Mais atualizações
Entre os novos positivos, 28 são de transmissão local e três foram importados do Reino Unido, sendo que a região autónoma passa a contabilizar 10.513 casos confirmados de infeção pelo SARS-CoV-2 desde o início da pandemia, já com 10.176 recuperados.
O arquipélago regista, também, um total de 75 óbitos associados à doença.
Os dados da autoridade regional diferem dos apresentados hoje pela Direção-Geral da Saúde, que atribui à Madeira 34 novos casos, num total de 10.889 confirmados desde março de 2020 e 72 mortos.
África conta mais de sete milhões de casos de covid-19 desde o início da pandemia, com o mais recente balanço oficial a contabilizar 7.045.355 casos e 177.545 mortes, assim como 6.145.830 recuperações da doença.
Segundo o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), a África Austral continua a ser a região mais afetada do continente, com 3.371.433 infetados e 92.54 mortes associadas à covid-19.
Nesta região, só a África do Sul contabiliza 2.533.466 infetados e 74.813 mortes.
O Norte de África, que sucede à África Austral nos números da covid-19, atingiu os 2.075.296 casos e 56.806 óbitos associados à doença.
A África Oriental contabiliza 838.918 infeções e 17.504 mortos e a região da África Ocidental regista 551.246 infeções e 7.213 mortes.
A África Central é a região do continente com menos casos de infeção e de mortes: 208.462 casos e 3.168 óbitos.
Sindicatos de professores apelaram às autoridades de saúde para que avancem rapidamente com medidas que garantam um ano letivo com aulas presenciais, depois de conhecido um estudo que aponta para a redução da imunidade dos vacinados contra a covid-19.
Os dois maiores sindicatos que representam professores e funcionários das escolas -- Fenprof e FNE -- defendem que cabe à comunidade científica e às autoridades de saúde definir as melhores soluções que evitem o regresso ao ensino a distância no próximo ano letivo.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) defende que os estudos conhecidos recentemente já permitem defender a realização de testes serológicos a docentes e restantes funcionários para confirmar, ou não, a redução da imunidade de quem foi vacinado.
"A Fenprof desde cedo que tem defendido a testagem e vacinação dos professores para garantir a continuidade do ensino presencial e se agora temos estudos que indicam que há uma redução da imunidade, a Fenprof só pode acompanhar a opinião dos cientistas", disse João Louceiro em declarações à Lusa.
O sindicalista referia-se ao estudo realizado a profissionais de saúde por cientistas dos serviços de Patologia Clínica e de Saúde Ocupacional do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra que revelou que três meses após a segunda dose de vacina os anticorpos começam a baixar.
Além dos profissionais de saúde, também cerca de 280 mil professores e funcionários das escolas foram considerados um grupo prioritário na vacinação contra a covid-19, tendo começado a ser vacinados no final de março, ou seja, há mais de quatro meses.
"As decisões cabem às autoridades de saúde e à comunidade científica, mas têm de ser céleres. Há já um indicador para o qual a Direção-Geral da Saúde (DGS) tem de estar atenta", defendeu João Louceiro.
A Federação Nacional de Educação (FNE) também pediu urgência à DGS.
"Apelamos às autoridades de saúde para que analisem a situação atual, realizem estudos consistentes e adotem procedimentos atempados que possam garantir ao máximo que o ensino presencial é mantido ao longo de todo o ano letivo com segurança para todos", defendeu o secretário-geral da FNE em declarações à Lusa.
Para João Dias da Silva, aos professores e profissionais de educação só podem ser pedidas opiniões de base pedagógica: "Sabemos apenas que o ano letivo tem de ser presencial e com segurança para todos".
"Se devem ser feitos testes serológicos, se se deve avançar pela toma de uma nova dose de vacina não somos nós que o vamos dizer, porque não temos base científica para o fazer. Sabemos apenas que é preciso tomar decisões atempadamente", acrescentou em declarações à Lusa.
"Ao longo deste processo tem havido falhas das autoridades de saúde e a necessidade de correções, mas também esta é uma situação nova e inesperada e estamos perante um problema que não é ainda suficientemente conhecido. Agora, não podemos começar todos a palpitar, num cata-ventos de opiniões, isso seria o mais disparatado que pode haver", disse João Dias da Silva.
23h19 - Brasil regista 411 mortes e mais de 12 mil novos casos em 24 horas
O Brasil registou 411 mortes e 12.085 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, segundo dados publicados hoje no boletim do Ministério brasileiro da Saúde sobre a pandemia.
No total, o mais populoso país sul-americano já registou 563.562 mortes e 20.177.757 casos positivos de coronavírus desde que a pandemia chegou ao país, em fevereiro do ano passado.
O estado de São Paulo mantém a liderança absoluta em número de mortes e casos no Brasil, com um total de 140.809 óbitos e 4.119.265 notificações de casos da doença.
Em relação às mortes, no segundo lugar surge o Rio de Janeiro (59.990), seguido por Minas Gerais (51.343), Paraná (35.928) e Rio Grande do Sul (33.588).
Já em números totais de casos, o segundo lugar é ocupado por Minas Gerais (1.998.878), seguido pelo Paraná (1.403.372), Rio Grande do Sul (1.381.971) e Bahia (1.202.820).
O Brasil é a segunda nação em número de mortes na pandemia, atrás dos Estados Unidos, e a terceira em número de infeções, depois dos Estados Unidos e da Índia.
O Brasil registou 411 mortes e 12.085 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, segundo dados publicados hoje no boletim do Ministério brasileiro da Saúde sobre a pandemia.
No total, o mais populoso país sul-americano já registou 563.562 mortes e 20.177.757 casos positivos de coronavírus desde que a pandemia chegou ao país, em fevereiro do ano passado.
O estado de São Paulo mantém a liderança absoluta em número de mortes e casos no Brasil, com um total de 140.809 óbitos e 4.119.265 notificações de casos da doença.
Em relação às mortes, no segundo lugar surge o Rio de Janeiro (59.990), seguido por Minas Gerais (51.343), Paraná (35.928) e Rio Grande do Sul (33.588).
Já em números totais de casos, o segundo lugar é ocupado por Minas Gerais (1.998.878), seguido pelo Paraná (1.403.372), Rio Grande do Sul (1.381.971) e Bahia (1.202.820).
O Brasil é a segunda nação em número de mortes na pandemia, atrás dos Estados Unidos, e a terceira em número de infeções, depois dos Estados Unidos e da Índia.
23h00 - Responsáveis da Martinica apelam aos turistas que deixem a ilha
A Martinica, ilha francesa das Antilhas, está a registar um regresso grave da pandemia e vai entrar numa "segunda fase de confinamento" incluindo o encerramento das praias e do comércio.
"As lojas vão ser encerradas, exceto as lojas alimentares e as farmácias", indicou o prefeito de departamento, Stalislas Cazelles, ao explicar o convite aos turistas para "deixarem o território".
A Martinica, ilha francesa das Antilhas, está a registar um regresso grave da pandemia e vai entrar numa "segunda fase de confinamento" incluindo o encerramento das praias e do comércio.
"As lojas vão ser encerradas, exceto as lojas alimentares e as farmácias", indicou o prefeito de departamento, Stalislas Cazelles, ao explicar o convite aos turistas para "deixarem o território".
22h45 - Canadá vai prolongar a proibição de aterragem de aviões de passageiros oriundos da Índia até 21 de setembro
A proibição foi imposta a 22 de abril e vãrias vezes prorrogada. O ministro dos Transportes do Canadá invocou os riscos ligados à pandemia de Covid-19 na Índia para justificar a medida. Os voos de carga ou de material médico não serão afetados.
22h30 - Cabo Verde utiliza metade de vacinas disponíveis e procura aumenta
Cabo Verde já aplicou metade das mais de 409 mil doses de vacinas contra a covid-19 recebidas desde março e a procura aumentou com a criação do "Certificado Covid", informou hoje o diretor nacional de Saúde.
Na habitual conferência de imprensa para fazer o ponto de situação da pandemia no país, Jorge Noel Barreto deu conta de uma "maior adesão" das pessoas à vacinação desde a publicação, em 30 de julho, da Resolução nº78/2021, passando o país ao estado de contingência e a instituir o "Certificado Covid".
Segundo a resolução do Conselho de Ministros e válida até 30 de setembro, trata-se de um certificado, em formato digital ou papel, replicando integralmente o modelo utilizado pelos países da União Europeia, como critério para as pessoas frequentarem espaços, exceto os menores de 18 anos.
Cabo Verde já aplicou metade das mais de 409 mil doses de vacinas contra a covid-19 recebidas desde março e a procura aumentou com a criação do "Certificado Covid", informou hoje o diretor nacional de Saúde.
Na habitual conferência de imprensa para fazer o ponto de situação da pandemia no país, Jorge Noel Barreto deu conta de uma "maior adesão" das pessoas à vacinação desde a publicação, em 30 de julho, da Resolução nº78/2021, passando o país ao estado de contingência e a instituir o "Certificado Covid".
Segundo a resolução do Conselho de Ministros e válida até 30 de setembro, trata-se de um certificado, em formato digital ou papel, replicando integralmente o modelo utilizado pelos países da União Europeia, como critério para as pessoas frequentarem espaços, exceto os menores de 18 anos.
22h15 - Casos de coronavírus e hospitalizações em máximos de seis meses nos EUA
A nível federal a média de casos de Covid-19 ronda os 100.000 há três dias seguidos, um aumento de 35 por cento numa semana, de acordo com um balanço da Reuters a partir de dados públicos de saúde.
Os Estados de Louisiana, da Florida e do Arkansas registam a maior incideência, com a Florida a reportar 28.317 casos no domingo, um novo máximo diário. No mesmo Estado os internamentos estão em níveis recorde há quatro dias, com muitas universidades a admitirem atrasar a abertura dos cursos prevista para esta semana ou impor o uso de máscara aos alunos.
A nível nacional, as hospitalizações aumentaram 40 por cento e o número de óbitos sofreu uma subida de 18 por cento em sete dias. Os casos de crianças hospitalizadas com Covid-19 também estão a aumentar, uma tendência explicada pelos especialistas com o facto da variante Delta ser mais prevalente na infância do que a Alfa.
A nível federal a média de casos de Covid-19 ronda os 100.000 há três dias seguidos, um aumento de 35 por cento numa semana, de acordo com um balanço da Reuters a partir de dados públicos de saúde.
Os Estados de Louisiana, da Florida e do Arkansas registam a maior incideência, com a Florida a reportar 28.317 casos no domingo, um novo máximo diário. No mesmo Estado os internamentos estão em níveis recorde há quatro dias, com muitas universidades a admitirem atrasar a abertura dos cursos prevista para esta semana ou impor o uso de máscara aos alunos.
A nível nacional, as hospitalizações aumentaram 40 por cento e o número de óbitos sofreu uma subida de 18 por cento em sete dias. Os casos de crianças hospitalizadas com Covid-19 também estão a aumentar, uma tendência explicada pelos especialistas com o facto da variante Delta ser mais prevalente na infância do que a Alfa.
22h00 - Aumento de 5.000 casos em Israel, novo máximo diário em seis meses
Número de casos graves de Covid-19 no país subiu também, para 373, indicaram os dados revelados pelo Ministério da Saúde israelita.
O responsável pelo Ministério, Nitzan Horowitz, referiu que a eventualidade de uma nova quarentena para controlar a pandemia seria "um último recurso", garantindo que o Governo está a fazer tudo o que pode para evitar a medida.
"O coronavirus não vai desaparecer tão cedo", disse o ministro. "Estamos a lançar as bases da infraestrutura que nos irá permitir viver com o coronavírus no longo prazo".
Número de casos graves de Covid-19 no país subiu também, para 373, indicaram os dados revelados pelo Ministério da Saúde israelita.
O responsável pelo Ministério, Nitzan Horowitz, referiu que a eventualidade de uma nova quarentena para controlar a pandemia seria "um último recurso", garantindo que o Governo está a fazer tudo o que pode para evitar a medida.
"O coronavirus não vai desaparecer tão cedo", disse o ministro. "Estamos a lançar as bases da infraestrutura que nos irá permitir viver com o coronavírus no longo prazo".
21h45 - União Europeia não mexe na lista dos paises seguros para viajar
Um responsável europeu afirmou à Agência Reuters que a lista dos países seguros para viajar se vai manter inalterada, pelo menos para já, continuando a permitir viagens não-essenciais a partir dos Estados Unidos apesar de um aumento de casos de Covid-19 naquele país.
A lista poderá ser revista no prazo de duas semanas ou antes, se a situação pandémica mundial o justificar. Inclui actualmente duas dúzias de países, incluindo, além dos Estados Unidos, o Japão e a Austrália, considerados seguros do pontos de vista sanitário.
A semana passada, fonte da União Europeia admitiu que a inclusão dos Estados Unidos na lista poderia ser reconsiderada.
Um responsável europeu afirmou à Agência Reuters que a lista dos países seguros para viajar se vai manter inalterada, pelo menos para já, continuando a permitir viagens não-essenciais a partir dos Estados Unidos apesar de um aumento de casos de Covid-19 naquele país.
A lista poderá ser revista no prazo de duas semanas ou antes, se a situação pandémica mundial o justificar. Inclui actualmente duas dúzias de países, incluindo, além dos Estados Unidos, o Japão e a Austrália, considerados seguros do pontos de vista sanitário.
A semana passada, fonte da União Europeia admitiu que a inclusão dos Estados Unidos na lista poderia ser reconsiderada.
21h30 - Cabo Verde deteta quatro casos da variante Delta e pede reforço da prevenção
Cabo Verde detetou quatro casos da variante Delta do novo coronavírus na ilha de Santiago, após análises no Senegal, informou hoje o diretor nacional de Saúde, que pediu o reforço das medidas de prevenção para evitar contágio.
"Cabo Verde recebeu o último relatório do Instituto Pasteur de Dakar a dar conta das amostras que foram enviadas ultimamente para a sequenciação genómica e foram identificadas quatro amostras com a variante Delta", informou Jorge Noel Barreto, na habitual conferência de imprensa semana para o ponto de situação da pandemia no país.
Segundo o mesmo responsável, os quatro casos foram detetados na ilha de Santiago e são resultados de 16 amostras enviadas para aquele país.
"Cabo Verde recebeu o último relatório do Instituto Pasteur de Dakar a dar conta das amostras que foram enviadas ultimamente para a sequenciação genómica e foram identificadas quatro amostras com a variante Delta", informou Jorge Noel Barreto, na habitual conferência de imprensa semana para o ponto de situação da pandemia no país.
Segundo o mesmo responsável, os quatro casos foram detetados na ilha de Santiago e são resultados de 16 amostras enviadas para aquele país.
21h15 - Presidente da República defende avaliação do grau de imunidade dos professores
21h00 - Governo quer maior certeza científica antes de decidir se avança para 3ª dose da vacina
21h00 - Governo quer maior certeza científica antes de decidir se avança para 3ª dose da vacina
20h50 - Testes de diagnóstico aos professores no início do ano lectivo
20h37 - Autoridades apelam a jovens a partir dos 16 anos a tomarem a vacina
20h25 - Crescem os surtos de Covid-19 em lares de idosos
20h15 - Angola com mais 85 casos e quatro óbitos nas últimas 24 horas
Angola registou 85 novos casos de covid-19, quatro mortes e 445 recuperações da doença, nas últimas 24 horas, informou hoje o secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda.
Os casos confirmados foram reportados nas províncias de Cunene (29), Luanda (21), Moxico (oito), Cuando Cubango (seis), Huambo (seis), Bié (cinco), Cuanza Sul (três), Lunda Norte, Lunda Sul, Zaire (dois cada) e Benguela (um), cujas idades variam entre 1 mês e 97 anos, sendo 44 do sexo masculino e 41 do feminino.
20h05 - Cabo Verde regista 26 novos casos positivos e leva 15 dias sem mortes
Angola registou 85 novos casos de covid-19, quatro mortes e 445 recuperações da doença, nas últimas 24 horas, informou hoje o secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda.
Os casos confirmados foram reportados nas províncias de Cunene (29), Luanda (21), Moxico (oito), Cuando Cubango (seis), Huambo (seis), Bié (cinco), Cuanza Sul (três), Lunda Norte, Lunda Sul, Zaire (dois cada) e Benguela (um), cujas idades variam entre 1 mês e 97 anos, sendo 44 do sexo masculino e 41 do feminino.
20h05 - Cabo Verde regista 26 novos casos positivos e leva 15 dias sem mortes
Cabo Verde registou 26 novas infeções pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas e leva 15 dias sem registo de óbitos, o que deixa as autoridades de saúde "bastante satisfeitas", acreditando já ser efeitos da vacinação.
Os dados foram avançados em conferência de imprensa pelo diretor nacional de saúde, Jorge Noel Barreto, indicando que do total de 1.032 amostras analisadas nas últimas 24 horas, foram detetados mais 26 casos positivos de infeção pelo novo coronavírus, numa taxa de positividade de 2,5%.
Os dados foram avançados em conferência de imprensa pelo diretor nacional de saúde, Jorge Noel Barreto, indicando que do total de 1.032 amostras analisadas nas últimas 24 horas, foram detetados mais 26 casos positivos de infeção pelo novo coronavírus, numa taxa de positividade de 2,5%.
19h48 - Um tapete com 7,5 metros quadrados com 100 quilogramas de sal vai ser montado, terça-feira, no centro de vacinação de Viana do Castelo, numa homenagem da Comissão de Festas d'Agonia aos profissionais que inoculam quase mil pessoas por dia.
19h29 - A Madeira sinalizou hoje 31 novos casos de covid-19 e 24 recuperações, indicou a Direção Regional de Saúde, referindo que o total de infeções ativas no arquipélago é agora de 262, com sete pessoas hospitalizadas.
Entre os novos positivos, 28 são de transmissão local e três foram importados do Reino Unido, sendo que a região autónoma passa a contabilizar 10.513 casos confirmados de infeção pelo SARS-CoV-2 desde o início da pandemia, já com 10.176 recuperados.
O arquipélago regista, também, um total de 75 óbitos associados à doença.
Os dados da autoridade regional diferem dos apresentados hoje pela Direção-Geral da Saúde, que atribui à Madeira 34 novos casos, num total de 10.889 confirmados desde março de 2020 e 72 mortos.
19h25 - Governo da Guiné-Bissau declara estado de calamidade após aumento de casos
O Governo da Guiné-Bissau decidiu declarar o estado de calamidade nos próximos 30 dias, devido ao aumento de casos de covid-19 e de vítimas mortais no país, refere um decreto hoje divulgado.
"O presente diploma declara o estado de calamidade na saúde pública causado pelo novo coronavírus, conhecido por SARS-CoV-2, e estabelece, em consequência, medidas excecionais, temporárias e restritivas de alguns direitos, liberdade e garantias e as regras de funcionamento de serviços públicos e privados, no âmbito da prevenção e combate à pandemia", refere o decreto.
O Governo guineense tinha diminuído o nível de prevenção, para estado de alerta, há vários meses, mas a Guiné-Bissau está a viver uma terceira vaga da pandemia.
Segundo os dados divulgado hoje pelo Alto Comissariado para a Covid-19, organismo responsável pelo combate à doença no país, na última semana foram registados 219 casos positivos e três vítimas mortais.
"A taxa de positividade desde a última declaração do estado de alerta no final de julho saiu de 5,3% para 12,5%, ou seja, mais do dobro", refere o decreto do Governo.
O decreto, que salienta que as medidas são aplicadas a cidadãos guineenses e estrangeiros a viver no país, estabelece que o estado de calamidade é aplicado entre hoje e 08 de setembro, quando a situação no país voltará a ser analisada.
O decreto não impõe restrições à liberdade de circulação de pessoas, mas mantém o uso obrigatório de máscara para circular na via pública e para entrar em estabelecimentos públicos e comerciais e andar nos transportes públicos.
O Governo da Guiné-Bissau decidiu declarar o estado de calamidade nos próximos 30 dias, devido ao aumento de casos de covid-19 e de vítimas mortais no país, refere um decreto hoje divulgado.
"O presente diploma declara o estado de calamidade na saúde pública causado pelo novo coronavírus, conhecido por SARS-CoV-2, e estabelece, em consequência, medidas excecionais, temporárias e restritivas de alguns direitos, liberdade e garantias e as regras de funcionamento de serviços públicos e privados, no âmbito da prevenção e combate à pandemia", refere o decreto.
O Governo guineense tinha diminuído o nível de prevenção, para estado de alerta, há vários meses, mas a Guiné-Bissau está a viver uma terceira vaga da pandemia.
Segundo os dados divulgado hoje pelo Alto Comissariado para a Covid-19, organismo responsável pelo combate à doença no país, na última semana foram registados 219 casos positivos e três vítimas mortais.
"A taxa de positividade desde a última declaração do estado de alerta no final de julho saiu de 5,3% para 12,5%, ou seja, mais do dobro", refere o decreto do Governo.
O decreto, que salienta que as medidas são aplicadas a cidadãos guineenses e estrangeiros a viver no país, estabelece que o estado de calamidade é aplicado entre hoje e 08 de setembro, quando a situação no país voltará a ser analisada.
O decreto não impõe restrições à liberdade de circulação de pessoas, mas mantém o uso obrigatório de máscara para circular na via pública e para entrar em estabelecimentos públicos e comerciais e andar nos transportes públicos.
19h03 - São Tomé e Príncipe registou cinco novos casos de covid-19, elevando o total acumulado para 2.475. Desde o início da pandemia, o país já registou um total de 37 óbitos da doença.
18h50 - Pode vir aí uma "variante pior" do que a Delta
Uma variante ainda pior do que a Delta poderá surgir, alertou o especialista em doenças infecciosas e conselheiro médico da Casa Branca, Anthony Fauci. O especialista imputou responsabilidades àqueles que continuam sem se vacinar, de poderem contribuir para a mutação do vírus.
“Há um princípio que toda a gente conhece em virologia: um vírus não sofre mutação a menos que se permita que ele se replique (…). Felizmente para nós, as vacinas funcionam muito bem contra a Delta, particularmente para proteger-nos de doenças graves”, declarou o conselheiro da Casa Branca em entrevista à MSNBC.
“Mas, se se permitir uma oportunidade de o vírus continuar a mudar, estar-se-á a conduzir a uma vulnerabilidade que poderá resultar numa variante ainda pior e então isso irá ter impacto não apenas nos que não estão vacinados, mas também nos vacinados, porque essa variante poderá escapar à proteção da vacina”, concluiu.
“Há um princípio que toda a gente conhece em virologia: um vírus não sofre mutação a menos que se permita que ele se replique (…). Felizmente para nós, as vacinas funcionam muito bem contra a Delta, particularmente para proteger-nos de doenças graves”, declarou o conselheiro da Casa Branca em entrevista à MSNBC.
“Mas, se se permitir uma oportunidade de o vírus continuar a mudar, estar-se-á a conduzir a uma vulnerabilidade que poderá resultar numa variante ainda pior e então isso irá ter impacto não apenas nos que não estão vacinados, mas também nos vacinados, porque essa variante poderá escapar à proteção da vacina”, concluiu.
18h42 - África com mais de sete milhões de casos e 177 mil mortos
África conta mais de sete milhões de casos de covid-19 desde o início da pandemia, com o mais recente balanço oficial a contabilizar 7.045.355 casos e 177.545 mortes, assim como 6.145.830 recuperações da doença.
Segundo o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), a África Austral continua a ser a região mais afetada do continente, com 3.371.433 infetados e 92.54 mortes associadas à covid-19.
Nesta região, só a África do Sul contabiliza 2.533.466 infetados e 74.813 mortes.
O Norte de África, que sucede à África Austral nos números da covid-19, atingiu os 2.075.296 casos e 56.806 óbitos associados à doença.
A África Oriental contabiliza 838.918 infeções e 17.504 mortos e a região da África Ocidental regista 551.246 infeções e 7.213 mortes.
A África Central é a região do continente com menos casos de infeção e de mortes: 208.462 casos e 3.168 óbitos.
18h40 - Fenprof avisa que é melhor começar já a pensar na terceira dose da vacina e mais testes
18h33 - A Itália registou 4.200 infeções pelo novo coronavírus e 22 óbitos por covid-19 nas últimas 24 horas, segundo os dados oficiais que apontam igualmente que o ritmo de contágios no país está a dar sinais de abrandamento.
18h31 - Pressão nas UCI aumenta em Espanha para 22%, com mais de 2.000 internados
A transmissão de covid-19 em Espanha baixou 42 pontos desde sexta-feira apesar de não se refletir nos internamentos, com 2.032 doentes nos cuidados intensivos e com uma ocupação até 22%, e ainda 10.441 pessoas hospitalizadas (mais 396 e 88,8%).
De acordo com os dados hoje divulgados pelo Ministério da Saúde, a Catalunha regista a situação mais preocupante nas unidades de cuidados intensivos (UCI), com 49,7% de ocupação seguida por Madrid com 31,3% e Aragão com 22,5%. No total, foram internados nestas unidades mais 103 pessoas em relação a sexta-feira.
No fim de semana foram contabilizados 39.638 novos contágios, face aos 55.939 notificados na passada segunda-feira, e registadas 119 mortes (157 divulgadas em 02 de agosto).
Por faixa etária, prosseguiu o recuo da incidência nos grupos que acumulam um maior número de contágios: o de 12 a 19 anos, que se situa em 1.203, e que indicia menos 112 pontos face a sexta-feira, e no de 20 a 29 anos (1.139), menos 139 pontos.
Em Espanha, e desde o início da pandemia, foram contabilizados 4.627.770 contágios e 82.125 mortes, com 262 registadas nos últimos sete dias.
A transmissão de covid-19 em Espanha baixou 42 pontos desde sexta-feira apesar de não se refletir nos internamentos, com 2.032 doentes nos cuidados intensivos e com uma ocupação até 22%, e ainda 10.441 pessoas hospitalizadas (mais 396 e 88,8%).
De acordo com os dados hoje divulgados pelo Ministério da Saúde, a Catalunha regista a situação mais preocupante nas unidades de cuidados intensivos (UCI), com 49,7% de ocupação seguida por Madrid com 31,3% e Aragão com 22,5%. No total, foram internados nestas unidades mais 103 pessoas em relação a sexta-feira.
No fim de semana foram contabilizados 39.638 novos contágios, face aos 55.939 notificados na passada segunda-feira, e registadas 119 mortes (157 divulgadas em 02 de agosto).
Por faixa etária, prosseguiu o recuo da incidência nos grupos que acumulam um maior número de contágios: o de 12 a 19 anos, que se situa em 1.203, e que indicia menos 112 pontos face a sexta-feira, e no de 20 a 29 anos (1.139), menos 139 pontos.
Em Espanha, e desde o início da pandemia, foram contabilizados 4.627.770 contágios e 82.125 mortes, com 262 registadas nos últimos sete dias.
18h27 - O Pentágono vai exigir a vacinação de todo o pessoal militar norte-americano até meados de setembro.
18h18 - Vacinação aberta para maiores de 30 anos com adesão "satisfatória" na Terceira
A vacinação contra a covid-19 na modalidade de "Casa Aberta", sem marcação, que hoje teve início na Ilha Terceira, nos Açores, tem registado uma "adesão satisfatória" por parte da população local.
"Tem havido uma adesão satisfatória até agora", disse à Agência Lusa, José Barbeito, presidente do Conselho de Administração da Unidade de Saúde da Ilha Terceira (USIT), adiantando que só no final do dia será possível saber o número exato de cidadãos que aderiram à iniciativa.
O modelo de vacinação contra a covid-19, na modalidade de Casa Aberta, já estava disponível na ilha de São Miguel, desde a passada semana, e a partir desta segunda-feira o mesmo acontece na ilha Terceira, a segunda mais populosa do arquipélago dos Açores, para maiores de 30 anos.
"As pessoas só agora estão a ter conhecimento desta modalidade", adianta o responsável pela USIT, acrescentando ter esperança de que, nos próximos dias, a adesão dos terceirenses à vacinação contra a convid-19 seja ainda maior.
No caso da ilha Terceira, a vacinação abrange todos os cidadãos com mais de 30 anos de idade que não tenham ainda sido vacinados contra a covid-19, desde que estejam inscritos na USIT e não tenham sido infetados nos últimos seis meses.
"Aos utentes que preencham estes requisitos, e sendo portadores de documento de identificação, basta comparecer nos centros e vacinação de Angra do Heroísmo ou Praia da Vitória", refere uma nota informativa publicado pela USIT nas redes sociais.
A mesma informação indicava que a capacidade diária de vacinação "está limitada ao `stock` de vacinas existente" e que sempre que esgotada, "o utente fica agendado para o dia seguinte".
A vacinação contra a covid-19 na modalidade de "Casa Aberta", sem marcação, que hoje teve início na Ilha Terceira, nos Açores, tem registado uma "adesão satisfatória" por parte da população local.
"Tem havido uma adesão satisfatória até agora", disse à Agência Lusa, José Barbeito, presidente do Conselho de Administração da Unidade de Saúde da Ilha Terceira (USIT), adiantando que só no final do dia será possível saber o número exato de cidadãos que aderiram à iniciativa.
O modelo de vacinação contra a covid-19, na modalidade de Casa Aberta, já estava disponível na ilha de São Miguel, desde a passada semana, e a partir desta segunda-feira o mesmo acontece na ilha Terceira, a segunda mais populosa do arquipélago dos Açores, para maiores de 30 anos.
"As pessoas só agora estão a ter conhecimento desta modalidade", adianta o responsável pela USIT, acrescentando ter esperança de que, nos próximos dias, a adesão dos terceirenses à vacinação contra a convid-19 seja ainda maior.
No caso da ilha Terceira, a vacinação abrange todos os cidadãos com mais de 30 anos de idade que não tenham ainda sido vacinados contra a covid-19, desde que estejam inscritos na USIT e não tenham sido infetados nos últimos seis meses.
"Aos utentes que preencham estes requisitos, e sendo portadores de documento de identificação, basta comparecer nos centros e vacinação de Angra do Heroísmo ou Praia da Vitória", refere uma nota informativa publicado pela USIT nas redes sociais.
A mesma informação indicava que a capacidade diária de vacinação "está limitada ao `stock` de vacinas existente" e que sempre que esgotada, "o utente fica agendado para o dia seguinte".
17h59 - Festival Villamix Lisboa adiado para 2022
O Festival Villamix Lisboa, previsto realizar-se nos próximos dias 1 e 2 de outubro na baía do Seixal, foi adiado para 2022 devido à pandemia de covid-19, anunciou a organização.
A "situação pandémica e limitação de circulação entre países obrigou ao adiamento" do festival, afirma a organização em comunicado, referindo que se "tentou encontrar soluções para manter a realização".
"Os portadores de bilhetes do Festival VillaMix Lisboa no Seixal 2021 poderão optar pelo reembolso dos bilhetes no local onde foram adquiridos: na meoblueticket.pt deverá enviar um 'email' para info@blueticket, indicando o IBAN para devolução do valor, ou nos pontos de venda onde foram adquiridos, durante os 30 dias após a data prevista para o evento", acrescentou o comunicado.
Segundo a organização, mantém-se "o objetivo da continuidade (do Villamix) em 2022".
O Festival Villamix Lisboa, previsto realizar-se nos próximos dias 1 e 2 de outubro na baía do Seixal, foi adiado para 2022 devido à pandemia de covid-19, anunciou a organização.
A "situação pandémica e limitação de circulação entre países obrigou ao adiamento" do festival, afirma a organização em comunicado, referindo que se "tentou encontrar soluções para manter a realização".
"Os portadores de bilhetes do Festival VillaMix Lisboa no Seixal 2021 poderão optar pelo reembolso dos bilhetes no local onde foram adquiridos: na meoblueticket.pt deverá enviar um 'email' para info@blueticket, indicando o IBAN para devolução do valor, ou nos pontos de venda onde foram adquiridos, durante os 30 dias após a data prevista para o evento", acrescentou o comunicado.
Segundo a organização, mantém-se "o objetivo da continuidade (do Villamix) em 2022".
17h39 - André Ventura com teste PCR positivo, mantém isolamento
O Presidente do Chega, André Ventura, fez um teste PCR à covid-19 que "deu positivo" e apresenta sintomas como "tosse ligeira e dores nas costas", continuando assim em isolamento, anunciou hoje o partido.
"O teste PCR do líder do CHEGA deu positivo. O dr. André Ventura continua a apresentar sintomas ligeiros (tosse ligeira e dores nas costas) e continuará em isolamento tal como a situação o exige", lê-se numa mensagem enviada à imprensa.
Este domingo, o próprio presidente e deputado único do Chega, André Ventura, confirmou à agência Lusa que estava infetado com covid-19, depois de dois testes antigénio positivos, tendo cancelado "toda a agenda política nos próximos dias".
O Presidente do Chega, André Ventura, fez um teste PCR à covid-19 que "deu positivo" e apresenta sintomas como "tosse ligeira e dores nas costas", continuando assim em isolamento, anunciou hoje o partido.
"O teste PCR do líder do CHEGA deu positivo. O dr. André Ventura continua a apresentar sintomas ligeiros (tosse ligeira e dores nas costas) e continuará em isolamento tal como a situação o exige", lê-se numa mensagem enviada à imprensa.
Este domingo, o próprio presidente e deputado único do Chega, André Ventura, confirmou à agência Lusa que estava infetado com covid-19, depois de dois testes antigénio positivos, tendo cancelado "toda a agenda política nos próximos dias".
17h11 - Moçambique recebeu hoje mais 500 mil doses da vacina chinesa VeroCell contra o novo coronavírus, adquiridas pelo Governo do país, anunciou o Ministério da Saúde em comunicado.
"Estas doses de vacinas vão incrementar as recebidas anteriormente e assegurar o curso normal da campanha nacional de vacinação em massa que iniciou no dia 04 de agosto", disse Lídia Cardoso, vice-ministra da Saúde, citada na nota enviada à comunicação social.
Segundo o documento, trata-se do terceiro lote de vacinas que o país recebe em resultado de uma aquisição do Governo moçambicano, de um total de 11 milhões de doses que se espera receber neste semestre.
"No total já chegaram ao país, adquiridas pelo Governo, dois milhões de doses de vacinas", referiu o ministério no documento.
Além dos imunizantes adquiridos pelo Governo moçambicano, o país já recebeu mais de 1,9 milhões de vacinas de doações, "no âmbito da cooperação bilateral entre Moçambique e outros países, assim como dos mecanismos Covax e Univax", este último do setor privado do país.
"Estas doses de vacinas vão incrementar as recebidas anteriormente e assegurar o curso normal da campanha nacional de vacinação em massa que iniciou no dia 04 de agosto", disse Lídia Cardoso, vice-ministra da Saúde, citada na nota enviada à comunicação social.
Segundo o documento, trata-se do terceiro lote de vacinas que o país recebe em resultado de uma aquisição do Governo moçambicano, de um total de 11 milhões de doses que se espera receber neste semestre.
"No total já chegaram ao país, adquiridas pelo Governo, dois milhões de doses de vacinas", referiu o ministério no documento.
Além dos imunizantes adquiridos pelo Governo moçambicano, o país já recebeu mais de 1,9 milhões de vacinas de doações, "no âmbito da cooperação bilateral entre Moçambique e outros países, assim como dos mecanismos Covax e Univax", este último do setor privado do país.
16h50 - Investigador. Terceira dose deverá ser necessária, mas não de imediato
16h41 - Docentes pedem medidas para garantir ano letivo
Sindicatos de professores apelaram às autoridades de saúde para que avancem rapidamente com medidas que garantam um ano letivo com aulas presenciais, depois de conhecido um estudo que aponta para a redução da imunidade dos vacinados contra a covid-19.
Os dois maiores sindicatos que representam professores e funcionários das escolas -- Fenprof e FNE -- defendem que cabe à comunidade científica e às autoridades de saúde definir as melhores soluções que evitem o regresso ao ensino a distância no próximo ano letivo.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) defende que os estudos conhecidos recentemente já permitem defender a realização de testes serológicos a docentes e restantes funcionários para confirmar, ou não, a redução da imunidade de quem foi vacinado.
"A Fenprof desde cedo que tem defendido a testagem e vacinação dos professores para garantir a continuidade do ensino presencial e se agora temos estudos que indicam que há uma redução da imunidade, a Fenprof só pode acompanhar a opinião dos cientistas", disse João Louceiro em declarações à Lusa.
O sindicalista referia-se ao estudo realizado a profissionais de saúde por cientistas dos serviços de Patologia Clínica e de Saúde Ocupacional do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra que revelou que três meses após a segunda dose de vacina os anticorpos começam a baixar.
Além dos profissionais de saúde, também cerca de 280 mil professores e funcionários das escolas foram considerados um grupo prioritário na vacinação contra a covid-19, tendo começado a ser vacinados no final de março, ou seja, há mais de quatro meses.
"As decisões cabem às autoridades de saúde e à comunidade científica, mas têm de ser céleres. Há já um indicador para o qual a Direção-Geral da Saúde (DGS) tem de estar atenta", defendeu João Louceiro.
A Federação Nacional de Educação (FNE) também pediu urgência à DGS.
"Apelamos às autoridades de saúde para que analisem a situação atual, realizem estudos consistentes e adotem procedimentos atempados que possam garantir ao máximo que o ensino presencial é mantido ao longo de todo o ano letivo com segurança para todos", defendeu o secretário-geral da FNE em declarações à Lusa.
Para João Dias da Silva, aos professores e profissionais de educação só podem ser pedidas opiniões de base pedagógica: "Sabemos apenas que o ano letivo tem de ser presencial e com segurança para todos".
"Se devem ser feitos testes serológicos, se se deve avançar pela toma de uma nova dose de vacina não somos nós que o vamos dizer, porque não temos base científica para o fazer. Sabemos apenas que é preciso tomar decisões atempadamente", acrescentou em declarações à Lusa.
"Ao longo deste processo tem havido falhas das autoridades de saúde e a necessidade de correções, mas também esta é uma situação nova e inesperada e estamos perante um problema que não é ainda suficientemente conhecido. Agora, não podemos começar todos a palpitar, num cata-ventos de opiniões, isso seria o mais disparatado que pode haver", disse João Dias da Silva.
16h32 - Decisão de terceira dose de vacina precisa de "maior robustez científica"
O secretário de Estado Adjunto e da Saúde reiterou hoje que "é necessário haver consolidação dos dados científicos e uma maior robustez científica" para tomar a decisão de administrar uma terceira dose de vacina contra a covid-19.
"Para tomarmos decisões certas no tempo adequado é necessário que estes dados e que esta consolidação seja feita", disse António Lacerda Sales aos jornalistas, no final da sessão comemorativa do Dia do Município de Gouveia.
Aludindo ao dinamismo da ciência, o secretário de Estado lembrou que todos os dias "vão surgindo dados novos" e será em função deles que o Governo tomará "as decisões certas, no tempo adequado".
Questionado se o aumento de surtos em lares pode justificar a inevitabilidade de uma terceira dose da vacina, explicou que "na imunidade existem muitos fatores e muitos critérios".
"É da consolidação de todos estes dados, da importância que também têm os estudos serológicos em lares e noutros segmentos", que "sairá uma decisão, no tempo certo, e a decisão certa, no momento adequado", acrescentou.
Segundo António Lacerda Sales, também relativamente à vacinação na faixa etária entre os 12 e os 15 anos "todos os dias vão surgindo dados novos" e "há uma adaptação à realidade que tem de ser muito dinâmica".
"Ainda este fim de semana surgiram estudos, nomeadamente norte-americanos, em que não havia sinais de alerta, grandes sinais de risco, relativamente à vacinação desta faixa dos 12 aos 15 e também estudos a nível europeu", afirmou.
"Para tomarmos decisões certas no tempo adequado é necessário que estes dados e que esta consolidação seja feita", disse António Lacerda Sales aos jornalistas, no final da sessão comemorativa do Dia do Município de Gouveia.
Aludindo ao dinamismo da ciência, o secretário de Estado lembrou que todos os dias "vão surgindo dados novos" e será em função deles que o Governo tomará "as decisões certas, no tempo adequado".
Questionado se o aumento de surtos em lares pode justificar a inevitabilidade de uma terceira dose da vacina, explicou que "na imunidade existem muitos fatores e muitos critérios".
"É da consolidação de todos estes dados, da importância que também têm os estudos serológicos em lares e noutros segmentos", que "sairá uma decisão, no tempo certo, e a decisão certa, no momento adequado", acrescentou.
Segundo António Lacerda Sales, também relativamente à vacinação na faixa etária entre os 12 e os 15 anos "todos os dias vão surgindo dados novos" e "há uma adaptação à realidade que tem de ser muito dinâmica".
"Ainda este fim de semana surgiram estudos, nomeadamente norte-americanos, em que não havia sinais de alerta, grandes sinais de risco, relativamente à vacinação desta faixa dos 12 aos 15 e também estudos a nível europeu", afirmou.
16h29 - Moçambique registou mais 15 óbitos devido ao novo coronavírus, 725 casos de infeção e 4.486 recuperações da doença, anunciou hoje o Ministério da Saúde. O país contabiliza um total acumulado de 1.628 óbitos devido à covid-19 e 133.177 casos, dos quais 80% recuperados da doença.
16h06 - Polícia italiana desmantela rede de venda de certificados falsos
A polícia italiana anunciou hoje ter desmantelado uma rede de venda 'online' de falsos certificados de vacinação contra a covid-19, documento tornado obrigatório no país desde sexta-feira passada para aceder a locais púbicos.
Num comunicado, a polícia indicou ter identificado quatro suspeitos, dois deles menores, que se propunham vender os certificados falsos utilizando as redes sociais.
"Milhares de utilizadores foram registados em plataformas de comunicação populares onde colocavam à venda certificados sanitários falsos por um preço de entre 150 e os 500 euros, com garantia absoluta de anonimato graças ao pagamento em criptomoeda ou à compra de 'vouchers' em sites de comércio eletrónico", indicou a polícia.
O certificado é atribuído em caso de vacinação (pelo menos de uma dose), teste negativo nas últimas 48 horas ou de recuperação de covid-19 nos últimos seis meses. A partir de 1 de setembro também será exigido em comboios e autocarros de passageiros, bem como aos professores e alunos.
A polícia disse ter identificado um total de 32 canais de "chat" envolvidos no tráfego na rede de mensagens instantâneas da rede social Telegram. A identificação dos compradores está em investigação.
A ação da polícia ocorreu depois de 20 milhões de italianos terem obtido o certificado de vacinação, o oficial, nos últimos três dias, referiu hoje o ministro da Saúde italiano, Roberto Speranza.
"É um número extraordinária, que demonstra a consciência e a participação dos cidadãos do nosso país na luta contra a covid-19", escreveu Speranza no Facebook.
A polícia italiana anunciou hoje ter desmantelado uma rede de venda 'online' de falsos certificados de vacinação contra a covid-19, documento tornado obrigatório no país desde sexta-feira passada para aceder a locais púbicos.
Num comunicado, a polícia indicou ter identificado quatro suspeitos, dois deles menores, que se propunham vender os certificados falsos utilizando as redes sociais.
"Milhares de utilizadores foram registados em plataformas de comunicação populares onde colocavam à venda certificados sanitários falsos por um preço de entre 150 e os 500 euros, com garantia absoluta de anonimato graças ao pagamento em criptomoeda ou à compra de 'vouchers' em sites de comércio eletrónico", indicou a polícia.
O certificado é atribuído em caso de vacinação (pelo menos de uma dose), teste negativo nas últimas 48 horas ou de recuperação de covid-19 nos últimos seis meses. A partir de 1 de setembro também será exigido em comboios e autocarros de passageiros, bem como aos professores e alunos.
A polícia disse ter identificado um total de 32 canais de "chat" envolvidos no tráfego na rede de mensagens instantâneas da rede social Telegram. A identificação dos compradores está em investigação.
A ação da polícia ocorreu depois de 20 milhões de italianos terem obtido o certificado de vacinação, o oficial, nos últimos três dias, referiu hoje o ministro da Saúde italiano, Roberto Speranza.
"É um número extraordinária, que demonstra a consciência e a participação dos cidadãos do nosso país na luta contra a covid-19", escreveu Speranza no Facebook.
15h53 - O número de mortos por Covid-19 voltou a aumentar. Valores que se somam aos muitos já registados tendo a Direção-Geral de Saúde contabilizado, até á meia-noite deste domingo, mais 1094 casos de infeção pelo coronavírus.
15h41 - Açores com 25 novos casos em São Miguel e dois no Faial e 14 recuperações
Os Açores registam hoje 27 novos casos de covid-19, 25 dos quais em São Miguel e dois na ilha do Faial, e contam 14 recuperações, 11 na Terceira e três em São Jorge.
De acordo com o boletim diário da Autoridade de Saúde Regional, todos os casos de São Miguel correspondem a transmissão comunitária.
Há hoje mais 15 infeções pelo novo coronavírus SARS-CoV-2 no concelho de Ponta Delgada, seis na Ribeira Grande, duas na Lagoa, uma na Povoação e uma em Vila Franca do Campo.
Os dois diagnósticos feitos na ilha do Faial estão relacionados com a cadeia de transmissão local existente na ilha.
A Autoridade de Saúde adianta ainda que, "no decurso da investigação epidemiológica, foi verificado que três casos positivos, inicialmente alocados ao concelho da Madalena, ilha do Pico, se encontram a residir no concelho da Horta", no Faial.
Quanto às recuperações, nas últimas 24 horas foram registadas três no concelho de Angra do Heroísmo e oito na Praia da Vitória, na ilha Terceira, e três no concelho de Velas, em São Jorge.
Os internamentos devido à doença covid-19 mantêm-se inalterados em relação a domingo, com seis pessoas hospitalizadas, mas há hoje um paciente em Unidade de Cuidados Intensivos (UCI).
No Hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, estão internadas quatro pessoas e no Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira há duas pessoas hospitalizadas, uma das quais em UCI.
O arquipélago tem atualmente 554 casos ativos de covid-19, sendo 438 em São Miguel, 70 na Terceira, 20 no Faial, 15 em Santa Maria, seis no Pico e cinco em São Jorge.
De acordo com o boletim diário da Autoridade de Saúde Regional, todos os casos de São Miguel correspondem a transmissão comunitária.
Há hoje mais 15 infeções pelo novo coronavírus SARS-CoV-2 no concelho de Ponta Delgada, seis na Ribeira Grande, duas na Lagoa, uma na Povoação e uma em Vila Franca do Campo.
Os dois diagnósticos feitos na ilha do Faial estão relacionados com a cadeia de transmissão local existente na ilha.
A Autoridade de Saúde adianta ainda que, "no decurso da investigação epidemiológica, foi verificado que três casos positivos, inicialmente alocados ao concelho da Madalena, ilha do Pico, se encontram a residir no concelho da Horta", no Faial.
Quanto às recuperações, nas últimas 24 horas foram registadas três no concelho de Angra do Heroísmo e oito na Praia da Vitória, na ilha Terceira, e três no concelho de Velas, em São Jorge.
Os internamentos devido à doença covid-19 mantêm-se inalterados em relação a domingo, com seis pessoas hospitalizadas, mas há hoje um paciente em Unidade de Cuidados Intensivos (UCI).
No Hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, estão internadas quatro pessoas e no Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira há duas pessoas hospitalizadas, uma das quais em UCI.
O arquipélago tem atualmente 554 casos ativos de covid-19, sendo 438 em São Miguel, 70 na Terceira, 20 no Faial, 15 em Santa Maria, seis no Pico e cinco em São Jorge.
15h35 - Tato Borges deixa Comissão de Luta contra a Pandemia nos Açores
O presidente da Comissão de Acompanhamento da Luta Contra a Pandemia nos Açores, Gustavo Tato Borges, disse hoje que decidiu deixar o cargo por razões familiares, rejeitando qualquer "rutura" com o Governo Regional.
Em declarações à agência Lusa, Tato Borges disse ter pedido para abandonar as funções que desempenhava na região desde novembro de 2020 "por motivos familiares".
"A principal razão pela qual decidi solicitar o regresso às minhas anteriores funções tem a ver com a minha vida familiar que infelizmente não foi possível transportá-la toda para os Açores e esses nove meses de distância com a minha família foram bastante duros para mim", declarou.
Sobre a relação com o Governo dos Açores, de coligação PSD/CDS-PP/PPM, Tato Borges referiu ter existido as "normais incidências de um trabalho muito duro", mas frisou que a "única" motivação que teve para abandonar as funções foram as "questões familiares".
"Não há uma discordância, não há uma rutura, não há uma zanga entre mim e o senhor secretário ou com o Governo. Há as normais discordâncias habituais que existem num trabalho com muita gente, que são claramente ultrapassadas pelo bom relacionamento que temos entre todos", afirmou.
Em declarações à agência Lusa, Tato Borges disse ter pedido para abandonar as funções que desempenhava na região desde novembro de 2020 "por motivos familiares".
"A principal razão pela qual decidi solicitar o regresso às minhas anteriores funções tem a ver com a minha vida familiar que infelizmente não foi possível transportá-la toda para os Açores e esses nove meses de distância com a minha família foram bastante duros para mim", declarou.
Sobre a relação com o Governo dos Açores, de coligação PSD/CDS-PP/PPM, Tato Borges referiu ter existido as "normais incidências de um trabalho muito duro", mas frisou que a "única" motivação que teve para abandonar as funções foram as "questões familiares".
"Não há uma discordância, não há uma rutura, não há uma zanga entre mim e o senhor secretário ou com o Governo. Há as normais discordâncias habituais que existem num trabalho com muita gente, que são claramente ultrapassadas pelo bom relacionamento que temos entre todos", afirmou.
15h10 - Covid já vitimou 9.182 homens e 8.303 mulheres
O novo coronavírus já infetou em Portugal pelo menos 454.163 homens e 533.231 mulheres, mostram os dados da DGS, segundo os quais há 667 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.
Do total de vítimas mortais, 9.182 eram homens e 8.303 mulheres.
O maior número de óbitos continua a concentrar-se nos idosos com mais de 80 anos, seguidos da faixa etária entre os 70 e os 79 anos.
Do total de mortes, 11.436 eram pessoas com mais de 80 anos, 3.739 com idades entre 70 e 79 anos, e 1.585 tinham entre 60 e 69 anos.
Do total de vítimas mortais, 9.182 eram homens e 8.303 mulheres.
O maior número de óbitos continua a concentrar-se nos idosos com mais de 80 anos, seguidos da faixa etária entre os 70 e os 79 anos.
Do total de mortes, 11.436 eram pessoas com mais de 80 anos, 3.739 com idades entre 70 e 79 anos, e 1.585 tinham entre 60 e 69 anos.
14h49 - A BioNTech considera não ser ainda necessário adaptar a vacina Pfizer às variantes do novo coronavírus.
14h47 - Previstos testes de diagnóstico para os professores
O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, anunciou que serão feitos testes de diagnóstico aos professores para que o próximo ano letivo possa iniciar-se em segurança.
Em declarações aos jornalistas no final da sessão comemorativa do Dia do Município de Gouveia, António Lacerda Sales referiu que o objetivo do Governo é "continuar a testar, não só em lares, mas em muitos segmentos da atividade económica e não só".
"Queremos também testar professores nas escolas, porque é muito importante para que se dê início ao ano letivo o mais normal possível e com a maior segurança possível", frisou.
O secretário de Estado disse, no entanto, ainda não poder apontar datas e outros pormenores.
"Esse tem sido um movimento e um esforço que temos feito sempre em conjunto com o setor da educação. Tem sido a educação que tem liderado esse movimento, e muito bem", acrescentou.
Em declarações aos jornalistas no final da sessão comemorativa do Dia do Município de Gouveia, António Lacerda Sales referiu que o objetivo do Governo é "continuar a testar, não só em lares, mas em muitos segmentos da atividade económica e não só".
"Queremos também testar professores nas escolas, porque é muito importante para que se dê início ao ano letivo o mais normal possível e com a maior segurança possível", frisou.
O secretário de Estado disse, no entanto, ainda não poder apontar datas e outros pormenores.
"Esse tem sido um movimento e um esforço que temos feito sempre em conjunto com o setor da educação. Tem sido a educação que tem liderado esse movimento, e muito bem", acrescentou.
14h45 - Incidência continua a baixar, índice de transmissibilidade sobe
A taxa de incidência de infeções pelo coronavírus SARS-CoV-2 nos últimos 14 dias baixou novamente no continente e a nível nacional, enquanto o índice de transmissibilidade (Rt) aumentou passando de 0,92 para 0,93.
O boletim epidemiológico conjunto da Direção-Geral da Saúde e do Instituto Nacional da Saúde Doutor Ricardo Jorge, revela que a taxa de incidência (média de novos casos por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias) nacional desceu para 336,1, quando na sexta-feira estava nos 362,7.
Em Portugal continental, a taxa de incidência desceu hoje para 341,4. Na sexta-feira situava-se nos 369,2.
O Rt - que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de uma pessoa portadora do vírus - é hoje de 0,93 em todo o território de Portugal.
Os dados do Rt e da incidência de novos casos por 100 mil habitantes a 14 dias - indicadores que compõem a matriz de risco de acompanhamento da pandemia - são atualizados pelas autoridades de saúde à segunda-feira, à quarta-feira e à sexta-feira.
O nível de risco na matriz de monitorização da pandemia de covid-19 fixa-se agora em 480 casos por 100 mil habitantes a 14 dias em vez dos anteriores 240.
De acordo com o portal do Governo para a covid-19 na Internet, "a monitorização da evolução da pandemia continuará a ser feita com base nos indicadores de incidência e Rt (índice de transmissibilidade), agora adaptados de acordo com a evolução da vacinação (nível de alerta passa para 240, nível de risco passa para 480)".
A taxa de incidência de infeções pelo coronavírus SARS-CoV-2 nos últimos 14 dias baixou novamente no continente e a nível nacional, enquanto o índice de transmissibilidade (Rt) aumentou passando de 0,92 para 0,93.
O boletim epidemiológico conjunto da Direção-Geral da Saúde e do Instituto Nacional da Saúde Doutor Ricardo Jorge, revela que a taxa de incidência (média de novos casos por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias) nacional desceu para 336,1, quando na sexta-feira estava nos 362,7.
Em Portugal continental, a taxa de incidência desceu hoje para 341,4. Na sexta-feira situava-se nos 369,2.
O Rt - que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de uma pessoa portadora do vírus - é hoje de 0,93 em todo o território de Portugal.
Os dados do Rt e da incidência de novos casos por 100 mil habitantes a 14 dias - indicadores que compõem a matriz de risco de acompanhamento da pandemia - são atualizados pelas autoridades de saúde à segunda-feira, à quarta-feira e à sexta-feira.
O nível de risco na matriz de monitorização da pandemia de covid-19 fixa-se agora em 480 casos por 100 mil habitantes a 14 dias em vez dos anteriores 240.
De acordo com o portal do Governo para a covid-19 na Internet, "a monitorização da evolução da pandemia continuará a ser feita com base nos indicadores de incidência e Rt (índice de transmissibilidade), agora adaptados de acordo com a evolução da vacinação (nível de alerta passa para 240, nível de risco passa para 480)".
14h38 - Vacinação a partir dos 18 começou hoje em Cascais
Os primeiros jovens a partir dos 18 anos começaram hoje a ser vacinados contra a covid-19 em Cascais e na fila para entrar ou à saída o sentimento era comum: uma vontade imensa de regressar à normalidade.
Quase duas semanas depois de ter ficado disponível o autoagendamento para a toma da vacina contra a covid-19 para pessoas a partir dos 18 anos, chegou hoje o dia de os jovens do concelho de Cascais nesta faixa etária começarem a ser vacinados.
Os primeiros jovens a partir dos 18 anos começaram hoje a ser vacinados contra a covid-19 em Cascais e na fila para entrar ou à saída o sentimento era comum: uma vontade imensa de regressar à normalidade.
Quase duas semanas depois de ter ficado disponível o autoagendamento para a toma da vacina contra a covid-19 para pessoas a partir dos 18 anos, chegou hoje o dia de os jovens do concelho de Cascais nesta faixa etária começarem a ser vacinados.
14h33 - Aumentaram os internamentos por covid
Dados desta segunda-feira apontam o internamento de 857 pessoas com covid-19, mais oito em relação a domingo, 189 das quais em cuidados intensivos, mais cinco nas última 24 horas.
A área de Lisboa e Vale do Tejo, com 374 casos, e a região Norte, com 393, perfazem 70,1% do total das novas infeções verificadas nas últimas 24 horas.
A área de Lisboa e Vale do Tejo, com 374 casos, e a região Norte, com 393, perfazem 70,1% do total das novas infeções verificadas nas últimas 24 horas.
14h23 - Portugal é o sexto país da União Europeia com mais novos casos diários
Portugal passou esta semana de oitavo para sexto país da União Europeia com mais novos casos de infeção por SARS-CoV-2, com uma média diária de 225 por milhão de habitantes nos últimos sete dias, segundo o 'site' Our World in Data.
A média diária em Portugal aumentou dos 188 casos verificados na semana passada. Entre os países da União, Chipre tem a maior média diária, com 605 casos, seguido de Espanha (431), França (341), Irlanda (301) e Grécia (264).
A média da União Europeia neste indicador desceu ligeiramente de 155 para 154, enquanto a média mundial subiu de 76 para 80.
A leste encontram-se os países com médias diárias de novos casos mais baixas: Polónia, com pouco mais de quatro casos, Hungria (cinco), Eslováquia (nove) e Roménia (12).
Apesar de já não estar na UE, o Reino Unido encontra-se entre os países europeus com os números mais elevados e uma média de novos casos a sete dias de 401 por milhão de habitantes.
No mundo, os países com mais de um milhão de habitantes com médias diárias de novos casos mais altas são Botswana (965), Geórgia (921), Cuba (806), Malásia (583) e Mongólia (455).
Quanto à média de mortes diárias por milhão de habitantes nos últimos sete dias, Portugal passa de quarto para terceiro país da União neste indicador, com uma média de 1,37, aumentando de 0,73 na passada segunda-feira.
Chipre (3,06), e Espanha (1,59) estão no topo desta lista, com a média da União Europeia em 0,51 e a mundial em 1,22.
A nível mundial, pior neste indicador estão a Tunísia (10,4), Geórgia (8,3), Botswana (8,2), Malásia (7,6) e Namíbia (7,5).
Portugal passou esta semana de oitavo para sexto país da União Europeia com mais novos casos de infeção por SARS-CoV-2, com uma média diária de 225 por milhão de habitantes nos últimos sete dias, segundo o 'site' Our World in Data.
A média diária em Portugal aumentou dos 188 casos verificados na semana passada. Entre os países da União, Chipre tem a maior média diária, com 605 casos, seguido de Espanha (431), França (341), Irlanda (301) e Grécia (264).
A média da União Europeia neste indicador desceu ligeiramente de 155 para 154, enquanto a média mundial subiu de 76 para 80.
A leste encontram-se os países com médias diárias de novos casos mais baixas: Polónia, com pouco mais de quatro casos, Hungria (cinco), Eslováquia (nove) e Roménia (12).
Apesar de já não estar na UE, o Reino Unido encontra-se entre os países europeus com os números mais elevados e uma média de novos casos a sete dias de 401 por milhão de habitantes.
No mundo, os países com mais de um milhão de habitantes com médias diárias de novos casos mais altas são Botswana (965), Geórgia (921), Cuba (806), Malásia (583) e Mongólia (455).
Quanto à média de mortes diárias por milhão de habitantes nos últimos sete dias, Portugal passa de quarto para terceiro país da União neste indicador, com uma média de 1,37, aumentando de 0,73 na passada segunda-feira.
Chipre (3,06), e Espanha (1,59) estão no topo desta lista, com a média da União Europeia em 0,51 e a mundial em 1,22.
A nível mundial, pior neste indicador estão a Tunísia (10,4), Geórgia (8,3), Botswana (8,2), Malásia (7,6) e Namíbia (7,5).
14H15 - Portugal regista 1094 novas infeções e mais 18 mortes por covid-19
Portugal regista ainda um aumento nos internamentos, segundo dados oficiais. De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) estão hoje internadas 857 pessoas com covid-19, mais oito em relação a domingo, 189 das quais em cuidados intensivos, mais cinco nas última 24 horas.
A área de Lisboa e Vale do Tejo (374 casos) e a região Norte (393) têm 70,1% do total das novas infeções verificadas nas últimas 24 horas.
As 18 mortes ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo (11), na região Norte (4) no Alentejo (2) e no Algarve (1).
Relativamente às idades das vítimas o boletim revela que 11 tinham mais de 80 anos, quatro entre os 70 e os 79 anos, duas entre os 60 e os 69 e uma entre os 50 e os 59 anos.
A área de Lisboa e Vale do Tejo (374 casos) e a região Norte (393) têm 70,1% do total das novas infeções verificadas nas últimas 24 horas.
As 18 mortes ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo (11), na região Norte (4) no Alentejo (2) e no Algarve (1).
Relativamente às idades das vítimas o boletim revela que 11 tinham mais de 80 anos, quatro entre os 70 e os 79 anos, duas entre os 60 e os 69 e uma entre os 50 e os 59 anos.
13h51 - BioNTech passa de prejuízo a lucro de 3.915,3 milhões
A biotecnológica alemã BioNTech, que desenvolveu com a Pfizer uma vacina anticovid-19, registou até junho um lucro líquido de 3.915,3 milhões de euros, recuperando do prejuízo de 141,7 milhões de euros de há um ano.
A BioNTech informou hoje que obteve um lucro operacional de 5.860,6 milhões de euros no primeiro semestre face ao prejuízo de 140,2 milhões de euros no mesmo período de 2020.
O volume de negócios subiu para 7.356,9 milhões de euros, 106 vezes mais do que há um ano, quando tinha alcançado 69,4 milhões de euros, o que se deve a um "aumento rápido na entrega da vacina contra a covid-19 a nível mundial".
"Nós e a Pfizer, nossa parceira, superámos a marca de mil milhões de doses de vacina contra a covid-19 enviadas para todo o mundo. Estamos muito orgulhosos de ter alcançado este feito em apenas seis meses", disse o presidente executivo e fundador da BioNTech, Ugur Sahin, ao apresentar os resultados.
Sahin afirmou que para enfrentar a pandemia foi aumentado o fornecimento da vacina a mais de cem países e regiões em todo o mundo e facilitado o acesso a países com baixos ou médios rendimentos.
A BioNtech espera agora que a vacina seja autorizada em mais regiões e para mais grupos populacionais, estando a ser realizados testes clínicos em crianças de seis meses a 11 anos de idade e em mulheres grávidas saudáveis.
Ao mesmo tempo, a BioNtech está a desenvolver terapias contra o cancro, tendo começado recentemente novos ensaios clínicos em dois programas.
A BioNTech informou hoje que obteve um lucro operacional de 5.860,6 milhões de euros no primeiro semestre face ao prejuízo de 140,2 milhões de euros no mesmo período de 2020.
O volume de negócios subiu para 7.356,9 milhões de euros, 106 vezes mais do que há um ano, quando tinha alcançado 69,4 milhões de euros, o que se deve a um "aumento rápido na entrega da vacina contra a covid-19 a nível mundial".
"Nós e a Pfizer, nossa parceira, superámos a marca de mil milhões de doses de vacina contra a covid-19 enviadas para todo o mundo. Estamos muito orgulhosos de ter alcançado este feito em apenas seis meses", disse o presidente executivo e fundador da BioNTech, Ugur Sahin, ao apresentar os resultados.
Sahin afirmou que para enfrentar a pandemia foi aumentado o fornecimento da vacina a mais de cem países e regiões em todo o mundo e facilitado o acesso a países com baixos ou médios rendimentos.
A BioNtech espera agora que a vacina seja autorizada em mais regiões e para mais grupos populacionais, estando a ser realizados testes clínicos em crianças de seis meses a 11 anos de idade e em mulheres grávidas saudáveis.
Ao mesmo tempo, a BioNtech está a desenvolver terapias contra o cancro, tendo começado recentemente novos ensaios clínicos em dois programas.
13h31 - AHRESP apela a que fundo de capitalização chegue a todas as empresas
A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) defendeu hoje que o apoio previsto no Fundo de Capitalização e Resiliência deve ser acessível a todas as empresas do setor "independentemente das quebras de faturação".
Em comunicado, a organização salientou que "o apoio para a recapitalização das empresas, previsto no âmbito do Fundo de Capitalização e Resiliência, deve ser acessível por todas as empresas dos setores da restauração, similares e do alojamento turístico, independentemente das quebras de faturação registadas no âmbito da pandemia covid-19".
A associação lembrou depois "declarações do ministro da Economia" relativamente "à recapitalização de empresas afetadas pela pandemia", sendo que "o fundo prevê um primeiro programa dirigido a apoiar as empresas que pretendam começar a amortizar a dívida garantida covid-19, que contraíram o ano passado".
"As empresas que tenham tido quebras de faturação superiores a 40% podem solicitar ao Estado um apoio, que no caso das empresas mais pequenas (faturação inferior a cinco milhões de euros em 2019) será uma subvenção, e, para as empresas maiores (faturação superior a cinco milhões de euros em 2019) será dos fundos do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência), sob a forma de capital ou quase capital", recordou a AHRESP.
A associação vincou a importância de que "os apoios sejam concedidos a todas as empresas que deles precisam, garantindo, assim, a sobrevivência dos negócios e a manutenção dos postos de trabalho das atividades económicas da restauração, similares e do alojamento turístico, que são das mais importantes para a recuperação da economia do nosso país".
O ministro da de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira disse no dia 04 de agosto que esperava que os programas de recapitalização de empresas, previstos no Fundo de Capitalização e Resiliência, estejam disponíveis em "setembro, outubro", depois de discussões com a Comissão Europeia, durante este mês.
O governante lembrou que Portugal foi o único país, dos que já se conhecem, que incluiu no seu Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) uma linha para a capitalização de empresas.
"Essa linha, como sabem, tinha uma dotação inicial de 1.300 milhões de euros", apontou Siza Vieira. No entanto, o fundo arrancou, em 28 de julho, com uma dotação de 320 milhões de euros, com origem em empréstimos do PRR.
A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) defendeu hoje que o apoio previsto no Fundo de Capitalização e Resiliência deve ser acessível a todas as empresas do setor "independentemente das quebras de faturação".
Em comunicado, a organização salientou que "o apoio para a recapitalização das empresas, previsto no âmbito do Fundo de Capitalização e Resiliência, deve ser acessível por todas as empresas dos setores da restauração, similares e do alojamento turístico, independentemente das quebras de faturação registadas no âmbito da pandemia covid-19".
A associação lembrou depois "declarações do ministro da Economia" relativamente "à recapitalização de empresas afetadas pela pandemia", sendo que "o fundo prevê um primeiro programa dirigido a apoiar as empresas que pretendam começar a amortizar a dívida garantida covid-19, que contraíram o ano passado".
"As empresas que tenham tido quebras de faturação superiores a 40% podem solicitar ao Estado um apoio, que no caso das empresas mais pequenas (faturação inferior a cinco milhões de euros em 2019) será uma subvenção, e, para as empresas maiores (faturação superior a cinco milhões de euros em 2019) será dos fundos do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência), sob a forma de capital ou quase capital", recordou a AHRESP.
A associação vincou a importância de que "os apoios sejam concedidos a todas as empresas que deles precisam, garantindo, assim, a sobrevivência dos negócios e a manutenção dos postos de trabalho das atividades económicas da restauração, similares e do alojamento turístico, que são das mais importantes para a recuperação da economia do nosso país".
O ministro da de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira disse no dia 04 de agosto que esperava que os programas de recapitalização de empresas, previstos no Fundo de Capitalização e Resiliência, estejam disponíveis em "setembro, outubro", depois de discussões com a Comissão Europeia, durante este mês.
O governante lembrou que Portugal foi o único país, dos que já se conhecem, que incluiu no seu Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) uma linha para a capitalização de empresas.
"Essa linha, como sabem, tinha uma dotação inicial de 1.300 milhões de euros", apontou Siza Vieira. No entanto, o fundo arrancou, em 28 de julho, com uma dotação de 320 milhões de euros, com origem em empréstimos do PRR.
13h29 - Já há senha digital para evitar filas de espera para vacinação
O Governo acaba de avançar com o sistema de senhas digitais para evitar filas na maioria dos centros de vacinação na modalidade Casa Aberta.
O anúncio foi feito pela Task Force. O sistema está disponível a partir de hoje. É para isso necessário aceder ao portal da internet : "senha digital casa aberta" e tirar a senha no próprio dia em que pretende ser vacinado, sendo obrigatória a escolha do centro de vacinação do concelho de residência.
De agora em diante, a modalidade Casa Aberta abrange todos os cidadãos com mais de 25 anos.
O Governo acaba de avançar com o sistema de senhas digitais para evitar filas na maioria dos centros de vacinação na modalidade Casa Aberta.
O anúncio foi feito pela Task Force. O sistema está disponível a partir de hoje. É para isso necessário aceder ao portal da internet : "senha digital casa aberta" e tirar a senha no próprio dia em que pretende ser vacinado, sendo obrigatória a escolha do centro de vacinação do concelho de residência.
De agora em diante, a modalidade Casa Aberta abrange todos os cidadãos com mais de 25 anos.
13h25 - Covid-19. Quatro idosos morreram em lares na última semana
13h23 - Terceira dose. PR diz que decisão é política e cabe ao Governo
O Presidente da República diz que cabe ao Governo a decisão de administrar ou não uma terceira dose da vacina contra a covid-19.
O Presidente da República diz que cabe ao Governo a decisão de administrar ou não uma terceira dose da vacina contra a covid-19.
13h21 - Docentes pedem que imunidade seja avaliada com urgência
Os professores querem testar a imunidade depois da vacina contra a Covid-19. O pedido segue hoje para o Ministério da Educação e para a Direção Geral de Saúde.
Os professores querem testar a imunidade depois da vacina contra a Covid-19. O pedido segue hoje para o Ministério da Educação e para a Direção Geral de Saúde.
12h59 - A festa das vacinas
Os últimos números dão conta de que 54 por cento da população da Alemanha já têm a vacinação contra a Covida-19 completa, mas os progressos têm vindo a perder ritmo, principalmente entre as faixas etárias mais jovens. Por isso, as autoridades de Berlim criaram uma estratégia para as cativar: juntar vacinação e festa.
Os últimos números dão conta de que 54 por cento da população da Alemanha já têm a vacinação contra a Covida-19 completa, mas os progressos têm vindo a perder ritmo, principalmente entre as faixas etárias mais jovens. Por isso, as autoridades de Berlim criaram uma estratégia para as cativar: juntar vacinação e festa.
12h45 - "Casa aberta" disponível para maiores de 25 anos
A modalidade de vacinação "casa aberta" já está disponível para as pessoas com 25 ou mais anos e os utentes têm que, a partir de hoje, tirar uma senha eletrónica para se vacinarem contra a covid-19, anunciou a 'task-force'.
Numa nota enviada às redações, a 'task force' que coordena o plano de vacinação refere que, existindo "uma maior disponibilidade de vacinas", a modalidade "casa aberta" encontra-se a partir de hoje disponível para a vacinação com idade igual ou superior a 25 anos, deixando de existir a restrição da vacina da Janssen nesta modalidade.
Anuncia ainda que foi criado um sistema de senhas digitais, no âmbito da modalidade "casa aberta", que passa a estar disponível, também a partir de hoje, na esmagadora maioria dos centros de vacinação existentes em Portugal Continental.
Segundo a organização, "este sistema vem permitir aos utentes evitar a espera numa fila para ser vacinado".
Para usufruir do sistema de senha digital da modalidade "casa aberta" é necessário que o utente aceda ao portal (https://covid19.min-saude.pt/senha-digital-casa-aberta/) e tire uma senha no próprio dia em que pretende ser vacinado, obrigatoriamente para um Centro de Vacinação localizado no seu concelho de residência, refere a 'task force'.
Ao pedir a senha digital, o utente deve consultar antecipadamente verificar no portal da afluência (https://covid19.min-saude.pt/cvc/) se o centro de vacinação pretendido tem o "semáforo verde".
"Após preencher e submeter o formulário, deverá receber a sua senha digital com o respetivo número e hora prevista", explica a 'task force', lembrando que as segundas doses serão sempre no local da primeira dose.
Na modalidade "casa aberta" são vacinadas primeiras doses de utentes elegíveis que não estejam agendados e que não tenham sido infetados com covid-19 nos últimos seis meses, com o objetivo de assegurar que todas as pessoas elegíveis são chamadas ao processo de vacinação.
Os horários de funcionamento da "casa aberta" podem ser consultados em https://covid19.min-saude.pt/casa_aberta.
A 'task force' relembra ainda que o auto agendamento está disponível para utentes com idades iguais ou superiores a 18 anos.
A modalidade de auto agendamento permite agendar a primeira dose da vacina contra a covid-19, podendo o utente escolher o local o dia da inoculação da vacina.
O portal do auto agendamento encontra-se disponível https://covid19.min-saude.pt/pedido-de-agendamento/
O objetivo de ter 70% da população de Portugal continental vacinada contra a covid-19, com pelo menos uma dose, foi atingido na passada sexta-feira, antes da data inicialmente prevista.
Numa nota enviada às redações, a 'task force' que coordena o plano de vacinação refere que, existindo "uma maior disponibilidade de vacinas", a modalidade "casa aberta" encontra-se a partir de hoje disponível para a vacinação com idade igual ou superior a 25 anos, deixando de existir a restrição da vacina da Janssen nesta modalidade.
Anuncia ainda que foi criado um sistema de senhas digitais, no âmbito da modalidade "casa aberta", que passa a estar disponível, também a partir de hoje, na esmagadora maioria dos centros de vacinação existentes em Portugal Continental.
Segundo a organização, "este sistema vem permitir aos utentes evitar a espera numa fila para ser vacinado".
Para usufruir do sistema de senha digital da modalidade "casa aberta" é necessário que o utente aceda ao portal (https://covid19.min-saude.pt/senha-digital-casa-aberta/) e tire uma senha no próprio dia em que pretende ser vacinado, obrigatoriamente para um Centro de Vacinação localizado no seu concelho de residência, refere a 'task force'.
Ao pedir a senha digital, o utente deve consultar antecipadamente verificar no portal da afluência (https://covid19.min-saude.pt/cvc/) se o centro de vacinação pretendido tem o "semáforo verde".
"Após preencher e submeter o formulário, deverá receber a sua senha digital com o respetivo número e hora prevista", explica a 'task force', lembrando que as segundas doses serão sempre no local da primeira dose.
Na modalidade "casa aberta" são vacinadas primeiras doses de utentes elegíveis que não estejam agendados e que não tenham sido infetados com covid-19 nos últimos seis meses, com o objetivo de assegurar que todas as pessoas elegíveis são chamadas ao processo de vacinação.
Os horários de funcionamento da "casa aberta" podem ser consultados em https://covid19.min-saude.pt/casa_aberta.
A 'task force' relembra ainda que o auto agendamento está disponível para utentes com idades iguais ou superiores a 18 anos.
A modalidade de auto agendamento permite agendar a primeira dose da vacina contra a covid-19, podendo o utente escolher o local o dia da inoculação da vacina.
O portal do auto agendamento encontra-se disponível https://covid19.min-saude.pt/pedido-de-agendamento/
O objetivo de ter 70% da população de Portugal continental vacinada contra a covid-19, com pelo menos uma dose, foi atingido na passada sexta-feira, antes da data inicialmente prevista.
12h21 - Macau detetou vírus em oito amostras ambientais após desinfeção de locais
As autoridades de Macau detetaram a presença do novo coronavírus em oito amostras ambientais recolhidas após a desinfeção dos locais onde estiveram as quatro pessoas infetadas com a variante Delta, que levaram à realização de testes em massa.
As amostras foram recolhidas em casa e "nos locais de trabalho e instalações usadas por cada doente", incluindo em "supermercados, restaurantes e bibliotecas", explicaram os Serviços de Saúde do território, em comunicado.
"Em 100 amostras recolhidas, 8 (oito) foram positivas para a covid-19", informaram, precisando que a recolha foi feita "após realizar a limpeza e desinfeção dos locais" onde estiveram as pessoas infetadas.
Vestígios do vírus foram encontrados "no veículo profissional que era conduzido pelo doente do sexo masculino", um trabalhador do setor da saúde, e "na lancheira que estava colocada num pequeno frigorífico do seu local de trabalho", pode ler-se na nota.
Na passada terça-feira, quatro casos da variante Delta do novo coronavírus detetados numa família residente em Macau levaram o Governo a decretar o "estado de emergência imediata" e a realização de testes à covid-19 para toda a população, com início na quarta-feira, durante três dias. Os mais de 716 mil testes realizados na sequência da testagem em massa foram negativos.
As autoridades de Macau detetaram a presença do novo coronavírus em oito amostras ambientais recolhidas após a desinfeção dos locais onde estiveram as quatro pessoas infetadas com a variante Delta, que levaram à realização de testes em massa.
As amostras foram recolhidas em casa e "nos locais de trabalho e instalações usadas por cada doente", incluindo em "supermercados, restaurantes e bibliotecas", explicaram os Serviços de Saúde do território, em comunicado.
"Em 100 amostras recolhidas, 8 (oito) foram positivas para a covid-19", informaram, precisando que a recolha foi feita "após realizar a limpeza e desinfeção dos locais" onde estiveram as pessoas infetadas.
Vestígios do vírus foram encontrados "no veículo profissional que era conduzido pelo doente do sexo masculino", um trabalhador do setor da saúde, e "na lancheira que estava colocada num pequeno frigorífico do seu local de trabalho", pode ler-se na nota.
Na passada terça-feira, quatro casos da variante Delta do novo coronavírus detetados numa família residente em Macau levaram o Governo a decretar o "estado de emergência imediata" e a realização de testes à covid-19 para toda a população, com início na quarta-feira, durante três dias. Os mais de 716 mil testes realizados na sequência da testagem em massa foram negativos.
12h18 - Mais de 202.813.740 infetados com covid-19 foram diagnosticados no mundo desde que a doença foi identificada em dezembro de 2019.
A pandemia da covid-19 causou pelo menos 4.294.735 mortos em todo o mundo no mesmo período, indica o mesmo balanço da agência France-Presse. A grande maioria dos doentes recupera, mas uma parte ainda mal avaliada continua com sintomas durante semanas ou até meses.
Nas últimas 24 horas foram registados 8.002 mortos e 485.978 casos em todo o mundo. Os países com maior número de mortos foram a Indonésia, com 1.475 novos óbitos, a Rússia (769) e o Irão (588).
Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 616.829 mortes em 35.764.022 casos, de acordo com a contagem realizada pela Universidade Johns Hopkins.
Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 563.151 mortos e 20.165.672 infetados, a Índia, com 428.309 mortes (31.969.954 casos), o México, com 244.420 óbitos (2.971.817 casos) e o Peru, com 196.950 óbitos (2.125.345 infetados).
Entre os países mais atingidos, o Peru é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 597 mortes por cada 100.000 habitantes, seguido da Hungria (311), da Bósnia (295), da República Checa (284) e do Brasil (265).
A pandemia da covid-19 causou pelo menos 4.294.735 mortos em todo o mundo no mesmo período, indica o mesmo balanço da agência France-Presse. A grande maioria dos doentes recupera, mas uma parte ainda mal avaliada continua com sintomas durante semanas ou até meses.
Nas últimas 24 horas foram registados 8.002 mortos e 485.978 casos em todo o mundo. Os países com maior número de mortos foram a Indonésia, com 1.475 novos óbitos, a Rússia (769) e o Irão (588).
Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 616.829 mortes em 35.764.022 casos, de acordo com a contagem realizada pela Universidade Johns Hopkins.
Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 563.151 mortos e 20.165.672 infetados, a Índia, com 428.309 mortes (31.969.954 casos), o México, com 244.420 óbitos (2.971.817 casos) e o Peru, com 196.950 óbitos (2.125.345 infetados).
Entre os países mais atingidos, o Peru é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 597 mortes por cada 100.000 habitantes, seguido da Hungria (311), da Bósnia (295), da República Checa (284) e do Brasil (265).
12h03 - O Canadá abre esta segunda-feira as fronteiras a cidadãos dos Estados Unidos, embora exija a vacinação completa contra a Covid-19 e um teste negativo com o máximo de 72 horas de antecedência.
11h43 - Vacina da Moderna aprovada na Austrália
O regulador do medicamento da Austrália aprovou a utilização da vaina da Moderna contra a Covid-19 naquele país, anunciou o primeiro-ministro Scott Morrison.
Recorde-se que a Austrália negociou em maio a compra de 25 milhões de doses desta vacina. As primeiras, revelou Morrison, devem chegar em setembro.
11h18 - Professores pedem medidas urgentes para garantir imunidade
A Associação Nacional de Professores alerta que é preciso perceber como está a imunidade dos docentes à Covid-19. Paula Carqueja diz que, se não for avaliada a administração de mais uma dose da vacina, o ano letivo pode voltar a correr mal.
11h09 - Rússia acima dos 22.100 casos diários
As autoridades sanitárias da Rússia registaram 22.160 novas infeções em 24 horas, das quais 2150 em Moscovo. O total acumulado desde o início da pandemia é de 6.469.910.
Morreram, também em 24 horas, 769 pessoas, com o total de óbitos a atingir os 165.650.
10h54 - "Inverno difícil" no Reino Unido
Na BBC, Linda Bauld, professora de saúde pública da Universidade de Edimburgo, avançou com a previsão de um "inverno difícil" para o Reino Unido, no que diz respeito à evolução da pandemia. Para acrescentar que, uma vez ultrapassado este quadro, poderá ser declarada uma situação de endemia.
10h33 - Alemanha disponibiliza mais um milhão para combate à pandemia em Moçambique
O Governo alemão reservou esta segunda-feira mais um milhão de euros para o apoio ao combate à Covid-19 em Moçambique. Isto num momento em que o país regista um agravamento de casos, óbitos e internamentos.
Com o montante adicional agora disponibilizado, eleva-se para 19,5 milhões de euros a contribuição da Alemanha a Moçambique para o combate a pandemia, refere a embaixada alemã numa nota de imprensa.
O valor vai servir para "apoiar as medidas de prevenção e de gestão dos efeitos adversos da Covid-19".
10h02 - Tóquio reporta 2884 novas infeções
Um dia depois do encerramento dos Jogos Olímpicos, Tóquio registou mais 2884 casos confirmados de infeção pelo SARS-CoV-2.
Pouco antes de este número diário ser conhecido, os organizadores das Olimpíadas haviam reportado 28 novas infeções relacionadas com os Jogos, totalizando 458 desde 1 de julho.
Tóquio vai receber os Paralímpicos a partir de 24 de agosto.
9h46 - Nova Gales do Sul com confinamento alargado
O confinamento no Estado australiano de Nova Gales do Sul foi alargado face ao receito de um contágio acelerado a partir de Sydney.
A cidade rural de Tamworth e a estância turística de Byron Bay começaram a cumprir uma semana de confinamento, embora não tenham registado qualquer caso.
Nova Gales do Sul reportou esta segunda-feira mais 283 casos de origem local, acima dos 262 da véspera.
9h40 - Timor-Leste registou a 28ª morte de uma pessoa infetada com SARS-CoV-2: uma grávida com 26 anos que teve complicações durante uma cesariana.
Em comunicado, o CIGC explicou que a mulher, cujo bebé também acabou por morrer, tinha dado entrada no Hospital de Referência de Maliana com "rotura uterina, choque hipovolémico e SARS-CoV-2".
9h17 - A tensão de Nicola Sturgeon
A primeira-ministra escocesa, Nicola Sturgeon, admite sentir "borboletas no estômago" no momento de levantar a maior parte das restrições pandémicas, o que está previsto para esta segunda-feira. Em simultâneo, a governante mostra-se convicta de que este é o melhor momento para o fazer.
Sturgeon contrapõe que os escoceses devem "continuar a ter cuidado".
8h59 - Timor-Leste recebe maior remessa de sempre de vacinas
Timor-Leste prepara-se para receber, esta semana, perto de 500 mil doses da vacina da AstraZeneca. São quase tantas quanto o país recebeu desde o início da vacinação, em abril.
Fonte da comissão interministerial para a vacinação contra a Covid-19, citada pela Lusa, adiantou que são aguardadas em Díli cerca de 300 mil doses da AstraZeneca oferecidas pela Austrália, que até ao momento enviou já para o país quase 280 mil doses. São ainda esperadas cerca de 170 mil doses oferecidas pelo Japão.
Ainda este mês poderão chegar da Austrália até 200 mil vacinas adicionais.
As chegadas previstas somam-se às quase 515 mil que o país recebeu até ao momento através do mecanismo Covax - de Portugal, da Austrália, Nova Zelândia e China.
8h35 - Mais de 11 milhões de pessoas testadas em Wuhan
As autoridades chinesas completaram no domingo uma campanha de testes em massa à Covid-19 em Wuhan. Foram testadas mais de 11 milhões de pessoas, na sequência do recrudescimento de casos na cidade onde o SARS-CoV-2 foi pela primeira vez identificado.
A campanha de testes abrangeu todos os residentes na cidade, com a exceção de crianças com menos de seis anos de idade e estudantes em férias.
8h13 - "Catástrofe" à vista no Texas
Responsáveis pelos serviços de saúde do Estado norte-americano do Texas alertam para uma situação próxima de "catástrofe", à medida que aumentam os casos de contágio pela variante Delta do novo coronavírus.
"A situação é crítica. Os nossos hospitais estão severamente pressionados e pouco podemos fazer para aliviar o fardo dos casos", adverte, em comunicado citado pelo jornal britânico The Guardian, Desmar Walkes, da autoridade de saúde do condado de Austin-Travis.
Nesta altura há apenas seis camas de cuidados itensivos disponíveis nos serviços hospitalares do Texas, 499 camas em enfermarias e 313 ventiladores para uma população de quase 2,4 milhões de pessoas.
7h53 - Variante Delta em Timor-Leste
A variante Delta do SARS-CoV-2 terá sido responsável pela maioria dos casos do surto no municipio timorense de Ermera, sendo provável que se espalhe pelo resto de Timor-Leste, de acordo com as autoridades do país.
"É muito provável que a variante Delta da Covid-19 tenha causado a maioria dos casos recentes no surto de Covid-19 em Ermera. É provável que a variante Delta só tenha sido introduzida recentemente em Timor-Leste", refere-se no boletim epidemiológico semanal enviado à Lusa.
"É provável que esta variante se espalhe a todos os municípios de Timor-Leste. A variante Delta da Covid-19 é mais infecciosa do que outras variantes. Pode causar doenças graves e morte, especialmente em pessoas que não estão totalmente vacinadas", recorda-se no boletim.
No relatório semanal, que avalia a progressão da doença em Timor-Leste de 2 a 8 de agosto, assinala-se que a confirmação da existência da variante Delta em Ermera foi feita depois de o Instituto Doherty, da Austrália, analisar um conjunto de 12 amostras enviadas pelas autoridades timorenses.
7h48 - "Escândalo universal"
A alta comissária da Guiné-Bissau para o combate à pandemia, Magda Robalo, afirma que a falta de equidade no acesso às vacinas é um "escândalo universal".
"Vamos continuar a dizer que é um escândalo universal esta falta de equidade. Nós vimos os países ricos vacinarem as suas populações, a primeira e segunda dose, e só quando restaram as doses que tinham açambarcado é que nós, os países mais pobres, estamos a receber as vacinas", fez notar.
Magda Robalo salienta, por outro lado, a solidariedade internacional, agradecendo a alguns países, nomeadamente os Estados Unidos.
"Já se vacina no mundo desde o dezembro do ano passado e janeiro deste ano e a Guiné-Bissau como muitos países africanos tem recebido muitos poucas doses de vacina. Este é o primeiro grande donativo, mas é também o resultado de um esforço mundial para aumentar o acesso as vacinas por parte das populações que vivem no hemisfério sul", disse a médica guineense.
7h30 - 125 novas infeções na China
A China anunciou ter identificado, nas últimas 24 horas, 125 casos de Covid-19, dos quais 94 por contágio local, quase todos nas províncias de Henan e Jiangsu.
Henan, no centro do país, detetou 41 infeções. A província de Jiangsu, no leste, onde teve início o atual surto, diagnosticou 38 casos.
Os restantes casos locais repartem-se pelas províncias de Hunan (12) e Hubei (três), ambas no centro do país, indicou a Comissão de Saúde da China.
Os demais 31 positivos foram diagnosticados em viajantes oriundos do exterior nos municípios de Xangai (leste) e Pequim (norte) e nas províncias de Guangdong (sudeste), Yunnan (sul), Sichuan (centro), Mongólia Interior (norte), Zhejiang (leste) e Shaanxi (centro).
7h24 - Dois dias de luto no Chile
O Presidente chileno decretou dois dias de luto nacional para segunda-feira e terça-feira da próxima semana, em memória das mais de 36 mil vítimas mortais da pandemia naquele país.
O anúncio de Sebastián Pinera foi feito durante uma cerimónia na Praça Central da Cidade em Santiago do Chile, onde 460 luzes foram acesas em memória dos mortos.
"É tempo de unir os nossos corações e vontades para superar esta pandemia e ser inspirado pelo testemunho e exemplo daqueles que não sobreviveram", afirmou o Chefe de Estado.
7h01 - Ponto de situação
11h43 - Vacina da Moderna aprovada na Austrália
O regulador do medicamento da Austrália aprovou a utilização da vaina da Moderna contra a Covid-19 naquele país, anunciou o primeiro-ministro Scott Morrison.
Recorde-se que a Austrália negociou em maio a compra de 25 milhões de doses desta vacina. As primeiras, revelou Morrison, devem chegar em setembro.
11h18 - Professores pedem medidas urgentes para garantir imunidade
A Associação Nacional de Professores alerta que é preciso perceber como está a imunidade dos docentes à Covid-19. Paula Carqueja diz que, se não for avaliada a administração de mais uma dose da vacina, o ano letivo pode voltar a correr mal.
11h09 - Rússia acima dos 22.100 casos diários
As autoridades sanitárias da Rússia registaram 22.160 novas infeções em 24 horas, das quais 2150 em Moscovo. O total acumulado desde o início da pandemia é de 6.469.910.
Morreram, também em 24 horas, 769 pessoas, com o total de óbitos a atingir os 165.650.
10h54 - "Inverno difícil" no Reino Unido
Na BBC, Linda Bauld, professora de saúde pública da Universidade de Edimburgo, avançou com a previsão de um "inverno difícil" para o Reino Unido, no que diz respeito à evolução da pandemia. Para acrescentar que, uma vez ultrapassado este quadro, poderá ser declarada uma situação de endemia.
10h33 - Alemanha disponibiliza mais um milhão para combate à pandemia em Moçambique
O Governo alemão reservou esta segunda-feira mais um milhão de euros para o apoio ao combate à Covid-19 em Moçambique. Isto num momento em que o país regista um agravamento de casos, óbitos e internamentos.
Com o montante adicional agora disponibilizado, eleva-se para 19,5 milhões de euros a contribuição da Alemanha a Moçambique para o combate a pandemia, refere a embaixada alemã numa nota de imprensa.
O valor vai servir para "apoiar as medidas de prevenção e de gestão dos efeitos adversos da Covid-19".
10h02 - Tóquio reporta 2884 novas infeções
Um dia depois do encerramento dos Jogos Olímpicos, Tóquio registou mais 2884 casos confirmados de infeção pelo SARS-CoV-2.
Pouco antes de este número diário ser conhecido, os organizadores das Olimpíadas haviam reportado 28 novas infeções relacionadas com os Jogos, totalizando 458 desde 1 de julho.
Tóquio vai receber os Paralímpicos a partir de 24 de agosto.
9h46 - Nova Gales do Sul com confinamento alargado
O confinamento no Estado australiano de Nova Gales do Sul foi alargado face ao receito de um contágio acelerado a partir de Sydney.
A cidade rural de Tamworth e a estância turística de Byron Bay começaram a cumprir uma semana de confinamento, embora não tenham registado qualquer caso.
Nova Gales do Sul reportou esta segunda-feira mais 283 casos de origem local, acima dos 262 da véspera.
9h40 - Timor-Leste registou a 28ª morte de uma pessoa infetada com SARS-CoV-2: uma grávida com 26 anos que teve complicações durante uma cesariana.
Em comunicado, o CIGC explicou que a mulher, cujo bebé também acabou por morrer, tinha dado entrada no Hospital de Referência de Maliana com "rotura uterina, choque hipovolémico e SARS-CoV-2".
9h17 - A tensão de Nicola Sturgeon
A primeira-ministra escocesa, Nicola Sturgeon, admite sentir "borboletas no estômago" no momento de levantar a maior parte das restrições pandémicas, o que está previsto para esta segunda-feira. Em simultâneo, a governante mostra-se convicta de que este é o melhor momento para o fazer.
Sturgeon contrapõe que os escoceses devem "continuar a ter cuidado".
8h59 - Timor-Leste recebe maior remessa de sempre de vacinas
Timor-Leste prepara-se para receber, esta semana, perto de 500 mil doses da vacina da AstraZeneca. São quase tantas quanto o país recebeu desde o início da vacinação, em abril.
Fonte da comissão interministerial para a vacinação contra a Covid-19, citada pela Lusa, adiantou que são aguardadas em Díli cerca de 300 mil doses da AstraZeneca oferecidas pela Austrália, que até ao momento enviou já para o país quase 280 mil doses. São ainda esperadas cerca de 170 mil doses oferecidas pelo Japão.
Ainda este mês poderão chegar da Austrália até 200 mil vacinas adicionais.
As chegadas previstas somam-se às quase 515 mil que o país recebeu até ao momento através do mecanismo Covax - de Portugal, da Austrália, Nova Zelândia e China.
8h35 - Mais de 11 milhões de pessoas testadas em Wuhan
As autoridades chinesas completaram no domingo uma campanha de testes em massa à Covid-19 em Wuhan. Foram testadas mais de 11 milhões de pessoas, na sequência do recrudescimento de casos na cidade onde o SARS-CoV-2 foi pela primeira vez identificado.
A campanha de testes abrangeu todos os residentes na cidade, com a exceção de crianças com menos de seis anos de idade e estudantes em férias.
8h13 - "Catástrofe" à vista no Texas
Responsáveis pelos serviços de saúde do Estado norte-americano do Texas alertam para uma situação próxima de "catástrofe", à medida que aumentam os casos de contágio pela variante Delta do novo coronavírus.
"A situação é crítica. Os nossos hospitais estão severamente pressionados e pouco podemos fazer para aliviar o fardo dos casos", adverte, em comunicado citado pelo jornal britânico The Guardian, Desmar Walkes, da autoridade de saúde do condado de Austin-Travis.
Nesta altura há apenas seis camas de cuidados itensivos disponíveis nos serviços hospitalares do Texas, 499 camas em enfermarias e 313 ventiladores para uma população de quase 2,4 milhões de pessoas.
7h53 - Variante Delta em Timor-Leste
A variante Delta do SARS-CoV-2 terá sido responsável pela maioria dos casos do surto no municipio timorense de Ermera, sendo provável que se espalhe pelo resto de Timor-Leste, de acordo com as autoridades do país.
"É muito provável que a variante Delta da Covid-19 tenha causado a maioria dos casos recentes no surto de Covid-19 em Ermera. É provável que a variante Delta só tenha sido introduzida recentemente em Timor-Leste", refere-se no boletim epidemiológico semanal enviado à Lusa.
"É provável que esta variante se espalhe a todos os municípios de Timor-Leste. A variante Delta da Covid-19 é mais infecciosa do que outras variantes. Pode causar doenças graves e morte, especialmente em pessoas que não estão totalmente vacinadas", recorda-se no boletim.
No relatório semanal, que avalia a progressão da doença em Timor-Leste de 2 a 8 de agosto, assinala-se que a confirmação da existência da variante Delta em Ermera foi feita depois de o Instituto Doherty, da Austrália, analisar um conjunto de 12 amostras enviadas pelas autoridades timorenses.
7h48 - "Escândalo universal"
A alta comissária da Guiné-Bissau para o combate à pandemia, Magda Robalo, afirma que a falta de equidade no acesso às vacinas é um "escândalo universal".
"Vamos continuar a dizer que é um escândalo universal esta falta de equidade. Nós vimos os países ricos vacinarem as suas populações, a primeira e segunda dose, e só quando restaram as doses que tinham açambarcado é que nós, os países mais pobres, estamos a receber as vacinas", fez notar.
Magda Robalo salienta, por outro lado, a solidariedade internacional, agradecendo a alguns países, nomeadamente os Estados Unidos.
"Já se vacina no mundo desde o dezembro do ano passado e janeiro deste ano e a Guiné-Bissau como muitos países africanos tem recebido muitos poucas doses de vacina. Este é o primeiro grande donativo, mas é também o resultado de um esforço mundial para aumentar o acesso as vacinas por parte das populações que vivem no hemisfério sul", disse a médica guineense.
7h30 - 125 novas infeções na China
A China anunciou ter identificado, nas últimas 24 horas, 125 casos de Covid-19, dos quais 94 por contágio local, quase todos nas províncias de Henan e Jiangsu.
Henan, no centro do país, detetou 41 infeções. A província de Jiangsu, no leste, onde teve início o atual surto, diagnosticou 38 casos.
Os restantes casos locais repartem-se pelas províncias de Hunan (12) e Hubei (três), ambas no centro do país, indicou a Comissão de Saúde da China.
Os demais 31 positivos foram diagnosticados em viajantes oriundos do exterior nos municípios de Xangai (leste) e Pequim (norte) e nas províncias de Guangdong (sudeste), Yunnan (sul), Sichuan (centro), Mongólia Interior (norte), Zhejiang (leste) e Shaanxi (centro).
7h24 - Dois dias de luto no Chile
O Presidente chileno decretou dois dias de luto nacional para segunda-feira e terça-feira da próxima semana, em memória das mais de 36 mil vítimas mortais da pandemia naquele país.
O anúncio de Sebastián Pinera foi feito durante uma cerimónia na Praça Central da Cidade em Santiago do Chile, onde 460 luzes foram acesas em memória dos mortos.
"É tempo de unir os nossos corações e vontades para superar esta pandemia e ser inspirado pelo testemunho e exemplo daqueles que não sobreviveram", afirmou o Chefe de Estado.
7h01 - Ponto de situação
O Presidente da República não revela ainda a sua opinião sobre uma eventual terceira dose da vacina contra Covid-19. Marcelo Rebelo de Sousa sublinha que essa é uma decisão do Governo.
O Chefe de Estado avisa, todavia, que é importante ter em atenção a imunidade de quem já foi vacinado há alguns meses. É o caso dos professores. Marcelo manifesta-se preocupado, desde logo, com a abertura do ano escolar. O Presidente apela à vacinação dos jovens dos 16 e 17 anos e lembra os argumentos na Alemanha para vacinar os grupos etários mais jovens.
Um grupo de investigadores portugueses diz que será inevitável uma terceira dose da vacina, porque os anticorpos caem a pique três meses após a vacinação.
Surtos em lares
O surto de Covid-19 no lar da Santa Casa de Proença-a-nova provocou duas vítimas mortais. E fez disparar a incidência no concelho. No lar de idosos em Almodôvar onde surgiu também um surto teme-se que aumentem os casos positivos. Já morreu uma pessoa e 40 estão infetadas.
O Chefe de Estado avisa, todavia, que é importante ter em atenção a imunidade de quem já foi vacinado há alguns meses. É o caso dos professores. Marcelo manifesta-se preocupado, desde logo, com a abertura do ano escolar. O Presidente apela à vacinação dos jovens dos 16 e 17 anos e lembra os argumentos na Alemanha para vacinar os grupos etários mais jovens.
Um grupo de investigadores portugueses diz que será inevitável uma terceira dose da vacina, porque os anticorpos caem a pique três meses após a vacinação.
Surtos em lares
O surto de Covid-19 no lar da Santa Casa de Proença-a-nova provocou duas vítimas mortais. E fez disparar a incidência no concelho. No lar de idosos em Almodôvar onde surgiu também um surto teme-se que aumentem os casos positivos. Já morreu uma pessoa e 40 estão infetadas.
André Ventura infetado
André Ventura testou positivo para a Covid-19. O líder do Chega não apresenta sintomas, encontra-se em isolamento e cancelou a agenda que tinha para os próximos dias. Ventura esteve em contacto com uma pessoa infetada e decidiu fazer o teste. O político não está vacinado.
O quadro em Portugal
O último boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, divulgado ao início da tarde de domingo, reportou mais dez mortes associadas à Covid-19.
Foram registados 1982 novos casos de infeção.
Estavam ontem internadas mais 11 pessoas, para um total de 849. Nos cuidados intensivos mantinham-se 184 doentes, menos dois face à véspera.
O quadro internacional
A pandemia fez pelo menos 4.287.427 mortos, entre mais de 202,2 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, desde dezembro de 2019, de acordo com o balanço em permanenente atualização por parte da agência France Presse.
O Brasil registou 399 novas mortes associadas à covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total de óbitos para 563.151.
A pandemia naquela país sul-americano está há semanas em abrandamento.
Aquele que é um dos países mais afetados pela propagação do SARS-CoV-2 tem agora 20.165.672 pessoas infetadas, tendo registado mais 13.893 casos positivos em 24 horas.
André Ventura testou positivo para a Covid-19. O líder do Chega não apresenta sintomas, encontra-se em isolamento e cancelou a agenda que tinha para os próximos dias. Ventura esteve em contacto com uma pessoa infetada e decidiu fazer o teste. O político não está vacinado.
O quadro em Portugal
O último boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, divulgado ao início da tarde de domingo, reportou mais dez mortes associadas à Covid-19.
Foram registados 1982 novos casos de infeção.
Estavam ontem internadas mais 11 pessoas, para um total de 849. Nos cuidados intensivos mantinham-se 184 doentes, menos dois face à véspera.
O quadro internacional
A pandemia fez pelo menos 4.287.427 mortos, entre mais de 202,2 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, desde dezembro de 2019, de acordo com o balanço em permanenente atualização por parte da agência France Presse.
O Brasil registou 399 novas mortes associadas à covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total de óbitos para 563.151.
A pandemia naquela país sul-americano está há semanas em abrandamento.
Aquele que é um dos países mais afetados pela propagação do SARS-CoV-2 tem agora 20.165.672 pessoas infetadas, tendo registado mais 13.893 casos positivos em 24 horas.