Entre Perdidos e Achados

U2|08 out. 2026

Há canções que chegam com a força de um desejo. E, em 1988, os U2 transformaram esse desejo num marco da sua história.

Chama-se Desire e foi o primeiro single da banda irlandesa a chegar ao número um no Reino Unido. Retirada do álbum Rattle and Hum, a canção distinguia-se pelo ritmo contagiante, inspirado na batida clássica de Bo Diddley, e por uma energia que não deixava ninguém indiferente.

Mas a conquista não ficou por aí. Nos Estados Unidos, os U2 fizeram história ao tornarem-se a primeira banda a liderar simultaneamente as tabelas Modern Rock e Mainstream Rock da Billboard com a mesma canção.

Em 1989, chegou também o reconhecimento da indústria, com um Grammy de Melhor Performance de Rock por um Duo ou Grupo.

Um clássico que provou que os U2 sabiam transformar atitude, ritmo e rock'n'roll numa fórmula irresistível.

Quando anunciam novo álbum, hoje vamos recuar até 1988, com Bono e companhia. Desire, dos U2!

Play - Entre Perdidos e Achados

Duração: 4min

Género: Informação

RTP Antena1 Açores

Há canções que chegam com a força de um desejo. E, em 1988, os U2 transformaram esse desejo num marco da sua história.

Chama-se Desire e foi o primeiro single da banda irlandesa a chegar ao número um no Reino Unido. Retirada do álbum Rattle and Hum, a canção distinguia-se pelo ritmo contagiante, inspirado na batida clássica de Bo Diddley, e por uma energia que não deixava ninguém indiferente.

Mas a conquista não ficou por aí. Nos Estados Unidos, os U2 fizeram história ao tornarem-se a primeira banda a liderar simultaneamente as tabelas Modern Rock e Mainstream Rock da Billboard com a mesma canção.

Em 1989, chegou também o reconhecimento da indústria, com um Grammy de Melhor Performance de Rock por um Duo ou Grupo.

Um clássico que provou que os U2 sabiam transformar atitude, ritmo e rock'n'roll numa fórmula irresistível.

Quando anunciam novo álbum, hoje vamos recuar até 1988, com Bono e companhia. Desire, dos U2!

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Género: Informação RTP Antena1 Açores

Neste espaço, damos a conhecer as trajetórias e percursos de artistas musicais, os álbuns que marcaram uma geração e revelamos curiosidades fascinantes sobre várias personalidades artísticas. Mergulhamos no universo musical, desvendando histórias por detrás dos sons, das letras e das carreiras que transformaram a música e a cultura.

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The Stranglers

15 out. 2026

Em 1982, os britânicos The Stranglers surpreenderam tudo e todos com Golden Brown. Um tema hipnótico, com sonoridade bem distante do punk que os tinha tornado conhecidos.

Canção que chegou ao segundo lugar do top britânico, conquistou o prestigiado prémio Ivor Novello e deixou a conservadora BBC Radio 2 numa posição delicada, depois de perceber o duplo sentido da letra: entre a heroína e uma história de amor.

Mas os Stranglers nunca foram banda de seguir caminhos previsíveis. Do punk rock à new wave, passando pelo rock mais cru e pelas influências reggae, reinventaram-se sem perder a identidade.

E quando muitos já lhes anunciavam o fim, Golden Brown deu-lhes uma nova vida.

Mais de cinco décadas depois, com vinte álbuns de estúdio e clássicos como Always the Sun e Golden Brown, os The Stranglers continuam a provar que a música alternativa não tem prazo de validade, como o fizeram este verão em Portugal.

Bon Jovi

14 out. 2026

Simple Minds

12 out. 2026

Suede

09 out. 2026

Se viveu os anos 90, há boas hipóteses de se lembrar duma revolução musical com sotaque britânico: o Britpop! Época em que a Inglaterra conquistou o mundo com guitarras, atitude e uma enorme dose de identidade.

O duelo entre Oasis e Blur dividia fãs mas o Britpop era muito mais do que esta rivalidade. Havia a irreverência dos Supergrass, o universo vintage dos Pulp, a dimensão política dos Manic Street Preachers e a melancolia dos The Verve.

E havia os Suede! Formados em 1989, chegaram para agitar o panorama musical com uma pop provocadora, letras que mergulhavam no lado mais decadente da vida e um som marcado pelas guitarras poderosas de Bernard Butler. À frente, Brett Anderson: voz, carisma e uma presença que rapidamente se tornou uma das imagens de marca do movimento.

O álbum de estreia, simplesmente intitulado Suede, tornou-se um dos discos fundamentais do Britpop e continua a ser uma referência, três décadas depois.

Hoje, recuperamos essa atitude, essa energia e esse som inconfundível. Suede, uma das bandas que ajudaram a escrever a história dos anos 90!

U2

08 out. 2026

Há canções que chegam com a força de um desejo. E, em 1988, os U2 transformaram esse desejo num marco da sua história.

Chama-se Desire e foi o primeiro single da banda irlandesa a chegar ao número um no Reino Unido. Retirada do álbum Rattle and Hum, a canção distinguia-se pelo ritmo contagiante, inspirado na batida clássica de Bo Diddley, e por uma energia que não deixava ninguém indiferente.

Mas a conquista não ficou por aí. Nos Estados Unidos, os U2 fizeram história ao tornarem-se a primeira banda a liderar simultaneamente as tabelas Modern Rock e Mainstream Rock da Billboard com a mesma canção.

Em 1989, chegou também o reconhecimento da indústria, com um Grammy de Melhor Performance de Rock por um Duo ou Grupo.

Um clássico que provou que os U2 sabiam transformar atitude, ritmo e rock'n'roll numa fórmula irresistível.

Quando anunciam novo álbum, hoje vamos recuar até 1988, com Bono e companhia. Desire, dos U2!

Sam Brown

07 out. 2026

Há vozes que reconhecemos pela força. Outras, pela emoção. A de Sam Brown tem as duas. Antes de conquistar o público a solo, emprestou o seu talento a nomes tão importantes como Pink Floyd, Spandau Ballet e Gary Moore. Aliás, é dela a voz que ouvimos em The Great Gig in the Sky, no lendário The Dark Side of the Moon, dos Pink Floyd.

Em 1988, chegou o grande momento com Stop!, uma canção que se tornou o maior sucesso da sua carreira e um clássico intemporal. Seguiram-se novos discos, colaborações e projetos, sempre com a música como ponto de encontro.

Mas, no final de 2007, surgiu um golpe inesperado: Sam Brown perdeu a capacidade de cantar, devido a um problema muscular que afetou a sua voz.

Uma história de talento, conquistas e também de fragilidade. Mas há vozes que não precisam de cantar para continuarem a fazer-se ouvir. Dedicou-se ao ensino de voz , e como hoje completa 62 anos, recordo o inesquecível Stop!.

T'Pau

06 out. 2026

Há canções que nos transportam imediatamente para uma década. E, quando falamos dos anos 80, é difícil não pensar nos T?Pau!

Com uma mistura irresistível de pop-rock, baladas intensas e uma voz poderosa, a banda britânica conquistou o mundo em 1987 com o álbum de estreia Bridge of Spies. Mas foi um tema que fez história: China in Your Hand, cinco semanas no primeiro lugar do top britânico e um dos grandes hinos da pop daquela década.

Antes disso, já Heart and Soul tinha conquistado as rádios americanas e a MTV, abrindo caminho para o sucesso europeu.

A banda separou-se em 1992, mas Carol Decker manteve vivo o nome T?Pau, entre concertos e novos discos. O mais recente, Be Wonderful, chegou ao Reino Unido em maio deste ano.

Mas hoje, a viagem faz-se de regresso a 1987, ao som daquela voz inconfundível e de uma canção que continua a arrepiar: China in Your Hand, dos T?Pau!

Steve Miller Band

05 out. 2026

Há músicos que atravessam gerações. Steve Miller é um deles. Há mais de meio século que faz parte da história da música americana, desde a efervescência psicadélica de São Francisco, nos anos 60, até às grandes canções que conquistaram as rádios de todo o mundo.

Com raízes profundas no blues, e influências de mestres como Muddy Waters e Howlin? Wolf, Steve Miller criou uma identidade própria, entre a irreverência psicadélica e um pop sofisticado. O resultado? Clássicos como The Joker e Abracadabra, reconhecíveis logo aos primeiros acordes.

Hoje, celebra 83 anos. Em 2023, The Joker fez meio século e conquistou o estatuto de seis vezes Platina. No ano seguinte, Steve Miller voltou aos palcos com Journey e Def Leppard, enquanto Abracadabra ganhava uma nova vida ao ser sampleado por Eminem em Houdini.

O tempo passa, mas a música de Steve Miller continua a surpreender. Porque há canções que não ficam presas a uma época: reinventam-se, atravessam gerações e continuam a tocar-nos como da primeira vez.

Tom Petty

02 out. 2026

Blondie

01 out. 2026

Bob Geldof

30 set. 2026

Boy George

29 set. 2026

956995

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