Play - Geoparque Açores em 5 minutos

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Antena1 Açores

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27 fev. 2024

Bolsa de Turismo de Lisboa

20 fev. 2024

Crise Sísmica de 1964

06 fev. 2024

Guia Infantil das Cavidades Vulcânicas dos Açores

O Açores Geoparque Mundial da UNESCO prepara-se para lançar, durante 2024, um novo guia infantil: As Cavidades Vulcânicas dos Açores, com o apoio dos Grupos de Ação local: ARDE, GRATER, Adeliaçor e Associação Os Montanheiros.

Dada a natureza vulcânica das nossas ilhas e a presença de escoadas lávicas basálticas, associadas ao vulcanismo efusivo, os Açores apresentam um património espeleológico muito diversificado.

Nos Açores estão identificadas mais de 300 grutas, a grande maioria delas são cavidades vulcânicas, entre algares e tubos lávicos.

As cavidades vulcânicas são uma porta para a descoberta do mundo subterrâneo, são a nossa oportunidade de descobrir uma face da geodiversidade açoriana que, de outro modo, estaria inacessível. É avassalador tentarmos imaginar as maravilhas que se escondem debaixo dos nossos pés. São quilómetros e quilómetros de belezas naturais com características e formas de vida muito peculiares.

São conhecidas grutas em todas as ilhas à exceção do Corvo, sendo que as ilhas com números mais significativos são o Pico, Terceira e São Miguel.

Os maiores tubos lávicos nos Açores são a Gruta das Torres na ilha do Pico (5150 m) e a Gruta dos Balcões na ilha Terceira com 4421 m. O Algar do Morro Pelado (ou Algar do Montoso), em São Jorge, é o mais profundo com 140 m de profundidade seguido das Bocas do Fogo também em São Jorge com 120 m.

Preparadas para receber visitantes: Furna do Enxofre, na Graciosa, Grutas das Torres, no Pico, Algar do Carvão e Gruta do Natal, na Ilha Terceira, e por última a Gruta do Carvão, na ilha de São Miguel.

30 jan. 2024

Dia Mundial das Zonas Húmidas

No dia 2 de fevereiro assinala-se o Dia Mundial das Zonas Húmidas e o Dia Nacional do Vigilante da Natureza.

Nesta data enaltece-se o trabalho desenvolvido pelo Corpo de Vigilantes da Natureza. Exercem, durante todo o ano funções de vigilância, fiscalização, monitorização, entre tantas outras de grande importância para a preservação do ambiente. É um trabalho que requer não só formação adequada, mas um verdadeiro compromisso e paixão pela natureza. Fica o reconhecimento e agradecimento do Geoparque Açores a todas as equipas de Vigilantes da Natureza.

As zonas húmidas correspondem a um dos ecossistemas mais ricos e produtivos do mundo, mas são também dos mais sensíveis e ameaçados, pela intensificação da agricultura, urbanização, entre tantas outras.

Pela necessidade de preservação destes ecossistemas, a 2 de fevereiro de 1971, na cidade iraniana de Ramsar, foi assinado um tratado intergovernamental, geralmente conhecido como Convenção RAMSAR e que terá sido o primeiro dos tratados globais sobre conservação.

Os sítios RAMSAR são áreas classificadas como Zonas Húmidas de Importância Internacional. Nos Açores existem 13 sítios RAMSAR, que foram classificados em grande parte devido à sua raridade dentro da região biogeográfica da Macaronésia.

As Zonas Húmidas são reguladoras de regimes hídricos, fontes de biodiversidade, constituem um recurso de grande valor económico, científico, cultural e desempenham um papel vital na adaptação e mitigação nos processos de alteração climática.

23 jan. 2024

Dia Internacional da Educação

O Dia Mundial da Educação celebra-se a 24 de janeiro.

Proclamado pela Assembleia Geral das Nações Unidas tendo por base o importante papel que a educação desempenha para a paz e para o desenvolvimento dos territórios.

A educação é um direito humano, um bem público e também uma responsabilidade pública.

Sem educação de qualidade inclusiva e equitativa, e oportunidades ao longo da vida para todos, os países não conseguirão alcançar a igualdade de gênero e quebrar o ciclo de pobreza que tem deixado para trás milhões de crianças, jovens e adultos.

A 26 janeiro assinala-se o Dia Mundial da Educação Ambiental.

A data foi definida na Conferência de Estocolmo, realizada em 1975 pela Unesco, aquando do primeiro Encontro Internacional de Educação Ambiental, em Belgrado.

A educação ambiental surgiu em conjunto com os movimentos globais associados à constatação de que diversas atividades humanas que possibilitaram o crescimento económico trouxeram impactos ao meio ambiente e ameaçaram as condições de saúde e sobrevivência humana.

Além dos danos provocados no ambiente, decorrentes do que é produzido ou usado no fabrico de bens utilizados na nossa sociedade de consumo, a atenção mundial ficou alerta sobre se os recursos naturais são suficientes e por quanto tempo para suprir as necessidades do nosso quotidiano.

16 jan. 2024

20 Anos da Rede Global de Geoparques

2024 será um ano muito importante para os Geoparques Mundiais da UNESCO, uma vez que se assinalam 20 anos de história da Rede Global de Geoparques /Global Geoparks Network (GGN).

A GGN foi fundada em 2004 através de uma parceria internacional desenvolvida sob a égide da UNESCO, com o intuito de promover modelos de boas práticas e estabelecer padrões de qualidade para territórios com património geológico reconhecido internacionalmente, numa estratégia de desenvolvimento económico sustentável.

O 20º aniversário da GGN marca 20 anos de cooperação entre territórios dispersos pelo mundo, comprometidos na preservação do património geológico do planeta Terra, na educação das comunidades para a importância das ciências da Terra e na promoção de um desenvolvimento local sustentável.

A GGN reúne todos os seus membros a cada dois anos, funcionando através de redes regionais: Europeia, Ásia ? Pacífico, América Latina e Caribe, África, e América do Norte ? são 195 geoparques dispersos por 48 países (em 2023).

O arquipélago dos Açores integrou esta rede em 2013, passando a ser reconhecido oficialmente como um Geoparque e pertencendo a esta crescente família de territórios comprometidos com a sustentabilidade e com a valorização do património geológico.

Em Portugal existem cinco geoparques que integram a GGN ? Naturtejo, Arouca, Açores, Terras de Cavaleiros e Estrela. Em 2024, o Geoparque Oeste será oficialmente reconhecido como Geoparque Mundial da UNESCO.

26 dez. 2023

Gruta do Natal

Este dia é ideal para falarmos de uma gruta em particular ? a Gruta do Natal - que recebeu este ano, a primeira missão análoga do Projeto CAMões.

Esta gruta localiza-se junto à Lagoa do Negro, na freguesia dos Altares. Era conhecida por Galeria Negra, mas quando se fizeram as primeiras escavações foram encontradas ossadas de um cavalo e então passou a chamar-se Gruta do Cavalo.

Em 25 de dezembro 1969, o Patriarca das Índias D. José Vieira Alvernaz celebrou aqui uma missa de Natal que ocasionalmente se repete e que atribuiu à gruta o nome atual, Gruta do Natal.

Em termos geológicos, esta gruta com 697 metros de comprimento é um tubo lávico, cuja formação se associa, muito possivelmente, à atividade vulcânica efusiva do Pico do Gaspar, um pequeno vulcão vizinho da gruta, que terá ocorrido há menos de 10 000 anos.

A formação da gruta associa-se assim à dinâmica da lava, que ao percorrer a superfície topográfica, acaba por arrefecer nas partes superficiais, em contacto com o ar; e nas zonas laterais, pelo contacto com formações rochosas a temperaturas mais baixas formando uma crosta sólida,mas no interior, a lava quente, ainda fluida, continua a fluir e quando finalmente sessa a emissão de lava, é deixado um espaço vazio, o tubo lávico.

Este tubo lávico, a gruta do natal, distingue-se dos restantes, principalmente pelo facto de as estruturas associadas à dinâmica da lava se encontrarem aqui muito bem preservadas, serem facilmente identificadas e serem de grande beleza e também pelo facto de apresentar muitas galerias ramificadas e túneis sobrepostos.

Entre todas as grutas conhecidas na ilha Terceira, esta era uma das que apresentava melhores condições de visitação e em 1998 os Montanheiros deram início ao projeto de exploração turística da Gruta com a construção de uma casa de apoio que permite uma visita à gruta com condições de segurança asseguradas.

Fica o desafio para a descoberta da geodiversidade subterrânea dos Açores durante a época natalícia, em que se celebra o nascimento do menino Jesus exatamente numa gruta.

19 dez. 2023

Erupção submarina da Serreta

No passado dia 18 de dezembro assinalaram-se 25 anos volvidos do início da última erupção vulcânica ocorrida nos Açores ? a erupção submarina da Serreta.

No dia 18 de dezembro de 1998, foram avistadas pelos pescadores emanações gasosas no mar, a cerca de 10 Km da freguesia da Serreta, na ilha Terceira.

Quatro dias depois, foi confirmada a erupção vulcânica submarina a mais de 300 metros de profundidade, com a emissão de gases, colunas de vapor de água, cinzas e balões de lava flutuantes.

É aqui que reside a originalidade desta erupção ? os balões de lava eram rocha sólida no exterior, mas o seu interior estava carregado de lava ainda fluida e muitos gases ? com estas características, tendiam a ascender, causando a expansão dos gases. Estes balões de lava tendiam a flutuar durante alguns minutos, mas acabavam por afundar.

A erupção foi precedida por um ligeiro incremento da atividade sísmica a partir do dia 23 de novembro, que foi atribuído à fase de fraturação e injeção de magma no sistema vulcânico submarino, que se estende a W da ilha Terceira.

O reduzido número de sismos registados ao longo de toda a erupção, e a baixa magnitude dos eventos, entende-se como resultado da ascensão de um líquido magmático muito fluido ao longo de um sistema de fraturas preexistente e bem definido.

Desde o seu início, a erupção apresentou períodos variáveis, alternando com períodos sem manifestações superficiais, tendo sido registada a sua última observação de atividade no verão de 2001.

Um estudo relativamente recente que contou com a colaboração de investigadores do Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA) e do Instituto de Investigação em Vulcanologia e Avaliação de Riscos (IVAR), identifica pela primeira vez o centro emissor da erupção submarina da Serreta.

Para além dos balões de lava basálticos (reconhecidos pela comunidade científica internacional como um novo produto eruptivo) e das cinzas vulcânicas observadas em suspensão à superfície, esta erupção produziu ainda um volume significativo de materiais escoriáceos que cobrem o fundo marinho em torno dos cones vulcânicos.

Ainda segundo os autores deste estudo, esta erupção correspondeu a uma erupção estromboliana submarina de profundidade intermédia em que se formaram dois cones de escórias (semelhantes aos cones que pontuam as paisagens açorianas).

12 dez. 2023

Reunião do Comité da Rede Portuguesa Geoparques

Aconteceu no passado dia 11 de dezembro mais uma reunião do Comité de Coordenação da Rede Portuguesa de Geoparques Mundiais da UNESCO, na sede do Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Lisboa.

Recorda-se que em maio de 2022 foi formalmente criada a Rede Portuguesa de Geoparques Mundiais da UNESCO, que passa a ser o órgão responsável pela coordenação do Programa Internacional de Geociências e Geoparques da UNESCO em Portugal. Os Geoparques UNESCO.

São territórios com relevância geológica reconhecida internacionalmente, que são geridos com base numa abordagem holística de conservação, educação e desenvolvimento sustentável. É uma abordagem que conserva a identidade dos territórios envolvendo as comunidades locais.

Participaram nesta reunião os cinco geoparques Portugueses: Estrela, Arouca, Naturtejo, Terras de Cavaleiros e Açores e ainda, como membros observadores os territórios aspirantes a esta classificação (Viana do Castelo, Algarvensis e Oeste - cujo reconhecimento como geoparque mundial da unesco já foi aprovado)

Participaram também na reunião o Laboratório Nacional de Energia e Geologia; Direção-Geral de Energia e Geologia, Associação ProGeo, o Turismo de Portugal e, pela primeira vez, representantes da Cátedra UNESCO, Geoparques, Desenvolvimento Regional Sustentado e Estilos de Vida Saudáveis, da Universidade de Trás os Montes e Alto Douro.

As reuniões foram presididas pelo Sr. Embaixador José Filipe Morais Cabral e tiveram como ponto principal da ordem de trabalhos a discussão e aprovação do Plano Anual de atividades da Rede, para 2024.

A criação desta rede portuguesa é muito importante, pois potencia um trabalho articulado entre os diferentes geoparques UNESCO portugueses - permite aprofundar conhecimentos, a troca de experiências e boas práticas e promove uma maior coordenação e acompanhamento das atividades desenvolvidas.

05 dez. 2023

Projeto ERASMUS EMME

O projeto Erasmus EMME - Exchanging Memories, the memory of the Earth - é um projeto inovador que, pela primeira vez envolve geoparques e escolas de vários territórios:

- Liceu Teoretic Avram Lancu na Roménia
- Universidade de Bucareste enquanto entidade gestora do Hateg Geoparque Mundial da UNESCO
- Escola Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade
- Açores Geoparque Mundial da UNESCO
- Escola secundária na Eslováquia e outra na Croácia, com apoio do Papuk Geoparque Mundial da UNESCO

O conceito do projeto "As memórias da Terra" irá permitir que os alunos envolvidos possam descobrir a história geológica destes territórios e a importância do registo geológico.

Terá como ponto de partida o Geopark hateg, que é famoso pela presença de fósseis de dinossauros anões (conhecidos como os dinossauros da Transilvânia), com mais de 65 milhões de anos; e a descoberta das mudanças que aconteceram no Planeta Terra até à formação dos Açores (que é o território mais recente).

O registo geológico (as rochas) permite-nos compreender e interpretar as mudanças que aconteceram no nosso Planeta ao longo do tempo geológico, facilitando a compreensão dos fenómenos atuais (como as alterações climáticas) - conhecer o passado para melhor nos prepararmos para o futuro.

O projeto tem uma duração de dois anos e terá como produto final uma aplicação, um livro e uma adaptação dos conteúdos curriculares das escolas envolvidas, ao tema em questão.

02 dez. 2023

Carta Europeia de Turismo Sustentável

21 nov. 2023

Missão CAMões

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