A Ryanair sinalizou em novembro a intenção de sair dos Açores. Dois meses depois, a decisão confirmou-se, justificada pela companhia com as taxas ambientais aplicadas.
Justifica-se esta decisão por parte da companhia irlandesa? Ou o governo regional deveria ter feito mais para evitar esta situação? Que consequências terá para o turismo da Região?
Na semana passada, o júri do concurso para a privatização da Azores Airlines rejeitou a proposta do consórcio Newtour/MS Aviation. O principal argumento: 'a aceitação das condições propostas poderia expor a operação ao risco de ser qualificada como auxílio de Estado, com as inerentes consequências jurídicas'. Carlos Tavares, do consórcio, já disse que sem assunção da dívida por parte do Governo não há negócio.
A privatização tem de estar concluída até final deste ano, sem mais adiamentos. Será a venda direta a única solução? E com que consequências para a Região?
Com a jornalista Ana Filipa Ferreira e os convidados:
▪ Paula Gouveia, Diretora Açoriano Oriental
▪ Rui Paiva, Jornalista Lusa e Público
▪ Diogo Andrade, Jornalista Rádio Club Angra
▪ Osvaldo Cabral, Jornalista