263 a 446 milhões de pessoas em todo o mundo têm uma doença rara.
Não é um número grande, relativamente ao número de habitantes do planeta.
Por isso, também são conhecidas como doenças órfãs com menos investigação.
MAIS INFOSusana Martin, investigadora na área da biologia molecular e do desenvolvimento, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, foge à regra e está a estudar as causas da distrofia muscular congénita, uma doença rara e bastante debilitante.
O objetivo, que ainda está longe, é desenvolver uma terapia genética.