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MAIS INFOA 22 de junho de 1971, Joni Mitchell abriu o coração ao mundo e chamou-lhe Blue.
Escrito após o fim do seu relacionamento com Graham Nash e durante um envolvimento com James Taylor, o quarto álbum é quase um diário cantado - cru, íntimo e humano. Em cada acorde e em cada verso, Mitchell desenha as emoções contraditórias do amor: a euforia, a dúvida, a saudade e a perda.
Canções como California, A Case of You e River não são apenas músicas - são confissões, fragmentos de uma alma, à procura de sentido.
Apesar da vulnerabilidade, Blue conquistou o público, alcançando os tops no Reino Unido, Canadá e Estados Unidos. Mas o verdadeiro impacto do álbum vai muito além dos números.
Com o passar das décadas, Blue tornou-se um marco intemporal, frequentemente apontado como um dos maiores álbuns de sempre.
Em 2017, foi coroado como o melhor álbum de todos os tempos feito por uma mulher - um reconhecimento que Joni Mitchell não apenas escreveu canções: eternizou emoções.