Cantar em Coletivo
Como cantar em coletivo pode ser transcendental, independentemente do grupo ser urbano, rural, tradicional ou erudito.
Como cantar em coletivo pode ser transcendental, independentemente do grupo ser urbano, rural, tradicional ou erudito.
As mulheres e a música, ser mulher na música. Os coletivos femininos que cantam são muito mais do que música.
Dos velhos etnógrafos aos grandes bailadores, percebemos o que é o fandango.
Conta o Luís Fialho, natural do Alentejo e residente em Benfica, que neste bairro se sente em casa: Benfica é como o Alentejo, as pessoas dizem bom dia.
Tradicionalmente, em todos os lugares onde se toca o instrumento na Beira Baixa, existe um movimento associado.
O Cante Alentejano descrito pelos seus cantadores. A noção de que veio da pobreza, da fome e da dureza do campo.
Conta-nos o Raspa em Braga que o fado é o flamenco português. Apresenta-se a teoria de que o fado tem descendência cigana.
Um instrumento ainda mais antigo do que os árabes. Hoje em dia, o adufe deixou a Beira Baixa e encontra-se pelo país inteiro.
Dos anos 80 aos dias de hoje, a cooperação entre músicos em Viseu sempre foi muito forte. Dos Bastardos do Cardeal ao Marta, ficamos a entender essa comunidade musical visiense.
Os coros e aquilo que temos de curar no trabalho coletivo. Edgar Valente explica a sua experiência com o Coro dos Anjos.