Eduardo Brito de Azevedo é climatologista e por isso convive muito de perto com as alterações climáticas.
Sem ceder a alarmismos, avisa que os Açores terão, por exemplo, que se adaptar a um clima em mudança procurando culturas capazes de resistirem bem à nova realidade em construção.
As pescas também terão que se adaptar a novas rotas dos peixes migratórios e a alterações nos habitats dois peixes residentes.
São possíveis impactos negativos nas reservas de água, o mar deverá ficar mais tempestuoso e os furacões serão menos, mas mais violentos.