão 957 mil as pessoas dentro do segundo grupo de prioritários a vacinar e os centros de vacinação estarão por todo o país. Segundo a ministra da Saúde “amanhã abrem mais 59 unidades” onde a vacinação deverá ocorrer.
“Processo vai ser expandido ao longo das próximas semanas consoante a capacidade de vacinas”, apontou.
Até agora, foram realizados 2.380 agendamentos.
Até agora, foram realizados 2.380 agendamentos.
Foram enviados 1.677 SMS e 902 pessoas responderam ‘sim’. Em relação aos portugueses sem médico de família Marta Temido acrescentou que foram já emitidas “4.140 declarações médicas”.
Para todos os portugueses acima de 50 anos com outras doenças ou mais de 80 anos haverá “um simulador onde poderá confirmar se está na lista”. Caso não esteja poderá contactar os serviços de saúde para ser incluído.
Para todos os portugueses acima de 50 anos com outras doenças ou mais de 80 anos haverá “um simulador onde poderá confirmar se está na lista”. Caso não esteja poderá contactar os serviços de saúde para ser incluído.
13h54 - Região Centro inicia nova fase de vacinação na sexta-feira
O plano de vacinação contra a Covid-19 na região Centro para pessoas com mais de 80 anos ou de 50 anos com doenças associadas tem início na próxima sexta-feira em oito locais de vacinação.
13h49 - Casa do Artista com 38 casos ativos
O número de pessoas infetadas com Covid-19 no surto da Casa do Artista, em Lisboa, é de 38, 17 das quais residentes e 21 profissionais.
13h36 - Centenas de alunos continuam sem computadores
No arranque do ensino à distância, são muitos os alunos que ainda não têm o necessário computador que devia já ter sido entregue pelo Ministério da Educação. Várias autarquias e projetos de acção social estão no terreno para acompanhar os casos de maior necessidade.
A RTP foi testemunhar os esforços que estão a ser feitos num freguesia do Porto e também em Torre de Moncorvo.
13h21 - Metade da restauração encerrada em janeiro
Cerca de metade das empresas da restauração tinha a atividade totalmente encerrada em janeiro e 36% ponderavam avançar para insolvência. É o que revela um inquérito da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP).
De acordo com os resultados do inquérito da AHRESP do mês de janeiro, que contou com 1.042 respostas válidas, o cenário continua "dramático": "51% das empresas indicam estar com a atividade totalmente encerrada" e "36% das empresas ponderam avançar para insolvência", revela o inquérito, consultado pela agência Lusa.
As empresas inquiridas deram ainda conta de uma quebra de faturação "avassaladora", no mês de janeiro, com 79% das empresas a registarem perdas acima dos 60%.
Assim, "18% das empresas não conseguiram efetuar o pagamento dos salários em janeiro e 18% só o fez parcialmente"
Assim, "18% das empresas não conseguiram efetuar o pagamento dos salários em janeiro e 18% só o fez parcialmente"
13h05 - Hospitais de Almada e Setúbal têm mais de 450 doentes internados
Os principais hospitais da margem sul do Tejo, São Bernardo, em Setúbal, e Garcia de Orta, em Almada, continuam sob forte pressão e registam hoje um total de 457 doentes Covid internados, 46 dos quais em cuidados intensivos.
De acordo com os números divulgados hoje, o Hospital de São Bernardo tem um total de 205 doentes internados, 17 na Unidade de Cuidados Intensivos.
No Garcia de Orta, o registo diário é hoje de 252 doentes infetados com o vírus SARS-CoV-2, 206 em enfermaria, 17 em hospitalização domiciliária e 29 em cuidados intensivos.
Os principais hospitais da margem sul do Tejo, São Bernardo, em Setúbal, e Garcia de Orta, em Almada, continuam sob forte pressão e registam hoje um total de 457 doentes Covid internados, 46 dos quais em cuidados intensivos.
De acordo com os números divulgados hoje, o Hospital de São Bernardo tem um total de 205 doentes internados, 17 na Unidade de Cuidados Intensivos.
No Garcia de Orta, o registo diário é hoje de 252 doentes infetados com o vírus SARS-CoV-2, 206 em enfermaria, 17 em hospitalização domiciliária e 29 em cuidados intensivos.
12h35 - Ministro da Educação reconhece que ainda não é possível regressar às aulas presenciais
Em declarações aos jornalistas a partir de uma escola no Algarve, Tiago Brandão Rodrigues, sublinha o esforço das escolas, professores, alunos e pais no regresso às aulas pela via virtual.
O governante reconhece que é importante voltar às aulas presenciais "o mais rapidamente possível", uma vez que "nada substitui as aulas presenciais", mas reconhece que esse cenário ainda não é seguro, tendo em conta a situação pandémica.
12h28 - Quase 60% dos restaurantes em situação de insolvência
Duas em cada três empresas dizem não estar a ter capacidade para pagar salários e quase 60 por cento estão em situação de insolvência, segundo a Associação Nacional de Restaurantes PRO.VAR.
"Encerrados e sem apoios e em face destes números, não resta outra opção ao Governo senão criar mecanismos de apoio adicionais que salve as empresas, que até ao início de 2020 cumpriram com a sua função, criando postos de trabalho, gerando riqueza e pagando impostos", refere a associação em comunicado.
No ano de 2020, 61,4 por cento das empresas perderam mais de metade da faturação homóloga. Um quinto das empresas tinham os salários em atraso e dois terços das empresas não conseguiram pagar todas as despesas. Quase metade das empresas (46,3%) estavam em situação de insolvência ou falência.
Em 2021, com apenas um mês decorrido, segundo a associação, 89,7% das empresas perderam mais de metade da faturação homóloga, duas em cada três empresas diz não estar a ter capacidade para pagar salários e 88,5% diz não estar a conseguir pagar todas as despesas. Agora, quase 60% (58,2%) estão em situação de insolvência ou falência, acrescenta.
12h15 - AstraZeneca. Proteção "mínima" contra casos leves da variante sul-africana
A vacina da Oxford-AstraZeneca oferece apenas dez por cento de proteção contra a variante do SARS-CoV-2 detetada na África do Sul - um ensaio clínico revelou uma fraca proteção contra casos leves ou moderados.
Nesse sentido, a África do Sul já anunciou a suspensão temporária do seu programa de vacinação com a vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca em colaboração com a Universidade de Oxford.
11h47 - Turismo vai recuperar no longo prazo
A DBRS considera que o turismo português não vai conseguir recuperar totalmente este ano, dada a "particularmente crítica" situação sanitária e o prolongamento das restrições, mas o choque será temporário e a atratividade do país vai manter-se no pós-pandemia.
Numa nota de análise sobre o setor do turismo em Portugal, a agência de notação financeira DBRS Morningstar antecipa "mais um ano difícil" para a atividade, dada a gravidade da crise pandémica global, o atraso na disponibilização de vacinas na Europa e o prolongamento das restrições às viagens.
A agência DBRS sublinha ainda que esta situação deverá "atrasar a plena recuperação económica do país", dada a importância do setor turístico para Portugal. No entanto, o choque da Covid-19 deverá ser "temporário".
"Embora esta crise vá ter, inevitavelmente, graves consequências para muitos trabalhadores e empresas, particularmente os mais expostos à atividade, a procura turística em Portugal deverá regressar aos níveis pré-pandemia", lê-se na nota de análise.
Destaca ainda que "as caraterísticas que, antes da crise, tornaram Portugal atrativo para os visitantes a nível global irão manter-se durante muito tempo após a pandemia".
11h23 - França continua a apostar na vacina da AstraZeneca
O ministro francês da Saúde disse esta segunda-feira que continua a confiar na vacina da AstraZeneca contra a Covid-19, tendo considerado que esta confere proteção suficiente contra "praticamente todas as variantes" do vírus.
O ministro Olivier Veran recebeu hoje, em Melun, a primeira dose da vacina da AstraZeneca contra a Covid-19.
11h12 - "Comunicação entre escola e família é muito importante"
O secretário-geral da Confederação Nacional das Associações de Pais apela a uma maior comunicação entre as escolas e os encarregados de educação para garantir o ensino à distância. Jorge Ascenção disse à RTP que ainda há muitas famílias que não sabem onde podem recorrer para obter os computadores.
10h57 - Fenprof acusa Governo de falta de apoio aos professores
A Federação Nacional dos Professores afirma que no dia do regresso ao ensino à distância há ainda muitas falhas e arestas por limar. O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, atribui responsabilidades ao Ministério da Educação pelo que considera ser a falta de condições para o trabalho dos professores.
10h47 - Falta de computadores e falhas na rede de internet e telemóvel são os principais problemas
O presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares alerta que as escolas podem não conseguir chegar a todos os alunos. Manuel Pereira realça que a falta de computadores e as falhas na rede de internet e de telemóvel são os maiores problemas.
10h35 - Diretores de escolas apontam falhas
O presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas alerta para a falta de condições que os alunos têm em casa para o ensino à distância.
Filinto Lima sublinha ainda que a promessa do Governo de garantir um computador para todos os alunos está longe de ser cumprida.
10h18 - Pandemia pode levar a retrocesso na aprendizagem dos alunos
No dia em que o país regressa ao ensino à distância, a presidente do Conselho Nacional de Educação receia que a pandemia da Covid-19 represente um retrocesso na aprendizagem dos alunos portugueses.
Maria Emília Brederode Santos admite que Portugal até estava a aproximar-se das metas europeias, nos últimos anos. Mas agora teme que uma das consequências da crise sanitária seja o aumento do abandono escolar.
Em entrevista à Antena 1, a presidente do Conselho Nacional de Educação acredita que, desta vez, as escolas estão mais preparadas para o ensino à distância. Todavia, defende o regresso às aulas presenciais, assim que for possível, de forma faseada.
Em entrevista à Antena 1, a presidente do Conselho Nacional de Educação acredita que, desta vez, as escolas estão mais preparadas para o ensino à distância. Todavia, defende o regresso às aulas presenciais, assim que for possível, de forma faseada.
10h00 - Mais 350 mortos em África
África registou nas últimas 24 horas mais 350 mortes por Covid-19 para um total de 95.075 óbitos, e 11.087 novos casos de infeção, segundo os mais recentes dados oficiais da pandemia no continente.
8h57 - Vacina da AstraZeneca deve ser dada a pessoas até aos 65 anos
A Direção-Geral da Saúde (DGS) considera que, "até novos dados estarem disponíveis", a vacina contra a Covid-19 da AstraZeneca deve ser preferencialmente utilizada para pessoas até aos 65 anos de idade.
Numa norma divulgada no site da DGS, acrescenta-se, no entanto, que "em nenhuma situação deve a vacinação de uma pessoa com 65 ou mais anos de idade ser atrasada" se só estiver disponível esta vacina.
8h30 - Médicos reformados queixam-se de barreiras administrativas
Mais de uma centena de médicos, alguns reformados, escreveram uma carta à ministra da Saúde a queixarem-se das barreiras administrativas que lhes foram levantadas quando se ofereceram para ajudar como voluntários o Serviço Nacional de Saúde.
Na carta, citada pela agência Lusa, os médicos dizem que milhares responderam ao desafio lançado pelo bastonário da Ordem dos Médicos, que "a lista foi enviada ao Ministério da Saúde" e que "nada aconteceu ou foi colocado um conjunto de barreiras administrativas inexplicáveis, entre as quais a recusa de trabalho voluntário".
"Somos um conjunto de médicos, alguns reformados, mas ativos. Queremos ajudar e declaramo-nos presentes", afirmam, sublinhando também a importância de apoiar "todos os doentes não covid".
8h22 - Setor dos casamentos com perdas de 90% em 2020
Um estudo da BestEvents revela que o setor dos casamentos em Portugal teve perdas de faturação à volta de 90 por cento em 2020. A pandemia de Covid-19 interrompeu grande parte da atividade.
O estudo foi realizado junto de empresas de setores ligados a casamentos, como ourivesarias, espaços, 'designers' de bolos, organizadores de casamentos, fotografia e videografia, animação, decoração, convites e lembranças, vestuário para os noivos e acessórios, cabelo e maquilhagem, entre outros.
Entre os 6.231 casamentos que tinham agendados para 2020, apenas se realizaram 1.049 (16,8 por cento). Houve 66,2 por cento que decidiram adiar para 2021 e 7,7 por cento para 2022.
7h56 - Alemanha acima dos 4500 casos diários
O número de casos confirmados de infeção na Alemanha aumentou, nas últimas 24 horas, em 4535, para um total de 2.228.545 desde o início da pandemia.
Morreram mais 158 pessoas, no mesmo período, em território alemão, para um total acumulado de 61.675 óbitos.
7h39 - PSP atenta ao cyberbullying
Em comunicado, a Polícia de Segurança Pública assinala que "a continuação do ano letivo, agora no formato online, tem o potencial de fazer crescer o cyberbullying enquanto epifenómeno de bullying que, por meio das tecnologias de informação (redes sociais, plataformas de mensagens, jogos ou mensagens de texto), consubstancia os mesmos crimes de agressão, ameaça, injúria, difamação, perseguição ou devassa da vida privada".
"O cyberbullying constitui-se como comportamento (repreensível e que constitui crime) que visa uma ou um grupo de vítimas específicas, praticado de forma intencional, desigual e continuada no tempo, causando receio ou vergonha perante o grupo. Este comportamento é observável na atitude de insultar, intimidar, humilhar, ofender, perseguir, ameaçar, assediar ou excluir", escreve aquela força de segurança na nota enviada às redações.
A PSP afirma que "tem desenvolvido permanentemente em Portugal Continental e na totalidade das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, ações de sensibilização direcionadas para a comunidade escolar do 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário, dedicadas à prevenção e deteção de situações de bullying e cyberbullying. Estas ações visaram sensibilizar alunos, pais, professores e assistentes operacionais para este tipo de violência, bem como consciencializar e capacitar este público para detetar sinais de alerta e apoiar e encaminhar vítimas e agressores".
7h03 - Ponto de situação
As aulas recomeçam esta segunda-feira, mas à distância. A reabertura do ano letivo abrange um milhão e meio de alunos do 1.º ao 11.º ano.
É o regresso às aulas pela internet, depois de duas semanas de interrupção da atividade escolar decretadas pelo Governo.
Ainda não se sabe durante quanto tempo se irá manter esta situação. O ensino à distância durará pelo menos duas semanas.
Desigualdade
Há milhares de alunos que começam o ensino à distância sem terem computador. Em abril do ano passado, o Governo prometeu entregar computadores a todos. Mas só agora foram encomendados os computadores em falta.
Neste novo confinamento, faltam ainda cerca de 335 mil computadores no âmbito do programa da Escola Digital. Só deverão ser entregues aos alunos no final do segundo período. #Vão também ser adquiridos mais 15 mil computadores que ainda não têm data prevista para chegar. Em novembro, foram entregues cerca de 100 mil.
Alteração do calendário escolar
Para compensar a pausa letiva, o Governo alterou o calendário escolar. O ano letivo vai terminar uma semana mais tarde do que o previsto.
Também haverá aulas no Carnaval, de 15 a 17 de fevereiro. E as férias da Páscoa vão começar mais tarde, a 29 de março, prolongando-se por apenas quatro dias.
Até dia 12 de fevereiro, o Ministério da Educação irá divulgar o calendário final de provas e exames.
Mais vacinas
Chega hoje a Portugal mais um lote de vacinas da Pfizer. A RTP apurou que está prevista a chegada de 87 mil doses.
É um dos três abastecimentos da Pfizer previstos para este mês. Com esta entrega, o número de vacinas desta empresa entregues a Portugal ultrapassa as 400 mil.
A falta de vacinas obrigou alguns concelhos da região de Lisboa e Vale do Tejo a adiarem o alargamento da vacinação previsto para hoje. Só chegaram até agora 1500 doses.
No domingo, chegaram ao país 43.200 doses da vacina da AstraZeneca. É o primeiro lote deste laboratório e chegou antes da data prevista, que seria na terça-feira.
A vacina da AstraZeneca, desenvolvida por cientistas da Universidade de Oxford, foi aprovada pela a Agência Europeia de Medicamentos no final de janeiro.
Ainda não se sabe a eficácia em pessoas com mais e 65 anos, pelo que vários países da União Europeia decidiram administrá-la apenas a pessoas mais novas. Em Portugal ainda são são conhecidas as regras de utilização desta vacina.
O quadro em Portugal
Morreram mais 204 pessoas com Covid-19 em Portugal e foram registados 3508 novos casos confirmados de infeção, segundo o boletim epidemiológico de domingo.
Havia ontem registo de mais 90 doentes internados. Nos cuidados intensivos estavam menos 26 pessoas, num total de 865 doentes.
Recuperaram 6.753 pessoas. O país tem 145.090 casos ativos.
O quadro internacional
A pandemia da Covid-19 provocou pelo menos 2.310.234 mortos, resultantes de mais de 105,7 milhões de casos de infeção, de acordo com o balanço em permanente atualização por parte da agência France Presse.
As autoridades da África do Sul suspenderam a vacina da AstraZeneca. A decisão surge num momento em que é posta em causa a adequação desta vacina aos mais velhos.O ministro sul-africano da Saúde explicou que a suspensão poderá ser temporária, até que as dúvidas fiquem esclarecidas.
As autoridades sul-africanas tomaram esta medida com base num estudo que dá conta de pouca eficácia da vacina da AstraZeneca e da Universidade de Oxford em relação à variante local do SARS-CoV-2.
Já foram administradas 125 milhões de vacinas em todo o mundo. No entanto, mais de um terço da população mundial continua por vacinar.
O número de casos confirmados de infeção na Alemanha aumentou, nas últimas 24 horas, em 4535, para um total de 2.228.545 desde o início da pandemia.
Morreram mais 158 pessoas, no mesmo período, em território alemão, para um total acumulado de 61.675 óbitos.
7h39 - PSP atenta ao cyberbullying
Em comunicado, a Polícia de Segurança Pública assinala que "a continuação do ano letivo, agora no formato online, tem o potencial de fazer crescer o cyberbullying enquanto epifenómeno de bullying que, por meio das tecnologias de informação (redes sociais, plataformas de mensagens, jogos ou mensagens de texto), consubstancia os mesmos crimes de agressão, ameaça, injúria, difamação, perseguição ou devassa da vida privada".
"O cyberbullying constitui-se como comportamento (repreensível e que constitui crime) que visa uma ou um grupo de vítimas específicas, praticado de forma intencional, desigual e continuada no tempo, causando receio ou vergonha perante o grupo. Este comportamento é observável na atitude de insultar, intimidar, humilhar, ofender, perseguir, ameaçar, assediar ou excluir", escreve aquela força de segurança na nota enviada às redações.
A PSP afirma que "tem desenvolvido permanentemente em Portugal Continental e na totalidade das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, ações de sensibilização direcionadas para a comunidade escolar do 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário, dedicadas à prevenção e deteção de situações de bullying e cyberbullying. Estas ações visaram sensibilizar alunos, pais, professores e assistentes operacionais para este tipo de violência, bem como consciencializar e capacitar este público para detetar sinais de alerta e apoiar e encaminhar vítimas e agressores".
7h03 - Ponto de situação
As aulas recomeçam esta segunda-feira, mas à distância. A reabertura do ano letivo abrange um milhão e meio de alunos do 1.º ao 11.º ano.
É o regresso às aulas pela internet, depois de duas semanas de interrupção da atividade escolar decretadas pelo Governo.
Ainda não se sabe durante quanto tempo se irá manter esta situação. O ensino à distância durará pelo menos duas semanas.
Desigualdade
Há milhares de alunos que começam o ensino à distância sem terem computador. Em abril do ano passado, o Governo prometeu entregar computadores a todos. Mas só agora foram encomendados os computadores em falta.
Neste novo confinamento, faltam ainda cerca de 335 mil computadores no âmbito do programa da Escola Digital. Só deverão ser entregues aos alunos no final do segundo período. #Vão também ser adquiridos mais 15 mil computadores que ainda não têm data prevista para chegar. Em novembro, foram entregues cerca de 100 mil.
Alteração do calendário escolar
Para compensar a pausa letiva, o Governo alterou o calendário escolar. O ano letivo vai terminar uma semana mais tarde do que o previsto.
Também haverá aulas no Carnaval, de 15 a 17 de fevereiro. E as férias da Páscoa vão começar mais tarde, a 29 de março, prolongando-se por apenas quatro dias.
Até dia 12 de fevereiro, o Ministério da Educação irá divulgar o calendário final de provas e exames.
Mais vacinas
Chega hoje a Portugal mais um lote de vacinas da Pfizer. A RTP apurou que está prevista a chegada de 87 mil doses.
É um dos três abastecimentos da Pfizer previstos para este mês. Com esta entrega, o número de vacinas desta empresa entregues a Portugal ultrapassa as 400 mil.
A falta de vacinas obrigou alguns concelhos da região de Lisboa e Vale do Tejo a adiarem o alargamento da vacinação previsto para hoje. Só chegaram até agora 1500 doses.
No domingo, chegaram ao país 43.200 doses da vacina da AstraZeneca. É o primeiro lote deste laboratório e chegou antes da data prevista, que seria na terça-feira.
A vacina da AstraZeneca, desenvolvida por cientistas da Universidade de Oxford, foi aprovada pela a Agência Europeia de Medicamentos no final de janeiro.
Ainda não se sabe a eficácia em pessoas com mais e 65 anos, pelo que vários países da União Europeia decidiram administrá-la apenas a pessoas mais novas. Em Portugal ainda são são conhecidas as regras de utilização desta vacina.
O quadro em Portugal
Morreram mais 204 pessoas com Covid-19 em Portugal e foram registados 3508 novos casos confirmados de infeção, segundo o boletim epidemiológico de domingo.
Havia ontem registo de mais 90 doentes internados. Nos cuidados intensivos estavam menos 26 pessoas, num total de 865 doentes.
Recuperaram 6.753 pessoas. O país tem 145.090 casos ativos.
O quadro internacional
A pandemia da Covid-19 provocou pelo menos 2.310.234 mortos, resultantes de mais de 105,7 milhões de casos de infeção, de acordo com o balanço em permanente atualização por parte da agência France Presse.
As autoridades da África do Sul suspenderam a vacina da AstraZeneca. A decisão surge num momento em que é posta em causa a adequação desta vacina aos mais velhos.O ministro sul-africano da Saúde explicou que a suspensão poderá ser temporária, até que as dúvidas fiquem esclarecidas.
As autoridades sul-africanas tomaram esta medida com base num estudo que dá conta de pouca eficácia da vacina da AstraZeneca e da Universidade de Oxford em relação à variante local do SARS-CoV-2.
Já foram administradas 125 milhões de vacinas em todo o mundo. No entanto, mais de um terço da população mundial continua por vacinar.